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	<title>pesquisa Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>pesquisa Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Fatores sociais empurram famílias para ultraprocessados, diz pesquisa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 10:16:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sobrecarga materna, o preço atraente e até componentes afetivos são alguns dos fatores sociais que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas de diferentes cidades brasileiras, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (31) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O estudo entrevistou cerca de 600 famílias de três comunidades urbanas do país: Guamá, em Belém (PA); Ibura, em Recife (PE); e Pavuna, no Rio de Janeiro (RJ).  Apesar de 84% dos entrevistados se considerarem muito preocupados em oferecer uma alimentação saudável para suas famílias, em metade dos lares os alimentos ultraprocessados faziam parte do lanche das crianças. Além disso, em um a cada quatro, algum desses produtos estava no café da manhã. Os produtos ultraprocessados mais presentes nas casas foram iogurte com sabor, embutidos, biscoito recheado, refrigerante...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A sobrecarga materna, o preço atraente e até componentes afetivos são alguns dos fatores sociais que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas de diferentes cidades brasileiras, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (31) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo entrevistou cerca de 600 famílias de três comunidades urbanas do país: Guamá, em Belém (PA); Ibura, em Recife (PE); e Pavuna, no Rio de Janeiro (RJ). </p>
<p>Apesar de 84% dos entrevistados se considerarem muito preocupados em oferecer uma alimentação saudável para suas famílias, em metade dos lares os alimentos ultraprocessados faziam parte do lanche das crianças. Além disso, em um a cada quatro, algum desses produtos estava no café da manhã.</p>
<p>Os produtos ultraprocessados mais presentes nas casas foram iogurte com sabor, embutidos, biscoito recheado, refrigerante e macarrão instantâneo.</p>
<h2>O que são ultraprocessados?</h2>
<p>Os ultraprocessados são produtos alimentícios de origem industrial, resultantes da mistura de ingredientes naturais com aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e emulsificantes. Isso permite a fabricação de produtos de baixo custo, longa durabilidade e com sabores intensos, que viciam o paladar. </p>
<p>Evidências científicas mostram que o seu consumo aumenta o risco de doenças como obesidade, diabetes, problemas cardíacos, depressão e câncer. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) - Novas regras para fabricação de presunto entram em vigor em maio. Foto: MAPA/Divulgação" title="MAPA/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Embutidos como presunto são considerados ultraprocessados Foto: MAPA/Divulgação &#8211; MAPA/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Sobrecarga materna</h2>
<p>Nas famílias ouvidas pela pesquisa, 87% das mães exerceram a tarefa de comprar e servir o alimento às crianças, e 82% delas também foram responsáveis pela preparação.</p>
<p>Já entre os pais, apenas 40% comprou alimentos, enquanto 27% cozinharam e 31% ofereceram a comida às crianças da casa. </p>
<p>A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef no Brasil, Stephanie Amaral, ressalta a sobrecarga das mulheres nos cuidados com a alimentação.</p>
<p>&#8220;Muitas mães fazem isso sozinhas, além de trabalhar fora. É uma sobrecarga que acaba fazendo com que a praticidade dos alimentos ultraprocessados pese muito mais&#8221;.</p>
<h2>Desconhecimento</h2>
<p>Outro ponto destacado pela pesquisa é o desconhecimento sobre os produtos ultraprocessados. Muitos alimentos que se enquadram nessa categoria foram apontados como saudáveis pela maioria dos entrevistados, como os iogurtes com sabor e os nuggets de frango fritos na <em>airfryer</em>. </p>
<p>A nova rotulagem frontal dos produtos, que traz avisos quando eles têm grande concentração de sódio, açúcar e gorduras saturadas também não cumpre seu papel de forma integral: 26% dos entrevistados disseram não saber o que esses avisos significam.</p>
<p>Além disso, 55% dos entrevistados nunca observam os avisos de alto teor no rótulo dos alimentos, e 62% admitem que nunca deixaram de comprar algum produto por causa deles. </p>
<h2>Preço baixo</h2>
<p>A percepção de preço também pode influenciar no consumo. A maioria das famílias (67%) considera que os sucos de caixinha, salgadinhos e refrigerantes são baratos.</p>
<p>Já legumes e verduras são considerados caros por 68% delas, proporção que sobe para 76% no caso das frutas e 94% no das carnes.</p>
<p>Os pesquisadores também fizeram entrevistas aprofundadas com algumas famílias e identificaram ainda um componente afetivo.</p>
<p>&#8220;Essas pessoas não tinham dinheiro para comprar os alimentos que elas queriam quando eram crianças, então agora elas se sentem felizes por poder comprar o que a criança quer comer. E aí esses alimentos ultraprocessados, ainda mais aqueles com desenhos e personagens, são associados a uma infância feliz&#8221;, explica Stephanie Amaral. </p>
<p>A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef destaca ainda que é mais difícil controlar o consumo no caso dos ultraprocessados, porque os danos que eles causam à saúde são cumulativos e não imediatos. Mesmo assim, ela acredita que as escolas podem contribuir de forma essencial: </p>
<p>&#8220;As famílias mostram uma confiança muito grande na alimentação escolar, o que mostra como as escolas são importantes em oferecer o alimento saudável, mas também em promover essa alimentação para as famílias&#8221;</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774952178_432_Fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Merenda escolar -  Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome" title="Sergio Amaral/Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social"/></p>
<p><h6 class="meta">Merenda escolar é essencial para acesso à alimentação saudável &#8211; Sergio Amaral/Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Recomendações do estudo</h2>
<p>Fortalecer a regulação de alimentos ultraprocessados: avançar na regulação da publicidade infantil, na tributação de ultraprocessados e na promoção de ambientes escolares saudáveis, reduzindo a exposição e o consumo desses produtos</p>
<p>Expandir creches e escolas em tempo integral: a ampliação da educação infantil e da jornada escolar fortalece redes de apoio às famílias, reduz sobrecargas, especialmente sobre as mulheres, e contribui para a proteção e promoção de hábitos saudáveis.</p>
<p>Fortalecer a orientação alimentar nos serviços de saúde: ampliar o aconselhamento alimentar, desde a gestação, de forma a promover informação de qualidade,  evitar a introdução precoce de ultraprocessados e influenciar a adoção de hábitos saudáveis desde o início da vida.</p>
