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	<title>mulheres Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>mulheres Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>TSE lança campanha para incentivar candidaturas de mulheres, negros e indígenas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/tse-lanca-campanha-para-incentivar-candidaturas-de-mulheres-negros-e-indigenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 16:09:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou, nesta terça-feira (5), a “Campanha Representatividade“, que estimula a participação política de grupos historicamente sub-representados no Brasil: mulheres, negros e indígenas. A ação será veiculada nas emissoras de rádio e TV até 30 de julho.  A campanha busca mostrar a disparidade entre a realidade demográfica brasileira e o perfil atual dos ocupantes de cargos eletivos. As peças informam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou, nesta terça-feira (5), a “Campanha Representatividade“, que estimula a participação política de grupos historicamente sub-representados no Brasil: mulheres, negros e indígenas. A ação será veiculada nas emissoras de rádio e TV até 30 de julho. </p>
<p>A campanha busca mostrar a disparidade entre a realidade demográfica brasileira e o perfil atual dos ocupantes de cargos eletivos. As peças informam que a pluralidade é um pilar fundamental para o fortalecimento da democracia, a defesa de direitos específicos e a consolidação da identidade cultural do país. </p>
<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-0">Campanha </h3>
<p>A “Campanha Representatividade” conta com peças de 30 segundos — um vídeo para televisão e um spot para rádio —, além de conteúdo para os perfis oficiais da Justiça Eleitoral nas redes sociais. O plano de mídia está disponível no Portal do TSE. </p>
<p>Além do foco em representatividade, o período entre abril e julho é reservado por lei para propagandas que incentivem a participação das mulheres, dos jovens e da comunidade negra, bem como para esclarecer o funcionamento do sistema eleitoral. </p>
<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-1">Conjuntura </h3>
<p>Embora os homens ainda sejam ampla maioria nas disputas eleitorais, as candidaturas femininas cresceram nos quatro últimos pleitos. Em 2018, foram cerca de 9,2 mil candidaturas de mulheres (32%), número que chegou a aproximadamente 9,9 mil (34%) em 2022.  </p>
<p>Nas eleições municipais, houve diminuição no volume de candidaturas femininas, mas a participação se manteve estável e ainda distante da maioria masculina: mulheres foram cerca de 187 mil (34%) candidaturas em 2020 e aproximadamente 159 mil (34%) em 2024. </p>
<h3 class="wp-block-heading" id="titulo-2">Recorte racial </h3>
<p>No recorte racial, as candidaturas de pessoas negras, autodeclaradas pretas e pardas, passaram a representar a maioria nas Eleições Gerais de 2022. Em 2018, eram cerca de 13,5 mil candidaturas (46%), número que chegou a aproximadamente 14,7 mil (50%) em 2022.  </p>
<p>Nas eleições municipais, esse grupo também ampliou a participação, passando de cerca de 279 mil (50%) em 2020 para aproximadamente 239 mil (52%) em 2024. Ainda assim, as candidaturas de pessoas brancas seguem como o maior grupo isolado e mantêm predominância no cenário eleitoral, com cerca de 268 mil (49%) em 2020 e 217 mil (47%) em 2024. </p>
<p>As candidaturas indígenas também cresceram, embora ainda representem parcela bastante reduzida do total. Em 2018, foram cerca de 130 candidaturas (menos de 1%), chegando a aproximadamente 190 em 2022. Nas eleições municipais, o número passou de cerca de 2,2 mil (menos de 1%) em 2020 para aproximadamente 2,6 mil em 2024. </p></p>
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		<title>Quase 50% das mulheres maiores de 16 anos sofreram assédio em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 10:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) abriu, nessa segunda-feira (4), a Semana de Combate ao Assédio e à Discriminação 2026. De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública de 2025, 37,5% das mulheres brasileiras de 16 anos ou mais sofreram algum tipo de violência, 31% já sofreram ofensas verbais e 49% foram vítimas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) abriu, nessa segunda-feira (4), a Semana de Combate ao Assédio e à Discriminação 2026. De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública de 2025, 37,5% das mulheres brasileiras de 16 anos ou mais sofreram algum tipo de violência, 31% já sofreram ofensas verbais e 49% foram vítimas de assédio no último ano – a maior taxa, se comparada aos anos anteriores da pesquisa. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Quase-50-das-mulheres-maiores-de-16-anos-sofreram-assedio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“A partir dos números que crescem na sociedade brasileira, vemos a necessidade de debater a questão do assédio, especialmente nas instituições públicas”, disse a procuradora federal Daniela Carvalho. “O assédio, seja ele moral, sexual, eleitoral ou vertical, causa danos psicológicos, sociais, físicos e profissionais relevantes na vida das vítimas. Ele não interfere somente no indivíduo, afeta o bem-estar coletivo também”, acrescentou. </p>
<p>Para o presidente do Comitê de Promoção da Igualdade de Gênero e de Prevenção e Enfrentamento dos Assédios Moral e Sexual e da Discriminação do 1º Grau, desembargador Wagner Cinelli, o problema é um desafio a ser superado. “Existe uma preocupação muito grande do nosso tribunal para tratar o assunto. É um desafio permanente porque, na prática, o assediador, por vezes, não se vê nesse papel”. </p>
<p>De acordo com a promotora de Justiça Isabela Jourdan, o assédio começa antes do fato em si.</p>
<p>“Ele é pautado na desqualificação, na objetificação e na invisibilização. O combate não é uma opção, é uma obrigação. Existem leis que corroboram com a prática. Algumas iniciativas que auxiliam são voltadas para a educação e formação e para a promoção de um canal de escuta e acolhimento às vítimas”. </p>
<p>O combate ao assédio e à discriminação é fundamentado por lei, que instituiu o Programa de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Sexual e demais crimes contra a dignidade sexual e à violência sexual no âmbito da administração pública, direta e indireta, federal, estadual, distrital e municipal. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/quase-50-das-mulheres-maiores-de-16-anos-sofreram-assedio-em-2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mulheres são flagradas furtando cortinas e itens de decoração em loja no Parque 10</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/mulheres-sao-flagradas-furtando-cortinas-e-itens-de-decoracao-em-loja-no-parque-10/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 23:06:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Duas mulheres acabaram presas em flagrante na tarde desta sexta-feira (1º), após tentarem furtar mercadorias de uma grande loja de materiais de construção e decoração localizada na Avenida das Torres, no bairro Parque 10, zona centro-sul da capital. Flagrante pelo monitoramento A ação criminosa não passou despercebida pelo sistema de segurança do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Duas mulheres acabaram presas em flagrante na tarde desta sexta-feira (1º), após tentarem furtar mercadorias de uma grande loja de materiais de construção e decoração localizada na Avenida das Torres, no bairro Parque 10, zona centro-sul da capital.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Flagrante pelo monitoramento</h2>
