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	<title>obesidade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>obesidade Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Diretriz contraindica tratamento farmacológico isolado para obesidade</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/diretriz-contraindica-tratamento-farmacologico-isolado-para-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 22:52:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova diretriz da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) recomenda que o tratamento farmacológico não usado isoladamente, mas sempre associado a mudanças de estilo de vida, com aconselhamento nutricional e estímulo à atividade física.  A orientação faz parte de documento que reúne 32 recomendações para o cuidado com a obesidade O documento define como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nova diretriz da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) recomenda que o tratamento farmacológico não usado isoladamente, mas sempre associado a mudanças de estilo de vida, com aconselhamento nutricional e estímulo à atividade física. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Diretriz-contraindica-tratamento-farmacologico-isolado-para-obesidade.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A orientação faz parte de documento que reúne 32 recomendações para o cuidado com a obesidade</p>
<p>O documento define como principais critérios para indicação da remédios o Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 30 kg/m² ou IMC maior ou igual a 27 kg/m² em pessoas com complicações relacionadas à adiposidade. O IMC pode ser calculado no site da associação.</p>
<p>Em situações específicas, o texto ainda admite considerar tratamento mesmo independentemente do IMC, quando há aumento da circunferência da cintura ou da relação cintura-altura associado a complicações.</p>
<p>“O médico passou a lidar com um cenário terapêutico mais amplo e com decisões que exigem avaliação cada vez mais individualizada. Esta diretriz transforma esse avanço científico em orientação prática, oferecendo mais subsídio para a conduta clínica e mais segurança para o cuidado dos pacientes”, ressaltou o presidente da Abeso, Fábio Trujilho.</p>
<p>A nova diretriz foi elaborada por um grupo multidisciplinar formado por endocrinologistas, clínicos gerais e nutricionistas e traz as orientações organizadas por classes de recomendação e níveis de evidência.</p>
<p>“O documento traz direcionamentos para cenários como risco cardiovascular, pré-diabetes, doença hepática gordurosa, osteoartrite, câncer, deficiência de testosterona masculina, apneia do sono, perda de massa magra e muscular, o que aproxima a recomendação científica das perguntas reais do consultório”, destacou um dos coordenadores da nova diretriz, Fernando Gerchman.</p>
<p>As novas diretrizes reforçam ainda os alertas sobre quando um medicamento não é indicado e chama a atenção para o uso de substâncias sem evidências robustas de eficácia e segurança demonstradas em ensaios clínicos, fórmulas magistrais e produtos manipulados para o tratamento da obesidade, incluindo formulações com diuréticos, hormônios tireoidianos, esteroides anabolizantes, implantes hormonais ou gonadotrofina coriônica humana (hCG).</p>
<p>A íntegra das novas diretrizes pode ser lida aqui.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/diretriz-contraindica-tratamento-farmacologico-isolado-para-obesidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>‘Março Amarelo’: obesidade impacta luta contra endometriose</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/marco-amarelo-obesidade-impacta-luta-contra-endometriose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 21:42:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amarelo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A endometriose, principal causa de dor pélvica crônica em mulheres em idade reprodutiva, é tema da campanha “Março Amarelo”, que busca ampliar a conscientização sobre a doença. Caracterizada pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina, a condição afeta mais de sete milhões de brasileiras, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A endometriose, principal causa de dor pélvica crônica em mulheres em idade reprodutiva, é tema da campanha “Março Amarelo”, que busca ampliar a conscientização sobre a doença.</p>
