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	<title>Nove Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Nove Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Conheça os nove candidatos a governador do Rio de Janeiro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/conheca-os-nove-candidatos-a-governador-do-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2026 11:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nove candidatos concorrem ao governo do Rio de Janeiro nas eleições deste ano. No estado, 12,857 milhões de eleitores estão aptos a votar, universo que perde apenas para Minas Gerais e São Paulo. Desse total, 54% são mulheres e 46% homens. Entre os eleitores que declararam cor/raça, 41,54% são pardos, 39,76% são brancos e 18,19%, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nove candidatos concorrem ao governo do Rio de Janeiro nas eleições deste ano. No estado, 12,857 milhões de eleitores estão aptos a votar, universo que perde apenas para Minas Gerais e São Paulo. Desse total, 54% são mulheres e 46% homens.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Conheca-os-nove-candidatos-a-governador-do-Rio-de-Janeiro.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre os eleitores que declararam cor/raça, 41,54% são pardos, 39,76% são brancos e 18,19%, pretos. Amarelos e indígenas somam cerca de 0,5%.</p>
<p>O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, quando serão votados candidatos a deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente da República, esses dois últimos incluindo seus vices. A chapa de senador é composta por um titular e dois suplentes.</p>
<p>O segundo turno está marcado para o dia 25 e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos conquistar mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.</p>
<p>Conheça os candidatos ao governo do Rio de Janeiro. A lista está em ordem alfabética, de acordo com o nome na urna.  </p>
<p>André Marinho &#8211; Andre Bourguignon Marinho (Novo)</p>
<p>Coronel Busnello &#8211; João Jacques Soares Busnello (Missão)</p>
<p>Cyro Garcia &#8211; Cyro Garcia (PSTU)</p>
<p>Douglas Ruas &#8211; Douglas Ruas dos Santos (PL)</p>
<p>Eduardo Paes &#8211; Eduardo da Costa Paes (PSD)</p>
<p>Garotinho &#8211; Anthony William Matheus de Oliveira (Republicanos)</p>
<p>Juliete &#8211; Juliete Pantoja Alves (UP)</p>
<p>Luan Monteiro &#8211; Luan Monteiro Paschoal Pires (PCO)</p>
<p>William Siri &#8211; William Carlos Brum Bispo (PSOL)</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-09/conheca-os-nove-candidatos-governador-do-rio-de-janeiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Melqui Galvão é acusado por nova vítima de cinco estupros; denúncias chegam a nove</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/melqui-galvao-e-acusado-por-nova-vitima-de-cinco-estupros-denuncias-chegam-a-nove/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 17:02:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acusado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova testemunha denunciou o lutador e professor de jiu-jítsu Melqui Galvão por estupro e afirmou ter sofrido cinco abusos enquanto participava do projeto social coordenado por ele. Com o novo relato, subiu para nove o número de mulheres que registraram boletins de ocorrência contra o treinador. Vítima relata supostos abusos Em entrevista ao telejornal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Uma nova testemunha denunciou o lutador e professor de jiu-jítsu Melqui Galvão por estupro e afirmou ter sofrido cinco abusos enquanto participava do projeto social coordenado por ele. Com o novo relato, subiu para nove o número de mulheres que registraram boletins de ocorrência contra o treinador.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Vítima relata supostos abusos</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista ao telejornal <em>Bom Dia Brasil</em>, da TV Globo, a mulher contou que dependia de ajuda financeira para disputar campeonatos e afirmou que Melqui teria usado essa situação para atraí-la.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Eu não tinha como pagar esse campeonato. Eu tinha feito uma rifa, mas não consegui vender tudo. Ele falou que ia me dar o dinheiro, mas a gente tinha que conversar primeiro. Só que ele me levou para um hotel, e eu perguntei por que ele tinha que me levar para aquele lugar”, relatou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a denunciante, os abusos ocorreram durante o período em que ela integrava o projeto social.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Investigações ganharam novos relatos</h3>
