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	<title>MPRJ Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>MPRJ Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>MPRJ ouve parentes de mortos na Operação Contenção para elucidar fatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 11:58:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Parentes de pessoas mortas durante a Operação Contenção, realizada em outubro de 2025, nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, que causou a morte de 122 pessoas, entre elas, cinco policiais civis e militares, foram atendidos, nesta terça-feira (28), pelos promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especializada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Parentes de pessoas mortas durante a Operação Contenção, realizada em outubro de 2025, nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro, que causou a morte de 122 pessoas, entre elas, cinco policiais civis e militares, foram atendidos, nesta terça-feira (28), pelos promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do estado (Gaesp/MPRJ), com o apoio de equipes da ouvidoria itinerante da instituição, no quartel do Corpo de Bombeiros da Penha.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPRJ-ouve-parentes-de-mortos-na-Operacao-Contencao-para-elucidar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Desde o início das investigações, o MPRJ realiza a busca ativa de familiares dos mortos, com a finalidade de esclarecer as circunstâncias dos fatos ocorridos durante a ação, além de permitir o acompanhamento institucional dos interessados em receber informações sobre o andamento das apurações”.</p>
<p>O objetivo principal do encontro foi ouvir os parentes dos mortos em relação à dinâmica da ação, a fim de auxiliar o MP na elucidação dos fatos. “A instalação da estrutura de atendimento, próxima ao local onde ocorreu a ação policial, seguiu critérios de ampliação do acesso à justiça e efetividade investigativa, uma vez que o deslocamento até a sede do MP poderia representar um obstáculo para que as pessoas fossem ouvidas”, diz a nota do MPRJ).</p>
<p>“A escuta dos familiares, realizada hoje e no dia 24 de março último, no Corpo de Bombeiros, é extremamente relevante no âmbito da investigação autônoma que vem sendo conduzida pelo Gaesp. A apuração demanda essas informações, para que se entenda quem eram as pessoas mortas durante a operação e se tirar uma compreensão melhor dos fatos”.</p>
<p>A assistente do Gaesp, Laura Minc disse que “essa iniciativa é uma forma de aumentar a adesão de familiares que, por algum motivo, seja de incompatibilidade de agendas ou alguma outra dificuldade de acesso, não puderam atender às notificações emitidas para comparecimento ao MP”, afirmou.</p>
<p>O ouvidor do MPRJ, David Faria, destacou a importância de ouvir os parentes das vítimas. “A Ouvidoria é a porta de entrada do cidadão que busca o MPRJ. Viemos aqui auxiliar o Gaesp na escuta ativa de familiares, reforçando o papel institucional de aproximação da população com o MPRJ e de proteção dos direitos humanos”, disse.</p>
<p>“No bojo da ADPF 635 [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental] foi determinado que o MP atue, da forma mais ampla possível, para esclarecer fatos decorrentes de ações que causem letalidade policial. E é isso que está sendo feito”, completou.</p>
<p>&gt;&gt;CIDH realiza audiência sobre operações policiais no Rio de Janeiro</p>
<h2>Operação Contenção</h2>
<p>Após a Operação Contenção, a partir da investigação independente conduzida pelo Gaesp, o MPRJ adotou uma série de medidas. Entre as providências iniciais, estão “a instauração de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) autônomo, o monitoramento em tempo real pelo plantão de operações e o acionamento dos protocolos previstos na ADPF 635”, diz a nota.</p>
<p>“Na fase inicial, foram requisitados dados e documentos à Secretaria de Polícia Militar e à Secretaria de Polícia Civil, ouvidos agentes públicos responsáveis pelo planejamento e que exerceram funções decisórias no dia dos fatos, e realizadas perícias próprias e complementares no Instituto Médico Legal”.</p>
<h2>Outras medidas</h2>
<p>O Gaesp, em conjunto com a Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia da Coordenadoria de Inteligência da Investigação (Dedit), produziu também “laudos relativos às vítimas da operação e analisa mais de 3.600 horas de gravações das câmeras corporais da Polícia Militar”.</p>
<p>Na área de prevenção e de controle externo, o Gaesp/MPRJ recomendou, em dezembro de 2025, aos secretários de Segurança Pública, Polícia Civil e Polícia Militar a “edição de protocolo conjunto de atuação em operações policiais, com medidas de redução de riscos, mitigação de danos e contenção da letalidade”.</p>
