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	<title>pais Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>pais Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Fiocruz aponta queda da Síndrome Respiratória Aguda Grave no país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fiocruz-aponta-queda-da-sindrome-respiratoria-aguda-grave-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 21:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em tendência de queda, mas nove capitais ainda registram crescimento da doença, segundo o boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (9).  A Influenza B mantém aumento em estados da Região Centro-Sul, enquanto a incidência da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em tendência de queda, mas nove capitais ainda registram crescimento da doença, segundo o boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (9). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Fiocruz-aponta-queda-da-Sindrome-Respiratoria-Aguda-Grave-no-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Influenza B mantém aumento em estados da Região Centro-Sul, enquanto a incidência da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas e a mortalidade permanece concentrada entre idosos.</p>
<p>De acordo com o boletim, os casos graves por Influenza B seguem em crescimento no Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina. </p>
<p>O Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo apresentam indícios de interrupção do avanço ou início de queda.</p>
<p>Até a Semana Epidemiológica 26, nove das 27 capitais apresentaram níveis de atividade de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. </p>
<p>As capitais são Belo Horizonte, Boa Vista, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, Manaus, Palmas, Porto Alegre e Rio Branco.</p>
<p>Outras 11 capitais também registram incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, mas sem crescimento sustentado nas últimas seis semanas. </p>
<p>Nessa situação estão Aracaju, Belém, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, João Pessoa, Macapá, Maceió, Rio de Janeiro, Salvador e São Luís.</p>
<p>Segundo a Fiocruz, o aumento dos casos em Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre ocorre principalmente entre crianças menores de 2 ou 4 anos de idade. Em Rio Branco, o crescimento é observado entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. </p>
<p>Belo Horizonte, Florianópolis, Manaus e Rio Branco também registram aumento de casos entre idosos.</p>
<p>A pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella ressalta que, embora o cenário nacional seja de redução dos casos, a circulação dos vírus respiratórios continua elevada em parte do país. </p>
<p>&#8220;A população dos grupos prioritários deve manter a vacinação contra a influenza em dia, pois ela reduz o risco de hospitalizações e mortes. Também é importante que pessoas com sintomas respiratórios evitem contato com indivíduos mais vulneráveis, como idosos, crianças pequenas e pessoas imunocomprometidas, além de utilizar máscara ao apresentar sintomas&#8221;, orienta.</p>
<p>Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, entre os casos com resultado laboratorial positivo para vírus respiratórios, 55,9% foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), 23,3% por rinovírus, 12,7% por Influenza A, 8,4% por Influenza B e 2,2% por Sars-CoV-2, vírus causador da covid-19.</p>
<p>Entre os óbitos registrados no mesmo período, a Influenza A respondeu por 33,1% dos casos, seguida do rinovírus (26,3%), do vírus sincicial respiratório (21,7%), da Influenza B (15,4%) e da covid-19 (6,9%).</p>
<p>Desde o início do ano, o Brasil notificou 109.347 casos de SRAG. Desse total, 56.530 (51,7%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 37.770 (34,5%) apresentaram resultado negativo e pelo menos 8.195 (7,5%) ainda aguardam confirmação laboratorial.</p>
<p>O boletim mostra ainda que, no cenário nacional, os casos de SRAG apresentam início ou manutenção da queda entre pessoas de 2 a 49 anos e entre idosos com 65 anos ou mais. Na faixa etária de 50 a 64 anos, observa-se um leve aumento das ocorrências, enquanto entre crianças menores de 2 anos o cenário é de estabilização.</p>
<p>A Fiocruz destaca que a incidência semanal da síndrome continua mais elevada entre crianças pequenas, principalmente em decorrência do vírus sincicial respiratório. </p>
<p>A mortalidade permanece maior entre idosos, tendo a Influenza A como principal causa. </p>
<p>Os casos de SRAG associados à covid-19 seguem em níveis baixos em todas as faixas etárias.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/fiocruz-aponta-queda-da-sindrome-respiratoria-aguda-grave-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>“Melhor arma que um país pode ter é alimento”, diz Lula</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/melhor-arma-que-um-pais-pode-ter-e-alimento-diz-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 01:09:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Melhor arma que um país pode ter é alimento”, diz Lula. O governo anunciou R$ 97,7 bi em créditos para agricultores.  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta terça (30), durante lançamento do Plano Safra para agricultores familiares, a necessidade de investimento em soberania alimentar e produção de gêneros diversificados.  O governo anunciou, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Melhor arma que um país pode ter é alimento”, diz Lula. O governo anunciou R$ 97,7 bi em créditos para agricultores. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Melhor-arma-que-um-pais-pode-ter-e-alimento-diz.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, nesta terça (30), durante lançamento do Plano Safra para agricultores familiares, a necessidade de investimento em soberania alimentar e produção de gêneros diversificados. </p>
