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	<title>PEC Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>PEC Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Governo deve recorrer ao STF sobre PEC de agentes de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:45:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal deverá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar o impacto sobre os cofres públicos da aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria regras especiais de aposentadoria para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, disse nesta terça-feira (14) o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal deverá recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para barrar o impacto sobre os cofres públicos da aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria regras especiais de aposentadoria para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, disse nesta terça-feira (14) o ministro da Fazenda, Dario Durigan.</p>
<p>Segundo ele, o governo não acionaria a Justiça se a PEC trouxesse uma fonte de compensação fiscal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Governo-deve-recorrer-ao-STF-sobre-PEC-de-agentes-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O ministro argumentou que  a Constituição e a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) exigem que a criação de novos benefícios previdenciários seja acompanhada da indicação de receitas capazes de compensar o impacto nas contas públicas. Caso isso não ocorra, o governo estuda judicializar o tema.</p>
<p>&#8220;Se não estiver apontando fonte de receita, descumprindo a jurisprudência do Supremo, é provável que o governo vá ao STF&#8221;, afirmou Durigan, após retornar de reunião na Casa Civil.</p>
<h2>Impacto bilionário</h2>
<p>De acordo com o ministro, a proposta representa uma pauta-bomba e poderá gerar impacto atuarial entre R$ 27 bilhões e R$ 30 bilhões ao longo dos próximos dez anos, conforme diferentes projeções apresentadas pelo governo.</p>
<p>Os cálculos consideram a redução das contribuições previdenciárias e a antecipação do pagamento de benefícios decorrente das novas regras de aposentadoria. Segundo a pasta, o custo poderá ser ainda maior, já que as estimativas não incluem eventual revisão de aposentadorias já concedidas.</p>
<h2>Apelo ao Congresso</h2>
<p>Durigan afirmou que tem mantido conversas com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para defender que propostas com elevado impacto fiscal observem as exigências da legislação e do arcabouço fiscal.</p>
<p>Segundo o ministro, o objetivo é preservar o equilíbrio das contas públicas alcançado pela equipe econômica.</p>
<p>&#8220;Tenho reiterado aos dois presidentes o compromisso com o futuro do país, para que a gente não comprometa o equilíbrio fiscal com esse tipo de medida de alto impacto&#8221;, declarou.</p>
<p>Apesar das manifestações do governo, a PEC foi aprovada em dois turnos pelo plenário do Senado nesta noite.</p>
<h2>O que muda</h2>
<p>A proposta cria um regime previdenciário diferenciado para agentes comunitários de saúde e agentes de combate a endemias. Segundo os parlamentares, as condições específicas de trabalho desses profissionais, que atuam em visitas domiciliares, prevenção de doenças e ações de vigilância em saúde, justificariam uma aposentadoria antecipada.</p>
<p>Pelas regras permanentes previstas na PEC, os profissionais poderão se aposentar após 25 anos de efetivo exercício na função e de contribuição previdenciária, desde que cumpram idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens.</p>
<p>O texto também estabelece regras de transição, que permitem aposentadorias em idades inferiores em determinadas situações, além de estender o benefício aos agentes indígenas de saúde e aos agentes indígenas de saneamento.</p>
<h2>Situação atual</h2>
<p>Atualmente, após a Reforma da Previdência de 2019, os agentes comunitários de saúde e de combate a endemias seguem as regras gerais da Previdência Social. A concessão de aposentadoria especial depende da comprovação de exposição permanente a agentes nocivos e do cumprimento dos requisitos previstos na legislação.</p>
<p>O governo acompanhava a redação final do texto para decidir se recorreria ao STF. O Senado aprovou o mesmo texto da Câmara dos Deputados, que não incluiu previsão de compensação financeira para os impactos fiscais.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/governo-deve-recorrer-ao-stf-sobre-pec-de-agentes-de-saude" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Senado aprova em dois turnos PEC da aposentadoria dos agentes de saúde</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/senado-aprova-em-dois-turnos-pec-da-aposentadoria-dos-agentes-de-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 23:03:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A três dias do recesso parlamentar o Senado aprovou hoje (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/21 que cria regras específicas para aposentadoria diferenciada aos agentes comunitários de saúde (ACS) e dos agentes de combate às endemias (ACE). Foram 73 votos favoráveis e um contrário tanto no primeiro turno quanto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A três dias do recesso parlamentar o Senado aprovou hoje (14), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/21 que cria regras específicas para aposentadoria diferenciada aos agentes comunitários de saúde (ACS) e dos agentes de combate às endemias (ACE). Foram 73 votos favoráveis e um contrário tanto no primeiro turno quanto no segundo turno. O texto segue agora para promulgação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Senado-aprova-em-dois-turnos-PEC-da-aposentadoria-dos-agentes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A PEC fixa requisitos diferenciados de aposentadoria para ACS e ACE no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), com idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, condicionada a 25 anos de contribuição e de efetivo exercício na atividade.</p>
<p>A votação em dois turnos ocorreu após a aprovação de um requerimento para quebrar o interstício mínimo de cinco sessões ordinárias, passado o primeiro turno.</p>