<p>A ação criminosa não passou despercebida pelo sistema de segurança do estabelecimento. Segundo a Polícia Militar, os seguranças da loja monitoraram as suspeitas pelas câmeras enquanto elas selecionavam e escondiam os produtos. A abordagem ocorreu no momento em que a dupla tentava deixar o local sem pagar pelos itens.</p>
<p>Com as mulheres, os agentes de segurança recuperaram diversos objetos, com destaque para cortinas e itens de decoração de alto valor.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Procedimentos policiais</h2>
<p>Policiais da 23ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) foram acionados para realizar a condução das suspeitas. Elas foram levadas ao 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde o caso foi registrado.</p>
<p>As identidades das envolvidas foram preservadas, mas a polícia investiga se a dupla já possui histórico criminal ou participação em outros furtos a estabelecimentos comerciais na região. O material recuperado foi devolvido à gerência da loja.</p>
<p>Leia mais: </p>
<p>VÍDEO: Adolescente de 16 anos reage a tentativa de estupro e esfaqueia suspeito em Manaus</p>
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		<item>
		<title>ONU Mulheres revela avanço da violência online contra jornalistas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/onu-mulheres-revela-avanco-da-violencia-online-contra-jornalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 18:37:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Relatório lançado por ONU Mulheres, TheNerve e parceiros indica que 12% das mulheres defensoras de direitos humanos, ativistas, jornalistas, trabalhadoras da mídia e outras comunicadoras públicas relataram ter vivenciado o compartilhamento não consensual de imagens pessoais, incluindo conteúdo íntimo ou sexual. Segundo o documento Ponto de Virada: Violência Online, Impactos, Manifestações e Reparação na Era da IA, 6% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Relatório lançado por ONU Mulheres, TheNerve e parceiros indica que 12% das mulheres defensoras de direitos humanos, ativistas, jornalistas, trabalhadoras da mídia e outras comunicadoras públicas relataram ter vivenciado o compartilhamento não consensual de imagens pessoais, incluindo conteúdo íntimo ou sexual.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/ONU-Mulheres-revela-avanco-da-violencia-online-contra-jornalistas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o documento <em>Ponto de Virada: Violência Online, Impactos, Manifestações e Reparação na Era da IA</em>, 6% das entrevistadas disseram ter sido vítimas de <em>deepfakes</em>, enquanto quase uma em cada três recebeu investidas sexuais não solicitadas por meio de mensagens digitais.</p>
<p>Segundo o relatório, 41% de todas as mulheres que responderam disseram que se autocensuram nas redes sociais para evitar abusos, enquanto 19% relataram autocensura em seu trabalho profissional como resultado da violência online. Entre mulheres jornalistas e trabalhadoras da mídia, 45% relatou autocensura nas redes sociais em 2025, um aumento de 50% desde 2020, e quase 22% relataram autocensura em seu trabalho.</p>
<p>“Esse tipo de abuso é frequentemente deliberado e coordenado, desenhado para silenciar mulheres na vida pública ao mesmo tempo em que mina sua credibilidade profissional e sua reputação pessoal. Outras tendências relevantes apontam para um aumento de ações legais e de denúncias às forças de segurança entre mulheres jornalistas e trabalhadoras da mídia”, dizem organizadores do estudo. </p>
<p>De acordo com os dados, em 2025, 22% das mulheres jornalistas e trabalhadoras da mídia tinham a probabilidade de denunciar incidentes de violência online à polícia. O percentual é o dobro do índice registrado em 2020 (11%).</p>
<p>Quase 14% agora estão tomando medidas legais contra perpetradores, facilitadores ou seus empregadores, acima dos 8% registrados em 2020, refletindo maior conscientização e uma pressão mais forte por responsabilização.</p>
<p>O relatório revela ainda que o impacto da violência na saúde e bem-estar das mulheres levou (24,7%) das mulheres jornalistas e trabalhadoras da mídia entrevistadas a serem diagnosticadas com ansiedade ou depressão relacionada à violência online que vivenciaram, e quase 13% relataram diagnóstico de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).</p>
<p>A chefe da Seção de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da ONU Mulheres, Kalliopi Mingerou, destacou que a IA está tornando o abuso mais fácil e mais danoso.</p>
<p>“Isso está alimentando a erosão de direitos duramente conquistados em um contexto marcado pelo retrocesso democrático e pela misoginia em rede. Nossa responsabilidade é garantir que sistemas, leis e plataformas respondam com a urgência que essa crise exige”, afirmou.</p>
<p>Outro ponto abordado pela ONU Mulheres é o fato de que ainda há falhas na proteção legal contra a violência online, já que menos de 40% dos países têm leis em vigor para proteger mulheres contra assédio virtual ou perseguição virtual, de acordo com dados do Banco Mundial, publicados no ano passado.</p>
<p>Em todo o mundo 1,8 bilhão de mulheres e meninas continuam sem acesso à proteção legal em todo o mundo, o que corresponde a 44%.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/onu-mulheres-revela-avanco-da-violencia-online-contra-jornalistas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Marina Silva chama Eduardo Braga de intimidador de mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/marina-silva-chama-eduardo-braga-de-intimidador-de-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 20:36:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ex-ministra Marina Silva (Rede-SP), fez duras críticas ao senador Eduardo Braga (AM), após o parlamentar afirmar que a filha dela, a advogada  Moara Silva, estava defendendo a ONG Observatório do Clima no processo de judicialização da pavimentação da BR-319. Eu seu discurso na Câmara, a deputada diz que Braga tenta diminuir mulheres. “Isso faz parte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ex-ministra Marina Silva (Rede-SP), fez duras críticas ao senador Eduardo Braga (AM), após o parlamentar afirmar que a filha dela, a advogada  Moara Silva, estava defendendo a ONG Observatório do Clima no processo de judicialização da pavimentação da BR-319.</p>
<p>Eu seu discurso na Câmara, a deputada diz que Braga tenta diminuir  mulheres. “Isso faz parte da escalada de muitos que tentam intimidar mulheres quando atuam na política. Inclusive, tentam intimidar mulheres quando no exercício de suas funções profissionais, como é o caso da dra. Moara Silva Vaz de Lima. Nós não vamos nos intimidar e o meu lema sempre foi: Conhecereis a verdade a verdade vos libertará”, disse.</p>
<p>O discurso está nas redes sociais da deputada.</p>
<p>A filha de Marina Silva também postou uma resposta dura a Eduardo  Braga, e  disse  que o parlamentar tenta ganhar terreno eleitoral com a acusação. </p>
<p>Braga não respondeu a nenhuma das duas falas até o momento. </p>
<p><video height="1024" style="aspect-ratio: 576 / 1024;" width="576" controls="" src="https://politicafranca.com.br/wp-content/uploads/2026/04/braga.mp4"/></p>
<p>LEIA MAIS: Filha de Marina Silva não representa organização que judicializou BR-319 e rebate Eduardo Braga: ‘fake</p>
<p>LEIA MAIS: ONG que contestou pavimentação da BR-319 tenta se explicar: ‘não somos contra a estrada’</p>
<p>LEIA MAIS: Reviravolta: desembargadora derruba liminar e libera edital para pavimentação da BR-319</p>
<p>Leia mais: Vídeo: há 36 anos, Mestrinho dizia que Amazônia virou neurose: ‘querem matar o caboclo de fome’</p>
<p>LEIA MAIS: Às vésperas da vinda de Lula ao AM, OC entra na Justiça para barrar BR-319</p>