<p>O governo anunciou, em Brasília (DF), investimentos de R$ 97,3 bilhões, incluindo programas de crédito, seguro agrícola, compras públicas, assistência técnica e extensão rural. </p>
<p>No evento, o presidente recordou uma conversa com o então presidente venezuelano Hugo Chávez (que governou o País entre 1999 e 2013 e morreu durante o mandato). Lula lembrou a dificuldade daquele País na produção de itens como leite e ovo.</p>
<p>“Você sabia que a melhor arma que um país tem que ter é alimento? Você sabia que nós temos que ter soberania alimentar?”, disse Lula a Chávez na oportunidade em que o venezuelano apresentou aviões de caça a Lula. O presidente defendeu que o País deve comprar apenas os gêneros que não consegue produzir. </p>
<h2>Redução dos juros</h2>
<p>No evento, Lula incentivou que os agricultores familiares usem os recursos disponíveis para financiamento. Ele acrescentou que o governo tem buscado com os bancos públicos redução da taxa de juros para crédito aos produtores. </p>
<p>Os recursos para os agricultores, no entender dele, fazem a economia crescer e o dinheiro circular. “Se tiver um dinheirinho, vai utilizar em benefício da família”, disse o presidente. </p>
<p>Ele disse ainda considerar que há “muita terra” no Brasil de posse da União. “Não tem porque. Nem os nossos militares necessitam de tanta terra mais. Nós não vamos ter guerra. Nós somos da paz”, afirmou.  </p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>A presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Agricultura (Contag), Vânia Marques, disse que era necessário celebrar o fato do governo reconhecer o protagonismo da atividade.</p>
<p>“Isso é oportunidade para quem acorda de manhã, faça sol, faça chuva, para poder trabalhar, produzir e fazer com que o alimento chegue às nossas mesas”, disse. </p>
<p>Ela destacou que o governo assumiu compromisso com as mulheres ao dar acesso a políticas públicas e que ajudam as agricultoras terem autonomia financeira, o que reduz a chance de serem alvos de violência doméstica. </p>
<p>Vânia Marques destacou que o cenário de desigualdade social no contexto das mudanças climáticas é gritante. Por isso, ela pediu que as respostas sejam urgentes.</p>
<p>“Nós podemos ser a solução da crise climática porque nós protegemos as nascentes, recuperamos os solos, preservamos as sementes. E somos nós que produzimos com responsabilidade”, afirmou. </p>
<h2>Solidariedade à Venezuela</h2>
<p>No evento, Lula lamentou as 1.943 mortes confirmadas em função dos terremotos na Venezuela na semana passada. Ele disse que o Brasil fará tudo o que tiver ao alcance para ajudar o povo daquele país. </p>
<p>O presidente acrescentou que o desastre tem como consequências, até agora, também 10.571 feridos e 15.866 desabrigados. Já foram resgatadas dos escombros 6.461 pessoas. Ele lembrou que o número de prédios afetados pode passar de 58 mil. Ao final do evento, Lula pediu um minuto de silêncio em homenagem ao país vizinho.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/melhor-arma-que-um-pais-pode-ter-e-alimento-diz-lula" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Marinha lança fragata e Lula fala em fortalecer defesa do país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/marinha-lanca-fragata-e-lula-fala-em-fortalecer-defesa-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 19:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Marinha lançou, nesta sexta-feira (26), em Itajaí (SC) a Fragata Cunha Moreira. Fragatas são navios de guerra velozes, aptos a participar de operações de defesa e escolta. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou lançamento e destacou a importância de fortalecer a defesa do país contra ameaças estrangeiras. “Eu não quero guerra. Mas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Marinha lançou, nesta sexta-feira (26), em Itajaí (SC) a Fragata Cunha Moreira. Fragatas são navios de guerra velozes, aptos a participar de operações de defesa e escolta. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou lançamento e destacou a importância de fortalecer a defesa do país contra ameaças estrangeiras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Marinha-lanca-fragata-e-Lula-fala-em-fortalecer-defesa-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Eu não quero guerra. Mas eu também não quero ser pego de surpresa. Eu tenho que me cuidar. Tá cheio de maluco no mundo. Agora mesmo, o presidente americano quer tomar a Groenlândia, o Canadá, o Canal do Panamá. Aonde que nós estamos?”, disse presidente Lula.</p>
<p>Em seguida, se referiu à fragata como um símbolo da defesa da soberania do país. “Isso não é [só] um navio. É o começo de um país que vai assumir, de fato e de direito, o direito de ser soberano, de tomar conta do seu nariz e estar preparado. É isso que temos que fazer daqui pra frente”.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Marinha-lanca-fragata-e-Lula-fala-em-fortalecer-defesa-do.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="26.06.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de lançamento da Fragata “Cunha Moreira”, na Rua Eugênio Pezzini, 355, Cordeiros, Itajaí - SC.&#13;&#10;&#13;&#10;Foto: Ricardo Stuckert / PR" title="Ricardo Stuckert / PR"/></p>
<p><h6 class="meta"> Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de lançamento da Fragata “Cunha Moreira”, em Itajaí &#8211; SC. Foto: Ricardo Stuckert / PR</h6>
</p>
<p>Lula ainda defendeu a criação de um projeto estratégico de defesa, classificando o atual momento como o de “maior concentração de conflito da história da humanidade depois da 2ª Guerra Mundial”.</p>
<p>“Para as pessoas saberem que não queremos briga com ninguém, mas que estaremos preparados para defender nossos 8,5 milhões de quilômetros quadrados e nossos 215 milhões de habitantes”, acrescentou.</p>