<p>Em março de 2026, nova recomendação foi dirigida às mesmas autoridades, para o aprimoramento do planejamento, execução e monitoramento do uso das câmeras operacionais portáteis, visando à maior eficácia dessa ferramenta tecnológica.</p>
<p>&gt;&gt;Moraes determina que Rio envie à PF vídeos da Operação Contenção</p>
<h2>Denúncias</h2>
<p>Até o momento, o Gaesp e as promotorias de justiça junto à Auditoria da Justiça Militar apresentaram “oito denúncias contra 27 policiais militares por ilegalidades praticadas durante a operação, envolvendo apropriação de armamento, furto de peças de veículos, invasões de domicílio, constrangimento de moradores, subtração de bens e tentativas de obstrução ou desligamento de câmeras corporais”. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/mprj-ouve-parentes-de-mortos-na-operacao-contencao-para-elucidar-fatos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>MPRJ acompanha investigações sobre morte de empresário por policiais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 01:13:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) acompanha as investigações da morte do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira, ocorrida na última quarta-feira (22), na Pavuna, zona norte do Rio.  O caso foi comunicado ao plantão de monitoramento, conforme previsto na ADPF 635 [Arguição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) acompanha as investigações da morte do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira, ocorrida na última quarta-feira (22), na Pavuna, zona norte do Rio. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPRJ-acompanha-investigacoes-sobre-morte-de-empresario-por-policiais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O caso foi comunicado ao plantão de monitoramento, conforme previsto na ADPF 635 [Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental], conhecida como ADPF das Favelas.</p>
<p>O GAESP/MPRJ também segue acompanhando o andamento das investigações conduzidas pela Corregedoria da Polícia Militar e pela Delegacia de Homicídios da Capital para esclarecer as circunstâncias da ação policial, identificar eventuais irregularidades em relação aos protocolos operacionais e apurar a responsabilidade de todos os envolvidos, inclusive os que não estavam presentes na cena do crime.</p>
<p>Daniel, de 29 anos, foi morto após o carro em que estava com dois amigos ser alvo de cerca de 23 tiros, de acordo com testemunhas, durante uma abordagem policial na Pavuna. Daniel chegou a sinalizar com os faróis do veículo, na tentativa de indicar que se tratavam de moradores da região, mas os disparos não cessaram.</p>
<p>O sargento Rafael Assunção Marinho e o cabo PM Rodrigo da Silva Alves foram presos em flagrante pela Corregedoria da corporação por homicídio doloso, quando há intenção de matar. O crime é previsto na Justiça Militar.  O juiz manteve os dois policiais presos,  após passarem por audiência de custódia. </p>
<h2>Esclarecimentos</h2>
<p>A Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CDDHC) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro atendeu a viúva de Daniel Patrício Santos de Oliveira, Karina Paes. A comissão vai oficiar a Corregedoria da Polícia Militar e a Secretaria de Segurança Pública para solicitar esclarecimentos sobre os protocolos adotados na ação policial e informações sobre o uso das câmeras corporais pelos agentes envolvidos.</p>
<p>Para a presidente da CDDHC, deputada Dani Monteiro, o caso evidencia uma lógica recorrente de violações. </p>
<p>“Há indícios graves de uso desproporcional da força e quebra de protocolos, em um contexto que já vitimou outras pessoas, como a médica Andrea Marins, no mês passado. Mais uma vez falamos que isso não é episódio isolado”. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/mprj-acompanha-investigacoes-sobre-morte-de-empresario-por-policiais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>MPRJ denuncia policiais por crimes durante operação em favelas do Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mprj-denuncia-policiais-por-crimes-durante-operacao-em-favelas-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:42:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dez policiais militares foram denunciados pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaesp/MPRJ). Os agentes foram apontados por crimes como invasão de domicílio, descumprimento de missão e desobediência.  Os crimes teriam sido cometidos durante uma operação nas comunidades Nova Holanda e Parque União, no Conjunto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dez policiais militares foram denunciados pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaesp/MPRJ). Os agentes foram apontados por crimes como invasão de domicílio, descumprimento de missão e desobediência. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPRJ-denuncia-policiais-por-crimes-durante-operacao-em-favelas-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os crimes teriam sido cometidos durante uma operação nas comunidades Nova Holanda e Parque União, no Conjunto de Favelas da Maré, em janeiro de 2025. As denúncias foram encaminhadas à Auditoria da Justiça Militar.</p>
