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	<title>mulheres Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>mulheres Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Centro vai integrar dados para combater violência contra mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/centro-vai-integrar-dados-para-combater-violencia-contra-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 20:47:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fortalecer o enfrentamento à violência contra a mulher é o objetivo principal do Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado nesta quarta-feira (25) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em Brasília. O centro vai reunir dados estratégicos, conectando diferentes bases de informações, com foco na prevenção, proteção e responsabilização dos agressores, além de apoiar ações operacionais para localizar e prender quem comete violência contra a mulher. O investimento no equipamento foi de R$ 28 milhões. Segundo o ministério, o centro enfrenta dois desafios da segurança pública: a fragmentação de dados e a falta de integração entre sistemas. A estrutura atuará como núcleo nacional de inteligência, reunindo, analisando e compartilhando informações estratégicas para apoiar decisões e aprimorar políticas públicas. A criação do CIMS integra o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fortalecer o enfrentamento à violência contra a mulher é o objetivo principal do Centro Integrado Mulher Segura (CIMS), lançado nesta quarta-feira (25) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em Brasília.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Centro-vai-integrar-dados-para-combater-violencia-contra-mulheres.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O centro vai reunir dados estratégicos, conectando diferentes bases de informações, com foco na prevenção, proteção e responsabilização dos agressores, além de apoiar ações operacionais para localizar e prender quem comete violência contra a mulher.</p>
<p>O investimento no equipamento foi de R$ 28 milhões. Segundo o ministério, o centro enfrenta dois desafios da segurança pública: a fragmentação de dados e a falta de integração entre sistemas.</p>
<p>A estrutura atuará como núcleo nacional de inteligência, reunindo, analisando e compartilhando informações estratégicas para apoiar decisões e aprimorar políticas públicas.</p>
<p>A criação do CIMS integra o Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, firmado em fevereiro pelos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Welington Lima, o CIMS representa um avanço no uso da tecnologia para enfrentar os crimes contra mulheres.</p>
<p>“Combater o feminicídio exige transformar a proteção das mulheres em pauta de Estado, com compromisso dos Três Poderes, uso de dados para prevenção e união de esforços institucionais. É urgente romper com a cultura de ódio e reafirmar o cuidado, o respeito e a defesa da vida e da autonomia feminina como prioridade nacional”, enfatizou.</p>
<p>Já a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, ressaltou que o centro vai qualificar o uso de dados e fortalecer a articulação entre entes federativos e o sistema de justiça. </p>
<p>“O monitoramento amplia a confiança para denúncias e fortalece a responsabilização dos agressores”, afirmou.</p>
<p>O CIMS funcionará em Brasília integrado a uma rede nacional com 27 salas de situação, distribuídas em todos os estados. Segundo o MJSP, o CIMS desenvolverá um monitoramento contínuo, identificando padrões e antecipando riscos.</p>
<p>“A atuação será baseada em policiamento orientado pela inteligência, com uso de dados de registros de ocorrência, monitoramento eletrônico e denúncias feitas por canais como o Ligue 180 e o 190. A integração dessas informações permitirá respostas mais rápidas e eficazes”, disse o ministério.</p>
<h2>Alerta Mulher Segura</h2>
<p>Outra iniciativa que deve começar neste primeiro semestre é o programa Alerta Mulher Segura, voltado para garantir mais segurança às mulheres vítimas de agressão e violência doméstica, com medidas protetivas de urgência.</p>
<p>Essas mulheres receberão um relógio de monitoramento capaz de emitir alerta em tempo real, sem precisar de internet, caso o agressor viole a medida protetiva e se aproxime da vítima. O dispositivo, que será integrado à tornozeleira eletrônica do agressor, também acionará as autoridades de segurança.</p>
<p>Inicialmente, a medida deve atender cerca de cinco mil mulheres. Segundo a Secretaria de Acesso à Justiça do MJSP, serão investidos R$ 25 milhões na implantação do programa, que será executado em parceria com os estados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/centro-vai-integrar-dados-para-combater-violencia-contra-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Em Manaus, homem é preso após agredir duas mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/em-manaus-homem-e-preso-apos-agredir-duas-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 21:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem, de 57 anos, foi preso nesta segunda-feira (23) em Manaus. Ele é investigado por lesionar fisicamente duas mulheres, de 37 e 41 anos, em um episódio ocorrido na rua Vicente Martina, bairro Santa Etelvina, zona norte da capital. Segundo a delegada Patrícia Leão, titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) Centro-Sul, as diligências tiveram início após uma das vítimas comparecer à delegacia e relatar que, na noite do dia 15 de maio de 2025, ela e sua companheira foram agredidas. A mulher contou que ouviu gritos em sua residência e, ao verificar a situação, percebeu que sua companheira estava sendo agredida pela mãe do ex-cunhado. “Ela informou que, ao tentar intervir, também foi agredida e injuriada pela agressora. Em seguida, o homem desferiu golpes de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem, de 57 anos, foi preso nesta segunda-feira (23) em Manaus. Ele é investigado por lesionar fisicamente duas mulheres, de 37 e 41 anos, em um episódio ocorrido na rua Vicente Martina, bairro Santa Etelvina, zona norte da capital.</p>
