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	<title>PEC Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>PEC Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Alcolumbre marca votação da PEC da segurança pública para terça-feira</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/alcolumbre-marca-votacao-da-pec-da-seguranca-publica-para-terca-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2026 13:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para próxima terça-feira (3) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18 de 2025, conhecida como PEC da Segurança Pública. De autoria do Executivo, a proposta estabelece penas mais duras e regimes de prisão mais restritos para chefes de facções e milícias e cria um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcou para próxima terça-feira (3) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18 de 2025, conhecida como PEC da Segurança Pública.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Alcolumbre-marca-votacao-da-PEC-da-seguranca-publica-para-terca-feira.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De autoria do Executivo, a proposta estabelece penas mais duras e regimes de prisão mais restritos para chefes de facções e milícias e cria um novo pacto federativo entre União, estados e municípios para o enfrentamento ao crime no Brasil.</p>
<p>Além da medida ser a principal aposta do governo para combater as organizações criminosas no país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu criar um ministério da segurança pública com a promulgação da emenda.</p>
<p>Aprovada na Câmara em março deste ano, a PEC da Segurança Pública teve a análise concluída na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado no último dia 14 de outubro.</p>
<h2>A PEC</h2>
<p>Entre outras medidas, a PEC propõe a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), alterando o Artigo 144 da Carta Magna, que trata da segurança pública.</p>
<p>A proposta inclui que a segurança deve ser exercida “em regime de cooperação federativa” e “por meio da atuação integrada e descentralizada” das diferentes instituições que trabalham com o tema.</p>
<p>“Art. 144-A. Os órgãos de segurança pública articular-se-ão em regime de cooperação federativa, por meio do Sistema Único de Segurança Pública, destinado a assegurar a eficiência da prevenção, da persecução e da execução penal”, define o texto.</p>
<h2>Facções e milícias</h2>
<p>Além de penas mais duras para chefes de facções e milícias, a PEC restringe ou veda a progressão de regime, do aberto para o semiaberto, por exemplo, para lideranças dessas organizações, que terão que cumprir penas em unidades de segurança máxima. </p>
<p>Também são previstas medidas patrimoniais contra o produto do crime, a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas e a proteção a denunciantes e seus familiares.</p>
<p>Outra novidade da PEC é a possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil, submetidas ao controle externo do Ministério Público, com a atribuição de realizar policiamento ostensivo e comunitário no âmbito das cidades onde atuarão.</p>
<p>A PEC ainda amplia atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), prevê a criação de polícias municipais e aumenta a vinculação do orçamento público para segurança pública.</p>
<p>A proposta também prevê a criação do Sistema de Políticas Penais, responsável pelo sistema prisional brasileiro, e autoriza União, estados e municípios a atuarem conjuntamente na legislação sobre segurança pública, organização de polícias, guardas municipais e sistema socioeducativo.</p>
<h2>Fundos de financiamento</h2>
<p>Segundo a PEC, 50% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) serão repassados pela União para os estados e municípios, excluídas despesas de custeio e investimento da polícia penitenciária nacional do Funpen.</p>
<p>“As regras de financiamento fortalecem o FNSP e o Funpen, criam vinculações e blindagens orçamentárias e garantem repasses obrigatórios. Essas medidas aumentam a previsibilidade financeira, garantindo a perenidade das ações policiais”, escreveu o relator da PEC na CCJ, senador Rogério Carvalho (PT-SE).</p>
<p>A PEC ainda prevê que 10% do superávit financeiro anual do Fundo Social, ligado ao pré-sal, sejam destinados aos fundos da segurança, &#8220;reforçando o financiamento contínuo das políticas nacionais de segurança pública e execução penal&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/alcolumbre-marca-votacao-da-pec-da-seguranca-publica-para-terca-feira" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Senado vota na terça-feira PEC que amplia papel do Governo Federal sobre a Segurança Pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2026 11:20:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para terça-feira (3) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2025, que amplia a integração entre os órgãos de segurança pública para o combate ao crime organizado. A ordem do dia está agendada para as 16h e tem outros quatro itens na pauta (leia mais abaixo). [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para terça-feira (3) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2025, que amplia a integração entre os órgãos de segurança pública para o combate ao crime organizado. A ordem do dia está agendada para as 16h e tem outros quatro itens na pauta <em>(leia mais abaixo)</em>. O tema foi um dos trunfos usados pelo presidente Lula (PT) durante a campanha, quando ele prometeu colocar a mão do Governo Federal sobre assuntos de Segurança que hoje são responsabilidade dos estados. </p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC da Segurança Pública foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 14 de outubro. No mesmo dia, o Plenário aprovou um requerimento (RQS 713/2026) que permite acelerar a tramitação da matéria. O calendário especial dispensa as cinco sessões de discussão exigidas para a votação da proposta em primeiro turno e outras três necessárias para o segundo turno.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC 18/2025, apresentada pelo Poder Executivo, reorganiza o sistema de segurança pública, estabelece novas competências entre os entes da Federação e fortalece a integração entre os órgãos responsáveis pelo setor. O texto prevê mais recursos para a área, com a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública (Susp) na Constituição.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Relatoria</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O relator da PEC na CCJ, senador Rogério Carvalho (PT-SE), alterou o texto aprovado pela Câmara dos Deputados e acatou 4 das 81 emendas apresentadas pelos senadores. Rogério Carvalho retirou, por exemplo, um artigo que destinava recursos das apostas esportivas — conhecidas como bets — para os fundos de segurança pública. Ele manteve a destinação de 10% do superávit do Fundo Soberano do Pré-Sal para o setor.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC 18/2025 cria um regime penal mais rigoroso e proporcional à posição hierárquica de líderes e integrantes de facções, organizações paramilitares e milícias. O regime prevê, entre outras medidas: </p>
