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	<title>Observatório Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Observatório Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Uerj terá observatório para monitorar política de cotas </title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/uerj-tera-observatorio-para-monitorar-politica-de-cotas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 21:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) vai instituir o Observatório Social das Cotas para possibilitar o acompanhamento e a sistematização de dados sobre acesso, permanência e trajetória acadêmica de estudantes cotistas da universidade. A escolha da equipe que vai integrar o Observatório será feita por meio de edital. Segundo o pró-reitor de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) vai instituir o Observatório Social das Cotas para possibilitar o acompanhamento e a sistematização de dados sobre acesso, permanência e trajetória acadêmica de estudantes cotistas da universidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Uerj-tera-observatorio-para-monitorar-politica-de-cotas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A escolha da equipe que vai integrar o Observatório será feita por meio de edital. Segundo o pró-reitor de Políticas e Assistência Estudantis da Uerj, Daniel Pinha, a ideia é lançar posteriormente uma nova chamada para todos os pesquisadores da universidade que queiram participar e contribuir para a iniciativa.</p>
<p>“Se tem um pesquisador de um laboratório ou de um departamento da Uerj que queira contribuir com aquilo que já faz, será ótimo. O objetivo do observatório é reunir e articular temas de pesquisa”, explica.</p>
<p>Pinha afirmou que há uma grande preocupação com o acesso e a permanência dos estudantes da Uerj. </p>
<p>“Na nova chamada, queremos articular pesquisas que já existem. Então, serão duas chamadas: uma objetiva coordenar a nossa pesquisa e a outra visa reunir as pesquisas que já existem”. A segunda chamada deve acontecer até o final deste mês.</p>
<p>O Observatório Social das Cotas da Uerj deverá ser instituído por uma ordem de serviço que será publicada nessa quinta-feira (11) e deve começar a funcionar nos primeiros dias de julho.</p>
<h2>Criação</h2>
<p>A ideia da criação do Observatório das Cotas foi definida entre a Pró-Reitoria de Políticas e Assistência Estudantis e a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), presidida pela deputada Dani Monteiro (PSOL), ex-aluna da Uerj.</p>
<p>“Nós construímos políticas públicas na Uerj e monitoramos as que já existem. Isso converge com a Comissão de Direitos Humanos também”, destacou Daniel Pinha.</p>
<p>Para a deputada Dani Monteiro, as cotas representam uma reparação para uma parcela significativa da população. Segundo ela, o Observatório das Cotas busca avançar na formulação e avaliação do que tem sido a política de cotas nas universidades.</p>
<p>A deputada destaca que a nova estrutura nasce com uma “responsabilidade enorme”, não só de pensar quais são os gargalos que o aluno cotista ainda enfrenta para ingressar em uma vaga, mas também sua permanência. Isso envolve saber se a universidade tem condições materiais de conduzir a assistência estudantil que mantém esses estudantes que representam, normalmente, a parcela de maior hipossuficiência da universidade.</p>
<h2>Avanço</h2>
<p>A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Alerj considera que houve avanços em relação às ações afirmativas no ensino superior. Disse que antes das cotas, a parcela racializada da universidade, tanto no corpo docente quanto no corpo discente, representava um percentual muito baixo.</p>
<p>“Era abaixo de 10% entre os discentes e havia grandes universidades históricas no país, como a Universidade de São Paulo (USP), com um quadro de cerca de cinco mil professores e nem mesmo um décimo desse percentual de professores racializados. Era um quadro extremamente gravoso que mostra que um Brasil de maioria preta e indígena não ocupava espaço na universidade pública”, questionou.</p>
<p>Na avaliação de Dani Monteiro, as ações afirmativas, como as cotas sociais e raciais, popularizaram o que deveria ser um direito do povo. Ela destacou que a universidade no Brasil, historicamente, foi para as elites e, com a implementação das ações afirmativas, o olhar sobre a quem pertence essas vagas mudou. </p>
<p>“Então, não são só alunos racializados beneficiados mas, inclusive, são beneficiados também alunos brancos pobres”. Ela acredita que isso representa um avanço da política das ações afirmativas no que se refere ao direito do povo brasileiro.</p>
<h2>Sucesso</h2>
<p>A presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Alerj e coautora da criação do Observatório Social das Cotas da Uerj afirmou ser inegável o sucesso da política de cotas, traduzida pela contribuição dos povos indígenas, trazendo conhecimentos ancestrais para a produção científica, e dos negros, nos meios urbanos, contribuindo diretamente com o pulsar das universidades em grandes capitais.</p>
