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	<title>número Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>número Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Cruzamentos perigosos elevam número de mortes no trânsito de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cruzamentos-perigosos-elevam-numero-de-mortes-no-transito-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 00:17:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A morte do motociclista Renato Teixeira de Jesus, 38, em maio deste ano, atropelado por um micro-ônibus no bairro Nova Esperança, Zona Oeste de Manaus, escancara uma realidade que os números já alertavam há meses: o trânsito da capital amazonense está cada vez mais letal, principalmente para quem se desloca de motocicleta. Câmeras de segurança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A morte do motociclista Renato Teixeira de Jesus, 38, em maio deste ano, atropelado por um micro-ônibus no bairro Nova Esperança, Zona Oeste de Manaus, escancara uma realidade que os números já alertavam há meses: o trânsito da capital amazonense está cada vez mais letal, principalmente para quem se desloca de motocicleta.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Câmeras de segurança registraram o momento em que o micro-ônibus, que trafegava pela faixa da esquerda, fez uma conversão brusca à direita sem sinalizar e atingiu Renato. Ele morreu ainda no local, vítima de traumatismo cranioencefálico grave e múltiplas fraturas no crânio. O motorista fugiu sem prestar socorro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O caso está longe de ser isolado, entre janeiro e maio de 2026, Manaus registrou 110 mortes no trânsito, aumento de 46,7% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram contabilizadas 75 vítimas fatais, segundo dados do Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU). Março foi o mês mais violento, com 25 mortes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Motociclistas: os mais expostos ao risco</h2>
<p>Foto: Reprodução</p>
<p class="wp-block-paragraph">Dos 89 mortos no primeiro quadrimestre deste ano, 43 eram motociclistas, (48% do total). Em comparação com 2025, quando 30 motociclistas morreram no mesmo período, o aumento foi de 40%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os pedestres aparecem em seguida, com 27 vítimas, o equivalente a 30% dos óbitos. Juntos, motociclistas e pedestres representam 79% das mortes no trânsito registradas em Manaus nos quatro primeiros meses de 2026.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A pressão sobre o sistema de saúde também cresceu. Apenas entre os dias 1º e 19 de maio, 960 vítimas de acidentes com motocicletas deram entrada na rede pública do Amazonas, o que corresponde a 63,9% dos 1.560 atendimentos relacionados a acidentes de trânsito no período. Em abril, foram 1.551 ocorrências envolvendo motos, de um total de 2.421 atendimentos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O reflexo é direto nos hospitais: cerca de 75% dos leitos públicos estão atualmente ocupados por vítimas de acidentes de trânsito.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A profissional de serviços gerais Vanessa Silveira já sofreu um acidente em um cruzamento da avenida Noel Nutels, zona Norte de Manaus, nas proximidades do Shopping Sumaúma, uma das vias mais perigosas da cidade, com 16 mortes registradas nos últimos dois anos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Vanessa voltava para casa em sua motocicleta quando parou em um cruzamento para fazer uma conversão à esquerda. Ao lado dela, um carro realizou a mesma manobra sem sinalizar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Quando vi que dava para atravessar, porque não tinha sinalização, fiz a dobra. Mas, ao mesmo tempo, o carro também dobrou e me atingiu. Minha moto caiu e eu fui ao chão, muito assustada”, relatou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além do trauma, ela teve prejuízo financeiro. Segundo Vanessa, a motorista alegou não tê-la visto e atribuiu a culpa do acidente à motociclista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Tenho certeza de que não estava errada. Cheguei ao cruzamento antes do carro e estava com o pisca ligado indicando a conversão. Mesmo assim, tive que pagar o arranhão e a pintura do carro. Foram quase R$ 2 mil de prejuízo”, contou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Desde então, a relação dela com o trânsito mudou. “Não tenho mais vontade de andar de moto. Eu só usava para buscar meu filho na escola e ir ao comércio, mas ainda preciso dela porque é meu único meio de transporte e o mais acessível. Hoje sinto medo e ansiedade, principalmente porque já caí outras vezes por causa das condições da rua e da pista molhada”, desabafou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Infraestrutura precária e imprudência</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Para o especialista em mobilidade urbana Manoel Paiva, o problema envolve tanto falhas estruturais quanto comportamentos imprudentes no trânsito.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“As interseções viárias apresentam deficiências graves, como sinalização inadequada, problemas geométricos, conservação precária da pista, drenagem insuficiente, iluminação deficiente e ausência de calçadas acessíveis para pedestres”, explicou.