<li>prisão obrigatória em presídio de segurança máxima;</li>
<li>restrição à progressão de regime e a benefícios processuais;</li>
<li>possibilidade de confisco de bens ligados à atividade criminosa, sem indenização;</li>
<li>responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas; </li>
<li>proteção a denunciantes e seus familiares.</li>
<h2 class="wp-block-heading">Emendas de Plenário</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Até a sexta-feira (30), a PEC da Segurança Pública havia recebido cinco emendas de Plenário. Duas delas alteram as regras da maioridade penal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O senador Camilo Santana (PT-CE) sugere a redução de 18 anos para 16 anos nos casos de crimes hediondos. O senador Rogério Marinho (PL-RN) defende a alteração de 18 anos para 16 anos como regra geral e, nos casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas e terrorismo, para 14 anos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O senador Carlos Portinho (PL-RJ) propõe uma emenda para destinar às Forças Armadas recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública. O dinheiro deve ser aplicado em ações de defesa civil, combate a crimes transfronteiriços e ambientais e operações de garantia da lei e da ordem.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Uma emenda do senador Eduardo Gomes (PL-TO) inclui os agentes de trânsito entre os órgãos de segurança pública previstos na Constituição e atribui a eles o patrulhamento viário de natureza policial de trânsito. Outra sugestão do parlamentar inclui os órgãos estaduais e distrital do sistema socioeducativo entre os órgãos de segurança pública.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Outros itens</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O Plenário pode votar ainda dois projetos de decreto legislativo que aprovam acordos internacionais. O PDS 240/2011 trata da cooperação na área de Defesa entre Brasil e Guiana, enquanto o PDL 575/2026 aborda a cooperação em Ciência e Tecnologia Espacial entre Brasil e Venezuela.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os senadores também podem votar o projeto de lei (PL) 5.782/2023, que cria a campanha Setembro em Flor, destinada à conscientização sobre os tumores ginecológicos. Os cânceres ginecológicos — como tumores malignos no útero, ovários, vagina e vulva — estão entre as principais causas de adoecimento e morte de mulheres por neoplasias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro item na pauta é o PL 186/2025, que prevê a realização de cursos, campanhas e palestras científicas para promover a parentalidade positiva. A parentalidade positiva é uma abordagem de educação e criação dos filhos baseada no respeito mútuo, no afeto, no diálogo e no estabelecimento de limites, sem recorrer à violência física ou psicológica.</p>
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		<item>
		<title>Lula confirma PEC da Tarifa Zero; Flávio tem apoio de sertanejos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/lula-confirma-pec-da-tarifa-zero-flavio-tem-apoio-de-sertanejos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 01:10:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República tiveram atos em cidades do Nordeste e do Centro-Oeste.  &#62;&#62; Veja como foi o dia dos candidatos Lula O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de duas passeatas nesta terça-feira (20). A primeira delas foi em São Luís. Na capital maranhense, Lula deu uma coletiva de imprensa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os candidatos à Presidência da República tiveram atos em cidades do Nordeste e do Centro-Oeste. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Lula-confirma-PEC-da-Tarifa-Zero-Flavio-tem-apoio-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<h2>&gt;&gt; Veja como foi o dia dos candidatos</h2>
<h2>Lula</h2>
<p>O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de duas passeatas nesta terça-feira (20). A primeira delas foi em São Luís. Na capital maranhense, Lula deu uma coletiva de imprensa na qual afirmou que enviará ao Congresso uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para instituir a tarifa zero no transporte público.</p>
<p>A ideia é aproveitar a aprovação do fim da escala 6&#215;1 e, portanto, um dia a mais para o lazer.</p>
<p>“A partir do ano que vem, o povo vai passar a trabalhar menos. Então, a gente vai garantir que no sábado e domingo o povo tenha transporte gratuito para poder passear”. Lula assinará a proposta da PEC amanhã (21).</p>
<p>Durante a passeata pelas ruas de São Luís, Lula afirmou que essa é sua última campanha. E que, caso eleito, seu quarto mandato será para consolidar políticas sociais criadas recentemente.</p>
<p>“Essa é a minha última campanha para presidente da República. E eu quero que esse seja um mandato histórico. Que a gente possa universalizar o Pé-de-Meia para o ensino médio, criar o Pé-de-Meia para os estudantes universitários, continuar gerando emprego de qualidade, formando profissionais”.</p>
<p>O programa Pé-de-Meia foi criado em 2024, em uma versão escolar. Trata-se de um incentivo financeiro-educacional pago pelo governo federal para promover a permanência e a conclusão escolar de pessoas matriculadas no ensino médio público. A proposta de Lula é expandir para os estudantes universitários.</p>
<p>Em seguida, Lula foi para um ato de campanha passando por um percurso que liga as cidades de Juazeiro (BA) e Petrolina (PE). Começou pelo município baiano, atravessou a Ponte Presidente Dutra e chegou à cidade pernambucana. Lá, pediu para os apoiadores convencerem aqueles que não votaram no primeiro turno a ir às urnas.</p>
<p>“É importante que a gente, nesses últimos dias, vá na casa das pessoas que não votaram, na casa das pessoas que têm 70 anos e acham que não podem mais votar. Convença essas pessoas a votarem pelo Brasil. Convença a votarem pela soberania nacional. Vamos convencer as pessoas”, disse o candidato à reeleição.</p>
<p>A abstenção no 1º turno das eleições 2026 bateu recorde com 33,4 milhões de pessoas que não compareceram às urnas, representando 21,08% do total de eleitores. A campanha de Lula aposta na diminuição da abstenção para derrotar Flávio Bolsonaro no segundo turno.</p>