<p>Apoiar iniciativas e lideranças comunitárias: fortalecer ações locais — como hortas, feiras, atividades esportivas e redes de apoio — amplia o acesso a alimentos saudáveis e incentiva práticas de atividade física nos territórios.</p>
<p>Ampliar a compreensão e o uso da rotulagem frontal: promover campanhas e ações educativas que expliquem, de forma clara, o significado da rotulagem e seu uso no dia a dia e acompanhar a efetividade da rotulagem frontal, considerando seus critérios nutricionais e formato dos alertas.</p>
<p>Investir em comunicação para mudança de comportamento: estratégias de comunicação devem considerar a realidade das famílias, usar linguagem simples e abordar desafios práticos, como identificar “falsos saudáveis” e melhorar formas de preparo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Pesquisa alerta para adolescentes ainda desprotegidos contra o HPV</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pesquisa-alerta-para-adolescentes-ainda-desprotegidos-contra-o-hpv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Mar 2026 14:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde oferece um método seguro para a prevenção de vários tipos de câncer: a vacina contra o HPV. Mas, para alcançar a sua máxima eficiência, essa precaução precisa ser tomada no final da infância ou início da adolescência, o que não acontece para boa parte do público-alvo.  A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quarta-feira (25), mostra que apenas 54,9% dos estudantes, com idades entre 13 e 17 anos, tinham certeza de que foram vacinados contra o HPV, sigla para papilomavírus humano. Esse vírus é responsável por 99% dos casos de câncer de colo do útero e por boa parte dos tumores de ânus, pênis, boca e garganta. Proteção gratuita A vacina que previne...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde oferece um método seguro para a prevenção de vários tipos de câncer: a vacina contra o HPV. Mas, para alcançar a sua máxima eficiência, essa precaução precisa ser tomada no final da infância ou início da adolescência, o que não acontece para boa parte do público-alvo. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Pesquisa-alerta-para-adolescentes-ainda-desprotegidos-contra-o-HPV.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última quarta-feira (25), mostra que apenas 54,9% dos estudantes, com idades entre 13 e 17 anos, tinham certeza de que foram vacinados contra o HPV, sigla para papilomavírus humano.</p>
<p>Esse vírus é responsável por 99% dos casos de câncer de colo do útero e por boa parte dos tumores de ânus, pênis, boca e garganta.</p>
<h2>Proteção gratuita</h2>
<p>A vacina que previne contra o HPV está disponível em todas as unidades de saúde do Brasil, e deve ser tomada por meninas e meninos, entre 9 e 14 anos.</p>
<p>Essa faixa etária foi definida porque o vírus é transmitido principalmente por via sexual, e a vacina é mais eficaz se for tomada antes da primeira relação. </p>
<p>Apesar disso, 10,4% dos estudantes entrevistados pelo IBGE ainda não estavam vacinados e 34,6% não sabiam se tinham recebido a vacina ou não. </p>
<p>Isso representa quase 1,3 milhão de adolescentes desprotegidos, e outros 4,2 milhões potencialmente vulneráveis à infecção. </p>
<p>A mesma pesquisa identificou que 30,4% dos estudantes de 13 a 17 anos já tinham vida sexual ativa, e que a idade média de iniciação sexual foi de 13,3 anos para os meninos e de 14,3 anos para as meninas.</p>
<p>Os dados foram coletados pelo IBGE em 2024 e mostram ainda que a porcentagem de estudantes que se vacinaram caiu 8 pontos percentuais na comparação com a edição anterior da pesquisa, de 2019.</p>
<p>Apesar de uma proporção maior de meninas ter se vacinado ─ 59,5%, contra 50,3% dos meninos ─ a queda da cobertura vacinal entre elas foi ainda mais expressiva, de 16,6 pontos. </p>
<h2>Falta de informação</h2>
<p>Considerando apenas os estudantes que não se vacinaram, metade deles alegou não saber que precisava tomar a vacina. Para a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações Isabela Balallai, isso prova como a falta de informação tem sido preponderante. </p>
<p>&#8220;Todo mundo acha que a hesitação vacinal se resume às <em>fake news,</em> mas não é isso. A desinformação é só uma das coisas que causam a hesitação vacinal. As outras são a falta de acesso, a baixa percepção do risco da doença e a falta de informação. E isso é um problema máximo no Brasil. Muitas pessoas não sabem quando têm que se vacinar e quais as vacinas disponíveis&#8221;.</p>
<p>Outros motivos foram apontados, mas em proporção bem menor:</p>
<ul>
<li>7,3% dos estudantes disseram que o pai, a mãe ou o responsável não quiseram que eles fossem vacinados;</li>
<li>7,2% não se vacinaram porque não sabiam qual a função da vacina;</li>
<li>7% alegaram dificuldade de chegar ao local de vacinação. </li>
</ul>
<p>A pesquisa também apontou algumas diferenças entre alunos de rede pública e privada. Entre os primeiros, 11% não se vacinaram, contra 6,9% do segundo grupo.</p>
<p>Por outro lado, a resistência dos pais contra a vacina foi a razão da hesitação de 15,8% dos alunos da rede privada, e de apenas 6,3% entre os da rede pública. </p>
<p>Para a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, a escola pode cumprir um papel primordial: </p>
<p>&#8220;Quando você pega os principais fatores de hesitação vacinal, a escola resolve todos eles. Resolve a desinformação, educando o adolescente. Resolve a falta de informação, quando eles são informados que vai ter a vacinação. Resolve o acesso, porque é muito difícil levar um adolescente ao posto de saúde, mas vacinar na escola é muito mais simples. E resolve a conscientização dos pais&#8221;.</p>
<h2>Bom exemplo</h2>
<p>Na casa da jornalista e escritora Joana Darc Souza, a única menina não vacinada é a filha mais nova, que ainda tem 6 anos. As outras duas, com 9 e 12 anos, estão imunizadas. </p>
<p>&#8220;Eu nunca tive dúvida em relação à eficácia e sempre defendi que vacina salva vidas. Isso é uma coisa que eu aprendi em casa, quando ainda era criança, e hoje eu replico com as minhas filhas&#8221;, ela conta. </p>
<p>As três filhas de Joana estudam em escolas da rede municipal do Rio de Janeiro e, de acordo com ela, de vez em quando, os alunos são convocados para se vacinarem.</p>
<p>&#8220;Elas acabam não participando, mas só porque aqui em casa a gente sempre está atento às vacinas&#8221;.</p>
<p>Quem ajuda a família nesse controle é outra profissional essencial para a sucesso das políticas de vacinação: a pediatra. &#8220;Ela é bastante cuidadosa e sempre verifica a caderneta das meninas&#8221;, elogia a mãe. </p>
<h2>Resgate vacinal</h2>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, dados preliminares das vacinas aplicadas em 2025 mostram uma cobertura maior do que a verificada na pesquisa, de 86% entre meninas e 74,4% entre meninos. Desde 2024, a vacina contra o HPV é aplicada em dose única. </p>
<p>No ano passado, a pasta lançou também uma estratégia de resgate vacinal, para imunizar os adolescentes de 15 a 19 anos que não receberam a vacina na idade recomendada.</p>