<p>Aprovada pela Câmara dos Deputados em 2025, a proposta gerou preocupação no governo em razão do impacto nas contas públicas. De acordo com os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento, a proposta poderá gerar impacto anual de R$ 3 bilhões no orçamento.</p>
<p>Durante a sessão, o governo liberou sua bancada. A líder do governo na Casa, senadora Teresa Leitão (PT-PE) lembrou que a medida traz impactos previdenciários e que o governo recebeu pressão de estados e municípios, mas que o desejo da bancada era favorável a PEC.</p>
<p>“O Governo entende que a valorização dos profissionais deve caminhar juntamente com a preservação do equilíbrio das contas públicas e da capacidade do Estado de manter e ampliar a prestação desses serviços de qualidade a toda a população, assegurando a proteção dos servidores e a sustentabilidade das políticas sociais no presente e no futuro, especialmente em áreas como educação, saúde, assistência social e habitação”, afirmou.</p>
<p>A senadora disse ainda que agora o governo terá que trabalhar em cima das implicações. </p>
<p>“O Governo vai ter muita coisa para trabalhar, não é pouca, e ele precisa estar livre para trabalhar aquilo que nessa proposta, todos nós sabemos, tem implicações previdenciárias”, disse.</p>
<h2>PEC</h2>
<p>O texto também estabelece regras permanentes e transitórias de aposentadoria, disciplina a forma de contratação dos profissionais, prevê assistência financeira complementar da União e estende as novas regras aos agentes indígenas de saúde e aos agentes indígenas de saneamento.</p>
<p>A proposta prevê assistência financeira complementar da União a estados, ao Distrito Federal e aos municípios para compensar o aumento das despesas dos regimes próprios de previdência. Também determina repasses ao RGPS para compensar o impacto das aposentadorias concedidas com base nas novas regras.</p>
<p>As regras valerão tanto para os profissionais vinculados ao RPPS quanto para os segurados do RGPS, administrado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Atualmente, essas categorias seguem as regras gerais de aposentadoria, que preveem idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.</p>
<p>Além disso, o texto assegura o cômputo, para fins previdenciários, de período de mandato classista e de tempo em readaptação funcional quando decorrente de acidente de trabalho, doença profissional ou doença do trabalho, e estabelece regras transitórias específicas para agentes vinculados ao RPPS e ao RGPS, com escalonamento de idades, regra de pontos e disciplina de integralidade e paridade em hipóteses definidas no texto.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/senado-aprova-em-dois-turnos-pec-da-aposentadoria-dos-agentes-de-saude" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Motta cria comissão para analisar PEC que reduz maioridade penal</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/motta-cria-comissao-para-analisar-pec-que-reduz-maioridade-penal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 13:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou nesta segunda-feira (6) a comissão especial responsável por analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em caso de crimes graves. A medida destrava a tramitação da PEC, depois de a Comissão de Constituição e Justiça [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou nesta segunda-feira (6) a comissão especial responsável por analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em caso de crimes graves.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Motta-cria-comissao-para-analisar-PEC-que-reduz-maioridade-penal.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A medida destrava a tramitação da PEC, depois de a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ter aprovado em junho a admissibilidade da proposta.</p>
<p>A criação de uma comissão especial é uma das etapas previstas na tramitação de uma PEC no Congresso. O colegiado será responsável por aprofundar o debate sobre o tema, incluindo a realização de audiências públicas e a consulta a especialistas.</p>
<p>Ao final dos trabalhos, a comissão deverá votar um relatório com a indicação de aprovação ou rejeição, antes que a proposta possa levada ao plenário da Câmara. Ainda não está decidido quem será o relator da PEC da maioridade penal.</p>
<p>A proposta a ser analisada altera o artigo 228 da Constituição para incluir a previsão de que a maioridade penal &#8211; idade a partir da qual uma pessoa pode ser julgada e condenada por crimes comuns, por exemplo &#8211; é atingida aos 16 anos, e não aos 18 anos, como estabelece o texto atual.</p>
<p>Pelas normas atuais, pessoas abaixo de 18 anos são inimputáveis e estão submetidas a uma legislação diferenciada.</p>
<p>Após Motta ter autorizado a instalação da comissão especial sobre o tema, os partidos deverão indicar os integrantes do colegiado. O prazo inicial para a análise e apresentação de modificações ao texto da PEC é de 10 sessões do plenário.</p>
<p>O colegiado tem o tempo máximo de até 40 sessões plenárias para aprovar um parecer final. Após esse período, o presidente da Câmara pode levar a PEC para votação diretamente no plenário, segundo o regimento interno.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/motta-cria-comissao-especial-para-analisar-pec-que-reduz-maioridade-pe" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 12:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>overno, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6×1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Empresários dos setores do comércio, dos transportes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">overno, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6×1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782994931_292_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.gif?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="3150432972" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Empresários dos setores do comércio, dos transportes e da indústria e senadores da oposição criticaram a PEC, alegando que a proposta eleva custos do trabalho e prejudica a economia. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Os líderes patronais defendem que a jornada seja definida por negociação direta entre empregados e empregadores, e não por mudança legislativa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os representantes de centrais sindicais e do governo federal ponderam que os custos da PEC para economia são pequenos, semelhantes a um aumento de salário mínimo. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Para os defensores da proposta, os trabalhadores estão exaustos da escala 6×1 e precisam de mais tempo para família, estudos e lazer.<br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="1414630332" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<h6 class="wp-block-heading">Ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira (D), defende que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
