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	<title>OMS Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>OMS Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Ebola: OMS eleva a muito alto risco na República Democrática do Congo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 13:33:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou de “alto” para “muito alto” o risco imposto pelo surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC). O anúncio foi feito pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “O surto de ebola da República Democrática do Congo está se espalhando rápido. Anteriormente, a OMS havia avaliado o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou de “alto” para “muito alto” o risco imposto pelo surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC). O anúncio foi feito pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Ebola-OMS-eleva-a-muito-alto-risco-na-Republica-Democratica.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“O surto de ebola da República Democrática do Congo está se espalhando rápido. Anteriormente, a OMS havia avaliado o risco como alto nos níveis nacional e regional e como baixo a nível global”, disse, em pronunciamento.</p>
<p>“Estamos agora revisando nossa avaliação de risco para muito alto a nível nacional, alto a nível regional e baixo a nível global”, completou Tedros.</p>
<p>Dados da OMS mostram que, até o momento, 82 casos de ebola foram confirmados na RDC, além de sete mortes. “Mas sabemos que a epidemia no país é muito maior. Há quase 750 casos suspeitos e 177 mortes suspeitas”, destacou o diretor-geral.</p>
<p>Segundo ele, nesta na última quinta-feira (21), houve um “incidente de segurança” onde em um hospital localizado na província de Ituri – tendas e suprimentos de saúde foram incendiados.</p>
<p>“Construir a confiança nessas comunidades é essencial para uma resposta bem-sucedida e é uma das nossas maiores prioridades”, concluiu Tedros.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/ebola-oms-eleva-muito-alto-risco-na-republica-democratica-do-congo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>OMS: continente africano tem 139 mortes suspeitas em surtos de ebola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/oms-continente-africano-tem-139-mortes-suspeitas-em-surtos-de-ebola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 15:03:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabiliza quase 600 casos suspeitos e 139 mortes suspeitas por ebola em surtos registrados na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda. Oficialmente, 51 casos foram confirmados em duas províncias ao norte da RDC, embora a própria OMS admita ter ciência de que a escala do surto na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) contabiliza quase 600 casos suspeitos e 139 mortes suspeitas por ebola em surtos registrados na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OMS-continente-africano-tem-139-mortes-suspeitas-em-surtos-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Oficialmente, 51 casos foram confirmados em duas províncias ao norte da RDC, embora a própria OMS admita ter ciência de que a escala do surto na região é muito maior do que os números apontam.</p>
<p>Em Uganda, dois casos foram confirmados na capital Kampala, ambos em pessoas que haviam passado pela República Democrática do Congo. Um dos pacientes morreu pela doença e o outro, um norte-americano, foi transferido para a Alemanha.</p>
<p>Em entrevista coletiva nesta quarta-feira (20), o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou que vários fatores preocupam a entidade e podem fazer com que o número de casos e mortes por ebola aumentem na região.</p>
<p>“Além dos casos confirmados, há quase 600 casos suspeitos e 139 mortes suspeitas. Esperamos que esses números continuem aumentando, considerando o tempo em que o vírus circulou antes que o surto fosse detectado.”</p>
<p>Tedros destacou que já há casos reportados da doença em diversas áreas urbanas, sobretudo da RDC, além de casos entre profissionais de saúde. Outro fator a ser levado em consideração, segundo ele, é o movimento significativo de pessoas na região.</p>
<p>“A província de Ituri [na RDC] não é segura. Os conflitos se intensificaram desde o final de 2025, com uma escalada significativa ao longo dos últimos dois meses, com quase 100 mil pessoas se deslocando.”</p>
