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	<title>policiais Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>policiais Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Homem é preso após tentar atacar policiais durante operação antidrogas no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/homem-e-preso-apos-tentar-atacar-policiais-durante-operacao-antidrogas-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 22:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pauini (AM) – Um homem de 31 anos foi preso após tentar atacar policiais durante a Operação Retorno, deflagrada na segunda-feira (23/03) pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Pauini, em ação conjunta com a Polícia Militar do Amazonas (PMAM). A prisão ocorreu na residência do suspeito, no bairro Pantanal, e aconteceu após o cumprimento de mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão por tráfico de drogas. Prisão e flagrante De acordo com o delegado Renan Boina, o caso chegou às autoridades por meio de denúncias anônimas e coleta de provas da prática criminosa. “Fomos até a casa dele e encontramos diversas porções de cocaína e maconha, dinheiro em espécie e embalagens para entorpecentes, resultando em sua autuação em flagrante”,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pauini (AM) – Um homem de 31 anos foi preso após tentar atacar policiais durante a Operação Retorno, deflagrada na segunda-feira (23/03) pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Pauini, em ação conjunta com a Polícia Militar do Amazonas (PMAM).</p>
<p>A prisão ocorreu na residência do suspeito, no bairro Pantanal, e aconteceu após o cumprimento de mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão por tráfico de drogas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prisão e flagrante</h2>
<p>De acordo com o delegado Renan Boina, o caso chegou às autoridades por meio de denúncias anônimas e coleta de provas da prática criminosa.</p>
<p>“Fomos até a casa dele e encontramos diversas porções de cocaína e maconha, dinheiro em espécie e embalagens para entorpecentes, resultando em sua autuação em flagrante”, detalhou.</p>
<p>Durante a abordagem, o suspeito, armado com uma faca, tentou atacar os policiais, mas foi contido com segurança.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Materiais apreendidos e investigação</h2>
<p>Além dos entorpecentes encontrados na residência, durante as buscas foi localizado material para embalagem na casa da companheira do autor, que conseguiu fugir antes da chegada da polícia. As investigações continuam para apurar a participação dela nos crimes.</p>
<p>O homem foi encaminhado à unidade policial, onde passaram a ser realizados todos os procedimentos cabíveis. Ele segue à disposição da Justiça.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Homem é preso em Manaus com 737 arquivos de pornografia infantil</p>
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		<item>
		<title>Operações policiais na Maré deixaram 160 mortos em dez anos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/operacoes-policiais-na-mare-deixaram-160-mortos-em-dez-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:59:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto De Olho na Maré identificou que entre 2016 e 2025 ocorreram 231 operações policiais no conjunto de 15 favelas do complexo, que resultaram em 160 mortes e 1.538 ações de violência e violação de direitos dos moradores do bairro, além de ameaças, tortura e cárcere privado. Os dados fazem parte da 9ª edição do Boletim Direito à Segurança Pública na Maré 2025, que apresenta a série histórica de monitoramento independente da segurança pública, com informações locais produzidas pelo Eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça, da Redes da Maré referentes ao período. O boletim apresenta ainda os impactos da violência armada em direitos básicos dos moradores da comunidade, como educação e saúde, que conforme a Redes da Maré são “desrespeitados repetidamente”. Educação e saúde O levantamento mostra ainda que as operações policiais causaram...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto De Olho na Maré identificou que entre 2016 e 2025 ocorreram 231 operações policiais no conjunto de 15 favelas do complexo, que resultaram em 160 mortes e 1.538 ações de violência e violação de direitos dos moradores do bairro, além de ameaças, tortura e cárcere privado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Operacoes-policiais-na-Mare-deixaram-160-mortos-em-dez-anos.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados fazem parte da 9ª edição do Boletim Direito à Segurança Pública na Maré 2025, que apresenta a série histórica de monitoramento independente da segurança pública, com informações locais produzidas pelo Eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça, da Redes da Maré referentes ao período. O boletim apresenta ainda os impactos da violência armada em direitos básicos dos moradores da comunidade, como educação e saúde, que conforme a Redes da Maré são “desrespeitados repetidamente”.</p>
<h2>Educação e saúde</h2>
<p>O levantamento mostra ainda que as operações policiais causaram o fechamento de 163 dias de unidades escolares públicas, “o que equivale à perda de cerca de um ano letivo na trajetória educacional de crianças e adolescentes da Maré”.</p>
<p>Na área de saúde, durante o fechamento por 14 dias de unidades de atendimento, somente no ano passado, 7.866 acompanhamentos deixaram de ser feitos. Conforme o levantamento, em 2025 houve 16 operações policiais na Maré, com 12 mortes.</p>
<p>A coordenadora do eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça, Tainá Alvarenga, afirmou que os dados monitorados entre 2016 e 2025 contribuem para acionar mecanismos de instituições como o Ministério Público Federal e organizações internacionais como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) a fim de definir ações a serem implementadas.</p>
