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	<title>Niño Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Niño Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Meteorologistas dizem que não é possível associar ventanias ao El Niño</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/meteorologistas-dizem-que-nao-e-possivel-associar-ventanias-ao-el-nino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 15:32:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fortes ventos provocaram estragos e mortes nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo na tarde desta quarta-feira (30). Uma estação meteorológica da capital fluminense chegou a registrar ventos de 105 km/h. Segundo Suellen Araujo, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o evento foi provocado pela formação de uma zona de baixa pressão atmosférica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Fortes ventos provocaram estragos e mortes nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo na tarde desta quarta-feira (30). Uma estação meteorológica da capital fluminense chegou a registrar ventos de 105 km/h.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Meteorologistas-dizem-que-nao-e-possivel-associar-ventanias-ao-El.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo Suellen Araujo, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o evento foi provocado pela formação de uma zona de baixa pressão atmosférica na região, associada ao deslocamento do ar nas camadas superiores da atmosfera, chamado de “escoamento”.</p>
<p>“A conjunção desses fatores auxiliou realmente na formação dessa instabilidade, que trouxe essas rajadas bem intensas. Inclusive, tivemos rajadas em torno de 100 km/h em ambos os estados”, explicou a meteorologista.</p>
<p>O coordenador geral de Operações e Modelagem do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), Marcelo Seluchi, destaca que as rajadas de vento se formaram a partir de uma linha de estabilidade.</p>
<p>“É uma linha de tempestades alinhadas, como o nome indica, uma ao lado da outra, que se formaram sobre uma frente fria que estava na Região Sul do Brasil. Essa linha de tempestades formou o que se chama uma frente de rajada, que foi a ventania que nós sentimos ontem à tarde”, esclareceu.</p>
<p>Ele explica que a frente de rajada avança mais rápido que a linha de nuvens da tempestade e que a tempestade, em si, nem ocorreu.</p>
<p>“Aqui onde nós estamos, no Vale do Paraíba [em São José dos Campos/SP], choveu mais no final da tarde e início da noite. Choveu um pouco, que foi o que restou daquela linha de tempestades que foi dissipando conforme elas foram avançando para o norte. Elas começaram lá no Paraná, Santa Catarina, mas, avançando para o norte, elas foram dissipando”, disse Seluchi.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Meteorologistas-dizem-que-nao-e-possivel-associar-ventanias-ao-El.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 22/09/2025 - Fortes chuvas e ventania derrubaram árvore na rua Dr Carvalho de Mendonça, na Barra Funda. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Fortes chuvas e ventania derrubaram árvore em São Paulo &#8211; Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>El Niño</h2>
<p>Tanto a meteorologista do Inmet quanto o coordenador do Cemaden avaliam que não é possível, ainda, associar o evento de quarta-feira ao El Niño, um fenômeno recorrente que consiste no aquecimento das águas do Oceano Pacífico, de tempos em tempos, e que provoca alterações no clima global.</p>
<p>Neste ano, espera-se um El Niño mais intenso. Segundo a Administração Atmosférica e Oceânica Nacional dos Estados Unidos (Noaa), há uma probabilidade grande de que nesta temporada o El Niño seja o mais forte dos últimos 76 anos.</p>
<p>“Teria que fazer uma avaliação um pouco mais minuciosa para poder verificar se [os ventos fortes de Rio e São Paulo] tem alguma coisa relacionada a esse fenômeno”, afirma Suellen Araujo.</p>
<p>Segundo Seluchi, é difícil estabelecer uma relação direta dos ventos fortes com o El Niño, mas esclarece que a linha de tempestades que os provocou formou-se a partir de uma frente estacionária que estava sobre o sul do Brasil.</p>
<p>“A frequência com que essas frentes estacionárias estão atuando na Região Sul já tem a ver com o fenômeno do El Niño. As frentes estão se tornando estacionárias com mais frequência, está chovendo com mais frequência e mais volume na Região Sul. E a linha de instabilidade é um efeito secundário, digamos, da presença dessas frentes na região sul”, disse.</p>
<p>Seluchi ressalta, no entanto, que a linha de instabilidade e as rajadas de vento são fenômenos que podem acontecer em qualquer época do ano. </p>
<p>“Acontece também em anos que não são do El Niño. A relação [das rajadas de vento] com o El Niño é mais difícil de estabelecer. Eu acho [que tem], mas é difícil provar que essa uma relação indireta”.</p>
<p>O meteorologista Thiago Sousa, doutorando da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), entende que é preciso ter estudos mais profundos para encontrar uma possível vinculação entre a ventania e o El Niño.</p>