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil investiga Melqui Galvão por estupro, estupro de vulnerável, importunação sexual, favorecimento à prostituição, invasão de dispositivo informático e ameaça.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o caso ganhou novos desdobramentos após uma ex-aluna de 17 anos denunciar abusos que teriam ocorrido durante uma competição internacional. Desde então, outras atletas procuraram as autoridades e relataram episódios semelhantes supostamente ocorridos ao longo dos últimos anos.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Prisão preventiva</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, Melqui Galvão permanece preso preventivamente por determinação da Justiça de São Paulo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante a operação realizada em Manaus, os agentes também prenderam o irmão dele, Enoque Galvão. Enquanto isso, as autoridades seguem ouvindo testemunhas e reunindo elementos para o andamento das investigações.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Caso Melqui Galvão: áudio revela suposta tentativa de intimidar vítima de abuso sexual</p>
<p class="wp-block-paragraph">Policial civil Enoque Galvão, irmão de Melqui Galvão, é preso durante investigação em Manaus</p>
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		<title>Nove em cada dez moradores de comunidade reprovam operações violentas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nove em cada dez moradores de comunidades do Rio reprovam operações policiais com confronto armado, nos moldes das que vêm sendo realizadas nos últimos anos, na capital fluminense.  Os dados são de uma pesquisa inédita realizada por seis organizações da sociedade civil, que ouviu moradores de quatro comunidades sobre essas operações. O levantamento Por que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nove em cada dez moradores de comunidades do Rio reprovam operações policiais com confronto armado, nos moldes das que vêm sendo realizadas nos últimos anos, na capital fluminense. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são de uma pesquisa inédita realizada por seis organizações da sociedade civil, que ouviu moradores de quatro comunidades sobre essas operações.</p>
<p>O levantamento <em>Por que moradores de favelas aprovam ou reprovam operações policiais com confronto armado?</em> foi divulgado nesta quarta-feira (20).</p>
<p>Foram entrevistados presencialmente 4.080 moradores do Complexo do Alemão, Complexo da Penha e da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, além da Rocinha, na zona sul, entre os dias 13 e 31 de janeiro deste ano, distribuídos de forma igualitária: 1.020 entrevistados em cada uma das comunidades. O estudo foi coordenado pela diretora fundadora da Redes da Maré, Eliana Sousa Silva.</p>
<p>O confronto bélico que vem se estabelecendo ao longo do tempo motivou a realização desse estudo. Somente na Maré, entre 2023 e 2025, ocorreu um total de 92 operações policiais com confronto, mortes e pessoas feridas.</p>
<p>Segundo Eliana Silva, “não se pode pensar que o morador que reside ali, que precisa sair todos os dias para trabalhar, levar o filho na escola, que ele aprova esse tipo de operação simplesmente, sem entender e contextualizar. Nos preocupa que essa ideia seja generalizada dessa maneira”, expôs à Agência Brasil.</p>
<h2>Brutalidade</h2>
<p>Os resultados mostram que 73% dos moradores dos complexos do Alemão e da Penha, da Maré e da Rocinha não concordam com o atual tipo de operação policial, enquanto 25% disseram concordar e 2% não responderam.</p>
<p>Quando questionados se as operações devem ser realizadas seguindo o modelo atual, 92% reprovaram, 68% disseram que as operações precisam ser realizadas de outra forma e, para 24%, não deveriam ser realizadas operações policiais em favelas.</p>
<p>Mesmo entre os que concordam com as operações, apenas 20% defendem o modelo atual. Eliana ressaltou a necessidade de se entender o processo para além do modo como esse tipo de intervenção foi sendo considerada, historicamente, como a única forma atuação da polícia nas favelas.</p>
<p>Eliana destacou que para boa parte da população, os moradores de favelas são representados de forma muito negativa. Isso acaba levando à crença de que o confronto armado é a melhor forma de se enfrentar o crime nessas regiões. No entanto, os efeitos dessas operações na vida cotidiana dos moradores não é considerado. </p>
<p>Para 91% dos moradores há excessos e ilegalidades por parte da polícia nessas operações. A percepção é compartilhada por 85% daqueles que apoiam as operações. Para 90% dos entrevistados, os excessos são inaceitáveis. Dentre os que discordam das operações, 95% repudiam a brutalidade. </p>
<p>Já entre os que concordam com operações nas favelas, 74% condenam os excessos policiais: “Ou seja, concordar com as operações não significa aceitar violência”, indica a pesquisa.</p>
<p>Não há, segundo Eliana Silva, uma solução para o enfrentamento ao crime organizado se não se pensar a cidade de uma maneira mais ampliada e coletiva.</p>
<p>“Ela está focalizada. O problema são as favelas. E os próprios moradores acabam influenciados por essa visão que é passada também pela mídia”, apontou.</p>
