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	<title>pais Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>pais Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Frente fria provoca chuvas intensas em grande parte do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 17:47:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma frente fria associada a áreas de instabilidade deve influenciar as condições do tempo em grande parte do Brasil a partir desta quinta-feira (7), segundo previsão divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O sistema deve avançar pela Região Sul ao longo dos próximos dias, trazendo chuvas intensas, rajadas de vento, queda acentuada nas temperaturas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma frente fria associada a áreas de instabilidade deve influenciar as condições do tempo em grande parte do Brasil a partir desta quinta-feira (7), segundo previsão divulgada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Frente-fria-provoca-chuvas-intensas-em-grande-parte-do-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O sistema deve avançar pela Região Sul ao longo dos próximos dias, trazendo chuvas intensas, rajadas de vento, queda acentuada nas temperaturas e possibilidade da primeira friagem amazônica de 2026.</p>
<p>De acordo com o Inmet, a frente fria  começa a atuar pelo sul do Rio Grande do Sul na manhã de quinta-feira, provocando acumulados de chuva de até 50 milímetros, especialmente na região de Uruguaiana. Há previsão de queda de granizo no centro-sul gaúcho e rajadas de vento que podem alcançar 90 quilômetros por hora na Região Metropolitana de Porto Alegre durante a noite e as temperaturas máximas devem ficar em torno de 15°C em áreas do sul e oeste do estado.</p>
<p>Na sexta-feira , a frente fria avança por Santa Catarina, Paraná e sudoeste de Mato Grosso do Sul, mantendo as pancadas de chuva e trovoadas. Já no  litoral gaúcho pode ser  registrado ventos de até 70 km/h. As máximas não devem ultrapassar os 21°C em grande parte da Região Sul e no sudoeste sul-mato-grossense.</p>
<p>No sábado (9), o sistema alcança em São Paulo e no Mato Grosso do Sul, com previsão de chuvas e queda nas temperaturas. Os estados com  os maiores acumulados devem ocorrer em Santa Catarina, sul do Paraná e sul de Mato Grosso do Sul, com volumes em torno de 40 milímetros. No centro-sul do Paraná, a máxima prevista é apenas 15°C.</p>
<p>Segundo o Inmet, no domingo (10), a massa de ar frio avança pelo continente e chega ao centro-sul de Rondônia, no sudoeste rondoniense, a temperatura máxima prevista é 20°C.</p>
<p>O frio mais intenso deve atingir a Região Sul, onde as máximas não devem passar dos 16°C. Na Serra Catarinense, os termômetros podem marcar apenas 12°C e também há previsão de geada entre o sudoeste do Paraná e o centro-oeste de Santa Catarina.</p>
<p>Na segunda-feira (11), a massa de ar frio deve alcançar áreas entre o Sul Fluminense e o Acre, passando por Rondônia, Cuiabá, sul de Goiás, Triângulo Mineiro e sul de Minas Gerais. Em Rio Branco (AC), a mínima prevista é 18°C, enquanto em Bauru (SP) os termômetros podem chegar a 11°C.</p>
<p>Ainda segundo o instituto, há previsão de geada em todos os estados da Região Sul e no sudoeste de Mato Grosso do Sul. Já no Rio de Janeiro e Espírito Santo, a previsão é pancadas isoladas de chuva ao longo do dia.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2026-05/frente-fria-provoca-chuvas-intensas-em-grande-parte-do-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Relator propõe comitê para definir minerais estratégicos ao país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/relator-propoe-comite-para-definir-minerais-estrategicos-ao-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 16:22:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) confirmou que vai apresentar nesta segunda-feira (4) o parecer sobre o Projeto de Lei nº 2.780 /2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A votação do projeto está pautada para esta terça-feira (5). Relator do projeto na Câmara dos Deputados, o parlamentar assegurou que a proposição leva [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) confirmou que vai apresentar nesta segunda-feira (4) o parecer sobre o Projeto de Lei nº 2.780 /2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A votação do projeto está pautada para esta terça-feira (5).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Relator-propoe-comite-para-definir-minerais-estrategicos-ao-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Relator do projeto na Câmara dos Deputados, o parlamentar assegurou que a proposição leva em conta sugestões apresentadas por entidades, órgãos e especialistas do setor de mineração, da indústria e do Poder Público.</p>
<p>“O parecer que estou construindo não é um documento isolado. É resultado de escuta, diálogo e responsabilidade com o futuro do Brasil”, assegurou Jardim, nas redes sociais.</p>
<p>Em uma postagem, esta manhã, o deputado antecipou que vai manter a proposta de criação de um comitê ou conselho responsável por definir, por resolução, quais os minerais críticos e estratégicos do país. O grupo será vinculado ao Conselho Nacional de Política Mineral, órgão de assessoramento presidencial sobre a formulação de políticas e diretrizes voltadas ao desenvolvimento do setor mineral.</p>
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<p>Além de priorizar projetos empresariais relacionados ao aproveitamento dos minerais críticos nacionais, acelerando licenciamentos, o projeto prevê incentivos fiscais e a concessão de linhas de crédito especiais – incluindo a aplicação do Regime Especial de Incentivos ao Desenvolvimento da Infraestrutura (Reidi) – para fomentar a pesquisa, lavra e a transformação de minerais críticos e estratégicos de maneira sustentável.</p>
<p>Para Jardim, a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos deve garantir que o país aproveite as vastas reservas para desenvolver uma cadeia industrial interna, de produtos com valor agregado.</p>