<p>Por fim, o diretor-geral ressaltou que ambos os surtos são causados pelo vírus <em>Bundibugyo</em>, que causa um tipo de ebola para o qual ainda não há vacina ou tratamento aprovados.</p>
<p>“A OMS tem uma equipe no terreno apoiando as autoridades nacionais na resposta à crise. Deslocamos pessoal, suprimentos, equipamentos e recursos financeiros”, concluiu.</p>
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<h2>Entenda</h2>
<p>No início do mês, autoridades sanitárias da República Democrática do Congo (RDC) emitiram alerta sobre um surto de alta mortalidade causado por uma doença até então desconhecida no município de Mongbwalu, na província de Ituri. O cenário incluía até mesmo mortes entre profissionais de saúde.</p>
<p>Cerca de dez dias depois, o Instituto Nacional de Pesquisa Biomédica de Kinshasa, capital da RDC, analisou 13 amostras de sangue colhidas no distrito de Rwampara. A avaliação laboratorial confirmou a presença do vírus <em>Bundibugyo</em> em oito das 13 amostras colhidas.</p>
<p>&gt;&gt; Clique aqui e veja a linha do tempo dos surtos de ebola em países da África</p>
<p>Na última sexta-feira (15), o Ministério da Saúde Pública, Higiene e Bem-Estar Social da RDC declarou oficialmente o 17º surto de ebola no país.</p>
<p>Simultaneamente, o Ministério da Saúde de Uganda, país vizinho, confirmou surto de ebola, também do vírus <em>Bundibugyo</em>, após identificar um caso importado: um congolês que morreu na capital, Kampala.</p>
<p>No dia seguinte, o diretor-geral da OMS, após consultar ambos os Estados-Membros onde os surtos foram identificados, determinou que o ebola causado pelo vírus Bundibugyo tanto na RDC quanto em Uganda constitui emergência em saúde pública de importância internacional.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/oms-continente-africano-tem-139-mortes-suspeitas-em-surtos-de-ebola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Hantavírus: OMS confirma oito casos de cepa que causou surto em navio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/hantavirus-oms-confirma-oito-casos-de-cepa-que-causou-surto-em-navio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 15:38:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Subiu para oito o número de casos confirmados de hantavírus em meio a um surto da doença em um navio de cruzeiro que navegava pelo Atlântico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os casos são da cepa Andes, a única cepa de hantavírus transmissível de pessoa para pessoa “Até 13 de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Subiu para oito o número de casos confirmados de hantavírus em meio a um surto da doença em um navio de cruzeiro que navegava pelo Atlântico. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os casos são da cepa Andes, a única cepa de hantavírus transmissível de pessoa para pessoa<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hantavirus-OMS-confirma-oito-casos-de-cepa-que-causou-surto.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Até 13 de maio, foram relatados 11 casos no total: oito confirmados, um inconclusivo e dois prováveis, incluindo três óbitos – dois confirmados e um provável”, informou a OMS em nota.</p>
<p>Desde a publicação do último boletim informativo, no dia 8, foram relatados dois casos confirmados adicionais e um caso inconclusivo entre os passageiros.</p>
<p>O comunicado confirma o caso de uma pessoa na França, que apresentou sintomas durante a repatriação; outra na Espanha, testada na chegada ao país, após a repatriação, e que segue assintomática; e uma terceira com resultados laboratoriais inconclusivos, repatriada para os Estados Unidos e também assintomática. Este último paciente está se submetendo a novos testes.</p>
<p>“A amostra do indivíduo foi coletada devido à exposição de alto risco a casos confirmados a bordo. Todos os casos confirmados em laboratório são de infecção por Andes. Todos eram passageiros a bordo do MV Hondius”, explicou a entidade.</p>
<p>Com base nas informações atualmente disponíveis, a hipótese principal a ser considerada, segundo a OMS, é que o primeiro caso tenha adquirido a infecção antes de embarcar no cruzeiro, por meio de exposição em terra. “Investigações estão em andamento para elucidar as possíveis circunstâncias de exposição e a origem do surto, em colaboração com as autoridades da Argentina e do Chile.”</p>
<p>De acordo com a entidade, as evidências atuais sugerem transmissão subsequente de pessoa para pessoa a bordo do navio. &#8220;Isso também é corroborado por uma análise preliminar das sequências, que mostram similaridade quase idêntica entre diferentes casos”, completou a OMS.</p>