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="554" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782001024_764_Cruzamentos-perigosos-elevam-numero-de-mortes-no-transito-de-Manaus.jpg?resize=740%2C554&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-473732"  />Foto: Reprodução</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, entre os erros mais comuns de motoristas e motociclistas em Manaus estão o desrespeito à sinalização, excesso de velocidade, imprudência e a falta de educação no trânsito.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Tudo isso se agrava pela ausência de agentes municipais para orientar, organizar e fiscalizar o fluxo de veículos e pedestres”, completou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O especialista também aponta a dependência crescente da motocicleta como parte estrutural do problema.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A motocicleta se tornou o principal meio de transporte em grande parte das cidades brasileiras. Em muitos municípios do Amazonas, elas representam mais de 70% da frota circulante”, afirmou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em Manaus, as motos já correspondem a 35% da frota registrada pelo Detran-AM até o primeiro trimestre de 2026.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Como solução, o especialista defende o fortalecimento do chamado “tripé da mobilidade”: planejamento e engenharia viária, fiscalização eficiente e educação permanente para o trânsito.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fiscalização</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="720" height="407" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782001024_186_Cruzamentos-perigosos-elevam-numero-de-mortes-no-transito-de-Manaus.jpg?resize=720%2C407&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-468111" style="width:840px;height:auto"  />Foto: IMMU</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 15 e 18 de maio, a Operação Segurança Presente, do Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM), registrou 728 infrações em diferentes zonas de Manaus e na rodovia AM-070. 60% das irregularidades envolveram motocicletas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As infrações mais frequentes foram conduzir moto sem capacete (68 casos), transportar passageiro sem capacete (54), dirigir sem habilitação (49), usar calçado inadequado (47) e circular sem equipamento obrigatório (43). Também foram registrados 30 casos de direção sob efeito de álcool e 28 recusas ao teste do bafômetro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Dados acumulados de 2024 a 2026 do IMMU apontam as vias mais perigosas da capital. A rodovia Torquato Tapajós lidera o ranking, com 36 mortes, seguida pelo Rodoanel Metropolitano (31). As avenidas Governador José Lindoso e Autaz Mirim aparecem empatadas, com 26 vítimas fatais cada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A zona Norte concentra o maior número de mortes, com 27 registros, 30% do total da capital. Já as zonas Leste e Centro-Sul somam 41 óbitos, o equivalente a 48% das ocorrências.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Conscientização</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo Manoel Paiva, campanhas pontuais não bastam para mudar a realidade. Ele enfatiza que o país ainda carece de educação efetiva para o trânsito, ampliação da fiscalização tecnológica, com radares, videomonitoramento e inteligência artificial, além de planejamento urbano voltado à mobilidade segura e integração entre os órgãos municipais, estaduais e federais responsáveis pelo trânsito.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A equipe de reportagem do Em Tempo procurou o IMMU para esclarecer quais investimentos estão sendo realizados em sinalização viária e ações de fiscalização voltadas à redução de acidentes de trânsito na capital. Até o fechamento desta reportagem, não houve retorno do órgão.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Manaus registra alta de 6% em área regularizada com Habite-se no primeiro quadrimestre de 2026</p>
<p class="wp-block-paragraph">Vídeo mostra momento em que micro-ônibus atropela e mata motociclista em Manaus</p>
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		<title>IBGE: país tem 8,4 milhões de analfabetos, menor número desde 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 13:42:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, o Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. Em relação a 2024, houve redução de 0,4 ponto percentual (p.p.) na taxa nacional, representando uma diminuição de cerca de 592 mil pessoas analfabetas no país. Em nove anos, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2025, o Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. Em relação a 2024, houve redução de 0,4 ponto percentual (p.p.) na taxa nacional, representando uma diminuição de cerca de 592 mil pessoas analfabetas no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IBGE-pais-tem-84-milhoes-de-analfabetos-menor-numero-desde.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nove anos, a taxa nacional de analfabetismo caiu de 6,7%, em 2016, para 4,9%, em 2025, uma redução de 1,8 p.p. no período, garantindo a menor taxa da série histórica iniciada em 2016. A Região Nordeste (4,8 milhões de pessoas) concentrava 57,4% desse total.</p>