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		<title>Ufam abre exposição com histórias de mulheres que venceram a violência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/ufam-abre-exposicao-com-historias-de-mulheres-que-venceram-a-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 21:00:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade Federal do Amazonas abre, a partir desta quarta-feira (22), a exposição “Sem Medo de Viver”. Além disso, a mostra apresenta histórias de mulheres que enfrentaram situações de violência e reconstruíram suas trajetórias com apoio da Defensoria Pública do Estado do Amazonas. A abertura ocorre às 16h, no Centro de Convivência do campus universitário, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade Federal do Amazonas abre, a partir desta quarta-feira (22), a exposição “Sem Medo de Viver”. Além disso, a mostra apresenta histórias de mulheres que enfrentaram situações de violência e reconstruíram suas trajetórias com apoio da Defensoria Pública do Estado do Amazonas. A abertura ocorre às 16h, no Centro de Convivência do campus universitário, no setor Norte.</p>
<p>A iniciativa segue até o dia 22 de maio e, ao mesmo tempo, oferece visitação gratuita ao público. Dessa forma, a proposta busca reforçar a importância da informação e do acesso à justiça como ferramentas de transformação social.</p>
<p>Além disso, a mostra é promovida pela Pró-Reitoria de Extensão da Ufam, por meio da Escola Estadual de Socioeducação do Amazonas (EES-AM), em parceria com a Defensoria Pública, através do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Relatos mostram reconstrução de vidas</h2>
<p>A exposição reúne depoimentos de mulheres que romperam o ciclo de violência. Entre elas estão Rebeca Louise, Andréia Batista, Neuza Farias, Luciane Lopes, Darling Bessa, Simone Sousa, Vanderuth Sena, Elizabeth Sousa, Brenda Oliveira, Nadia Macedo e Maria Mônica.</p>
<p>Essas histórias, por sua vez, mostram como o apoio institucional e o acesso à rede de proteção contribuíram para a reconstrução de novas trajetórias de vida.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Defensoria reforça importância da denúncia</h2>
<p>Para o defensor público-geral Rafael Barbosa, a parceria fortalece o enfrentamento à violência e, consequentemente, incentiva a denúncia.</p>
<p>“Queremos fortalecer um ambiente de acolhimento, em que a mulher se sinta segura para relatar a violência sofrida e, a partir desse passo, iniciar um novo ciclo de vida, com acesso à proteção e aos seus direitos”, afirma Rafael Barbosa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mostra amplia alcance na capital</h2>
<p>Lançada em agosto de 2025, no Casarão da Inovação Cassina, a exposição também percorreu shoppings como Grande Circular e ViaNorte, além da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas.</p>
<p>De acordo com a defensora pública Caroline Braz, a circulação ampliou o alcance da mensagem e, assim, aproximou o público da iniciativa.</p>
<p>“Após a temporada itinerante, a exposição ocupou a recepção do Núcleo de Defesa da Mulher da Defensoria Pública. Queremos com essa iniciativa inspirar mulheres que hoje estão no meio do furacão, passando por toda a dor da violência e que, muitas vezes, não conseguem enxergar uma saída, não conseguem enxergar uma vida sem violência”, destaca.</p>
<p>Ela também reforça o impacto da chegada à Ufam.</p>
<p>“Agora chegamos até a Ufam para mostrar que o ciclo da violência pode ser ser rompido, mas que é preciso ajuda. A mostra traz mulheres que foram assistidas pela Defensoria Pública, que entraram na rede de proteção e conseguiram romper o ciclo a partir de um momento de escuta, de um atendimento, de acolhimento, e hoje elas são inspiração”, pontua.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atendimento especializado e humanizado</h2>
<p>O Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem) atua com equipe 100% feminina, formada por defensoras públicas, psicólogas e assistentes sociais.</p>
<p>Além disso, o núcleo funciona na avenida André Araújo, nº 7, bairro Adrianópolis, e atende mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Também oferece orientação jurídica, acompanhamento processual, solicitação de medidas protetivas e suporte integrado com serviços de saúde, assistência social e segurança pública.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776805221_725_Ufam-abre-exposicao-com-historias-de-mulheres-que-venceram-a.jpeg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-461214"  /></p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Amazonas tem 120 mulheres pré-selecionadas em projeto social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 19:05:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Amazonas tem 120 mulheres pré-classificadas para o projeto Defensoras Populares, iniciativa que vai formar lideranças femininas para atuação em comunidades de Manaus, Itacoatiara e Tefé. O resultado parcial da seleção está disponível no site da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O prazo para recursos segue aberto até sexta-feira (24/4), e o resultado final está previsto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Amazonas tem 120 mulheres pré-classificadas para o projeto Defensoras Populares, iniciativa que vai formar lideranças femininas para atuação em comunidades de Manaus, Itacoatiara e Tefé.</p>
<p>O resultado parcial da seleção está disponível no site da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O prazo para recursos segue aberto até sexta-feira (24/4), e o resultado final está previsto para o dia 30 de abril.</p>
<p>Ao todo, 387 mulheres se inscreveram no estado. Além disso, 267 candidatas permanecem em lista de espera e podem ser convocadas em caso de desistências nos primeiros 25% do curso.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Parceria busca ampliar acesso à justiça</h3>
<p>O projeto Defensoras Populares é uma parceria entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Defensoria Pública do Estado do Amazonas, a Fundação Oswaldo Cruz e a Fundação de Apoio à Fiocruz.</p>
<p>A iniciativa busca ampliar o acesso à justiça, promover igualdade e fortalecer a atuação comunitária nos territórios.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Curso terá duração de oito meses</h3>
<p>O curso de formação terá duração de oito meses e será realizado em formato híbrido, com aulas presenciais e online.</p>
<p>As participantes também receberão bolsa mensal de R$ 700. Durante o curso, irão desenvolver um Plano de Articulação Comunitária (PAC Popular), com propostas voltadas à garantia de direitos e ao fortalecimento das redes locais.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Defensoria destaca impacto nas comunidades</h3>
<p>Segundo o defensor público-geral, Rafael Barbosa, o projeto atua diretamente nos territórios:</p>
<p>“O projeto Defensoras Populares fortalece o acesso à justiça a partir das próprias comunidades, ao capacitar mulheres que conhecem de perto a realidade local. É uma estratégia que amplia a informação sobre direitos e contribui para transformar realidades”, afirma.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Contato para dúvidas</h3>
<p>Dúvidas e mais informações podem ser obtidas pelo e-mail: [email protected]</p>
<p><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