<p>Tanto na agenda de São Luís quando na passeada por Juazeiro e Petrolina, Lula lembrou do desafio feito ao adversário no segundo turno. Durante o debate na TV Bandeirantes, Lula afirmou que abriria o seu sigilo bancário e telefônico, bem como da sua família, caso Flávio Bolsonaro (PL) fizesse o mesmo.</p>
<p>Lula confirmou o compromisso e afirmou que o candidato do PL não tem condições de ir ao debate da próxima sexta-feira (23), na TV Globo, caso não aceite o desafio.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Lula-confirma-PEC-da-Tarifa-Zero-Flavio-tem-apoio-de.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="20.10.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante ato de campanha em São Luís: o evento " lula="" em="" s="" lu="" o="" brasil="" pronto="" pra="" mais="" realizado="" no="" largo="" do="" carmo="" ma.="" foto:="" ricardo="" stuckert="" title="Ricardo Stuckert/Campanha Lula"/></p>
<p><h6 class="meta">20.10.2026 &#8211; Lula participa de ato de campanha em São Luís (MA). Foto: Ricardo Stuckert/Campanha Lula</h6>
</p>
<h2>Flávio Bolsonaro</h2>
<p>O candidato Flávio Bolsonaro (PL) fez campanha nesta terça-feira (20) em Goiás e recebeu apoio de cantores sertanejos. Entre os artistas presentes ao encontro estavam Gusttavo Lima e Zezé de Camargo.</p>
<p>Mais tarde, o candidato gravou um vídeo na casa do cantor Gusttavo Lima e disse que, se eleito, irá se empenhar para ajudar as pessoas que mais precisam. </p>
<p>&#8220;Estou aqui de coração aberto para, de verdade, colocar minha vida dedicada a quem precisa. Ajudar as pessoas que precisam, consertar esse país de verdade&#8221;.</p>
<p>O candidato citou a questão da segurança pública e elencou problemas que, segundo ele, estão afetando o povo brasileiro.  </p>
<p>&#8220;Eu também sou cidadão e ando com medo nas ruas porque pode vir um cara assaltar a qualquer momento. Está todo mundo endividado, impostos altos. [Sobre] artistas e produtores, está difícil de comprar um ingresso para um show&#8221;, disse.</p>
<p>Ele ressaltou ainda que seu governo, caso eleito, será &#8220;de mudança&#8221; e pediu votos da direita e da esquerda.</p>
<p>&#8220;Hoje não é mais esquerda e direita, hoje é todo mundo querendo mudança&#8221;. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/1792545045_411_Lula-confirma-PEC-da-Tarifa-Zero-Flavio-tem-apoio-de.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Encontro de Flávio Bolsonaro com influenciadores em São Paulo (SP)" title="Vittor Sales/Campanha Flávio Bolsonaro"/></p>
<p><h6 class="meta">20.10.2026 &#8211; Encontro de Flávio Bolsonaro com influenciadores em São Paulo (SP) &#8211; Foto: Vittor Sales/Campanha Flávio Bolsonaro</h6>
</p>
<p>A ordem de cobertura da agenda dos presidenciáveis segue rodízio diário. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/lula-confirma-pec-da-tarifa-zero-flavio-tem-apoio-de-sertanejos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/lula-confirma-pec-da-tarifa-zero-flavio-tem-apoio-de-sertanejos/">Lula confirma PEC da Tarifa Zero; Flávio tem apoio de sertanejos</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Alcolumbre retira PEC da Segurança Pública da pauta do Senado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/alcolumbre-retira-pec-da-seguranca-publica-da-pauta-do-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 00:24:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) retirou de pauta nesta quinta-feira (15) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto, que passou pela Câmara dos Deputados, ganhou celeridade no Senado após aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sem alterações, e está pronto para ser votado em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) retirou de pauta nesta quinta-feira (15) a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Alcolumbre-retira-PEC-da-Seguranca-Publica-da-pauta-do-Senado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto, que passou pela Câmara dos Deputados, ganhou celeridade no Senado após aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sem alterações, e está pronto para ser votado em plenário em dois turnos sem necessidade de sessões deliberativas prévias, já que teve um calendário especial de tramitação acolhido pelos parlamentares, em votação simbólica na noite de quarta-feira (14).</p>
<p>Alcolumbre explicou que a votação foi adiada para evitar uma &#8220;discussão açodada&#8221; da matéria e também para que os senadores possam chegar a um acordo sobre as emendas apresentadas à proposta.</p>
<p>&#8220;A minha decisão é tirar da pauta de votação de hoje, atendendo àqueles que acharam que botei [a votação do requerimento de calendário especial] no meio da comemoração [da aprovação da PEC que acaba com a escala 6&#215;1] para não haver pedido de verificação&#8221;, afirmou.</p>
<p>A decisão, segundo ele, evita divergências sobre emendas apresentadas à PEC que não têm consenso entre os senadores. Entre as cinco emendas propostas, estão duas que tratam da redução da maioridade penal.</p>
<h2>Propostas</h2>
<p>A emenda 84, apresentada pelo senador Rogerio Marinho (PL-RN), propõe reduzir a idade de responsabilização penal para 16 anos como regra geral e para 14 anos nos casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas.</p>
<p>Já a emenda 87, do senador Camilo Santana (PT-CE), mantém a regra geral de 18 anos, mas reduz a maioridade penal para 16 anos nos casos de crimes hediondos.</p>
<p>A iniciativa do parlamentar petista também não tem amplo apoio na base do governo. A redução da maioridade penal é um tema controverso entre organizações da sociedade civil de defesa dos direitos de crianças e adolescentes.</p>
<p>Ainda segundo o presidente do Senado, a retirada de pauta não foi para atender pedido do governo.</p>
<h2>PEC</h2>
<p>De autoria do Poder Executivo, a PEC da Segurança estabelece penas mais duras e regimes de prisão mais restritos para chefes de facções e milícias e cria um novo pacto federativo entre União, estados e municípios para o enfrentamento ao crime no Brasil.</p>
<p>Essa proposta foi uma das prioridades do atual governo para a área da segurança. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu criar o Ministério da Segurança Pública após aprovação da PEC.</p>
<p>O texto base da proposta foi aprovado no início de setembro, ficando pendente a análise de três destaques que seriam votados hoje com sugestões de mudanças.</p>
<h2>O que muda</h2>
<p>Entre outras medidas, a PEC propõe a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), alterando o Artigo 144 da Carta Magna, que trata da segurança pública.</p>
<p>A proposta inclui que a segurança deve ser exercida “em regime de cooperação federativa” e “por meio da atuação integrada e descentralizada” das diferentes instituições que trabalham com o tema.</p>