<p>Em agosto de 2024, o MPF no Rio de Janeiro questionou o Ministério da Educação sobre diretrizes nacionais para o enfrentamento dos impactos das operações policiais sobre a educação, inclusive a compensação de dias letivos perdidos. Como resposta, em janeiro de 2025, o Conselho Nacional de Educação instituiu o Fórum pelos 200 dias letivos e a Comissão Permanente de Acompanhamento da Obrigatoriedade de Cumprimento dos 200 Dias Letivos, da qual a Redes da Maré faz parte.</p>
<p>Tainá revelou que pesquisas da Rede da Maré mostraram o impacto da violência armada na saúde mental. No ano passado, em parceria com o Unicef, ficou comprovada a influência nos indicadores da cobertura vacinal de crianças de zero a seis anos, apesar de a maioria das famílias da região ser favorável à vacinação.</p>
<p>“Noventa por cento da população da Maré têm a carteirinha da vacina, então está democratizada a importância da imunização. Em dia de operação, a cobertura cai. Dependendo do período de aulas que a criança perde, isso não vai ser reposto”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Para a diretora da Redes da Maré e pesquisadora em segurança pública, Eliana Sousa Silva, os dados referentes à década de monitoramento indicam que “existe um padrão de violência que se repete ao longo dos anos e que produz impactos profundos no cotidiano da vida das populações de favelas”.</p>
<p>“Além das mortes e das violações diretas que ocorrem, há um ciclo e a naturalização sobre a interrupção de serviços públicos relacionados aos direitos mais básicos que deveriam ser garantidos, mas que não acontecem quando se trata de moradores de favelas”, completou.</p>
<p>De acordo com o projeto De Olho na Maré, também em 2025 o dia a dia dos moradores sofreu interferências, provocadas por ações de grupos armados na região.</p>
<p>“Foram 11 mortes, além de registros de violência física, psicológica e verbal, ameaças, deslocamentos forçados, invasões de escolas e 141 registros de tiros”, diz o levantamento.</p>
<p>O monitoramento contínuo da violência armada na Maré, feito em dez anos, é um marco no trabalho do eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça. Representa, de acordo com o relatório, feito singular ao acompanhar os confrontos e operações policiais no território, com uma equipe local e metodologia própria de uma favela. “E assim produzir evidências sobre a negligência do Estado na garantia do direito de populações empobrecidas à segurança pública”.</p>
<p>No entendimento da coordenadora do eixo Direito à Segurança Pública e Acesso à Justiça, Tainá Alvarenga, um dado que impactou muito no período desses dez anos, foi o grande número de operações policiais com baixo número de perícias no local. Das 160 mortes registradas, somente 16 tiveram o serviço realizado e apenas uma teve denúncia formal. “O Estado não conseguiu garantir a perícia de local, a preservação da cena de crime e muito menos a denúncia desses casos”, afirmou.</p>
<p>O discurso oficial, observou, é de que áreas como o conjunto de favelas da Maré,são instáveis, ainda que esteja ocorrendo uma operação policial com grande número de policiais no território.</p>
<p>“O que a gente vem observando como padrão é a não preservação da cena do crime por esses agentes de segurança presentes nas operações policiais, a não entrada das instituições responsáveis pela perícia de local, com o discurso de que esses territórios são instáveis, não estão estabilizados, na verdade”, afirmou.</p>
<p>Outro dado impactante apontado por Tainá é que apesar de ter um número menor de operações em 2025, na comparação com outros anos, o indicador de letalidade foi maior.</p>
<p>Enquanto no ano passado ocorreram 16 operações, em 2024 foram 42. Embora à primeira vista, os números possam parecer uma inflexão das intervenções policiais, a leitura não se sustenta.</p>
<p>“Mesmo com menos operações, 12 pessoas foram mortas, elevando a letalidade proporcional em 58% em relação a 2024, quando houve mais operações, porém, com menor letalidade relativa”, argumentou a Redes da Maré.</p>
<p>Para a organização, isso significa que cada operação policial realizada em 2025 teve maior probabilidade de terminar em morte. “Não houve redução do risco para os moradores, houve concentração da violência. O que se observa é um padrão já conhecido na Maré: operações menos frequentes, mas mais agressivas, com uso intensivo de armamento pesado, incursões prolongadas e lógica de enfrentamento direto em áreas densamente povoadas”.</p>
<p>Esse panorama, segundo a Redes da Maré, se relaciona com o quadro estadual, porque informações do Instituto de Segurança Pública (ISP), em 2025, indicam o registro de 797 mortes causadas por intervenção policial, representando elevação de 13% na comparação com 2024. “No mesmo período, também cresceu o número de policiais mortos, indicando que a intensificação da letalidade não produziu maior proteção nem para a população civil, nem para os próprios agentes de segurança”.</p>
<h2>Helicópteros</h2>
<p>Outro número que chama a atenção é o relacionado ao uso repetido de helicópteros como plataforma de tiro, como ocorreu em 2025. Das 16 operações policiais realizadas na Maré ao longo do ano, em oito houve a utilização de helicópteros e quatro foram utilizados como plataforma de tiros. “O trabalho de campo da equipe da Redes da Maré registrou ao menos 308 marcas de tiros espalhadas pelas ruas após as operações”.</p>
<p>Tainá destacou um dado que considera alarmante: que em apenas uma operação se consegue identificar mais de 200 tiros disparados pelos helicópteros em área no entorno de escolas e clínicas da família. “O que a gente vem acompanhando, nesses últimos anos também, é que as operações que se utilizam desse aparato bélico, que deveria ser para o uso da inteligência das forças de segurança, acaba impactando a dinâmica da vida dos moradores. Quando tem operações com helicópteros, a gente também identifica aumento da letalidade”, comentou.</p>
<h2>Políticas públicas</h2>
<p>De acordo com a coordenadora, a experiência com o trabalho mostra que as informações podem ser úteis para a definição de políticas públicas. “A diferença de ter um trabalho de base comunitária, territorializado colhendo, quase em tempo real, informações, provas e evidências dessas dinâmicas de operação, se a gente tivesse um estado que reconhecesse essa potência da população da Maré e da nossa experiência, poderia incidir mesmo para mitigar o padrão de violações que acontece há décadas”, defendeu</p>