<p>“Não tem como afirmar e nem contrariar essa correlação, que precisa ser estudada para depois, mais a frente, para se relacionar com o Super El Niño”, disse.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/meteorologistas-dizem-que-nao-e-possivel-associar-ventanias-ao-el-nino" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>El Niño pode aumentar casos de chikungunya e dengue no Brasil</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/el-nino-pode-aumentar-casos-de-chikungunya-e-dengue-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 17:10:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fenômeno climático El Niño pode se manifestar de forma moderada a forte a partir do segundo semestre deste ano, o que favorece a multiplicação do mosquito Aedes aegypti, aponta o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Diante deste cenário, o Ministério da saúde emitiu uma nota técnica para alertar estados e municípios sobre o aumento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fenômeno climático El Niño pode se manifestar de forma moderada a forte a partir do segundo semestre deste ano, o que favorece a multiplicação do mosquito <em>Aedes aegypti</em>, aponta o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/El-Nino-pode-aumentar-casos-de-chikungunya-e-dengue-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Diante deste cenário, o Ministério da saúde emitiu uma nota técnica para alertar estados e municípios sobre o aumento de arboviroses, como dengue e Chikungunya. De acordo com as projeções do InfoDengue/Fiocruz, o país pode registrar cerca de 1,7 milhão de casos de dengue em 2027.</p>
<p>A elevação das temperaturas e o aumento das chuvas em certos locais estimulam o acúmulo de água, o que cria ambientes propícios para criadouros do vetor.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>Para atenuar esse cenário, o Ministério da Saúde defende que haja a intensificação de ações de vigilância e controle por parte de estados e municípios.</p>
<p>O órgão recomenda bloqueios de transmissão logo após a identificação dos primeiros casos, reestruturação das tarefas executadas pelos agentes de combate às endemias e a aplicação das tecnologias de controle de vetores indicadas pelo ministério.</p>
<p>Também é importante que a população fique atenta a possíveis criadouros de mosquitos em suas casas, além de prestar atenção aos sinais e sintomas dos vírus.</p>
<p>Por se tratar de estimativas epidemiológicas, as projeções podem passar por ajustes e atualizações de acordo com novas informações implementadas nos modelos.</p>
<h2>Casos em queda</h2>
<p>Apesar do cenário de atenção, o país apresentou redução no número de casos dessas doenças neste ano.</p>
<p>Até 20 de junho de 2026, foram registrados 392,8 mil casos de dengue, o que representa queda de 73% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os casos de Chikungunya também apresentaram redução, de 46%.</p>
<p><em>*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/el-nino-pode-aumentar-casos-de-chikungunya-e-dengue-no-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Verão amazônico começa com El Niño e previsão aponta calor acima da média em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/verao-amazonico-comeca-com-el-nino-e-previsao-aponta-calor-acima-da-media-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 11:41:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O calor intenso já mudou a rotina dos moradores de Manaus neste início de julho. As temperaturas elevadas, a sensação térmica sufocante e a redução das chuvas marcam o início do chamado verão amazônico, período de estiagem na região que ocorre, tradicionalmente, entre julho e novembro. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Amazonas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O calor intenso já mudou a rotina dos moradores de Manaus neste início de julho. As temperaturas elevadas, a sensação térmica sufocante e a redução das chuvas marcam o início do chamado verão amazônico, período de estiagem na região que ocorre, tradicionalmente, entre julho e novembro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Amazonas deve registrar temperaturas pelo menos 1°C acima da média histórica durante julho. Além disso, a tendência aponta redução das chuvas. Esse cenário favorece a propagação de incêndios, acelera a vazante dos rios e aumenta os impactos no abastecimento de água, na agricultura e na qualidade do ar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A preocupação cresce diante do fortalecimento do El Niño no Oceano Pacífico. O boletim mais recente do Climate Prediction Center (CPC), da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), indica que o fenômeno já está estabelecido. A previsão aponta 63% de probabilidade de atingir intensidade muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027, condição popularmente conhecida como “super El Niño”, embora essa não seja uma classificação científica oficial.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A meteorologista Andrea Ramos explica que o calor registrado em Manaus ocorre pela combinação entre características naturais do clima amazônico e fatores globais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“No verão amazônico ocorre redução gradual das chuvas, maior incidência de radiação solar e menor cobertura de nuvens, o que favorece um aquecimento mais intenso da superfície. Esse comportamento pode ser reforçado pelo aquecimento anômalo das águas do Oceano Pacífico Equatorial, associado ao El Niño”, destacou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, os mapas de prognóstico climático apontam anomalias positivas de temperatura em praticamente toda a Região Norte. Dessa forma, cresce a probabilidade de temperaturas acima da média histórica. Além do calor, os modelos também indicam redução das chuvas em parte do Amazonas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Existe um indicativo de precipitações abaixo da média em áreas do estado. O El Niño tem justamente essa característica de reduzir as chuvas em boa parte da Amazônia, embora seus efeitos não ocorram de forma uniforme em toda a região”, explicou.</p>
<p>Prognóstico de Temperatura e Chuva no Brasil<br />Foto: Divulgação</p>