<p>“Art. 144-A. Os órgãos de segurança pública articular-se-ão em regime de cooperação federativa, por meio do Sistema Único de Segurança Pública, destinado a assegurar a eficiência da prevenção, da persecução e da execução penal”, define o texto.</p>
<h2>Facções e milícias</h2>
<p>A PEC estabelece penas mais duras e regimes especiais de prisão para os chefes de facções e milícias, como prisão em unidades de segurança máxima e restrição ou vedação à progressão de penas.</p>
<p>Também são previstas medidas patrimoniais contra o produto do crime, a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas e a proteção a denunciantes e seus familiares.</p>
<p>Outra novidade da PEC é a possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil, submetidas ao controle externo do Ministério Público, com a atribuição de realizar policiamento ostensivo e comunitário no âmbito das cidades onde atuarão.</p>
<p>A PEC ainda amplia atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), prevê a criação de polícias municipais e aumenta a vinculação do orçamento público para a segurança pública.</p>
<h2>Fundos de financiamento</h2>
<p>Segundo a PEC, 50% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) serão repassados pela União para os estados e municípios, excluídas despesas de custeio e investimento da polícia penitenciária nacional do Funpen.</p>
<p>“As regras de financiamento fortalecem o FNSP e o Funpen, criam vinculações e blindagens orçamentárias e garantem repasses obrigatórios. Essas medidas aumentam a previsibilidade financeira, garantindo a perenidade das ações policiais”, escreveu o relator.</p>
<p>O texto ainda prevê que 10% do superávit financeiro anual do Fundo Social, ligado ao pré-sal, sejam destinados aos fundos da segurança, &#8220;reforçando o financiamento contínuo das políticas nacionais de segurança pública e execução penal&#8221;.</p>
<p>A proposta prevê também a criação do Sistema de Políticas Penais, responsável pelo sistema prisional brasileiro, e autoriza União, estados e municípios a atuarem conjuntamente na legislação sobre segurança pública, organização de polícias, guardas municipais e sistema socioeducativo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/alcolumbre-retira-pec-da-seguranca-publica-da-pauta-do-senado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/alcolumbre-retira-pec-da-seguranca-publica-da-pauta-do-senado/">Alcolumbre retira PEC da Segurança Pública da pauta do Senado</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>CUT elogia fim da “massacrante” 6&#215;1; CNI quer revisar PEC aprovada</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/cut-elogia-fim-da-massacrante-6x1-cni-quer-revisar-pec-aprovada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 14:36:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto os sindicatos que representam trabalhadores comemoram o fim da escala de trabalho com um dia de descanso para seis trabalhados (escala 6&#215;1), as entidades empresariais lamentam a abolição da jornada e cobram para que o Congresso Nacional revise a proposta de emenda à Constituição (PEC) aprovada na noite desta quarta-feira (14).  A Central Única [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os sindicatos que representam trabalhadores comemoram o fim da escala de trabalho com um dia de descanso para seis trabalhados (escala 6&#215;1), as entidades empresariais lamentam a abolição da jornada e cobram para que o Congresso Nacional revise a proposta de emenda à Constituição (PEC) aprovada na noite desta quarta-feira (14). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/CUT-elogia-fim-da-massacrante-6x1-CNI-quer-revisar-PEC.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Central Única dos Trabalhadores (CUT) saudou o fim da “massacrante escala 6&#215;1” e a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais como uma vitória “maiúscula da luta, do suor e da organização da classe trabalhadora brasileira”.</p>
<p>“[A aprovação] marca um divisor de águas na superação de um modelo arcaico e cruel que suga as energias de quem realmente trabalha e produz a riqueza desta nação”, afirmou a entidade, em nota.</p>
<p>A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reclamou que a PEC representa um “retrocesso” para o Brasil, que já sofre com baixa produtividade e falta de competitividade.</p>
<p>O presidente da CNI, Ricardo Alban, pediu que o Congresso revise a aprovação da PEC 221/2019 “após a constatação, por exemplo, da perda de competitividade e da alta inflacionária”.</p>
<p>“Acreditamos que o Congresso Nacional possa abrir espaço para revisitar o tema visando encontrar a melhor solução para a economia brasileira”, disse o representante.</p>
<p>Também por meio de nota, a Força Sindical destacou que o “diálogo democrático” com todos os segmentos da sociedade conquistaram a aprovação da PEC do fim da 6&#215;1.</p>
<p>“A medida beneficiará milhões de pessoas pelo país, que poderão contar com mais tempo para cuidados com a saúde, convivência com a família, formação, lazer, ou seja, para usufruir como melhor lhe convém”, escreveu Miguel Torres, presidente da central Força Sindical.</p>
<p>Torres acrescentou que estudos e experiências internacionais demonstram que a redução da jornada tende a elevar a produtividade, qualificar o tempo de trabalho e gerar novos postos de emprego.</p>
<p>A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que representa as empresas, lamentou a discussão do tema “em pleno período eleitoral”.</p>
<p>“Mudanças estruturais dessa magnitude exigem aprofundamento técnico, diálogo e avaliação criteriosa de seus impactos sobre o emprego, a competitividade e a sustentabilidade das empresas, especialmente nos setores de comércio, serviços e turismo”, escreveu, em nota, a entidade patronal.</p>
<p>A CNI calcula que a redução da jornada aumenta os custos de produção em até R$ 267 bilhões, com queda de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e inflação média de 6,2%.</p>
<p>Estudos têm divergido sobre impactos no PIB e na inflação do fim da escala 6&#215;1. Enquanto algumas pesquisas registram amplos impactos negativos, outras apontam prejuízo residual. </p>
<p>Estudo do Ipea avalia que a redução da jornada terá um impacto de 1% no custo total das empresas, em setores como comércio e indústria, chegando até 6,6% nos setores da vigilância e segurança.</p>
<h2>Aprovação</h2>
<p>O plenário do Senado concluiu a aprovação da PEC do fim da 6&#215;1 na noite de ontem com 75 votos a favor e apenas um contrário.</p>
<p>A oposição, que era contrária à aprovação da matéria, mudou de lado após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pautar o tema no plenário.</p>