<p>Mesmo com os fatores negativos, que decorrem dessas situações repetidas há anos no estado do Rio de Janeiro, a coordenadora vê expectativa no horizonte.</p>
<p>“A gente vê que é algo que se repete, mas apesar da frustração e da indignação, tem também a esperança de que a mobilização, a geração cidadã de dados, a produção de conhecimento, sobretudo que venha desses territórios, dessas populações, da sociedade civil, sejam grande mote de enfrentamento do que a gente vê ocorrendo há décadas no estado do Rio”, disse em entrevista à Agência Brasil.</p>
<h2>Lançamento</h2>
<p>Tainá Alvarenga disse que após o lançamento do boletim na próxima terça-feira (24), durante o 3º Congresso Internacional Falando sobre Segurança Pública na Maré, na Areninha Cultural Herbert Vianna, no bairro, o documento será encaminhado a diversos órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.</p>
<p>O encontro vai reunir, durante três dias, especialistas e ativistas internacionais em segurança pública no Rio de Janeiro, em oito mesas de debate e grupos de trabalho.</p>
<h2>Redes da Maré</h2>
<p>A Redes da Maré é uma organização da sociedade civil que surgiu a partir da mobilização comunitária nos anos 80. Formalizada em 2007, “tem como missão tecer as redes necessárias para efetivar os direitos da população do conjunto de 15 favelas da Maré, onde residem em torno de 140 mil pessoas. Em seus projetos sociais, beneficia diretamente mais de 7 mil moradores, além de familiares e vizinhos”.</p>
<h2>Resposta</h2>
<p>Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro informou à Agência Brasil que a instituição desconhece a metodologia utilizada na pesquisa e a possibilidade de rastreabilidade dos dados. Acrescentou que “atua com base em critérios técnicos, inteligência e planejamento operacional, com foco no cumprimento de mandados judiciais, na repressão qualificada ao crime organizado e na preservação de vidas. Todas as ações são pautadas pelos princípios da legalidade, necessidade e proporcionalidade”.</p>
<p>A secretaria disse ainda que todos os casos “são rigorosamente investigados, com a realização de diversas diligências ao longo do inquérito”. Sobre a perícia técnica, afirmou que ela “integra esse conjunto de medidas e representa mais uma etapa dentro de um processo investigativo amplo, estruturado e criterioso, que visa o completo esclarecimento dos fatos e a responsabilização dos envolvidos”.</p>
<p>Para a instituição quem escolhe o confronto é sempre o criminoso e, com isso, coloca em risco a integridade dos policiais envolvidos na ocorrência e também a vida de moradores, trabalhadores e outras pessoas que circulam nas áreas afetadas.</p>
<p>“Não por acaso, narcotraficantes instalam verdadeiros <em>bunkers</em> em áreas sensíveis, como proximidades de escolas e unidades de saúde, expondo diretamente moradores, trabalhadores e demais pessoas que circulam na região”.</p>
<p>“O compromisso da Polícia Civil é com a atuação técnica, baseada em inteligência, com foco na proteção da sociedade, na responsabilização de criminosos e na redução consistente dos índices de violência”, concluiu.</p>
<p>A Polícia Militar não respondeu ao questionamento da Agência Brasil sobre os efeitos das operações na comunidade.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/operacoes-policiais-na-mare-deixaram-160-mortes-em-dez-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>MPAM mira em 23 policiais suspeitos de facilitar fuga de 23 presos em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/mpam-mira-em-23-policiais-suspeitos-de-facilitar-fuga-de-23-presos-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 13:55:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) deflagrou, na manhã desta terça-feira (17/03), a operação Sentinela que investiga a fuga de 23 presos do Núcleo Prisional da Polícia Militar, em Manaus. O órgão apura a possível participação de policiais militares no caso. Durante a ação, foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra os investigados. A suspeita é de que tenha havido facilitação ou omissão por parte dos agentes responsáveis pela custódia. A investigação é conduzida pela 60ª Promotoria de Justiça Especializada no Controle Externo da Atividade Policial, com apoio da Diretoria de Justiça e Disciplina da Polícia Militar do Amazonas (PMAM). Relembre o caso O caso aconteceu no dia 27 de fevereiro, quando uma vistoria de rotina identificou a ausência de 23 policiais militares...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) deflagrou, na manhã desta terça-feira (17/03), a operação Sentinela que investiga a fuga de 23 presos do Núcleo Prisional da Polícia Militar, em Manaus. O órgão apura a possível participação de policiais militares no caso.</p>
<p>Durante a ação, foram cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra os investigados. A suspeita é de que tenha havido facilitação ou omissão por parte dos agentes responsáveis pela custódia.</p>
<p>A investigação é conduzida pela 60ª Promotoria de Justiça Especializada no Controle Externo da Atividade Policial, com apoio da Diretoria de Justiça e Disciplina da Polícia Militar do Amazonas (PMAM).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Relembre o caso</h2>
<p>O caso aconteceu no dia 27 de fevereiro, quando uma vistoria de rotina identificou a ausência de 23 policiais militares que estavam presos na unidade, localizada no bairro Monte das Oliveiras, na zona Norte da capital.</p>
<p>Após a constatação, os policiais responsáveis pela guarda foram presos em flagrante e afastados das funções. A Diretoria de Justiça e Disciplina (DJD) foi acionada para apurar o caso e adotar as medidas cabíveis.</p>
<p>Segundo a Polícia Militar, a situação foi normalizada ainda no dia da vistoria e todos os custodiados foram recapturados e retornaram à unidade. Apesar disso, as circunstâncias da fuga não foram detalhadas.</p>