<p>Até agora, 217 mil jovens foram imunizados, mas a campanha segue até junho de 2026 e prevê ações de vacinação nas escolas. </p>
<p>Além disso, todas as unidades de saúde também continuam a aplicar o imunizante nesse público. Quem não tiver o comprovante de vacinação, pode verificar se já recebeu a vacina no aplicativo Meu SUS Digital. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/pesquisa-alerta-para-adolescentes-ainda-desprotegidos-contra-o-hpv" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Superaquecimento de reator deve atrasar atividades de pesquisa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/superaquecimento-de-reator-deve-atrasar-atividades-de-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atividades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O superaquecimento de componentes dos painéis de controle do reator de pesquisa IEA-R1, no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na tarde de segunda-feira (23) deve atrasar a retomada das atividades de pesquisa, informou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen).  O superaquecimento levou à evacuação de prédio com o reator e deve atrasar retomada de produção de radioisótopos de uso médico. Centro pioneiro na produção nacional de radioisótopos, a instalação fica na capital paulista, dentro do campus Butantã da Universidade de São Paulo. Embora o incidente tenha gerado fumaça e danificado parte dos painéis, não houve risco de comprometimento da segurança nem vazamento de radiação.  O prédio foi vistoriado pela brigada mantida pela própria instituição, pelo Corpo de Bombeiros, pelas equipes do Centro Tecnológico da Marinha em São...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O superaquecimento de componentes dos painéis de controle do reator de pesquisa IEA-R1, no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na tarde de segunda-feira (23) deve atrasar a retomada das atividades de pesquisa, informou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Superaquecimento-de-reator-deve-atrasar-atividades-de-pesquisa.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O superaquecimento levou à evacuação de prédio com o reator e deve atrasar retomada de produção de radioisótopos de uso médico.</p>
<p>Centro pioneiro na produção nacional de radioisótopos, a instalação fica na capital paulista, dentro do campus Butantã da Universidade de São Paulo.</p>
<p>Embora o incidente tenha gerado fumaça e danificado parte dos painéis, não houve risco de comprometimento da segurança nem vazamento de radiação. </p>
<p>O prédio foi vistoriado pela brigada mantida pela própria instituição, pelo Corpo de Bombeiros, pelas equipes do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), e pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). </p>
<p>&#8220;Até o momento, não há diagnóstico das causas do superaquecimento. Foram dois painéis de controle comprometidos. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo foi acionada para medir a qualidade do ar, para trabalhos internos”, informou o Cnen em nota. </p>
<p>“A empresa emprestou uma bomba que já está em operação no local, para remoção total do ar. Como o reator não estava operando, os painéis particularmente não executavam qualquer ação. Já foi contratada uma empresa para execução do laudo técnico e orçamento para instalação de novos painéis&#8221;, explicou o Cnen.</p>
<p>A Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN) também fez vistorias no prédio, nos dias 24 e 25, e informou que o incêndio teve natureza localizada e atingiu um conjunto de racks, afetando cabeamento, parte do teto e uma cadeira. </p>
<p>Os inspetores da ANSN acessaram a sala de controle atingida e constataram a ausência de risco radiológico associado ao evento.</p>
<p>Segundo o Ipen/Cnen o reator de pesquisa encontrava-se desligado no momento da ocorrência. </p>
<p>&#8220;Vale destacar que, mesmo com o reator fora de operação, alguns sistemas permanecem energizados, para garantir condições adequadas de segurança, tais como o sistema de refrigeração dos circuitos primário e secundário e o sistema de aquisição de dados operacionais, dentre outros&#8221;, disse o órgão.</p>
<p>O Ipen informou ainda que os módulos de controle potencialmente danificados passarão por avaliação técnica, com acompanhamento e aprovação da ANSN, que recomendou a realização de limpeza industrial especializada e acompanhará a reforma do local.</p>
<p>O reator, que tem 68 anos, opera com um núcleo de urânio e tem 12 estações de pesquisa, parte delas utilizada para a produção de elementos radioativos de uso médico ou em agricultura. </p>
<p>Desde o começo de novembro de 2025 passava por readequações que paralisaram sua operação, após a identificação de alterações em elementos refletores de grafite durante medições realizadas em um duto de irradiação, informou o Ipen.</p>
<p>&#8220;Embora o evento não tenha representado comprometimento da segurança nuclear, a equipe responsável pela operação optou pela suspensão imediata das atividades como medida prudencial, a fim de evitar a progressão de danos a componentes do núcleo”, esclareceu a ANSN. </p>
<p>O Brasil tem atualmente quatro reatores nucleares de pesquisa, todos vinculados à Cnen, sendo o IEA-R1 o maior, com potência licenciada de 5 MW. </p>
<p>Os reatores nucleares de pesquisa atuam na produção de radioisótopos para a medicina nuclear, no fornecimento de fontes radioativas para aplicações industriais, no desenvolvimento de pesquisas científicas e na formação e o treinamento de pessoal licenciado. </p>
<p>Também em São Paulo, na cidade de Iperó, está em construção um reator mais moderno, com previsão de entrega até 2029 e capacidade de 30 MW. </p>
<p>De acordo com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) esse reator garantirá a autossuficiência na produção do radioisótopo Molibdênio-99, essencial para a obtenção do Tecnécio-99m, utilizado em diagnósticos médicos. </p>
<p>O reator possibilitará ainda a nacionalização de outros radioisótopos usados em diagnóstico e terapia, além de ser parte do ciclo de desenvolvimento de combustíveis nucleares e materiais utilizados nos reatores das centrais nucleares brasileiras e em novas tecnologias, como os pequenos reatores modulares.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/superaquecimento-de-reator-deve-atrasar-atividades-de-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Manauaras valorizam pratos regionais no delivery, diz pesquisa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manauaras-valorizam-pratos-regionais-no-delivery-diz-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:58:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O uso de aplicativos de delivery vai além da conveniência e se consolida como uma importante ferramenta de valorização da cultura gastronômica local. Em Manaus, a culinária regional já figura entre as três preferidas dos consumidores ao pedir comida por aplicativo, segundo pesquisa exclusiva da 99Food em parceria com o Instituto Locomotiva. O estudo, intitulado “A relação dos moradores e estabelecimentos de Manaus com o delivery”, ouviu consumidores e empresários locais e oferece um panorama detalhado sobre o comportamento no setor. Orgulho pela gastronomia local impulsiona consumo O levantamento mostra que o orgulho pela culinária amazonense é amplamente reconhecido. Ao todo, 92% dos entrevistados afirmam sentir orgulho dos pratos típicos da região, enquanto 93% acreditam que a gastronomia local deveria ser mais conhecida no Brasil. Esse sentimento também se reflete...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de aplicativos de delivery vai além da conveniência e se consolida como uma importante ferramenta de valorização da cultura gastronômica local. Em Manaus, a culinária regional já figura entre as três preferidas dos consumidores ao pedir comida por aplicativo, segundo pesquisa exclusiva da 99Food em parceria com o Instituto Locomotiva.</p>