<p class="wp-block-paragraph">Além de instituir dois dias de descanso por semana, a PEC reduz a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Federação de Comércio de São Paulo (Fecomércio-SP), Ivo Dall’Acqua, destacou que o desafio não é escolher entre trabalhar “mais ou menos”, mas como o Brasil pode “produzir mais”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O problema não é o trabalhador. O problema é a produtividade da economia. Primeiro, precisamos produzir mais riqueza, depois, distribuí-la. Foi esse o caminho percorrido pelas economias que hoje servem de referência internacional”, argumenta o empresário.</p>
<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2 class="wp-block-heading">Exaustão</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Secretária-geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, avalia que os custos econômicos da PEC podem ser absorvidos pelas empresas, assim como a economia absorve aumentos reais do salário mínimo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“[Estudo do Ipea calculou um impacto] de 7,8%, que é algo proporcional ao aumento real de salário mínimo. Aumentou-se o salário e nenhuma empresa faliu. Nenhuma empresa deixou de operar, não houve desemprego. Ao contrário, nós estamos na menor taxa de desemprego da série histórica no Brasil”, defendeu Boulos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Estudos sobre o tema têm divergido em relação aos impactos da PEC do fim da 6×1 em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), inflação e nível de emprego.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, para além da discussão econômica, a PEC do fim da 6×1 traz benefícios humanos para milhões de trabalhadores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“No ano passado, o Brasil bateu o recorde de afastamentos de trabalhadores por burnout, depressão e ansiedade. Isso é resultado da exaustão de trabalhadores”, destacou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, 4,1 milhões de trabalhadores foram afastados temporariamente por motivos de saúde, aumento de 15% em relação a 2024. Os principais motivos foram dor nas costas e lesões dos discos intervertebrais, como hérnias de disco, além de problemas mentais e depressivos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Boulos lembrou que as experiências de redução de jornada de trabalho levaram ao aumento da produtividade do trabalho, “por razões que deveriam nos parecer óbvias”. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Um trabalhador mais descansado é um trabalhador mais produtivo”, disse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Votação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, defendeu a PEC apresentada pela oposição. A proposta mantém a escala 6×1, não reduz a jornada de trabalho e introduz um contrato por hora trabalhada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nós vamos criar situações que vão levar à informalidade? Nós vamos tirar a liberdade das pessoas de fazerem o que querem fazer? Nós vamos tirar a liberdade de as pessoas se entenderem? E como fica a pequena, a micro, a média empresa e os microempreendedores individuais?”, questionou. <br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924200_908_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="2844348483" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<h6 class="wp-block-heading">Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, defende votação da PEC depois das eleições – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
<p class="wp-block-paragraph">Skaf apelou para que a PEC 6×1 seja votada apenas depois da eleição de outubro.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Podemos debater, mas não em vésperas de eleição, não com motivação eleitoral, não tirando a liberdade dos senadores ou dos deputados de votarem dentro das suas consciências, dentro daquilo que veem como o melhor para o Brasil”, argumentou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, afirmou que a PEC aumenta os custos dos transportes e pediu uma transição mais longa para redução das jornadas.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Outra alternativa para absorvermos isso é fazer uma transição com mais tempo, com mais prazo para poder se fazer. Se colocarmos 1 hora por ano, é muito provável que os empresários conseguirão absorver com mais facilidade o aumento de custos”, defendeu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC aprovada na Câmara prevê 60 dias para acabar com a escala  6×1 e 14 meses para se chegar às 40 horas semanais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tempo para viver</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, lembrou que uma das primeiras greves do Brasil, em 1917, já pedia a jornada de trabalho de 40 horas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Todos nós temos o direito de viver. Nós gostamos de trabalhar, sou apaixonado pelo trabalho, mas acho que nós merecemos também viver, estar com a família”, disse Patah.<br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924201_10_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="401039200" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<h6 class="wp-block-heading">Audiência pública no Senado para debater o fim da escala 6×1 – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
