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	<title>mostra Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>mostra Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Nova pesquisa para Senado mostra segunda vaga totalmente aberta no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/nova-pesquisa-para-senado-mostra-segunda-vaga-totalmente-aberta-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 21:13:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segunda pesquisa do instituto DMP para o Senado divulgada nesta segunda-feira (17) mostra uma disputa apertada entre Alberto Neto (PL) e Wilson Lima (UB) pela segunda vaga de senador no Amazonas. A mesma pesquisa mostra crescimento de seis pontos para Eduardo Braga (MDB), que pediu e conseguiu com Lula a exclusão de Marcelo Ramos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A segunda pesquisa do instituto DMP para o Senado divulgada nesta segunda-feira (17) mostra uma disputa apertada entre Alberto Neto (PL) e Wilson Lima (UB) pela segunda vaga de senador no Amazonas. A mesma pesquisa mostra crescimento de seis pontos para Eduardo Braga (MDB), que pediu e conseguiu com Lula a exclusão de Marcelo Ramos (PT) do páreo. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Braga tem 27,8%. Capitão Alberto Neto (PL) 16,1%,  Wilson Lima (União Brasil), com 14%, e o senador Plínio Valério (PSDB), com 11,2%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Já são  11,7 pontos percentuais de Braga para Alberto, que recebeu apoio de Flávio Bolsonaro. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Ismael Munduruku (Rede) tem 1,4%; Milton Xuxa (Mobiliza), 1%; Dailson Corrêa (DC), 0,4%; Evandro de Oliveira (PSTU), 0,3%; e Professora Evony (PSOL), 0,2%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Brancos e nulos representam 6,9%, enquanto 20,7% dos entrevistados ainda não sabem em quem votar para o Senado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Nova pesquisa aponta Omar Aziz na liderança e disputa apertada pelo segundo turno</p>
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		<title>Relatório mostra aumento de violência contra indígenas em 2025</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/relatorio-mostra-aumento-de-violencia-contra-indigenas-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 21:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) mostram que 258 indígenas foram assassinados em 2025, número superior aos 211 casos registrados em 2024. Roraima (82), Amazonas (47) e Mato Grosso do Sul (37) registraram os maiores números, de acordo com o Sistema de Informação sobre Mortalidade, secretarias estaduais de saúde e Secretaria Especial de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados divulgados nesta quinta-feira (13) pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) mostram que 258 indígenas foram assassinados em 2025, número superior aos 211 casos registrados em 2024. Roraima (82), Amazonas (47) e Mato Grosso do Sul (37) registraram os maiores números, de acordo com o Sistema de Informação sobre Mortalidade, secretarias estaduais de saúde e Secretaria Especial de Atenção à Saúde Indígena (Sesai).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Relatorio-mostra-aumento-de-violencia-contra-indigenas-em-2025.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil afirma ainda que o contexto de insegurança enfrentado pelos povos indígenas no ano passado resultou em ataques na luta pela terra, vulnerabilidade e continuidade das invasões.    </p>
<p>Os dados mostram aumentos registrados em três tipos de violência – contra a pessoa, contra o patrimônio e por omissão do Poder Público –, além de crescimento de conflitos relativos a direitos territoriais, assassinatos, suicídios e mortalidade na infância.</p>
<h2>Violência contra a pessoa</h2>
<p>Nos primeiros dias de 2025, quatro indígenas do povo Avá-Guarani foram baleados durante ataque na Terra Indígena Tekoha Guasu Guavirá, área em processo de demarcação e sob intensos conflitos possessórios no oeste do Paraná. Um dos indígenas, atingido na coluna, perdeu os movimentos das pernas.</p>
<p>Em março, o Pataxó Vitor Braz foi morto na Barra Velha do Monte Pascoal, no extremo sul da Bahia, no contexto da luta pela demarcação de terras.</p>
<p>Em novembro, o Guarani Kaiowá Vicente Fernandes foi morto no Tekoha Pyelito Kue, na Terra Indígena Iguatemipegua I, em Mato Grosso do Sul, também em contexto de luta territorial.</p>
<p>A publicação destaca que os três casos ocorreram em terras indígenas já oficialmente delimitadas pelo Estado, mas cujos processos demarcatórios se estendem há mais de uma década.</p>
<p>“Enquanto os povos indígenas em luta pela terra sofrem com a violência e a vulnerabilidade, em terras demarcadas, as ações de invasores não cessaram, apesar de operações de desintrusão efetuadas pelo governo federal – grande parte delas por determinação judicial do Supremo Tribunal Federal (STF).”</p>
<p>O estudo afirma não ser possível desvincular as violências e violações registradas em 2025 dos ataques a direitos territoriais indígenas ocorridos ao longo do ano e do impasse, no Poder Judiciário, em torno da Lei 14.701/2023, conhecida como Lei do Marco Temporal.</p>
<p>“No STF, os pedidos para que a Corte analisasse as inconstitucionalidades da Lei 14.701 permaneceram sem julgamento até dezembro”, destaca o texto.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Relatorio-mostra-aumento-de-violencia-contra-indigenas-em-2025.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 05/08/2025 - A 1ª Conferência Nacional das Mulheres Indígenas continua até amanhã (6), em Brasília, com o tema “Mulheres Guardiãs do Planeta pela cura da Terra”. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></p>
<p>Conferência Nacional das Mulheres Indígenas em 2025, em Brasília. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</p>
<p>Além da tese do marco temporal, o relatório avalia que a lei incorpora dispositivos que permitem a exploração de terras indígenas por terceiros e dificultam as demarcações.</p>
<p>“Soma-se a este contexto a pressão econômica pela regulamentação da mineração, pela realização de grandes obras de infraestrutura para o escoamento de grãos e minério e pela exploração de gás e petróleo em áreas com impacto direto sobre povos indígenas.”</p>
