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	<title>população Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>população Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Subnotificados, casos de Oropouche atingem 2% da população brasileira</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/subnotificados-casos-de-oropouche-atingem-2-da-populacao-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 13:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados sobre a Febre do Oropouche divulgados nesta terça-feira (24) indicam que a incidência real da doença é muito superior às ocorrências notificados, com até 200 casos reais para cada episódio conhecido. Entre 1960 e 2025 a doença já infectou 9,4 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe, das quais ao menos 5,5 milhões no Brasil. A febre do Oropouche é transmitida aos humanos pela picada de mosquitos do tipo Culicoides paraensis, conhecido na Região Norte como maruim ou mosquito-pólvora. Os dados foram reunidos por um consórcio de pesquisadores da University of Kentucky, Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). “[A doença] tem um ciclo silvestre muito bem esclarecido e, mais recentemente, a gente tem observado ciclos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados sobre a Febre do Oropouche divulgados nesta terça-feira (24) indicam que a incidência real da doença é muito superior às ocorrências notificados, com até 200 casos reais para cada episódio conhecido.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Subnotificados-casos-de-Oropouche-atingem-2-da-populacao-brasileira.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Entre 1960 e 2025 a doença já infectou 9,4 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe, das quais ao menos 5,5 milhões no Brasil.</p>
<p>A febre do Oropouche é transmitida aos humanos pela picada de mosquitos do tipo Culicoides paraensis, conhecido na Região Norte como maruim ou mosquito-pólvora.</p>
<p>Os dados foram reunidos por um consórcio de pesquisadores da University of Kentucky, Universidade de São Paulo, Universidade Estadual de Campinas e Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam).</p>
<p>“[A doença] tem um ciclo silvestre muito bem esclarecido e, mais recentemente, a gente tem observado ciclos urbanos nas capitais, o que era pouco comum até pouco tempo”, explicou o diretor de Operações do Instituto Todos pela Saúde, Vanderson Sampaio.</p>
<p>Ele acrescentou que, pelo fato de a maior parte da população ainda não ter contato com a doença, é provável que ela possa avançar. </p>
<p>“Não sabemos ainda qual a quantidade de casos graves dessa doença nem condições de saber agora, pois temos um número muito baixo de casos registrados.”</p>
<p>Para investigar a existência de antígenos, como indicativo de que as pessoas tiveram contato com a doença, foram investigados dados sorológicos em amostras sangue coletadas em três momentos distintos (novembro de 2023, junho de 2024 e novembro de 2024). </p>
<p>Com o resultado foi possível afirmar que o alcance do surto de 2023 para 2024 foi semelhante ao do surto anterior no estado, em 1980-1981. Em ambos, o alcance em Manaus foi de cerca de 12,5%, chegando próximo de 15% no estado.</p>
<h2>Surtos</h2>
<p>O estudo revisou ainda os registros de surtos da doença, encontrando 32 deles desde a identificação da febre, em 1955, no Brasil, Peru, Guiana Francesa e Panamá. Somente no Brasil foram identificados 19 surtos. </p>
<p>“É possível sim a gente desenvolver técnicas de rastreio. Uma delas é a de vigilância de síndromes febris, analisando amostras dos pacientes a partir de análise genética”, destacou o especialista.</p>
<p>Manaus é o principal centro da região amazônica na dispersão da doença. Com sua população na casa de 2 milhões de pessoas e grande conexão, inclusive aérea, com outras cidades, age como um polo de dispersão, determinante para a expansão da doença para outros centros, como Espírito Santo e Rio de Janeiro, bastante impactados em 2024. </p>
<p>Segundo o estudo, a diferença entre casos confirmados e número real de infecções pode ser explicada pelo acesso limitado a serviços de saúde na bacia amazônica e pela provável alta proporção de casos assintomáticos ou leves, que os pesquisadores estimam que possa ser a grande maioria dos casos da doença, uma característica até então sem evidências claras.</p>
<p>Nesta década foram registrados mais de 30 mil casos, com o avanço de uma variante do vírus por toda a América Latina e Caribe, dado que segundo o estudo indica uma subnotificação notável de todos os serviços de saúde da região.</p>