<p>O surto é gerenciado por meio de resposta internacional coordenada, incluindo investigações epidemiológicas aprofundadas, isolamento e tratamento clínico dos casos, evacuações médicas, testes laboratoriais e rastreamento internacional de contatos, quarentena e monitoramento.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/hantavirus-oms-confirma-oito-casos-de-cepa-que-causou-surto-em-navio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>OMS descarta indícios de &#8220;surto maior&#8221; de hantavírus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/oms-descarta-indicios-de-surto-maior-de-hantavirus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao comentar os casos de hantavírus registrados em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta terça-feira (12) que não há indícios de um surto maior da doença. “Neste momento, não há indícios de que estejamos presenciando o início de um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao comentar os casos de hantavírus registrados em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta terça-feira (12) que não há indícios de um surto maior da doença.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OMS-descarta-indicios-de-surto-maior-de-hantavirus.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Neste momento, não há indícios de que estejamos presenciando o início de um surto maior. Mas, é claro, a situação pode mudar. E, considerando o longo período de incubação do vírus, é possível que vejamos mais casos nas próximas semanas”, avaliou Tedros, durante coletiva de imprensa.</p>
<p>Segundo o diretor, até o momento, foram relatados 11 casos de hantavírus, incluindo três óbitos. Todos os casos ocorreram entre passageiros ou tripulantes do navio MV Hondius. </p>
<p>Nove dos 11 casos foram confirmados como sendo da cepa Andes, e os outros dois são tratados como prováveis.</p>
<p>“Não houve nenhuma morte desde o dia 2 de maio, quando a OMS foi informada pela primeira vez sobre o surto. Todos os casos suspeitos e confirmados foram isolados e estão sendo acompanhados sob rigorosa supervisão médica, minimizando qualquer risco de transmissão.”</p>
<h2>Repatriação</h2>
<p>Tedros destacou ainda que os países para os quais os passageiros foram repatriados são responsáveis por monitorar a saúde de cada um deles.</p>
<p>“A OMS está ciente de relatos de um pequeno número de pacientes com sintomas compatíveis com o vírus Andes e estamos acompanhando cada um desses relatos junto aos respectivos países”.</p>
<p>A recomendação da entidade é de que os passageiros do cruzeiro sejam monitorados ativamente em uma instalação de quarentena específica ou mesmo em casa por um período de 42 dias a partir da última exposição, que aconteceu em 10 de maio – ou seja, até 21 de junho.</p>
<p>“Qualquer pessoa que apresentar sintomas deve ser isolada e tratada imediatamente. Nosso trabalho não terminou. A OMS continuará trabalhando em estreita colaboração com especialistas em todos os países afetados”, concluiu o diretor.]</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/oms-descarta-indicios-de-surto-maior-de-hantavirus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Hantavírus: OMS suspeita de rara transmissão entre humanos em navio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/hantavirus-oms-suspeita-de-rara-transmissao-entre-humanos-em-navio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 15:18:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (5) que não descarta a possibilidade de transmissão, ainda que rara, de pessoa para pessoa no caso do surto de hantavírus detectado em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico. “As vítimas de hantavírus no navio no Oceano Atlântico podem ter sido infectadas antes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta terça-feira (5) que não descarta a possibilidade de transmissão, ainda que rara, de pessoa para pessoa no caso do surto de hantavírus detectado em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Hantavirus-OMS-suspeita-de-rara-transmissao-entre-humanos-em-navio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“As vítimas de hantavírus no navio no Oceano Atlântico podem ter sido infectadas antes de embarcarem no cruzeiro e uma transmissão de pessoa para pessoa não pode ser descartada – ainda que rara”, destacou a entidade em nota.</p>