<p>Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Educação (2025), divulgados nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O analfabetismo atinge principalmente a população idosa. Em 2025, havia 4,8 milhões de analfabetos com 60 anos ou mais, o que representa 14,9% das pessoas desse grupo etário. Os analfabetos com 60 anos ou mais de idade eram 58% do total de analfabetos do país. Já a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%) nesse grupo etário.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IBGE-pais-tem-84-milhoes-de-analfabetos-menor-numero-desde.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="02/04/2024 - Com menor taxa de analfabetismo do país, DF é referência em educação. Centro Educacional 2 de Taguatinga. Na foto adultos assistem aula dentro da sala da aula, Escola. Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília" title="Geovana Albuquerque/Agência Brasília"/></p>
<p><h6 class="meta">Taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 a 59 anos de idade foi de 2,6T. Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília</h6>
</p>
<p>Quando se adiciona os grupos mais jovens no cálculo da taxa de analfabetismo, os percentuais diminuem progressivamente: 8,3% entre as pessoas com 40 anos ou mais, 5,8% entre aquelas com 25 anos ou mais, e 4,9% na população com 15 anos ou mais.</p>
<p>Segundo o IBGE, a taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 a 59 anos de idade foi de 2,6%, indicando que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização, sendo alfabetizadas ainda na infância. </p>
<p>&#8220;Essa diferença de 11,3 p.p. entre os grupos etários reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos.”</p>
<p>Em 2025, a taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais de idade foi de 4,6%, enquanto entre os homens foi de 5,2%. A redução em relação a 2024 foi de 0,4 p.p. para ambos os sexos. Na população com 60 anos ou mais de idade, a taxa de analfabetismo das mulheres, que historicamente era superior à dos homens, em 2025 passou a ser menor, com 13,7% para mulheres e 14,1% para homens, o que representa uma diferença de 0,4 p.p.</p>
<p>“A variação das taxas por sexo, especialmente entre os mais velhos, sugere avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”, analisa o IBGE.</p>
<p>Em 2025, 59,4% das mulheres com 25 anos ou mais de idade haviam completado, ao menos, a educação básica obrigatória, enquanto entre os homens esse percentual era de 55,2%. Ambos os grupos apresentaram crescimento em relação a 2024, indicando uma tendência positiva no acesso à escolarização.</p>
<p>Em relação à cor ou raça, 64,9% das pessoas de cor branca haviam concluído o ciclo básico educacional, contra 51,3% das pessoas de cor preta ou parda, resultando em uma diferença de 13,6 p.p. entre esses grupos. Essa diferença permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p., no entanto, é 2,8 p.p. menor que em 2016, quando a diferença era de 16,4 p.p., refletindo as persistentes desigualdades.</p>
<h2>Creche</h2>
<p>Em 2025, no Brasil, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% das crianças de 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse motivo permaneceu como o mais citado em todas as grandes regiões, com frequência mais elevada entre o primeiro grupo.</p>
<p>O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%.</p>
<h2>Abandono escolar</h2>
<p>No grupo de jovens de 14 a 29 anos do país, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desses jovens, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Considerando a distribuição por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.</p>
<p>Ao serem perguntados sobre o principal motivo de abandono escolar ou de nunca terem frequentado a escola, os jovens de 14 a 29 anos indicaram, majoritariamente, a necessidade de trabalhar, mencionada por 43% dos entrevistados em 2025.</p>
<p>O segundo motivo mais citado foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024. O aumento, de 2 p.p. em relação ao ano de 2023, pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional.</p>
<p>Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentara variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.</p>
<p>O Brasil tinha 46,6 milhões de jovens com 15 a 29 anos de idade em 2025, e 17,5% deles não estavam trabalhando, não estudavam no ensino regular e nem frequentavam algum curso de qualificação profissional. Essa proporção recuou 4,9 pontos percentuais (p.p.) frente a 2019, quando 22,4% dos jovens do país não trabalhavam, nem estudavam ou se qualificavam.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/ibge-pais-tem-84-milhoes-de-analfabetos-menor-numero-desde-2016" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Candidaturas femininas crescem, mas número de eleitas continua baixo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/candidaturas-femininas-crescem-mas-numero-de-eleitas-continua-baixo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 13:05:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de mulheres que disputam vagas para a Câmara dos Deputados cresceu quase dez vezes entre 1998 e 2022, mas não houve avanço proporcional na ocupação de cadeiras no Legislativo. O total de candidatas à Câmara saltou de 358, em 1998, para 3.668, em 2022, um aumento de aproximadamente 925%. No mesmo período, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de mulheres que disputam vagas para a Câmara dos Deputados cresceu quase dez vezes entre 1998 e 2022, mas não houve avanço proporcional na ocupação de cadeiras no Legislativo. O total de candidatas à Câmara saltou de 358, em 1998, para 3.668, em 2022, um aumento de aproximadamente 925%. No mesmo período, o número de deputadas federais eleitas passou de 29 para 90, alta de 210%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Candidaturas-femininas-crescem-mas-numero-de-eleitas-continua-baixo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados estão no Portal da Classe Política, lançado nesta terça-feira (16) pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Representação e Legitimidade Democrática (INCT-ReDem), da Universidade Federal do Paraná (UFPR).</p>