<p>A infecção pode provocar um quadro febril semelhante ao da dengue e outras arboviroses, o que dificulta ainda mais a identificação e tratamento corretos. Os casos graves, geralmente aqueles que são corretamente diagnosticados, podem evoluir para doença neurológica, complicações materno-fetais e morte.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>Atualmente, não existem vacinas licenciadas nem antivirais específicos disponíveis, embora haja estudos nesta década sobre a eficácia de acridonas (moléculas isoladas a partir de um tipo de alcatrão) na doença, como o da pesquisadora Clarita Avilla, da Unesp de São José do Rio Preto.</p>
<p>Segundo a pesquisa, anticorpos adquiridos há décadas ainda são capazes de neutralizar a cepa recente do vírus, o que sugere imunidade de longa duração. Ainda assim, os pesquisadores alertam que, sem intervenções específicas, novos surtos continuarão ocorrendo em regiões onde o vetor esteja presente.</p>
<p>O grupo publica também nesta terça-feira (24) um segundo estudo, que identifica a predominância do vírus em áreas rurais e florestais, sendo os casos de transmissão de mosquitos urbanos, como o Aedes aegypti, uma minoria. </p>
<p>Neste trabalho os autores afirmam que as estratégias de controle vetorial focadas em mosquitos urbanos não são suficientes para conter a transmissão da doença, exigindo esforços adicionais de vigilância epidemiológica em áreas de contato com mata degradada. </p>
<p>“Ao identificar quem já foi infectado, conseguimos prever com maior precisão quais populações permanecem em risco para futuros surtos”, afirma o professor Allyson Guimarães Costa, da Universidade Federal do Amazonas e do Hemoam.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/subnotificados-casos-de-oropouche-atingem-2-da-populacao-brasileira" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Lançamento Parintins 2026: Polícia Civil reforça segurança e orienta população sobre registro de BO</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/lancamento-parintins-2026-policia-civil-reforca-seguranca-e-orienta-populacao-sobre-registro-de-bo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) informa que reforçou o efetivo policial para a segurança durante o lançamento do 59º Festival de Parintins, que acontece nesta sexta-feira (20/03), na Ilha Tupinambarana. A ação tem como objetivo garantir mais tranquilidade à população local e aos visitantes durante o evento. A equipe é composta por delegados, escrivães e investigadores, que atuarão de forma integrada no Centro Integrado de Comando e Controle Local (CICC-L), no Bumbódromo, além de dar apoio à Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Parintins. Responsável pelo efetivo que irá reforçar a segurança no Bumbódromo durante o evento, o delegado Antônio Rondon destacou a importância dos cuidados por parte do público. “A PC-AM orienta turistas e brincantes a redobrarem a atenção com seus objetos pessoais, como celulares, bolsas, acessórios, cordões...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) informa que reforçou o efetivo policial para a segurança durante o lançamento do 59º Festival de Parintins, que acontece nesta sexta-feira (20/03), na Ilha Tupinambarana. A ação tem como objetivo garantir mais tranquilidade à população local e aos visitantes durante o evento.</p>
<p>A equipe é composta por delegados, escrivães e investigadores, que atuarão de forma integrada no Centro Integrado de Comando e Controle Local (CICC-L), no Bumbódromo, além de dar apoio à Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Parintins.</p>
<p>Responsável pelo efetivo que irá reforçar a segurança no Bumbódromo durante o evento, o delegado Antônio Rondon destacou a importância dos cuidados por parte do público.</p>
<p>“A PC-AM orienta turistas e brincantes a redobrarem a atenção com seus objetos pessoais, como celulares, bolsas, acessórios, cordões e pulseiras, a fim de evitar furtos durante a programação. É importante manter esses itens sempre próximos ao corpo e evitar o uso de objetos de alto valor em ambientes com grande concentração de pessoas”, orientou Rondon.</p>
<p>O delegado também ressaltou que é fundamental que pais e responsáveis estejam atentos às normas do evento e mantenham acompanhamento constante de crianças e adolescentes.</p>
<p>“Em caso de qualquer ocorrência envolvendo esse público, a orientação é procurar imediatamente a autoridade policial mais próxima”, afirmou o delegado.</p>
<p>Registro de BO e denúncias</p>