<p>“Não é apenas sobre extrair recursos. É sobre decidir qual papel o Brasil quer ocupar nessa nova economia: ser fornecedor de matéria-prima ou protagonista na geração de valor, tecnologia e desenvolvimento”, acrescentou o deputado.</p>
<p>Com cerca de 21 milhões de toneladas, a reserva brasileira de terras raras é a segunda maior já mapeada no mundo, ficando atrás apenas da China, que detém aproximadamente 44 milhões de toneladas. Porém, só cerca de 25% do território nacional foi mapeado, o que indica um enorme potencial ainda desconhecido. Principalmente porque, conforme destacou Jardim, embora esteja “sentado sobre algumas das maiores reservas estratégicas do planeta”, o Brasil não possui uma política nacional que confira a estes minerais estratégicos a importância que merecem.</p>
<p>“Estamos falando de um setor estratégico, capaz de posicionar o país no centro da nova economia global. E o caminho é claro: agregar valor aqui dentro, gerar empregos qualificados e transformar nossos recursos em desenvolvimento real”, argumentou Jardim, que também relatou a proposta original na Comissão de Desenvolvimento Econômico (CDE) da Câmara.</p>
<p>Vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária na Câmara, Jardim foi designado relator do projeto final em setembro de 2025, depois que o plenário aprovou o regime de urgência para análise da proposta original, de autoria do deputado Zé Silva (Solidariedade-MG).</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Conhecidos pelo potencial para impulsionar a transição energética, terras raras, minerais estratégicos e minerais críticos vêm ganhando cada vez mais protagonismo global. Embora frequentemente tratados como sinônimos, os três conceitos cumprem papéis diferentes na geopolítica e na economia global.</p>
<p>Segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), os minerais estratégicos são aqueles considerados essenciais para o desenvolvimento econômico dos países, importantes por serem imprescindíveis para produtos e processos de alta tecnologia, defesa e transição energética.</p>
<p>Os minerais críticos são aqueles cujo suprimento pode envolver diferentes riscos de abastecimento: concentração geográfica da produção, dependência externa, instabilidade geopolítica, limitações tecnológicas, interrupção no fornecimento e dificuldade de substituição.</p>
<p>Já os chamados elementos terras raras (ETR) são um grupo específico de 17 elementos químicos da tabela periódica: 15 lantanídeos (como lantânio, cério, neodímio e disprósio), escândio e ítrio. São essenciais para tecnologias de ponta, como turbinas eólicas, carros elétricos, baterias, eletrônicos e sistemas de defesa.</p>
<p>A definição de quais minerais são estratégicos ou críticos depende de cada país. A lista também pode mudar conforme o tempo, de acordo com avanços tecnológicos, descobertas geológicas, mudanças geopolíticas e evolução da demanda. As terras raras, por sua vez, também podem ser consideradas minerais críticos ou estratégicos, dependendo do contexto.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/relator-propoe-comite-para-definir-minerais-estrategicos-ao-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Lula defende fim da escala 6&#215;1 como “passo histórico” para o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 00:20:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (30), em pronunciamento pelo Dia do Trabalhador, que o fim da escala 6&#215;1 representa um “passo histórico” para o país. A proposta, já enviada ao Congresso, prevê a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial. Na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira (30), em pronunciamento pelo Dia do Trabalhador, que o fim da escala 6&#215;1 representa um “passo histórico” para o país. A proposta, já enviada ao Congresso, prevê a redução da jornada semanal para 40 horas, com dois dias de descanso e sem redução salarial.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Lula-defende-fim-da-escala-6x1-como-passo-historico-para.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na fala, Lula destacou que a medida busca melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, ampliando o tempo de descanso e convivência familiar, além de alinhar o Brasil a modelos de jornada considerados mais equilibrados em outros países.</p>
<p>&#8220;A elite brasileira sempre foi contra melhorias para o trabalhador: o salário mínimo, as férias remuneradas, o 13º salário. A turma do andar de cima disse que cada uma dessas conquistas ia quebrar o Brasil. E o Brasil nunca quebrou por dar direito aos trabalhadores&#8221;, disse Lula em cadeia nacional de Rádio e TV. </p>
<p>&#8220;Sempre ficou mais forte. Porque toda vez que a vida do trabalhador melhora, a roda da economia gira com mais força, e todo mundo acaba ganhando. É isso que vai acontecer com o fim da escala 6&#215;1 no Brasil&#8221;, complementou.</p>
<p>O tema tem sido uma das principais apostas do governo na agenda trabalhista e já está em tramitação no Congresso Nacional, com expectativa de avanço nas próximas semanas.</p>
<p>Ainda no pronunciamento, o presidente antecipou o lançamento do Novo Desenrola Brasil, programa de renegociação de dívidas voltado à população endividada. A iniciativa deve oferecer descontos significativos de até 90% e permitir o uso de parte do FGTS para quitar débitos.</p>
<p>O programa é uma reformulação da política anterior de renegociação e tem como objetivo aliviar o orçamento das famílias, especialmente aquelas com dívidas de alto custo, como cartão de crédito e cheque especial. O governo também projeta impacto relevante na economia, inclusive com a liberação de recursos do FGTS para pagamento de dívidas.</p>
<p>Lula destacou que quem aderir ao programa ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line, conhecidas como bets.</p>
<p>&#8220;Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos. Não foi nosso governo que deixou as bets entrarem no Brasil, mas é o nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando&#8221;, disse o presidente.</p>