<h2>Fragata Cunha Moreira</h2>
<p>A Fragata “Cunha Moreira” foi construída no Brasil, em Itajaí, com mão de obra nacional e transferência de tecnologia. Foram construídas também outras duas fragatas e lançadas, a “Tamandaré” e “Jerônimo de Albuquerque”. A quarta fragata da Classe Tamandaré, “Mariz e Barros”, está em construção.</p>
<p>A Fragata “Cunha Moreira” poderá atingir a velocidade de 25 nós, que equivale a cerca de 47 km/h. Os enormes navios possuem 107 metros de comprimento, dotados de convoo, hangar de helicóptero, radares, sensores e armamentos, com deslocamento de até 3.465 toneladas.</p>
<p>O Programa Fragata Classe Tamandaré é uma parceria entre a Marinha e a Sociedade de Propósito Específico Águas Azuis, formada pelas empresas TKMS, Embraer e Atech, e gerenciado pela empresa Emgepron.</p>
<p>“O poder naval, pilar à proteção de recursos, fluxos logísticos e instrumento de tempestiva resposta do Estado, adquire centralidade ao se analisar disputas atuais na conjuntura internacional e crescentes inclinações de atores soberanos em mobilizar vetores navais visando intimidar nações”, afirmou o Comandante da Marinha, Marcos Olsen.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/marinha-lanca-fragata-e-lula-fala-em-fortalecer-defesa-do-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>IBGE: país tem 8,4 milhões de analfabetos, menor número desde 2016</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ibge-pais-tem-84-milhoes-de-analfabetos-menor-numero-desde-2016/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 13:42:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, o Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. Em relação a 2024, houve redução de 0,4 ponto percentual (p.p.) na taxa nacional, representando uma diminuição de cerca de 592 mil pessoas analfabetas no país. Em nove anos, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2025, o Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. Em relação a 2024, houve redução de 0,4 ponto percentual (p.p.) na taxa nacional, representando uma diminuição de cerca de 592 mil pessoas analfabetas no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IBGE-pais-tem-84-milhoes-de-analfabetos-menor-numero-desde.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nove anos, a taxa nacional de analfabetismo caiu de 6,7%, em 2016, para 4,9%, em 2025, uma redução de 1,8 p.p. no período, garantindo a menor taxa da série histórica iniciada em 2016. A Região Nordeste (4,8 milhões de pessoas) concentrava 57,4% desse total.</p>
<p>Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Educação (2025), divulgados nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O analfabetismo atinge principalmente a população idosa. Em 2025, havia 4,8 milhões de analfabetos com 60 anos ou mais, o que representa 14,9% das pessoas desse grupo etário. Os analfabetos com 60 anos ou mais de idade eram 58% do total de analfabetos do país. Já a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%) nesse grupo etário.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IBGE-pais-tem-84-milhoes-de-analfabetos-menor-numero-desde.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="02/04/2024 - Com menor taxa de analfabetismo do país, DF é referência em educação. Centro Educacional 2 de Taguatinga. Na foto adultos assistem aula dentro da sala da aula, Escola. Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília" title="Geovana Albuquerque/Agência Brasília"/></p>
<p><h6 class="meta">Taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 a 59 anos de idade foi de 2,6T. Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília</h6>
</p>
<p>Quando se adiciona os grupos mais jovens no cálculo da taxa de analfabetismo, os percentuais diminuem progressivamente: 8,3% entre as pessoas com 40 anos ou mais, 5,8% entre aquelas com 25 anos ou mais, e 4,9% na população com 15 anos ou mais.</p>
<p>Segundo o IBGE, a taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 a 59 anos de idade foi de 2,6%, indicando que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização, sendo alfabetizadas ainda na infância. </p>
<p>&#8220;Essa diferença de 11,3 p.p. entre os grupos etários reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos.”</p>
<p>Em 2025, a taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais de idade foi de 4,6%, enquanto entre os homens foi de 5,2%. A redução em relação a 2024 foi de 0,4 p.p. para ambos os sexos. Na população com 60 anos ou mais de idade, a taxa de analfabetismo das mulheres, que historicamente era superior à dos homens, em 2025 passou a ser menor, com 13,7% para mulheres e 14,1% para homens, o que representa uma diferença de 0,4 p.p.</p>
<p>“A variação das taxas por sexo, especialmente entre os mais velhos, sugere avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”, analisa o IBGE.</p>
<p>Em 2025, 59,4% das mulheres com 25 anos ou mais de idade haviam completado, ao menos, a educação básica obrigatória, enquanto entre os homens esse percentual era de 55,2%. Ambos os grupos apresentaram crescimento em relação a 2024, indicando uma tendência positiva no acesso à escolarização.</p>
<p>Em relação à cor ou raça, 64,9% das pessoas de cor branca haviam concluído o ciclo básico educacional, contra 51,3% das pessoas de cor preta ou parda, resultando em uma diferença de 13,6 p.p. entre esses grupos. Essa diferença permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p., no entanto, é 2,8 p.p. menor que em 2016, quando a diferença era de 16,4 p.p., refletindo as persistentes desigualdades.</p>
<h2>Creche</h2>
<p>Em 2025, no Brasil, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% das crianças de 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse motivo permaneceu como o mais citado em todas as grandes regiões, com frequência mais elevada entre o primeiro grupo.</p>
<p>O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%.</p>