<p>Leia mais </p>
<p>VÍDEO: Motorista impede passagem de ambulância e ameaça socorristas com martelo em Manaus</p>
<p>SEPcD divulga resultado de inscrições para área exclusiva no Bumbódromo de Parintins</p>
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		<title>Médica é morta a tiros por policiais militares em abordagem no Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/medica-e-morta-a-tiros-por-policiais-militares-em-abordagem-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:20:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, foi morta a tiros em seu carro durante uma abordagem policial, em Cascadura, na zona norte do Rio de Janeiro, neste domingo (15).  A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamentou a morte e informou que, por determinação do secretário de Polícia Militar, Marcelo de Menezes Nogueira, foi instaurado um procedimento para apurar os fatos ocorridos durante a ação. “Vale informar que os policiais que faziam parte da equipe de agentes que efetuou a abordagem portavam as câmeras corporais. Os dispositivos e as armas utilizadas pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil”, disse a corporação. As investigações estão sendo conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). &#62;&#62; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Andréa Marins Dias,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, foi morta a tiros em seu carro durante uma abordagem policial, em Cascadura, na zona norte do Rio de Janeiro, neste domingo (15).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Medica-e-morta-a-tiros-por-policiais-militares-em-abordagem.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p> A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamentou a morte e informou que, por determinação do secretário de Polícia Militar, Marcelo de Menezes Nogueira, foi instaurado um procedimento para apurar os fatos ocorridos durante a ação.</p>
<p>“Vale informar que os policiais que faziam parte da equipe de agentes que efetuou a abordagem portavam as câmeras corporais. Os dispositivos e as armas utilizadas pelos agentes estão à disposição do procedimento investigativo pela Polícia Civil”, disse a corporação.</p>
<p>As investigações estão sendo conduzidas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Medica-e-morta-a-tiros-por-policiais-militares-em-abordagem.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="16/03/2026 - A Médica Andrea Marins Dias, de 61 anos, tinha acabado de sair da casa dos pais e, pouco depois, foi baleada enquanto estava dentro de um carro modelo Corolla, na Rua Palatinado. Foto: andreamarins/Instagram" title="andreamarins/Instagram"/></p>
<p><h6 class="meta">Andréa Marins Dias, de 61 anos, era ginecologista e cirurgiã-geral &#8211; Foto: andreamarins/Instagram</h6>
</p>
<h2>Anielle Franco</h2>
<p>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, disse em rede social que testemunhas informaram que o carro da médica negra foi confundido com o de criminosos.</p>
<p>“Até quando a ausência de políticas eficazes de segurança pública continuará produzindo cenas como essa? Até quando vamos perder pessoas negras para a violência?”, questiona a ministra.</p>
<p>Segundo Anielle, a médica atuava há 28 anos no cuidado com a saúde das mulheres. Era ginecologista e cirurgiã-geral.</p>
<p>“Sabemos o quanto custa para uma mulher negra acessar a universidade e se tornar médica. É doloroso perder Andréa a tudo o que ela representa”, afirmou Anielle, ao acrescentar que está pressionando as autoridades responsáveis para que haja uma investigação rápida e rigorosa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/medica-e-morta-tiros-por-policiais-militares-em-abordagem-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/medica-e-morta-a-tiros-por-policiais-militares-em-abordagem-no-rio/">Médica é morta a tiros por policiais militares em abordagem no Rio</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>MPAM investiga19 policiais envolvidos na morte de jovem na Vila da Prata em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 13:54:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma operação do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), deflagrada na manhã desta sexta-feira (13), investiga o envolvimento de 19 policiais militares na morte de João Paulo Maciel dos Santos, de 19 anos, ocorrida durante uma abordagem policial em outubro de 2025, no bairro Vila da Prata, na zona Oeste da capital. A investigação é conduzida pelas 60ª e 61ª Promotorias de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial, responsáveis por apurar a atuação dos agentes na ocorrência. Durante a operação, foram cumpridos mandados judiciais expedidos pela Justiça. Relembre o caso Durante uma operação policial, João Paulo foi rendido pelos policiais em um beco. Na época, a Polícia Militar informou que recebeu uma denúncia sobre a venda de entorpecentes por criminosos armados. Os policias solicitaram apoio e iniciaram uma perseguição....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma operação do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), deflagrada na manhã desta sexta-feira (13), investiga o envolvimento de 19 policiais militares na morte de João Paulo Maciel dos Santos, de 19 anos, ocorrida durante uma abordagem policial em outubro de 2025, no bairro Vila da Prata, na zona Oeste da capital.</p>
<p>A investigação é conduzida pelas 60ª e 61ª Promotorias de Justiça de Controle Externo da Atividade Policial, responsáveis por apurar a atuação dos agentes na ocorrência. Durante a operação, foram cumpridos mandados judiciais expedidos pela Justiça.</p>
<p>Relembre o caso</p>
<p>Durante uma operação policial, João Paulo foi rendido pelos policiais em um beco. Na época, a Polícia Militar informou que recebeu uma denúncia sobre a venda de entorpecentes por criminosos armados. Os policias solicitaram apoio e iniciaram uma perseguição. Ao entrarem em uma passagem na lateral de uma residência, os policiais afirmaram terem sido atacados a tiros.</p>