<p>Segundo a delegada Patrícia Leão, titular da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) Centro-Sul, as diligências tiveram início após uma das vítimas comparecer à delegacia e relatar que, na noite do dia 15 de maio de 2025, ela e sua companheira foram agredidas. A mulher contou que ouviu gritos em sua residência e, ao verificar a situação, percebeu que sua companheira estava sendo agredida pela mãe do ex-cunhado.</p>
<p>“Ela informou que, ao tentar intervir, também foi agredida e injuriada pela agressora. Em seguida, o homem desferiu golpes de punho fechado em seu braço e testa. A vítima reagiu e atingiu o autor, que cessou as agressões”, explicou a delegada. Após o ocorrido, as vítimas solicitaram Medida Protetiva de Urgência (MPU), e tanto a mãe quanto o filho foram indiciados. O homem preso responderá por lesão corporal devido à condição do sexo feminino, passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>homem preso por agredir bebe reborn</p>
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		<item>
		<title>Jogo mostra impactos do cuidado invisível na vida das mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 13:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadoras da Universidade Federal Fluminense (UFF) criaram um jogo que propõe reflexões sobre o trabalho de cuidado, muitas vezes invisível, e como ele afeta a vida das mulheres. O Jogo do Cuidado – Um Jogo sobre o Direito à Cidade das Mulheres pode ser baixado gratuitamente, e atua como material de apoio pedagógico para alunos do ensino médio. A proposta surgiu a partir de um projeto de pesquisa coordenado pela professora  Rossana Brandão Tavares, sobre direito à cidade e reprodução social. O trabalho investiga de que forma fatores como renda, gênero, raça e idade influenciam o acesso a oportunidades e à qualidade de vida nos espaços urbanos. Segundo uma das bolsistas de iniciação científica do grupo de pesquisa, Beatriz Corbacho, a ideia surgiu a partir do tema da redação do Enem de 2023,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadoras da Universidade Federal Fluminense (UFF) criaram um jogo que propõe reflexões sobre o trabalho de cuidado, muitas vezes invisível, e como ele afeta a vida das mulheres. O Jogo do Cuidado – Um Jogo sobre o Direito à Cidade das Mulheres pode ser baixado gratuitamente, e atua como material de apoio pedagógico para alunos do ensino médio.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A proposta surgiu a partir de um projeto de pesquisa coordenado pela professora  Rossana Brandão Tavares, sobre direito à cidade e reprodução social. O trabalho investiga de que forma fatores como renda, gênero, raça e idade influenciam o acesso a oportunidades e à qualidade de vida nos espaços urbanos.</p>
<p>Segundo uma das bolsistas de iniciação científica do grupo de pesquisa, Beatriz Corbacho, a ideia surgiu a partir do tema da redação do Enem de 2023, que falava sobre a invisibilidade do trabalho de cuidado realizado por mulheres no Brasil.</p>
<p>“A gente se sentiu muito motivada a criar uma ferramenta pedagógica para que isso pudesse ser debatido dentro de sala de aula, algo lúdico, algo que pudesse ilustrar o que a gente estuda na pesquisa. Que é a vida feminina dentro do direito à cidade”, conta em entrevista ao programa <em>Nacional Jovem,</em> da Rádio Nacional da Amazônia e Rádio Nacional do Alto Solimões.</p>
<h2>O jogo</h2>
<p>No tabuleiro, os jogadores assumem diferentes personagens que representam grupos sociais diversos. Ao longo da partida, enfrentam desafios ligados ao trabalho, à renda e às responsabilidades de cuidado, percebendo, na prática, como essas questões impactam de forma desigual a vida de cada um.</p>
<p>“O mapa traz uma cartografia da área portuária do Rio de Janeiro, onde estão disponibilizados dez bairros, e são também dez personagens, e cada personagem fica disposto em um bairro. E aí, através da nossa pesquisa, a gente tem a separação dos bairros, de acordo com questões econômicas”, explica Mariana Pio, também bolsista da pesquisa.</p>
<p>“O nosso jogo tem duas formas de cédula de nota, que é o dinheiro do cuidado e o dinheiro do capital econômico. Sendo que o do cuidado é a principal moeda do jogo, onde quem tiver mais capital do cuidado ganha”, completa.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 20/03/2026 - Jogo do Cuidado. Foto: jogodocuidado.com.br/Reprodução" title="jogodocuidado.com.br/Reprodução"/></p>
<p><h6 class="meta"><em>Jogo do Cuidado &#8211;  Foto: jogodocuidado.com.br/Reprodução</em></h6>
</p>
<p>O jogo traz questões como rotina, mobilidade urbana, direitos coletivos e acessibilidade. Os personagens, de diferentes raças, gêneros e classes econômicas, servem para mostrar as como pessoas lidam com o mesmo espaço social de formas diferentes.</p>
<p>Em entrevista à Radioagência Nacional, a professora Rossana Brandão Tavares diz que a repercussão sobre o jogo foi tão positiva que decidiram disponibilizar a brincadeira em um <em>site</em> para quem quiser imprimir.</p>
<p>“A gente conseguiu imprimir poucas versões físicas do jogo e por essa razão, em função da repercussão, a gente acabou produzindo uma página eletrônica que é no www.jogodocuidado.com.br, onde qualquer um, qualquer instituição, qualquer escola, qualquer grupo, qualquer pessoa que tiver interessada pode imprimir em casa ou numa copiadora uma versão adaptada”, diz a professora.</p>
<h2>Repercussão</h2>
<p>O projeto é da Escola de Arquitetura e Urbanismo e do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFF, feito a partir do edital do programa Jovem Cientista do Nosso Estado da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).</p>