<p>Além dessas duas medidas, Lula também abordou outros temas no discurso, como taxas reduzidas de desemprego e de inflação, ampliação da licença paternidade, mudanças no imposto de renda e auxílio para gás de cozinha. E afirmou que, apesar dos conflitos no Oriente Médio, ações do governo brasileiro têm impedido a população de lidar com efeitos do aumento global do preço do petróleo. </p>
<p>&#8220;Quando os combustíveis sobem, o custo do transporte cresce, o preço dos alimentos aumenta e o custo de vida fica mais caro para o povo. Mas o nosso governo agiu rapidamente. Com muito esforço, tiramos os impostos dos combustíveis, tomamos uma série de medidas urgentes para conter o aumento dos preços, garantir o abastecimento e aliviar o peso da guerra sobre as famílias brasileiras&#8221;, disse Lula.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/lula-defende-fim-da-escala-6x1-como-passo-historico-para-o-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Fim da escala 6&#215;1 é principal bandeira nos atos do 1° de Maio no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 16:29:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fim da escala 6&#215;1 é a principal bandeira a ser defendida pelas centrais sindicais nos atos descentralizados realizados em todo o país no 1º de maio, sexta-feira, data comemorativa do Dia do Trabalhador. A medida é vista como essencial para garantir qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Atualmente, várias propostas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fim da escala 6&#215;1 é a principal bandeira a ser defendida pelas centrais sindicais nos atos descentralizados realizados em todo o país no 1º de maio, sexta-feira, data comemorativa do Dia do Trabalhador. A medida é vista como essencial para garantir qualidade de vida e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Fim-da-escala-6x1-e-principal-bandeira-nos-atos-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Atualmente, várias propostas pelo fim da escala 6&#215;1 estão em tramitação no Congresso Nacional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, inclusive, enviou para a Casa Legislativa um projeto de lei (PL) com urgência constitucional para acabar com a escala 6&#215;1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais.</p>
<h2>Atos em São Paulo</h2>
<p>Na capital paulista, sem poder reunir os trabalhadores na Avenida Paulista devido a outras manifestações marcadas previamente no local, as centrais ocuparão outros espaços de relevância.</p>
<p>A CUT (Central Única dos Trabalhadores) começa sua programação com ações políticas, culturais e de prestação de serviços, às 14h, no Paço Municipal de São Bernardo, com o lema “Nossa luta transforma vidas”.</p>
<p>O objetivo é ampliar o diálogo com a população e fortalecer a organização da classe trabalhadora nos territórios. Nas subsedes, as atividades serão organizadas em parceria com sindicatos locais da grande São Paulo, interior e litoral. A proposta é levar para bairros e municípios iniciativas que combinem cidadania, cultura e mobilização social.</p>
<p>Entre as pautas consideradas urgentes pela CUT neste 1º de Maio também estão a redução da jornada de trabalho sem redução salarial, o combate ao feminicídio, o enfrentamento à pejotização, fortalecimento das negociações coletivas como instrumento fundamental para garantir avanços concretos nas condições de trabalho, a garantia de direitos para os servidores públicos.</p>
<p>Também integram a agenda a luta contra a reforma administrativa e a resistência às privatizações, entendidas como medidas que comprometem serviços públicos essenciais e aprofundam desigualdades.</p>
<p>Na programação cultural estão confirmados artistas como Gloria Groove, MC IG, Filho do Piseiro, Grupo Intimistas, Grupo Entre Elas, Marquinhos Sensação, Grupo SP5, Grupo Razão, Don Ernesto, Samba de Luz, Samba e Amigos, Alex Rocha, Gordinho da Pisada, Kadu do Piseiro e Hyaguinho Vaqueiro.</p>
<p>A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) fará sua concentração na Praça Franklin Roosevelt, a partir das 9h. “O 1º de Maio deste ano vai além de uma celebração simbólica e se coloca como um espaço de pressão social por mudanças concretas. Entre os temas que devem ganhar destaque estão o combate à precarização do trabalho, a necessidade de políticas públicas que fortaleçam a economia e a defesa de direitos básicos que garantam dignidade à população trabalhadora”, diz a CTB.</p>
<p>A União Geral dos Trabalhadores (UGT) fará na sexta-feira, dia 1º, o lançamento da 12ª edição da Expo Paulista, em comemoração ao Dia do Trabalhador, na Avenida Paulista. A exposição terá 30 painéis com o tema “Isto É Conquista: Lutas e Vitórias do Trabalhador Brasileiro”, criados pelo estilista mineiro Ronaldo Fraga.</p>
<p>Considerada a maior exposição a céu aberto da América Latina, ela terá seus painéis expostos até 31 de maio, com a expectativa de ser vista por 1,5 milhão de pessoas por dia.</p>
<p>“A exposição propõe uma reflexão visual sobre o universo do trabalho, suas transformações e desafios que contam a história do trabalhador brasileiro”. A cerimônia será realizada às 9h, no Blue Note, localizado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista 2073.</p>
<p>Já a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) realizará seus atos em diversas cidades do estado de São Paulo, como Araçatuba, Itatiba, Ribeirão Preto e Osasco.</p>