<p>No entanto, a versão da PM foi contestada pela família de João Paulo. Um vídeo circulou nas redes sociais e mostra o momento que o jovem foi rendido pelos policiais, sem apresentar resistência. Ele foi levado para um beco e, minutos depois, os policiais saíram carregando um corpo em um lençol.</p>
<p>Após o caso, a PM informou que instaurou um procedimento interno para apurar a atuação dos agentes no caso.</p>
<p>Veja vídeo: </p>
<p><video height="848" style="aspect-ratio: 480 / 848;" width="480" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Video-2026-03-13-at-08.37.01.mp4"/></p>
<p>Leia mais</p>
<p>VÍDEO: Carro derruba poste e trava trânsito na avenida das Torres em Manaus</p>
<p>Bolsonaro passa mal e é levado às pressas para hospital em Brasília</p>
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		<title>Mais dez policiais são denunciados por crimes na Operação Contenção</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mais-dez-policiais-sao-denunciados-por-crimes-na-operacao-contencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 21:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) fez mais duas denúncias contra crimes cometidos por dez policiais militares, durante a Operação Contenção, nos complexos da Penha e do Alemão, no dia 28 de outubro de 2025. Os PMs do Batalhão de Ações com Cães (BAC) são acusados de invasão a domicílios e obstrução de câmeras corporais. Considerada a mais letal da história do estado, a incursão, realizada para conter o Comando Vermelho, deixou 122 pessoas mortas &#8212; incluindo cinco policiais. A ação, que contou com 2,5 mil agentes, vem sendo alvo de críticas por desrespeitar recomendações do Supremo Tribunal Federal (STF) para operações em favelas e não enfraquecer estruturalmente o crime organizado.  Pelo crime de invasão de residências e estabelecimentos comerciais sem autorização judicial ou consentimento, o MPRJ denunciou...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) fez mais duas denúncias contra crimes cometidos por dez policiais militares, durante a Operação Contenção, nos complexos da Penha e do Alemão, no dia 28 de outubro de 2025. Os PMs do Batalhão de Ações com Cães (BAC) são acusados de invasão a domicílios e obstrução de câmeras corporais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mais-dez-policiais-sao-denunciados-por-crimes-na-Operacao-Contencao.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Considerada a mais letal da história do estado, a incursão, realizada para conter o Comando Vermelho, deixou 122 pessoas mortas &#8212; incluindo cinco policiais. A ação, que contou com 2,5 mil agentes, vem sendo alvo de críticas por desrespeitar recomendações do Supremo Tribunal Federal (STF) para operações em favelas e não enfraquecer estruturalmente o crime organizado. </p>
<p>Pelo crime de invasão de residências e estabelecimentos comerciais sem autorização judicial ou consentimento, o MPRJ denunciou dez policiais. No documento, a 2ª Promotoria de Justiça relata que os agentes utilizaram ferramentas como chaves mestras, facões e chaves de fenda para entrar nos imóveis e que, dentro das casas, chegaram a consumir produtos de dentro das geladeiras.</p>
<p>&#8220;As imagens analisadas pelo MPRJ mostram, ainda, que alguns agentes circularam pelos cômodos das casas, vasculharam objetos e consumiram produtos&#8221;, revela o MPRJ. </p>
<p>Segundo a denúncia, os policiais tentaram entrar em outras residências, mas, em alguns casos, não conseguiram.</p>
<p>Na segunda denúncia, o MPRJ descreve que cinco policiais desse mesmo grupo manipularam câmeras operacionais portáteis, desrespeitando ordem superior, de uso obrigatório do equipamento. </p>
<p>&#8220;A análise das gravações demonstrou que, em vários momentos, os equipamentos foram posicionados de forma inadequada e direcionados para locais que impediam a visualização&#8221;, diz a denúncia.</p>
<p>Ao todo, desde a operação e análise das imagens, o MPRJ fez oito denúncias de ilegalidade contra 19 policiais militares na Operação Contenção. Nas anteriores, os PMs foram acusados de se apropriarem de um fuzil abandonado, de peças de um carro, de invasões a domicílio, constrangimento de moradores e subtração de outros bens. Há outras denúncias também por obstrução ou desligamento das câmeras corporais acopladas ao uniforme.</p>
<p>Os casos serão julgados pela Auditoria Militar.</p>
<h2>Letalidade </h2>
<p>A Operação Contenção, marcada pela alta letalidade, efetuou 113 prisões, sendo 33 de pessoas de fora do Rio. As apreensões somaram 118 armas e 1 tonelada de drogas.</p>
<p>Moradores, familiares dos mortos e organizações de direitos humanos denunciaram a operação como uma &#8220;chacina&#8221; e enfileiraram corpos com sinais de execução em um ponto do Alemão. Os cadáveres tinham sido recolhidos pelos próprios, das matas que circundam a região.</p>
<p>Já o governo do estado considerou a operação “um sucesso”. O governador, Cláudio Castro, afirmou que as pessoas mortas reagiram e os policiais revidaram em legítima defesa. Para as autoridades, &#8220;as únicas vítimas foram os cinco policiais mortos no confronto&#8221;.</p>
<p>Nesta quarta-feira (11), a operação foi tema de audiência da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), com o objetivo de emitir recomendação ao Brasil. https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/cidh-realiza-audiencia-sobre-operacoes-policiais-no-rio-de-janeiro Antes, a entidade já tinha condenado a Contenção por não reduzir a criminalidade, enquanto eleva risco para civis.