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	<title>Pandemia Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Pandemia Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Vivências de brasileiros na pandemia são tema de mostra em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2026 18:20:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de passar por Brasília, a exposição itinerante A Infinita Memória da Pandemia: a História da Covid-19 por Todos Nós, Brasileiros desembarcou em São Paulo. Concebida para ampliar o acesso do público ao acervo Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, a mostra ficará em cartaz até o dia 9 de agosto no Centro Cultural São Paulo (CCSP). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de passar por Brasília, a exposição itinerante <em>A Infinita Memória da Pandemia: a História da Covid-19 por Todos Nós, Brasileiros</em> desembarcou em São Paulo. Concebida para ampliar o acesso do público ao acervo Memorial Digital da Pandemia de Covid-19, a mostra ficará em cartaz até o dia 9 de agosto no Centro Cultural São Paulo (CCSP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Vivencias-de-brasileiros-na-pandemia-sao-tema-de-mostra-em-Sao-Paulo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O Memorial Digital é um repositório digital responsável por preservar as memórias da pandemia de covid-19, reunindo e organizando um amplo conjunto de registros produzidos pela sociedade brasileira ao longo da pandemia.</p>
<p>Já a exposição é um desdobramento desse projeto. Concebida como um projeto expográfico modular, a mostra convida o público a refletir sobre os impactos da pandemia e da preservação da memória coletiva. Para isso, utiliza instalações imersivas, relatos de pessoas, fotografias, vídeos, cartas e testemunhos, transformando os registros digitais em uma experiência sensorial e coletiva.</p>
<p>O objetivo é fazer o visitante pensar sobre temas como isolamento social, luto, ciência, desinformação, solidariedade e memória coletiva.</p>
<p>Na capital paulista, a exposição também contará com uma programação paralela que vai incluir debates e atividades educativas sobre memória, preservação digital, ciência e saúde pública. No período da tarde, entre as 15h30 e as 20h, haverá ainda uma mediação realizada em Libras.</p>
<p>A mostra tem entrada gratuita e pode ser visitada de terça a domingo, no Centro Cultural São Paulo. Após a temporada na capital paulista, a exposição seguirá para Fortaleza, Manaus e Porto Alegre.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/vivencias-de-brasileiros-na-pandemia-sao-tema-de-mostra-em-sao-paulo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Pandemia de covid e transformação do futuro é tema de exposição no Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pandemia-de-covid-e-transformacao-do-futuro-e-tema-de-exposicao-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 14:25:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), localizado na Praça Marechal Âncora, 95, no Corredor Cultural do Rio de Janeiro, recebe a partir das 18h desta terça-feira (30) a exposição inédita Vida Reinventada &#8211; A Pandemia de Covid-19 e a Transformação do Futuro, cuja concepção é da ex-ministra da Saúde Nísia Trindade. A mostra gratuita ficará [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), localizado na Praça Marechal Âncora, 95, no Corredor Cultural do Rio de Janeiro, recebe a partir das 18h desta terça-feira (30) a exposição inédita Vida Reinventada &#8211; A Pandemia de Covid-19 e a Transformação do Futuro, cuja concepção é da ex-ministra da Saúde Nísia Trindade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Pandemia-de-covid-e-transformacao-do-futuro-e-tema-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A mostra gratuita ficará aberta ao público de 1º de julho até abril de 2027, com funcionamento de terça-feira a sábado, das 10h às 17h. Visitas em grupo podem ser agendadas pelo telefone (21) 2240-5318. A exposição conta com recursos de acessibilidade e com equipe de educadores, incluindo profissionais capacitados em Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) e atendimento em inglês.</p>
<p>O diretor artístico da exposição, Adrén Alves, disse à Agência Brasil que o público terá, na mostra, uma lembrança do que foi o período pandêmico mas, ao mesmo tempo, receberá uma mensagem positiva para o futuro.</p>
<p>“A nossa mensagem é &#8220;poderia ter sido diferente&#8221; e lembrar sempre uma forma de não repetir os erros do passado”, afirmou Adrés Alves. A pandemia de covid-19 foi a maior crise sanitária global do século 21.</p>