<p>O trabalho era criar algo para as escolas do estado do Rio de Janeiro e, com a boa repercussão, o jogo passou a ser disponibilizado gratuitamente na internet, como apontado por Rossana.</p>
<p>Além do tabuleiro, o conteúdo inclui um manual com orientações e sugestões de discussão para uso em sala de aula.</p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. </em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/jogo-mostra-impactos-do-cuidado-invisivel-na-vida-das-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Mutirão do Ministério da Saúde atende mulheres neste fim de semana</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mutirao-do-ministerio-da-saude-atende-mulheres-neste-fim-de-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 11:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde realiza neste final de semana um mutirão inédito destinado exclusivamente a mulheres. Centenas de hospitais públicos, privados e filantrópicos localizados em todas as regiões do país abrirão as portas neste sábado (21) e domingo (22) para a realização de exames, cirurgias e procedimentos de diversas especialidades programados antecipadamente. “Trata-se de uma união de esforços para a realização de todos os atendimentos previamente agendados”, informou o ministério em nota.   De acordo com o ministério, ao longo dos dois dias de atendimento, serão ofertados exames essenciais para o diagnóstico precoce de doenças, além de procedimentos como tomografias, ressonâncias magnéticas e ultrassonografias, necessários para a definição de condutas médicas. Também foram agendadas cirurgias ginecológicas como histerectomia, reconstrução mamária, retirada de tumor no útero e laqueadura; e gerais, como cirurgias...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde realiza neste final de semana um mutirão inédito destinado exclusivamente a mulheres. Centenas de hospitais públicos, privados e filantrópicos localizados em todas as regiões do país abrirão as portas neste sábado (21) e domingo (22) para a realização de exames, cirurgias e procedimentos de diversas especialidades programados antecipadamente.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mutirao-do-Ministerio-da-Saude-atende-mulheres-neste-fim-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Trata-se de uma união de esforços para a realização de todos os atendimentos previamente agendados”, informou o ministério em nota.  </p>
<p>De acordo com o ministério, ao longo dos dois dias de atendimento, serão ofertados exames essenciais para o diagnóstico precoce de doenças, além de procedimentos como tomografias, ressonâncias magnéticas e ultrassonografias, necessários para a definição de condutas médicas.</p>
<p>Também foram agendadas cirurgias ginecológicas como histerectomia, reconstrução mamária, retirada de tumor no útero e laqueadura; e gerais, como cirurgias de catarata, tratamento cirúrgico de varizes e retirada de hérnia, de vesícula e de tumores na pele.</p>
<p>O público-alvo do mutirão são crianças, adolescentes, jovens, adultas e idosas previamente agendadas pelos gestores de saúde de seus municípios, de acordo com critérios das centrais de regulação.</p>
<p>Integram a lista de instituições mobilizadas para participar do atendimento santas casas e outras instituições filantrópicas; seis hospitais federais; o Instituto Nacional de Cardiologia (INC); o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into); o Instituto Nacional de Câncer (INCA); e 45 hospitais universitários federais de 25 estados.</p>
<p>Segundo a pasta, os locais também vão ofertar a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) 3,8 mil implantes de Implanon, método contraceptivo subdérmico considerado mais vantajoso que os demais em razão de sua alta eficácia e pela duração de três anos.</p>
<h2>Transporte gratuito</h2>
<p>Ainda segundo a pasta, o mutirão vai ofertar transporte gratuito para que 36 mil pacientes que vivem em localidades mais distantes possam chegar a hospitais e clínicas onde os procedimentos vão ocorrer.</p>
<p>“Viabilizada por uma parceria firmada entre a pasta e o aplicativo de mobilidade urbana 99, a iniciativa conta com 73 mil vouchers de deslocamentos – ida e volta – no valor de até R$ 150”, informou o ministério.</p>
<p>Com uso entre 20 e 23 de março, os cupons terão validade nas 40 cidades para as quais a parceria foi fechada, sendo 21 capitais. Os vouchers serão distribuídos pelas secretarias de saúde locais.</p>
<p>Cada paciente contemplada receberá um código de acesso exclusivo, além de um material explicativo com o passo a passo para instalar o aplicativo da 99, ativar o cupom e utilizá-lo para deslocamento até a unidade de atendimento.</p>
<h2>Hospedagem para mulheres indígenas</h2>
<p>A pasta informou que organizou também transporte e hospedagem gratuitos nas Casas de Apoio à Saúde Indígena (Casais) para mulheres indígenas que moram em locais de difícil acesso e longe dos centros urbanos.</p>
<p>Elas serão atendidas por hospitais universitários que ficam perto desses territórios em Boa Vista, Brasília, Goiânia, Manaus, Belém, São Luís, Maceió, Macapá, Cuiabá, Araguaína (TO), Campo Grande (MS) e Dourados (MS).</p>