<p>Em entrevista à TV Jovem Pan, o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que, se eleito, Flávio Bolsonaro deve aprovar a PEC 12/2026, que prevê um contrato “por hora trabalhada”.</p>
<h2>Entenda a PEC</h2>
<p>O texto da PEC que acaba com a 6&#215;1 prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5&#215;2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.</p>
<p>Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5&#215;2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/cut-elogia-fim-da-massacrante-6x1-cni-quer-revisar-pec-aprovada" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Senado se debruça sobre PEC da Segurança Pública; entenda o que pode mudar</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/senado-se-debruca-sobre-pec-da-seguranca-publica-entenda-o-que-pode-mudar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 12:22:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plenário do Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira (14) um requerimento que cria um calendário especial de tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto, que já passou pela Câmara dos Deputados, havia sido aprovado mais cedo pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, sem alterações. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O plenário do Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira (14) um requerimento que cria um calendário especial de tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Senado-se-debruca-sobre-PEC-da-Seguranca-Publica-entenda-o.gif?w=740&#038;ssl=1"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">O texto, que já passou pela Câmara dos Deputados, havia sido aprovado mais cedo pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, sem alterações. Com isso, a votação da PEC em dois turnos poderá ser feita de forma direta, sem necessidade de sessões de deliberação antes e após cada turno, como prevê o Regimento Interno da Casa legislativa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">São necessários os votos favoráveis de 49 dos 81 senadores para que a proposta seja aprovada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a PEC será analisada em plenário na sessão deliberativa marcada para a tarde desta quinta-feira (15).</p>
<p class="wp-block-paragraph">De autoria do Poder Executivo, a PEC da Segurança estabelece penas mais duras e regimes de prisão mais restritos para chefes de facções e milícias e cria um novo pacto federativo entre União, estados e municípios para o enfrentamento ao crime no Brasil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essa proposta foi uma das prioridades do atual governo para a área da segurança. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu criar o Ministério da Segurança Pública após aprovação da PEC.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O texto base da proposta foi aprovado no início de setembro, ficando pendente a análise de três destaques que seriam votados hoje com sugestões de mudanças. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Os requerimentos, porém, não foram votados porque os autores, Carlos Portinho (PL-RJ) e Alessandro Vieira (MDB-SE), não estavam presentes na sessão.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), justificou, com base no Artigo 300 do regimento interno do Senado, que os destaques apresentados ficaram prejudicados com a ausência dos senadores.</p>
<h2 class="wp-block-heading">PEC</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Entre outras medidas, A PEC propõe a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), alterando o Artigo 144 da Carta Magna, que trata da segurança pública.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A proposta inclui que a segurança deve ser exercida “em regime de cooperação federativa” e “por meio da atuação integrada e descentralizada” das diferentes instituições que trabalham com o tema.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Art. 144-A. Os órgãos de segurança pública articular-se-ão em regime de cooperação federativa, por meio do Sistema Único de Segurança Pública, destinado a assegurar a eficiência da prevenção, da persecução e da execução penal”, define o texto.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Facções e milícias</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC estabelece penas mais duras e regimes especiais de prisão para os chefes de facções e milícias, como prisão em unidades de segurança máxima e restrição ou vedação à progressão de penas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Também são previstas medidas patrimoniais contra o produto do crime, a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas e a proteção a denunciantes e seus familiares.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outra novidade da PEC é a possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil, submetidas ao controle externo do Ministério Público, com a atribuição de realizar policiamento ostensivo e comunitário no âmbito das cidades onde atuarão.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC ainda amplia atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), prevê a criação de polícias municipais e aumenta a vinculação do orçamento público para a segurança pública.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Fundos de financiamento</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a PEC, 50% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) serão repassados pela União para os estados e municípios, excluídas despesas de custeio e investimento da polícia penitenciária nacional do Funpen.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“As regras de financiamento fortalecem o FNSP e o Funpen, criam vinculações e blindagens orçamentárias e garantem repasses obrigatórios. Essas medidas aumentam a previsibilidade financeira, garantindo a perenidade das ações policiais”, escreveu o relator.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O texto ainda prevê que 10% do superávit financeiro anual do Fundo Social, ligado ao pré-sal, sejam destinados aos fundos da segurança, “reforçando o financiamento contínuo das políticas nacionais de segurança pública e execução penal”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A proposta prevê também a criação do Sistema de Políticas Penais, responsável pelo sistema prisional brasileiro, e autoriza União, estados e municípios a atuarem conjuntamente na legislação sobre segurança pública, organização de polícias, guardas municipais e sistema socioeducativo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Relacionadas</p>