<h2>Abandono escolar</h2>
<p>No grupo de jovens de 14 a 29 anos do país, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desses jovens, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Considerando a distribuição por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.</p>
<p>Ao serem perguntados sobre o principal motivo de abandono escolar ou de nunca terem frequentado a escola, os jovens de 14 a 29 anos indicaram, majoritariamente, a necessidade de trabalhar, mencionada por 43% dos entrevistados em 2025.</p>
<p>O segundo motivo mais citado foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024. O aumento, de 2 p.p. em relação ao ano de 2023, pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional.</p>
<p>Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentara variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.</p>
<p>O Brasil tinha 46,6 milhões de jovens com 15 a 29 anos de idade em 2025, e 17,5% deles não estavam trabalhando, não estudavam no ensino regular e nem frequentavam algum curso de qualificação profissional. Essa proporção recuou 4,9 pontos percentuais (p.p.) frente a 2019, quando 22,4% dos jovens do país não trabalhavam, nem estudavam ou se qualificavam.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/ibge-pais-tem-84-milhoes-de-analfabetos-menor-numero-desde-2016" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>IBGE: país tem 8,4 milhões de analfabetos com mais de 15 anos de idade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 13:12:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2025, o Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. Em relação a 2024, houve redução de 0,4 ponto percentual (p.p.) na taxa nacional, representando uma diminuição de cerca de 592 mil pessoas analfabetas no país. Em nove anos, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2025, o Brasil tinha 8,4 milhões de pessoas com 15 anos ou mais de idade analfabetas, correspondendo a uma taxa de analfabetismo de 4,9%. Em relação a 2024, houve redução de 0,4 ponto percentual (p.p.) na taxa nacional, representando uma diminuição de cerca de 592 mil pessoas analfabetas no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IBGE-pais-tem-84-milhoes-de-analfabetos-com-mais-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nove anos, a taxa nacional de analfabetismo caiu de 6,7%, em 2016, para 4,9%, em 2025, uma redução de 1,8 p.p. no período, garantindo a menor taxa da série histórica iniciada em 2016. A Região Nordeste (4,8 milhões de pessoas) concentrava 57,4% desse total.</p>
<p>Os dados estão na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Educação (2025), divulgados nesta sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O analfabetismo atinge mais a população mais velha. Em 2025, havia 4,8 milhões de analfabetos com 60 anos ou mais, o que representa 14,9% das pessoas desse grupo etário. Os analfabetos com 60 anos ou mais de idade eram 58% do total de analfabetos do país. Já a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%) nesse grupo etário.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IBGE-pais-tem-84-milhoes-de-analfabetos-com-mais-de.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="02/04/2024 - Com menor taxa de analfabetismo do país, DF é referência em educação. Centro Educacional 2 de Taguatinga. Na foto adultos assistem aula dentro da sala da aula, Escola. Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília" title="Geovana Albuquerque/Agência Brasília"/></p>
<p><h6 class="meta">Taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 a 59 anos de idade foi de 2,6T. Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília</h6>
</p>
<p>Quando se adiciona os grupos mais jovens no cálculo da taxa de analfabetismo, os percentuais diminuem progressivamente: 8,3% entre as pessoas com 40 anos ou mais, 5,8% entre aquelas com 25 anos ou mais, e 4,9% na população com 15 anos ou mais.</p>
<p>Segundo o IBGE, a taxa de analfabetismo entre as pessoas de 15 a 59 anos de idade foi de 2,6%, indicando que as novas gerações tiveram maior acesso à escolarização, sendo alfabetizadas ainda na infância. </p>
<p>&#8220;Essa diferença de 11,3 p.p. entre os grupos etários reforça a importância de políticas de manutenção de crianças e jovens na escola, bem como aquelas específicas para alfabetização de adultos e idosos.”</p>
<p>Em 2025, a taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais de idade foi de 4,6%, enquanto entre os homens foi de 5,2%. A redução em relação a 2024 foi de 0,4 p.p. para ambos os sexos. Na população com 60 anos ou mais de idade, a taxa de analfabetismo das mulheres, que historicamente era superior à dos homens, em 2025 passou a ser menor, com 13,7% para mulheres e 14,1% para homens, o que representa uma diferença de 0,4 p.p.</p>
<p>“A variação das taxas por sexo, especialmente entre os mais velhos, sugere avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”, analisa o IBGE.</p>
<p>Em 2025, 59,4% das mulheres com 25 anos ou mais de idade haviam completado, ao menos, a educação básica obrigatória, enquanto entre os homens esse percentual era de 55,2%. Ambos os grupos apresentaram crescimento em relação a 2024, indicando uma tendência positiva no acesso à escolarização.</p>
<p>Em relação à cor ou raça, 64,9% das pessoas de cor branca haviam concluído o ciclo básico educacional, contra 51,3% das pessoas de cor preta ou parda, resultando em uma diferença de 13,6 p.p. entre esses grupos. Essa diferença permanece praticamente inalterada em relação a 2024, quando era de 13,3 p.p., no entanto, é 2,8 p.p. menor que em 2016, quando a diferença era de 16,4 p.p., refletindo as persistentes desigualdades.</p>
<h2>Creche</h2>