<h2 class="wp-block-heading">Calor pode ficar ainda mais intenso nos próximos meses</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os especialistas alertam que o cenário atual pode se intensificar entre agosto e outubro, período normalmente mais seco na Amazônia. No entanto, Andrea ressaltou que ainda não é possível afirmar que 2026 repetirá a gravidade das secas históricas registradas em 2023 e 2024.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Aqueles eventos foram resultado da combinação entre um El Niño muito intenso, o aquecimento excepcional do Atlântico Tropical Norte e outros fatores atmosféricos. Embora exista aumento do risco de estiagem, a intensidade dos impactos ainda dependerá da evolução desses sistemas climáticos.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, o Rio Negro atingiu a menor cota já registrada na capital, chegando a apenas 12,11 metros.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas grandes estiagens, o Amazonas enfrentou consequências severas. Em 2023, foram registrados 19.601 focos de calor no Estado. Já em 2024, o número subiu para 25.499, recorde histórico. Além disso, a fumaça das queimadas encobriu Manaus durante semanas, prejudicou a qualidade do ar e provocou até o cancelamento de voos no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="460" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-El-Nino-e-eleva.jpg?resize=740%2C460&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-478481"  />Foto: Reprodução</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ilha de calor aumenta temperatura em Manaus</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Estudos mostram que Manaus é, em média, 1,74°C mais quente que as áreas de floresta ao redor. Em alguns pontos, a diferença pode ultrapassar 3°C nas temperaturas máximas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Esse fenômeno é conhecido como ilha de calor urbana. A substituição da vegetação por asfalto, concreto e edificações faz esses materiais absorverem grande quantidade de radiação solar durante o dia. Depois, eles liberam o calor lentamente ao longo da noite.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em bairros densamente urbanizados, a diferença de temperatura em relação às áreas verdes pode chegar a 10°C.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="427" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783812879_68_Verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-El-Nino-e-eleva.jpg?resize=740%2C427&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-478484" style="width:840px;height:auto"  />Foto: Reprodução</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pele sente os efeitos do verão amazônico</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As altas temperaturas também trazem consequências para a saúde, principalmente para quem permanece exposto ao sol durante longos períodos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A dermatologista Suzi Maron explicou que a combinação entre calor, umidade elevada e intensa radiação ultravioleta favorece diversos problemas de pele.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Entre os principais estão queimaduras solares, melasma, manchas, envelhecimento precoce da pele e aumento do risco de câncer de pele. O calor também favorece brotoejas, agrava quadros de acne, rosácea e dermatites, além de aumentar infecções por fungos em áreas de dobras da pele”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para reduzir os riscos, a médica recomenda o uso diário de protetor solar, com reaplicação a cada duas ou três horas durante exposições prolongadas. Além disso, ela orienta evitar o sol entre 10h e 16h.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Também são indicados chapéus, roupas com proteção UV, óculos escuros, hidratação constante e hidratantes adequados ao tipo de pele.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783812880_685_Verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-El-Nino-e-eleva.jpg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-478487"  />Foto: Reprodução</p>
<h2 class="wp-block-heading">Moradores relatam dificuldades com o calor</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os impactos do calor fazem parte da rotina de muitos trabalhadores que precisam se deslocar nos horários de maior incidência solar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">É o caso da estudante de letras Leticia Gomes, que faz tratamento para manchas na pele e enfrenta dificuldades para evitar a exposição durante o trajeto entre o trabalho e casa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quando volto para casa, por volta das duas da tarde, o sol está muito forte. Mesmo usando protetor solar, jaqueta e sombrinha, aparecem manchas brancas na minha pele. Faço tratamento, mas não tenho como evitar porque volto andando. A cada ano parece que o calor piora”, relatou.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="416" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783812880_31_Verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-El-Nino-e-eleva.jpeg?resize=740%2C416&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-478483"  />Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ações contra queimadas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas de prevenção e controle para o período mais quente do ano, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SemmasClima) informou que coordena o Comitê de Prevenção às Queimadas e o Comitê de Enfrentamento às Mudanças do Clima.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Plano de Ação Climática, aprovado neste ano pela Câmara Municipal, reúne ações de curto, médio e longo prazo voltadas à conservação das áreas verdes, eficiência energética, mobilidade urbana e adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para enfrentar especificamente o verão amazônico, a secretaria vai dobrar a quantidade de caminhões-pipa usados na hidratação de áreas verdes, passando de dois para quatro veículos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, será lançada a Operação Estiagem, que priorizará a manutenção da arborização urbana com irrigação, adubação, fertilização e podas preventivas. A medida também reduz temporariamente os plantios para preservar as árvores já existentes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pasta, a ação busca diminuir o risco de incêndios em áreas de vegetação ressecada, onde até uma bituca de cigarro pode iniciar um foco de fogo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Embora ainda seja cedo para afirmar que o Amazonas enfrentará uma seca severa, as projeções já indicam que o segundo semestre será marcado por temperaturas elevadas e exigirá monitoramento constante do clima.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783812880_270_Verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-El-Nino-e-eleva.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-478474"  />Foto: Christian Braga/Greenpeace</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">MP processa Virginia e Blaze e pede R$ 120 milhões por danos morais coletivos</p>