<p>A DIP de Parintins, localizada na rua Irmã Cristine, bairro Itaúna II, funcionará como central de flagrantes em regime de plantão 24 horas durante o período do evento, para o registro de Boletins de Ocorrência (BO).</p>
<p>A população também pode utilizar os canais de denúncia, como o 190 (emergencial), o 197, disque-denúncia da PC-AM, e o 181, disque-denúncia da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM).</p>
<p>O registro do BO também pode ser realizado pela Delegacia Virtual (Devir), por meio do site: https://delegaciavirtual.sinesp.gov.br/portal/</p>
<p>A PC-AM reforça seu compromisso com a segurança de todos e destaca a importância da colaboração da população para a realização de um evento tranquilo e seguro.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Ministro amazonense Mauro Campbell dá ‘mata-leão’ em passageiro que estava em surto durante voo</p>
<p>VÍDEO: Carro pega fogo e fica destruído na avenida Brasil em Manaus</p>
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		<item>
		<title>Campanha “Não é não!” conscientiza população sobre assédio no carnaval</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/campanha-nao-e-nao-conscientiza-populacao-sobre-assedio-no-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 21:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assédio]]></category>
		<category><![CDATA[CAMPANHA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Não é não! Respeite a Decisão”, com essas palavras, o Governo do Estado do Rio de Janeiro promoveu nesta quarta-feira (11) uma campanha que combate o assédio e a importunação sexual contra mulheres durante o Carnaval. A ação foi no Largo da Carioca, na região central da cidade do Rio, com distribuição de material informativo.  O estudo Percepção sobre o assédio no carnaval, do Instituto Locomotiva, de 2024, mostra que 50% das mulheres já foram vítimas de assédio sexual durante a festividade de carnaval e que 73% têm receio de passar por essa situação pela primeira vez ou novamente.  Para que situações de abuso e crimes não ocorram, a Lei 14.786/2023 criou o protocolo “Não é Não”, para prevenção ao constrangimento e à violência contra a mulher e para proteção à vítima.  Pela...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>                    “Não é não! Respeite a Decisão”, com essas palavras, o Governo do Estado do Rio de Janeiro promoveu nesta quarta-feira (11) uma campanha que combate o assédio e a importunação sexual contra mulheres durante o Carnaval. A ação foi no Largo da Carioca, na região central da cidade do Rio, com distribuição de material informativo. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Campanha-Nao-e-nao-conscientiza-populacao-sobre-assedio-no-carnaval.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo <em>Percepção sobre o assédio no carnaval</em>, do Instituto Locomotiva, de 2024, mostra que 50% das mulheres já foram vítimas de assédio sexual durante a festividade de carnaval e que 73% têm receio de passar por essa situação pela primeira vez ou novamente. </p>
<p>Para que situações de abuso e crimes não ocorram, a Lei 14.786/2023 criou o protocolo “Não é Não”, para prevenção ao constrangimento e à violência contra a mulher e para proteção à vítima. </p>
<p>Pela lei, é considerado constrangimento qualquer insistência, física ou verbal, sofrida pela mulher depois de manifestada a sua discordância com a interação. </p>
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<p>Importunação sexual, também prevista na legislação brasileira, por sua vez, é qualquer prática de cunho sexual realizada sem o consentimento da vítima.</p>
<p>Essa prática pode configurar crime de acordo com legislação penal brasileira vigente, com pena de um a cinco anos de prisão, podendo ser agravada se o agressor tiver relação afetiva com a vítima. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Campanha-Nao-e-nao-conscientiza-populacao-sobre-assedio-no-carnaval.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 11/02/2026 – A campanha “Não é Não! Respeite a decisão” realiza ação no Largo da Carioca para reforçar o combate ao assédio e à importunação sexual no Carnaval. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<h6 class="meta">A campanha “Não é Não! Respeite a decisão” realiza ação no Largo da Carioca para reforçar o combate ao assédio e à importunação sexual no Carnaval. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
<h2>Capacitação</h2>