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		<title>Violência contra mulheres indígenas cresce 411% no Norte</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/violencia-contra-mulheres-indigenas-cresce-411-no-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 17:31:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma década, a violência contra mulheres indígenas mais que triplicou no Brasil. Na região Norte, o aumento foi de 411% entre 2014 e 2023. Diante desse cenário de vulnerabilidade e violação de direitos, a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) intensificou a atuação na capital e no interior. O objetivo é ampliar o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em uma década, a violência contra mulheres indígenas mais que triplicou no Brasil. Na região Norte, o aumento foi de 411% entre 2014 e 2023. Diante desse cenário de vulnerabilidade e violação de direitos, a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) intensificou a atuação na capital e no interior. O objetivo é ampliar o acesso à justiça e garantir a proteção de mulheres e meninas indígenas em situação de violência.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Novas leis reforçam proteção</h2>
<p>No início deste mês, um pacote de leis voltado à proteção das mulheres foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As medidas estabelecem penas mais rígidas para agressores e criam o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas.</p>
<p>Além disso, em todo o estado, a Defensoria atua por meio do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem) e do Núcleo de Defesa dos Povos Originários e Comunidades Tradicionais (Nudcit). As equipes trabalham na prevenção e no combate à violência, sobretudo em regiões isoladas do Amazonas.</p>
<p>“Em março, lançamos, em parceria com o Coletivo de Mulheres Indígenas Javari Vale da Arte, uma cartilha sobre direitos da mulher indígena, abordando violência obstétrica, de gênero e informando sobre direitos sociais e previdenciários. Reforçamos também os equipamentos públicos que podem oferecer ajuda em caso de violação desses direitos, entre eles, a Defensoria Pública”, destaca a defensora pública e coordenadora do Nudcit, Daniele Fernandes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atuação no interior e desafios de acesso</h2>
<p>Foto: Divulgação</p>
<p>Além do lançamento da cartilha, em Atalaia do Norte (distante 1.138 quilômetros de Manaus), a Defensoria acompanha denúncias que chegam ao Nudem, coordenado pela defensora pública Caroline Braz.</p>
<p>De acordo com a titular do núcleo, as violências mais recorrentes são psicológicas, sexuais e físicas. No entanto, o impacto é maior entre mulheres indígenas. Isso ocorre porque, devido às particularidades geográficas, muitas vivem em locais de difícil acesso, o que aumenta a vulnerabilidade e dificulta a denúncia.</p>
<p>“É muito importante que essa problemática tenha visibilidade para que as políticas públicas de proteção sejam fortalecidas não só aqui no Amazonas, mas em todo o Brasil. Muitas dessas violências sofridas por mulheres indígenas ocorrem em regiões isoladas, o que dificulta a investigação e as devidas punições”, pontua a defensora pública.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Dados revelam crescimento e subnotificação</h2>
<p>De acordo com levantamento do coletivo Gênero e Número, com base em dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), entre 2014 e 2023 os registros de violência contra mulheres indígenas cresceram 411% na região Norte.</p>
<p>Durante o Acampamento Terra Livre (ATL), realizado no início de abril em Brasília, lideranças indígenas denunciaram casos de violência e lançaram o documento “Território seguro para mulheres indígenas”. O texto destaca a falta de acolhimento nas denúncias e cobra o fortalecimento de políticas públicas.</p>
<p>Além disso, a subnotificação segue como um dos principais desafios no país. As barreiras geográficas e linguísticas dificultam o registro formal dos casos, o que compromete a dimensão real do problema.</p>
<p>Atualmente, o Projeto de Lei (PL) 4.381/23 tramita no Senado. A proposta estabelece medidas para o atendimento de mulheres indígenas vítimas de violência doméstica por órgãos de Justiça e Segurança Pública.</p>
<p>Um estudo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) aponta que as mortes violentas de mulheres e meninas indígenas cresceram 500% nas últimas duas décadas. O levantamento indica que a faixa etária de 15 a 29 anos concentra 40,4% dos homicídios, evidenciando maior vulnerabilidade entre jovens.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como e onde buscar ajuda</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776706319_674_Violencia-contra-mulheres-indigenas-cresce-411-no-Norte.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-460805"  />Foto: Divulgação</p>
<p>No Amazonas, mulheres vítimas de violência podem procurar delegacias na capital e no interior. O registro do Boletim de Ocorrência (B.O.) é essencial para formalizar a denúncia e acionar a rede de proteção.</p>
<p>O Nudem também oferece atendimento, mesmo sem registro prévio. Nesses casos, a equipe orienta sobre os procedimentos legais e acompanha a situação.</p>
<p>O núcleo funciona na Avenida André Araújo, nº 7, bairro Adrianópolis, com atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h. O agendamento pode ser feito pelo site da Defensoria ou pelo WhatsApp (92) 98559-1599.</p>
<p>Além disso, o Governo Federal disponibiliza a Central de Atendimento à Mulher, pelo número 180. O canal oferece informações, registra denúncias e encaminha casos aos órgãos competentes. Em situações de emergência, a orientação é ligar para o 190, da Polícia Militar.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<title>Mulheres empreendem em bioeconomia e mudam de vida no Sudeste do Pará</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-sudeste-do-para/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 15:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Paraupebas, no sudeste do Pará, a força criativa de mulheres tem transformado vidas. Seja com a produção de mel, cerâmica ou de biojoias feitas com sementes, essas mulheres mostram que é possível liderar negócios aliando a realização pessoal com a valorização cultural da região, a preservação da floresta e a geração de renda. Essas mulheres [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Paraupebas, no sudeste do Pará, a força criativa de mulheres tem transformado vidas. Seja com a produção de mel, cerâmica ou de biojoias feitas com sementes, essas mulheres mostram que é possível liderar negócios aliando a realização pessoal com a valorização cultural da região, a preservação da floresta e a geração de renda.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudeste.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Essas mulheres vivem próximas à Floresta Nacional de Carajás e à maior mina de ferro a céu aberto do mundo. E é ali que elas vêm coletando materiais para suas produções e conquistando também sua independência financeira, além de um papel de protagonismo na comunidade.</p>
<p>Uma dessas iniciativas impulsionadas por mulheres é a Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). A associação existe há cerca de dez anos e trabalha tanto com mel proveniente da apicultura, com as abelhas mais conhecidas, quanto da meliponicultura, que consiste na criação de abelhas sem ferrão, que são resgatadas de zonas de supressão.</p>
<p>O incentivo à criação de abelhas contribui não só para a preservação da natureza como também oferece alternativas de geração de renda para essas mulheres.</p>
<p>“A gente só sabia passar e cozinhar”, contou Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da associação. “Mas, quando colocaram essa ideia nas nossas cabeças, de que a gente podia fazer outras coisas fora de casa, abraçamos. Isso foi nos transformando. Até saímos para estudar&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará 19/04/2026 - Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<p>A fundadora conta que voltou a estudar com 51 anos e que muitas dessas mulheres eram analfabetas.</p>