<p class="wp-block-paragraph">Professora morre por infecção conhecida como ‘doença do pombo’ em Manaus</p>
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		<title>Verão amazônico começa sob influência do El Niño e eleva expectativa de calor em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-el-nino-e-eleva-expectativa-de-calor-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 23:34:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O calor intenso já mudou a rotina dos moradores de Manaus neste início de julho. As temperaturas elevadas, a sensação térmica sufocante e a redução das chuvas marcam o início do chamado verão amazônico, período de estiagem na região que ocorre, tradicionalmente, entre os meses de julho e novembro.  Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O calor intenso já mudou a rotina dos moradores de Manaus neste início de julho. As temperaturas elevadas, a sensação térmica sufocante e a redução das chuvas marcam o início do chamado verão amazônico, período de estiagem na região que ocorre, tradicionalmente, entre os meses de julho e novembro. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Amazonas deve registrar temperaturas pelo menos 1°C acima da média histórica durante o mês de julho. Ao mesmo tempo, a tendência é de redução das chuvas, cenário que favorece a propagação de incêndios, acelera a vazante dos rios e aumenta os impactos sobre o abastecimento de água, a agricultura e a qualidade do ar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A preocupação cresce diante do fortalecimento do El Niño no Oceano Pacífico. O boletim mais recente do Climate Prediction Center (CPC), da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), indica que o fenômeno já está estabelecido e tem 63% de probabilidade de atingir intensidade muito forte entre novembro de 2026 e janeiro de 2027, condição popularmente conhecida como “super El Niño”, embora essa não seja uma classificação científica oficial.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A meteorologista Andrea Ramos explica que o calor registrado em Manaus resulta da combinação entre características naturais do clima amazônico e fatores globais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“No verão amazônico ocorre redução gradual das chuvas, maior incidência de radiação solar e menor cobertura de nuvens, o que favorece um aquecimento mais intenso da superfície. Esse comportamento pode ser reforçado pelo aquecimento anômalo das águas do Oceano Pacífico Equatorial, associado ao El Niño”, destacou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, os mapas de prognóstico climático apontam anomalias positivas de temperatura em praticamente toda a Região Norte, indicando maior probabilidade de temperaturas acima da média histórica. Além do calor, os modelos também mostram redução das chuvas em parte do Amazonas.</p>
<p>Prognóstico de Temperatura e Chuva no Brasil<br />Foto: Divulgação</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Existe um indicativo de precipitações abaixo da média em áreas do estado. O El Niño tem justamente essa característica de reduzir as chuvas em boa parte da Amazônia, embora seus efeitos não ocorram de forma uniforme em toda a região”, explicou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Calor ainda mais intenso nos próximos meses</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os especialistas alertam que o cenário atual pode se intensificar entre agosto e outubro, período normalmente mais seco na Amazônia. Apesar disso, Andrea ressaltou que ainda não é possível afirmar que 2026 repetirá a gravidade das secas históricas registradas em 2023 e 2024.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Aqueles eventos foram resultado da combinação entre um El Niño muito intenso, o aquecimento excepcional do Atlântico Tropical Norte e outros fatores atmosféricos. Embora exista aumento do risco de estiagem, a intensidade dos impactos ainda dependerá da evolução desses sistemas climáticos.”</p>
<p class="wp-block-paragraph">Naquele mesmo ano, o Rio Negro atingiu a menor cota já registrada na capital, chegando a apenas 12,11 metros.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas grandes estiagens, o Amazonas enfrentou consequências severas. Em 2023 foram registrados 19.601 focos de calor no Estado. Em 2024, o número subiu para 25.499, recorde histórico. A fumaça das queimadas encobriu Manaus durante semanas, prejudicou a qualidade do ar e provocou até o cancelamento de voos no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" width="740" height="460" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-El-Nino-e-eleva.jpg?resize=740%2C460&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-478481"  />Foto: Reprodução</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ilha de calor urbana </h2>