<p class="wp-block-paragraph">A liderança sindical chamou a atenção para o tempo que o trabalhador passa dentro do transporte para ir e voltar do serviço. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nós não podemos ter um país onde poucas pessoas têm privilégios extraordinários e milhões de pessoas estão exauridas”, alertou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, defendeu que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Muito dinheiro na mão de poucos é miséria e desigualdade. Pouco dinheiro na mão de muitos é desenvolvimento, é consumo, é uma economia mais dinâmica, são trabalhadores gerando negócios e oportunidades para que inclusive o capital possa se fortalecer”, argumentou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro citou o projeto de lei enviado pelo Executivo à Câmara, com aumento do limite de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs) e a autorização para contratar dois trabalhadores, considerando como  uma medida para aliviar os pequenos negócios em meio a redução da jornada de trabalho. </p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem-2/">Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[6x1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6&#215;1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Empresários dos setores do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6&#215;1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Empresários dos setores do comércio, dos transportes e da indústria e senadores da oposição criticaram a PEC, alegando que a proposta eleva custos do trabalho e prejudica a economia. </p>
<p>Os líderes patronais defendem que a jornada seja definida por negociação direta entre empregados e empregadores, e não por mudança legislativa.</p>
<p>Os representantes de centrais sindicais e do governo federal ponderam que os custos da PEC para economia são pequenos, semelhantes a um aumento de salário mínimo. </p>
<p>Para os defensores da proposta, os trabalhadores estão exaustos da escala 6&#215;1 e precisam de mais tempo para família, estudos e lazer.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira (D), defende que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Além de instituir dois dias de descanso por semana, a PEC reduz a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.  </p>
<p>O presidente da Federação de Comércio de São Paulo (Fecomércio-SP), Ivo Dall’Acqua, destacou que o desafio não é escolher entre trabalhar “mais ou menos”, mas como o Brasil pode “produzir mais”.</p>
<p>“O problema não é o trabalhador. O problema é a produtividade da economia. Primeiro, precisamos produzir mais riqueza, depois, distribuí-la. Foi esse o caminho percorrido pelas economias que hoje servem de referência internacional”, argumenta o empresário.</p>
<h2>Exaustão</h2>
<p>O ministro da Secretária-geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, avalia que os custos econômicos da PEC podem ser absorvidos pelas empresas, assim como a economia absorve aumentos reais do salário mínimo.</p>
<p>“[Estudo do Ipea calculou um impacto] de 7,8%, que é algo proporcional ao aumento real de salário mínimo. Aumentou-se o salário e nenhuma empresa faliu. Nenhuma empresa deixou de operar, não houve desemprego. Ao contrário, nós estamos na menor taxa de desemprego da série histórica no Brasil”, defendeu Boulos.</p>
<p>Estudos sobre o tema têm divergido em relação aos impactos da PEC do fim da 6&#215;1 em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), inflação e nível de emprego.</p>
<p>Segundo o ministro, para além da discussão econômica, a PEC do fim da 6&#215;1 traz benefícios humanos para milhões de trabalhadores.</p>
<p>“No ano passado, o Brasil bateu o recorde de afastamentos de trabalhadores por burnout, depressão e ansiedade. Isso é resultado da exaustão de trabalhadores”, destacou.</p>
<p>Em 2025, 4,1 milhões de trabalhadores foram afastados temporariamente por motivos de saúde, aumento de 15% em relação a 2024. Os principais motivos foram dor nas costas e lesões dos discos intervertebrais, como hérnias de disco, além de problemas mentais e depressivos.</p>
<p>Boulos lembrou que as experiências de redução de jornada de trabalho levaram ao aumento da produtividade do trabalho, “por razões que deveriam nos parecer óbvias”. </p>
<p>“Um trabalhador mais descansado é um trabalhador mais produtivo”, disse.</p>
<h2>Votação</h2>
<p>O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, defendeu a PEC apresentada pela oposição. A proposta mantém a escala 6&#215;1, não reduz a jornada de trabalho e introduz um contrato por hora trabalhada.</p>
<p>“Nós vamos criar situações que vão levar à informalidade? Nós vamos tirar a liberdade das pessoas de fazerem o que querem fazer? Nós vamos tirar a liberdade de as pessoas se entenderem? E como fica a pequena, a micro, a média empresa e os microempreendedores individuais?”, questionou. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924200_908_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, defende votação da PEC depois das eleições &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Skaf apelou para que a PEC 6&#215;1 seja votada apenas depois da eleição de outubro.  </p>
<p>“Podemos debater, mas não em vésperas de eleição, não com motivação eleitoral, não tirando a liberdade dos senadores ou dos deputados de votarem dentro das suas consciências, dentro daquilo que veem como o melhor para o Brasil”, argumentou.</p>
<p>O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, afirmou que a PEC aumenta os custos dos transportes e pediu uma transição mais longa para redução das jornadas.  </p>
<p>“Outra alternativa para absorvermos isso é fazer uma transição com mais tempo, com mais prazo para poder se fazer. Se colocarmos 1 hora por ano, é muito provável que os empresários conseguirão absorver com mais facilidade o aumento de custos”, defendeu.</p>
<p>A PEC aprovada na Câmara prevê 60 dias para acabar com a escala  6&#215;1 e 14 meses para se chegar às 40 horas semanais.</p>
<h2>Tempo para viver</h2>