<h2>Violência contra o patrimônio</h2>
<p>Em 2025, os casos de violência contra o patrimônio totalizaram 1.276, sendo 897 relacionados à omissão e morosidade na regularização de terras; 169 a conflitos relativos a direitos territoriais; e 210 a invasões possessórias, exploração ilegal de recursos naturais e danos diversos ao patrimônio indígena.</p>
<p>Os dados mostram que, das 1.443 terras e reivindicações territoriais indígenas existentes no Brasil, 897 estão pendentes de alguma medida administrativa para sua regularização. Desse total, 582 ainda não tiveram nenhuma providência para iniciar seu processo demarcatório.</p>
<p>Nove terras indígenas tiveram seus relatórios circunstanciados de Identificação e Delimitação publicados pela presidência da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), dez portarias declaratórias foram emitidas pelo Ministério da Justiça, sete terras foram homologadas e cinco foram registradas como patrimônio da União, concluindo o processo de regularização fundiária.</p>
<p>Além disso, ao menos 16 grupos técnicos para delimitação de terras indígenas foram criados e 10 reservas indígenas foram constituídas pela Funai.</p>
<p>“São avanços importantes, mas ainda muito aquém da demanda territorial dos povos indígenas”, avalia o documento.</p>
<p>“Em muitas terras onde o avanço da demarcação é mais urgente, devido à gravidade dos conflitos e à vulnerabilidade das comunidades indígenas, a justificativa do governo para a estagnação do processo demarcatório foi o impasse jurídico em relação às demarcações.”</p>
<h2>Violência por omissão do Poder Público</h2>
<p>Além disso, foram registrados 215 suicídios indígenas em 2025, superando os 208 em 2024. Amazonas (77), Mato Grosso do Sul (42) e Roraima (37) foram os estados com maior número de casos.</p>
<p>Os suicídios mantiveram-se concentrados entre os jovens, com maior incidência entre indígenas de 20 a 29 anos (41%) e até 19 anos (34%).</p>
<p>Dados coletados das mesmas fontes totalizaram 1.024 óbitos de bebês e crianças indígenas até 4 anos, aumento significativo em relação aos 922 casos contabilizados no ano anterior.</p>
<p>Os maiores números foram registrados nos estados do Amazonas (306), de Roraima (158) e do Mato Grosso (123). Do total de 1.024 óbitos, a maioria – 586 (57%) – decorreu de causas consideradas evitáveis, como gripe e pneumonia (104), doenças infecciosas intestinais (85) e desnutrição (32).</p>
<p>Foram registrados ainda 58 casos de falta de assistência de forma geral, 111 na área de educação e 121 na de saúde, além de 62 mortes por falta de atendimento em saúde e 14 casos envolvendo o consumo de álcool e outras drogas entre povos indígenas, totalizando 366 registros.</p>
<p>“Além da falta de infraestrutura nos territórios, de profissionais e de medicamentos, a categoria de desassistência na área da saúde registrou grande quantidade de casos de falta de acesso ou acesso precário à água potável e ao saneamento básico, com severos impactos sobre as condições de saúde de diversas populações indígenas”, destaca o relatório.</p>
<p>Em muitos casos, a situação é agravada pela poluição de cursos d’água utilizados pelos indígenas por agrotóxicos ou pelo mercúrio utilizado nos garimpos.</p>
<p>No Rio Grande do Sul, que registrou o maior número de casos nesta categoria, a desassistência atinge especialmente indígenas em luta pela terra, que vivem acampados à beira de estradas e sob vulnerabilidade extrema.</p>
<h2>Povos isolados</h2>
<p>O quarto capítulo do documento analisa a situação de povos indígenas em isolamento voluntário, sobretudo grupos que, sem reconhecimento oficial do Estado, “permanecem sem nenhuma política de proteção e sob risco iminente de genocídio”.</p>
<p>A Equipe de Apoio aos Povos Livres do Cimi apontou 119 registros de povos isolados no Brasil. Destes, apenas 28 foram confirmados pela Funai. Foram registrados casos de invasão e dano ao patrimônio em 20 terras indígenas onde há a presença de 45 registros de povos isolados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/relatorio-aponta-258-indigenas-assassinados-e-mais-violencia-em-2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Estudo mostra adolescentes cientes de que internet precisa melhorar</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-mostra-adolescentes-cientes-de-que-internet-precisa-melhorar-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 19:16:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa que ouviu mais de 500 jovens de 13 a 18 anos mostrou a ambivalência na relação dessa população com a internet. Ao mesmo tempo em que metade dos entrevistados reconheceu que passa tempo demais online, 63% disseram sentir felicidade ao se conectarem. Divulgado nesta quarta-feira (12), Dia Nacional da Juventude, a pesquisa Adolescência Sem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa que ouviu mais de 500 jovens de 13 a 18 anos mostrou a ambivalência na relação dessa população com a internet. Ao mesmo tempo em que metade dos entrevistados reconheceu que passa tempo demais online, 63% disseram sentir felicidade ao se conectarem.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1786562163_662_Estudo-mostra-adolescentes-cientes-de-que-internet-precisa-melhorar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Divulgado nesta quarta-feira (12), Dia Nacional da Juventude, a pesquisa Adolescência Sem Filtro traz o resultado de que 71% dos entrevistados acreditam que a internet deve continuar a existir, mas com mudanças, enquanto 9% acham que a internet deveria acabar.</p>
<p>Encomendada pelo Instituto Alana, a pesquisa foi feita pela Agência Koga, que recrutou e treinou adolescentes para realizar a etapa qualitativa das entrevistas. </p>
<p>Para a especialista em Planejamento Estratégico de Comunicação do Instituto Alana, Gabriela Barbosa, os resultados mostram que os adolescentes têm consciência do quanto a internet pode ser negativa e senso crítico apurado de que é preciso melhorar esse espaço virtual.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, embora a experiência online desse público seja majoritariamente positiva, uma vez que 71% a usam para diversão, 63% sentem felicidade e 55% curiosidade nesse ambiente, eles têm consciência sobre o quanto a internet também pode ser negativa.</p>