<p>A expografia e cenografia da exposição são de André Cortês, considerado um dos maiores cenógrafos brasileiros. A exposição apresenta documentos, relatos, instalações, testemunhos, vídeos e minidocumentários feitos por vários cientistas que participaram também da curadoria, junto com Nísia Trindade.</p>
<p>André Cortês destacou que “a criatividade humana coletiva sempre floresceu diante do desafio, seja para ampliar o conforto físico e espiritual, seja para nos salvar. Durante a pandemia, muitas redes humanas foram criadas”.</p>
<h2>Homenagens</h2>
<p>A ciência é a grande protagonista da exposição. Segundo Adrés Alves, a mostra constitui grande homenagem às vítimas da covid-19, aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) que deram suas vidas para salvar os doentes, uma homenagem à vacina e à ciência e também às mulheres que estiveram na linha de frente de combate à doença. “E, antes de tudo, é um grito de esperança para dizer que não vamos repetir os mesmos erros do passado para evitar que venham outras pandemias. E, se vierem, que a gente esteja mais preparado”.</p>
<p>De acordo com os organizadores, as palavras memória, justiça e reparação definem a exposição. Por meio de experiência sensorial e documental, a mostra propõe uma travessia coletiva pelas respostas dadas pela sociedade à pandemia, com o objetivo de promover uma reflexão profunda sobre aquele período no país.</p>
<p>Para Nísia Trindade, primeira mulher a ocupar os cargos de presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e de ministra da Saúde do Brasil, tudo poderia ter sido diferente.</p>
<p>“Reinventar a vida implica também transformar o futuro”. Por isso, afirmou que a exposição busca dar ênfase à dimensão subjetiva e, ao mesmo tempo, “entender a dimensão política de todo o processo e a luta por prevenir, preparar e responder de forma coletiva e adequada a futuras emergências em saúde”.</p>
<h2>Outras ações</h2>
<p>Três ações complementares serão realizadas paralelamente à exposição, no Rio de Janeiro e em Niterói. “A exposição sai do museu”, definiu o diretor artístico da mostra.</p>
<p>Entre as ações estão previstas rodas de leitura promovidas em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional (FBN) para os dias 6 de julho, 3 de agosto e 8 de setembro. Essas rodas abordarão registros históricos de crises sanitárias, reflexões artísticas e literárias produzidas no contexto da pandemia, além de obras e publicações relacionadas às ciências biomédicas e sociais. A ideia é ampliar o alcance cultural, científico e educativo do projeto.</p>
<p>Haverá ainda um ciclo de seminários presenciais, com transmissão <em>online</em>, em parceria com a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), dedicado às reflexões sobre os impactos sociais, científicos e humanos da pandemia. A programação dos encontros será desenvolvida pela SBPC. A exposição integrará também a programação cultural da Reunião Anual da SBPC, que será realizada de 26 de julho a 1º de agosto deste ano em Niterói, ampliando o diálogo entre ciência, cultura e memória.</p>
<p>A terceira ação é uma mostra de filmes, realizada em parceria com o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-Rio) entre os dias 5 e 9 de agosto, reunindo documentários, ficções e curtas-metragens produzidos durante a pandemia, que apresentarão diferentes perspectivas sobre os impactos sociais, políticos e humanos da doença. A programação contará ainda com debates entre realizadores, pesquisadores, profissionais da saúde e convidados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/pandemia-de-covid-e-transformacao-do-futuro-e-tema-de-exposicao-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Negacionismo fez brasileiros &#8220;perderem&#8221; 3,4 anos de vida na pandemia</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/negacionismo-fez-brasileiros-perderem-34-anos-de-vida-na-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 11:57:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A expectativa de vida da população brasileira caiu 3,4 anos durante a pandemia de covid-19, após aumento de 27,6% na mortalidade. É o que mostra a análise nacional do Estudo Carga Global de Doenças, maior pesquisa mundial sobre o impacto das doenças e fatores de risco nas populações de mais de 200 países.  O documento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A expectativa de vida da população brasileira caiu 3,4 anos durante a pandemia de covid-19, após aumento de 27,6% na mortalidade. É o que mostra a análise nacional do Estudo Carga Global de Doenças, maior pesquisa mundial sobre o impacto das doenças e fatores de risco nas populações de mais de 200 países. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Negacionismo-fez-brasileiros-perderem-34-anos-de-vida-na-pandemia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O documento está publicado na edição de maio da revista <em>The Lancet Regional Health – Americas</em>.</p>