<p>O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, lembrou que uma das primeiras greves do Brasil, em 1917, já pedia a jornada de trabalho de 40 horas.</p>
<p>“Todos nós temos o direito de viver. Nós gostamos de trabalhar, sou apaixonado pelo trabalho, mas acho que nós merecemos também viver, estar com a família”, disse Patah.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924201_10_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Audiência pública no Senado para debater o fim da escala 6&#215;1 &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A liderança sindical chamou a atenção para o tempo que o trabalhador passa dentro do transporte para ir e voltar do serviço. </p>
<p>“Nós não podemos ter um país onde poucas pessoas têm privilégios extraordinários e milhões de pessoas estão exauridas”, alertou.</p>
<p>O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, defendeu que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores.</p>
<p>“Muito dinheiro na mão de poucos é miséria e desigualdade. Pouco dinheiro na mão de muitos é desenvolvimento, é consumo, é uma economia mais dinâmica, são trabalhadores gerando negócios e oportunidades para que inclusive o capital possa se fortalecer”, argumentou.</p>
<p>O ministro citou o projeto de lei enviado pelo Executivo à Câmara, com aumento do limite de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs) e a autorização para contratar dois trabalhadores, considerando como  uma medida para aliviar os pequenos negócios em meio a redução da jornada de trabalho. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>PEC de aposentadoria de agentes deve ser votada até 15 de julho</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/pec-de-aposentadoria-de-agentes-deve-ser-votada-ate-15-de-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 23:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta terça-feira (30) que a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2021, que cria regras específicas de aposentadoria para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, deverá ser concluída até 15 de julho, antes do início do recesso parlamentar. A proposta reduz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou nesta terça-feira (30) que a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 14/2021, que cria regras específicas de aposentadoria para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias, deverá ser concluída até 15 de julho, antes do início do recesso parlamentar.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PEC-de-aposentadoria-de-agentes-deve-ser-votada-ate-15.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A proposta reduz a idade mínima para aposentadoria dessas categorias para 57 anos, no caso das mulheres, e 60 anos para os homens, desde que sejam comprovados 25 anos de contribuição e de efetivo exercício da atividade profissional. O texto também estabelece regras permanentes e transitórias de aposentadoria, disciplina a forma de contratação dos profissionais, prevê assistência financeira complementar da União e estende as novas regras aos agentes indígenas de saúde e aos agentes indígenas de saneamento.</p>
<p>Aprovada pela Câmara dos Deputados em 2025, a PEC gerou preocupação no governo em razão do impacto nas contas públicas. De acordo com os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento, a proposta poderá gerar impacto anual de R$ 3 bilhões no Orçamento.</p>
<p>O texto prevê assistência financeira complementar da União a estados, ao Distrito Federal e aos municípios para compensar o aumento das despesas dos regimes próprios de previdência. Também determina repasses ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS) para compensar o impacto das aposentadorias concedidas com base nas novas regras.</p>
<p>As regras valerão tanto para os profissionais vinculados ao Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) quanto para os segurados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), administrado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Atualmente, essas categorias seguem as regras gerais de aposentadoria, que preveem idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.</p>
<p>Ao comentar as críticas relacionadas ao impacto fiscal, Alcolumbre afirmou que o Congresso já aprovou medidas que flexibilizaram regras fiscais para atender outras demandas e defendeu a votação da proposta.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/PEC-de-aposentadoria-de-agentes-deve-ser-votada-ate-15.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 30/062026 Sessão do Senado. Senadora Teresa Leitão, nova líder do governo e o presidente do congresso, Seandor Davi Alcolumbre Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p>Sessão do Senado. Senadores, Davi Alcolumbre e Teresa Leitão., por Lula Marques/Agência Brasil.</p>
<p>Tramitação</p>
<p>Segundo Alcolumbre, a proposta seguirá o rito regimental. Nesta terça-feira, a PEC passou pela primeira das cinco sessões de discussão em primeiro turno. Após esse período, o presidente do Senado pretende colocar em votação um requerimento de calendário especial para suprimir as três sessões restantes entre o primeiro e o segundo turnos, permitindo a conclusão da votação e a promulgação da emenda antes do recesso parlamentar, previsto para começar em 18 de julho.</p>
<p>&#8220;Não vou tirar a proposta de deliberação. Não vou votar o calendário especial para a gente quebrar o interstício. Vou ouvir cinco sessões; quando eu ouvir cinco sessões, vou botar em votação o requerimento do calendário especial para a gente suprimir as outras três, fazer a votação do segundo turno e marcar a sessão de promulgação&#8221;, afirmou.</p>