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/mais-dez-policiais-sao-denunciados-por-crimes-na-operacao-contencao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>PF prende policiais militares envolvidos com grupos criminosos no Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pf-prende-policiais-militares-envolvidos-com-grupos-criminosos-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 12:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal deflagrou a 3ª fase da Operação Anomalia, nesta quarta-feira (11), visando desmantelar um núcleo composto por policiais militares do estado do Rio de Janeiro, envolvidos com facções e milícias. Desde as primeiras horas da manhã, os policiais federais cumprem mandados de prisão dos investigados. Os sete PMs alvos da operação foram presos e encaminhados à unidade prisional da corporação em Niterói. Segundo a Polícia Militar do Rio, eles serão submetidos a processos administrativos disciplinares. Na ação de hoje, os agentes também cumprem sete mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, nos bairros Taquara, Freguesia, Campo Grande e Santa Cruz; e de Nova Iguaçu e Nilópolis, na Baixada Fluminense. O Supremo Tribunal Federal (STF) também determinou o imediato afastamento das funções públicas de todos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal deflagrou a 3ª fase da Operação Anomalia, nesta quarta-feira (11), visando desmantelar um núcleo composto por policiais militares do estado do Rio de Janeiro, envolvidos com facções e milícias. Desde as primeiras horas da manhã, os policiais federais cumprem mandados de prisão dos investigados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/PF-prende-policiais-militares-envolvidos-com-grupos-criminosos-no-Rio.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os sete PMs alvos da operação foram presos e encaminhados à unidade prisional da corporação em Niterói. Segundo a Polícia Militar do Rio, eles serão submetidos a processos administrativos disciplinares.</p>
<p>Na ação de hoje, os agentes também cumprem sete mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, nos bairros Taquara, Freguesia, Campo Grande e Santa Cruz; e de Nova Iguaçu e Nilópolis, na Baixada Fluminense.</p>
<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) também determinou o imediato afastamento das funções públicas de todos os investigados, bem como a quebra do sigilo de dados dos equipamentos eletrônicos apreendidos. O cumprimento das ordens judiciais contou com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Rio.</p>
<h2>Modus Operandi</h2>
<p>As apurações dão conta que os “policiais militares alvos da operação se utilizavam das prerrogativas da farda e da função pública para atuar em benefício do crime organizado. A investigação evidenciou uma estrutura voltada não apenas à facilitação logística para o tráfico e milícias, mas também à blindagem de criminosos e à ocultação do proveito econômico ilícito”.</p>
<p>De acordo com a PF, os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de capitais. O material apreendido durante as buscas será submetido à análise, para a identificação de possíveis outros agentes envolvidos no esquema.</p>
<p>A operação é fruto das apurações conduzidas pela Força-Tarefa Missão Redentor II, que consolida as diretrizes do STF em cumprimento ao Acórdão da ADPF 635. A ação que estabelece a atuação uniforme da PF na produção de inteligência para desmantelar facções ligadas ao tráfico de drogas e armas, promovendo a asfixia financeira de tais organizações e o corte sumário de suas conexões com agentes do Estado”, diz a nota da PF.</p>
<h2>Delegado preso</h2>
<p>Nesta terça-feira (10), os policiais federais prenderam três policiais civis do Rio de Janeiro, entre eles o delegado titular de uma delegacia da capital. </p>
<p>O grupo é investigado por utilizar a estrutura do Estado para extorquir integrantes da maior facção criminosa do Rio de Janeiro, o Comando Vermelho, além de praticar corrupção e lavagem de dinheiro.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/pf-prende-policiais-militares-envolvidos-com-grupos-criminosos-no-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pf-prende-policiais-militares-envolvidos-com-grupos-criminosos-no-rio/">PF prende policiais militares envolvidos com grupos criminosos no Rio</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>CIDH realiza audiência sobre operações policiais no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cidh-realiza-audiencia-sobre-operacoes-policiais-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 11:48:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) realizará, nesta quarta-feira (11), uma audiência sobre as operações policiais no Rio de Janeiro, com destaque para a Operação Contenção. Considerada a mais letal da história do estado, a incursão contra o Comando Vermelho nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da capital fluminense, deixou 122 pessoas mortas em outubro do ano passado. A audiência será na Cidade da Guatemala, capital do país, durante o 195º Período Ordinário de Sessões da comissão. A sessão está programada para 19h, no horário de Brasília, e será transmitida pelo Canal do YouTube da CIDH. A CIDH é um órgão autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), responsável pela promoção e proteção dos direitos humanos nas Américas. Com sede em Washington D.C., nos Estados Unidos, a OEA é composta...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cidh-realiza-audiencia-sobre-operacoes-policiais-no-rio-de-janeiro/">CIDH realiza audiência sobre operações policiais no Rio de Janeiro</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) realizará, nesta quarta-feira (11), uma audiência sobre as operações policiais no Rio de Janeiro, com destaque para a Operação Contenção.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/CIDH-realiza-audiencia-sobre-operacoes-policiais-no-Rio-de-Janeiro.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Considerada a mais letal da história do estado, a incursão contra o Comando Vermelho nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da capital fluminense, deixou 122 pessoas mortas em outubro do ano passado.</p>
<p>A audiência será na Cidade da Guatemala, capital do país, durante o 195º Período Ordinário de Sessões da comissão. A sessão está programada para 19h, no horário de Brasília, e será transmitida pelo Canal do YouTube da CIDH.</p>
<p>A CIDH é um órgão autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), responsável pela promoção e proteção dos direitos humanos nas Américas. Com sede em Washington D.C., nos Estados Unidos, a OEA é composta por 35 países-membros, incluindo o Brasil.</p>