<p>O balanço mais recente da OMS aponta que sete dos 147 passageiros e tripulantes a bordo da embarcação apresentaram sintomas e três morreram.</p>
<p>Um dos pacientes permanece em cuidado intensivo na África do Sul, mas apresenta melhora. </p>
<p>Dois pacientes permanecem a bordo do navio que, neste momento, está na costa de Cabo Verde. Ambos, segundo a chefe de Preparação e Prevenção de Epidemias e Pandemias da OMS, Maria Van Kerkhove, estão sendo preparados para serem evacuados.</p>
<p>Segundo ela, a situação no cruzeiro está sendo monitorada de perto e, como precaução, foi solicitado que os passageiros permaneçam em suas cabines enquanto o processo de desinfecção é realizado na embarcação.</p>
<p>“O plano e nossa maior prioridade é evacuar esses dois indivíduos por via aérea”, explicou, reforçando que o risco, para a população em geral, é baixo.</p>
<p>“Não é um vírus que se espalha como o da influenza ou o da covid. É bem diferente”.</p>
<p>O terceiro caso suspeito de hantavírus, de acordo com a representante da OMS, apresentou febre baixa e permanece com bom quadro de saúde.</p>
<h2>Situação médica grave</h2>
<p>A operadora de turismo Oceanwide Expeditions confirmou na segunda-feira (4) que enfrenta “situação médica grave” a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius.</p>
<p>Em nota, a empresa informou que o primeiro passageiro morreu no dia 11 de abril.</p>
<p>“A causa da morte não pôde ser determinada a bordo. Em 24 de abril, esse passageiro desembarcou em Santa Helena [ilha britânica], acompanhado de sua esposa”.</p>
<p>Três dias depois, em 27 de abril, a operadora de turismo foi informada que a esposa desse passageiro também havia passado mal e morrido. Ambos eram cidadãos holandeses.</p>
<p>Também no dia 27 de abril, outro passageiro, de nacionalidade britânica, adoeceu gravemente e foi levado para a África do Sul por via aérea.</p>
<p>Clique aqui e leia mais sobre o caso de hantavirose, na Agência Brasil</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/hantavirus-oms-suspeita-de-rara-transmissao-entre-humanos-em-navio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>OMS: dengue é indicador da relação mudanças climáticas e arboviroses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 17:48:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta sobre a necessidade de uma resposta global de saúde frente aos desafios causados pelas mudanças climáticas, que levam a um aumento da incidência de dengue e outras arboviroses. Segundo o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) &#8211;  (braço da OMS), Jarbas Barbosa, em 2024, as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta sobre a necessidade de uma resposta global de saúde frente aos desafios causados pelas mudanças climáticas, que levam a um aumento da incidência de dengue e outras arboviroses.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/OMS-dengue-e-indicador-da-relacao-mudancas-climaticas-e-arboviroses.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo o diretor da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) &#8211;  (braço da OMS), Jarbas Barbosa, em 2024, as Américas registraram mais de 13 milhões de casos de dengue com mais de 8,4 mil mortes.</p>
<p>“A dengue não é mais apenas uma doença tropical, mas um forte indicador global da relação entre mudança climática e as arboviroses provando que a saúde humana não pode ser separada da saúde do meio ambiente e dos sistemas em que se vive”, diz.</p>
<p>De acordo com o diretor da Opas, as Nações Unidas tem atuado de forma regional nas Américas com o objetivo de antecipar riscos e integrar a vigilância entre os países, viabilizando o acesso a vacinas por meio do Fundos Rotativos Regionais.</p>
<p>Barbosa também destacou a parceria com instituições como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Rede Pasteur, além da formação de milhares de profissionais em diagnóstico e manejo clínico da dengue, por meio do <em>Campus </em>Virtual de Saúde Pública da Opas.</p>
<h2>Cúpula</h2>
<p>As declarações foram dadas durante a Cúpula Uma Só Saúde, em Lyon, França, na última terça-feira (7). A iniciativa, organizada pelo governo francês a frente do G7 (grupo das sete maiores economias do mundo), reúne esforços globais para rever as estruturas institucionais de saúde.</p>
<p>No centro do debate está o conceito de Saúde Única, que destaca a interdependência entre a saúde humana, do meio ambiente e seus elementos naturais como animais e ecossistemas.</p>