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		<title>Senadores aprovam pedido para acelerar votação da PEC da Segurança</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/senadores-aprovam-pedido-para-acelerar-votacao-da-pec-da-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 01:42:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O plenário do Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira (14) um requerimento que cria um calendário especial de tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto, que já passou pela Câmara dos Deputados, havia sido aprovado mais cedo pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, sem alterações. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O plenário do Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira (14) um requerimento que cria um calendário especial de tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Senadores-aprovam-pedido-para-acelerar-votacao-da-PEC-da-Seguranca.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto, que já passou pela Câmara dos Deputados, havia sido aprovado mais cedo pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, sem alterações. Com isso, a votação da PEC em dois turnos poderá ser feita de forma direta, sem necessidade de sessões de deliberação antes e após cada turno, como prevê o Regimento Interno da Casa legislativa.</p>
<p>São necessários os votos favoráveis de 49 dos 81 senadores para que a proposta seja aprovada.</p>
<p>Segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a PEC será analisada em plenário na sessão deliberativa marcada para a tarde desta quinta-feira (15). </p>
<p>De autoria do Poder Executivo, a PEC da Segurança estabelece penas mais duras e regimes de prisão mais restritos para chefes de facções e milícias e cria um novo pacto federativo entre União, estados e municípios para o enfrentamento ao crime no Brasil.</p>
<p>Essa proposta foi uma das prioridades do atual governo para a área da segurança. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu criar o Ministério da Segurança Pública após aprovação da PEC.</p>
<p>O texto base da proposta foi aprovado no início de setembro, ficando pendente a análise de três destaques que seriam votados hoje com sugestões de mudanças. </p>
<p>Os requerimentos, porém, não foram votados porque os autores, Carlos Portinho (PL-RJ) e Alessandro Vieira (MDB-SE), não estavam presentes na sessão.  </p>
<p>O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), justificou, com base no Artigo 300 do regimento interno do Senado, que os destaques apresentados ficaram prejudicados com a ausência dos senadores.</p>
<h2>PEC</h2>
<p>Entre outras medidas, A PEC propõe a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), alterando o Artigo 144 da Carta Magna, que trata da segurança pública.</p>
<p>A proposta inclui que a segurança deve ser exercida “em regime de cooperação federativa” e “por meio da atuação integrada e descentralizada” das diferentes instituições que trabalham com o tema.</p>
<p>“Art. 144-A. Os órgãos de segurança pública articular-se-ão em regime de cooperação federativa, por meio do Sistema Único de Segurança Pública, destinado a assegurar a eficiência da prevenção, da persecução e da execução penal”, define o texto.</p>
<h2>Facções e milícias</h2>
<p>A PEC estabelece penas mais duras e regimes especiais de prisão para os chefes de facções e milícias, como prisão em unidades de segurança máxima e restrição ou vedação à progressão de penas.</p>
<p>Também são previstas medidas patrimoniais contra o produto do crime, a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas e a proteção a denunciantes e seus familiares.</p>
<p>Outra novidade da PEC é a possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil, submetidas ao controle externo do Ministério Público, com a atribuição de realizar policiamento ostensivo e comunitário no âmbito das cidades onde atuarão.</p>
<p>A PEC ainda amplia atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), prevê a criação de polícias municipais e aumenta a vinculação do orçamento público para a segurança pública.</p>
<h2>Fundos de financiamento</h2>
<p>Segundo a PEC, 50% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) serão repassados pela União para os estados e municípios, excluídas despesas de custeio e investimento da polícia penitenciária nacional do Funpen.</p>
<p>“As regras de financiamento fortalecem o FNSP e o Funpen, criam vinculações e blindagens orçamentárias e garantem repasses obrigatórios. Essas medidas aumentam a previsibilidade financeira, garantindo a perenidade das ações policiais”, escreveu o relator.</p>
<p>O texto ainda prevê que 10% do superávit financeiro anual do Fundo Social, ligado ao pré-sal, sejam destinados aos fundos da segurança, &#8220;reforçando o financiamento contínuo das políticas nacionais de segurança pública e execução penal&#8221;.</p>
<p>A proposta prevê também a criação do Sistema de Políticas Penais, responsável pelo sistema prisional brasileiro, e autoriza União, estados e municípios a atuarem conjuntamente na legislação sobre segurança pública, organização de polícias, guardas municipais e sistema socioeducativo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/senadores-aprovam-pedido-para-acelerar-votacao-da-pec-da-seguranca" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Senado vota PEC pelo fim da escala 6&#215;1</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/senado-vota-pec-pelo-fim-da-escala-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 23:06:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Senado iniciou nesta quarta-feira (14) a análise para votação em primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019), que reduz a jornada de trabalho e estabelece dois dias de descanso semanais. Neste momento, os senadores discursam no plenário. O sistema para registrar os votos dos senadores ainda não está aberto.  Para ser aprovada, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado iniciou nesta quarta-feira (14) a análise para votação em primeiro turno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221/2019), que reduz a jornada de trabalho e estabelece dois dias de descanso semanais.<img data-recalc-dims="1" height="1" width="6" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/Senado-vota-PEC-pelo-fim-da-escala-6x1.gif?resize=6%2C1&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Neste momento, os senadores discursam no plenário. O sistema para registrar os votos dos senadores ainda não está aberto. </p>
<p>Para ser aprovada, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno, e por mais três sessões de discussão para votação em segundo turno. Todas as sessões e votações ocorrem no plenário. </p>
<p>São necessários, pelo menos, 49 votos a favor, em cada turno, para ser aprovada.</p>