<p>Conforme o MPRJ, as investigações começaram depois de contatos de testemunhas com o plantão da ADPF 635  &#8211; Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 635, conhecida como ADPF das Favelas, mantido pelo MPRJ. </p>
<p>Foram relatadas  ocorrências de policiais lotados no Batalhão de Operações Especiais (Bope), que atuavam em uma operação do Comando de Operações Especiais (COE). As denúncias indicaram que os agentes não tinham autorização judicial e estavam fora das hipóteses legais, ao entrarem em residências da comunidade, sem que os moradores estivessem em casa.</p>
<p>“O cabo Rodrigo da Rocha Pita, em diversas ocasiões, usou uma chave do tipo ‘mixa’ para abrir portas de imóveis e permitir o ingresso nos locais, inclusive acompanhado de outros policiais, entre eles o sargento Cláudio Santos da Silva”, informou o MPRJ, acrescentando que em algumas dessas ações, os agentes chegaram a surpreender moradores dentro das residências.</p>
<p>Segundo a denúncia, depois de invadirem os imóveis, os policiais utilizaram os espaços “para fins particulares, incompatíveis com a atividade policial”, como descansar em sofás e camas, utilizar os banheiros das residências e, inclusive, consumir bebida encontrada no interior de um dos imóveis.</p>
<p>“Em alguns casos, os agentes permaneceram por períodos prolongados dentro das casas, mesmo estando escalados para ações de incursão e estabilização”, completou.</p>
<h2>Câmeras corporais</h2>
<p>O MP informou ainda que houve irregularidades no uso das câmeras corporais dos policiais. </p>
<p>“Policiais como Rodrigo Rosa Araújo Costa e Diogo de Araújo Hernandes são acusados de obstruir deliberadamente os equipamentos, fazendo com que registrassem apenas imagens de ‘tela preta’”, afirmou, destacando que em outra situação, o cabo Jorge Guerreiro Silva Nascimento “teria direcionado a câmera de forma inadequada, impedindo a captação correta das ações realizadas durante a operação”.</p>
<p>O GAESP/MPRJ denunciou ainda os sargentos Douglas Nunes de Jesus, Carlos Alberto Britis Júnior, Bruno Martins Santiago; o tenente Felippe Martins; e o cabo Diego Ferreira Ramos Martins.</p>
<p>“As denúncias incluem ainda acusações de descumprimento de missão contra agentes que deixaram de executar as atividades para as quais estavam designados, permanecendo no interior de imóveis invadidos sem justificativa operacional”, concluiu em nota do MPRJ.</p>
<p>O Plantão da ADPF 635 é mantido pelo MPRJ como um canal específico para o recebimento de relatos sobre possíveis violações de direitos fundamentais durante operações policiais.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>A Corregedoria-Geral da PM instaurou o procedimento “apuratório cabível” sobre possível participação dos policiais denunciados pelo MPRJ por diversos crimes. </p>
<p>Em resposta à Agência Brasil, a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que, após o término das investigações, o relatório foi encaminhado à Auditoria de Justiça Militar.</p>
<p>A nota diz ainda que a Corregedoria-Geral da Corporação instaurou o procedimento, “assim que tomou conhecimento do possível desvio de conduta envolvendo policiais, ocorrido em janeiro do ano passado”.</p>
<p>“Ao agir dessa forma, o comando da Corporação reafirma seu compromisso com a legalidade e a transparência, colocando-se à disposição do Ministério Público para colaborar integralmente com as investigações em andamento”, pontuou, ressaltando que “não compactua com quaisquer desvios de conduta por parte de seus integrantes, adotando medidas rigorosas sempre que os fatos são comprovados”.</p>
<h2>Denúncias</h2>
<p>As denúncias podem ser feitas por e-mail no endereço gaesp.plantao@mprj.mp.br ou pelo telefone 21 &#8211; 2215-7003, que também está disponível no WhatsApp Business.</p>