<p>Em 2025, no Brasil, 64,1% das crianças de 0 a 1 ano e 57,1% das crianças de 2 a 3 anos que não frequentavam creche estavam fora da escola por opção dos pais ou responsáveis. Esse motivo permaneceu como o mais citado em todas as grandes regiões, com frequência mais elevada entre o primeiro grupo.</p>
<p>O segundo motivo mais citado foi não ter escola/creche na localidade, falta de vaga ou a não aceitação da matrícula por causa da idade da criança. Entre as crianças de 0 a 1 ano, 28,1% dos responsáveis apontaram esse fator; entre as de 2 a 3 anos, o percentual foi de 33,4%.</p>
<h2>Abandono escolar</h2>
<p>No grupo de jovens de 14 a 29 anos do país, 7,7 milhões não haviam completado o ensino médio em 2025, seja por terem abandonado a escola antes do término dessa etapa ou por nunca a terem frequentado. Desses jovens, 59,8% eram homens e 40,2% eram mulheres. Considerando a distribuição por cor ou raça, 26,4% eram brancos e 72,8% eram pretos ou pardos.</p>
<p>Ao serem perguntados sobre o principal motivo de abandono escolar ou de nunca terem frequentado a escola, os jovens de 14 a 29 anos indicaram, majoritariamente, a necessidade de trabalhar, mencionada por 43% dos entrevistados em 2025.</p>
<p>O segundo motivo mais citado foi não ter interesse em estudar, que alcançou 25,6% dos casos, confirmando a reversão da tendência de queda observada desde 2024. O aumento, de 2 p.p. em relação ao ano de 2023, pode sinalizar um desalinhamento entre as expectativas dos jovens e o modelo educacional.</p>
<p>Os demais motivos permaneceram estáveis ou apresentara variações modestas: gravidez foi mencionada por 9,9% dos jovens; problemas de saúde permanente, por 4,4%; realizar afazeres domésticos ou cuidar de pessoas, por 3,9%; e não ter escola na localidade, vaga ou turno desejado, por 2,8%.</p>
<p>O Brasil tinha 46,6 milhões de jovens com 15 a 29 anos de idade em 2025, e 17,5% deles não estavam trabalhando, não estudavam no ensino regular e nem frequentavam algum curso de qualificação profissional. Essa proporção recuou 4,9 pontos percentuais (p.p.) frente a 2019, quando 22,4% dos jovens do país não trabalhavam, nem estudavam ou se qualificavam.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/ibge-pais-tem-84-milhoes-de-analfabetos-com-mais-de-15-anos-de-idade" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Programa de atenção domiciliar amplia cuidado aos idosos no país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/programa-de-atencao-domiciliar-amplia-cuidado-aos-idosos-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 22:38:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira (18), no Rio de Janeiro, o Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi Brasil). A previsão é investir R$ 500 milhões para estruturar e levar equipes multiprofissionais aos lares de idosos que têm limitações funcionais e não podem se deslocar até uma unidade de saúde. As administrações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou nesta quinta-feira (18), no Rio de Janeiro, o Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi Brasil). A previsão é investir R$ 500 milhões para estruturar e levar equipes multiprofissionais aos lares de idosos que têm limitações funcionais e não podem se deslocar até uma unidade de saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Programa-de-atencao-domiciliar-amplia-cuidado-aos-idosos-no-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As administrações municipais poderão solicitar a criação de novas equipes ou a ampliação das já existentes na atenção básica. Isso inclui o aumento da carga horária de atendimento e a contratação de novos profissionais, incluindo médicos especialistas. Até o momento, 2.733 municípios solicitaram adesão ao Padi Brasil, totalizando o pedido de 3.677 equipes.</p>
<p>O repasse mensal para cada equipe poderá ter um incremento de até R$ 10 mil por meio do programa, alcançando o valor de até R$ 57,5 mil mensais, a depender da modalidade da equipe multiprofissional (Ampliada, Complementar ou Estratégica).</p>
<p>De acordo com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, esses grupos de trabalho são compostos por profissionais de saúde de diferentes áreas que atuam de forma integrada às equipes de Saúde da Família.</p>
<p>&#8220;O idoso vai receber a visita de profissionais especializados com um olhar especial para as condições deles, que têm dificuldades de mobilidade e não conseguem fazer atividades físicas. Serão desde médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, terapeutas ocupacionais até assistentes sociais&#8221;, detalhou o ministro.</p>
<p>Segundo o ministro, cada município pode escolher a composição profissional ideal a partir de um cardápio oferecido pelo Ministério da Saúde.</p>
<p>O governo federal prevê investir R$ 163,2 milhões em 2026 e R$ 329,3 milhões em 2027.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Programa-de-atencao-domiciliar-amplia-cuidado-aos-idosos-no-pais.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 18/06/2026 – O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lança o Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (Padi Brasil).  Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Alexandre Padilha explica que cada município pode escolher a composição profissional ideal a partir de um cardápio do Ministério da Saúde &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
</p>
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<p>Envelhecimento saudável</p>
<p>Dados apresentados pelo Ministério da Saúde indicam que a expectativa de vida ao nascer no Brasil atingiu 76,6 anos em 2024. Atualmente, 80% da população idosa do país depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) para atendimentos médicos. Estima-se que existam cerca de 3 milhões de idosos acamados no território nacional acompanhados pela atenção primária.</p>
<p>Segundo o ministro da Saúde, o Padi Brasil se junta a outros programas já existentes para melhorar a qualidade de vida deste grupo da população.</p>