<p>“Esses hospitais já ofertam atendimento à saúde indígena ao longo do ano, permitindo respostas mais rápidas e qualificadas às demandas de saúde, garantindo atendimento humanizado e resolutivo para essa população.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/mutirao-do-ministerio-da-saude-atende-mulheres-neste-fim-de-semana" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Mutirão realiza cirurgias ginecológicas e exames gratuitos para mulheres no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mutirao-realiza-cirurgias-ginecologicas-e-exames-gratuitos-para-mulheres-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 00:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas promove, neste sábado e domingo (21 e 22), uma grande mobilização em prol da saúde da mulher em todo o estado. A ação deve ultrapassar 5 mil procedimentos realizados em unidades da capital e do interior. Ação envolve unidades no Amazonas A iniciativa integra uma mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Saúde, com apoio de estados, municípios e instituições hospitalares. No Amazonas, 15 unidades de saúde participam da ação, além de duas Carretas da Saúde e do Barco Hospital São João XXIII, que atende comunidades ribeirinhas. Serviços ofertados Durante os dois dias, serão oferecidos serviços como cirurgias ginecológicas, consultas, mamografias, ultrassonografias e outros exames. Na capital, o Hospital Delphina Rinaldi Abdel Aziz concentra parte dos atendimentos, incluindo laqueaduras, curetagens,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas promove, neste sábado e domingo (21 e 22), uma grande mobilização em prol da saúde da mulher em todo o estado. A ação deve ultrapassar 5 mil procedimentos realizados em unidades da capital e do interior.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ação envolve unidades no Amazonas</h2>
<p>A iniciativa integra uma mobilização nacional coordenada pelo Ministério da Saúde, com apoio de estados, municípios e instituições hospitalares.</p>
<p>No Amazonas, 15 unidades de saúde participam da ação, além de duas Carretas da Saúde e do Barco Hospital São João XXIII, que atende comunidades ribeirinhas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Serviços ofertados</h2>
<p>Durante os dois dias, serão oferecidos serviços como cirurgias ginecológicas, consultas, mamografias, ultrassonografias e outros exames.</p>
<p>Na capital, o Hospital Delphina Rinaldi Abdel Aziz concentra parte dos atendimentos, incluindo laqueaduras, curetagens, exames de imagem e cirurgias de catarata.</p>
<p>Uma das carretas está instalada na zona norte de Manaus, com atendimentos voltados para exames de ultrassonografia.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atendimento também no interior</h2>
<p>No interior, hospitais regionais em cidades como Coari, Itacoatiara, Manicoré e Santo Antônio do Içá também participam da mobilização, ampliando o acesso à saúde feminina.</p>
<p>A estratégia busca reduzir deslocamentos e fortalecer o atendimento próximo da população.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ação amplia acesso à saúde</h2>
<p>Segundo a secretária Nayara Maksoud, a iniciativa reforça o compromisso com o atendimento às mulheres em diferentes regiões do estado.</p>
<p>A ação também conta com o apoio de unidades federais, como o Hospital Universitário Getúlio Vargas, que integra a mobilização.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atendimento para mulheres</h2>
<p>Mulheres acima de 40 anos podem realizar mamografias sem necessidade de encaminhamento. Já pacientes com encaminhamento podem procurar as unidades participantes para atendimento.</p>
<p>A iniciativa faz parte de uma política de ampliação e descentralização dos serviços de saúde, garantindo maior acesso e qualidade no atendimento às mulheres no Amazonas.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Mutirão de cirurgias de catarata inicia em Manaus</p>
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		<title>IML procura familiares para liberar corpos de duas mulheres em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/iml-procura-familiares-para-liberar-corpos-de-duas-mulheres-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 23:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Médico Legal (IML) pede que os familiares de duas mulheres compareçam à sede do Instituto para o reconhecimento e liberação do corpo. Foram identificados Patrícia da Silva Eufrázio, de 26 anos e Rosiley de Oliveira do Nascimento, de 41 anos, natural de Manicoré (a 332 quilômetros de Manaus) Conforme o relatório, o corpo de Patrícia da Silva Eufrázio chegou à sede do IML na sexta-feira (13/03). Já Rosiley deu entrada na Instituição no domingo (15/03) vindo do Hospital e Pronto-Socorro (HPS) João Lúcio. As identificações foram realizadas por peritos do Instituto de Identificação Aderson Conceição de Melo (IIACM) com o apoio operacional do IML. Os especialistas utilizaram o procedimento de necropapiloscopia, que compara com as digitais com os registros civis. O IML reforça que os corpos aguardam reconhecimento...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Médico Legal (IML) pede que os familiares de duas mulheres compareçam à sede do Instituto para o reconhecimento e liberação do corpo. Foram identificados Patrícia da Silva Eufrázio, de 26 anos e Rosiley de Oliveira do Nascimento, de 41 anos, natural de Manicoré (a 332 quilômetros de Manaus)</p>
<p>Conforme o relatório, o corpo de Patrícia da Silva Eufrázio chegou à sede do IML na sexta-feira (13/03). Já Rosiley deu entrada na Instituição no domingo (15/03) vindo do Hospital e Pronto-Socorro (HPS) João Lúcio.</p>
<p>As identificações foram realizadas por peritos do Instituto de Identificação Aderson Conceição de Melo (IIACM) com o apoio operacional do IML. Os especialistas utilizaram o procedimento de necropapiloscopia, que compara com as digitais com os registros civis.</p>
<p>O IML reforça que os corpos aguardam reconhecimento dos familiares por um período de 30 dias. Após esse prazo, são sepultados como pessoas não identificadas na capital.</p>
<p>A liberação do corpo só pode ser feita por familiares, que devem procurar a Coordenação Operacional da instituição da instituição, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (92) 3216-6040.</p>
<p>O Instituto Médico Legal está localizado na avenida Noel Nutels, nº 300, bairro Cidade Nova 2, zona norte de Manaus.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>IML procura familiares de homem natural de Fortaleza</p>