<p>Quase metade dos entrevistados (49%) acredita que as plataformas são responsáveis por uma internet melhor, e 43% pedem mais controle das plataformas.</p>
<p>Segundo os responsáveis pelo estudo, os próprios adolescentes e jovens têm consciência de que esse ambiente foi criado para prender a atenção deles além do esperado e que há uma necessidade de eles se protegerem de conteúdos negativos de forma ativa.</p>
<p>A pesquisa relata que 44% bloqueiam contas ou conteúdos nocivos, e 32% fazem pausas ao longo do dia. Mesmo assim, além de 50% dizerem que passam mais tempo online do que gostariam, 41% se sentem mais dependentes do celular e 39% acham que perderam tempo nos estudos por causa da internet.</p>
<p>“O tempo gasto na internet é uma grande preocupação para eles. Além da consciência de que nem tudo é positivo ou negativo, eles também estão conscientes da necessidade de se protegerem e conseguirem controlar o quanto puderem o que fazem desse tempo online também”, comentou Gabriela.</p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p>Para os adolescentes entrevistados, as redes sociais constituem a atividade mais acessada no ambiente online: 46% usam a internet no dia-a-dia para acessar as redes sociais, 37% para conversar com amigos e famílias, 30% para jogar, 23% para estudar e 21% para assistir a vídeos. </p>
<p>“A rede social é esse principal mecanismo em que eles vivem a internet. Acaba que a internet vai acontecer para eles de forma mais intensa em aplicativos como o Instagram, como o próprio TikTok que, inclusive, é citado na entrevista como esse lugar de anestesia do tédio”.</p>
<p>Ao mesmo tempo, esses aplicativos criam ambientes dos quais saem muitas coisas importantes para eles, como pertencimento, informação, curiosidade e aprendizado. Por isso, não se pode colocar as redes sociais em um viés apenas negativo, defende o instituto.</p>
<p>Os principais usuários do ambiente virtual são os meninos, que acessam mais a internet para jogar (66%, contra 44% das meninas). </p>
<p>Estas, ao contrário, utilizam a internet com mais frequência para conversar com família e amigos (64%, ante 50% dos meninos) e para os estudos (60%, em comparação com 46% dos meninos).</p>
<h2>Adolescentes entrevistadores</h2>
<p>Os oito pesquisadores adolescentes, com idades entre 13 e 18 anos, que colaboraram com a fase qualitativa fizeram oito a dez entrevistas cada um. A ideia do estudo era ouvir os entrevistados sem os filtros que haveria em uma conversa com adultos.</p>
<p>Gabriela conta que a escolha de entrevistadores da mesma faixa etária teve como objetivo fugir de uma visão muito adultocêntrica da relação do adolescente com a internet e criar identificação. “Com isso, os entrevistados puderam se sentir confortáveis para participar e trazer a sua visão”, defende. </p>
<p>A pesquisa destaca que, embora os adultos não tenham o hábito de escutar os mais jovens ou entender que eles também têm senso crítico, 19% dos adolescentes acreditam que conseguem ajudar a mudar a internet. </p>
<p>“É um dado pequeno, mas que mostra que existe uma oportunidade. E se a gente abre esse espaço para que eles consigam ser escutados e fazer parte dos processos de discussão e de construção, a gente consegue extrair muita coisa valiosa”, afirmou Gabriela Barbosa.</p>
<p>Os adolescentes e jovens também se mostram abertos a ter apoio para lidar melhor com a dependência da internet. “Eles estão conscientes dessa perda de controle e 69% estão abertos para receber ajuda”.</p>
<h2>Prêmio Criativos 2026</h2>
<p>Diante do percentual de que 19% dos entrevistados acreditam que conseguem ajudar a mudar a internet, o Instituto Alana lança a nona edição do Prêmio Criativos, cujo tema em 2026 é “A internet é nossa”. </p>
<p>A premiação convida crianças e adolescentes de todo o país a transformar suas vivências no ambiente digital em projetos capazes de tornar a internet mais segura, inclusiva, divertida e acolhedora. Podem participar estudantes do ensino fundamental II e ensino médio, com idades entre 10 e 18 anos.</p>
<p>As inscrições se encerrarão no dia 2 de setembro próximo, e os resultados serão divulgados em dezembro.</p>
<p>Nesta edição, o prêmio traz uma nova categoria, que é a audiovisual, que permite a inscrição de vídeos e podcasts. Outros três prêmios são destinados à categoria geral, focada em formatos variados que vão desde campanhas, jogos, aplicativos, rodas de conversa, páginas nas redes sociais e intervenções artísticas. Independentemente do formato escolhido, os adolescentes têm a possibilidade de criar soluções para questões do seu dia a dia.</p>
<p>Entre os temas que podem ser abordados estão o tempo de tela, o cyberbullying, saúde mental, uso da inteligência artificial, oportunidades de aprendizagem na internet, desigualdade de acesso à rede, cultura dos influenciadores, combate à desinformação e ambiente digital como espaço para amplificar a expressão e o protagonismo desse público. Os prêmios para os nove projetos alcançam R$ 12 mil.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/estudo-mostra-jovens-conscientes-de-que-internet-precisa-melhorar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Estudo mostra adolescentes cientes de que internet precisa melhorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 18:21:30 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa que ouviu mais de 500 adolescentes e jovens de 13 a 18 anos mostrou a ambivalência na relação dessa população com a internet. Ao mesmo tempo em que metade dos entrevistados reconheceu que passa tempo demais online, 63% disseram sentir felicidade ao se conectarem.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Estudo-mostra-adolescentes-cientes-de-que-internet-precisa-melhorar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Divulgado nesta quarta-feira (12), Dia Nacional da Juventude, a pesquisa Adolescência Sem Filtro traz o resultado de que 71% dos entrevistados acreditam que a internet deve continuar a existir, mas com mudanças, enquanto 9% acham que a internet deveria acabar.</p>
<p>Encomendada pelo Instituto Alana, a pesquisa foi feita pela Agência Koga, que recrutou e treinou adolescentes para realizar a etapa qualitativa das entrevistas. </p>