<p>O texto que será analisado pelos senadores é o mesmo que foi aprovado pela Câmara dos Deputados em maio, em dois turnos, por ampla maioria. </p>
<p>Sendo mantida e aprovada em dois turnos pelos senadores, a proposta segue automaticamente para promulgação pelo Congresso Nacional.</p>
<h2>&gt;&gt; Veja a proposta: </h2>
<ul>
<li>dois dias de descanso na semana, sem redução salarial</li>
<li>redução da jornada máxima de 44 horas semanais para 40 horas.</li>
<li>60 dias após a promulgação: empresas deverão adotar a escala 5&#215;2 e reduzir a jornada para 42 horas semanais.</li>
<li>12 meses: a jornada será reduzida para 40 horas semanais.</li>
<li> jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebam remuneração igual ou superior a R$ 21.188,87, desde que seja mantida a escala 5&#215;2. Duração da jornada poderá ser definida por negociação direta entre empregador e empregado.</li>
<li>preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas para disciplinar situações específicas e categorias submetidas a regimes diferenciados.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/senado-vota-pec-pelo-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>CCJ do Senado conclui votação da PEC da Segurança Pública</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ccj-do-senado-conclui-votacao-da-pec-da-seguranca-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 14:09:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu, nesta quarta-feira (14), a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. O texto agora está pronto para análise no plenário do Senado. Se aprovada sem alterações, a PEC 18 de 2025 será promulgada uma vez que já foi aprovada na Câmara. De autoria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu, nesta quarta-feira (14), a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/10/CCJ-do-Senado-conclui-votacao-da-PEC-da-Seguranca-Publica.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto agora está pronto para análise no plenário do Senado. Se aprovada sem alterações, a PEC 18 de 2025 será promulgada uma vez que já foi aprovada na Câmara.</p>
<p>De autoria do Poder Executivo, a PEC estabelece penas mais duras e regimes de prisão mais restritos para chefes de facções e milícias e cria um novo pacto federativo entre União, estados e municípios para o enfrentamento ao crime no Brasil.</p>
<p>Essa proposta foi uma das prioridades do atual governo para área da segurança, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometendo criar um ministério da segurança pública após aprovação da PEC.</p>
<p>O texto base da proposta foi aprovado no início de setembro, ficando pendente a análise de três destaques que seriam votados hoje com sugestões de mudanças.</p>
<p>Os requerimentos, porém, não foram votados porque os autores dos requerimentos Carlos Portinho (PL-RJ) e Alessandro Viera (MDB-SE) não estavam presentes na sessão.  </p>
<p>O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), justificou, com base no Artigo 300 do regimento interno do Senado, que os destaques apresentados ficaram prejudicados com a ausência dos senadores.</p>
<p>“Não tendo solicitado a palavra o autor do destaque para encaminhamento, ficam prejudicado os destaques”, disse.</p>
<p>Alencar informou à imprensa que conversou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para votar o tema no plenário ainda antes do segundo turno das eleições, marcadas para 25 de outubro.</p>
<p>“Pelo que o Davi me falou ontem, nós temos condição de aprova-la ainda nesse período antes do segundo turno. Vamos trabalhar por isso, para que a matéria possa ser promulgada e o presidente [Lula] possa criar o Ministério da Segurança Pública do país.&#8221;</p>
<h2>A PEC</h2>
<p>Entre outras medidas, A PEC propõe a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), alterando o Artigo 144 da Carta Magna, que trata da segurança pública.</p>
<p>A proposta inclui que a segurança deve ser exercida “em regime de cooperação federativa” e “por meio da atuação integrada e descentralizada” das diferentes instituições que trabalham com o tema.</p>
<p>“Art. 144-A. Os órgãos de segurança pública articular-se-ão em regime de cooperação federativa, por meio do Sistema Único de Segurança Pública, destinado a assegurar a eficiência da prevenção, da persecução e da execução penal”, define o texto.</p>
<h2>Facções e milícias</h2>
<p>A PEC estabelece penas mais duras e regimes especiais de prisão para os chefes de facções e milícias, como prisão em unidades de segurança máxima e restrição ou vedação à progressão de penas.</p>
<p>Também são previstas medidas patrimoniais contra o produto do crime, a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas e a proteção a denunciantes e seus familiares.</p>
<p>Outra novidade da PEC é a possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil, submetidas ao controle externo do Ministério Público, com a atribuição de realizar policiamento ostensivo e comunitário no âmbito das cidades onde atuarão.</p>
<p>A PEC ainda amplia atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), prevê a criação de polícias municipais e aumenta a vinculação do orçamento público para segurança pública.</p>
<h2>Fundos de financiamento</h2>
<p>Segundo a PEC, 50% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) serão repassados pela União para os estados e municípios, excluídas despesas de custeio e investimento da polícia penitenciária nacional do Funpen.</p>
<p>“As regras de financiamento fortalecem o FNSP e o Funpen, criam vinculações e blindagens orçamentárias e garantem repasses obrigatórios. Essas medidas aumentam a previsibilidade financeira, garantindo a perenidade das ações policiais”, escreveu o relator.</p>
<p>A PEC ainda prevê que 10% do superávit financeiro anual do Fundo Social, ligado ao pré-sal, sejam destinados aos fundos da segurança, &#8220;reforçando o financiamento contínuo das políticas nacionais de segurança pública e execução penal&#8221;.</p>
<p>A proposta ainda prevê a criação do Sistema de Políticas Penais, responsável pelo sistema prisional brasileiro, e autoriza União, estados e municípios a atuarem conjuntamente na legislação sobre segurança pública, organização de polícias, guardas municipais e sistema socioeducativo.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-10/ccj-do-senado-conclui-votacao-da-pec-da-seguranca-publica" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>PEC do fim da 6 x 1 pode ser votada hoje no Senado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/pec-do-fim-da-6-x-1-pode-ser-votada-hoje-no-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 13:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta de emenda à Constituição que acaba com a jornada de trabalho 6×1 passou pela quarta sessão de discussão no Plenário do Senado nesta terça-feira (13). A quinta e última sessão regimental em primeiro turno está prevista para esta quarta (14). A líder do governo, senadora Teresa Leitão (PT-PE), anunciou um requerimento de calendário especial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A proposta de emenda à Constituição que acaba com a jornada de trabalho 6×1 passou pela quarta sessão de discussão no Plenário do Senado nesta terça-feira (13). A quinta e última sessão regimental em primeiro turno está prevista para esta quarta (14).</p>