<p>“A nova determinação possibilita que os sindicatos, federações e confederações realizem eventos em seus bairros e regiões de atuação. E permite mais visibilidade às reivindicações dos movimentos e contato direto com trabalhadores, ampliando a mobilização das bases”, explica a central.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/fim-da-escala-6x1-e-bandeira-principal-nos-atos-do-1deg-de-maio-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Assassinatos e casos de trabalho escravo no campo aumentam no país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/assassinatos-e-casos-de-trabalho-escravo-no-campo-aumentam-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 13:16:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[assassinatos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Pastoral da Terra (CPT) lançou, nesta segunda-feira (27), a 40ª edição do relatório Conflitos no Campo Brasil. Houve uma queda de 28% nas ocorrências: foram 1.593 em 2025, contra 2.207 em 2024. Porém, os assassinatos de trabalhadores e de povos da terra, das águas e das florestas dobraram: passaram de 13 para 26 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Pastoral da Terra (CPT) lançou, nesta segunda-feira (27), a 40ª edição do relatório <em>Conflitos no Campo Brasil</em>. Houve uma queda de 28% nas ocorrências: foram 1.593 em 2025, contra 2.207 em 2024. Porém, os assassinatos de trabalhadores e de povos da terra, das águas e das florestas dobraram: passaram de 13 para 26 vítimas no ano passado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Assassinatos-e-casos-de-trabalho-escravo-no-campo-aumentam-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Assassinatos-e-casos-de-trabalho-escravo-no-campo-aumentam-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Assassinatos e casos de trabalho escravo no campo aumentam no país. Foto: CPT/Divulgação" title="CPT/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Conflitos no campo no país &#8211; CPT/Divulgação</h6>
</p>
<p>A maior parte dos assassinatos aconteceu na Amazônia Legal. Foram 16 casos, distribuídos entre os estados do Pará (sete), Rondônia (sete) e Amazonas (dois).</p>
<p>“Esses números revelam o avanço de um projeto histórico de expansão colonial e capitalista sobre a Amazônia, que continua atingindo e transformando os povos e territórios inteiros em alvos de expropriação e extermínio”, analisa a integrante da Articulação das CPTs da Amazônia Larissa Rodrigues.</p>
<p>Ela também atribui esse quadro ao fortalecimento do “consórcio entre grilagem, crime organizado, setores do Estado, além de setores privados, que atuam juntos para atingir terras públicas e áreas protegidas”.</p>
<p>O relatório mostra que os fazendeiros são os principais agentes envolvidos nos assassinatos. Dos 26 casos, eles foram responsáveis por 20, seja na condição de mandantes ou de executores.</p>
<p>Outros registros de violência que também tiveram crescimento de 2024 para 2025 foram as prisões (de 71 para 111), casos de humilhação (de cinco para 142) e cárcere privado (de um para 105).</p>
<p>“A alta dos casos de humilhação e cárcere, por exemplo, se dá pela ação arbitrária da Polícia Militar do estado de Rondônia, que, em novembro de 2025, no contexto da Operação Godos, interrompeu uma reunião pública com cerca de 100 famílias sem terra, despejadas de seus acampamentos, e servidores do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar”, analisa o documentalista do Centro de Documentação Dom Tomás Balduino (Cedoc/CPT) Gustavo Arruda.</p>
<p>“O aumento dos casos de prisões também se dá por conta de ações pontuais da força do Estado sobre comunidades. É reflexo da polícia do estado da Bahia, que prendeu cerca de 24 povos originários da Terra Indígena (TI) Barra Velha; e da Polícia Militar de Rondônia, que realizou diversas operações de perseguição a integrantes da Liga dos Camponeses Pobres (LCP)”, complementa.</p>
<h2>Violência</h2>
<p>Quando considerados todos os tipos de conflitos, a violência por terra tem o maior percentual (75% ou 1.186 casos), seguida por conflitos trabalhistas (10% ou 159), conflitos pela água (9% ou 148), e acampamentos, ocupações e retomadas (6% ou 100).</p>
<p>Os principais casos de violência na terra foram: contaminação por agrotóxicos (127 casos), invasão (193) e pistolagem (113). As principais vítimas foram os povos indígenas (258 ocorrências), seguidos por posseiros (248), quilombolas (244) e povos sem-terra (153).</p>
<p>Os fazendeiros representam a categoria que mais causou violência no eixo terra (515 casos), seguidos por empresários (180), governo federal (114) e governos estaduais (85).</p>
<p>Os principais casos de conflito pela água envolveram a resistência do povo do campo contra destruição ou poluição (1034), não cumprimento de procedimentos legais (754), diminuição do acesso à água (425) e contaminação por agrotóxico (129).</p>
<p>Os indígenas foram as principais vítimas nos conflitos por água (42 ocorrências), seguidos dos quilombolas (24), pequenos agricultores (20) e os ribeirinhos (17).</p>
<p>Os principais agentes causadores de violências no eixo água foram: mineradoras (34), empresários (29), garimpeiros (26), fazendeiros (23) e usinas hidrelétricas (nove).</p>
<h2>Trabalho escravo</h2>
<p>O relatório da CPT indica que houve aumento de 5% nos casos de trabalho escravo ou análogo à escravidão (foram 159 em 2025) e de 23% no total de trabalhadores resgatados nesta condição (1.991).</p>
<p>Os pesquisadores destacam a construção de uma usina no município de Porto Alegre do Norte (MT): 586 pessoas foram resgatadas. Elas eram aliciadas nas regiões Norte e Nordeste do país, obrigadas a dormir em quartos precários e superlotados, tinham alimentação precária e sofriam com ausência frequente de água e de energia.</p>
<p>As atividades econômicas com mais trabalhadores resgatados são: construção de usina (586), lavouras (479), cana-de-açúcar (253), mineração (170) e pecuária (154). Segundo a CPT, são setores que historicamente concentram os maiores registros de trabalho escravo, com destaque recorrente para as lavouras e a pecuária.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1777295797_218_Assassinatos-e-casos-de-trabalho-escravo-no-campo-aumentam-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Assassinatos e casos de trabalho escravo no campo aumentam no país. Foto: CPT/Divulgação" title="CPT/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Trabalho escravo no campo &#8211; CPT/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Plataforma Socioambiental</h2>
<p>A CPT lançou nesta segunda-feira, em parceria com o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), o Observatório Socioambiental, iniciativa da sociedade civil que reúne dados sistematizados entre 1980 e 2023 sobre violações de direitos humanos, desmatamento e expansão da agricultura industrial no Brasil.</p>