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		<title>Ação social leva serviços e apoio a mulheres no Morro da Liberdade</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/acao-social-leva-servicos-e-apoio-a-mulheres-no-morro-da-liberdade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2026 19:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma ação social realizada na manhã deste sábado (14) levou serviços gratuitos e atividades de empoderamento feminino para moradoras do bairro Morro da Liberdade, na zona sul de Manaus. A iniciativa foi promovida pela Associação de Moradores do Morro da Liberdade, em parceria com o Instituto André Luiz, e reuniu cerca de 200 pessoas na Rua Dona Dul (Hélio Cajual). O evento fez parte das atividades do mês da mulher e ofereceu atendimentos voltados à cidadania, autoestima e orientação social para mulheres da comunidade. Entre os serviços disponibilizados estavam corte de cabelo, manicure e pedicure, além de orientações jurídicas e palestras sobre violência doméstica e empreendedorismo feminino. Fortalecimento da rede de apoio na comunidade De acordo com a líder comunitária Terezinha de Jesus, a ação reflete o trabalho contínuo da...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma ação social realizada na manhã deste sábado (14) levou serviços gratuitos e atividades de empoderamento feminino para moradoras do bairro Morro da Liberdade, na zona sul de Manaus. A iniciativa foi promovida pela Associação de Moradores do Morro da Liberdade, em parceria com o Instituto André Luiz, e reuniu cerca de 200 pessoas na Rua Dona Dul (Hélio Cajual).</p>
<p>O evento fez parte das atividades do mês da mulher e ofereceu atendimentos voltados à cidadania, autoestima e orientação social para mulheres da comunidade.</p>
<p>Entre os serviços disponibilizados estavam corte de cabelo, manicure e pedicure, além de orientações jurídicas e palestras sobre violência doméstica e empreendedorismo feminino.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fortalecimento da rede de apoio na comunidade</h2>
<p>De acordo com a líder comunitária Terezinha de Jesus, a ação reflete o trabalho contínuo da associação em apoiar moradores da região.</p>
<p>Segundo ela, a atuação da entidade vai além de eventos pontuais, oferecendo suporte permanente às famílias da comunidade.</p>
<p>“A associação promove atividades em datas comemorativas e também celebra aniversariantes da comunidade, mas nosso foco principal é o suporte constante. Oferecemos apoio jurídico para questões como o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e auxílio-maternidade. Queremos que o morador se sinta amparado em todas as suas necessidades”, destacou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atenção às mulheres em situação de vulnerabilidade</h2>
<p>A assistente social da associação, Neiva Cardoso, explicou que a ação foi planejada especialmente para atender mulheres em situação de vulnerabilidade social.</p>
<p>Entre o público prioritário estavam mães de crianças autistas e idosas que enfrentam dificuldades sociais ou familiares.</p>
<p>“Consideramos diferentes realidades de vulnerabilidade. Muitas mães foram abandonadas por terem filhos com deficiência, e também há casos de idosas negligenciadas. Nossa equipe é formada por mulheres que transformam vidas através das próprias histórias de superação”, afirmou.</p>
<p>Ela ressaltou ainda que a iniciativa busca incentivar a autonomia feminina.</p>
<p>“Queremos mostrar que essas mulheres são fortes, empoderadas e capazes de gerar renda, liderar suas famílias e conquistar independência com dignidade”, completou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Associações comunitárias e transformação social</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773517412_284_Acao-social-leva-servicos-e-apoio-a-mulheres-no-Morro.jpeg?resize=1024%2C768&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-453518"  /></p>
<p>A ação no Morro da Liberdade reforça o papel das associações comunitárias na promoção da cidadania e na transformação social em áreas periféricas de Manaus.</p>
<p>Além de oferecer serviços imediatos, iniciativas como essa contribuem para fortalecer a rede de apoio local e ampliar o acesso da população a informações e direitos sociais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Serviços oferecidos na ação social</h2>
<p>Durante o evento, foram disponibilizados diversos atendimentos gratuitos para as moradoras da comunidade:</p>
<p>Beleza</p>
<li>Corte de cabelo</li>
<li>Manicure</li>
<li>Pedicure</li>
<p>Cidadania</p>
<li>Orientações sobre BPC (Benefício de Prestação Continuada)</li>
<li>Informações sobre auxílio-maternidade</li>
<p>Educação e orientação</p>
<li>Palestras sobre violência doméstica</li>
<li>Palestras sobre empreendedorismo feminino</li>
<p>Público atendido</p>
<li>Moradoras do Morro da Liberdade e bairros próximos.</li>
<p><em>*Com informações da assessoria</em></p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Arborização de Manaus avança com 13,4 mil mudas plantadas</p>