<p>Nas eleições de 2022, as mulheres conquistaram 17,5% das cadeiras da Câmara dos Deputados e 17,8% das vagas nas assembleias estaduais, os maiores percentuais da série histórica analisada, mas ainda abaixo de um quinto da representação parlamentar total.</p>
<p>Nas assembleias legislativas estaduais, o padrão é semelhante. Embora historicamente apresentassem maior participação feminina do que na Câmara dos Deputados, atualmente os dois níveis convergem para cerca de 18% de representação de mulheres. O percentual é distante tanto da paridade com os homens (50%) quanto do piso de 30% exigido para as candidaturas.</p>
<p>Segundo o estudo, parte do crescimento das candidaturas é explicada pela Lei das Cotas de Gênero (Lei 9.504/1997) e a Minirreforma Eleitoral (Lei nº 12.034/2009), que estabeleceu reserva mínima de 30% das candidaturas proporcionais para cada gênero. Segundo os pesquisadores, no entanto, a legislação não garantiu condições equivalentes de competição.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Candidaturas-femininas-crescem-mas-numero-de-eleitas-continua-baixo.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Gráfico Mulheres Eleitas" title="Portal da Classe Política"/></p>
<h2>Desigualdade nos partidos</h2>
<p>Para o cientista político Nilton Sainz, pesquisador da UFPR responsável pelo Portal da Classe Política, os principais motivos para as mulheres não ocuparem mais vagas no Legislativo têm relação com mecanismos de poder dos próprios partidos políticos.</p>
<p>&#8220;O primeiro deles é o controle partidário dos recursos. Há um acesso muito desigual no financiamento de campanha. As mulheres recebem menos recursos e costumam receber os valores mais em materiais de campanha, enquanto homens recebem mais em dinheiro. Também há uma exclusão sistemática das mulheres nos cargos de decisão dentro dos partidos e isso reflete em questões como visibilidade e tempo de televisão&#8221;, avalia o pesquisador.</p>
<p>&#8220;Outro problema é o número de candidaturas &#8216;laranjas&#8217; femininas. Chamamos assim as candidaturas que não têm viabilidade de realmente disputar a vaga, mas são colocadas ali apenas para bater as cotas obrigatórias&#8221;, complementa.</p>
<p>Na avaliação dos pesquisadores, a baixa representação feminina também produz impactos sobre a agenda pública e reduz o debate sobre temas essenciais para as mulheres nos espaços de decisão. </p>
<p>&#8220;Vamos pegar o exemplo do combate à violência de gênero e ao feminicídio. Podemos citar outros temas como política de cuidados de saúde e criação de creches, que são questões prioritárias para as mulheres. Quando elas são excluídas dos espaços de poder, suas vozes são silenciadas, os impactos são diretos. Orçamento para essas agendas pode ser diminuído em relação a outras coisas que se tornam prioridades legislativas&#8221;, diz o pesquisador Nilton Sainz.</p>
<h2>Portal da Classe Política</h2>
<p>Além das informações sobre gênero, o Portal da Classe Política transforma outros dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em indicadores visuais, o que permite análise de candidaturas, patrimônio e financiamento de campanhas de 14 eleições (de 1998 a 2024).</p>
<p>&#8220;É possível fazer análises em nível municipal, estadual e nível federal. Por exemplo, conhecer o perfil de candidaturas, o perfil de eleitos, o perfil dos próprios partidos. Também há uma série de indicadores sobre patrimônio, taxas de reeleição e funcionamento do legislativo&#8221;, explica Nilton.</p>
<p>&#8220;Ao consolidar toda essa massa de dados fornecidas pela Justiça Eleitoral, conseguimos aproximar informações para o cidadão que antes pareciam muito distantes. É uma ferramenta que as organiza melhor e as torna mais auditáveis&#8221;, conclui.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/candidaturas-femininas-crescem-mas-numero-de-eleitas-continua-baixo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>InfoGripe: cresce número de hospitalizações por VSR e gripe</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/infogripe-cresce-numero-de-hospitalizacoes-por-vsr-e-gripe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 17:05:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O número de hospitalizações por vírus sincicial respiratório (VSR) aumentou no Brasil e, em algumas regiões do país, também houve mais internações por gripe causada pelos vírus influenza A e B. Os dados estão no Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (11). A análise é referente à Semana Epidemiológica 22, período de 31 de maio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de hospitalizações por vírus sincicial respiratório (VSR) aumentou no Brasil e, em algumas regiões do país, também houve mais internações por gripe causada pelos vírus influenza A e B. Os dados estão no Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (11).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/InfoGripe-cresce-numero-de-hospitalizacoes-por-VSR-e-gripe.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A análise é referente à Semana Epidemiológica 22, período de 31 de maio a 6 de junho, período em que a queda das temperaturas pode impulsionar a disseminação dos vírus respiratórios em locais fechados e aglomerados.</p>