<p>No estado do Rio de Janeiro, a Lei Estadual nº 8.378, de 2019 regulamenta que espaços de lazer e entretenimento adotem medidas de suporte e auxílio a mulheres que se sintam em situações de risco.</p>
<p>Já o Decreto Estadual nº 49.520, de fevereiro de 2025 criou, no estado, o protocolo Não é não! Respeite a Decisão, que reforça medidas de garantia à segurança de mulheres em espaços de aglomeração. </p>
<p>Entre essas medidas estão, por exemplo, capacitações de funcionários de bares, casas noturnas e boates para o auxílio a mulheres que, em suas dependências, encontrem-se em situação de violência ou de vulnerabilidade, para que não se tornem alvos de abuso. </p>
<p>No site oficial da campanha, é possível se inscrever no curso de capacitação gratuita da Secretaria de Estado da Mulher do Rio de Janeiro (SEM-RJ), voltado para bares e restaurantes, hotéis, eventos e outros. </p>
<h2>Parcerias</h2>
<p>Além da intervenção feita nesta quarta no Largo da Carioca, foram firmadas, no âmbito do protocolo, parcerias com outros setores da cidade para reforçar a campanha durante o carnaval. </p>
<p>A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e a SEM-RJ assinaram um Termo de Cooperação Técnica na última segunda-feira (9).</p>
<p>Além disso, colaboradores de um dos camarotes da Sapucaí participaram de uma ação de capacitação do protocolo e alguns dos grandes blocos da cidade passaram a contar com a presença de campanhas de conscientização.  </p>
<p>Segundo a SEM-RJ, as ações do protocolo já impactaram cerca de 2 milhões de pessoas e qualificaram mais de 15 mil profissionais em todo o estado. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/1770844822_723_Campanha-Nao-e-nao-conscientiza-populacao-sobre-assedio-no-carnaval.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 11/02/2026 – A campanha “Não é Não! Respeite a decisão” realiza ação no Largo da Carioca para reforçar o combate ao assédio e à importunação sexual no Carnaval. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil" title="Fernando Frazão/Agência Brasil"/></p>
<h6 class="meta">A campanha “Não é Não! Respeite a decisão” realiza ação no Largo da Carioca para reforçar o combate ao assédio e à importunação sexual no Carnaval. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</h6>
<h2>Placas informativas </h2>
<p>Na capital, a Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Cuidados do Rio (SPM-Rio) vai instalar placas informativas com a mensagem “Peça Ajuda. Ask for help! www.mulher.rio | 1746” em vários pontos da cidade durante o carnaval, sendo o primeiro na Marquês de Sapucaí, onde desfilam as principais escolas de samba. O objetivo é facilitar o acesso de brasileiras e turistas a uma rede pública de proteção e acolhimento. </p>
<p><em>*Colaborou Alice Rodrigues, estagiária sob supervisão da Jornalista Mariana Tokarnia.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/campanha-nao-e-nao-conscientiza-populacao-sobre-assedio-no-carnaval" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Maioria da população apoia enquadrar facções criminosas a grupos terroristas, aponta Quaest</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/maioria-da-populacao-apoia-enquadrar-faccoes-criminosas-a-grupos-terroristas-aponta-quaest/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 16:12:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#778]]></category>
		<category><![CDATA[apoia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta de equiparar facções criminosas a grupos terroristas, rejeitada pelo governo do presidente Lula, tem o apoio de 72% dos moradores do Rio de Janeiro, segundo pesquisa Genial/Quaest. O debate sobre o tema voltou à tona após a megaoperação policial contra o Comando Vermelho, realizada nos complexos da Penha e do Alemão, na semana passada. O projeto, defendido por parte do Congresso, prevê não apenas o enquadramento das facções como organizações terroristas, mas também o aumento das penas para o uso de armamentos de guerra, o bloqueio de ruas com barricadas e ações de domínio territorial. Mesmo com resistência do governo federal, a medida encontra amplo respaldo popular e é vista como símbolo de um desejo crescente por mais rigor no combate ao crime. Apesar da resistência entre eleitores...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-id="cb245ad" data-element_type="widget" data-widget_type="theme-post-content.default">
<p>A proposta de equiparar facções criminosas a grupos terroristas, rejeitada pelo governo do presidente Lula, tem o apoio de 72% dos moradores do Rio de Janeiro, segundo pesquisa Genial/Quaest.</p>