<p>&#8220;Já temos o Farmácia Popular, que garante remédio para hipertensão, diabetes e as fraldas geriátricas. Também o Mais Especialistas, que está reduzindo o tempo de espera das pessoas para cirurgias e exames especializados. Estamos reorganizando o SUS para cuidar melhor dos idosos no nosso país&#8221;, diz Padilha.</p>
<p>A Caderneta Brasileira da Pessoa Idosa é considerada uma ferramenta estratégica para monitorar as condições de saúde deste público. Ela está disponível em formato físico e digital, no aplicativo Meu SUS Digital.</p>
<p>O ministério também disponibiliza materiais educativos voltados a cuidadores, familiares e profissionais de saúde sobre prevenção de quedas e comunicação relacionada à demência.</p>
<h2>Homenagem</h2>
<p>Durante a cerimônia de lançamento, o Ministério da Saúde prestou uma homenagem à médica e advogada Guilhermina Maria Galvão Siqueira Gomes, cuja iniciativa inspirou o programa nacional.</p>
<p>Na década de 1990, Guilhermina atuou no Hospital Municipal Paulino Werneck, na Ilha do Governador, onde identificou que pacientes idosos recebiam alta e retornavam frequentemente ao hospital por falta de acompanhamento adequado. A médica liderou, então, a criação do Programa de Atenção Domiciliar (PAD) na unidade, oferecendo assistência médica, de enfermagem, fisioterapia, psicologia e apoio aos cuidadores familiares diretamente nas residências.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/programa-de-atencao-domiciliar-amplia-cuidado-aos-idosos-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ministro rebate oposição: trabalhador paga hoje menos impostos no país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/ministro-rebate-oposicao-trabalhador-paga-hoje-menos-impostos-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em embate com a oposição na Câmara dos Deputados, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou, nesta quarta-feira (17), que os trabalhadores brasileiros pagam hoje menos impostos no país. Parlamentares da oposição acusam o governo de elevar a carga tributária. “O trabalhador, quem está ganhando salário, paga menos tributo no Brasil. O trabalhador que ganha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em embate com a oposição na Câmara dos Deputados, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou, nesta quarta-feira (17), que os trabalhadores brasileiros pagam hoje menos impostos no país. Parlamentares da oposição acusam o governo de elevar a carga tributária.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Ministro-rebate-oposicao-trabalhador-paga-hoje-menos-impostos-no-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“O trabalhador, quem está ganhando salário, paga menos tributo no Brasil. O trabalhador que ganha até R$ 7.350 por mês, se a gente pegar o nosso universo de cidadãos e cidadãs brasileiras, é mais de 90%”, afirmou o ministro.</p>
<p>Durigan citou o projeto de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, com redução do IR para quem ganha até R$ 7.350, como exemplo de medida do governo para reduzir a carga tributária dos trabalhadores brasileiros.</p>
<p>“[Nosso trabalho na Fazenda] foi fazer com que a gente tenha redução de tributação de quem consome, dos mais pobres, com aumento justo, não aumento indiscriminado, mas aumento justo, corrigindo distorção de quem pode pagar, de quem tem capacidade econômica e, na nossa visão, não contribuía com o devido”, completou o chefe da equipe econômica, que substituiu o ministro Fernando Haddad.</p>
<p>Há três meses no cargo, Dario Durigan respondeu às críticas do vice-líder da oposição, deputado Evair Vieira de Melo (Republicanos-ES), que afirmou que o governo estaria aumentando a carga tributária com “novos impostos”, entre eles, a taxação de fundos exclusivos de grandes investidores.</p>
<p>“O que aumentou? Dono de Bet paga mais, quem tem fundo fechado [para grandes investidores] paga mais, empresário que fazia subvenção de custeio está pagando um pouco mais”, citou o ministro, lembrando que as empresas de apostas <em>on-line</em> (bets) eram isentas de impostos nos governos anteriores.</p>
<p>Para Durigan, as medidas adotadas pelo governo, em relação aos tributos, foram tomadas com objetivo de realizar justiça tributária.</p>
<p>“É legítimo que quem tenha investimento em paraíso fiscal, que quem tem investimento em fundo fechado no país pague tributo como outras pessoas, como o trabalhador paga, como os senhores pagam. Não me parece ser sanha arrecadatória, mas, sim, uma medida de isonomia”, completou.</p>
<h2>Economia brasileira</h2>
<p>O ministro da Fazenda ainda defendeu a trajetória atual da economia brasileira, afirmando que os resultados do Produto Interno Bruto (PIB), da inflação e do emprego estão melhorando.</p>
<p>No primeiro trimestre do ano, o PIB cresceu 1,1%, surpreendendo o mercado positivamente, com crescimento de 3,5% na formação de capital fixo, que são os recursos investidos em máquinas e equipamentos que aumentam a capacidade produtiva do país.</p>
<p>“É o maior crescimento [em capital fixo] em um trimestre ante o trimestre anterior que a gente teve nos últimos anos. Isso mostra que, apesar de os juros no Brasil serem altos — e esse é um problema que nós temos que enfrentar —, temos conseguido fazer com que a economia brasileira gere bons resultados, inclusive do ponto de vista dos investimentos”, avaliou.</p>
<p>Durigan comentou ainda que, apesar de ainda preocupar o governo, a inflação está na “mínima histórica” de um mandato presidencial.</p>
<p>“A inflação sempre preocupa, mas, neste mandato presidencial, ela se manterá na mínima histórica do país. Claro que sempre tem que estar atento, pois a guerra [no Oriente Médio] desarranjou uma série de cadeias globais, em especial, a de combustíveis, mas a inflação está na mínima histórica”, disse.</p>