<p class="wp-block-paragraph">Estudos mostram que Manaus é, em média, 1,74°C mais quente que as áreas de floresta ao redor, podendo registrar diferenças superiores a 3°C nas temperaturas máximas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O fenômeno é conhecido como ilha de calor urbana. A substituição da vegetação por asfalto, concreto e edificações faz com que esses materiais absorvam grande quantidade de radiação solar durante o dia e liberem o calor lentamente ao longo da noite. Em alguns bairros densamente urbanizados, a diferença de temperatura em relação às áreas verdes pode chegar a 10°C.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="427" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783812879_68_Verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-El-Nino-e-eleva.jpg?resize=740%2C427&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-478484" style="width:840px;height:auto"  />Foto: Reprodução</p>
<h2 class="wp-block-heading">Pele já sente os efeitos do verão amazônico</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As altas temperaturas também trazem consequências para a saúde, principalmente para quem permanece exposto ao sol durante longos períodos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A dermatologista Suzi Maron explicou que a combinação entre calor, umidade elevada e intensa radiação ultravioleta favorece diversos problemas de pele.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Entre os principais estão queimaduras solares, melasma, manchas, envelhecimento precoce da pele e aumento do risco de câncer de pele. O calor também favorece brotoejas, agrava quadros de acne, rosácea e dermatites, além de aumentar infecções por fungos em áreas de dobras da pele”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para reduzir os riscos, a médica recomenda o uso diário de protetor solar, reaplicado a cada duas ou três horas durante exposições prolongadas, além de evitar permanecer ao sol entre 10h e 16h.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Também são indicados chapéus, roupas com proteção UV, óculos escuros, hidratação constante e uso de hidratantes adequados ao tipo de pele.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783812880_685_Verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-El-Nino-e-eleva.jpg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-478487"  />Foto: Reprodução</p>
<h2 class="wp-block-heading">Impactos do sol na população de Manaus</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Os impactos do calor fazem parte da rotina de muitos trabalhadores que precisam se deslocar nos horários de maior incidência solar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">É o caso da estudante de letras Leticia Gomes, que faz tratamento para manchas na pele e enfrenta dificuldades para evitar a exposição durante o trajeto entre o trabalho e casa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quando volto para casa, por volta das duas da tarde, o sol está muito forte. Mesmo usando protetor solar, jaqueta e sombrinha, aparecem manchas brancas na minha pele. Faço tratamento, mas não tenho como evitar porque volto andando. A cada ano parece que o calor piora”, relatou.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="416" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783812880_31_Verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-El-Nino-e-eleva.jpeg?resize=740%2C416&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-478483"  />Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ações contra queimadas</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas de prevenção e controle à época mais quente do ano, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SemmasClima) informou que coordena o Comitê de Prevenção às Queimadas e o Comitê de Enfrentamento às Mudanças do Clima.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Plano de Ação Climática, aprovado neste ano pela Câmara Municipal, reúne ações de curto, médio e longo prazo voltadas à conservação das áreas verdes, eficiência energética, mobilidade urbana e adaptação às mudanças climáticas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para enfrentar especificamente o verão amazônico, a secretaria vai dobrar a quantidade de caminhões-pipa utilizados na hidratação de áreas verdes, passando de dois para quatro veículos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, será lançada a Operação Estiagem, que priorizará a manutenção da arborização urbana com irrigação, adubação, fertilização e podas preventivas, reduzindo temporariamente os plantios para preservar as árvores já existentes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pasta, a medida busca diminuir o risco de incêndios em áreas de vegetação ressecada, onde até uma bituca de cigarro pode iniciar um foco de fogo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Embora ainda seja cedo para afirmar que o Amazonas enfrentará uma seca severa, projeções já indicam que o segundo semestre será marcado por temperaturas elevadas e exigirá monitoramento constante do clima. </p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1783812880_270_Verao-amazonico-comeca-sob-influencia-do-El-Nino-e-eleva.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-478474"  />Foto: Christian Braga/Greenpeace</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">MP processa Virginia e Blaze e pede R$ 120 milhões por danos morais coletivos</p>
<p class="wp-block-paragraph">Professora morre por infecção conhecida como ‘doença do pombo’ em Manaus</p>