<p>O relator da proposta, senador Irajá (PSD-TO), defendeu a aprovação da PEC antes das eleições de outubro.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Senado.</em><br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/pec-de-aposentadoria-de-agentes-deve-ser-votada-ate-15-de-julho" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/pec-de-aposentadoria-de-agentes-deve-ser-votada-ate-15-de-julho/">PEC de aposentadoria de agentes deve ser votada até 15 de julho</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Ministro da Fazenda critica PEC de Plínio Valério que dá autonomia ao BC: &#8216;novo poder&#8217;</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/ministro-da-fazenda-critica-pec-de-plinio-valerio-que-da-autonomia-ao-bc-novo-poder/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 12:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou, nesta quarta-feira (17), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que concede autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central (BC). A medida foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na semana passada. O substitutivo do senador Plínio Valério (PSDB-AM) à proposta de emenda à Constituição, cria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou, nesta quarta-feira (17), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que concede autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central (BC). A medida foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na semana passada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Ministro-da-Fazenda-critica-PEC-de-Plinio-Valerio-que-da.gif?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="1961256819" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">O substitutivo do senador Plínio Valério (PSDB-AM) à proposta de emenda à Constituição,  cria um regime jurídico próprio e concede autonomia orçamentária e financeira para o Banco Central (BC)</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em audiência pública na Câmara dos Deputados, o ministro argumentou que não se pode, a pretexto de fortalecer o Banco Central, criar “uma série de distorções” na contabilidade da autoridade monetária do Brasil, assim como no processo de auditoria do BC.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“É preciso fortalecer, sim, a instituição do Banco Central, assim como outras agências, sem que a gente tenha uma espécie de novo Poder da República, que pode mandar projeto de lei, que não se submete à auditoria da Controladoria-Geral da União [CGU]”, disse o ministro ao responder a perguntas de parlamentares.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC 65 de 2023, que será votada no plenário do Senado, estabelece autonomia administrativa, contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial ao BC “com ausência de vinculação a Ministério ou a qualquer órgão ou sistema da Administração Pública e de tutela ou subordinação hierárquica”.</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<p class="wp-block-paragraph">As mudanças previstas no texto preocupam Durigan. “Até, inclusive, para a proteção do Banco Central, que acho que tem que estar bastante dentro das regras do jogo”, completou.<br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Ministro-da-Fazenda-critica-PEC-de-Plinio-Valerio-que-da.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 17/06/2026 – O ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante audiência pública conjunta promovida pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e de Finanças e Tributação da Câmara. Foto Lula Marques/Agência Brasil." title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="728935255" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa de audiência pública na Câmara – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</p>
<p class="wp-block-paragraph">A proposta permite que o BC retenha, no seu orçamento, receita própria criada pela senhoriagem (recursos oriundos da emissão de moeda). Atualmente, o BC tem seu orçamento definido pela Lei Orçamentária Anual (LOA), e os recursos da senhoriagem são transferidos para o Tesouro Nacional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A receita da senhoriagem foi de R$ 23,3 bilhões, ao ano, entre 2017 e 2025, enquanto o orçamento do BC foi de R$ 4,8 bilhões, ao ano, no mesmo período. O governo teme que a PEC traga ainda perda de receitas para o Tesouro.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Cooptação do BC</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Economistas brasileiros publicaram um manifesto contra a PEC alegando que o texto facilita a cooptação do BC pelo setor financeiro, que é fiscalizado e regulado pela autoridade monetária, além de favorecer a manutenção dos altos juros no Brasil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A PEC cria independência seletiva: afasta o BC do controle democrático do Estado [Congresso, Tribunal de Contas da União, Executivo], mas o mantém estruturalmente poroso às influências do mercado financeiro. Perdem-se os freios dos poderes constituídos e os canais de acesso do setor privado continuam abertos”, diz o manifesto.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O documento sustenta que a PEC fragiliza a fiscalização, o controle social e a responsabilização do Banco Central; aumenta a dívida pública; e poderia criar um modelo único no mundo que reúne autonomia financeira e operacional da autoridade monetária.<br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781870511_32_Ministro-da-Fazenda-critica-PEC-de-Plinio-Valerio-que-da.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 17/06/2026 – O ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante audiência pública conjunta promovida pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e de Finanças e Tributação da Câmara. Foto Lula Marques/Agência Brasil." title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="1902731544" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Dario Durigan critica PEC que concede autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</p>