<p>O objetivo do órgão com a audiência é receber informações e emitir recomendações destinadas a garantir o respeito aos direitos humanos. </p>
<h2>Relatório</h2>
<p>Semanas depois da operação, a CIDH realizou uma visita ao Brasil para apurar possíveis abusos e violações dos direitos humanos. Após a visita, 26 organizações da sociedade civil protocolaram o pedido de audiência, com o objetivo de garantir um acompanhamento direto do órgão sobre as questões monitoradas ao longo da visita.</p>
<p>Na semana passada, a CIDH publicou um relatório sobre o que foi apurado durante a passagem pelo Brasil. Para a comissão, a operação não trouxe resultados positivos para a segurança pública. </p>
<p>“Longe de enfraquecer estruturalmente o crime organizado, a intervenção aprofundou o sofrimento comunitário, reforçou a desconfiança institucional e elevou o padrão histórico de violência estatal a novo patamar de gravidade”, diz um dos trechos do relatório.</p>
<p>O pedido das organizações de defesa dos direitos humanos para a realização da audiência denuncia a ausência de perícia independente e investigações autônomas.</p>
<p>Além disso, também são citadas tentativas de criminalização de familiares das vítimas, moradores, defensores dos direitos humanos e comunicadores que atuaram na denúncia dos casos, trazendo à tona um “cenário de comprometimento estrutural do acesso à justiça”.</p>
<p>Para as organizações, a operação evidencia que o Estado brasileiro vem descumprindo determinações já estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal no âmbito da ADPF nº 635 ─ conhecida como a ADPF das Favelas, que define diversas medidas para combater a letalidade policial durante operações da Polícia Militar contra o crime organizado nas comunidades do Rio de Janeiro.</p>
<p>O Brasil também já foi condenado pela Corte nos casos das chacinas de Acari (1990) e de Nova Brasília (1994 e 1995), ambas na zona norte do Rio de Janeiro.</p>
<h2>Operação Contenção </h2>
<p>A Operação Contenção, promovida pelas polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro, deixou ao menos 122 pessoas mortas ─ incluindo cinco policiais. No total, foram feitas 113 prisões, sendo 33 de pessoas de outros estados. As apreensões somam 118 armas e 1 tonelada de drogas.</p>
<p>O governo do estado considerou a operação “um sucesso” e afirmou que as pessoas mortas reagiram com violência e ameaçaram a vida dos policiais. Ainda segundo as autoridades do estado, aqueles que se entregaram foram presos e &#8220;as únicas vítimas foram os cinco policiais mortos no confronto&#8221;.</p>
<p>O objetivo da operação foi conter o avanço da facção Comando Vermelho e cumprir 180 mandados de busca e apreensão e 100 de prisão, sendo 30 expedidos pela Justiça do Pará.</p>
<p>A operação contou com um efetivo de 2,5 mil policiais e é a maior e mais letal realizada no estado nos últimos 15 anos. Os confrontos e as ações de retaliação de criminosos geraram pânico em toda a cidade, com intenso tiroteio, fechando as principais vias, escolas, comércios e postos de saúde.</p>
<p>Moradores da região, familiares dos mortos e organizações denunciam a operação como uma &#8220;chacina&#8221;. Cadáveres recolhidos pelos próprios moradores das matas que circundam a região foram encontrados degolados e com sinais de execução. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/cidh-realiza-audiencia-sobre-operacoes-policiais-no-rio-de-janeiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cidh-realiza-audiencia-sobre-operacoes-policiais-no-rio-de-janeiro/">CIDH realiza audiência sobre operações policiais no Rio de Janeiro</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Suspeito de furtos ameaça contaminar policiais com HIV durante prisão em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/suspeito-de-furtos-ameaca-contaminar-policiais-com-hiv-durante-prisao-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 19:52:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Um homem identificado como Kaic do Nascimento da Silva, de 26 anos, foi preso na segunda-feira (9) suspeito de cometer diversos furtos em estabelecimentos comerciais nos bairros Nossa Senhora das Graças, Chapada e Adrianópolis, na zona centro-sul da capital amazonense. A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 16º e 22º Distritos Integrados de Polícia (DIPs), em ação integrada com a 22ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) da Polícia Militar do Amazonas (PMAM). Suspeito tinha mais de 10 boletins de ocorrência De acordo com a delegada Déborah Barreiros, o suspeito foi identificado após troca de informações entre equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar. Contra ele já existiam mais de 10 boletins de ocorrência registrados. “Apresentamos mais uma prisão resultado do trabalho...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Um homem identificado como Kaic do Nascimento da Silva, de 26 anos, foi preso na segunda-feira (9) suspeito de cometer diversos furtos em estabelecimentos comerciais nos bairros Nossa Senhora das Graças, Chapada e Adrianópolis, na zona centro-sul da capital amazonense.</p>
<p>A prisão foi realizada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 16º e 22º Distritos Integrados de Polícia (DIPs), em ação integrada com a 22ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) da Polícia Militar do Amazonas (PMAM).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Suspeito tinha mais de 10 boletins de ocorrência</h2>
<p>De acordo com a delegada Déborah Barreiros, o suspeito foi identificado após troca de informações entre equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar. Contra ele já existiam mais de 10 boletins de ocorrência registrados.</p>
<p>“Apresentamos mais uma prisão resultado do trabalho exitoso de integração entre PC-AM e PMAM. Os policiais civis vinham acompanhando a reiterada prática criminosa do homem nas áreas do 16º e 22º DIPs”, relatou a delegada.</p>
<p>Segundo ela, o suspeito costumava cometer furtos e roubos em estabelecimentos comerciais, além de apresentar comportamento agressivo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Furto de eletrônicos causou prejuízo de R$ 48 mil</h2>