<p>No encontro são debatidos temas relacionados aos principais fatores que contribuem para doenças infecciosas e não transmissíveis, como transmissores e vetores, exposição a poluição, sistemas alimentares sustentáveis e resistência de bactérias, vírus, fungos, parasitas aos tratamentos existentes.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/oms-dengue-e-indicador-da-relacao-mudancas-climaticas-e-arboviroses" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>OMS recomenda testes de diagnóstico rápido para erradicar tuberculose</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/oms-recomenda-testes-de-diagnostico-rapido-para-erradicar-tuberculose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 14:25:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Tuberculose, lembrado nesta terça-feira (24), a Organização Mundial da Saúde (OMS) cobrou maiores esforços para erradicar a doença e ampliar o acesso a novas tecnologias, incluindo testes diagnósticos que podem ser feitos no próprio local de atendimento e swabs de língua que detectam a bactéria mais rapidamente. Em nota, a entidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No Dia Mundial da Tuberculose, lembrado nesta terça-feira (24), a Organização Mundial da Saúde (OMS) cobrou maiores esforços para erradicar a doença e ampliar o acesso a novas tecnologias, incluindo testes diagnósticos que podem ser feitos no próprio local de atendimento e <em>swabs</em> de língua que detectam a bactéria mais rapidamente.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/OMS-recomenda-testes-de-diagnostico-rapido-para-erradicar-tuberculose.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a entidade destacou que as novas tecnologias representam mais um passo rumo à detecção precoce e ao tratamento mais rápido de uma das doenças infecciosas mais mortais do mundo.</p>
<p>“Esses testes portáteis e fáceis de usar aproximam o diagnóstico da tuberculose dos locais onde as pessoas normalmente buscam atendimento”.</p>
<p>A OMS informa que esses testes custam menos da metade do preço de exames moleculares já existentes e podem ajudar diversos países a expandir o acesso à testagem: &#8220;os testes podem funcionar por meio de bateria e fornecem resultados em menos de uma hora, permitindo que os pacientes iniciem o tratamento mais cedo”, completou a nota.</p>
<p>Em todo o mundo, mais de 3,3 mil pessoas morrem por dia vítimas da doença. Os números da agência mostram ainda que há 29 mil novos casos de tuberculose por dia.</p>
<p>“Os esforços globais para combater a tuberculose salvaram cerca de 83 milhões de vidas desde 2000; no entanto, os cortes no financiamento global da saúde ameaçam reverter esses avanços”.</p>
<p>“A adoção de ferramentas de diagnóstico rápido tem sido um desafio em muitos países, em parte, devido aos altos custos e à dependência do transporte de amostras para viabilizar os testes em laboratórios centralizados”, destacou a entidade.</p>
<p>Para a entidade, esses esforços podem contribuir para alcançar metas globais de acesso aos testes de tuberculose e resistência a medicamentos, além de reduzir atrasos no início do tratamento e conter a transmissão.</p>
<h2>Brasil</h2>
<p>Dados do Boletim Epidemiológico Tuberculose 2025, do Ministério da Saúde, mostram que 84,3 mil pessoas contraíram a doença no país em 2024 – uma incidência de 39,7 casos para cada 100 mil habitantes. Nesse período, foram contabilizados ainda mais de 6 mil óbitos.</p>
<p>Os maiores coeficientes de incidência foram observados no Amazonas (94,7 por 100 mil), no Rio de Janeiro (75,3 por 100 mil) e em Roraima (64,3 por 100 mil).</p>
<p>Na mortalidade, considerando os dados consolidados de 2023, os destaques foram Amazonas, (5,1 por 100 mil), Pernambuco (4,8 por 100 mil) e Rio de Janeiro (com 4,6 por 100 mil).</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível, causada pela bactéria <em>Mycobacterium tuberculosis</em>, também conhecida como bacilo de Koch.</p>
<p>A doença afeta principalmente os pulmões, mas pode atingir outros órgãos e/ou sistemas. A forma extrapulmonar ocorre com mais frequência em pessoas que vivem com HIV.</p>
<p>A transmissão acontece por via respiratória, pela eliminação de partículas muito pequenas produzidas por tosse, fala ou espirro de uma pessoa com tuberculose ativa (pulmonar ou laríngea) sem tratamento.</p>
<p>Quando outras pessoas respirarem essas partículas, há a possibilidade de se infectarem.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, calcula-se que, durante um ano, em uma comunidade, uma pessoa com tuberculose pulmonar e/ou laríngea ativa sem tratamento e que esteja eliminando partículas com bacilos, possa infectar, em média, de 10 a 15 pessoas.</p>