<p>O estudo, intitulado “A relação dos moradores e estabelecimentos de Manaus com o delivery”, ouviu consumidores e empresários locais e oferece um panorama detalhado sobre o comportamento no setor.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Orgulho pela gastronomia local impulsiona consumo</h2>
<p>O levantamento mostra que o orgulho pela culinária amazonense é amplamente reconhecido. Ao todo, 92% dos entrevistados afirmam sentir orgulho dos pratos típicos da região, enquanto 93% acreditam que a gastronomia local deveria ser mais conhecida no Brasil.</p>
<p>Esse sentimento também se reflete no consumo: seis em cada dez consumidores costumam pedir ao menos um prato típico da culinária amazônica nos aplicativos.</p>
<p>Entre os itens mais pedidos, destacam-se:</p>
<li>Sobremesas regionais como creme de cupuaçu, buriti e taperebá (39%)</li>
<li>Vatapá amazônico (36%)</li>
<li>Tacacá (35%)</li>
<li>Pato no tucupi (35%)</li>
<li>Arroz com jambu (34%)</li>
<li>Peixes como pirarucu e tambaqui (33%)</li>
<h2 class="wp-block-heading">Delivery já faz parte da rotina dos manauaras</h2>
<p>O estudo também confirma que o delivery está profundamente integrado ao dia a dia da população. Segundo os dados, seis em cada dez consumidores fazem pedidos ao menos uma vez por semana, enquanto 82% passaram a utilizar o serviço em situações em que antes não recorriam a ele.</p>
<p>“O hábito é majoritariamente doméstico — 94% fazem pedidos em casa — e tem no jantar seu principal momento de consumo, sendo a escolha de três em cada quatro usuários, seguido pelo almoço, utilizado por metade dos consumidores”, afirma Bruno Rossini, Diretor Sênior de Comunicação da 99.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Praticidade, variedade e fatores emocionais influenciam escolhas</h2>
<p>Além da conveniência, o comportamento do consumidor revela motivações variadas. A busca por diversidade de opções (82%) e praticidade (81%) lidera os motivos para usar aplicativos de delivery.</p>
<p>Ao mesmo tempo, fatores emocionais também têm peso relevante:</p>
<li>76% utilizam o serviço como recompensa pessoal</li>
<li>75% associam o delivery a ocasiões especiais</li>
<p>Outro dado importante é que 85% afirmam economizar ao usar aplicativos, principalmente devido ao maior acesso a restaurantes e faixas de preço. Além disso, 90% dizem já ter descoberto novos estabelecimentos pelas plataformas, enquanto 70% costumam experimentar pratos diferentes dos preparados em casa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Preço e promoções são decisivos na escolha do app</h2>
<p>Apesar da valorização da culinária local, o consumidor manauara também demonstra forte atenção ao custo-benefício.</p>
<p>Entre as categorias mais pedidas, lideram:</p>
<li>Pizza (19%)</li>
<li>Culinária local (17%)</li>
<li>Lanches (15%)</li>
<p>Na hora de escolher o aplicativo, fatores econômicos são determinantes:</p>
<li>Preço dos pratos (22%)</li>
<li>Promoções e cupons (20%)</li>
<li>Valor do frete (15%)</li>
<p>Assim, o cenário revela um consumidor que equilibra tradição e racionalidade, buscando tanto reforçar sua identidade gastronômica quanto otimizar gastos no dia a dia.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia e expansão impulsionam operação da 99Food</h2>
<p>“Realmente a gastronomia do Amazonas é um patrimônio nacional. A 99Food reconhece isso e busca garantir uma excelência com o “match” ideal entre tempo de preparo no restaurante, o motociclista e a entrega. Com uma maior precisão nas estimativas de tempo podemos dizer que somos o aplicativo de delivery mais rápido do mercado brasileiro com tempo médio de 25 a 30 minutos”, afirma Rossini.</p>
<p>Em Manaus, a 99Food inicia sua operação com mais de 2,7 mil restaurantes cadastrados. A plataforma oferece cupons de até R$99, entregas gratuitas nas primeiras compras e preços competitivos.</p>
<p>Além disso, conta com cerca de 3,1 mil entregadores, que podem alcançar ganho mínimo diário de R$250 ao realizar 20 viagens de moto, incluindo pelo menos cinco de delivery.</p>
<p>A chegada faz parte do plano nacional de expansão da empresa, que prevê investimento de R$ 2 bilhões — sendo mais de R$ 100 milhões destinados à capital amazonense. Atualmente, a 99Food já está presente em mais de 70 cidades, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.Leia mais: </p>
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		<title>Polícia Federal investiga furto de material de pesquisa na Unicamp</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/policia-federal-investiga-furto-de-material-de-pesquisa-na-unicamp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 19:52:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal investiga um furto de materiais de pesquisa que ocorreu no fim de semana nas dependências do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista. O tipo de material furtado e outras informações sobre o caso não foram divulgados, segundo a Unicamp, “para não comprometer o andamento das investigações”. Como medida preventiva, os laboratórios de pesquisa da unidade foram interditados temporariamente. Já as aulas de graduação e nos laboratórios de ensino ocorrem normalmente. Por meio de nota publicada nesta segunda-feira (23), a reitoria da Unicamp informou que, “em razão da gravidade do fato e da natureza do patrimônio científico envolvido”, acionou a Polícia Federal e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para conduzir as investigações sobre o caso e fazer os procedimentos periciais necessários. “A...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal investiga um furto de materiais de pesquisa que ocorreu no fim de semana nas dependências do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), no interior paulista. O tipo de material furtado e outras informações sobre o caso não foram divulgados, segundo a Unicamp, “para não comprometer o andamento das investigações”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Policia-Federal-investiga-furto-de-material-de-pesquisa-na-Unicamp.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Como medida preventiva, os laboratórios de pesquisa da unidade foram interditados temporariamente. Já as aulas de graduação e nos laboratórios de ensino ocorrem normalmente.</p>