<p>Para a especialista em Planejamento Estratégico de Comunicação do Instituto Alana, Gabriela Barbosa, os resultados mostram que os adolescentes têm consciência do quanto a internet pode ser negativa e senso crítico apurado de que é preciso melhorar esse espaço virtual.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, embora a experiência online desse público seja majoritariamente positiva, uma vez que 71% a usam para diversão, 63% sentem felicidade e 55% curiosidade nesse ambiente, eles têm consciência sobre o quanto a internet também pode ser negativa.</p>
<p>Quase metade dos entrevistados (49%) acredita que as plataformas são responsáveis por uma internet melhor, e 43% pedem mais controle das plataformas.</p>
<p>Segundo os responsáveis pelo estudo, os próprios adolescentes e jovens têm consciência de que esse ambiente foi criado para prender a atenção deles além do esperado e que há uma necessidade de eles se protegerem de conteúdos negativos de forma ativa.</p>
<p>A pesquisa relata que 44% bloqueiam contas ou conteúdos nocivos, e 32% fazem pausas ao longo do dia. Mesmo assim, além de 50% dizerem que passam mais tempo online do que gostariam, 41% se sentem mais dependentes do celular e 39% acham que perderam tempo nos estudos por causa da internet.</p>
<p>“O tempo gasto na internet é uma grande preocupação para eles. Além da consciência de que nem tudo é positivo ou negativo, eles também estão conscientes da necessidade de se protegerem e conseguirem controlar o quanto puderem o que fazem desse tempo online também”, comentou Gabriela.</p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p>Para os adolescentes entrevistados, as redes sociais constituem a atividade mais acessada no ambiente online: 46% usam a internet no dia-a-dia para acessar as redes sociais, 37% para conversar com amigos e famílias, 30% para jogar, 23% para estudar e 21% para assistir a vídeos. </p>
<p>“A rede social é esse principal mecanismo em que eles vivem a internet. Acaba que a internet vai acontecer para eles de forma mais intensa em aplicativos como o Instagram, como o próprio TikTok que, inclusive, é citado na entrevista como esse lugar de anestesia do tédio”.</p>
<p>Ao mesmo tempo, esses aplicativos criam ambientes dos quais saem muitas coisas importantes para eles, como pertencimento, informação, curiosidade e aprendizado. Por isso, não se pode colocar as redes sociais em um viés apenas negativo, defende o instituto.</p>
<p>Os principais usuários do ambiente virtual são os meninos, que acessam mais a internet para jogar (66%, contra 44% das meninas). </p>
<p>Estas, ao contrário, utilizam a internet com mais frequência para conversar com família e amigos (64%, ante 50% dos meninos) e para os estudos (60%, em comparação com 46% dos meninos).</p>
<h2>Adolescentes entrevistadores</h2>
<p>Os oito pesquisadores adolescentes, com idades entre 13 e 18 anos, que colaboraram com a fase qualitativa fizeram oito a dez entrevistas cada um. A ideia do estudo era ouvir os entrevistados sem os filtros que haveria em uma conversa com adultos.</p>
<p>Gabriela conta que a escolha de entrevistadores da mesma faixa etária teve como objetivo fugir de uma visão muito adultocêntrica da relação do adolescente com a internet e criar identificação. “Com isso, os entrevistados puderam se sentir confortáveis para participar e trazer a sua visão”, defende. </p>
<p>A pesquisa destaca que, embora os adultos não tenham o hábito de escutar os mais jovens ou entender que eles também têm senso crítico, 19% dos adolescentes acreditam que conseguem ajudar a mudar a internet. </p>
<p>“É um dado pequeno, mas que mostra que existe uma oportunidade. E se a gente abre esse espaço para que eles consigam ser escutados e fazer parte dos processos de discussão e de construção, a gente consegue extrair muita coisa valiosa”, afirmou Gabriela Barbosa.</p>
<p>Os adolescentes e jovens também se mostram abertos a ter apoio para lidar melhor com a dependência da internet. “Eles estão conscientes dessa perda de controle e 69% estão abertos para receber ajuda”.</p>
<h2>Prêmio Criativos 2026</h2>
<p>Diante do percentual de que 19% dos entrevistados acreditam que conseguem ajudar a mudar a internet, o Instituto Alana lança a nona edição do Prêmio Criativos, cujo tema em 2026 é “A internet é nossa”. </p>
<p>A premiação convida crianças e adolescentes de todo o país a transformar suas vivências no ambiente digital em projetos capazes de tornar a internet mais segura, inclusiva, divertida e acolhedora. Podem participar estudantes do ensino fundamental II e ensino médio, com idades entre 10 e 18 anos.</p>
<p>As inscrições se encerrarão no dia 2 de setembro próximo, e os resultados serão divulgados em dezembro.</p>
<p>Nesta edição, o prêmio traz uma nova categoria, que é a audiovisual, que permite a inscrição de vídeos e podcasts. Outros três prêmios são destinados à categoria geral, focada em formatos variados que vão desde campanhas, jogos, aplicativos, rodas de conversa, páginas nas redes sociais e intervenções artísticas. Independentemente do formato escolhido, os adolescentes têm a possibilidade de criar soluções para questões do seu dia a dia.</p>
<p>Entre os temas que podem ser abordados estão o tempo de tela, o cyberbullying, saúde mental, uso da inteligência artificial, oportunidades de aprendizagem na internet, desigualdade de acesso à rede, cultura dos influenciadores, combate à desinformação e ambiente digital como espaço para amplificar a expressão e o protagonismo desse público. Os prêmios para os nove projetos alcançam R$ 12 mil.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/estudo-mostra-adolescentes-cientes-de-que-internet-precisa-melhorar" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasil reduz pobreza, mas amplia desigualdades, mostra estudo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-reduz-pobreza-mas-amplia-desigualdades-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 17:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades. Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Relatório do Observatório Brasileiro das Desigualdades 2026 aponta que o Brasil avançou, no último ano, em 34 (71%) dos 48 indicadores estudados para análise do processo de enfrentamento das desigualdades.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Brasil-reduz-pobreza-mas-amplia-desigualdades-mostra-estudo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os avanços apontados pelo estudo são relativos, principalmente, à melhoria de renda média, ao aumento do mercado de trabalho, à redução da pobreza, além de maior segurança alimentar e acesso aos serviços básicos.</p>