<p>Segundo os organizadores, dados de diferentes fontes estarão reunidos, cruzados e disponibilizados em um ambiente digital interativo, que permitirá visualizar, de forma segmentada, por estados e municípios, a relação direta entre o avanço da produção de <em>commodities </em>e os conflitos socioambientais no país.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/assassinatos-e-casos-de-trabalho-escravo-no-campo-aumentam-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Defensoria orienta pais separados sobre guarda e convivência familiar</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/defensoria-orienta-pais-separados-sobre-guarda-e-convivencia-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 16:14:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pais em processo de separação participaram, nesta sexta-feira (24), de mais uma edição do projeto Filhos Para Sempre, promovido pela Defensoria Pública do Estado do Amazonas. A iniciativa orienta famílias sobre guarda, convivência familiar e responsabilidade parental, com foco na proteção dos filhos e na construção de acordos mais equilibrados. O encontro aconteceu no auditório [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pais em processo de separação participaram, nesta sexta-feira (24), de mais uma edição do projeto Filhos Para Sempre, promovido pela Defensoria Pública do Estado do Amazonas. A iniciativa orienta famílias sobre guarda, convivência familiar e responsabilidade parental, com foco na proteção dos filhos e na construção de acordos mais equilibrados.</p>
<p>O encontro aconteceu no auditório da sede administrativa da Defensoria, na avenida André Araújo, no bairro Aleixo, em Manaus, e reuniu pais que enfrentam o processo de separação ou conflitos relacionados à convivência familiar.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto ajuda pais a construir acordos</h2>
<p>Separados há seis meses, Nalicia Santos e Wilton Ribeiro participaram da oficina e compartilharam a experiência de reorganizar a rotina familiar sem transformar a separação em disputa judicial.</p>
<p>Juntos, eles têm dois filhos, de cinco e nove anos, e buscaram orientação para lidar com a nova dinâmica familiar de forma mais consciente.</p>
<p>Para Wilton, de 35 anos, a oficina ajudou a esclarecer questões práticas sobre a rotina das crianças.</p>
<p>“Tirei dúvidas sobre a dinâmica de quem pode ficar, quem leva à escola, quem atende no pronto-socorro. Essa conciliação de tempo e responsabilidade”, comentou.</p>
<p>Já Nalicia, de 31 anos, destacou que, apesar do receio inicial, a separação não rompeu os laços familiares.</p>
<p>“Ninguém perdeu ninguém”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Educação em direitos fortalece convivência familiar</h2>
<p>O projeto é coordenado por Helom César Nunes, 1º Subdefensor Público-Geral, que defende a educação em direitos como ferramenta para acordos mais sólidos e conscientes.</p>
<p>Segundo ele, orientar antes de conciliar fortalece o diálogo entre as partes e prioriza o interesse das crianças.</p>
<p>“O acesso à justiça e à cidadania se materializam quando as pessoas são conscientizadas do momento que vivem, do seu contexto e dos seus direitos. É nessa ideia que, para atender o melhor interesse da criança, chamamos os pais para essa conversa”, explicou.</p>
<p>Além disso, Helom reforçou que o papel do projeto é oferecer caminhos, sem impor decisões.</p>
<p>“A proposta do projeto é apresentar soluções, mas orientar para que as partes cheguem a elas. Quem decide aqui são sempre os assistidos”, acrescentou Helom César Nunes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto reforça responsabilidade parental</h2>
<p>Criado em setembro de 2023, o projeto Filhos Para Sempre busca fortalecer a responsabilidade parental e incentivar a construção de acordos que preservem o bem-estar dos filhos.</p>
<p>A proposta amplia a forma de lidar com conflitos familiares e mostra que, mesmo após a separação ou em diferentes configurações familiares, pais e mães podem compartilhar responsabilidades e garantir uma convivência saudável.</p>
<p>Leia  mais:</p>
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		<title>Ministro diz que país não quer apenas exportar minerais críticos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/ministro-diz-que-pais-nao-quer-apenas-exportar-minerais-criticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 16:54:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[apenas]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[críticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, defendeu nesta sexta-feira (24) a urgência da aprovação de regras claras para a exploração de minerais críticos em território brasileiro.  Para o ministro, a criação de uma legislação específica é fundamental para minimizar dúvidas quanto ao destino dos ativos, considerados estratégicos, e garantir o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, defendeu nesta sexta-feira (24) a urgência da aprovação de regras claras para a exploração de minerais críticos em território brasileiro. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Ministro-diz-que-pais-nao-quer-apenas-exportar-minerais-criticos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para o ministro, a criação de uma legislação específica é fundamental para minimizar dúvidas quanto ao destino dos ativos, considerados estratégicos, e garantir o desenvolvimento da indústria nacional. </p>
<p>&#8220;Não queremos ser um exportador de matéria-prima. Não vamos cometer o equívoco de imaginar que minerais críticos ou terras raras sejam objeto de exportação. Têm que ser de industrialização”, disse nesta sexta-feira (24), no programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</p>
<p>A declaração foi feita no contexto da compra da mineradora Serra Verde pela norte-americana USA Rare Earth, por cerca de US$ 2,8 bilhões. A Serra Verde opera a única mina de argilas iônicas ativa do Brasil, Pela Ema, em Minaçu, em Goiás. </p>