<p>&#8220;Saímos de dentro da cozinha, de dentro daquela vida que era só a mesma, e hoje estamos empreendendo e, para nós, isso é muito gratificante”, ressaltou.</p>
<p>Agora, diz Ana Alice, elas já não têm mais tempo para cuidar dos afazeres domésticos. “Mudou tudinho. A gente não tem mais muito tempo para cozinhar, não. Nem para organizar a casa”.</p>
<p>A AFMA é composta atualmente por 23 famílias, reunindo tanto mulheres quanto homens. À semelhança das colmeias, as fêmeas cuidam dos principais afazeres desse trabalho, como cuidar das finanças e de envasar, rotular e colocar o preço no produto.</p>
<p>“Os homens vão para o apiário, mas quem administra são as mulheres”, disse Ana Alice, que já foi presidente da associação. “A gente vai organizando todo mundo e fazendo o que é melhor para produzir e para aumentar essa produção, assim como as abelhas fazem”, destacou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687239_646_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará -  19/04/2026 - Criação de abelhas da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Criação de abelhas da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Mulheres empreendedoras</h2>
<p>Só no ano passado, mais de 2 milhões de pequenos negócios abertos no Brasil foram liderados por mulheres. Os dados são do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base em dados da Receita Federal.</p>
<p>Segundo esse levantamento, quatro entre cada dez pequenos negócios abertos no país em 2025 foram criados por mulheres, superando em mais de 320 mil o verificado no ano anterior.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a gerente da Unidade de Sustentabilidade e Inovação do Sebrae no Pará, Renata Batista,  destacou que o número de mulheres donas de negócios passou de 8,2 milhões, em 2015, para 10,4 milhões, em 2025 ─ um crescimento de 27% em dez anos, acima do avanço observado entre os homens.</p>
<p>“Isso acontece por uma combinação de fatores: maior escolarização feminina, a busca por autonomia financeira, a necessidade de geração de renda e a ampliação do acesso à formalização, especialmente via MEI [microempreendedor individual]. Ao mesmo tempo, o empreendedorismo tem sido uma porta de entrada para as mulheres transformarem o conhecimento, o talento e o vínculo com o território e o negócio”, acrescentou.</p>
<p>Apesar desse crescimento, as mulheres ainda não representam nem metade dos novos pequenos empreendimentos abertos no país. No estado do Pará, por exemplo, apenas 37,6% das pequenas empresas criadas em 2025 eram lideradas por mulheres.</p>
<p>Mesmo com dificuldades, essas mulheres vêm buscando abrir espaços nesse mercado, contando com apoio do Poder Público ou de empresas privadas.</p>
<p>Diretora de soluções baseadas na natureza da mineradora Vale, Patricia Daros, afirma que os negócios tocados por mulheres extrapolam a questão da geração de renda, levantando também a questão de empoderamento feminino que começa a ser mais percebido. Na mineradora, 30% dos 50 projetos de bioeconomia apoiados recentemente são liderados por mulheres.</p>
<p>“A gente começou a perceber, desde quando a gente começou esse trabalho [de fomento], uma mudança do ponto de vista desse perfil de quem está à frente desses negócios, e as mulheres começaram, de fato, a aparecer um pouco mais ultimamente, principalmente em negócios relacionados à bioeconomia”, destacou.</p>
<h2>Preciosidades da Amazônia</h2>
<p>Emancipado em 10 de maio de 1988, após plebiscito que o desmembrou de Marabá, o município de Parauapebas tem nome de origem tupi, que significa “rio de águas rasas”. Sua formação populacional é resultado de intenso fluxo migratório, impulsionado pela descoberta e exploração de minérios na Serra dos Carajás, a partir da década de 1960.</p>
<p>Hoje, a mineração responde por boa parte da economia, com destaque para o minério de ferro, mas também cobre, manganês, níquel e ouro.</p>
<p>Apesar da mineração, têm crescido na cidade projetos de bioeconomia, como o que transforma mais de 100 tipos de sementes em biojoias que misturam arte e sustentabilidade.</p>
<p>Secretária da Associação Preciosidades da Amazônia e futura presidente da Cooperativa de Trabalho Artesanal da Amazônia, Luciene Padilha, contou que a associação impacta não só a vida financeira, mas também a parte social, econômica e emocional das 12 mulheres participantes.</p>
<p>“Quando fizemos o curso, éramos mulheres em situação de vulnerabilidade, mulheres que não saíam de casa porque tinham medo. Seus provedores diziam: ‘você não sabe, você não pode’. Hoje elas já se posicionam, já se sentem mais fortalecidas e trabalham com empreendedorismo feminino”, comemorou.</p>
<p>A Associação Preciosidades da Amazônia tem apoio da prefeitura, da Vale, do Sebrae e da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). Tesoureira do grupo, Sandra Brasil explicou que é da natureza que elas extraem as sementes e também sua renda.</p>
<p>“Nós trabalhamos com materiais vegetais e tudo o que a natureza nos permite usar. Nós estamos com um tesouro na mão. Não é só ouro e prata que são tesouros. Nós aprendemos a reconhecer a natureza como o verdadeiro tesouro da humanidade”, destacou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687239_712_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará 19/04/2026 -  Biojoias produzidas pela Associação Preciosidades da Amazônia. Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Biojoias produzidas pela Associação Preciosidades da Amazônia. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<p>Após terem aprendido a confeccionar suas peças, essas artesãs agora têm sido mentoras de novas gerações de empreendedoras. “Quando nós saímos da sala de aula, já saímos com conhecimento suficiente para repassar [para outras pessoas]. Hoje em dia, todas nós vamos para a sala de aula. Já demos até oficinas”, ressaltou.</p>
<p>As biojoias produzidas por essas artesãs têm fortalecido a economia local e contribuído para o sustento de muitas famílias. Mais do que contar histórias, essas peças têm fortalecido laços e também ajudado a preservar a Amazônia.</p>
<p>Para Renata Batista, projetos desse tipo são estratégicos porque mostram, na prática, que é possível gerar renda com a floresta preservada, agregando valor à biodiversidade, ao conhecimento local e a cultura brasileira.</p>
<p>&#8220;No caso das biojoias, ainda há um componente muito forte de identidade e diferenciação. O Sebrae aponta que esse mercado vem ganhando espaço porque une materiais naturais, processo artesanal e valorização de histórias, crenças e tradições do país”.</p>
<h2>Mulheres de barro</h2>
<p>Já o grupo Mulheres de Barro, formado por ceramistas de Parauapebas, surgiu durante a implantação do projeto Salobo, maior projeto de exploração de minério de cobre do país, tocado pela Vale no interior da Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri (Flonata), em Marabá.</p>
<p>Durante o projeto Salobo, foram encontrados artefatos arqueológicos presentes na floresta e que datam de 6 mil anos atrás. E foi a partir dos trabalhos de prospecção e de salvamento arqueológico desses artefatos, conduzidos pelo Museu Paraense Emílio Goeldi e pela Vale, que o grupo se formou. Em oficinas de educação patrimonial, essas mulheres conheceram a história local e tiveram acesso a ensinamentos sobre a cerâmica, o que permitiu que criassem peças inspiradas nesse passado.</p>
<p>Nessas oficinas, elas aprenderam que a cerâmica produzida pelos povos que habitavam as proximidades do Rio Itacaiúnas e seus afluentes eram utilizadas para rituais ou como objetos de uso cotidiano. Desde então, a partir dessa memória, essas artesãs começaram a produzir novas histórias e a moldar peças contemporâneas com referências arqueológicas.</p>
