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	<title>Pajubá Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Antes estigmatizado, Pajubá guarda memória da resistência LGBTQIA+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:57:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com quase um século de registros, a linguagem Pajubá constitui uma importante ferramenta de proteção e comunicação para a comunidade LGBTQIA+, principalmente entre pessoas transgêneras e travestis, sobretudo negras. Em meio ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, o Museu da Diversidade Sexual (MDS) promove, nesta quinta-feira (25), uma discussão aberta para todos os públicos sobre o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com quase um século de registros, a linguagem Pajubá constitui uma importante ferramenta de proteção e comunicação para a comunidade LGBTQIA+, principalmente entre pessoas transgêneras e travestis, sobretudo negras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Antes-estigmatizado-Pajuba-guarda-memoria-da-resistencia-LGBTQIA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em meio ao Mês do Orgulho LGBTQIA+, o Museu da Diversidade Sexual (MDS) promove, nesta quinta-feira (25), uma discussão aberta para todos os públicos sobre o reconhecimento da linguagem Pajubá como patrimônio linguístico.</p>
<p>Esta linguagem foi criada para cifrar conversas da comunidade e ganhou força durante o período da Ditadura Militar. O vocabulário incorpora termos de línguas africanas, como o iorubá e o banto, além de contribuições do francês, italiano, espanhol e inglês. A palavra “pajubá”, inclusive, significa segredo, conversa ou novidade em iorubá.</p>
<p>Por muito tempo, contudo, a linguagem foi estigmatizada por ser amplamente utilizada por trabalhadoras sexuais travestis, segundo conta Amara Moira, escritora e curadora da Masterclass Pajubá:</p>
<p>“A própria comunidade, muitas vezes, olhou para essa linguagem como uma língua de marginais e fazia questão de se distanciar. Hoje, a gente pode sentir orgulho dela, mas é importante pensar que até algum tempo atrás essa era uma linguagem estigmatizada”.</p>
<p>Ao longo do tempo, à medida em que a discriminação contra pessoas LGBTQIA+ diminuiu, a língua Pajubá começou a entrar em desuso. As gerações mais novas pararam de utilizá-la, o que contribuiu para seu esquecimento.</p>
<h2>Memória</h2>
<p>Amara argumenta que a linguagem precisa ser relembrada porque representa um importante recorte da vida da comunidade LGBTQIA+.</p>
<p>“Olhar para essas palavras é também pensar o que estava no horizonte e quais eram as necessidades e urgências [da comunidade]. Além disso, vai mostrando como a nossa imaginação operava e documentando a transformação dos momentos e das épocas,” explica.</p>
<p>Nos últimos anos, a linguagem Pajubá tem ressurgido por meio de produções artísticas. “Acho que o novo caminho para o Pajubá pode ser justamente esse, com o cinema, o teatro, a música e a literatura”, acredita Amara.</p>
<p>O encontro começa às 19h, no Centro de Empreendedorismo e Pesquisa do museu. Rua do Arouche, 24, na República.</p>
<p><em>*Estagiário da Agência Brasil sob supervisão de Odair Braz Junior.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/antes-estigmatizado-pajuba-guarda-memoria-da-resistencia-lgbtqia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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