<p>No entanto, quando questionados sobre os abusos policiais e as violações de direitos, a maioria dirá que não concorda.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 31/10/2025 – Sepultamento de Ravel Rios uma das vitimas da operação contenção, no cemitério de cemitério de Inhaúma.&#13;&#10;Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" title="Joédson Alves/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Sepultamento de vítima da Operação Contenção – a mais violenta e letal da capital fluminense, que deixou mais de 120 mortos  &#8211; Joédson Alves/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Direitos</h2>
<p>O objetivo do levantamento, segundo os realizadores, é pensar como esse trabalho de combate ao crime vem afetando os moradores das comunidades que, muitas vezes, ficam sem condições de sair para o trabalho ou para a escola. </p>
<p>Desde 2016, as organizações de base comunitária que atuam diretamente nos territórios pesquisados vêm tentando identificar a forma como esses confrontos impactam essas comunidades e produzir conhecimento em torno dessa questão.</p>
<p>“A gente vê uma escalada em relação a esses enfrentamentos, à maneira como a violência vem acontecendo e, também, à naturalização disso”, comentou Eliana Silva.</p>
<p>A coordenadora do estudo cita o impacto na educação. Com 140 mil habitantes, o Complexo da Maré, por exemplo, consolidou um conjunto de escolas municipais para atender a comunidade.</p>
<p>“Essas escolas existem, mas não funcionam dentro da qualidade que precisam porque fecham e ficam 30 dias sem aulas, 40 dias sem aulas”.</p>
<p>Para Eliana Silva, a pesquisa quer mostrar que o morador dessas comunidades precisa ser preservado como um sujeito que tem o direito à cidade.</p>
<p>A restrição de circulação aparece como o mais recorrente impacto das operações policiais na vida dos moradores, apontado por 51% dos que discordam das operações e por 41,5% entre os que concordam.</p>
<p>Em seguida, aparece a invasão ou violação de domicílio, estabelecimento comercial ou veículo, citado por 37,5% entre os que discordam e 22,9% entre os que concordam com as operações.</p>
<p>Tiroteios recorrentes e balas perdidas foram apontados por 30,5% dos que discordam e por 20,7% dos moradores que disseram concordar com essas intervenções policiais.</p>
<h2>Ano eleitoral</h2>
<p>Somente em 2025, a letalidade na Maré aumentou 58% em relação a 2024. Eliana Sousa Silva defende que é preciso pensar em maneiras alternativas de combate ao crime nas favelas sem o emprego de mais armas e mais fuzis.</p>
<p>Eliana Silva citou o direcionamento de emendas parlamentares para compra de fuzis, por exemplo, para a polícia do Rio de Janeiro.</p>
<p>“É muito questionável quando a gente vê que o dinheiro público, que deveria ser direcionado para aumentar a capacidade e o acesso das pessoas a políticas públicas está sendo destinado à compra de mais armas para a polícia”.</p>
<p>Na operação mais letal que a capital fluminense registrou – nos complexos do Alemão e da Penha, em outubro do ano passado, com 122 mortos –, ficou claro que o morador de favela não corrobora e nem concorda com esse tipo de confronto, assegurou a diretora fundadora da Redes da Maré.</p>
<p>”Eu acho que todos nós, que temos origem na favela, ficamos muito incomodados com esse processo”.</p>
<p>Perguntados se operações semelhantes devem se repetir 85% dos moradores disseram que não, 7% responderam que às vezes e 7% afirmaram que sim.</p>
<p>Para Eliana Silva, neste ano eleitoral, a questão da segurança pública deve ter bastante repercussão.</p>
<p>“Porque nós temos candidatos que já pensam que a questão da segurança pública é entrar nas favelas querendo destruir lá o traficante ou a milícia, mas eles não querem saber do morador. E é exatamente isso que tem que ser trabalhado”.</p>
<p>Ela defende a importância de o eleitor conhecer os projetos dos candidatos no que se refere à violência e ao enfrentamento ao crime organizado e desconfiar do que está sendo prometido.</p>
<h2>Racismo</h2>
<p>Eliana Silva destaca que embora as políticas públicas e os recursos públicos devessem ser distribuídos entre toda a população de forma isonômica, não é isso que ocorre. Com isso, o que se observa é uma condição de subalternidade de alguns cidadãos, como os moradores de favela, que têm seu principal direito – o direito à vida – ameaçado durante operações com confronto bélico.</p>
<p>“No caso dos moradores de favela, das pessoas empobrecidas, há claramente um projeto de enfrentamento que gera, em muitos casos, processos genocidas, processos de chacina. Então, a gente chama atenção também para isso, porque está lutando muito pelo direito à vida”.</p>
<p>Observando o recorte racial dos entrevistados, percebe-se que a discordância em relação às operações policiais alcança 81% entre as pessoas pretas, embora seja majoritária entre todos os grupos raciais. Já a concordância com esses operações teve o maior percentual (30%) registrado entre as pessoas brancas.</p>
<p>O estudo revela também que a percepção de racismo nas operações policiais é majoritária. Questionados se há racismo no modo como as operações são planejadas e realizadas nas favelas, 61% disseram que sim, 13% às vezes e 25% que não.</p>