<p>O subsídio ao preço dos combustíveis e o contingenciamento orçamentário de R$ 23 bilhões, neste ano, foram apontados pelo ministro da Fazenda como medidas para controlar a inflação do país.</p>
<h2>Dívidas do agronegócio</h2>
<p>Aprovado no plenário do Senado na semana passada, o projeto de lei (PL) 5122 de 2023 de refinanciamento de dívidas do agronegócio (Refis do Agro) preocupa o governo, que calcula que a proposta terá um impacto orçamentário de R$ 140 bilhões, em 13 anos.</p>
<p>Defensores da proposta na Câmara pediram ao ministro que ele não trate o projeto como “pauta-bomba”, devido ao impacto sobre o orçamento. Em resposta, Durigan afirmou que o governo têm interesse em chegar a um acordo sobre o tema.</p>
<p>“O governo vai achar uma solução, junto com o Congresso, para estender a mão e ajudar o agronegócio brasileiro. Qual é a minha preocupação? E eu volto a dizer, é a gente errar na dose da ajuda”, disse.</p>
<p>Segundo Durigan, a proposta aprovada no Senado pode ser usada por quem não precisa do refinanciamento. De acordo com ele, apenas 5% dos produtores rurais com dívidas com o Banco do Brasil estão inadimplentes. O ministro acrescentou que “95% do agronegócio brasileiro está bem.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/ministro-rebate-oposicao-trabalhador-paga-hoje-menos-impostos-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Inmet prevê pancadas de chuva em todas as regiões do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 12:10:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê para esta quinta (11) e sexta-feira (12) pancadas de chuva na Região Sudeste, com maiores acumulados em São Paulo e Minas Gerais, enquanto nos demais estados o tempo se apresentará estável. As mesmas condições climáticas estão previstas em todo o Centro-Oeste, com destaque para Mato Grosso e Mato [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê para esta quinta (11) e sexta-feira (12) pancadas de chuva na Região Sudeste, com maiores acumulados em São Paulo e Minas Gerais, enquanto nos demais estados o tempo se apresentará estável.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Inmet-preve-pancadas-de-chuva-em-todas-as-regioes-do.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As mesmas condições climáticas estão previstas em todo o Centro-Oeste, com destaque para Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e a possibilidade de chuva no Distrito Federal.</p>
<p>O Inmet informa ainda que as pancadas de chuva continuarão em grande parte da Região Norte. “Os estados do Amazonas, Acre, Roraima e Amapá apresentam os maiores acumulados da região”.</p>
<p>No Nordeste, a previsão indica que pancadas de chuvas são esperadas nos estados do Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, da Paraíba e de Pernambuco.</p>
<p>Já a Região Sul, de acordo com o Inmet, enfrenta hoje e amanhã pancadas de chuva com trovoadas, “com destaque para o oeste e meio-oeste de Santa Catarina, Paraná e do Rio Grande do Sul”.</p>
<h2>Temperaturas</h2>
<p>Os estados do Rio de Janeiro e de Minas Gerais deverão enfrentar temperaturas mínimas em suas regiões serranas, que podem chegar a 6° graus Celsius (°C). Nas demais áreas dos dois estados, as mínimas variam entre 14°C e 20°C. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/inmet-preve-pancadas-de-chuva-em-areas-de-todas-regioes-do-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Decreto regulamenta Lei da Segurança Privada no país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/decreto-regulamenta-lei-da-seguranca-privada-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 13:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal definiu regras para autorizar, controlar e fiscalizar serviços de segurança privada em todo o país. Decreto publicado nesta quarta-feira (10) no Diário Oficial da União regulamenta a Lei da Segurança Privada e define procedimentos específicos para o caso de instituições financeiras, com maior rigor na atuação e supervisão do setor. O texto consolida as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal definiu regras para autorizar, controlar e fiscalizar serviços de segurança privada em todo o país. Decreto publicado nesta quarta-feira (10) no <em>Diário Oficial da União</em> regulamenta a Lei da Segurança Privada e define procedimentos específicos para o caso de instituições financeiras, com maior rigor na atuação e supervisão do setor.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Decreto-regulamenta-Lei-da-Seguranca-Privada-no-pais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto consolida as atribuições da Polícia Federal como órgão responsável por acompanhar as atividades do setor, incluindo empresas, profissionais e sistemas eletrônicos de monitoramento.</p>
<p>De acordo com o decreto, empresas de segurança privada só poderão operar após autorização da Polícia Federal e deverão cumprir requisitos como comprovação de capital, origem lícita dos recursos, instalações adequadas e contratação de seguro. </p>
<p>A norma detalha as atividades consideradas de segurança privada, como:</p>
<ul>
<li>vigilância patrimonial;</li>
<li>transporte e escolta de valores;</li>
<li>segurança pessoal;</li>
<li>monitoramento eletrônico;</li>
<li>gerenciamento de riscos.</li>
</ul>
<p>Cada serviço exige requisitos específicos, como número mínimo de profissionais, veículos padronizados e equipamentos de segurança.</p>
<h2>Atuação de profissionais</h2>
<p>O decreto estabelece regras para formação, registro e atuação dos profissionais do setor, como vigilantes, supervisores, gestores e operadores de sistemas eletrônicos. Todos deverão passar por cursos específicos autorizados pela Polícia Federal, com atualização periódica.</p>
<p>Além disso, os profissionais deverão apresentar certidões negativas de antecedentes criminais para exercer a função, e o registro terá validade de dois anos. O uso de uniforme será obrigatório, com exceção de algumas funções específicas, e não poderá se confundir com o de forças de segurança pública.</p>