<h2 class="wp-block-heading">Autonomia financeira</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Em 2021, foi aprovada e sancionada lei que concedeu ao BC autonomia administrativa e operacional em relação ao governo, mas a instituição segue dependente do Orçamento da União para as atividades que desempenha.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC 65 amplia a autonomia do BC ao permitir que a autoridade monetária retenha receita própria criada com a emissão de moedas. A proposta é defendida pela diretoria do Banco Central, liderada pelo presidente Gabriel Galípolo. Ele argumenta que a instituição está nos limites dos recursos para cumprir com a missão de fiscalizar e regular o sistema financeiro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O texto também é defendido pelos bancos privados, setor que o BC tem a obrigação de regular e fiscalizar. A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) têm se manifestado favoravelmente à proposta.</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/ministro-da-fazenda-critica-pec-de-plinio-valerio-que-da-autonomia-ao-bc-novo-poder/">Ministro da Fazenda critica PEC de Plínio Valério que dá autonomia ao BC: &#8216;novo poder&#8217;</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Durigan critica PEC que dá autonomia ao BC por criar “novo Poder&#8221;</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/durigan-critica-pec-que-da-autonomia-ao-bc-por-criar-novo-poder/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 18:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou, nesta quarta-feira (17), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que concede autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central (BC). A medida foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na semana passada. Em audiência pública na Câmara dos Deputados, o ministro argumentou que não se pode, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou, nesta quarta-feira (17), a proposta de emenda à Constituição (PEC) que concede autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central (BC). A medida foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na semana passada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Durigan-critica-PEC-que-da-autonomia-ao-BC-por-criar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em audiência pública na Câmara dos Deputados, o ministro argumentou que não se pode, a pretexto de fortalecer o Banco Central, criar “uma série de distorções” na contabilidade da autoridade monetária do Brasil, assim como no processo de auditoria do BC.</p>
<p>“É preciso fortalecer, sim, a instituição do Banco Central, assim como outras agências, sem que a gente tenha uma espécie de novo Poder da República, que pode mandar projeto de lei, que não se submete à auditoria da Controladoria-Geral da União [CGU]”, disse o ministro ao responder a perguntas de parlamentares.</p>
<p>A PEC 65 de 2023, que será votada no plenário do Senado, estabelece autonomia administrativa, contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial ao BC “com ausência de vinculação a Ministério ou a qualquer órgão ou sistema da Administração Pública e de tutela ou subordinação hierárquica”.</p>
<p>As mudanças previstas no texto preocupam Durigan. “Até, inclusive, para a proteção do Banco Central, que acho que tem que estar bastante dentro das regras do jogo”, completou.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Durigan-critica-PEC-que-da-autonomia-ao-BC-por-criar.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 17/06/2026 – O ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante audiência pública conjunta promovida pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e de Finanças e Tributação da Câmara. Foto Lula Marques/Agência Brasil." title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p>O ministro da Fazenda, Dario Durigan, participa de audiência pública na Câmara &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</p>
<p>A proposta permite que o BC retenha, no seu orçamento, receita própria criada pela senhoriagem (recursos oriundos da emissão de moeda). Atualmente, o BC tem seu orçamento definido pela Lei Orçamentária Anual (LOA), e os recursos da senhoriagem são transferidos para o Tesouro Nacional.</p>
<p>A receita da senhoriagem foi de R$ 23,3 bilhões, ao ano, entre 2017 e 2025, enquanto o orçamento do BC foi de R$ 4,8 bilhões, ao ano, no mesmo período. O governo teme que a PEC traga ainda perda de receitas para o Tesouro.</p>
<h2>Cooptação do BC</h2>
<p>Economistas brasileiros publicaram um manifesto contra a PEC alegando que o texto facilita a cooptação do BC pelo setor financeiro, que é fiscalizado e regulado pela autoridade monetária, além de favorecer a manutenção dos altos juros no Brasil.</p>
<p>“A PEC cria independência seletiva: afasta o BC do controle democrático do Estado [Congresso, Tribunal de Contas da União, Executivo], mas o mantém estruturalmente poroso às influências do mercado financeiro. Perdem-se os freios dos poderes constituídos e os canais de acesso do setor privado continuam abertos”, diz o manifesto.</p>
<p>O documento sustenta que a PEC fragiliza a fiscalização, o controle social e a responsabilização do Banco Central; aumenta a dívida pública; e poderia criar um modelo único no mundo que reúne autonomia financeira e operacional da autoridade monetária.<br /> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781721784_795_Durigan-critica-PEC-que-da-autonomia-ao-BC-por-criar.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 17/06/2026 – O ministro da Fazenda, Dario Durigan, durante audiência pública conjunta promovida pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e de Finanças e Tributação da Câmara. Foto Lula Marques/Agência Brasil." title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p>Dario Durigan critica PEC que concede autonomia financeira e orçamentária ao Banco Central &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</p>
<h2>Autonomia financeira</h2>
<p>Em 2021, foi aprovada e sancionada lei que concedeu ao BC autonomia administrativa e operacional em relação ao governo, mas a instituição segue dependente do Orçamento da União para as atividades que desempenha.</p>
<p>A PEC 65 amplia a autonomia do BC ao permitir que a autoridade monetária retenha receita própria criada com a emissão de moedas. A proposta é defendida pela diretoria do Banco Central, liderada pelo presidente Gabriel Galípolo. Ele argumenta que a instituição está nos limites dos recursos para cumprir com a missão de fiscalizar e regular o sistema financeiro.</p>