<p>Por meio de nota publicada nesta segunda-feira (23), a reitoria da Unicamp informou que, “em razão da gravidade do fato e da natureza do patrimônio científico envolvido”, acionou a Polícia Federal e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para conduzir as investigações sobre o caso e fazer os procedimentos periciais necessários.</p>
<p>“A Universidade esclarece que vem tomando todas as medidas cabíveis, colaborando integralmente com as autoridades competentes. Os possíveis envolvidos na ocorrência serão responsabilizados, conforme previsto na legislação vigente”, diz a nota.</p>
<p>Procurada pela <em>Agência Brasil</em>, a Anvisa informou que estava levantando mais informações sobre o caso.</p>
<p>No início deste ano, um laboratório da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, foi assaltado. Os criminosos renderam os vigilantes do local e roubaram materiais do laboratório.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/policia-federal-investiga-furto-de-material-de-pesquisa-na-unicamp" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>UFRJ terá novo centro de tratamento e pesquisa sobre doenças raras</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ufrj-tera-novo-centro-de-tratamento-e-pesquisa-sobre-doencas-raras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 21:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Centro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na capital fluminense, receberá uma nova unidade para o tratamento e a pesquisa sobre doenças raras, o Centro de Saúde Pública de Precisão.  O serviço deve ser inaugurado no mês de agosto e vai atender exclusivamente a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Uma doença é considerada rara quando atinge até 65 indivíduos a cada 100 mil pessoas. A maioria dessas condições já descobertas tem origem genética, mas algumas também podem ser causadas por agentes infecciosos ou fatores ambientais. O Ministério da Saúde estima que cerca de 13 milhões de brasileiros têm alguma das 7 mil doenças raras catalogadas, e muitas dessas enfermidades podem ser incapacitantes.  Diagnóstico complexo A chefe do Setor de Gestão da Pesquisa e Inovação Tecnológica do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na capital fluminense, receberá uma nova unidade para o tratamento e a pesquisa sobre doenças raras, o Centro de Saúde Pública de Precisão. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/UFRJ-tera-novo-centro-de-tratamento-e-pesquisa-sobre-doencas.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O serviço deve ser inaugurado no mês de agosto e vai atender exclusivamente a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Uma doença é considerada rara quando atinge até 65 indivíduos a cada 100 mil pessoas. A maioria dessas condições já descobertas tem origem genética, mas algumas também podem ser causadas por agentes infecciosos ou fatores ambientais.</p>
<p>O Ministério da Saúde estima que cerca de 13 milhões de brasileiros têm alguma das 7 mil doenças raras catalogadas, e muitas dessas enfermidades podem ser incapacitantes. </p>
<h2>Diagnóstico complexo</h2>
<p>A chefe do Setor de Gestão da Pesquisa e Inovação Tecnológica do Complexo Hospitalar, Soniza Vieira Alves-Leon, explica que essas condições ainda desafiam a medicina, porque acometem um número pequeno de pessoas, o que dificulta a realização de estudos a seu respeito.</p>
<p>&#8220;Algumas nem foram totalmente descritas, então, a ciência ainda não entende todos os sintomas, as causas&#8221;, complementa. </p>
<p>Soniza acrescenta que o diagnóstico correto é outro grande desafio, porque nem todos os profissionais têm preparo para identificar corretamente essas condições.</p>
<p>Além disso, a confirmação definitiva do diagnóstico, muitas vezes, depende de exames com preço elevado e que não são de fácil acesso. Algumas doenças raras são identificadas pelo teste do pezinho, mas mesmo esses casos demandam confirmação com exames mais específicos. </p>
<h2>Sequenciamento genético</h2>
<p>No mês passado, o Governo Federal anunciou a inclusão no SUS do principal teste disponível para doenças raras, o Sequenciamento Completo do Exoma (WES).</p>
<p>Esse exame analisa a região do DNA em que se concentra a maioria das mutações genéticas que causam as doenças raras, a partir de amostras de sangue ou saliva. Por sua complexidade, ele está disponível em poucos laboratórios brasileiros.</p>
<p>No SUS, por enquanto, apenas um laboratório faz o processamento das amostras coletadas em diversos estados, e outro prestará o serviço a partir de maio. </p>
<p>A expectativa é que isso reduza para seis meses o tempo de espera pelo diagnóstico no país, que, hoje, é de, em média, sete anos. Esse é um dos exames de alta tecnologia que serão oferecidos pelo Centro de Saúde Pública de Precisão, da UFRJ. </p>
<p>O complexo hospitalar da UFRJ, gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, recebeu investimentos de mais de R$ 19 milhões para a montagem no novo centro.</p>
<p>A quantia foi destinada, principalmente, à adequação de um espaço dentro do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e à aquisição dos equipamentos para a realização dos exames. </p>
<h2>Qualidade de vida</h2>
<p>Além dos testes genéticos, serão oferecidos no novo centro os exames de biomarcadores, que identificam alterações celulares, bioquímicas ou moleculares relacionadas a determinadas doenças.</p>
<p>Soniza Vieira Alves-Leon ressalta que acelerar o diagnóstico correto aumenta as chances de que o paciente possa receber intervenções que melhorem sua qualidade de vida. </p>
<p>Além disso, ela diz que o novo centro vai ampliar as pesquisas em genética e medicina de precisão, contribuindo para o desenvolvimento de novas estratégias de tratamento para doenças raras e câncer.</p>