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		<title>Saúde lança plano para enfrentar El Niño e mudanças climáticas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saude-lanca-plano-para-enfrentar-el-nino-e-mudancas-climaticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 17:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[climáticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (3) uma série de medidas com o objetivo de preparar o Sistema Único de Saúde (SUS) para os efeitos do El Niño e os impactos das mudanças climáticas na saúde. O plano prevê investimentos de R$ 9,8 bilhões para aumentar a capacidade de preparação e resposta da saúde [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (3) uma série de medidas com o objetivo de preparar o Sistema Único de Saúde (SUS) para os efeitos do El Niño e os impactos das mudanças climáticas na saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Saude-lanca-plano-para-enfrentar-El-Nino-e-mudancas-climaticas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O plano prevê investimentos de R$ 9,8 bilhões para aumentar a capacidade de preparação e resposta da saúde pública a eventos climáticos extremos, incluindo 27 metas e 93 ações com planejamento até 2035.</p>
<p>A proposta inclui antecipar riscos climáticos e emitir alertas; preparar serviços de saúde resilientes; proteger a população, sobretudo em regiões mais vulneráveis; e fortalecer a capacidade do SUS de responder e reconstruir territórios afetados.</p>
<p>O programa tem como base cinco frentes com o objetivo de antecipar riscos e responder de forma mais rápida:</p>
<ol>
<li>coordenação (sala de situação, articulação com estados, municípios e Defesa Civil);</li>
<li>fortalecimento da capacidade de saúde (equipes mobilizadas e reforço a territórios isolados);</li>
<li>comunicação (orientações claras para gestores, profissionais de saúde e população);</li>
<li>vigilância e alertas (monitoramento de riscos climáticos, sanitários e epidemiológicos); e</li>
<li>reforço de insumos (medicamentos, vacinas, água segura e estrutura para resposta rápida).</li>
</ol>
<p>O plano também prevê a implantação de oito Centros Integrados de Saúde e Clima, distribuídos nas cinco regiões brasileiras. O primeiro deles, de acordo com a pasta, será inaugurado na quarta-feira (1º) na Bahia.</p>
<h2>Excesso de calor</h2>
<p>Outra ferramenta prevista é o Painel Nacional de Excesso de Calor, desenvolvido com o objetivo de apoiar ações de vigilância, prevenção e resposta aos riscos associados ao calor extremo, incluindo um sistema de alerta precoce com até cinco dias de antecedência.</p>
<p>As ações incluem ainda a expansão da Força Nacional do SUS para oito bases nas cinco regiões do país, permitindo resposta mais rápida às emergências, apoio em eventos de massa e situações de desastre e estruturação da capacidade local de pronta resposta.</p>
<p>De acordo com a pasta, a ideia é que as equipes tenham capacidade de atender a qualquer tipo de emergência em até 12 horas, além de iniciar ações compatíveis com a complexidade do desastre em questão em até 72 horas.</p>
<p>O ministério também trabalha com um protocolo específico sobre calor para idosos, com orientações que incluem:</p>
<ul>
<li>oferecer água mesmo sem sede;</li>
<li>evitar exposição ao sol durante os horários mais quentes;</li>
<li>manter a casa ventilada, fresca e arejada;</li>
<li>conferir se medicamentos de uso contínuo estão sendo tomados corretamente;</li>
<li>usar soro fisiológico em caso de ressecamentos dos olhos ou das narinas.</li>
</ul>
<p>Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembrou que a pasta considera a crise climática como uma crise de saúde pública.</p>
<p>“A crise na saúde pública decorrente das mudanças climáticas é, talvez, uma das faces mais dolorosas e mais evidentes para a população dos impactos das mudanças climáticas”.</p>
<p>Ele destacou que um estudo recente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) contabilizou 120 mil mortes ao longo dos últimos 20 anos diretamente relacionadas ao aumento da temperatura média em várias regiões do país.</p>
<p>“A mitigação é muito importante, o esforço para reduzir emissões de carbono que impactam as mudanças climáticas é muito importante e necessário, mas a adaptação dos sistemas de saúde é algo urgente”, concluiu Padilha.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/saude-lanca-plano-para-enfrentar-el-nino-e-mudancas-climaticas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Inverno começa neste domingo no Brasil e terá impacto do El Niño</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/inverno-comeca-neste-domingo-no-brasil-e-tera-impacto-do-el-nino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 10:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O inverno no Hemisfério Sul começou oficialmente às 5h24 deste domingo (21). A estação mais fria do ano é marcada por temperaturas baixas e dias curtos e termina em 22 de setembro, quando abre espaço para a primavera. Este ano, no entanto, por conta do El Niño, o inverno deverá ter temperaturas mais elevadas no Brasil. O início do fenômeno foi confirmado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O inverno no Hemisfério Sul começou oficialmente às 5h24 deste domingo (21). A estação mais fria do ano é marcada por temperaturas baixas e dias curtos e termina em 22 de setembro, quando abre espaço para a primavera.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Inverno-comeca-neste-domingo-no-Brasil-e-tera-impacto-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Este ano, no entanto, por conta do <em>El Niño</em>, o inverno deverá ter temperaturas mais elevadas no Brasil. O início do fenômeno foi confirmado pela Agência dos Estados Unidos para Oceanos e Atmosfera (Noaa, na sigla em inglês) </p>
<p>O <em>El Niño</em>, que significa O Menino, em espanhol, se caracteriza pelo aquecimento da região equatorial do Oceano Pacífico. O nome foi dado por pescadores do Peru e do Equador que apelidaram o aquecimento das águas em referência ao Niño Jesus ou Menino Jesus.</p>
<p>&#8220;A gente pode não ter um inverno tão frio quanto a gente já teve&#8221;, diz o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Melquizedek Rafael Duarte da Silva.</p>
<p>&#8220;O <em>El Niño</em> acaba criando um bloqueio, principalmente próximo a São Paulo e não permite que as frentes frias avancem tanto para a região do Sudeste e também um pouco para a região Centro-Oeste&#8221;, explica.</p>