<p>O texto também é defendido pelos bancos privados, setor que o BC tem a obrigação de regular e fiscalizar. A Associação Brasileira de Bancos (ABBC) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) têm se manifestado favoravelmente à proposta.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/durigan-critica-pec-que-da-autonomia-ao-bc-por-criar-novo-poder" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Senadores discutem ritmo de tramitação da PEC do fim da escala 6&#215;1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 11:32:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6&#215;1 terá seu cronograma de tramitação definido nesta semana no Senado. O texto, aprovado no fim de maio pela Câmara dos Deputados, institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de redução jornada de trabalho das atuais 44 horas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6&#215;1 terá seu cronograma de tramitação definido nesta semana no Senado. O texto, aprovado no fim de maio pela Câmara dos Deputados, institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de redução jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Senadores-discutem-ritmo-de-tramitacao-da-PEC-do-fim-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Uma reunião de líderes, prevista para esta terça-feira (9), deverá discutir o ritmo de tramitação da matéria. Na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a PEC não será analisada diretamente pelo plenário da Casa e terá de passar pelas comissões. A primeira delas é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comandada por Otto Alencar (PSD-BA).</p>
<p>Davi Alcolumbre também reforçou que o Senado precisa ouvir todos os setores envolvidos, o que talvez arraste a análise da proposta ao longo dos próximos meses. Desde que chegou ao Senado, no dia 28 de maio, a PEC ainda não teve nenhum andamento e acabou tendo a tramitação desacelerada por causa do feriado prolongado de Corpus Christi, na semana passada. Defendida pelo governo federal e apoiada por amplos setores da sociedade civil, a expectativa é que a PEC do fim da escala 6&#215;1 seja aprovada até meados de julho.</p>
<p>Assim como na Câmara, após passar por uma ou mais comissões, a PEC ainda precisará ser aprovada por três quintos dos senadores em plenário, o que dá 49 votos, em duas votações seguidas. Havendo alterações no texto, a proposta retorna à Câmara dos Deputados, que dará a palavra final.</p>
<h2>Autonomia financeira do BC</h2>
<p>Outro projeto importante que está na pauta do Senado nesta semana é a PEC que cria um regime jurídico próprio e concede autonomia orçamentária e financeira ao Banco Central (BC). O texto é um dos itens de votações da CCJ nesta quarta-feira (10).</p>
<p>De autoria do senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), a PEC transforma o BC em entidade pública de natureza especial, uma nova categoria jurídica criada pela proposta. O BC passaria a ser definido como entidade que exerce atividade estatal, integrante do setor público financeiro e dotada de poder de polícia, incluindo regulação, supervisão e resolução. </p>
<p>A proposta coloca o Banco Central fora do âmbito do Orçamento da União. Favorável à autonomia, o relator da PEC, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) considera que a autarquia, embora já conte com autonomia operacional, depende do Orçamento e pode sofrer limitações administrativas e financeiras impostas pelo governo federal. A autonomia de gestão do BC existe desde 2021, garantida pela Lei Complementar 179, que instituiu mandatos fixos aos diretores e ao presidente da instituição. Eles são indicados pelo presidente da República, mas não podem ser demitidos por ele no decorrer do mandato.</p>
<p><em>*Com informações da Agência Senado.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-06/senadores-discutem-ritmo-de-tramitacao-da-pec-do-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Saiba como votaram os deputados na PEC que acaba com a escala 6&#215;1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 17:52:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na noite de quarta-feira (27), a Câmara dos Deputados aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala 6&#215;1, instituindo a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais.  &#62;&#62;&#62; Entenda a PEC que acaba com [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite de quarta-feira (27), a Câmara dos Deputados aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) 221/19 que acaba com a escala 6&#215;1, instituindo a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Saiba-como-votaram-os-deputados-na-PEC-que-acaba-com.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&gt;&gt;&gt; Entenda a PEC que acaba com escala 6&#215;1</p>
<p>A votação no plenário se deu em dois turnos e a proposta foi aprovada por ampla maioria. Na primeira votação, foram 472 votos a favor e 22 contra. No segundo turno, votaram a favor da PEC 461 parlamentares; 19 foram contra.  </p>
<p>Considerando as 27 bancadas estaduais, os votos contra o fim da escala 6x 1 vieram de apenas cinco estados: Roraima, Maranhão, São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. </p>
<p>Votaram contra a proposta, considerando os dois turnos, apenas os seguintes parlamentares: </p>
<ul>
<li>Adriana Ventura (Novo-SP)  </li>
<li>Bibo Nunes (PL-RS) </li>
<li>Carlos Chiodini (MDB-SC) </li>
<li>Caroline de Toni (PL-SC) </li>
<li>Daniel Freitas (PL-SC)  </li>
<li>Daniela Reinehr (PL-SC) </li>
<li>Fabio Schiochet (União-SC) </li>
<li>Fausto Pinato (União-SP) </li>
<li>Gilson Marques (Novo-SC) </li>
<li>Julia Zanatta (PL-SC) </li>
<li>Kim Kataguiri (Missão-SP)  </li>
<li>Lucas Redecker (PSD-RS) </li>
<li>Marcel van Hattem (Novo-RS) </li>
<li>Mauricio Marcon (PL-RS) </li>
<li>Nicoletti (PL-RR) </li>
<li>Paulo Marinho Jr (PL-MA) </li>
<li>Pezenti (MDB-SC) </li>
<li>Ricardo Guidi (PL-SC) </li>
<li>Ricardo Salles (Novo-SP) </li>
<li>Rosangela Moro (PL-SP) </li>
<li>Sérgio Turra (PP-RS) </li>
<li>Zé Trovão (PL-SC) </li>
</ul>
<p>Confira abaixo a lista completa de como votaram os deputados na PEC que acaba com a escala de trabalho 6&#215;1: </p>
<p>1º turno </p>
<p>2º turno </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/saiba-como-votaram-os-deputados-na-pec-que-acaba-com-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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