<p>Na página da ADPF 635, no site do MPRJ é possível obter informações sobre os canais disponíveis, que recebem imagens, áudios, vídeos, geolocalização e documentos relacionados a possíveis ilegalidades.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/mprj-denuncia-policiais-por-crimes-durante-operacao-em-favelas-do-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Campanha do MPRJ combate racismo em jogo da Libertadores no Maracanã</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/campanha-do-mprj-combate-racismo-em-jogo-da-libertadores-no-maracana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 23:42:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) retoma, nesta quarta-feira (15), a campanha #EstamosVigilantes, na partida entre Fluminense x Independiente Rivadavia, às 21h30, no Maracanã, pela segunda rodada da Copa Libertadores da América de 2026. O jogo terá transmissão da Rádio Nacional.  A campanha do MPRJ visa prevenir e reprimir crimes de racismo e xenofobia durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) retoma, nesta quarta-feira (15), a campanha #EstamosVigilantes, na partida entre Fluminense x Independiente Rivadavia, às 21h30, no Maracanã, pela segunda rodada da Copa Libertadores da América de 2026. O jogo terá transmissão da Rádio Nacional. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Campanha-do-MPRJ-combate-racismo-em-jogo-da-Libertadores-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A campanha do MPRJ visa prevenir e reprimir crimes de racismo e xenofobia durante partidas internacionais das copas Libertadores e Sul-Americana. Os promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (Gaedest) estarão presentes em todas as partidas realizadas em estádios cariocas, com o objetivo de monitorar as arquibancadas e atuar em casos de flagrante ou denúncia de atos racistas e xenofóbicos.</p>
<p>Com o apoio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), a ação, realizada pela primeira vez no ano passado, apresentou resultados positivos logo no início das competições. Em jogos do Fluminense, no Maracanã, e do Botafogo, no Estádio Nilton Santos, três torcedores foram flagrados, presos e denunciados por práticas racistas. A atuação do MPRJ permitiu ao Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos aplicar pena de dois anos de prisão, além da proibição de frequentar locais destinados a práticas esportivas, artísticas ou culturais por três anos.</p>
<p>&#8220;O respeito é pilar fundamental de todas as relações humanas, o combate ao racismo e toda forma de discriminação é princípio inegociável de nossa atuação. A intenção também é estimular atletas, torcedores, amantes do futebol e todos os participantes do futebol sul-americano a adotarem o compromisso coletivo de combater práticas criminosas em razão do futebol, dentro ou fora das arenas esportivas, pois o MPRJ estará vigilante para levar à Justiça, de forma imediata e célere, aqueles que violarem a lei&#8221;, avalia o coordenador do Gaedest, o promotor de Justiça Márcio Almeida.</p>
<h2>Campanha</h2>
<p>Para sensibilizar o público, o MPRJ divulga, também nesta quarta-feira, o vídeo informativo da campanha, com veiculação na imprensa, nos telões dos estádios e nas redes sociais, em parceria com Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama e Botafogo.</p>
<p>O conteúdo destaca a importância da participação ativa dos torcedores e profissionais envolvidos nas partidas para a construção de um ambiente mais seguro e respeitoso, alertando que denunciar é dever de todos. A iniciativa reúne jogadores dos quatro clubes cariocas, torcedores, jornalistas, influenciadores, profissionais de segurança e serviços que atuam nos estádios, além de promotores de Justiça.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/campanha-do-mprj-combate-racismo-em-jogo-da-libertadores-no-maracana" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>MPRJ pede suspensão das obras na Via Dutra, após risco de alagamento</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mprj-pede-suspensao-das-obras-na-via-dutra-apos-risco-de-alagamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 11:08:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Nova Iguaçu recomendou à concessionária Eco Rio Minas que adote medidas destinadas a sanar falhas no sistema de drenagem das obras de ampliação e duplicação da rodovia Presidente Dutra (BR-116).  O pedido se refere ao trecho que corta o município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Nova Iguaçu recomendou à concessionária Eco Rio Minas que adote medidas destinadas a sanar falhas no sistema de drenagem das obras de ampliação e duplicação da rodovia Presidente Dutra (BR-116). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPRJ-pede-suspensao-das-obras-na-Via-Dutra-apos-risco.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O pedido se refere ao trecho que corta o município de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), foi identificado risco de alagamentos em áreas historicamente afetadas por enchentes.</p>
<p>Na solicitação enviada na segunda-feira (13), a promotoria defende a suspensão das intervenções no bairro da Posse e em áreas vizinhas, como o Canal Vigário Maranhão, em Comendador Soares. </p>