<p>Índices de saúde – como redução da desnutrição infantil e de idosos; educação – como queda do analfabetismo; e segurança, – como redução da taxa de homicídios registrados de jovens de 15 a 29 anos, também melhoraram.</p>
<p>Do total de indicadores analisados, oito pioraram e seis se mantiveram estáveis. Entre as pioras estão:</p>
<ul>
<li>ampliação do número de mulheres que recebem remuneração inferior à dos homens;</li>
<li>agravamento da concentração da renda;</li>
<li>tributação menor conforme a renda é maior; </li>
<li>condições mais desfavoráveis à população negra;</li>
<li>aumento da concentração dos piores indicadores sociais no Norte e Nordeste.</li>
</ul>
<p>Para os responsáveis pelo relatório, os indicadores que apresentaram piora revelam que os principais mecanismos de reprodução das desigualdades permanecem ativos.</p>
<p>“O crescimento econômico beneficiou diferentes grupos sociais, mas não foi suficiente para reduzir as disparidades históricas de renda, gênero, raça e território”, destaca o relatório.</p>
<p>O relatório publicado neste ano é a quarta edição. O primeiro foi publicado em 2023. A última publicação traz análises atuais sobre indicadores de 2025, com exceção de algumas bases de dados não atualizadas anualmente.</p>
<p>Um exemplo são os indicadores derivados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que analisam gastos com transporte e carga tributária a cada dois anos. Outro caso é o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), divulgado em 2024, após seis anos da pesquisa anterior.</p>
<p>Na avaliação da diretora técnica do Pacto Nacional pelo Combate às Desigualdades, Adriana Marcolino, a indisponibilidade desses indicadores atualizados em 2025 não interfere no comparativo com as edições anteriores do relatório.</p>
<p>“Nesses casos, a gente olha o dado em comparação com o mesmo dado do ano anterior, então isso não cria um viés de tempo.  Os indicadores que a gente acompanha já indicam tendências pelo fato de já termos quatro anos de relatórios”.</p>
<p>No prefácio da publicação, Betina Ferraz Barbosa, coordenadora da Unidade de Desenvolvimento Humano do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) Brasil e economista-chefe do Pnud Brasil avalia que a análise dos indicadores contribui para um aprofundamento de índices divulgados por diversas organizações e vão além do conceito de desenvolvimento humano com base exclusivamente em indicadores econômicos de saúde e educação.</p>
<p>“Os números médios escondem uma realidade mais complexa: os avanços foram reais e, ao mesmo tempo, profundamente desiguais”, destaca conclui.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/brasil-reduz-pobreza-mas-amplia-desigualdades-mostra-estudo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ideb mostra avanço da educação básica no país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ideb-mostra-avanco-da-educacao-basica-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 00:56:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[avanço]]></category>
		<category><![CDATA[Básica]]></category>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025 registrou a maior evolução acumulada em 20 anos. As três etapas do ensino avaliadas (anos iniciais e finais do ensino fundamental e o ensino médio) atingiram o maior valor de toda a série histórica, iniciada em 2005. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Ministério [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2025 registrou a maior evolução acumulada em 20 anos. As três etapas do ensino avaliadas (anos iniciais e finais do ensino fundamental e o ensino médio) atingiram o maior valor de toda a série histórica, iniciada em 2005.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Ideb-mostra-avanco-da-educacao-basica-no-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Ministério da Educação (MEC).</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Ideb-mostra-avanco-da-educacao-basica-no-pais.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt=" Brasília - DF - 05/08/2026 -  Ideb avança em todas as etapas da educação básica // Indicadores de 2025 divulgados nesta quarta-feira crescem nos anos iniciais e finais do ensino fundamental e no&#13;&#10;ensino médio. Foto: : Luís Fortes/MEC" title="Luís Fortes/MEC"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília &#8211; DF &#8211; 05/08/2026 &#8211; Ideb 2025 é divulgado. Foto: Luís Fortes/MEC</h6>
</p>
<p>Para o ministro da Educação, Leonardo Barchini, a melhora dos indicadores é resultado de mais estudantes na escola, menos reprovações e ganhos de aprendizagem dos alunos.</p>
<p>“Após 20 anos, a escola brasileira conseguiu ao mesmo tempo melhorar o acesso; melhorar a trajetória desses estudantes, melhorando o fluxo desses estudantes; e melhorar a proficiência”, disse.</p>
<p>O Ideb avalia o desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) e as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar. Os indicadores são divulgados a cada dois anos.</p>
<h2>Ensino fundamental</h2>
<p>A escala do Ideb varia de 0 a 10.</p>
<h2>&gt;&gt; Veja abaixo os indicadores:</h2>
<ul>
<li>De 2023 a 2025, o índice dos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano) passou de 6 para 6,3, superando a meta (6). Em 2005, era 3,8. </li>
<li>Esta foi a etapa da educação básica que registrou o avanço mais expressivo na série histórica de 20 anos.</li>
<li>Quando considerados os anos finais do ensino fundamental (6º ao 9º ano), o desempenho subiu de 5 para 5,3, mas ficou abaixo da meta de 5,5. Em 2005, o Ideb era de 3,5.</li>
</ul>
<p>Segundo o MEC, a melhora demonstra o crescimento contínuo das médias de proficiência e a redução das reprovações.</p>
<h2>Ensino médio</h2>
<p>O indicador do ensino médio cresceu de 4,3, em 2023, para 4,5, no ano passado. No entanto, a meta para a etapa é 5,2. Desde 2013, a meta não é atingida.</p>
<p>A etapa encerrou o ciclo de 20 anos com seu patamar mais elevado, após subir dos 3,4, registrados em 2005.</p>
<p>“Avançamos, mas ainda há muito o que fazer. Chegou a hora de um novo salto para o futuro, que é a melhoria da aprendizagem”, afirmou o ministro Barchini.</p>