<p>O estudo verificou que 11 das 27 unidades federativas apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com indícios de crescimento também na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas. São elas: Acre, Alagoas, Amapá, Paraná, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.</p>
<p>O InfoGripe destaca também que as demais 16 unidades da Federação apresentam indícios de interrupção do crescimento ou queda do número de casos de SRAG na tendência de longo prazo. Mas 12 delas ainda registram incidência em níveis de alerta, risco ou alto risco: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro.</p>
<h2>Cuidados</h2>
<p>Em 2026, já foram registrados 3.591 óbitos de SRAG. Para a pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, é importante que a população tome alguns cuidados, como lavar sempre as mãos, usar máscaras dentro unidades de saúde e em ambientes aglomerados com pouca circulação de ar.</p>
<p>Segundo ela, também é importante fazer isolamento em caso de sintomas de gripe ou resfriado, para evitar transmitir o vírus para outras pessoas. Se não for possível fazer o isolamento, a recomendação é que a pessoa saia de casa usando uma boa máscara como a N95 ou PFF2</p>
<p>“E o mais importante: é fundamental que as pessoas dos grupos prioritários e elegíveis tomem a vacina contra a influenza e o VSR, para diminuírem as chances de desenvolverem a forma mais grave da doença ou irem a óbito, caso se infectem por esses vírus”, diz Tatiana.</p>
<p>Os dados de resultados laboratoriais por faixa etária mostram que a alta de SRAG em crianças de até 4 anos de idade tem sido impulsionada principalmente pelo VSR, enquanto o rinovírus tem predominado entre crianças e adolescentes de 5 a 14 anos.</p>
<p>Nas últimas semanas, também tem sido observado um predomínio de casos de SRAG associados à influenza A entre jovens, adultos e idosos. A influenza B vem apresentando aumento, especialmente nas faixas etárias de 5 a 14 anos e de 15 a 49 anos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/infogripe-cresce-numero-de-hospitalizacoes-por-vsr-e-gripe" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Amazonas reduz número de homicídios e se destaca em levantamento nacional sobre violência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/amazonas-reduz-numero-de-homicidios-e-se-destaca-em-levantamento-nacional-sobre-violencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 17:46:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Amazonas registrou redução de 229 homicídios em 2024 e apareceu entre os estados com maior queda no número de mortes violentas do país, segundo dados do Atlas da Violência divulgados nesta terça-feira (26). O levantamento é produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública com base em registros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Amazonas registrou redução de 229 homicídios em 2024 e apareceu entre os estados com maior queda no número de mortes violentas do país, segundo dados do Atlas da Violência divulgados nesta terça-feira (26).</p>
<p class="wp-block-paragraph">O levantamento é produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública com base em registros oficiais de mortalidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além do Amazonas, o estudo aponta quedas expressivas em outros estados. O Amapá lidera as reduções percentuais, com queda de 30%. Em seguida aparecem Tocantins (-26,7%), Sergipe (-24,8%), Roraima (-22,8%) e Acre (-20,5%).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em números absolutos, o Rio de Janeiro teve a maior redução, com 772 casos a menos. A Bahia aparece logo depois, com queda de 555 mortes violentas. O Rio Grande do Sul registrou menos 280 casos. Já Goiás e Amazonas tiveram redução de 229 homicídios cada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Brasil registrou, em 2024, a menor taxa de homicídios da série histórica. A taxa nacional ficou em 20,1 homicídios por 100 mil habitantes, com 42.590 mortes violentas no período. Em comparação com 2023, a taxa caiu 7,4% e o número total recuou 6,9%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: </p>
<p class="wp-block-paragraph">Policial civil e irmão de Melqui Galvão é preso durante investigação em Manaus</p>
<p class="wp-block-paragraph">Vasco e Fluminense se enfrentam nas oitavas da Copa do Brasil; veja todos os duelos</p>
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		<item>
		<title>Número de cirurgias eletivas cresce no Amazonas e reduz filas no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/numero-de-cirurgias-eletivas-cresce-no-amazonas-e-reduz-filas-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 15:38:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Amazonas está entre os estados brasileiros que mais avançaram na realização de cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025. Os números refletem os investimentos realizados para reduzir filas históricas e ampliar o acesso da população a procedimentos considerados essenciais, mas que não são classificados como emergenciais. Aumento de procedimentos Dados divulgados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Amazonas está entre os estados brasileiros que mais avançaram na realização de cirurgias eletivas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025. Os números refletem os investimentos realizados para reduzir filas históricas e ampliar o acesso da população a procedimentos considerados essenciais, mas que não são classificados como emergenciais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Aumento de procedimentos</h2>