<p>Além de temperatura mais elevadas nessas regiões, o fenômeno pode trazer mais chuvas.</p>
<p>&#8220;O El Niño favorece a ocorrência de mais chuvas na região Sul, podendo causar eventos extremos de chuva, com chuva muito forte um curto período de tempo. O inverno já é um período que chove na região Sul. Com acréscimos dos efeitos do El Niño, isso pode ser agravado&#8221;, diz Silva.</p>
<h2>Previsões mais difíceis</h2>
<p>Os reais efeitos, no entanto, são difíceis de ser previstos com muita antecedência. Segundo o meteorologista, com o aquecimento global e as mudanças climáticas, o tempo está mais difícil de ser previsto com meses de antecedência, por exemplo. Assim como as durações exatas dos fenômenos climáticos.</p>
<p>&#8220;As temperaturas mais quentes, por exemplo, podem ser sentidas por mais tempo. O que antes durava dois, três meses, a gente começa sentir por quatro, cinco meses. Isso acontece também com os períodos de estiagem, de chuva. Então, isso muda bastante a dinâmica da previsão climática para longo prazo&#8221;, diz o meteorologista.</p>
<h2>O que é o inverno?</h2>
<p>O inverno é um evento astronômico. É quando parte do planeta Terra está recebendo menos radiação do Sol. Enquanto o Hemisfério Sul, onde está o Brasil, conta com menor incidência solar, o Hemisfério Norte, que está no verão, recebe mais radiação.</p>
<p>Como o Brasil é um país de grande extensão territorial, a estação também é sentida de maneira diferente dependendo da localização. Na cidade mais ao sul do Brasil, Chuí (RS), durante os meses de inverno, o Sol nasce por volta das 7h30 e se põe por volta das 17h30, assim, os dias têm menos de 10 horas de luz.</p>
<p>Em Macapá, devido à localização exata na linha do Equador, o Sol nasce por volta das 6h15 e se põe às 18h15. A cidade não tem estações do ano bem definidas. Esses horários permanecem praticamente constantes o ano todo, com variações de apenas alguns minutos. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/-inverno-comeca-neste-domingo-no-brasil-e-tera-impacto-do-el-nino" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>El Niño pode provocar seca severa semelhante à de 2023 no Amazonas, alerta governo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/el-nino-pode-provocar-seca-severa-semelhante-a-de-2023-no-amazonas-alerta-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O El Niño voltou a acender o alerta para uma possível seca severa no Amazonas em 2026. Durante reunião do Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos realizada nesta quarta-feira (17), o Governo do Amazonas informou que o fenômeno tem mais de 80% de chance de se formar no segundo semestre, com base em projeções [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O El Niño voltou a acender o alerta para uma possível seca severa no Amazonas em 2026. Durante reunião do Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos realizada nesta quarta-feira (17), o Governo do Amazonas informou que o fenômeno tem mais de 80% de chance de se formar no segundo semestre, com base em projeções da Organização Meteorológica Mundial (OMM). Caso o cenário se confirme, o estado poderá enfrentar impactos semelhantes aos registrados durante a histórica estiagem de 2023.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, o Governo do Amazonas intensificou o monitoramento das condições climáticas e ampliou as ações de preparação para reduzir os impactos da estiagem.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a expectativa é que o comportamento dos rios se aproxime do registrado em 2023, ano marcado por uma das secas mais severas da história recente do estado.</p>
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<h3 class="wp-block-heading">Como o El Niño pode provocar seca severa no Amazonas</h3>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os estudos climáticos, o El Niño pode reduzir significativamente o volume de chuvas. Como consequência, os impactos poderão atingir diferentes regiões do Amazonas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais efeitos previstos estão:</p>
<li>Redução dos níveis dos rios;</li>
<li>Dificuldades na navegação;</li>
<li>Isolamento de comunidades ribeirinhas;</li>
<li>Problemas no transporte de alimentos, combustíveis e medicamentos;</li>
<li>Aumento do risco de incêndios florestais;</li>
<li>Queda da qualidade do ar.</li>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a estiagem poderá exigir adaptações logísticas para garantir o abastecimento e o acesso a serviços essenciais. Dessa forma, órgãos estaduais e municipais já reforçam o planejamento para o segundo semestre.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Governo amplia ações preventivas</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Desde abril, o Estado realiza reuniões técnicas e ações de planejamento com órgãos públicos, instituições e prefeituras. Ao mesmo tempo, equipes trabalham para reduzir os possíveis impactos da seca.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, no último dia 11 de junho, o Governo do Amazonas decretou Estado de Emergência Climática e Ambiental em caráter preventivo por 180 dias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com a medida, o estado busca acelerar ações de prevenção, assistência e mitigação dos impactos provocados pela estiagem.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante reunião do Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos, o governador Roberto Cidade afirmou que o Amazonas já se prepara para enfrentar o cenário previsto.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Estamos nos antecipando à seca deste ano, que será muito próxima à que aconteceu em 2023. Hoje, nós estamos preparados e tomamos medidas para minimizar o sofrimento da nossa população, nos mais longínquos municípios e comunidades”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o governador determinou uma reunião com prefeitos e secretários municipais de Defesa Civil. O foco será, principalmente, os 19 municípios apontados como os mais vulneráveis aos efeitos da estiagem.