<p>As formas e grafismos dessas novas peças são inspiradas nos vestígios recuperados nesses sítios arqueológicos da Serra dos Carajás. Já a base da pintura são pigmentos provenientes de minerais da região, como minério de ferro, manganês e argilas coloridas.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687239_739_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará 19/04/2026 - Cerâmicas produzidas pelo grupo Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Cerâmicas produzidas pelo grupo Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<p>Presidente do Centro Mulheres de Barro, Sandra dos Santos Silva contou que, depois de 2002, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) incluiu no processo de licenciamento das pesquisas arqueológicas uma obrigação de fazer educação patrimonial para informar a comunidade do entorno sobre os resultados.</p>
<p>&#8220;E foi aí que eu digo que o universo conspirou a nosso favor, porque a gente estava buscando isso: participamos dessa formação durante seis anos. A gente não sabia fazer cerâmica, aprendemos do zero”, contou ela, que lidera uma cooperativa formada por 18 mulheres e quatro homens, que não só fabricam peças como também ministram cursos e oficinas.</p>
<p>Agora, essas mulheres ajudam a preservar a memória ancestral da região e também a floresta onde esses vestígios de cerâmicas foram encontrados. Para isso, elas deixam de coletar a argila diretamente da natureza, o que seria um processo degradante, para utilizar sobras de construções para a produção de suas peças.</p>
<p>“Com essa ideia de sustentabilidade, observamos que sempre há sobra [de argila] em todas as construções na cidade. Era uma quantidade imensa de argila descartada. A gente usa esse descarte das obras para fazer um processo de peneiramento da argila: a gente dilui, peneira, bate numa betoneira, dilui muito bem, coloca para decantar e aí vai tirando a água até ela ficar na consistência de um açaí do grosso. Daí, coloca para desidratar até chegar ao ponto de modelagem”, explicou Sandra.</p>
<p>Por meio desses trabalhos, o Centro Mulheres de Barro vem mudando a vida de várias mulheres de Parauapebas. E esse conhecimento ancestral, que chegou às fundadoras do Mulheres de Barro, agora começa também a ser repassado para as novas gerações.</p>
<p>“Eu nunca tinha mexido com barro. Mas agora me sinto muito feliz”, contou Maria do Socorro Assunção Teixeira, 62 anos, uma das fundadoras do grupo. “Agora eu me vejo como multiplicadora de conhecimento. Nós passamos [esse conhecimento] para outras pessoas”, ressaltou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687240_442_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará19/04/2026 - Maria do Socorro Assunção Teixeira, fundadora do Centro Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Maria do Socorro Assunção Teixeira, fundadora do Centro Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Bioeconomia</h2>
<p>Essas pequenas iniciativas lideradas por mulheres no Pará são exemplos de projetos de bioeconomia, um modelo econômico baseado no uso sustentável de recursos naturais.</p>
<p>“Quando uma mulher lidera um negócio de economia no território amazônico, ela não está apenas vendendo um produto, mas ela está ajudando a construir uma economia mais enraizada no território, com mais identidade, mais valor agregado e mais capacidade de distribuir renda localmente”, destacou a gerente do Sebrae no Pará.</p>
<p>“Negócios como biojoias, artesanato de base sustentável, cosméticos naturais e outros produtos da sociobiodiversidade mostram que a Amazônia pode ser também o espaço de inovação econômica baseada em ativos da floresta e não só em atividade de baixo valor local”, acrescentou.</p>
<p>Além desses projetos serem sustentáveis, eles também fortalecem as tradições locais e as cadeias produtivas. Na Amazônia, os resultados positivos dessa forma sustentável de negócio têm atraído, cada vez mais, investimentos de governos e da iniciativa privada.</p>
<p>Todos os projetos citados nesta matéria, por exemplo, receberam apoio do Fundo Vale, associação sem fins lucrativos mantida pela mineradora e que busca acelerar negócios de impacto que valorizam a floresta em pé e o uso sustentável da terra.</p>
<p>“Quando a Vale lançou o Fundo Vale, nós olhamos numa perspectiva de pensar essa economia da floresta numa lógica mais justa e de desenvolvimento territorial. Já aportamos mais de R$ 430 milhões em mais de 146 iniciativas na região”, destacou Patricia Daros.</p>
<p>A cada ano, essa bioeconomia da sociobiodiversidade tem movimentado R$ 13,5 bilhões no estado do Pará, impulsionada por cadeias produtivas ligadas à floresta, aos rios e à agricultura familiar. No entanto, esses negócios ligados à biodiversidade, principalmente os tocados por mulheres, ainda enfrentam algumas dificuldades para se manterem em pé.</p>
<p>“Há desafios que são comuns a qualquer empreendedor, como acesso ao mercado, gestão financeira, capital de giro, planejamento e competitividade. Mas, no caso das mulheres, existem ainda barreiras adicionais. O Sebrae destaca que, logo que elas abrem os negócios em proporções semelhantes às dos homens, mesmo elas sendo em média mais escolarizadas, esses empreendimentos tendem a faturar menos”, disse Renata Batista.</p>
<p>Além disso, ressaltou ela, as mulheres tendem a ter mais dificuldade de acesso ao crédito e enfrentam sobrecarga no trabalho, pois tendem a acumular outras atividades relacionadas a afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, o que afeta o tempo disponível para qualificação, gestão, capacitação e expansão do negócio.</p>
<p>Por isso, o Sebrae destaca que, para que um negócio relacionado à sociobiodiversidade possa dar bons frutos, é necessário não só produzir bem, mas também estruturar bem a cadeia, a comercialização do produto e o financiamento para o projeto ─ que deve ser compatível com a realidade no campo.</p>
<p>Para fortalecer esses projetos de bioeconomia, o governo federal apresentou recentemente o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio). Um dos eixos desse plano é voltado para projetos relacionados à sociobioeconomia e os ativos ambientais.</p>
<p><em>*A repórter viajou a convite da Vale.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-sudeste-do-para" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mulheres empreendem em bioeconomia e mudam de vida no Sudoeste do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 12:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Paraupebas, no sudeste do Pará, a força criativa de mulheres tem transformado vidas. Seja com a produção de mel, cerâmica ou de biojoias feitas com sementes, essas mulheres mostram que é possível liderar negócios aliando a realização pessoal com a valorização cultural da região, a preservação da floresta e a geração de renda. Essas mulheres [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Paraupebas, no sudeste do Pará, a força criativa de mulheres tem transformado vidas. Seja com a produção de mel, cerâmica ou de biojoias feitas com sementes, essas mulheres mostram que é possível liderar negócios aliando a realização pessoal com a valorização cultural da região, a preservação da floresta e a geração de renda.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Essas mulheres vivem próximas à Floresta Nacional de Carajás e à maior mina de ferro a céu aberto do mundo. E é ali que elas vêm coletando materiais para suas produções e conquistando também sua independência financeira, além de um papel de protagonismo na comunidade.</p>