<p>Beneficiária da política de cotas da Uerj, Dani Monteiro conhece, na prática, o potencial transformador dessa conquista. “Precisamos chegar a 2028, quando a atual legislação estadual necessitará ser renovada, com evidências, mobilização social e compromisso institucional para ampliar esse direito&#8221;, afirmou. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/uerj-tera-observatorio-para-monitorar-politica-de-cotas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Governo do RJ cria observatório da fome em homenagem a Betinho</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/governo-do-rj-cria-observatorio-da-fome-em-homenagem-a-betinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 21:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Betinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de subsidiar políticas públicas voltadas ao combate à fome e à pobreza extrema no território fluminense, o governo do Rio de Janeiro criou o Observatório da Fome Herbert de Souza, por meio da Lei 11.179/26. A lei foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (7) e teve por inspiração a história e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de subsidiar políticas públicas voltadas ao combate à fome e à pobreza extrema no território fluminense, o governo do Rio de Janeiro criou o Observatório da Fome Herbert de Souza, por meio da Lei 11.179/26.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Governo-do-RJ-cria-observatorio-da-fome-em-homenagem-a.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A lei foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (7) e teve por inspiração a história e obra do sociólogo Herbert José de Souza, o “Betinho”, ativista dos direitos humanos e fundador do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase). </p>
<p>Na década de 1990, Betinho criou o movimento conhecido como <em>Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e Pela Vida</em>, imortalizando o lema <em>Quem tem fome tem pressa</em>.</p>
<p>A lei ainda será regulamentada, com definições da estrutura, composição e funcionamento do Observatório. A ideia é que o Observatório da Fome Herbert de Souza seja responsável por coletar, armazenar, analisar e produzir dados sobre a fome. Deverá também fomentar a articulação entre diferentes esferas do poder público e a sociedade civil. </p>
<p>Caberá ainda ao Observatório publicar, anualmente, um relatório sobre a situação da fome no estado do Rio de Janeiro, sugerindo políticas públicas que possam contribuir para o seu enfrentamento.</p>
<p>Os órgãos públicos de todos os Poderes e concessionárias de serviços públicos poderão notificar os casos relacionados à fome, contribuir com dados e promover campanhas de conscientização, informou o governo fluminense. </p>
<p>As informações coletadas serão processadas pelo Observatório e utilizadas para orientar decisões estratégicas. Poderão ser utilizados para custear as ações recursos de convênios, contratos ou acordos firmados com entidades públicas ou privadas; de fundos estaduais; além de recursos orçamentários.</p>
<h2>Contribuição</h2>
<p>O presidente do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza, filho do sociólogo Betinho, disse à Agência Brasil ver com bons olhos toda ação de combata à fome. Segundo ele, o movimento criado por Betinho tem muito para contribuir com o novo Observatório.</p>
<p>“A gente entende que o poder público, junto com a sociedade, consegue erradicar a fome. Qualquer iniciativa, independente de partido político, de ano, é superimportante”, disse. </p>
<p>O presidente do conselho da Ação da Cidadania informou que uma das ferramentas de controle social para trabalhar o combate à fome junto com políticas públicas dos municípios é o Selo Betinho, que pode ser um auxiliar valioso para o novo Observatório. O Selo Betinho é baseado na Agenda Betinho que traz propostas para combater a fome e garantir segurança alimentar.</p>
<h2>Selo Betinho</h2>
<p>A gerente de Participação Social da Ação da Cidadania, Ana Paula Souza, disse à Agência Brasil que o Selo Betinho é um instrumento de controle social que avalia o município em 33 metas, divididas em três eixos:</p>
<ul>
<li>Fortalecimento do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN),</li>
<li>Política pública emergencial ou estrutural de combate à fome, e</li>
<li>Transparência e socialização dessas informações para a sociedade. </li>
</ul>
<p>“Ou seja, como o município mostra para a sociedade todas essas informações sobre as políticas que estão sendo colocadas em prática”, explicou Ana Paula.</p>
<p>A primeira edição do Selo Betinho ocorreu em 2024. Foram avaliadas 12 capitais e somente três receberam o selo, porque cumpriram 70% das metas da Agenda Betinho.</p>
<p>Na segunda edição do selo, em 2025, o número de capitais que aderiram ao processo aumentou para 19, mas apenas quatro receberam o selo. A capital fluminense foi avaliada nas duas edições, mas não conseguiu atingir o mínimo de 70% de cumprimento das metas.</p>