<p>Caracterizada pela presença de tecido endometrial fora da cavidade uterina, a condição afeta mais de sete milhões de brasileiras, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Além disso, pode ser influenciada por outro fator relevante: a obesidade.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Relação entre inflamação e hormônios agrava sintomas</h3>
<p>A médica ginecologista e obstetra Aline Frota explica que o excesso de gordura corporal aumenta processos inflamatórios no organismo. Dessa forma, há impacto direto na intensidade dos sintomas da endometriose.</p>
<p>“Há uma forte conexão entre as duas condições. Isso porque a endometriose é uma doença inflamatória crônica, que ainda por cima é altamente dependente de estrogênio, enquanto a obesidade é um processo inflamatório que induz elevações nos níveis desse hormônio. E qual o problema disso? O ambiente se torna ainda mais propício para o crescimento das lesões endometrióticas”, observa a especialista.</p>
<p>Além disso, o tecido semelhante ao endométrio, presente em outras regiões do corpo, responde aos hormônios do ciclo menstrual. Como resultado, pode provocar cólicas intensas, cansaço extremo e infertilidade.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Excesso de gordura pode dificultar o tratamento</h3>
<p>Segundo a especialista, o acúmulo de gordura corporal contribui para o aumento da inflamação sistêmica. Por isso, os sintomas tendem a se intensificar.</p>
<p>“Isso não quer dizer que toda mulher com obesidade vai desenvolver a condição ginecológica. Contudo, vários estudos deixam evidentes que o acúmulo de gordura corporal agrava os sintomas e dificulta o tratamento. Nesse cenário, cuidar do peso corporal é parte fundamental do controle da endometriose”, pontua.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Diagnóstico pode levar anos</h3>
<p>A médica destaca que campanhas como o “Março Amarelo” ajudam a ampliar o acesso à informação. Muitas vezes, a doença é confundida com outros problemas ginecológicos.</p>
<p>Segundo ela, o diagnóstico pode levar de sete a dez anos para ser confirmado. Portanto, a conscientização é essencial para reduzir esse tempo.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Tratamento exige abordagem multidisciplinar</h3>
<p>Aline Frota afirma que o tratamento da endometriose deve considerar diferentes aspectos da saúde da paciente.</p>
<p>“Precisamos estar atentos ao corpo como um todo, observando desde o estado hormonal aos hábitos das pacientes. Se a doença não estiver em estágio avançado, quando somente a cirurgia é recomendada, o tratamento envolve medicamentos, suplementos, alimentação anti-inflamatória, fisioterapia pélvica, psicoterapia e o famoso exercício físico”, afirma.</p>
<p>Além disso, ela ressalta que apenas o uso de anticoncepcionais não resolve todos os casos.</p>
<p>“Vai ter que praticar atividades físicas, tomar medicações específicas, beber água na quantidade correta, ter um sono regulado. É fundamental procurar sempre um ginecologista atualizado, que entenda a condição e ofereça um tratamento individualizado”, conclui.</p>
<p><em>*Com informações da assessoria</em></p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Alessandra Campelo defende criminalização da misoginia como avanço na proteção às mulheres</p>
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		<title>Uma em cada cinco crianças e adolescentes tem sobrepeso ou obesidade</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/uma-em-cada-cinco-criancas-e-adolescentes-tem-sobrepeso-ou-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 13:47:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2026 revelam &#8211; no Dia Mundial da Obesidade, lembrado hoje (4) &#8211; que 20,7% das crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos em todo o planeta vivem com sobrepeso ou obesidade – o equivalente a um em cada cinco, totalizando 419 milhões. A previsão da Federação Mundial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados do Atlas Mundial da Obesidade 2026 revelam &#8211; no Dia Mundial da Obesidade, lembrado hoje (4) &#8211; que 20,7% das crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos em todo o planeta vivem com sobrepeso ou obesidade – o equivalente a um em cada cinco, totalizando 419 milhões. A previsão da Federação Mundial de Obesidade é que, até 2040, o número salte para 507 milhões de crianças e adolescentes no mundo com sobrepeso ou obesidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Uma-em-cada-cinco-criancas-e-adolescentes-tem-sobrepeso-ou.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a entidade alerta que a obesidade e o sobrepeso na infância levam a condições semelhantes às observadas em adultos, incluindo quadros como hipertensão e doença cardiovascular. A estimativa é que, até 2040, 57,6 milhões de crianças apresentem sinais precoces de doença cardiovascular e que 43,2 milhões apresentem sinais de hipertensão.</p>