<p>Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que o estado apresentou crescimento expressivo no volume de cirurgias realizadas nos últimos anos. Entre 2022 e 2023, o Amazonas registrou aumento de 11% nos procedimentos eletivos, passando de 276 mil para mais de 308 mil cirurgias. Até novembro de 2024, o número já havia ultrapassado 331 mil operações realizadas.</p>
<p>O avanço coloca o Amazonas em posição de destaque nacional dentro do Programa Nacional de Redução das Filas (PNRF), iniciativa criada para acelerar atendimentos e diminuir o tempo de espera de pacientes do SUS. Somente no estado, os procedimentos financiados pelo programa cresceram mais de 100% entre 2023 e 2024, saltando de 7,7 mil para 15,6 mil cirurgias.</p>
<p>O crescimento acompanha uma tendência nacional. Em todo o Brasil, o SUS bateu recorde histórico de cirurgias eletivas, alcançando mais de 13,6 milhões de procedimentos em 2024. O número representa aumento de 32% em comparação com 2022.</p>
<p>Entre as estratégias adotadas para alcançar os resultados estão os mutirões cirúrgicos, ampliação da rede especializada e fortalecimento de programas federais e estaduais voltados à saúde pública. No Amazonas, o programa Opera+ Amazonas também contribuiu diretamente para a redução das filas, realizando mais de 200 mil cirurgias ao longo de 2025. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve redução significativa na espera por procedimentos como hérnia e vesícula.</p>
<p>Além do aumento nas cirurgias, o Ministério da Saúde destaca investimentos em especialidades consideradas prioritárias, como oncologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia e otorrinolaringologia. A proposta é garantir diagnóstico mais rápido e atendimento especializado em menor tempo para a população.</p>
<p>Leia Mais </p>
<p>Golpista oferece ajuda e faz empréstimo de R$ 2 mil no celular de mulher no AM</p>
<p>Assaltante é preso ao tentar desbloquear iPhone em assistência técnica de Manaus</p>
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		<item>
		<title>Brasil tem menor número de homicídios e latrocínios em dez anos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-tem-menor-numero-de-homicidios-e-latrocinios-em-dez-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 17:41:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou, no primeiro trimestre de 2026, o menor número de homicídios dolosos e latrocínios (roubos seguidos de morte) dos últimos dez anos para o período de janeiro a março. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com base no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública. De acordo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou, no primeiro trimestre de 2026, o menor número de homicídios dolosos e latrocínios (roubos seguidos de morte) dos últimos dez anos para o período de janeiro a março. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Brasil-tem-menor-numero-de-homicidios-e-latrocinios-em-dez.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com base no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública.</p>
<p>De acordo com o levantamento, a redução dos crimes letais consolida uma tendência de queda ao longo da última década e indica avanço na atuação das forças de segurança.</p>
<p>Principais números do levantamento:</p>
<ul>
<li>Homicídios dolosos: 7.289 casos em 2026, ante 12.719 em 2016 (queda de 42,7%);</li>
<li>Latrocínios: 160 registros em 2026, contra 591 em 2016 (redução de 72,9%).</li>
</ul>
<p>A série histórica indica que o resultado atual é o melhor da década para o primeiro trimestre.</p>
<p>Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, os números refletem mudanças na estratégia de enfrentamento à criminalidade, com maior integração entre forças de segurança, uso intensivo de inteligência e atuação coordenada em todo o país.</p>
<p>O levantamento também comparou a evolução dos homicídios nos últimos quatro anos, com as seguintes quedas:</p>
<ul>
<li>Homicídios (2022–2026): recuo de 9.714 para 7.289 (-25%);</li>
<li>Latrocínios (2022–2026): queda de 308 para 160 (-48,1%).</li>
</ul>
<p>Além da queda nos crimes letais, o relatório aponta aumento na atuação das forças de segurança:</p>
<ul>
<li>Mandados de prisão cumpridos: 72.965 em 2026, ante 53.212 em 2022 (alta de 37,1%)</li>
</ul>
<p>Segundo o secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, o aumento de investimentos também contribuiu para os resultados.</p>
<p>O Fundo Nacional de Segurança Pública passou de R$ 970,7 milhões no biênio 2021–2022 para R$ 1,76 bilhão em 2023–2024, alta de 80,9%, com aplicação em tecnologia, equipamentos, perícia e formação policial.</p>