<p>Para os pesquisadores que participaram do levantamento, esse retrocesso é resultado da postura negacionista do governo federal da época, sob comando do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>&#8220;As autoridades enfraqueceram as orientações científicas – rejeitando o distanciamento social, disseminando desinformação, promovendo medicamentos sem eficácia comprovada, atrasando a aquisição de vacinas, sob a justificativa de isso protegeria o país de um colapso econômico.&#8221;</p>
<p>Apesar de a queda na expectativa de vida ter ocorrido em todo o país, há diferença significativa entre os números por unidades da Federação. </p>
<p>Os três estados com a maior redução ficam na região Norte:</p>
<ol>
<li>Rondônia: 6,01 anos;</li>
<li>Amazonas: 5,84 anos;</li>
<li>Roraima: 5,67 anos. </li>
</ol>
<p>Na outra ponta, com a menor redução, estão três estados da região Nordeste:</p>
<ol>
<li>Maranhão: 1,86 anos;</li>
<li>Alagoas: 2,01;</li>
<li>Rio Grande do Norte: 2,11 anos. </li>
</ol>
<p>De acordo com o estudo, isso se deve ao fato de os governadores da região terem adotado com mais firmeza as medidas de contenção recomendadas por cientistas e autoridades sanitárias. </p>
<p>&#8220;Na ausência de coordenação nacional, os governos estaduais do Nordeste formaram um consórcio com um comitê científico independente que implementou estratégias.”</p>
<p>O documento cita, por exemplo, o distanciamento social, o fechamento de escolas e comércios, a obrigatoriedade do uso de máscaras, políticas de proteção aos trabalhadores e sistemas de dados em tempo real. </p>
<p>Os pesquisadores também defendem que o &#8220;impacto da pandemia sobre a carga de doenças e a expectativa de vida poderia ter sido mitigado em todo o país&#8221;, se o governo federal à época tivesse adotado essa mesma abordagem. </p>
<p>Uma demonstração disso é que o desempenho do Brasil no período foi pior do que o de outros países do Mercosul, como Argentina e Uruguai, e do Brics, como China e Índia.</p>
<p>&#8220;Um país com histórico bem-sucedido de cobertura vacinal como o Brasil ficou atrás na vacinação contra a COVID-19 devido à falta de organização, à demora na aquisição de vacinas e ao foco em medicamentos para ‘tratamento precoce’ sem evidências científicas de benefício.&#8221;</p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Apesar do retrocesso vivido durante a pandemia, o Brasil teve ganhos em saúde em uma análise maior de tempo.</p>
<p>De 1990 a 2023, a expectativa de vida subiu 7,18 anos e a mortalidade padronizada por idade, um indicador que nivela os efeitos do envelhecimento, caiu 34,5%. </p>
<p>Da mesma forma, o índice que mede os anos saudáveis perdidos por morte ou doença reduziu 29,5%. </p>
<p>Diversos fatores são apontados como responsáveis por essa evolução, como melhorias na qualidade de vida, incluindo avanço do saneamento básico e crescimento econômico. </p>
<p>A implementação do Sistema Único de Saúde, a criação do Programa de Saúde da Família e a ampliação da vacinação fazem parte da análise. </p>
<p>Com isso, as taxas de quase todas as principais causas de morte no Brasil tiveram redução nas últimas décadas, ao considerar a mortalidade padronizada por idade.</p>
<p>As exceções foram doença de Alzheimer e outras demências, com aumento de 1%, e doença crônica renal, que cresceu 9,6% de 1990 a 2023. </p>
<p>Em 2023, a maior causa de morte no Brasil foi a doença isquêmica do coração, seguida de AVC, e pelas infecções do trato respiratório inferior. </p>