<p>&#8220;Com essa estrutura será possível diagnosticar mais cedo, acompanhar melhor os pacientes e desenvolver novas terapias”, complementa. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/ufrj-tera-novo-centro-de-tratamento-e-pesquisa-sobre-doencas-raras" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Autonomia financeira é prioridade para mulheres, aponta pesquisa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/autonomia-financeira-e-prioridade-para-mulheres-aponta-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 12:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ter autonomia financeira para decidir sobre a própria vida está no topo das prioridades das mulheres ouvidas pela pesquisa Mulheres e Mercado de Trabalho, divulgada neste sábado (7). O levantamento confirma que o mundo do trabalho permanece desigual e traz a percepção delas sobre práticas discriminatórias e violentas no ambiente profissional. Realizada pela Consultoria Maya, com base no cadastro da plataforma de educação corporativa Koru, a pesquisa investigou a visão de 180 mulheres sobre trabalho e vida pessoal. Para isso, entrevistou diferentes perfis etários e etnorraciais, com exceção de indígenas. Ao falar sobre ambições, a independência financeira foi apontada como prioridade por 37,3% delas. Em segundo lugar, estava a saúde mental e física (31%) e, em seguida, a realização profissional. Ter uma relação amorosa não é a meta nem de uma em cada...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ter autonomia financeira para decidir sobre a própria vida está no topo das prioridades das mulheres ouvidas pela pesquisa <em>Mulheres e Mercado de Trabalho</em>, divulgada neste sábado (7).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Autonomia-financeira-e-prioridade-para-mulheres-aponta-pesquisa.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento confirma que o mundo do trabalho permanece desigual e traz a percepção delas sobre práticas discriminatórias e violentas no ambiente profissional.</p>
<p>Realizada pela Consultoria Maya, com base no cadastro da plataforma de educação corporativa Koru, a pesquisa investigou a visão de 180 mulheres sobre trabalho e vida pessoal. Para isso, entrevistou diferentes perfis etários e etnorraciais, com exceção de indígenas.</p>
<p>Ao falar sobre ambições, a independência financeira foi apontada como prioridade por 37,3% delas. Em segundo lugar, estava a saúde mental e física (31%) e, em seguida, a realização profissional. Ter uma relação amorosa não é a meta nem de uma em cada dez mulheres consultadas.</p>
<p>&#8220;Estamos falando de ter um salário, de ter rendimento, de ter poder de decisão, não é de poder de compra&#8221;, explicou a diretora da Consultoria Maya, Paola Carvalho. A autonomia, destacou, permite à mulher sair de um relacionamento abusivo ou oferecer melhor condição de vida para a sua família.</p>
<p>&#8220;Autonomia financeira é condição para liberdade de escolha&#8221;, frisou.</p>
<h2>Violência e discriminação</h2>
<p>Para muitas mulheres, o caminho para a autonomia passa pelo trabalho remunerado. No entanto, permanecem várias barreiras culturais ao acesso e à ascensão delas no mercado, apesar de terem melhor formação e currículo, segundo a visão das próprias. Entre os problemas, estão a discriminação e a violência.</p>
<p>Dentre as entrevistadas, 2,3% relatam ter sido preteridas em promoções, em geral, por conta da maternidade.</p>
<p>&#8220;Primeiro [vêm] os homens, claro, depois, mulheres sem filhos e, por último, mulheres com filhos&#8221;, contou uma das mulheres ouvidas na pesquisa, que não foi identificada. &#8220;Vejo predileção em promover mulheres que não têm filhos em vez de mães&#8221;, avaliou.</p>
<p>A violência psicológica também tem impacto na carreira. Mais de sete entre dez entrevistadas relataram ter sofrido com o problema. </p>
<p>Os casos incluem comentários sexistas ─ que desvalorizam aptidões pelo fato de ser mulher ─, incluindo ofensas sobre a aparência delas, além de interrupções frequentes em reuniões, apropriações de ideias e questionamentos sobre a capacidade técnica.</p>
<p>&#8220;Meu coordenador me ofereceu um cargo acima do que eu estava e, quando aceitei, por três vezes, ele me chamou para conversar e questionar se eu achava que conseguiria&#8221;, relatou uma das mulheres ouvidas.</p>
<p>&#8220;Em uma das vezes, ele teve a audácia de me pedir para conversar com o meu esposo sobre a minha decisão&#8221;, completou outra entrevistada.</p>
<p>A violência no local de trabalho fez com que muitas pensassem em abrir mão do trabalho e, mesmo que muitas não tenham desistido, o problema mostra que a permanência delas no trabalho &#8220;ocorre apesar das adversidades, e não pelas condições plenamente equitativas&#8221;, diz o texto.</p>
<p>A distribuição de cargos nas empresas evidencia o topo do problema. Segundo o levantamento, a maior parte das entrevistadas atua em posições operacionais e intermediárias, como coordenadora e gerente. Apenas 5,6% chegaram a postos na diretoria ou cargos chamados de &#8220;C-levels&#8221;, que são os mais altos executivos.  </p>
<p>&#8220;A presença feminina diminui drasticamente à medida que os cargos se tornam mais estratégicos, revelando uma estrutura sexista por trás desse resultado&#8221;, avaliou Paola.</p>
<p>Para mudar o quadro, a consultora sugere comprometimento, do estagiário ao CEO, com uma nova visão e atitudes profissionais no dia a dia.</p>
<p>&#8220;É preciso ter um olhar diferente para essas questões. Isso parte de ações individuais e institucionais&#8221;, sugeriu. &#8220;Em 2026, ter esses resultados é chocante&#8221;, concluiu Paola.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/autonomia-financeira-e-prioridade-para-mulheres-aponta-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Pesquisa quer melhorar experiência de turistas neurodivergentes</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pesquisa-quer-melhorar-experiencia-de-turistas-neurodivergentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 13:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para tornar mais acessível e inclusiva a experiência de pessoa neurodivergentes, o Ministério do Turismo disponibiliza até 30 de março pesquisa nacional sobre o tema. A iniciativa é uma parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o projeto Mais Acesso. A ação busca obter informações para subsidiar a elaboração de um Guia de Boas Práticas, com orientações voltadas ao atendimento turístico inclusivo. Responda à pesquisa aqui. No decorrer do questionário, os usuários são perguntados de que forma se sentem impactados por: Barulho alto; Cheiros fortes; Toque físico inesperado; Cansaço do cuidador durante a viagem; Se precisa manter rotina de medição. Os dados servirão para aprimorar políticas públicas, principalmente na qualificação dos serviços turísticos, como em hotéis, pousadas e restaurantes, além de ajudar no fortalecimento da acessibilidade no...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para tornar mais acessível e inclusiva a experiência de pessoa neurodivergentes, o Ministério do Turismo disponibiliza até 30 de março pesquisa nacional sobre o tema.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Pesquisa-quer-melhorar-experiencia-de-turistas-neurodivergentes.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A iniciativa é uma parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o projeto Mais Acesso. A ação busca obter informações para subsidiar a elaboração de um Guia de Boas Práticas, com orientações voltadas ao atendimento turístico inclusivo.</p>
<p>Responda à pesquisa aqui.</p>
<p>No decorrer do questionário, os usuários são perguntados de que forma se sentem impactados por:</p>
<ul>
<li>Barulho alto;</li>
<li>Cheiros fortes;</li>
<li>Toque físico inesperado;</li>
<li>Cansaço do cuidador durante a viagem;</li>
<li>Se precisa manter rotina de medição.</li>
</ul>
<p>Os dados servirão para aprimorar políticas públicas, principalmente na qualificação dos serviços turísticos, como em hotéis, pousadas e restaurantes, além de ajudar no fortalecimento da acessibilidade no turismo em âmbito nacional.</p>