<p>Segundo a pasta, com o início do tratamento, a transmissão tende a diminuir gradativamente e, em geral, após 15 dias, o risco de transmissão da doença cai drasticamente.</p>
<p>“No entanto, o ideal é adotar medidas de controle de infecção até que o resultado da baciloscopia [exame para detectar a bactéria da tuberculose] se torne negativo – tais como cobrir a boca com o braço ou lenço ao tossir e manter o ambiente bem ventilado, com bastante luz natural.”</p>
<p>O bacilo de Koch é sensível à luz do sol e a circulação de ar ajuda a dispersar as partículas infectantes. Por isso, ambientes ventilados e com luz natural direta diminuem o risco de transmissão.</p>
<p>&#8220;A ‘etiqueta da tosse’, ou seja, cobrir a boca com o antebraço ou lenço ao tossir, também é uma medida importante”, informa o Ministério da Saúde.</p>
<p>Dentre os sintomas associados à tuberculose estão:</p>
<ul>
<li>tosse seca ou produtiva (com catarro) por três semanas ou mais;</li>
<li>febre à tarde;</li>
<li>suor noturno;</li>
<li>emagrecimento.</li>
</ul>
<p>“Se uma pessoa apresentar sintomas de tuberculose, é fundamental procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência para avaliação e realização de exames. Se o resultado for positivo para tuberculose, deve-se iniciar o tratamento o mais rápido possível e segui-lo até o final”, concluiu o ministério.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/oms-recomenda-testes-de-diagnostico-rapido-para-erradicar-tuberculose" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasil pede à OMS inclusão de CID de feminicídio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-pede-a-oms-inclusao-de-cid-de-feminicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 15:00:16 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CID]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde solicitou à Organização Mundial da Saúde (OMS) a inclusão da categoria feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). O objetivo, segundo a pasta, é dar maior visibilidade aos óbitos de mulheres motivados por desigualdade de gênero – atualmente registrados de forma genérica como agressão. Em nota, o ministério destacou que a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde solicitou à Organização Mundial da Saúde (OMS) a inclusão da categoria feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). O objetivo, segundo a pasta, é dar maior visibilidade aos óbitos de mulheres motivados por desigualdade de gênero – atualmente registrados de forma genérica como agressão.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Brasil-pede-a-OMS-inclusao-de-CID-de-feminicidio.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, o ministério destacou que a violência contra mulheres já é reconhecida pela própria OMS como problema de saúde pública e figura atualmente como um dos principais determinantes sociais da saúde e como grave violação de direitos humanos no Brasil e no mundo.</p>
<p>A proposta deve passar por avaliação técnica e deliberação da OMS e de seus Estados-memos. Se aprovada, passará a integrar a classificação utilizada globalmente. Para a pastam quando uma doença entra na CID, ela deixa de ser vista apenas como relato clínico isolado e passa a ter reconhecimento internacional como condição de saúde.</p>
<p>“Já protocolamos formalmente”, reforçou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante coletiva nesta quinta-feira (5). “Isso dá um reforço muito grande na capacidade de notificação. Quando passa a compor um CID, os profissionais encaram isso com responsabilidade maior. E a capacidade de reunir dados também fica muito mais ágil.”</p>
<p>Segundo Padilha, a proposta foi bem recebida pela direção da entidade. “Vamos trabalhar firmemente até a próxima assembleia-geral da OMS pra ter uma decisão ainda mais firme sobre isso”.</p>
<p>“Vai ser uma contribuição do Brasil para a Classificação Internacional de Doenças, organizada pela Organização Mundial da Saúde. Uma contribuição muito importante pra gente melhorar, qualificar a notificação dessa situação – não só no Brasil como no mundo como um todo”, concluiu.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/brasil-pede-oms-inclusao-de-cid-de-feminicidio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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