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Risco maior de queimadas</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto de atenção envolve os incêndios florestais. Isso porque a combinação entre altas temperaturas, baixa umidade do ar, escassez de chuvas e vegetação seca favorece a propagação do fogo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o governo ampliou as ações da operação Amazonas + Verde. Além disso, reforçou a estrutura do Corpo de Bombeiros para o período de estiagem.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre maio de 2025 e maio de 2026, o número de municípios com bases permanentes da corporação passou de 11 para 24 cidades. Com a inauguração da unidade em Manicoré, o estado alcançou crescimento de 118% na presença dos bombeiros no interior.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a operação prevê a atuação de aproximadamente 812 profissionais, entre bombeiros militares, brigadistas e outros servidores.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Orientações à população</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o monitoramento continua, a Defesa Civil orienta a população a adotar medidas preventivas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as recomendações estão:</p>
<li>Utilizar a água de forma consciente;</li>
<li>Manter reservas para consumo;</li>
<li>Planejar o abastecimento de alimentos e medicamentos;</li>
<li>Acompanhar os comunicados oficiais;</li>
<li>Evitar queimadas em áreas urbanas e rurais;</li>
<li>Buscar alternativas de deslocamento quando necessário.</li>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o Governo do Amazonas afirma que seguirá acompanhando os indicadores hidrológicos e meteorológicos. Dessa maneira, as equipes poderão ajustar as ações de resposta conforme a evolução das condições climáticas.</p>
<p>Comitê Permanente de Enfrentamento a Eventos Climáticos reforçou ações de prevenção diante da possibilidade de uma seca severa no Amazonas em 2026.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Super El Niño tem formação registrada por satélites espaciais; assista</p>
<p class="wp-block-paragraph">El Niño confirmado: veja como o fenômeno pode mudar o clima no Brasil</p>
<p class="wp-block-paragraph">Amazonas decreta emergência climática por conta do El Niño e prevê seca histórica</p>
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		<title>MP pede medida de prevenção de impacto do EL Niño na Baixada Santista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 21:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baixada]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[Impacto]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[medida]]></category>
		<category><![CDATA[Niño]]></category>
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		<category><![CDATA[Santista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA), do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) pediu, nesta segunda-feira (8), por meio de Procedimento Administrativo de Acompanhamento, uma série de esclarecimentos aos nove municípios da região da Baixada Santista para verificar a implementação de políticas públicas prevenção e mitigação dos impactos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA), do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) pediu, nesta segunda-feira (8), por meio de Procedimento Administrativo de Acompanhamento, uma série de esclarecimentos aos nove municípios da região da Baixada Santista para verificar a implementação de políticas públicas prevenção e mitigação dos impactos do fenômeno climático <em>El Niño</em> nessas cidades.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MP-pede-medida-de-prevencao-de-impacto-do-EL-Nino.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No procedimento instaurado, a promotora Almachia Acerbi, questiona sobre a existência de planos municipais de contingência e prevenção, a realização de obras de drenagem e contenção de encostas em áreas vulneráveis, as ações da Defesa Civil para emissão de alertas e realização de simulados, e a possível articulação entre municípios e os governos estadual e federal para adoção de medidas conjuntas de enfrentamento dos efeitos <em>El Ninõ.</em></p>
<p>“A promotora destacou os alertas da Organização Meteorológica Mundial (OMM) sobre a elevada probabilidade de ocorrência de um episódio forte de <em>El Niño</em> entre 2026 e 2027, com potencial para intensificar o aquecimento global e aumentar a frequência de eventos climáticos extremos, como secas, enchentes e ondas de calor. Entre os impactos previstos estão prejuízos ao abastecimento de água, à produção agrícola e à saúde pública”, informou o MPSP.</p>
<p>De acordo com o MPSP, o Procedimento Administrativo de Acompanhamento ressalta a possibilidade de chuvas acima da média, com aumento dos riscos de alagamentos em áreas baixas e próximas a canais, além de deslizamentos em morros e encostas habitadas, principalmente em Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão, além da ocorrência de ondas de calor e seus impactos sobre a população e a infraestrutura urbana da região.</p>
<p>“Diante desse cenário, o GAEMA recomendou aos prefeitos o reforço dos sistemas de drenagem, a conclusão de obras de contenção em áreas vulneráveis, a ampliação de campanhas educativas, a criação de abrigos temporários para famílias em áreas de risco, o fortalecimento da vigilância sanitária para prevenção de doenças transmitidas por vetores e a integração entre os setores de saúde e assistência social”.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/mp-pede-medida-de-prevencao-de-impacto-do-el-nino-na-baixada-santista" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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