<p class="wp-block-paragraph">A líder do governo, senadora Teresa Leitão (PT-PE), anunciou um requerimento de calendário especial para acelerar a tramitação da proposta. Se a quebra de interstícios for aprovada, há a possibilidade de a PEC ter os dois turnos de votação concluídos ainda na quarta.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De autoria do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) — que estava presente no Plenário durante o debate —, a PEC 221/2019 foi aprovada pela Câmara dos Deputados por ampla maioria. No Senado, ela havia recebido 36 emendas até esta terça-feira, todas rejeitadas pelo relator no Senado, o senador Omar Aziz (PSD-AM). </p>
<h3 class="wp-block-heading">Interstício</h3>
<p class="wp-block-paragraph">No comando da sessão, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, afirmou que o fim da escala 6×1 “vai mudar a vida de milhões de trabalhadores brasileiros”. Davi informou que a base do governo já conseguiu as assinaturas necessárias e que o requerimento de quebra de interstício deverá ser votado após a quinta sessão de discussão.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Teresa Leitão disse no Plenário que ligou para vários colegas senadores e senadoras para pedir votos a favor do fim da 6×1. </p>
<p class="wp-block-paragraph">— Nada mais razoável do que a gente, amanhã, coroar esse processo de debate e aprovar essa PEC. Quem votar favoravelmente a essa PEC estará escrevendo, na história de seu mandato, um processo tão importante quanto a Constituição quando diminuiu de 48h para 44h — disse a líder do governo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Paulo Paim (PT-RS) voltou a defender que o texto seja aprovado sem alterações. Ele reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais sem corte de salários. Paim argumentou que o “descanso não é luxo, é sagrado” e que a mudança deverá aumentar a oferta de empregos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Esta não é uma questão ideológica, partidária, de governo ou de oposição, é uma questão de Estado que tem como horizonte a melhoria da vida das pessoas. Estamos discutindo a dignidade das pessoas. Amanhã é o dia — disse Paim.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O senador Weverton (PDT-MA) disse que o Brasil não vai “quebrar” se a escala 6×1 acabar e que vários países já o fizeram. Os senadores Chico Rodrigues (PSB-RR) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) também manifestaram apoio à aprovação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA), disse que os trabalhadores merecem ter mais um dia de descanso.</p>
<p class="wp-block-paragraph">— Amanhã, pela lucidez dos senadores, nós haveremos de fazer a redução dessa jornada — concluiu.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Alteração constitucional</h3>
<p class="wp-block-paragraph">Para ser aprovada, uma proposta de emenda à Constituição precisa passar por cinco sessões de discussão antes da votação em primeiro turno, e por mais três sessões de discussão para votação em segundo turno, tudo no Plenário. A PEC precisa obter pelo menos 49 votos favoráveis em cada turno para ser aprovada.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC 221/2019 reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas. A proposta fixa período de até oito horas diárias, com possibilidade de compensação de horários e redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho. O texto também estabelece repouso semanal remunerado de dois dias, um deles preferencialmente aos domingos, sem redução salarial.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A redução da jornada e a ampliação do repouso semanal remunerado se aplicam aos contratos vigentes, sem qualquer redução salarial — nominal, proporcional ou de outra natureza —, regra que também vale para os pisos salariais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A transição ocorreria em duas etapas: dois meses após a publicação da emenda, a jornada máxima cai para 42 horas semanais; um ano e dois meses depois, chega a 40 horas. Durante essa transição, acordo ou convenção coletiva pode ampliar a jornada diária para acomodar as 42 horas semanais, desde que mantidos os dois dias de repouso.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Convenções coletivas também podem instituir compensação do repouso, desde que a média mensal garanta dois dias de folga por semana, com ao menos um dia a cada sete. Lei ordinária poderá prever regimes diferenciados de jornada e repouso, respeitados os limites constitucionais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Cláusulas de acordos coletivos incompatíveis com as novas regras perdem validade dois meses após a publicação da emenda. A entrada em vigor da mudança não implicará redução proporcional das jornadas já fixadas em patamar igual ou inferior a 40 horas semanais. Lei complementar futura poderá prever regras de transição para MEIs, microempresas e pequenas empresas, condicionadas à manutenção do nível de emprego.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Regras especiais</h3>
<p class="wp-block-paragraph">As novas regras de duração e controle de jornada não valem para empregados com diploma superior que recebam ao menos 2,5 vezes o teto do RGPS — salvo por liberalidade do empregador ou previsão em acordo coletivo —, mantidas as regras de repouso. Também não se aplicam a servidores públicos de nenhum dos Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, cabendo à Justiça do Trabalho julgar disputas sobre o tema.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em contratos vigentes da administração pública que envolvam mão de obra (inclusive concessões de serviços e obras), a redução de jornada só vale após aditamento contratual — a ser formalizado em até um ano —, para preservar o equilíbrio econômico-financeiro. Já o segundo dia de repouso independe de aditamento e passa a valer dois meses após a publicação da emenda. Trabalhadores alocados nesses contratos passam a ter jornada reduzida na data do aditamento ou, no limite, ao fim de um ano, com garantia de irredutibilidade salarial.</p>
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