<p>Mas a principal causa de mortes prematuras foi a violência interpessoal. O estudo estima que o Brasil tenha perdido 1.351 anos de vida, a cada cem mil habitantes, por causa de mortes do tipo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/negacionismo-fez-brasileiros-perderem-34-anos-de-vida-na-pandemia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Memorial da Pandemia, no Rio de Janeiro, homenageia vítimas da Covid</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/memorial-da-pandemia-no-rio-de-janeiro-homenageia-vitimas-da-covid/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 22:36:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (7) o Memorial da Pandemia, no Rio de Janeiro, para homenagear as mais de 700 mil vítimas da covid-19 no país. O espaço de memória está localizado no edifício do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), reaberto depois de quase quatro anos de obras de recuperação e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou nesta terça-feira (7) o Memorial da Pandemia, no Rio de Janeiro, para homenagear as mais de 700 mil vítimas da covid-19 no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Memorial-da-Pandemia-no-Rio-de-Janeiro-homenageia-vitimas-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O espaço de memória está localizado no edifício do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS), reaberto depois de quase quatro anos de obras de recuperação e investimento de cerca de R$ 15 milhões.</p>
<p>Duas instalações foram os destaques do lançamento. Uma delas reúne pilastras com letreiros digitais, em que aparecem nomes das vítimas da doença, seguidos de informações sobre a idade e a cidade onde viviam. A outra, estruturada em alumínio naval, forma quatro silhuetas humanas de mãos dadas, e representa a união da sociedade para enfrentar a pandemia.</p>
<p>Também foi lançado no evento o Memorial Digital da Pandemia, portal na internet desenvolvido em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).</p>
<p>O acervo dará origem a uma exposição itinerante que passará por seis capitais, entre maio e janeiro de 2027, com início em Brasília e encerramento no Rio de Janeiro.</p>
<p>“O Brasil viveu uma crise sanitária e uma crise de responsabilidade pública durante a pandemia. O negacionismo custou vidas. A ciência já demonstrou que grande parte das mortes poderia ter sido evitada se tivéssemos seguido as evidências, incentivado a vacinação e protegido a população”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>
<p>“Preservar essa memória é essencial para que o Brasil nunca mais repita esse erro e para que a defesa da ciência e da vida seja sempre um princípio inegociável na condução da saúde pública”, completou.</p>
<p>Está prevista para junho, no CCMS, a exposição “Vida Reinventada”, com curadoria da ex-ministra da Saúde Nísia Trindade. A proposta é trazer uma leitura das respostas da sociedade à pandemia, a partir de uma articulação entre memória, ciência, arte e justiça.</p>
<h2>Guia de Pós-Covid</h2>
<p>O Ministério da Saúde também lançou o Guia Nacional de Manejo das Condições Pós-Covid no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), em parceria com a Fiocruz. O documento traz orientações para identificar, diagnosticar e tratar sequelas persistentes da doença, conhecidas como pós-covid.</p>
<p>O guia substitui normativas anteriores e será usado como referência única no SUS. Há detalhes das manifestações clínicas que podem surgir a partir de quatro semanas após a infecção, mesmo em casos leves ou assintomáticos.</p>
<p>Além disso, há informações sobre complicações em diferentes sistemas do organismo, como o cardiovascular, o respiratório, o neurológico e a saúde mental. E apresenta protocolos diagnósticos, recomendações terapêuticas e fluxos assistenciais na Rede de Atenção à Saúde, com atenção a populações vulneráveis.</p>
<p>As iniciativas desta terça foram celebradas por instituições como a Associação de Vítimas e Familiares de Vítimas da Covid-19 (Avico).</p>
<p>A assistente social Paola Falceta é uma das fundadoras. Ela perdeu a mãe de 81 anos no início da pandemia, infectada por covid no hospital depois de uma cirurgia cardíaca.</p>
<p>“Tanto o memorial quanto o guia de manejo da covid-19 são demandas da nossa associação em conjunto com outras entidades. Elas começam judicialmente no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro e são levadas adiante no diálogo com o governo atual”, explica Paola.</p>
<p>“Algumas pessoas afetadas pela doença não querem mais ouvir falar dela, porque é algo muito doído. Porém, a gente não pode deixar de fazer essa reflexão. É uma questão de memória, de justiça, de verdade e de luta para que não se repita mais a condução irresponsável do Estado dessa emergência de saúde pública”, completou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/memorial-da-pandemia-no-rio-de-janeiro-homenageia-vitimas-da-covid" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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