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		<title>Brasil participa de maior reunião da ONU sobre direitos das mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-participa-de-maior-reuniao-da-onu-sobre-direitos-das-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 20:38:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A participação do Brasil na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher das Nações Unidas (CSW70), maior reunião anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a igualdade de gênero e direitos das mulheres, demonstra esforço público na discussão em torno do combate à violência contra mulheres no país. A avaliação é da coordenadora-geral da organização brasileira Criola, Lúcia Xavier, que está em Nova York para o evento. A conferência, que ocorre até 19 de março, conta com a participação de altos representantes da ONU, Estados-membros, ONGs, ativistas, jovens e setor privado. Lúcia considera que, para além da construção de um marco legal, é importante articular governo e sociedade na construção de soluções para o enfrentamento da violência contra a mulher. “Certamente esses marcos [legais] já estão postos [no Brasil], desde...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A participação do Brasil na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher das Nações Unidas (CSW70), maior reunião anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a igualdade de gênero e direitos das mulheres, demonstra esforço público na discussão em torno do combate à violência contra mulheres no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Brasil-participa-de-maior-reuniao-da-ONU-sobre-direitos-das.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A avaliação é da coordenadora-geral da organização brasileira Criola, Lúcia Xavier, que está em Nova York para o evento. A conferência, que ocorre até 19 de março, conta com a participação de altos representantes da ONU, Estados-membros, ONGs, ativistas, jovens e setor privado.</p>
<p>Lúcia considera que, para além da construção de um marco legal, é importante articular governo e sociedade na construção de soluções para o enfrentamento da violência contra a mulher.</p>
<p>“Certamente esses marcos [legais] já estão postos [no Brasil], desde a construção da Lei Maria da Penha e, depois, a Lei do Feminicídio. Mas, na prática, ainda não tomaram pé na sociedade. Ainda não tem uma sociedade refletindo, criando processos de proteção social, enfrentando o debate do patriarcado e do machismo”, disse a especialista, ressaltando os altos índices de feminicídio e violência sexual.</p>
<p>As discussões, no âmbito do evento mundial, afirma Lúcia, contribuem para o desenvolvimento de medidas e mecanismos de enfrentamento ao problema no país.</p>
<p>“A gente [costuma dizer] que é uma epidemia [de violência], mas é mais do que isso. Uma epidemia exige controles públicos e sociais, mas isso é mais que uma epidemia”, alertou.</p>
<p>“É um crime que vem sendo praticado com muita impunidade e com pouco reforço dos órgãos públicos, no sentido do controle social. É um prejuízo enorme para as mulheres, que já vivem a situação de vulnerabilidade e também de insegurança nos seus relacionamentos, no seu trabalho, na sua vida como um todo”, disse Lúcia.</p>
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<h2>Estados Unidos</h2>
<p>Lúcia relatou à Agência Brasil que, em meio às tensões nas negociações, propostas dos Estados Unidos que representariam retrocessos no documento final da conferência foram barradas durante a plenária que aprovou o texto.</p>
<p>Alguns dos temas questionados pelos Estados Unidos na votação das conclusões acordadas referiam-se ao direito ao aborto, à identidade de gênero e ao uso do termo “interseccionalidade”.</p>
<p>“Isso fez com que, em algum momento, a gente imaginasse que o documento perderia a qualidade e alguns avanços muito importantes. Não vai ser um documento de consenso, mas a primeira votação não aceitou as indicações [trazidas pelos Estados Unidos]”, contou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/brasil-participa-de-maior-reuniao-da-onu-sobre-direitos-das-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Coletivo de mulheres quilombolas lança documentário e pede proteção</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/coletivo-de-mulheres-quilombolas-lanca-documentario-e-pede-protecao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 11:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter quer deixar a própria casa, não dormir em paz, temer pela própria segurança e da comunidade. No documentário “Cafuné”, lançado nessa quinta-feira (12) pelo coletivo de mulheres da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), relatos evidenciam a urgência de uma política de proteção eficaz a defensoras dos direitos humanos que vivem em comunidades tradicionais em todo o país.  Realizado por iniciativa da entidade, o filme foi dirigido por Gabriela Barreto, Maryellen Crisóstomo e Nathália Purificação e faz parte de um projeto mais amplo (de mesmo nome) das representantes quilombolas a ser entregue ao governo federal. A iniciativa integra estratégia de sensibilização do poder público, incluindo também o Congresso Nacional.  O nome &#8220;Cafuné&#8221; para o projeto (e para o filme) refere-se à tentativa de proporcional algum tipo de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ter quer deixar a própria casa, não dormir em paz, temer pela própria segurança e da comunidade. No documentário “<em>Cafuné</em>”, lançado nessa quinta-feira (12) pelo coletivo de mulheres da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq), relatos evidenciam a urgência de uma política de proteção eficaz a defensoras dos direitos humanos que vivem em comunidades tradicionais em todo o país. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Coletivo-de-mulheres-quilombolas-lanca-documentario-e-pede-protecao.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Realizado por iniciativa da entidade, o filme foi dirigido por Gabriela Barreto, Maryellen Crisóstomo e Nathália Purificação e faz parte de um projeto mais amplo (de mesmo nome) das representantes quilombolas a ser entregue ao governo federal. A iniciativa integra estratégia de sensibilização do poder público, incluindo também o Congresso Nacional. </p>
<p>O nome &#8220;<em>Cafuné</em>&#8221; para o projeto (e para o filme) refere-se à tentativa de proporcional algum tipo de aconchego às mulheres que vivem permanentemente em risco, ameaçadas por conflitos agrários e pelas vulnerabilidades com a deficiência de políticas públicas.</p>
<h2>Proteção coletiva</h2>