<p>De acordo com Ministério da Justiça e Segurança Pública, a estratégia atual prioriza a integração entre União e estados, o uso de dados para orientar operações e o combate às estruturas financeiras do crime organizado.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/brasil-tem-menor-numero-de-homicidios-e-latrocinios-em-dez-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-tem-menor-numero-de-homicidios-e-latrocinios-em-dez-anos/">Brasil tem menor número de homicídios e latrocínios em dez anos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Número de roubos e furtos de veículos em SP cai 37,3% no 1º trimestre</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/numero-de-roubos-e-furtos-de-veiculos-em-sp-cai-373-no-1o-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:50:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os roubos de veículos no estado de São Paulo tiveram queda de 37,3% no primeiro trimestre do ano, na comparação com o mesmo período de 2025. De janeiro a março foram 4.355 casos. Quando analisados só os furtos, a queda foi de 11,3%, na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, totalizando 19.998 registros. Os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os roubos de veículos no estado de São Paulo tiveram queda de 37,3% no primeiro trimestre do ano, na comparação com o mesmo período de 2025. De janeiro a março foram 4.355 casos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Numero-de-roubos-e-furtos-de-veiculos-em-SP-cai.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Quando analisados só os furtos, a queda foi de 11,3%, na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, totalizando 19.998 registros. Os dados são da Secretaria Estadual de Segurança Pública do estado de São Paulo (SSP-SP).</p>
<p>Segundo o delegado da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Divecar), do Deic, Paul Verduraz, os resultados são consequência de trabalho planejado e integrado entre Polícia Civil e Polícia Militar, além de outros órgãos municipais e estaduais, com ações voltadas para o combate da receptação de veículos e desmanches clandestinos.</p>
<p>“Em 2025, conseguimos avançar com operações conjuntas e, neste ano, intensificamos ainda mais essa atuação por meio das nossas unidades especializadas. Nosso foco é atingir toda a cadeia criminosa, especialmente o mercado ilegal de peças, que é o principal indutor desses crimes”, afirmou.</p>
<p>De acordo com a SSP-SP, o Programa Muralha Paulista também contribuiu com a queda. Com a tecnologia aplicada ao programa, que conta com câmeras e sensores de órgãos públicos e privados a bancos de dados, foi possível identificar de veículos furtados ou roubados e pessoas procuradas pela Justiça, por meio da leitura de placas e reconhecimento facial.</p>
<p>A partir da leitura automática de placas, o sistema identifica veículos com registro de furto ou roubo e gera alertas em tempo real. Com isso, equipes de policiamento tem a possibilidade de atuar rapidamente, contribuindo para a prisão de suspeitos e a recuperação dos veículos.</p>
<p>O coronel da Polícia Militar, Carlos Lucena, explicou que os alertas emitidos pelo programa permitem identificar veículos roubados ou furtados e garantir uma resposta rápida das equipes, o que possibilita a prisão dos infratores e a recuperação dos veículos.</p>
<p>“As quedas são resultado de um trabalho sistêmico integrado, com uso de tecnologia, como câmeras, drones de alta resolução e o programa Muralha Paulista, aliado à gestão operacional do policiamento”, ressaltou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/numero-de-roubos-e-furtos-de-veiculos-em-sp-cai-113-no-1o-trimestre" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Número de eleitores com mais de 60 anos cresceu 74%, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 11:06:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um levantamento realizado pela Nexus-Pesquisa e Inteligência de Dados a partir do Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela que a chamada Geração Prateada, de pessoas 60+ aptas a votar, cresceu cinco vezes mais do que o eleitorado geral nos últimos 16 anos.  Enquanto o número de eleitores de todas as faixas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um levantamento realizado pela Nexus-Pesquisa e Inteligência de Dados a partir do Portal de Dados Abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), revela que a chamada Geração Prateada, de pessoas 60+ aptas a votar, cresceu cinco vezes mais do que o eleitorado geral nos últimos 16 anos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Numero-de-eleitores-com-mais-de-60-anos-cresceu-74.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Enquanto o número de eleitores de todas as faixas etárias cresceu 15% entre 2010 e 2026, o eleitorado 60+ aumentou 74% no período, o que revela expansão de 20,8 milhões em 2010 para 36,2 milhões em março deste ano.</p>
<p>Segundo a Nexus, os números podem aumentar ainda mais até o dia 6 de maio, que é o prazo final para o cadastro de eleitores no TSE. </p>
<p>Até a data da coleta, 156,2 milhões de pessoas estavam aptas a participar do processo eleitoral no próximo mês de outubro, contra 135,8 milhões, em 2010. O levantamento sugere que em um cenário de polarização aguda, como ocorreu na eleição de 2022, obter o voto da população 60+ é estratégico.</p>
<p>De acordo com o CEO da Nexus, Marcelo Tokarski, a Geração Prateada pode definir o resultado das eleições deste ano. </p>
<p>“É bastante plausível afirmar que a chamada Geração Prateada (60+) pode ser decisiva nas eleições, embora não se possa dizer que ela, sozinha, definirá o resultado”. </p>
<h2>Peso relevante</h2>