<p>A interrupção deve ser mantida até que seja apresentado novo estudo técnico de drenagem, com apresentação dos projetos executivos e modelagem hidrológica, superando falhas identificadas em propostas anteriores.</p>
<p>No bairro Cacuia, a recomendação é que sejam anexados todos os projetos executivos e estudos hidrológicos existentes, o estágio de aprovação junto ao município e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), além de informações sobre as medidas de redução de impacto. </p>
<p>Em relação ao bairro Cerâmica, a promotoria requer que sejam esclarecidas divergências relativas às obras.</p>
<p>Além do detalhamento dos cronogramas e da comprovação da aprovação dos projetos, o MPRJ requer a criação de um canal permanente de governança e comunicação entre os envolvidos. A concessionária Eco Rio Minas tem prazo de 10 dias para informar as providências adotadas.</p>
<h2>Obras</h2>
<p>As obras de ampliação e duplicação da Via Dutra (BR-116) na região de Nova Iguaçu, sob responsabilidade da nova concessionária Eco Rio Minas, começaram em setembro de 2024. </p>
<p>A duplicação abrange o trecho entre o Trevo das Margaridas, na entrada da Dutra e Queimados, passando por Nova Iguaçu, com o objetivo de reduzir o congestionamento, especialmente na altura da &#8220;agulha&#8221; do Posto Treze. </p>
<p>O projeto inclui a duplicação de pistas marginais, que terão até cinco faixas em cada sentido, além de nova iluminação LED e monitoramento por câmeras.  As obras tem previsão de conclusão prevista para 2028.<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/mprj-pede-suspensao-das-obras-na-dutra-apos-risco-de-alagamento" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>MPRJ entra na Justiça para recuperar R$ 1 bilhão do Rioprevidência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mprj-entra-na-justica-para-recuperar-r-1-bilhao-do-rioprevidencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 22:27:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou com ação civil pública na Justiça, nesta sexta-feira (10), para obrigar dirigentes do RioPrevidência, fundo de pensão dos servidores e pensionistas do governo do estado, a cobrir o rombo de R$ 1,088 bilhão com a compra de títulos do Banco Master, por meio do bloqueio de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) entrou com ação civil pública na Justiça, nesta sexta-feira (10), para obrigar dirigentes do RioPrevidência, fundo de pensão dos servidores e pensionistas do governo do estado, a cobrir o rombo de R$ 1,088 bilhão com a compra de títulos do Banco Master, por meio do bloqueio de bens dos investigados. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPRJ-entra-na-Justica-para-recuperar-R-1-bilhao-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No documento, o Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal (Gaesf) esclarece que ajuizou ação civil pública contra o Banco Master, em liquidação extrajudicial, e outros envolvidos, para evitar um prejuízo estimado em R$ 1,088 bilhão ao Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Com pedido de tutela de urgência, o MPRJ requer a suspensão imediata de contratos associados ao CredCesta, o afastamento do atual presidente da autarquia, Nicholas Cardoso, além do bloqueio de bens dos investigados e a adoção de medidas para assegurar o ressarcimento aos cofres públicos. </p>
<p>Também responderão à Justiça, a empresa PKL One Participações S.A., ex-dirigentes e atuais dirigentes do Rioprevidência e, formalmente, o estado do Rio de Janeiro e a própria autarquia previdenciária.</p>
<p>Além da proteção ao erário, a ação questiona a legalidade do modelo de crédito denominado CredCesta. </p>
<p>Segundo o MPRJ, a operação combinaria empréstimos consignados com cartões de crédito, apresentados de forma pouco transparente, o que teria levado aposentados e pensionistas a um ciclo de endividamento contínuo, com descontos em folha que não reduzem efetivamente a dívida. </p>
<p>A ação aponta que a prática descumpre o Código de Defesa do Consumidor e a Lei do Superendividamento, ao atingir diretamente consumidores em situação de vulnerabilidade, como idosos e beneficiários de previdência, comprometendo sua renda de natureza alimentar.</p>
<h2>Resposta</h2>
<p>Em nota, o Rioprevidência diz que “as alocações realizadas se concentram em investimentos de renda fixa, sendo que o montante de R$ 100 milhões estava aplicado em títulos públicos, caracterizando uma estratégia de baixo risco”. </p>
<p>A nota esclarece que os investimentos “não se misturam com os recursos voltados para pagamento de benefícios previdenciários que pertencem ao Plano Financeiro e Plano Previdenciário”.</p>
<p>O Rioprevidência esclarece também que as recomendações do GAESF já vinham sendo implementadas durante a gestão conduzida pelo diretor de Administração e Finanças, Nicholas Ribeiro. </p>