<p>Os mais jovens são os que mais discordam das operações policiais nas favelas. Entre aqueles de 18 a 29 anos, atinge 79% são contra. De acordo com o estudo, esse número pode estar relacionado à maior exposição (direta ou indireta) às dinâmicas da violência motivadas pelas operações policiais.</p>
<p>“Seja porque são eles que estão nos espaços públicos no momento em que a polícia entra, seja porque são alvos de processos de criminalização, ou ainda pela proximidade com outros jovens – faixa etária que concentra a maioria das vítimas nesses casos”, cita a pesquisa.</p>
<h2>Medo</h2>
<p>O medo da polícia também foi abordado no levantamento. “Eu lembro quando o blindado começou a ser utilizado como a única forma de ficar na favela e ele foi chamado de caveirão. A gente fez muitas conversas com as crianças sobre isso e o próprio nome quer passar um sentimento de medo”, recorda Eliana.</p>
<p>No total, 78% dos moradores das quatro favelas declararam sentir pouco ou bastante medo da polícia nas operações, alcançando 85% entre aqueles que são contrários às operações e 59% entre os favoráveis.</p>
<p>Há uma evidente inversão na percepção do papel do Estado na proteção do cidadão, que se repete quando os moradores são questionados sobre indignação ou revolta em relação às operações: 50% dos entrevistados disseram sentir bastante indignação, 25% um pouco e 24% afirmaram não sentir indignação ou revolta.</p>
<p>Entre os que concordam com as operações, 61% afirmaram sentir indignação ou revolta em relação aos grupos armados. Chama a atenção, entretanto, que nesse mesmo grupo, o medo das forças policiais (59%) supere o medo dos grupos armados (53%).</p>
<p>Isso evidencia que, mesmo entre quem apoia as operações, a polícia é vista como fonte de medo mais frequente do que os próprios grupos armados que as operações visam combater. O que se deduz disso é que os moradores de favelas convivem com duas formas de violência: dos policiais e dos criminosos.</p>
<h2>Entidades</h2>
<p>A pesquisa foi feita pela organizações Fala Roça (Rocinha), Frente Penha, Instituto Papo Reto (Alemão), Instituto Raízes em Movimento (Alemão), Redes da Maré e A Rocinha Resiste, que têm atuação direta nos territórios pesquisados.</p>
<p>O estudo teve apoio da Cátedra Patrícia Acioli da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), Fundação Tide Setúbal, Grupo de Estudos dos Novos Ilegalismos (Geni) da Universidade Federal Fluminense (UFF), Instituto Fogo Cruzado, Laboratório de Análise da Violência, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Open Society Foundations.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/nove-em-cada-dez-moradores-de-comunidade-reprovam-operacoes-violentas/">Nove em cada dez moradores de comunidade reprovam operações violentas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Nove pessoas são indiciadas por crimes ambientais e associação criminosa em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/nove-pessoas-sao-indiciadas-por-crimes-ambientais-e-associacao-criminosa-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 17:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nove pessoas foram indiciadas por crimes ambientais e associação criminosa após a Operação Ybirá, deflagrada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM). O grupo invadiu uma área de preservação no bairro Tarumã, zona oeste de Manaus, onde destruíram florestas e realizaram loteamento ilegal. A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada em Meio Ambiente e Urbanismo (DEMA), revelou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nove pessoas foram indiciadas por <strong>crimes ambientais</strong> e associação criminosa após a <strong>Operação Ybirá</strong>, deflagrada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM). O grupo invadiu uma área de preservação no bairro Tarumã, zona oeste de Manaus, onde destruíram florestas e realizaram loteamento ilegal.</p>
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<p>A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada em Meio Ambiente e Urbanismo (DEMA), revelou que os criminosos desmataram uma <strong>área de preservação permanente</strong> (APP) e construíram moradias sem autorização. Eles perfuraram poços e cortaram árvores em uma área protegida (APA-Tarumã), causando sérios danos ao ecossistema local.</p>
<p>A delegada Juliana Viga, da DEMA, informou que o grupo também é investigado por outros crimes, como impedir a regeneração de florestas e causar danos a unidades de conservação. “Com base nas provas, deflagramos a operação hoje”, explicou a delegada.</p>
<p>As nove lideranças da invasão foram levadas à delegacia, onde prestaram depoimento. Os crimes cometidos são graves, e a investigação prossegue para apurar a extensão total dos danos.</p>
<p>A Operação Ybirá faz parte de uma série de ações da PC-AM contra <strong>organizações criminosas</strong> que atuam em áreas preservadas de Manaus. A polícia já remeteu 15 inquéritos à Justiça relacionados a esses crimes, e outros ainda estão em andamento.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
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