<p>Uma dessas iniciativas impulsionadas por mulheres é a Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). A associação existe há cerca de dez anos e trabalha tanto com mel proveniente da apicultura, com as abelhas mais conhecidas, quanto da meliponicultura, que consiste na criação de abelhas sem ferrão, que são resgatadas de zonas de supressão.</p>
<p>O incentivo à criação de abelhas contribui não só para a preservação da natureza como também oferece alternativas de geração de renda para essas mulheres.</p>
<p>“A gente só sabia passar e cozinhar”, contou Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da associação. “Mas, quando colocaram essa ideia nas nossas cabeças, de que a gente podia fazer outras coisas fora de casa, abraçamos. Isso foi nos transformando. Até saímos para estudar&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará 19/04/2026 - Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<p>A fundadora conta que voltou a estudar com 51 anos e que muitas dessas mulheres eram analfabetas.</p>
<p>&#8220;Saímos de dentro da cozinha, de dentro daquela vida que era só a mesma, e hoje estamos empreendendo e, para nós, isso é muito gratificante”, ressaltou.</p>
<p>Agora, diz Ana Alice, elas já não têm mais tempo para cuidar dos afazeres domésticos. “Mudou tudinho. A gente não tem mais muito tempo para cozinhar, não. Nem para organizar a casa”.</p>
<p>A AFMA é composta atualmente por 23 famílias, reunindo tanto mulheres quanto homens. À semelhança das colmeias, as fêmeas cuidam dos principais afazeres desse trabalho, como cuidar das finanças e de envasar, rotular e colocar o preço no produto.</p>
<p>“Os homens vão para o apiário, mas quem administra são as mulheres”, disse Ana Alice, que já foi presidente da associação. “A gente vai organizando todo mundo e fazendo o que é melhor para produzir e para aumentar essa produção, assim como as abelhas fazem”, destacou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687239_646_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará -  19/04/2026 - Criação de abelhas da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Criação de abelhas da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Mulheres empreendedoras</h2>
<p>Só no ano passado, mais de 2 milhões de pequenos negócios abertos no Brasil foram liderados por mulheres. Os dados são do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base em dados da Receita Federal.</p>
<p>Segundo esse levantamento, quatro entre cada dez pequenos negócios abertos no país em 2025 foram criados por mulheres, superando em mais de 320 mil o verificado no ano anterior.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a gerente da Unidade de Sustentabilidade e Inovação do Sebrae no Pará, Renata Batista,  destacou que o número de mulheres donas de negócios passou de 8,2 milhões, em 2015, para 10,4 milhões, em 2025 ─ um crescimento de 27% em dez anos, acima do avanço observado entre os homens.</p>
<p>“Isso acontece por uma combinação de fatores: maior escolarização feminina, a busca por autonomia financeira, a necessidade de geração de renda e a ampliação do acesso à formalização, especialmente via MEI [microempreendedor individual]. Ao mesmo tempo, o empreendedorismo tem sido uma porta de entrada para as mulheres transformarem o conhecimento, o talento e o vínculo com o território e o negócio”, acrescentou.</p>
<p>Apesar desse crescimento, as mulheres ainda não representam nem metade dos novos pequenos empreendimentos abertos no país. No estado do Pará, por exemplo, apenas 37,6% das pequenas empresas criadas em 2025 eram lideradas por mulheres.</p>
<p>Mesmo com dificuldades, essas mulheres vêm buscando abrir espaços nesse mercado, contando com apoio do Poder Público ou de empresas privadas.</p>
<p>Diretora de soluções baseadas na natureza da mineradora Vale, Patricia Daros, afirma que os negócios tocados por mulheres extrapolam a questão da geração de renda, levantando também a questão de empoderamento feminino que começa a ser mais percebido. Na mineradora, 30% dos 50 projetos de bioeconomia apoiados recentemente são liderados por mulheres.</p>
<p>“A gente começou a perceber, desde quando a gente começou esse trabalho [de fomento], uma mudança do ponto de vista desse perfil de quem está à frente desses negócios, e as mulheres começaram, de fato, a aparecer um pouco mais ultimamente, principalmente em negócios relacionados à bioeconomia”, destacou.</p>
<h2>Preciosidades da Amazônia</h2>
<p>Emancipado em 10 de maio de 1988, após plebiscito que o desmembrou de Marabá, o município de Parauapebas tem nome de origem tupi, que significa “rio de águas rasas”. Sua formação populacional é resultado de intenso fluxo migratório, impulsionado pela descoberta e exploração de minérios na Serra dos Carajás, a partir da década de 1960.</p>
<p>Hoje, a mineração responde por boa parte da economia, com destaque para o minério de ferro, mas também cobre, manganês, níquel e ouro.</p>
<p>Apesar da mineração, têm crescido na cidade projetos de bioeconomia, como o que transforma mais de 100 tipos de sementes em biojoias que misturam arte e sustentabilidade.</p>
<p>Secretária da Associação Preciosidades da Amazônia e futura presidente da Cooperativa de Trabalho Artesanal da Amazônia, Luciene Padilha, contou que a associação impacta não só a vida financeira, mas também a parte social, econômica e emocional das 12 mulheres participantes.</p>
<p>“Quando fizemos o curso, éramos mulheres em situação de vulnerabilidade, mulheres que não saíam de casa porque tinham medo. Seus provedores diziam: ‘você não sabe, você não pode’. Hoje elas já se posicionam, já se sentem mais fortalecidas e trabalham com empreendedorismo feminino”, comemorou.</p>
<p>A Associação Preciosidades da Amazônia tem apoio da prefeitura, da Vale, do Sebrae e da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). Tesoureira do grupo, Sandra Brasil explicou que é da natureza que elas extraem as sementes e também sua renda.</p>
<p>“Nós trabalhamos com materiais vegetais e tudo o que a natureza nos permite usar. Nós estamos com um tesouro na mão. Não é só ouro e prata que são tesouros. Nós aprendemos a reconhecer a natureza como o verdadeiro tesouro da humanidade”, destacou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687239_712_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará 19/04/2026 -  Biojoias produzidas pela Associação Preciosidades da Amazônia. Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Biojoias produzidas pela Associação Preciosidades da Amazônia. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
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<p>Após terem aprendido a confeccionar suas peças, essas artesãs agora têm sido mentoras de novas gerações de empreendedoras. “Quando nós saímos da sala de aula, já saímos com conhecimento suficiente para repassar [para outras pessoas]. Hoje em dia, todas nós vamos para a sala de aula. Já demos até oficinas”, ressaltou.</p>
<p>As biojoias produzidas por essas artesãs têm fortalecido a economia local e contribuído para o sustento de muitas famílias. Mais do que contar histórias, essas peças têm fortalecido laços e também ajudado a preservar a Amazônia.</p>
<p>Para Renata Batista, projetos desse tipo são estratégicos porque mostram, na prática, que é possível gerar renda com a floresta preservada, agregando valor à biodiversidade, ao conhecimento local e a cultura brasileira.</p>
<p>&#8220;No caso das biojoias, ainda há um componente muito forte de identidade e diferenciação. O Sebrae aponta que esse mercado vem ganhando espaço porque une materiais naturais, processo artesanal e valorização de histórias, crenças e tradições do país”.</p>
<h2>Mulheres de barro</h2>
<p>Já o grupo Mulheres de Barro, formado por ceramistas de Parauapebas, surgiu durante a implantação do projeto Salobo, maior projeto de exploração de minério de cobre do país, tocado pela Vale no interior da Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri (Flonata), em Marabá.</p>