<p>“Assim como plano de ação na área de investimentos, oficializado em processo SEI. Cabe ressaltar que todos os esclarecimentos foram enviados ao MPRJ no tempo hábil”, diz a nota.</p>
<p>A Rioprevidência conclui seus esclarecimentos afirmando que “tem o comprometimento com o pagamento dos benefícios previdenciários em dia e as solicitações do MPRJ continuarão sendo atendidas”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/mprj-entra-na-justica-para-recuperar-r-1-bilhao-do-rioprevidencia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>MPRJ denuncia agressores de capivara na Ilha do Governador no Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mprj-denuncia-agressores-de-capivara-na-ilha-do-governador-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 12:20:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os seis homens que espancaram uma capivara com pedaços de pau e pedras na madrugada do dia 21 de março, no bairro Jardim Guanabara, na Ilha do Governador, zona norte do Rio, foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Isaías Melquiades Barros da Silva, José Renato Beserra da Silva, Matheus [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os seis homens que espancaram uma capivara com pedaços de pau e pedras na madrugada do dia 21 de março, no bairro Jardim Guanabara, na Ilha do Governador, zona norte do Rio, foram denunciados à Justiça pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/MPRJ-denuncia-agressores-de-capivara-na-Ilha-do-Governador-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Isaías Melquiades Barros da Silva, José Renato Beserra da Silva, Matheus Henrique Teodosio, Paulo Henrique Souza Santana, Pedro Eduardo Rodrigues e Wagner da Silva Bernardo foram denunciados pelos crimes de maus-tratos com emprego de crueldade, caça ilegal, corrupção de menores e associação criminosa.</p>
<p>Todos tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva após audiência de custódia, realizada no fim de março.</p>
<h2>Denúncia</h2>
<p>De acordo com a denúncia, “os acusados agiram de forma consciente e coordenada, com a participação de dois adolescentes, ao cercar e atacar o animal com pedras e pedaços de madeira com pregos, utilizando método cruel”.</p>
<p>O espancamento “causou graves lesões, incluindo traumatismo craniano e lesão ocular severa, conforme laudo veterinário anexado aos autos. A ação ocorreu sem qualquer autorização, configurando também a prática de caça ilegal de animal silvestre”.</p>
<p>Na denúncia, o Ministério Público acentua também que os espancadores filmaram as agressões contra o animal e a crueldade da ação criminosa.</p>
<p>“Os envolvidos filmaram a ação e demonstraram comportamento de deboche enquanto o animal era submetido a intenso sofrimento”.</p>
<p>O MP relata ainda que “as pedras arremessadas também atingiram veículos estacionados no local, causando danos ao patrimônio”.</p>
<p>Após diligências da Polícia Civil, os suspeitos foram identificados e localizados, tendo admitido a prática do crime no momento da prisão, sob a alegação de que pretendiam abater o animal para consumo.</p>
<p>A denúncia também aponta indícios de reiteração criminosa: uma testemunha reconheceu um dos acusados como autor de agressões contra outra capivara poucos dias antes, no mesmo bairro.</p>
<p>Na área cível, o MP também requereu a fixação de valor mínimo para reparação dos danos ambientais, morais coletivos e materiais causados.</p>
<p>“Com base em laudo técnico de valoração de danos à fauna, o prejuízo foi estimado em R$ 44.632,57, valor a ser pago pelos envolvidos. Os recursos deverão ser destinados a instituições voltadas ao atendimento veterinário e à recuperação do animal, além do Fundo Estadual de Meio Ambiente”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-04/mprj-denuncia-agressores-de-uma-capivara-na-ilha-do-governador-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>MPRJ pede imagens de câmeras dos PMs da Operação no Morro dos Prazeres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mprj-pede-imagens-de-cameras-dos-pms-da-operacao-no-morro-dos-prazeres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 19:13:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP) do Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou as imagens das câmeras corporais dos policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) que estavam na operação no Morro dos Prazeres, realizada nesta quarta-feira (18) e em outras comunidades no centro da capital fluminense. Na ação, oito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP) do Ministério Público do Rio de Janeiro solicitou as imagens das câmeras corporais dos policiais militares do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) que estavam na operação no Morro dos Prazeres, realizada nesta quarta-feira (18) e em outras comunidades no centro da capital fluminense.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/MPRJ-pede-imagens-de-cameras-dos-PMs-da-Operacao-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na ação, oito pessoas morreram na ação, entre elas o morador Leandro Silva Sousa, 30 anos, atingido por um tiro de fuzil na nuca. Leandro Sousa, que era ajudante de padaria, teve a quitinete invadida por traficantes armados que se escondiam da ação do Bope. Na casa, os quatro traficantes escondidos também foram mortos. A mulher de Leandro foi a única que sobreviveu. </p>