<p>Especialistas consideram que a etapa final representa o maior desafio para ganhos no indicador.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/1785977793_716_Ideb-mostra-avanco-da-educacao-basica-no-pais.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília - DF - 05/08/2026 - Ideb avança em todas as etapas da educação básica. ( Felipe Proto - vice-presidente de Educação da Fundação Lemann). Foto:  Divulgação da Fundação Lemann" title="Divulgação da Fundação Lemann"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília &#8211; DF &#8211; 05/08/2026 &#8211; Felipe Proto &#8211; vice-presidente de Educação da Fundação Lemann- Divulgação da Fundação Lemann</h6>
</p>
<p>O vice-presidente de Educação da Fundação Lemann, Felipe Proto, avaliou que os resultados de 2025 são avanços importantes, mas mostram também que o ritmo de avanço foi menor nos anos finais do que nos anos iniciais do ensino fundamental.  </p>
<p>“Esse fato pode ser explicado por um possível acúmulo da defasagem. Isto é, quando os estudantes não aprendem nos anos iniciais conhecimentos muito básicos, eles poderão ter dificuldades ao longo de toda trajetória escolar. Além disso, o cotidiano escolar muda bastante nos anos finais: os alunos passam a ter mais de um professor por disciplina, por exemplo, o que pode dificultar a criação de vínculos.”</p>
<p>Para o especialista, além do investimento na etapa de alfabetização, é necessário ter atenção aos anos finais do ensino fundamental, fase em que os alunos, entre 11 e 14 anos, passam por importantes transformações cognitivas, físicas, emocionais, sociais e identitárias.</p>
<p>“Precisamos superar o estigma cultural que associa essa fase a conflito e desinteresse, e precisamos de escolas mais conectadas com os interesses dos estudantes, aumentando o engajamento dos jovens, e de mais tempo na escola&#8221;, afirmou Felipe Proto.</p>
<h2>Escolas públicas</h2>
<p>Nas escolas públicas, o Ideb passou de 5,7 para 6,1 nos anos iniciais em 2025.</p>
<p>O indicador para os anos finais também subiu: de 4,7, em 2023, para 5, em 2025. E no ensino médio, de 4,1 para 4,3, em igual período.</p>
<h2>Estados e DF</h2>
<p>No Ideb, todos os estados e o Distrito Federal tiveram resultados superiores nos anos iniciais do ensino fundamental em 2025, na comparação com 2023.</p>
<p>Os destaques foram Paraná, com 6,9; Ceará (6,8); e Espírito Santo, Minas Gerais e Goiás, empatados com 6,4.</p>
<p>Nos anos finais do ensino fundamental, 24 unidades da Federação tiveram índices maiores em 2025 quando comparados a 2023.</p>
<p>Os maiores índices foram atingidos do 6º ao 9 º ano pelos seguintes estados: Paraná (5,9); Ceará (5,7); Goiás (5,7); Minas Gerais (5,5) e Espírito Santo (5,4).</p>
<p>No ensino médio, 23 estados subiram no indicador em relação à edição anterior. O Distrito Federal é o único que teve queda no Ideb na etapa final da educação básica.</p>
<p>A maior nota foi novamente do Paraná (5,1), seguido por Piauí (5), Espírito Santo (4,9) e Goiás (4,8).</p>
<h2>Municípios  </h2>
<p>Em relação ao desempenho dos municípios, o Inep divulgou a evolução nos anos iniciais do ensino fundamental.</p>
<p>Em 2005, a maioria das cidades brasileiras — um total de 4.110 municípios — registrava Ideb de até 4,9.</p>
<p>Esse número caiu para 1.097 cidades, em 2023, e recuou em 2025 para 442 municípios.</p>
<p>A secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, destacou que apesar de mais de 400 municípios terem desempenho abaixo de 5, eles apresentaram avanços significativos.</p>
<p>Segundo ela, cerca de 70% desse grupo registraram crescimento, embora em um ritmo inferior ao projetado pelas metas do Plano Nacional de Educação (PNE).</p>
<p>Esses municípios terão assistência técnica individualizada.</p>
<p>“Vamos reunir mais de 9 mil dos nossos articuladores, que já atuam [em regime de colaboração] nestas localidades em todos os nossos programas, para trabalhar junto com estados e municípios para ajudá-los a fazer um autodiagnóstico e estudar detalhadamente cada realidade para saber o porquê de ainda não estarem nesta média”, explicou a secretária.</p>
<h2>Próximo ciclo</h2>
<p>O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo cálculo do indicador, aguardava a sanção do novo Plano Nacional de Educação (2026–2036), em abril deste ano, para planejar as metas para o próximo Ideb, que ocorrerá em 2027.</p>
<p>Segundo o presidente do Inep, Manuel Palacios, uma proposta sobre o próximo ciclo deve ser apresentada em outubro. O ministro da Educação adiantou que o novo ciclo será focado em aprendizagem e, principalmente, em equidade.</p>
<p>O Ideb avaliou o desempenho de 14,5 milhões de estudantes nos anos iniciais do ensino fundamental, 11,2 milhões nos anos finais do ensino fundamental e 7,3 milhões no ensino médio.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-08/ideb-mostra-avanco-da-educacao-basica-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Gravidez reduz oportunidades e autonomia de meninas, mostra pesquisa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/gravidez-reduz-oportunidades-e-autonomia-de-meninas-mostra-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:21:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Autonomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gravidez na infância ou na adolescência interrompeu os estudos de seis em cada dez (61%) jovens entrevistadas em uma pesquisa realizada pela organização não governamental Plan Brasil. Com o título Marcas do Tempo: Gravidez na Infância ou Adolescência e seus Impactos na Vida de Mulheres no Brasil, o estudo está disponível no site da organização [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A gravidez na infância ou na adolescência interrompeu os estudos de seis em cada dez (61%) jovens entrevistadas em uma pesquisa realizada pela organização não governamental Plan Brasil. Com o título <em>Marcas do Tempo: Gravidez na Infância ou Adolescência e seus Impactos na Vida de Mulheres no Brasil</em>, o estudo está disponível no site da organização<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gravidez-reduz-oportunidades-e-autonomia-de-meninas-mostra-pesquisa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A pesquisa ouviu mais de 1,5 mil mulheres de 19 a 29 anos, em todas as regiões do Brasil, e comparou dois grupos: as que engravidaram na infância ou adolescência e as que não passaram por essa experiência. No caso da interrupção dos estudos, o percentual cai para 33% entre esse segundo grupo. </p>