<p>“Ao ouvir quem vive a neurodivergência, avançamos na construção de políticas públicas que tornam o setor mais acessível, humano e inclusivo em todo o país”, destaca, em nota, o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano.</p>
<h2>Etapas da experiência</h2>
<p>A pesquisa tem como foco compreender a vivência de pessoas neurodivergentes e de seus familiares durante viagens, ao considerar as diferentes etapas do trajeto, como transporte, hospedagem, alimentação, lazer, eventos e visitação a atrativos naturais e culturais.</p>
<p>Além de identificar demandas sensoriais, comunicacionais e comportamentais, o levantamento busca mapear boas práticas de acolhimento já adotadas no setor, como a capacitação de equipes, a criação de espaços mais tranquilos, a sinalização acessível e a adaptação de atividades às necessidades dos visitantes.</p>
<p>Assim, o público-alvo inclui também profissionais do turismo (guias, agências, receptivos), gestores públicos, empreendedores, pesquisadores e estudantes da área.</p>
<h2>Guia</h2>
<p>O Ministério do Turismo promove diversas ações voltadas ao turismo acessível, como o livro “Turismo com Acessibilidade: perfil do turista com deficiência e diretrizes para promoção da acessibilidade”, elaborado em parceria com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A obra traz dados sobre o perfil do turista com deficiência e apresenta diretrizes para que prestadores de serviços ofereçam experiências mais inclusivas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/pesquisa-quer-melhorar-experiencia-de-turistas-neurodivergentes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Pobreza afeta desenvolvimento de bebês desde 6 meses, mostra pesquisa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 10:48:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afeta]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[desde]]></category>
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		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bebês em lares pobres têm prejuízos no desenvolvimento motor. A constatação é de estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que relacionou a variedade de movimentos dos pequenos com as condições de vida. O resultado foi publicado na revista cientifica Acta Psychologica, no início de fevereiro. Ao companhar 88 bebês no interior de São Paulo, o estudo mostrou que, desde os seis meses, é possível observar atrasos naqueles que vivem na pobreza. Eles só conseguiam agarrar objetos, virar e sentar mais tarde do que os demais que viviam em melhores condições socioeconômicas. &#8220;A principal constatação da pesquisa é que, esses bebês, aos seis meses, apresentam menor desenvolvimento motor, ou seja, têm um repertório menor de movimento&#8221;, explicou a autora, Caroline Fioroni Ribeiro da Silva. Segundo ela, eles variam menos os...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Bebês em lares pobres têm prejuízos no desenvolvimento motor. A constatação é de estudo da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que relacionou a variedade de movimentos dos pequenos com as condições de vida. O resultado foi publicado na revista cientifica <em>Acta Psychologica</em>, no início de fevereiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ao companhar 88 bebês no interior de São Paulo, o estudo mostrou que, desde os seis meses, é possível observar atrasos naqueles que vivem na pobreza. Eles só conseguiam agarrar objetos, virar e sentar mais tarde do que os demais que viviam em melhores condições socioeconômicas.</p>
<p>&#8220;A principal constatação da pesquisa é que, esses bebês, aos seis meses, apresentam menor desenvolvimento motor, ou seja, têm um repertório menor de movimento&#8221;, explicou a autora, Caroline Fioroni Ribeiro da Silva.</p>
<p>Segundo ela, eles variam menos os movimentos na hora de sentar, de pegar um brinquedo, às vezes, nem conseguem. O trabalho de Caroline contou com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).</p>
<p>A investigação acende uma alerta porque, segundo estudos já existentes, atrasos no desenvolvimento infantil podem produzir crianças que aprendem menos.</p>
<p>&#8220;A literatura indica que, pela falta de recursos e de estímulo aos bebês, podem ocorrer prejuízos na vida escolar, como déficit de atenção com hiperatividade [TDAH] e transtornos de coordenação&#8221;, disse Carolina, que é fisioterapeuta. Ela pondera, no entanto, que mais estudos são necessários para comprovar a relação.</p>
<p>Por outro lado, a pesquisa da UFSCar revelou que a reversão dos atrasos motores pode ocorrer rápido, com estímulos certos. Aos oito meses, bebês avaliados já não tinham problemas significativos. A melhora é atribuída, principalmente, ao engajamento das mães, que reproduziram exercícios simples, como colocar a criança de barriga para baixo (tummy time), usaram papel amassado como brinquedo, conversaram ou cantaram para o bebê.  </p>
<p>&#8220;Quando conversamos com o bebê, ele tem a oportunidade de observar os movimentos que a gente faz; quando está de barriga para baixo, está livre para se movimentar e explorar movimento, assim como quando brinca com um papel de presente, que é chamativo  [pelo barulho e textura]&#8221;, explicou a fisioterapeuta. &#8220;Não são necessários brinquedos caros, apenas orientação&#8221;, completou.</p>
<p>Nas visitas às famílias, a pesquisadora conta que era estimulada a interação entre a mãe e bebê. &#8220;Falávamos muito para fazerem leitura de livros, cantar, conversar e colocar o bebê de barriga para baixo&#8221;, revelou . O chão é o espaço mais seguro para o bebê, porque não tem perigo de ele cair e pode explorar os movimentos, lembrou..</p>
<p>Os momentos em que os bebês ficam de bruços sobre uma superfície segura, com supervisão, servem para fortalecer os músculos da cabeça, pescoço, ombros, costas e braços e prepará-los para movimentos mais complexos. Com esse exercício, é possível também desenvolver a coordenação, fazendo com o que ele possa rolar, sentar, engatinhar e ficar de pé no tempo certo.</p>
<p>A pesquisadora destacou que a maioria das mães expostas à pobreza era adolescente e não sabia estimular os filhos. Nesses casos, ajuda especializada, com visitas de agentes de saúde e fisioterapeutas, são determinantes, afirmou.</p>
<p>&#8220;Como não é possível eliminar a pobreza ou a gravidez na adolescência, eu recomendaria visitas de profissionais de saúde para orientar sobre os estímulos nessa fase da vida&#8221;.</p>
<p>Nas casas mais pobres, a pesquisa constatou que os bebês passavam mais tempo presos em carrinhos ou contidos e tinham menos oportunidades de explorar o ambiente. Isso ocorria, na maioria das vezes, por falta de espaço.</p>
<p>A presença de mais adultos no mesmo domicílio, em vez de estimular os bebês, também foi apontada como fator negativo. A pesquisa levantou a hipótese de esses lares serem mais &#8220;caóticos&#8221;, com menos espaços seguros ou  oportunidades para os bebês se movimentarem.</p>