<p>Entre os casos investigados, está um furto ocorrido no dia 3 de março deste ano, quando o homem levou vários aparelhos eletrônicos de uma loja.</p>
<p>Entre os itens furtados estavam:</p>
<li>sete iPhones 16 Pro Max;</li>
<li>um iPad;</li>
<li>um MacBook.</li>
<p>O prejuízo estimado com esse crime é de aproximadamente R$ 48 mil. Segundo a polícia, o valor pode ser ainda maior devido a outros furtos atribuídos ao suspeito.</p>
<p>Diante das investigações, a Polícia Civil solicitou à Justiça o mandado de prisão preventiva, que foi concedido.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Suspeito tentou fugir e ameaçou policiais durante a prisão</h2>
<p>De acordo com o major Feitosa, comandante da 22ª Cicom, a atuação frequente do suspeito em furtos chamou a atenção dos policiais militares, que compartilharam as informações com a Polícia Civil.</p>
<p>Como o homem vivia em situação de rua, houve dificuldade para localizá-lo. Ele foi encontrado na noite de segunda-feira durante patrulhamento na avenida Djalma Batista.</p>
<p>Durante a abordagem, o suspeito tentou fugir e apresentou resistência.</p>
<p>Ainda segundo os policiais, ele chegou a ameaçar contaminar os agentes com HIV. O homem alegou ser portador do vírus e tentou se cortar para espalhar sangue nos policiais.</p>
<p>“Ele demonstrou resistência, alegava ter HIV, tentou se cortar para passar sangue nos policiais, mas ainda assim, graças ao preparo da equipe, conseguimos efetuar a detenção”, relatou o major Feitosa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prisão ocorreu no bairro Parque 10</h2>
<p>Após tentar escapar, o suspeito foi interceptado pelos policiais na praça do conjunto Eldorado, no bairro Parque 10 de Novembro, também na zona centro-sul de Manaus.</p>
<p>Ele foi conduzido ao 16º Distrito Integrado de Polícia, onde o mandado de prisão foi cumprido.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Suspeito ficará à disposição da Justiça</h2>
<p>Kaic do Nascimento da Silva responderá pelo crime de furto qualificado e permanecerá à disposição do Poder Judiciário.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Foragido por estupro de vulnerável é preso em Manaus</p>
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		<title>PF prende policiais civis do Rio que extorquiam integrantes do CV</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/pf-prende-policiais-civis-do-rio-que-extorquiam-integrantes-do-cv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 12:08:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Policiais federais prenderam na manhã desta terça-feira (10) três policiais civis do Rio de Janeiro, entre eles um delegado titular de uma delegacia da capital. O grupo é investigado por utilizar a estrutura do Estado para extorquir integrantes da maior facção criminosa do estado, o Comando Vermelho, além de praticar corrupção e lavagem de dinheiro. Também foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Essa foi mais uma fase da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular um núcleo criminoso composto por policiais civis fluminenses e operadores financeiros. “Além das prisões e buscas, a Suprema Corte deferiu a execução de medidas cautelares focadas na descapitalização do grupo, incluindo o afastamento imediato das funções públicas dos policiais investigados, a suspensão do exercício de atividades empresariais...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Policiais federais prenderam na manhã desta terça-feira (10) três policiais civis do Rio de Janeiro, entre eles um delegado titular de uma delegacia da capital.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/PF-prende-policiais-civis-do-Rio-que-extorquiam-integrantes-do.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O grupo é investigado por utilizar a estrutura do Estado para extorquir integrantes da maior facção criminosa do estado, o Comando Vermelho, além de praticar corrupção e lavagem de dinheiro.</p>
<p>Também foram cumpridos três mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>Essa foi mais uma fase da Operação Anomalia, com o objetivo de desarticular um núcleo criminoso composto por policiais civis fluminenses e operadores financeiros.</p>
<p>“Além das prisões e buscas, a Suprema Corte deferiu a execução de medidas cautelares focadas na descapitalização do grupo, incluindo o afastamento imediato das funções públicas dos policiais investigados, a suspensão do exercício de atividades empresariais das pessoas jurídicas utilizadas nas práticas criminosas e o bloqueio de valores em contas bancárias e de criptoativos ligados aos alvos”, diz a Polícia Federal.</p>
<h2>Modus Operandi</h2>
<p>As investigações identificaram um esquema criminoso liderado por um delegado e um policial civil. “De forma reiterada, os servidores emitiam intimações com o propósito exclusivo de coagir e pressionar lideranças do tráfico no Rio de Janeiro, exigindo o pagamento de propinas significativas para omissão em atos de ofício”, informa a PF.</p>
<p>Foi apurado ainda que a negociação ilícita ocorria com cobranças incisivas e imposição de prazos. Para operacionalizar o recebimento das vantagens indevidas e manter um distanciamento físico das lideranças da facção criminosa, os policiais contavam com a atuação direta de dois intermediários.</p>
<p>A inteligência financeira da PF detectou que os policiais investigados apresentam movimentação patrimonial milionária e incompatível com seus vencimentos lícitos.</p>
<p>“Para promover a ocultação e dissimulação do capital sujo, a estrutura criminosa contava com uma rede de empresas de fachada registradas em nome de familiares, agora alvos de suspensão judicial”, acrescenta.</p>
<p>Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa, extorsão, corrupção passiva e ativa, além de lavagem de capitais.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/pf-prende-policiais-civis-do-rio-que-extorquiam-integrantes-do-cv" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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