<p>De acordo com a CEO da Plan Brasil, Cynthia Betti, a gravidez na infância ou adolescência é um ponto de inflexão que aprofunda desigualdades que já existiam antes mesmo da gestação. </p>
<p>&#8220;Os dados mostram que essas meninas enfrentam barreiras que se acumulam, seja na educação, na saúde, no mercado de trabalho ou no exercício de seus direitos mais básicos”, disse. </p>
<p>Oito em cada dez entrevistadas (83%) disseram ainda já ter deixado um trabalho ou perdido uma oportunidade profissional por precisar cuidar dos filhos. </p>
<p>Segundo os resultados da pesquisa, mesmo partindo de contextos parecidos, as jovens que engravidaram na infância ou adolescência acumulam desvantagens maiores ao longo da vida. </p>
<p>O estudo ressaltou que 73% relatam já ter sido discriminadas por causa da gravidez, seja na família, na escola ou em serviços de saúde. </p>
<p>Esse preconceito aparece de forma recorrente nos relatos, com descrições de julgamentos sobre a capacidade intelectual, moral e profissional dessas jovens. </p>
<h2>Casamento na adolescência</h2>
<p>A pesquisa destaca também que 59% das jovens que engravidaram antes dos 19 anos passaram a viver em casamento ou união logo após a primeira gestação.</p>
<p>O estudo identifica ainda um aumento de 19 pontos percentuais na chance de casamento antes dos 16 anos entre essas jovens. </p>
<p>Os dados mostram que, entre as jovens que engravidaram antes dos 14 anos, metade (50%) não teve a possibilidade de interrupção legal da gestação nos serviços de saúde. Segundo a legislação brasileira, toda gravidez em menores de 14 anos é resultado de estupro de vulnerável. </p>
<p>Para Cynthia, essas jovens não perderam apenas um emprego ou um ano de estudo, perderam a possibilidade de escolher os próprios caminhos no momento em que mais precisavam dessa autonomia.  </p>
<p>“Reverter esse quadro exige implementação, monitoramento e orçamento para políticas públicas integradas e de prevenção, e não respostas isoladas. Ouvir essas histórias é o que nos permite transformar estatística em compromisso público”, avaliou.  </p>
<h2>Recomendações  </h2>
<p>O estudo aponta um conjunto de recomendações que vão da garantia de educação sexual baseada em direitos e do acesso descomplicado a métodos contraceptivos até a universalização de creches com horários compatíveis com a rotina de estudo e trabalho.</p>
<p>Também são considerados importantes o combate à violência obstétrica e à coerção contraceptiva, e políticas de primeiro emprego voltadas especificamente para jovens mães. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-08/gravidez-reduz-oportunidades-e-autonomia-de-meninas-mostra-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Nova pesquisa mostra empate de Lula com Flávio Bolsonaro e Caiado no segundo turno</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/nova-pesquisa-mostra-empate-de-lula-com-flavio-bolsonaro-e-caiado-no-segundo-turno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 14:41:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A nova pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (3), mostra uma situação nova no cenário da corrida eleitoral no Brasil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está empatado, no segundo turno, tanto com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), quanto com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD). Na pesquisa contra Flávio, Lula aparece com 46% das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A nova pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (3), mostra uma situação nova no cenário da corrida eleitoral no Brasil.  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está empatado, no segundo turno, tanto com  o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), quanto com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa contra  Flávio, Lula aparece com 46% das intenções de voto, diante de a 45% do senador. Já contra Caiado, o atual presidente tem  46%, diante de  42% do ex-governador, empates dentro da margem de erro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No fim de semana Lula confirmou sua candidatura em convenção, reforçou o discurso da soberania e de políticas públicas. Da mesma forma, Flávio reforçou o discurso de que precisa “libertar” o Brasil, ganhando como pano de fundo o apoio de Michelle Bolsonaro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Está e a nona rodada de pesquisa do Nexus/BTG.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No primeiro turno, os dados apontam para Lula com 41%, Flávio Bolsonaro (PL), com ra 37% de preferência, seguidos por Ronaldo Caiado (PSD), com 5%, Renan Santos (Missão), com 4%, e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), com 3%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Roberto Cidade confirma Serafim Corrêa para vice na chapa de reeleição</p>
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		<title>Roberto Cidade acusa Renato Júnior de superlotar hospitais, e prefeito mostra SPA com raio-x quebrado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 16:21:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governador do Amazonas, Roberto Cidade (UB) e o prefeito de Manaus, Renato Júnior (Avante), entraram em nova rota de colisão, por causa da Saúde pública do Amazonas. Após ser acusado de enviar pacientes em massa para o Hospital 28 de Agosto, por meio do Samu, o prefeito foi ao SPA do Galileia em Manaus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O governador do Amazonas, Roberto Cidade (UB) e o prefeito de Manaus, Renato Júnior (Avante), entraram em nova rota de colisão, por causa da Saúde pública  do Amazonas. Após ser acusado de enviar pacientes em massa para o Hospital 28 de Agosto, por meio do Samu, o prefeito foi ao SPA do Galileia em Manaus mostrar o aparelho de Raio-x quebrado e outras deficiências.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Chamado de “prefeito do caos”, Renato rebateu e chamou Cidade de “caloteiro”, assim como já havia feito na greve dos ônibus. Renato mostrou ainda que nem copo o SPA tem. “O governador do calote da Saúde pública”, diz Renato  no vídeo. “É assim que  você quer governar?”