<p>A mineradora também é a única produtora, fora da Ásia, de quatro elementos críticos e valiosos, o disprósio (Dy), o térbio (Tb), o neodímio (Nd) e o itrío (y), fundamentais para a fabricação de ímãs permanentes usados em veículos elétricos, turbinas eólicas, robôs, drones, aparelhos de ar-condicionado de alta eficiência, como nas áreas de semicondutores, defesa, nuclear e aeroespacial.</p>
<p>A negociação foi festejada pelo governo de Goiás, cujo ex-governador Ronaldo Caiado assinou com o governo dos Estados Unidos, em março deste ano, um memorando de entendimento para “fortalecer a cooperação bilateral” entre o estado e os EUA, autorizando a realização de pesquisa e desenvolvimento tecnológico conjuntos e a facilitação de investimentos para a exploração de minerais críticos.</p>
<p>&#8220;Muita gente leu essa notícia e ficou imaginando que estamos perdendo um ativo importante, uma grande quantidade de minerais críticos para uma empresa que não é um grupo econômico brasileiro”, disse Rosa. </p>
<p>&#8220;Acho que, nesse caso, temos ainda muita desinformação. É preciso saber que tipo de atividade vai ser feita&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O memorando foi criticado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por parlamentares do PSOL que pediram à Procuradoria-Geral da República (PGR) que anule a venda da Serra Verde. </p>
<p>Para o ministro Márcio Elias, a iniciativa do ex-governador de Goiás avança sobre temas de competência da União. </p>
<p>&#8220;O subsolo brasileiro pertence à União. A competência para regulamentar [a exploração de recursos naturais] é da União. E quem estabelece relações com outros países é a União&#8221;, afirmou o ministro.</p>
<p>&#8220;É possível que haja boa intenção e um pressuposto legítimo de levar o desenvolvimento para o estado motivando alguém a fazer uma negociação desse tipo, mas do ponto de vista jurídico, ela não se sustenta&#8221;, avaliou o ministro. </p>
<p>O ministro entende que o acordo que o governo goiano firmou não produz nenhuma obrigação legal e não há nenhum risco de o país sofrer qualquer sanção se o descumprir. </p>
<p>&#8220;É muito mais um memorando sem nenhum comprometimento, sem nenhuma sanção”, avalia.</p>
<p>O ministro Márcio Elias lembrou que o governo federal, esta semana, pediu ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que retirasse de pauta o Projeto de Lei 2780/24,  que trata da criação da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. </p>
<p>Márcio Elias disse que a solicitação foi feita porque o Palácio do Planalto entende que, apesar da urgência do Congresso Nacional em estabelecer marcos legais claros para a exploração das terras raras, era preciso discutir mais a proposta antes de submetê-la à apreciação dos parlamentares. </p>
<p>&#8220;O governo federal quer apresentar propostas e sugestões que, sobretudo, aperfeiçoem o dever de industrialização dos minerais críticos&#8221;, disse Márcio Elias, antecipando que representantes do governo devem se reunir com o relator do PL, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), já na próxima semana. </p>
<p>O ministro disse, em sua entrevista ao <em>Bom Dia, Ministro</em>, que a norma deve abranger desde a exploração dos minerais críticos até as movimentações societárias, como a resultante da venda da Serra Verde a USA Rare Earth. </p>
<p>&#8220;Precisamos legislar e regular logo esse tema, porque ele suscita não apenas dúvidas, mas, sobretudo, insegurança [jurídica] sobre quem pode explorar, as mudanças, as fusões e as transformações dessas empresas, quem pode acessar o alvará para explorar e minerar. Tudo tem que estar regulado&#8221;, defendeu.</p>
<p>O ministro rejeita a ideia de criação de uma estatal para o setor. </p>
<p>&#8220;Em nossa avaliação, no atual modelo, não há necessidade alguma de se criar uma estatal para fazer a exploração, refino ou beneficiamento de mineral crítico estratégico. Já há instrumentos legais que permitem eventuais subvenções e há a possibilidade de associações com o setor privado e o fomento desse setor essencial&#8221;, argumentou, acrescentando que a criação de uma estatal &#8220;não seria sinônimo de melhor aproveitamento desses ativos&#8221;. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/ministro-diz-que-pais-nao-quer-apenas-exportar-minerais-criticos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Lula afirma que mundo não dá direito a Trump ameaçar um país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/lula-afirma-que-mundo-nao-da-direito-a-trump-ameacar-um-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar a política do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, em relação a Irã, Cuba e Venezuela, destacando que o mundo não dá o direito à Casa Branca de ameaçar os países com os quais não concorda. “O Trump não tem o direito de acordar de manhã [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a criticar a política do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, em relação a Irã, Cuba e Venezuela, destacando que o mundo não dá o direito à Casa Branca de ameaçar os países com os quais não concorda.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Lula-afirma-que-mundo-nao-da-direito-a-Trump-ameacar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“O Trump não tem o direito de acordar de manhã e achar que pode ameaçar um país. Não tem direito. Ele não foi eleito para isso. O mundo não lhe dá direito disso. A Constituição americana não garante isso. E muito menos a carta da ONU [Nações Unidas]”, afirmou Lula.</p>
<p>Na semana passada, Trump ameaçou cometer um crime de genocídio contra o Irã, caso o país não aceitasse os termos dos EUA para o fim da guerra no Oriente Médio. </p>
<p>O comentário do presidente Lula foi feito em entrevista exclusiva ao jornal espanhol El País, publicada nesta quinta-feira (16). O presidente brasileiro ainda comentou as ameaças e intervenções de Trump em Cuba e na Venezuela.</p>
<p>“Nenhum país tem direito de ferir a integridade territorial de outro país. Nenhum país tem o direito de não respeitar a soberania dos outros países”, completou.</p>