<p>Promotores de Justiça e técnicos periciais acompanham, nesta quinta-feira (19), a necropsia nos corpos no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto.  </p>
<p>A Promotoria de Auditoria Militar também requisitou as imagens das câmeras corporais de todos os policiais militares envolvidos, bem como demais informações à Corregedoria da Polícia Militar para análise. O caso está sendo investigado pela 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro do MPRJ.</p>
<p>Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que lamenta a morte de Leandro Silva Sousa. Segundo a corporação, o óbito do morador e de outros sete acusados é alvo de procedimento apuração interna, além da investigação da Polícia Civil, procedimento adotado em todas as operações.</p>
<p>A secretaria afirma que somente após a perícia técnica será possível determinar todos fatos e circunstâncias do ocorrido. A instituição diz ainda que “a corporação preza pela transparência de suas ações e colabora integralmente com as investigações do caso”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/mprj-pede-imagens-de-cameras-dos-pms-da-operacao-no-morro-dos-prazeres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>MPRJ recomenda uso correto das câmeras corporais pelas polícias do Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mprj-recomenda-uso-correto-das-cameras-corporais-pelas-policias-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:34:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Devido ao constante descaso, com o uso correto de câmeras corporais pelos agentes de segurança pública, o Ministério Público do Rio expediu esta semana, recomendações aos secretários de estado das polícias Civil e Militar e de Segurança Pública para a adoção de medidas para uso adequado das câmeras operacionais portáteis em operações policiais (COPs). A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Devido ao constante descaso, com o uso correto de câmeras corporais pelos agentes de segurança pública, o Ministério Público do Rio expediu esta semana, recomendações aos secretários de estado das polícias Civil e Militar e de Segurança Pública para a adoção de medidas para uso adequado das câmeras operacionais portáteis em operações policiais (COPs).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/MPRJ-recomenda-uso-correto-das-cameras-corporais-pelas-policias-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida resulta das investigações conduzidas pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ) sobre os “fatos ocorridos na Operação Contenção, realizada em outubro de 2025, nos complexos da Penha e do Alemão, que resultou na morte de 122 pessoas”.</p>
<p>O procurador-geral de Justiça, Antonio José Campo Moreira, informou que os ofícios também foram encaminhados ao Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental nº 635 (ADPF 635), em cumprimento à prerrogativa constitucional do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) de controle externo da atividade policial no estado.</p>
<h2>Morte de médica</h2>
<p>Na última segunda-feira (16), o GAESP/MPRJ também expediu ofício à Polícia Militar solicitando informações e a preservação das imagens das COPs dos agentes que atuaram na ocorrência policial que resultou na morte da médica Andrea Marins Dias, no último domingo (15), em Cascadura, bairro da zona norte da capital fluminense. As câmeras corporais dos três policiais militares envolvidos na morte da médica estavam sem bateria e impossibilitadas de gravar.</p>
<p>Nos documentos encaminhados às secretarias, o procurador cita diferentes inconsistências verificadas durante a Operação Contenção, em desacordo com a legislação que disciplina a implementação e a utilização de sistemas de gravação audiovisual por agentes de segurança pública.</p>
<p>Entre as irregularidades estão:  </p>
<ul>
<li>ausência de uso de COPs por alguns policiais;</li>
<li>existência de equipes em que nenhum dos integrantes portava câmera em funcionamento ou com bateria carregada;</li>
<li>início da operação por agentes com equipamentos descarregados; a insuficiência de baterias suplementares disponibilizadas à tropa;</li>