<p>Segundo a articuladora política da Conaq, Selma Dealdina, a ideia do projeto, que deve ser apresentado oficialmente aos três poderes em maio, é que as ações de proteção não sejam apenas individuais, mas coletivas, comunitárias</p>
<p>Está prevista para 12 de maio uma solenidade no Congresso Nacional para celebrar os 30 anos de luta da Conac. Para o mesmo mês, também vai ocorrer o 3º Encontro Nacional de Mulheres Quilombolas, na região administrativa do Gama (DF).</p>
<p>Selma afirma que o assassinato brutal da ativista Maria Bernadete Pacífico, conhecida como Mãe Bernadete, em agosto de 2023, trouxe uma dor intangível, mas também a certeza de que seria preciso aperfeiçoar os mecanismos de proteção. As lideranças quilombolas, segundo ela, ficaram muito temerosas depois do crime. </p>
<p>“A nossa ideia é propor ao Estado brasileiro um plano de proteção e autocuidado que seja coletivo. Não só para uma pessoa”, ressalta Selma Dealdina.</p>
<p>Ela explica que as lideranças têm sido ameaçadas e mortas em seus próprios territórios. Entre 2019 e 2024, por exemplo, 26 pessoas que vivem em comunidades quilombolas remanescentes foram assassinadas.</p>
<h2>Ameaça</h2>
<p>Segundo a Conaq, pelo menos 100 mulheres vivem sob ameaça no país. O documentário faz parte da estratégia para mostrar os riscos a que estão submetidas. Para elaboração do projeto, houve apoio do Instituto Ibirapitanga, organização social dedicada à equidade racial e sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis, e também da Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento (Aecid). </p>
<p>Segundo as dirigentes da Conaq, durante as oficinas de elaboração do plano, foi definido que as prioridades do plano “Cafuné” vão além da proteção por meio da segurança pública. Foram elencados temas como necessidade de maior agilidade para titulação dos territórios, prevenção ao adoecimento e apoio à saúde mental. </p>
<h2>Vulnerabilidade</h2>
<p>Uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no final do ano passado, mostrou que a população quilombola adulta morre mais por causas que poderiam ser evitadas do que a população em geral. Entre as mulheres, a taxa de mortes por infarto agudo do miocárdio é 18% maior entre quilombolas do que entre as demais mulheres da amostra. </p>
<p>Nos casos de derrame, a diferença aumenta para 38%. Nas comunidades, 55% não têm acesso à água potável, 54% não possuem rede de esgoto e 51% não contam com coleta de lixo. l</p>
<h2>&#8220;Está comprometido&#8221;</h2>
<p>A secretária nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Élida Lauris dos Santos, entende que a demanda da comunidade quilombola está em acordo com o entendimento do governo federal sobre a necessidade de proteção coletiva.</p>
<p>“Uma das metas do plano nacional é o desenvolvimento mais aprofundado, tanto da perspectiva racial quanto de gênero. O projeto Cafuné vem ao encontro do que até o ministério (dos Direitos Humanos e Cidadania) está comprometido a resolver”, garantiu. </p>
<p>Ela argumenta que o governo federal colocou como prioridade o combate ao feminicídio e o enfrentamento à violência contra a mulher.</p>
<h2>Saúde mental</h2>
<p>De acordo com a coordenadora nacional da Conaq, Cida Barbosa, as demandas das comunidades se diferenciam em cada região do país. Há peculiaridades em cada bioma, tanto com relação às mudanças climáticas quanto no âmbito da violência. </p>
<p>Ela lembra, no entanto, que uma urgência no atendimento às mulheres quilombolas refere-se à saúde mental das ativistas. “Nós temos percebido uma deficiência do acesso a apoio psicológico. Esse é um atendimento ainda inacessível para nós”, considera. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/coletivo-de-mulheres-quilombolas-lanca-documentario-e-pede-protecao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Entenda o que são “redpill” e outros termos de ódio contra mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 11:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há décadas, grupos de homens têm atuado em fóruns de internet, redes sociais e outros canais de comunicação para estimular hierarquias de gênero e ódio contra as mulheres. Espaços e discursos de ódio, segundo especialistas, são combustíveis para ações concretas de violência, como o caso recente de estupro coletivo contra uma adolescente no Rio de Janeiro. Ativistas e pesquisadores veem esses movimentos e ideologias como parte de um fenômeno estrutural chamado “misoginia”: o ódio contra as mulheres e a defesa da manutenção de privilégios históricos – sociais, culturais, econômicos e políticos – para os homens. Grupos misóginos têm códigos comuns para se comunicar e difundir ideias. Usam, como estratégia de falsa equivalência, o termo “misandria”, ao definir um suposto movimento de ódio e preconceito contra homens. Alegam, por exemplo, que o feminismo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há décadas, grupos de homens têm atuado em fóruns de internet, redes sociais e outros canais de comunicação para estimular hierarquias de gênero e ódio contra as mulheres. Espaços e discursos de ódio, segundo especialistas, são combustíveis para ações concretas de violência, como o caso recente de estupro coletivo contra uma adolescente no Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Entenda-o-que-sao-redpill-e-outros-termos-de-odio.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ativistas e pesquisadores veem esses movimentos e ideologias como parte de um fenômeno estrutural chamado “misoginia”: o ódio contra as mulheres e a defesa da manutenção de privilégios históricos – sociais, culturais, econômicos e políticos – para os homens.</p>
<p>Grupos misóginos têm códigos comuns para se comunicar e difundir ideias. Usam, como estratégia de falsa equivalência, o termo “misandria”, ao definir um suposto movimento de ódio e preconceito contra homens. Alegam, por exemplo, que o feminismo e leis de proteção à mulher são formas institucionalizadas de destruição da masculinidade.</p>