<p>Para Lula, está faltando no mundo lideranças políticas que assumam a responsabilidade de que o planeta não é de um país só. “Por mais importante que seja esse país, é importante que os maiores tenham mais responsabilidade de manter a paz no mundo”, completou.</p>
<h2>Terceira guerra mundial</h2>
<p>O presidente brasileiro chegou a comentar a possibilidade de uma terceira guerra mundial em consequência da política de Trump de intervir nos demais países.</p>
<p>“Uma terceira guerra mundial será uma tragédia dez vezes mais potente do que foi a tragédia da Segunda Guerra Mundial”, disse.</p>
<p>Questionado pelo jornal espanhol se ele acredita na possibilidade de uma guerra mundial, Lula disse que “se continuarem achando que podem levantar de manhã e atirar contra qualquer um, ela pode acontecer”.</p>
<h2>Cuba</h2>
<p>Lula ainda condenou o endurecimento do bloqueio energético contra Cuba em meio a um embargo econômico que já dura quase sete décadas, afirmando que o país caribenho é “precioso” para o Brasil. </p>
<p>“Não tem explicação um bloqueio durante 70 anos. Ou seja, se as pessoas que não gostam de Cuba, que não gostam do regime cubano, têm uma preocupação com o povo cubano, por que essas pessoas não têm uma preocupação com Haiti? Que não tem o regime comunista, por que não tem?”, questionou o brasileiro.</p>
<p>O Haiti vive uma grave crise econômica e social há décadas, com gangues armadas controlando boa parte do território da capital, Porto Príncipe. </p>
<p>O presidente Lula acrescentou que Cuba precisa de chances para melhorar a situação interna. “Como é que pode sobreviver um país que está comprometido a não receber alimento, a não receber combustível, a não receber energia?”, questionou. </p>
<h2>Venezuela</h2>
<p>Sobre a Venezuela, o presidente brasileiro disse que a posição do governo era de que fosse realizada a eleição, em julho de 2024, e que o resultado fosse acatado para que o país vizinho “pudesse voltar a ter paz”.</p>
<p>“[O que não dá é] os EUA acharem que eles podem administrar a Venezuela”, completou</p>
<h2>Taxação</h2>
<p>Sobre a taxação dos EUA contra parte das exportações brasileiras, adotadas entre abril e agosto de 2025, o presidente Lula relembrou o que disse ao presidente Trump no encontro entre os dois. </p>
<p>“Eu nunca pedirei para ele concordar ideologicamente comigo, como eu também não concordo com ele. Dois chefes de Estado não têm que pensar ideologicamente. Eu tenho que pensar como chefe de Estado. Quais são os interesses do meu país com relação aos Estados Unidos e quais são os interesses deles com relação ao meu país?”, finalizou.</p>
<p>Após negociações entre Brasília e Washington em novembro de 2025, os EUA retiraram tarifa de 40% sobre uma série de produtos brasileiros. Em fevereiro deste ano, a Supremo Corte norte-americana derrubou o tarifaço imposto por Trump a dezenas de países, atendendo a pedido de empresas estadunidenses afetadas pelas medidas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/lula-afirma-que-mundo-nao-da-direito-trump-ameacar-um-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Plano Nacional de Educação é marco para o país, dizem especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 11:35:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entidades ligadas ao setor do ensino e aprendizagem no Brasil consideram que o novo Plano Nacional de Educação (PNE), assinado nessa terça (14) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, representa avanço para o país.    “Hoje é um dia para celebrarmos, pois a ascensão no PNE é marco importante para a educação brasileira”, afirmou o vice-presidente de educação da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades ligadas ao setor do ensino e aprendizagem no Brasil consideram que o novo Plano Nacional de Educação (PNE), assinado nessa terça (14) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, representa avanço para o país.   <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Plano-Nacional-de-Educacao-e-marco-para-o-pais-dizem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Hoje é um dia para celebrarmos, pois a ascensão no PNE é marco importante para a educação brasileira”, afirmou o vice-presidente de educação da Fundação Lemann, Felipe Proto.</p>
<p>Para ele, o documento reafirma a educação como prioridade nacional e renova a ambição de futuro no setor. No entanto, pondera que a implementação de qualidade será determinante para “transformar as metas em aprendizagem de fato e também para reduzir todas as desigualdades que a gente tem no país”. </p>
<p>Ele defende que o poder público precisa de coordenação entre os entes federativos e de apoio aos estados e municípios de todo o Brasil.</p>
<h2>Eixo estratégico</h2>
<p>De acordo com o gerente de Articulação, Advocacy, Monitoramento e Avaliação  do Itaú Educação e Trabalho, Diogo Jamra, o novo plano consolida a educação profissional e tecnológica como eixo estratégico do setor público. O plano ainda estabelece metas de qualidade para acompanhar o processo de expansão.</p>
<p>O especialista observou que, em relação à ampliação do acesso, a meta de alcançar 50% dos estudantes do ensino médio matriculados em cursos integrados à educação profissional é “desafiadora, mas factível”. </p>
<p>“Para isso, será essencial o esforço conjunto e a coordenação entre União, estados e municípios. O novo plano também acerta ao incluir metas voltadas à qualificação e requalificação profissional”, disse.</p>
<p>Diogo Jamra afirmou que, em meio às transformações digitais e à crise ambiental, a formação continuada será cada vez mais necessária, inclusive para quem já concluiu cursos técnicos ou superiores.</p>
<p>Ele avalia de forma positiva as metas de qualidade que preveem a criação de um Sistema Nacional de Avaliação da Educação Profissional e Tecnológica.</p>
<p>“A definição de padrões de aprendizagem, conclusão na idade adequada e resultados esperados ao final da formação será fundamental para garantir que a expansão venha acompanhada de qualidade&#8221;.</p>
<h2>&#8220;Direção certa&#8221;</h2>