<p>Durante o projeto Salobo, foram encontrados artefatos arqueológicos presentes na floresta e que datam de 6 mil anos atrás. E foi a partir dos trabalhos de prospecção e de salvamento arqueológico desses artefatos, conduzidos pelo Museu Paraense Emílio Goeldi e pela Vale, que o grupo se formou. Em oficinas de educação patrimonial, essas mulheres conheceram a história local e tiveram acesso a ensinamentos sobre a cerâmica, o que permitiu que criassem peças inspiradas nesse passado.</p>
<p>Nessas oficinas, elas aprenderam que a cerâmica produzida pelos povos que habitavam as proximidades do Rio Itacaiúnas e seus afluentes eram utilizadas para rituais ou como objetos de uso cotidiano. Desde então, a partir dessa memória, essas artesãs começaram a produzir novas histórias e a moldar peças contemporâneas com referências arqueológicas.</p>
<p>As formas e grafismos dessas novas peças são inspiradas nos vestígios recuperados nesses sítios arqueológicos da Serra dos Carajás. Já a base da pintura são pigmentos provenientes de minerais da região, como minério de ferro, manganês e argilas coloridas.</p>
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<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687239_739_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará 19/04/2026 - Cerâmicas produzidas pelo grupo Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Cerâmicas produzidas pelo grupo Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
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<p>Presidente do Centro Mulheres de Barro, Sandra dos Santos Silva contou que, depois de 2002, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) incluiu no processo de licenciamento das pesquisas arqueológicas uma obrigação de fazer educação patrimonial para informar a comunidade do entorno sobre os resultados.</p>
<p>&#8220;E foi aí que eu digo que o universo conspirou a nosso favor, porque a gente estava buscando isso: participamos dessa formação durante seis anos. A gente não sabia fazer cerâmica, aprendemos do zero”, contou ela, que lidera uma cooperativa formada por 18 mulheres e quatro homens, que não só fabricam peças como também ministram cursos e oficinas.</p>
<p>Agora, essas mulheres ajudam a preservar a memória ancestral da região e também a floresta onde esses vestígios de cerâmicas foram encontrados. Para isso, elas deixam de coletar a argila diretamente da natureza, o que seria um processo degradante, para utilizar sobras de construções para a produção de suas peças.</p>
<p>“Com essa ideia de sustentabilidade, observamos que sempre há sobra [de argila] em todas as construções na cidade. Era uma quantidade imensa de argila descartada. A gente usa esse descarte das obras para fazer um processo de peneiramento da argila: a gente dilui, peneira, bate numa betoneira, dilui muito bem, coloca para decantar e aí vai tirando a água até ela ficar na consistência de um açaí do grosso. Daí, coloca para desidratar até chegar ao ponto de modelagem”, explicou Sandra.</p>
<p>Por meio desses trabalhos, o Centro Mulheres de Barro vem mudando a vida de várias mulheres de Parauapebas. E esse conhecimento ancestral, que chegou às fundadoras do Mulheres de Barro, agora começa também a ser repassado para as novas gerações.</p>
<p>“Eu nunca tinha mexido com barro. Mas agora me sinto muito feliz”, contou Maria do Socorro Assunção Teixeira, 62 anos, uma das fundadoras do grupo. “Agora eu me vejo como multiplicadora de conhecimento. Nós passamos [esse conhecimento] para outras pessoas”, ressaltou.</p>
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<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687240_442_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará19/04/2026 - Maria do Socorro Assunção Teixeira, fundadora do Centro Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Maria do Socorro Assunção Teixeira, fundadora do Centro Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
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<h2>Bioeconomia</h2>
<p>Essas pequenas iniciativas lideradas por mulheres no Pará são exemplos de projetos de bioeconomia, um modelo econômico baseado no uso sustentável de recursos naturais.</p>
<p>“Quando uma mulher lidera um negócio de economia no território amazônico, ela não está apenas vendendo um produto, mas ela está ajudando a construir uma economia mais enraizada no território, com mais identidade, mais valor agregado e mais capacidade de distribuir renda localmente”, destacou a gerente do Sebrae no Pará.</p>
<p>“Negócios como biojoias, artesanato de base sustentável, cosméticos naturais e outros produtos da sociobiodiversidade mostram que a Amazônia pode ser também o espaço de inovação econômica baseada em ativos da floresta e não só em atividade de baixo valor local”, acrescentou.</p>
<p>Além desses projetos serem sustentáveis, eles também fortalecem as tradições locais e as cadeias produtivas. Na Amazônia, os resultados positivos dessa forma sustentável de negócio têm atraído, cada vez mais, investimentos de governos e da iniciativa privada.</p>
<p>Todos os projetos citados nesta matéria, por exemplo, receberam apoio do Fundo Vale, associação sem fins lucrativos mantida pela mineradora e que busca acelerar negócios de impacto que valorizam a floresta em pé e o uso sustentável da terra.</p>
<p>“Quando a Vale lançou o Fundo Vale, nós olhamos numa perspectiva de pensar essa economia da floresta numa lógica mais justa e de desenvolvimento territorial. Já aportamos mais de R$ 430 milhões em mais de 146 iniciativas na região”, destacou Patricia Daros.</p>
<p>A cada ano, essa bioeconomia da sociobiodiversidade tem movimentado R$ 13,5 bilhões no estado do Pará, impulsionada por cadeias produtivas ligadas à floresta, aos rios e à agricultura familiar. No entanto, esses negócios ligados à biodiversidade, principalmente os tocados por mulheres, ainda enfrentam algumas dificuldades para se manterem em pé.</p>
<p>“Há desafios que são comuns a qualquer empreendedor, como acesso ao mercado, gestão financeira, capital de giro, planejamento e competitividade. Mas, no caso das mulheres, existem ainda barreiras adicionais. O Sebrae destaca que, logo que elas abrem os negócios em proporções semelhantes às dos homens, mesmo elas sendo em média mais escolarizadas, esses empreendimentos tendem a faturar menos”, disse Renata Batista.</p>
<p>Além disso, ressaltou ela, as mulheres tendem a ter mais dificuldade de acesso ao crédito e enfrentam sobrecarga no trabalho, pois tendem a acumular outras atividades relacionadas a afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, o que afeta o tempo disponível para qualificação, gestão, capacitação e expansão do negócio.</p>
<p>Por isso, o Sebrae destaca que, para que um negócio relacionado à sociobiodiversidade possa dar bons frutos, é necessário não só produzir bem, mas também estruturar bem a cadeia, a comercialização do produto e o financiamento para o projeto ─ que deve ser compatível com a realidade no campo.</p>
<p>Para fortalecer esses projetos de bioeconomia, o governo federal apresentou recentemente o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio). Um dos eixos desse plano é voltado para projetos relacionados à sociobioeconomia e os ativos ambientais.</p>
<p><em>*A repórter viajou a convite da Vale.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-sudoeste-do-para" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-sudoeste-do-para/">Mulheres empreendem em bioeconomia e mudam de vida no Sudoeste do Pará</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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