<p>“A partir dessas metas, a gente consegue identificar políticas públicas que são atendidas, parcialmente atendidas ou que não são atendidas. A gente organiza uma incidência política partir do resultado do Selo Betinho, que é apresentado para a sociedade civil que se prepara para reivindicar a existência dessa política e que ela seja colocada em prática”.</p>
<p>No próximo mês, será iniciada a edição 2026 do Selo. A meta é analisar as 27 capitais. O resultado será divulgado em março de 2027. Ana Paula destacou que o processo do Selo Betinho se dá de forma colaborativa. </p>
<p>A capital precisa fazer adesão ao Selo e aí tem início um processo de verificação das 36 metas do selo de forma colaborativa com os municípios. A expectativa é que o Observatório Betinho de Combate à Fome seja uma referência para outros estados brasileiros. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/governo-do-rj-cria-observatorio-da-fome-em-homenagem-betinho" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Observatório lança edital do programa Meninas Cientistas do ON</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/observatorio-lanca-edital-do-programa-meninas-cientistas-do-on/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 11:32:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cientistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Observatório Nacional (ON), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, lançou, no dia 11 deste mês, em celebração ao Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, o primeiro edital do Programa “Meninas Cientistas do ON”, voltado exclusivamente para estudantes do ensino médio que se identificam com o gênero feminino. As inscrições seguem abertas, e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/observatorio-lanca-edital-do-programa-meninas-cientistas-do-on/">Observatório lança edital do programa Meninas Cientistas do ON</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Observatório Nacional (ON), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, lançou, no dia 11 deste mês, em celebração ao Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência, o primeiro edital do Programa “Meninas Cientistas do ON”, voltado exclusivamente para estudantes do ensino médio que se identificam com o gênero feminino.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Observatorio-lanca-edital-do-programa-Meninas-Cientistas-do-ON.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As inscrições seguem abertas, e a seleção marca a primeira vez que a instituição cria uma iniciativa de iniciação científica dedicada especificamente à formação de meninas na ciência.</p>
<p>O foco do programa é despertar a vocação científica e tecnológica em jovens estudantes, incentivar novos talentos e proporcionar contato direto com métodos e técnicas de pesquisa.</p>
<p>O programa também busca estimular o desenvolvimento do pensamento científico, da criatividade e da capacidade de resolução de problemas, a partir da vivência prática em projetos supervisionados por pesquisadoras e pesquisadores do ON.</p>
<p>A ação integra as políticas institucionais do Observatório Nacional voltadas à promoção da diversidade e da equidade de gênero na ciência, alinhadas a iniciativas internacionais que incentivam maior participação feminina nas áreas científicas e tecnológicas.</p>
<p>Nesta primeira edição, o edital irá selecionar duas equipes de pesquisa: uma na área de geofísica e outra em astronomia.</p>
<p>Cada equipe deverá ser composta por uma professora orientadora e quatro alunas da mesma instituição pública de educação básica, reconhecida pelo MEC, localizada na cidade do Rio de Janeiro.</p>
<p>A professora será responsável por selecionar as estudantes e realizar a inscrição da equipe por meio do link oficial.</p>
<p>As equipes desenvolverão atividades científicas com supervisão direta de pesquisadores do Observatório Nacional.</p>
<p>Cada grupo deverá cumprir quatro horas semanais de dedicação ao projeto, sendo de uma a duas horas no campus do Observatório Nacional, em São Cristóvão, e o restante do tempo na própria escola.</p>
<h2>Bolsas e incentivo financeiro</h2>
<p>O edital prevê R$ 300 mensais para cada aluna e R$ 500 mensais para a professora orientadora. O apoio financeiro tem como objetivo estimular a permanência das estudantes nas atividades científicas e fortalecer a formação acadêmica em áreas estratégicas para o país.</p>
<p>Todas as etapas do edital obedecerão ao cronograma oficial divulgado pelo Observatório Nacional, disponível na página do programa.</p>
<p>As equipes interessadas devem ficar atentas aos prazos estabelecidos no edital para submissão, avaliação e divulgação dos resultados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-02/observatorio-lanca-edital-do-programa-meninas-cientistas-do" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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