<h2>Instituições financeiras</h2>
<p>As instituições financeiras passam a ter exigências mais detalhadas para garantir a segurança de suas dependências. O decreto determina que agências com atendimento ao público e circulação de valores só poderão funcionar com plano de segurança previamente aprovado pela Polícia Federal.</p>
<p>Entre os requisitos mínimos estão a presença de vigilantes armados, instalação de sistemas de alarme e monitoramento por câmeras, além de cofres com dispositivos de segurança. </p>
<h2>Controle </h2>
<p>A nova regulamentação define regras rígidas para aquisição, uso, transporte e armazenamento de armas, munições, coletes balísticos e outros equipamentos utilizados na segurança privada. A autorização para compra continuará centralizada na Polícia Federal, com exigência de origem legal dos produtos e controle sobre sua destinação.</p>
<p>O decreto prevê penalidades para a prestação de serviços de segurança privada sem autorização. As multas variam de R$ 1 mil a R$ 30 mil, conforme o infrator seja pessoa física ou jurídica. Além disso, materiais utilizados em atividades clandestinas poderão ser apreendidos e destruídos.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/decreto-regulamenta-lei-da-seguranca-privada-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mais de 70 mulheres tiveram mandatos cassados em 10 anos no país</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mais-de-70-mulheres-tiveram-mandatos-cassados-em-10-anos-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 12:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 2015 a 2025, 71 mulheres tiveram seus mandatos cassados ou tornados alvo de cassações malsucedidas, em 19 unidades federativas. De acordo com o Instituto E Se Fosse Você, que divulgou o dado hoje (3), na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), com o levantamento Mulheres Ameaçadas no Brasil: dos feminicídios às cassações de mandatos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De 2015 a 2025, 71 mulheres tiveram seus mandatos cassados ou tornados alvo de cassações malsucedidas, em 19 unidades federativas. De acordo com o Instituto E Se Fosse Você, que divulgou o dado hoje (3), na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), com o levantamento Mulheres Ameaçadas no Brasil: dos feminicídios às cassações de mandatos (2015-2025), foi a partir de 2019, início do governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro, que houve um boom de casos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Mais-de-70-mulheres-tiveram-mandatos-cassados-em-10-anos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No ano de 2015, ainda não havia sido registrada nenhuma ocorrência. Em 2026 foi inaugural nesse tipo de situação, quando a então presidenta da República, Dilma Rousseff, foi deposta, por meio de um golpe.</p>
<p>Em 2023, em que as Casas do Congresso Nacional, o Senado Federal e a Câmara dos Deputados, se renovaram, o total foi 11 casos. O recorde, de 30 episódios, foi atingido no ano passado. </p>
<p>Apesar desse contexto eleitoral, são as vereadoras as principais vítimas de perseguição. Sete de cada dez (73%) mulher com cargo eletivo atacada ocupam essa função. Parlamentares estaduais/distritais e federais estão no centro de um quinto (20%) dos casos. </p>
<p>Sua identidade de gênero, o poder que têm em suas mãos, ao ocuparem assento em espaços onde o destino de populações inteiras é decidido, e o partido ao qual são filiadas diz bastante sobre os motivos do cerco que enfrentam. Como destaca a entidade no relatório, constata-se o que o movimento feminista denomina de <em>backlash</em>, que é uma reação organizada contra avanços obtidos por mulheres. </p>
<p>Quase metade (40%) das mulheres eleitas para serem representantes do povo e que tiveram a legitimidade de seu trabalho posta em xeque eram do Partido dos Trabalhadores (PT) ou do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Do outro lado, os agressores pertencem, majoritariamente, a siglas do espectro conservador (70%), como o Partido Liberal (PL), União Brasil, Partido Progressistas (PP), Partido Social Democrático (PSD) e Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Outra característica inerente a eles é ser identificado como homem cisgênero, ou seja, que vê compatibilidade entre sua identidade de gênero e seu sexo biológico (78%).</p>
<p>&#8220;Esse dado sugere que a incidência dos ataques não se dirige apenas à condição de gênero, mas também a posicionamentos políticos e agendas de gênero assumidas publicamente&#8221;, dizem os especialistas que conduziram o estudo. </p>
<p>&#8220;Essa assimetria sugere que as cassações respondem a padrões estruturados de hostilidade político-ideológica contra mulheres progressistas, frequentemente orquestradas por bancadas conservadoras. Vale destacar que o PT aparece nos dados tanto como partido de algumas vítimas quanto, em menor grau, como agente em conflitos intrapartidários internos– ou seja, casos em que disputas dentro do próprio partido levam à tentativa de cassar mandatos de correligionárias, em geral por divergências ou disputas de poder locais. Em suma, mulheres que desafiam hegemonias políticas locais – seja por posição ideológica, atuação oposicionista ou renovação geracional – têm sido alvos preferenciais desse tipo de violência institucional.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/mais-de-70-mulheres-tiveram-mandatos-cassados-em-10-anos-no-pais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mais-de-70-mulheres-tiveram-mandatos-cassados-em-10-anos-no-pais/">Mais de 70 mulheres tiveram mandatos cassados em 10 anos no país</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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