<p>O presidente da Associação Brasileira de Sistema de Ensino e Plataformas Educacionais (Abraspe), Tiago Bossi, também considera o plano uma ação de vanguarda, ao trazer metas mais claras com destaque para qualidade, educação digital e tempo integral.</p>
<p>Para ele, o plano está na “direção certa e reforça a necessidade de aumento gradual de investimentos na educação pública.</p>
<p>Bossi lembrou, no entanto, que temas como inteligência artificial e personalização do ensino precisam ser debatidos “de forma coerente com as necessidades já claras da contemporaneidade”.</p>
<p>“O plano avança no que precisa ser feito. O principal desafio agora será “como” e isso passa por execução, colaboração e maior abertura à inovação”, acrescentou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/plano-nacional-de-educacao-e-marco-para-o-pais-dizem-especialistas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Lula diz que país não precisa de escola cívico-militar na educação</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/lula-diz-que-pais-nao-precisa-de-escola-civico-militar-na-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 21:20:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao sancionar o Plano Nacional de Educação (PNE), nesta terça-feira (14), no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o documento mostra que o Brasil não precisa, na educação pública e gratuita, a expansão de escolas cívico-militares. “Quando uma menina ou um menino resolverem seguir a sua carreira militar, eles [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao sancionar o Plano Nacional de Educação (PNE), nesta terça-feira (14), no Palácio do Planalto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o documento mostra que o Brasil não precisa, na educação pública e gratuita, a expansão de escolas cívico-militares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Lula-diz-que-pais-nao-precisa-de-escola-civico-militar-na.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Quando uma menina ou um menino resolverem seguir a sua carreira militar, eles vão se preparar militarmente. Mas enquanto eles quiserem estudar, eles têm que estudar a mesma coisa que estudam 220 milhões de brasileiros sob a orientação do Ministério da Educação deste país”, defendeu.</p>
<p>Lula avaliou que o plano, que ele chamou de obra-prima, reafirma o compromisso para ser colocado em prática em 10 anos. Ele ponderou que é necessário que a sociedade brasileira assuma a responsabilidade sobre os resultados e que haja vigilância para o cumprimento das metas. </p>
<p>O plano prevê 19 objetivos com acompanhamento das metas a cada dois anos nas áreas de educação infantil, alfabetização e ensinos fundamental e médio. </p>
<p>Também inclui a educação integral e inclusiva, educação profissional e tecnológica, ensino superior, estrutura e funcionamento da educação básica. </p>
<p>“Nós temos a responsabilidade de não permitir que ninguém, quem quer que seja, do partido que seja, com a altura que tiver ou da cor que tiver, tenha o desmazelo de não executar o que está previsto”, afirmou Lula. </p>
<h2>Investimento</h2>
<p>Entre as metas do PNE, está a ampliação do investimento público em educação dos atuais 5,5% do PIB para 7,5% em 7 anos, chegando a 10% no final de 2036. </p>
<p>Na educação infantil, o objetivo é universalizar a pré-escola em até 2 anos e atender 100% da demanda por creches, alfabetizar todas as crianças até o final do segundo ano do ensino fundamental e ampliar a jornada para no mínimo 7 horas diárias, alcançando 50% das escolas públicas em 5 anos e atingindo 65% até 2036.</p>
<p>Lula entende que é necessário fiscalizar em vista de que “nunca houve muita vontade com a educação nesse país”. </p>
<p>O presidente alertou que há o desafio de convencer uma criança ou um adolescente a estudar e a gostar da escola. </p>
<p>“Nós é que temos que convencê-lo da importância da educação na formação da vida dele”, afirmou.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>O presidente criticou “gente formada” que considera que a educação seria para poucos. </p>
<p>“Esse país já teve gente que achou que ele deveria ser governado só para 35% da população. O restante é de invisíveis. Não pense que todo mundo gosta quando a gente fala de educação. Não pense que todo mundo gostou quando a gente falou de cota”. </p>
<p>O presidente disse ainda que há oposição ao discurso sobre a necessidade de garantir acesso à universidade para indígenas e quilombolas. </p>
<p>“Nós é que temos que convencer as pessoas. Porque, se a gente não convencer, as pessoas ficam vulneráveis a qualquer discurso, por mais imbecil que seja”, lamentou.</p>
<p>Lula defendeu que a sociedade esteja atenta e que se torna fundamental a reação a violações de direitos nessa área. </p>
<p>“Quantas vezes nós ficamos indignados com a destruição das nossas universidades e não houve nenhuma reação? Quantas vezes nós ficamos indignados com o fim da bolsa de estudo das universidades e não houve reação?”, questionou Lula.</p>
<h2>Metas</h2>
<p>Para o ensino médio e técnico, o novo plano prevê a expansão das matrículas da educação profissional, técnica, atingindo 50% dos estudantes do ensino médio, sendo metade na rede pública, além de universalizar o acesso à internet de alta velocidade em todas as escolas públicas. </p>
<p>No ensino superior, a meta é aumentar para 40% o acesso de jovens de 18 a 24 anos e qualificar professores com 95% de mestres e doutores. </p>
<h2>Melhor plano</h2>
<p>O ministro da Educação, Leonardo Barchini, ressaltou que esse é o melhor plano nacional de educação já apresentado com foco na equidade e na qualidade do ensino.</p>
<p>“Pela primeira vez, nós traçamos vários objetivos diferentes, traçamos metas específicas que lidam com a qualidade e que dizem respeito à educação inclusiva, à educação indígena, quilombola, do campo e da linguagem de sinais”, disse.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/lula-diz-que-pais-nao-precisa-de-escola-civico-militar-na-educacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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