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Roberto Cidade afirmou que a concentração de ambulâncias é uma ação da Prefeitura de Manaus.  “É desumano. O prefeito do caos, que é isso que ele vem tentando fazer na cidade de Manaus, mandou, por meio do sistema de regulação, todas as ambulâncias para uma única unidade de saúde. Isso aconteceu duas vezes, e eu tenho como provar”, declarou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ontem, médicos do Conselho Federal de Medicina (CFM), denunciaram os atrasos no pagamento dos salários de servidores da Saúde e incitaram um movimento de greve na rede.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em ano eleitoral, a paz entre governador e prefeito parece bem longe do fim.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS: Conselho Federal de Medicina denuncia salários atrasados na Saúde do AM: ‘paguem os médicos’</p>
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		<title>Vídeo mostra PM preso trocando placa de carro ligado à morte de investigador do Denarc</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/video-mostra-pm-preso-trocando-placa-de-carro-ligado-a-morte-de-investigador-do-denarc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 19:26:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um vídeo em poder da Polícia Civil mostra o cabo da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) Bruno Everson Pinto dos Santos trocando a placa de um carro que faz parte da investigação sobre a morte do investigador do Denarc, Luciano Carvalho de Sena. Segundo a apuração inicial, a polícia analisa se o veículo tem ligação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um vídeo em poder da Polícia Civil mostra o cabo da Polícia Militar do Amazonas (PMAM) Bruno Everson Pinto dos Santos trocando a placa de um carro que faz parte da investigação sobre a morte do investigador do Denarc, Luciano Carvalho de Sena.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a apuração inicial, a polícia analisa se o veículo tem ligação com suspeitos envolvidos no confronto que matou o policial civil durante uma operação contra o tráfico de drogas no bairro Alvorada, zona Centro-Oeste de Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as imagens podem ajudar os investigadores a entender quando ocorreu a alteração no veículo e qual seria a relação do carro com os envolvidos no caso.</p>
<h2 class="wp-block-heading">PM acabou preso durante operação do Denarc</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Bruno Everson foi preso na sexta-feira (24), durante uma ação do Departamento de Investigação sobre Narcóticos (Denarc) que apreendeu mais de uma tonelada de drogas, armas, munições e veículos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, a Polícia Civil autuou o militar por porte ilegal de arma de fogo e adulteração de sinal identificador de veículo automotor.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a Polícia Militar abriu uma sindicância para investigar a conduta do cabo dentro da corporação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a investigação criminal segue, a PMAM informou que vai adotar as medidas administrativas necessárias conforme o avanço das apurações.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Áudio do policial também entra na investigação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto que chamou atenção dos investigadores envolve um áudio atribuído ao cabo Bruno.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na gravação, o policial afirma que colocaram a droga dentro do carro dele. Agora, a Polícia Civil busca esclarecer se essa versão tem relação com os fatos apurados na operação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os investigadores devem identificar a origem dos entorpecentes, quem utilizava o veículo e qual a participação de cada suspeito no caso.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Morte de investigador deu início às buscas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A operação no bairro Alvorada terminou com a morte do investigador Luciano Carvalho de Sena, de 44 anos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O policial civil integrava uma equipe do Denarc que combatia o tráfico de drogas quando ocorreu um confronto com suspeitos. Durante a troca de tiros, Luciano acabou atingido e morreu após receber atendimento médico.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Depois disso, as forças de segurança iniciaram buscas pelos envolvidos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na manhã deste sábado (25), equipes do Denarc e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) encontraram Rafael Pereira Freitas, apontado pela polícia como um dos suspeitos da morte do investigador.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a corporação, Rafael reagiu durante a abordagem em Novo Remanso, distrito de Itacoatiara. Ele trocou tiros com os policiais, acabou baleado e morreu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, a Polícia Civil marcou uma coletiva para segunda-feira (27), na sede da Delegacia Geral, em Manaus, para apresentar novos detalhes da investigação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A reportagem do Portal Em Tempo tentou contato com a defesa do cabo Bruno Everson Pinto dos Santos para obter um posicionamento sobre as informações apresentadas na investigação, mas não recebeu retorno até a publicação desta matéria. O espaço permanece aberto para manifestação.</p>
<p><video height="1040" style="aspect-ratio: 576 / 1040;" width="576" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Video-2026-07-25-at-14.01.33.mp4"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Investigador do Denarc morre em confronto com suspeitos durante operação em Manaus</p>
<p class="wp-block-paragraph">Suspeito de matar investigador do Denarc morre após caçada da polícia em Itacoatiara</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/video-mostra-pm-preso-trocando-placa-de-carro-ligado-a-morte-de-investigador-do-denarc/">Vídeo mostra PM preso trocando placa de carro ligado à morte de investigador do Denarc</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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