<p>Tokarski lembrou que na última eleição presidencial, em 2022, a diferença entre candidatos foi pequena, inferior a 2 milhões de votos, o que torna esse contingente altamente estratégico. Numericamente, a geração 60+ passa a ter um peso relevante, constituindo um em cada quatro eleitores do país e, portanto, capaz de influenciar sistemas equilibrados. </p>
<p>“Assim, embora não determine o resultado de forma isolada, pode atuar como fiel da balança, especialmente em cenários polarizados”, afirmou o CEO da Nexus.</p>
<p>Ele admitiu que a tendência é de que a proporção dos seniores nas eleições acompanhe o aumento da longevidade. “A tendência é claramente de que a proporção de eleitores seniores acompanhe e até reflita diretamente o aumento da longevidade e do envelhecimento populacional”. </p>
<p>O levantamento mostra que a população com 60 anos ou mais saltou de 7% para 16% em três décadas e, em paralelo, o eleitorado 60+ cresceu rapidamente, já representando 23,2% dos votantes. </p>
<h2>Abstenção</h2>
<p>A abstenção dos maiores de 60 anos apresentou queda nas últimas três eleições: somava 37,1% em 2014 e passaram para 36,4% em 2018 e a 34,5% em 2022. Em contrapartida, as abstenções do eleitorado brasileiro em geral aumentaram de 19,4% em 2014 para 20,3% em 2018 e 20,9% no último pleito nacional. </p>
<p>Os maiores de 70 anos, embora tenham uma taxa de abstenção maior do que a média da Geração 60+, também têm comparecido mais às urnas. Sem obrigatoriedade de voto, esse público registrou 63,6% de abstenção em 2014, 62,7% em 2018 e 58,9% em 2022.</p>
<p>Na avaliação de Marcelo Tokarski, os brasileiros com mais de 70 anos que participam das eleições o fazem por convicção ou identificação política e, ao lado dos eleitores mais jovens, entre 16 e 18 anos, constituem as faixas de brasileiros a serem ‘conquistadas’ pelos candidatos. Ele acredita que, em um cenário político acirrado, essas pessoas têm a possibilidade de mudar os rumos de uma eleição.</p>
<h2>Cenário político</h2>
<p>Também o número de candidatos maiores de 60 anos tem aumentado anualmente no Brasil, tanto nas eleições gerais quanto nas municipais. Segundo dados do TSE, nas últimas eleições, em 2024, mais de 70 mil brasileiros com 60+ se candidataram aos cargos em disputa, o que equivale a 15% de todas as candidaturas. </p>
<p>O montante é o maior desde o início da série histórica, em 1998. O pleito anterior, em 2022, também registrou recorde para eleições gerais. Foram 4.873 candidatos com 60 anos ou mais, o que equivale a 17% das candidaturas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/numero-de-eleitores-com-mais-de-60-anos-cresceu-74-aponta-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Desfiles de carnaval no Rio terão maior número de escolas de samba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:16:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e a prefeitura do Rio assinaram, nessa quinta-feira (9), acordo para aumentar gradativamente o número de escolas do carnaval carioca. Em reunião na Cidade do Samba, o prefeito Eduardo Cavaliere, o presidente da Liesa, Gabriel David, e representantes de todas as agremiações definiram um planejamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) e a prefeitura do Rio assinaram, nessa quinta-feira (9), acordo para aumentar gradativamente o número de escolas do carnaval carioca. Em reunião na Cidade do Samba, o prefeito Eduardo Cavaliere, o presidente da Liesa, Gabriel David, e representantes de todas as agremiações definiram um planejamento estruturado para a ampliação progressiva do Grupo Especial, que passará a contar com 15 escolas até o carnaval de 2030.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Desfiles-de-carnaval-no-Rio-terao-maior-numero-de-escolas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O modelo aprovado respeita o regulamento vigente: em 2027, a disputa seguirá com 12 escolas. A partir daí, a transição ocorrerá de forma gradual. Ao fim de cada ciclo, duas agremiações subirão da Série Ouro e apenas uma será rebaixada do Grupo Especial. Com essa dinâmica, o Grupo Especial terá 13 escolas em 2028, 14 em 2029, chegando a 15 agremiações em 2030.</p>
<p>Para o presidente da Liesa, Gabriel David, a decisão reflete o amadurecimento da gestão do carnaval. “Quero destacar a abertura do diálogo com as escolas. Esse tipo de escuta qualificada fortalece todo o setor. Tivemos uma conversa produtiva, em que foi possível aprofundar o entendimento sobre as demandas das agremiações e o momento atual do nosso espetáculo”.</p>
<p>David afirmou ainda que a decisão permite avançar com responsabilidade na discussão sobre a ampliação do grupo. &#8220;O modelo definido é progressivo, respeita as regras vigentes e garante segurança financeira para todos os envolvidos”, acrescentou.</p>
<p>O compromisso do poder público em viabilizar essa expansão com responsabilidade foi citado pelo prefeito Eduardo Cavaliere, que garantiu o suporte necessário à transição.</p>
<p>“O papel da prefeitura é garantir toda a estrutura financeira, logística e infraestrutura para isso. E mesmo com a garantia da prefeitura, as escolas precisam de um tempo para se preparar, se planejar, garantindo que o carnaval vai seguir avançando, evoluindo cada vez mais, melhor e mais competitivo”, disse ele.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/desfiles-de-carnaval-no-rio-terao-maior-numero-de-escolas-de-samba" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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