<p>“O atlas mostra como as ações para enfrentar a obesidade infantil permanecem inadequadas em todo o mundo, com muitos países aquém do conjunto de políticas necessárias para prevenção, monitoramento, rastreamento e manejo”, destacou a federação, ao cobrar medidas firmes para reverter as tendências atuais.</p>
<p>Entre as ações a serem implementadas, a entidade destaca impostos sobre bebidas adoçadas com açúcar; restrições ao marketing direcionado a crianças, incluindo plataformas digitais; implementação das recomendações globais de atividade física para crianças; proteção do aleitamento materno; padrões mais saudáveis de alimentação escolar e integração da prevenção e do cuidado aos sistemas de atenção primária.</p>
<h2>Brasil</h2>
<p>Os números revelam que, no Brasil, 6,6 milhões de crianças com idade entre 5 e 9 anos estão com sobrepeso ou obesidade. O número sobe para 9,9 milhões quando considerados crianças e adolescentes com idade entre 10 e 19 anos, totalizando 16,5 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos vivendo com sobrepeso ou obesidade no país.</p>
<p>Desse total, quase 1,4 milhão foram diagnosticados, em 2025, com hipertensão atribuída ao Índice de Massa Corporal (IMC), enquanto 572 mil foram diagnosticados com hiperglicemia atribuída ao IMC; 1,8 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e 4 milhões com doença hepática esteatótica metabólica (quando há acúmulo de gordura no fígado).</p>
<p>A previsão é que, até 2040, os números no Brasil passem a ser os seguintes: mais de 1,6 milhão de crianças e adolescentes com idade entre 5 e 19 anos diagnosticados com hipertensão atribuída ao IMC; 635 mil com hiperglicemia atribuída ao IMC; 2,1 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e 4,6 milhões com triglicerídeos elevados atribuídos ao IMC; e doença hepática esteatótica metabólica.</p>
<h2>Análise</h2>
<p>Para o vice-presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), Bruno Halpern, o atlas mostra “crescimento assustador” nos índices de obesidade e sobrepeso infantil em todo o mundo, sobretudo em países de média e baixa renda.</p>
<p>“A alimentação à base de alimentos pouco ricos nutricionalmente, ultraprocessados e baratos vem crescendo exponencialmente. Isso afeta mais crianças de classes socioeconômicas mais baixas dentro desses países.”</p>
<p>“O Brasil não é exceção. Há dois anos, a gente já sabia que, em dez anos, metade das crianças e adolescentes no Brasil teria sobrepeso ou obesidade. Os dados estão se confirmando. Os índices estão crescendo, são alarmantes”, completou.</p>
<p>Halpern, que também é membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e presidente eleito da Federação Mundial de Obesidade para o biênio 2027-2028, lembra que a obesidade é problema de todos. “Temos 8 bilhões de razões para agir – a população do mundo”.</p>
<p>“Temos que sair da ideia de que a obesidade é um problema individual e entender que, hoje, é também um problema socioeconômico”, disse. “Se metade das crianças vai ter obesidade ou sobrepeso em alguns anos, não é problema dos outros, é problema de todos nós. Se não for o seu filho, vai ser o filho da sua irmã ou alguém muito próximo vivendo com isso”, completou.</p>
<p>“Precisamos ter estratégias de taxação de ultraprocessados e refrigerantes, a gente precisa diminuir a propaganda infantil. A gente precisa trabalhar também a obesidade materna, que é um ponto que o atlas focou bem. Se a gente tratar a obesidade nas mães, pode ser uma forma de prevenir a obesidade dessas crianças no futuro”, concluiu.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/um-em-cada-cinco-criancas-e-adolescentes-tem-sobrepeso-ou-obesidade" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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