<li>e a falta de planejamento prévio quanto à adequada distribuição e utilização das câmeras pelos policiais empregados na ação.</li>
</ul>
<p>Para a Polícia Civil, o GAESP/MPRJ pede o aprimoramento do uso de câmeras corporais pelos agentes. A medida da PGJ requer que os policiais usem as COPs em “atividades com atuação ostensiva, ao longo de ações operacionais, no controle de distúrbios civis, em interdições ou reintegrações possessórias e no cumprimento de determinações de autoridades policiais ou judiciárias e de mandados judiciais, entre outras situações”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/mprj-recomenda-uso-correto-das-cameras-corporais-pelas-policias" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>MPRJ cumpre 20 mandados de prisão contra grupo de Rogério de Andrade</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mprj-cumpre-20-mandados-de-prisao-contra-grupo-de-rogerio-de-andrade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 12:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Andrade]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[cumpre]]></category>
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		<category><![CDATA[Rogério]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ) cumpre, nesta terça-feira (10), 20 mandados de prisão preventiva contra o bicheiro Rogério de Andrade e integrantes de seu núcleo de segurança na região de Bangu, na zona oeste da capital fluminense. Rogério Andrade está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (Gaeco/MPRJ) cumpre, nesta terça-feira (10), 20 mandados de prisão preventiva contra o bicheiro Rogério de Andrade e integrantes de seu núcleo de segurança na região de Bangu, na zona oeste da capital fluminense.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/MPRJ-cumpre-20-mandados-de-prisao-contra-grupo-de-Rogerio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Rogério Andrade está preso na penitenciária de segurança máxima, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, desde novembro de 2024.</p>
<p>Segundo o MPRJ, entre os integrantes do núcleo, estão 18 policiais militares e penais &#8211; incluindo alguns que não estão na ativa, entre eles um policial civil, que começou a participar da organização criminosa enquanto ainda estava no cargo.</p>
<p>Os mandados são cumpridos com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Corregedoria-Geral da Polícia Militar, da Corregedoria da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária e da Corregedoria da Polícia Civil.</p>
<p>De acordo com o Gaeco, os denunciados atuavam na segurança de pontos de exploração ilegal de jogos de azar na região de Bangu e se valiam da prática sistemática de atos de corrupção para garantir a livre atividade do grupo criminoso.</p>
<p>Os alvos da operação vão responder pelos crimes de organização criminosa armada, agravada pelo emprego de funcionários públicos e pela conexão com outras organizações criminosas, além de corrupção ativa e passiva.</p>
<p>Os mandados, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Comarca da Capital, a pedido do Gaeco/MPRJ, são cumpridos em endereços nas cidades do Rio de Janeiro, Belford Roxo, Duque de Caxias, Mangaratiba, Nilópolis e São João de Meriti, bem como na Penitenciária Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.</p>
<p>Os policiais militares denunciados atuavam na Subsecretaria de Gestão de Pessoas (SSGP), no Batalhão de Policiamento de Vias Expressas (BPVE) e nos 4º, 6º, 14º, 17º, 22º, 23º e 41º Batalhões de Polícia Militar (BPM).</p>
<h2>Rogério Andrade</h2>
<p>Rogério é sobrinho de Castor de Andrade, um dos maiores chefes do jogo do bicho no Rio e patrono da Mocidade Independente de Padre Miguel. Castor morreu em 1997, vítima de doença cardíaca.</p>
<p>A morte de Castor deflagrou uma disputa familiar pela herança, envolvendo Paulinho de Andrade, filho de Castor, assassinado na Barra da Tijuca em 1998, crime atribuído a Rogério, e Fernando Iggnácio, também assassinado. Ele era casado com a filha de Castor.</p>
<p>Rogério Andrade foi preso em outubro de 2024, apontado como mandante da morte de Fernando Iggnácio, em 2020.</p>
<p>O assassinato ocorreu no estacionamento de um heliporto no Recreio dos Bandeirantes, logo após Iggnácio desembarcar de helicóptero, retornando de sua casa de praia em Angra dos Reis.</p>
<p>Ele foi atingido por três tiros de fuzil, um deles na cabeça, e teve morte instantânea. O atirador estava escondido em um terreno baldio ao lado do heliporto.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/mprj-cumpre-20-mandados-de-prisao-contra-o-grupo-de-rogerio-de-andrade" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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