<p>Em resposta ao feminismo, que defende a igualdade de direitos e oportunidades, adotam o “masculinismo”: conjunto de ideologias que prega uma “masculinidade tradicional”, com direitos diferenciados para homens e mulheres.</p>
<p>A feminista e ativista Lola Aronovich sofre com ataques misóginos na internet desde 2008, quando criou o blog “Escreva Lola Escreva”. A luta dela resultou na prisão de um dos agressores e estimulou a criação da Lei nº 13.642/2018, que atribui à Polícia Federal a responsabilidade pela investigação de conteúdos misóginos na internet.</p>
<p>Ela entende que os agressores possuem um perfil muito parecido.</p>
<p>“Desde o começo do meu blog, percebi que são homens héteros, de extrema direita. Todos apoiam lideranças como Bolsonaro e Trump. Esses homens sempre carregam um combo de preconceitos. Não são apenas machistas. São também racistas, homofóbicos, gordofóbicos, xenófobos, capacitistas”, avalia Lola.</p>
<p>Conheça, abaixo, outras palavras e expressões comuns utilizadas por grupos misóginos na internet.</p>
<p>Principais grupos e comunidades</p>
<p>Machosfera: termo que engloba fóruns na internet, canais de YouTube, grupos de WhatsApp e perfis em redes sociais voltados para defesa da masculinidade tóxica, o ódio às mulheres e a oposição aos direitos femininos.</p>
<p>Chans: fóruns anônimos que são frequentemente espaços para discursos extremistas, vazamento de fotos íntimas e ataques coordenados contra mulheres.</p>
<p>Incels: contração das em inglês involuntary celibates (celibatários involuntários). São homens que alegam, de forma ressentida e violenta, não conseguir parceiras sexuais ou românticas por culpa das mulheres ou de padrões sociais.</p>
<p>Redpill: termo inspirado no filme Matrix, em que o protagonista toma uma pílula vermelha que dá a ele consciência da realidade. Na machosfera, descreve homens que acreditam ter “despertado” para uma suposta realidade em que as mulheres manipulam e exploram os homens. Pregam que o homem deve reassumir o domínio e manter a mulher submissa.</p>
<p>MGTOW (Men Going Their Own Way): homens que pregam o afastamento total de relacionamentos com mulheres, alegando que as leis e a sociedade moderna são injustas com o sexo masculino.</p>
<p>Pick Up Artists (PUA): na tradução livre, significa “artistas da sedução”. Homens que utilizam técnicas psicológicas e de manipulação para obter sexo. Tratam mulheres como objetos ou prêmios a serem conquistados.</p>
<p>Tradwife: mulheres que defendem o retorno aos papéis tradicionais de gênero, nos quais elas serão exclusivamente donas de casa e submissas ao marido.</p>
<p>Arquétipos e hierarquias:</p>
<p>Blackpill (pílula preta): enquanto o redpill prega que o homem deve acordar e agir, o blackpill afirma que o destino de um homem é determinado exclusivamente pela sua genética (aparência, altura, estrutura óssea). Para eles, se você não nasceu com características físicas superiores, não há esforço ou confiança que mude o fracasso social e amoroso.</p>
<p>Bluepill (pílula azul): termo pejorativo para descrever homens que acreditam na igualdade de gênero ou que buscam relacionamentos saudáveis, vistos pelos grupos misóginos como “alienados” ou “fracos”.</p>
<p>Chad: é o homem visto como geneticamente perfeito, atraente, confiante e sexualmente ativo. Na visão desses grupos, é o único tipo que as mulheres realmente desejam, independentemente do caráter.</p>
<p>Alfa: é o topo da hierarquia social masculina. É a idealização do homem dominante, líder, fisicamente forte, financeiramente bem-sucedido e sexualmente atraente.  Diferente do Chad (que nasce com genética privilegiada), o Alfa é visto como status que pode ser alcançado por esforço e mudança de mentalidade.</p>
<p>Beta: é o homem comum, visto como submisso, cooperativo e sem dominância social. São frequentemente ridicularizados por serem, na visão da machosfera, usados pelas mulheres apenas por estabilidade financeira.</p>
<p>Sigma: popularizado em redes como o TikTok, é o homem visto como um “alfa solitário”, que não precisa de validação social e foca apenas no próprio sucesso. O termo é frequentemente usado para mascarar isolamento e desprezo pelas mulheres.</p>
<p>Stacy: contraparte feminina do Chad. É o termo usado para descrever mulheres consideradas extremamente atraentes e de alto status social, que supostamente só se interessariam por Chads, desprezando todos os outros homens.</p>
<p>White Knight (Cavaleiro Branco): termo pejorativo para descrever homens que defendem mulheres ou causas feministas de forma mentirosa, apenas como estratégia desesperada para tentar conseguir atenção feminina ou sexo.</p>
<p>Becky: mulher considerada de aparência mediana e comum, situada abaixo da Stacy na hierarquia visual criada por essas comunidades misóginas.</p>
<p>Termos e gírias comuns</p>
<p>Depósito: gíria ofensiva usada em fóruns e redes sociais para se referir às mulheres como um todo, tratando-as meramente como recipientes para o prazer sexual masculino.</p>
<p>80/20: teoria pseudocientífica que afirma que 80% das mulheres competem por apenas 20% dos homens (os mais atraentes ou ricos), deixando o restante dos homens sem opções.</p>
<p>Hypergamy (Hipergamia): crença de que as mulheres buscam apenas parceiros de status social ou financeiro superior ao delas para tirar vantagem.</p>
<p>AWALT (All women are like that): sigla, em inglês, para “todas as mulheres são assim”, usada para estereotipar comportamentos femininos.</p>
<p>Femoids ou FHOs: significa “organismo humanóide feminino”, um termo ofensivo que sugere que mulheres são inferiores aos homens, e até mesmo subumanas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/entenda-o-que-sao-redpill-e-outros-termos-de-odio-contra-mulheres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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