<p>A presença de pais ou mães no mesmo endereço esteve associada a melhores resultados, ao lado da maior escolaridade materna.</p>
<p>&#8220;Os responsáveis solo acabam mais sobrecarregados e com menos tempo para brincar e estimular o bebê&#8221;, analisou Caroline. &#8220;Então, o fato de ter outra pessoa amparando ajuda muito no desenvolvimento&#8221;.</p>
<p>Entre outros fatores que contribuem para o desenvolvimento dos pequenos está o uso de brinquedos que estimulam a motricidade fina, mesmo aqueles improvisados e mais econômicos, como chocalhos &#8211; que podem ser confeccionados de grãos de arroz ou feijão e garrafas pet.</p>
<p>Cerca de 400 milhões de crianças vivem na pobreza em todo mundo, segundo o relatório “Situação Mundial das Crianças 2025: Erradicar a Pobreza Infantil – Nosso Dever Comum”, publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em novembro de 2025. Eles estão submetidos a severas privações para saúde, desenvolvimento e bem-estar.</p>
<p>https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/direitos-humanos/audio/2025-11/mais-de-400-milhoes-de-criancas-do-mundo-estao-na-pobreza</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/pobreza-afeta-desenvolvimento-de-bebes-desde-6-meses-mostra-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Pesquisa mostra Omar Aziz em queda e opositores ganhando terreno no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/pesquisa-mostra-omar-aziz-em-queda-e-opositores-ganhando-terreno-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isac Sharlon]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 02:21:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[direto ao ponto]]></category>
		<category><![CDATA[eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O senador Omar Aziz (PSD) ainda lidera a corrida pelo governo do Amazonas, mas o cenário eleitoral mostra queda na vantagem e crescimento consistente dos adversários, segundo pesquisa divulgada pelo instituto Direto ao Ponto. A diferença, que antes parecia confortável, agora acende o alerta dentro do grupo do ex-governador. No primeiro cenário, Aziz aparece com 42% das intenções de voto, três pontos a menos que na pesquisa anterior, quando tinha 45%. Em seguida, a professora Maria do Carmo (PL) surge com 28%, subindo dois pontos. O vice-governador Tadeu de Souza (Avante) também avança e chega a 7%. Em outro cenário, Aziz registra 40%, enquanto o deputado Roberto Cidade (União Brasil) aparece logo atrás, com 29%. Já no terceiro quadro testado, Capitão Alberto Neto (PL) surpreende com 33%,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – O senador Omar Aziz (PSD) ainda lidera a corrida pelo governo do Amazonas, mas o cenário eleitoral mostra queda na vantagem e crescimento consistente dos adversários, segundo pesquisa divulgada pelo instituto Direto ao Ponto. A diferença, que antes parecia confortável, agora acende o alerta dentro do grupo do ex-governador.</p>
<p>No primeiro cenário, Aziz aparece com 42% das intenções de voto, três pontos a menos que na pesquisa anterior, quando tinha 45%. Em seguida, a professora Maria do Carmo (PL) surge com 28%, subindo dois pontos. O vice-governador Tadeu de Souza (Avante) também avança e chega a 7%.</p>
<p>Em outro cenário, Aziz registra 40%, enquanto o deputado Roberto Cidade (União Brasil) aparece logo atrás, com 29%. Já no terceiro quadro testado, Capitão Alberto Neto (PL) surpreende com 33%, reduzindo ainda mais a distância para o líder.</p>
<h2>Cenário eleitoral mostra queda de Aziz e avanço dos adversários</h2>
<p>A nova rodada da pesquisa indica perda de fôlego de Omar Aziz e movimentação positiva de seus concorrentes. O resultado mostra que o domínio político do senador não é absoluto e pode sofrer abalos até 2026.</p>
<p>Maria do Carmo se consolida como nome competitivo, próxima dos 30%, e ganha espaço com o discurso de renovação.</p>
<p>Roberto Cidade confirma crescimento e pode se firmar como alternativa de centro, com forte presença na capital e na Assembleia Legislativa.</p>
<p>Capitão Alberto Neto mostra desempenho expressivo ao alcançar 33%, impulsionado por seu discurso em defesa da segurança pública.</p>
<p>A pesquisa também revela que entre 11% e 15% dos eleitores ainda estão indecisos ou pretendem votar em branco ou nulo, o que mantém o jogo completamente aberto.</p>
<h2>Liderança sob pressão</h2>
<p>Mesmo no topo, Omar Aziz enfrenta sinais de desgaste. Sua leve queda nas intenções de voto indica que parte do eleitorado começa a buscar novas opções. O avanço simultâneo de três adversários reforça a possibilidade de segundo turno, o que obrigaria o senador a ampliar alianças e revisar estratégias.</p>
<p>A leitura política é clara: o favoritismo de Aziz já não é incontestável. Em um cenário com candidatos competitivos e eleitorado volátil, qualquer deslize pode custar caro ao líder.</p>
<h2>Oportunidades para quem cresce</h2>
<p>Maria do Carmo (PL) consolida-se como principal nome do campo conservador e pode herdar parte dos eleitores que desejam mudança.</p>
<p>Roberto Cidade (União Brasil) aposta em sua força institucional e no diálogo com prefeitos e lideranças regionais.</p>
<p>Capitão Alberto Neto (PL) amplia presença entre eleitores da segurança pública e do interior, com potencial de crescimento rápido.</p>
<h2>Disputa aberta até 2026</h2>
<p>A pesquisa Direto ao Ponto mostra que o jogo eleitoral no Amazonas está longe de definido. Embora mantenha a liderança, Omar Aziz vê seus adversários encurtarem a distância e testarem novos caminhos junto ao eleitorado.</p>
<p>Se o ritmo atual se mantiver, o cenário tende a polarizar entre Aziz e os candidatos que mais cresceram, transformando a eleição de 2026 em uma disputa equilibrada e imprevisível.</p>
<h2>Sobre o levantamento</h2>
<p>A pesquisa ouviu 2.024 eleitores de forma presencial entre os dias 01 e 08 de outubro de 2025, em Manaus e em outros 16 municípios do interior do Amazonas: Autazes, Careiro, Coari, Itacoatiara, Iranduba, Manacapuru, Manicoré, Maués, Parintins, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, São Paulo de Olivença, Tefé, Novo Airão, Tabatinga e Humaitá.</p>
<p>A margem de erro é de 2,25 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95,5%.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/pressao-do-pt-a-omar-aziz-deve-adiantar-rompimento-com-david-almeida/">Pressão do PT a Omar Aziz deve adiantar rompimento com David Almeida</a></li>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empate-tecnico-ameaca-reeleicao-de-braga-aponta-pesquisa-real-time-big-data/">Empate técnico ameaça reeleição de Braga, aponta pesquisa Real Time Big Data</a></li>
</ul>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/pesquisa-mostra-omar-aziz-em-queda-e-opositores-ganhando-terreno-no-amazonas/">Pesquisa mostra Omar Aziz em queda e opositores ganhando terreno no Amazonas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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