<p>O debate sobre o tema voltou à tona após a megaoperação policial contra o Comando Vermelho, realizada nos complexos da Penha e do Alemão, na semana passada.</p>
<p>O projeto, defendido por parte do Congresso, prevê não apenas o enquadramento das facções como organizações terroristas, mas também o aumento das penas para o uso de armamentos de guerra, o bloqueio de ruas com barricadas e ações de domínio territorial.</p>
<p>Mesmo com resistência do governo federal, a medida encontra amplo respaldo popular e é vista como símbolo de um desejo crescente por mais rigor no combate ao crime.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-393945" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Maioria-da-populacao-apoia-enquadrar-faccoes-criminosas-a-grupos-terroristas.png?resize=610%2C211&#038;ssl=1" alt="facções criminosas,terrorismo,pesquisa Quaest" width="610" height="211" data-lazyloaded="1" data-="" /></figure>
<p>Apesar da resistência entre eleitores de esquerda (36%) e lulistas (49%), a proposta de equiparar facções ao terrorismo tem forte adesão entre independentes (74%), bolsonaristas (91%) e eleitores de direita (95%).</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>População apoia endurecimento das leis</strong></h2>
<p>A pesquisa revela também que o apoio a medidas mais duras contra o crime organizado é quase unânime no estado. O aumento da pena para homicídios cometidos a mando de facções é defendido por 85% dos entrevistados, enquanto apenas 10% se opõem.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-393946" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1762175523_881_Maioria-da-populacao-apoia-enquadrar-faccoes-criminosas-a-grupos-terroristas.png?resize=263%2C116&#038;ssl=1" alt="facções criminosas,terrorismo,pesquisa Quaest" width="263" height="116" data-lazyloaded="1" data-="" /></figure>
<p>Já o fim das “saidinhas” de presos em datas comemorativas é aprovado por 53% dos cariocas, e 62% apoiam o fim das visitas íntimas para detentos ligados a organizações criminosas.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-393947" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1762175523_242_Maioria-da-populacao-apoia-enquadrar-faccoes-criminosas-a-grupos-terroristas.png?resize=420%2C122&#038;ssl=1" alt="facções criminosas,terrorismo,pesquisa Quaest" width="420" height="122" data-lazyloaded="1" data-="" /></figure>
<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-393948" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/11/1762175523_174_Maioria-da-populacao-apoia-enquadrar-faccoes-criminosas-a-grupos-terroristas.png?resize=506%2C127&#038;ssl=1" alt="facções criminosas,terrorismo,pesquisa Quaest" width="506" height="127" data-lazyloaded="1" data-="" /></figure>
<p>Enquanto isso, o governo tenta avançar com seu próprio “pacote anti-facção”, apresentado pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski.</p>
<p>O texto cria o tipo penal de “organização criminosa qualificada”, que pode elevar a pena de homicídios cometidos sob comando de facções para até 30 anos.</p>
<p>Segundo especialistas, os números indicam que a segurança pública tende a favorecer pautas de direita no debate eleitoral do ano que vem. Para eles, se o eleitor for às urnas com base nesse tema, tende a escolher propostas mais rígidas, como aumento de penas e restrição de benefícios a presos.</p>
<p>A pesquisa entrevistou 1.500 pessoas em 40 municípios fluminenses entre 30 e 31 de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.</p>
<p><strong>Confira o estudo na íntegra:</strong></p>
<p><mark class="has-inline-color has-vivid-red-color" style="background-color: rgba(0, 0, 0, 0);"><strong>Leia Mais:</strong></mark></p>
</div>
<p><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/operacao-mira-faccoes-no-am-e-bloqueia-r-223-milhoes-em-quatro-estados/">Operação mira facções no AM e bloqueia R$ 223 milhões em quatro estados</a></p>
<p><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/mais-de-20-criminosos-do-amazonas-estao-escondidos-em-favelas-do-rio-de-janeiro/">Mais de 20 criminosos do Amazonas estão escondidos em favelas do Rio de Janeiro</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/maioria-da-populacao-apoia-enquadrar-faccoes-criminosas-a-grupos-terroristas-aponta-quaest/">Maioria da população apoia enquadrar facções criminosas a grupos terroristas, aponta Quaest</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Pesquisa aponta desconfiança da população em relação à CMM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/pesquisa-aponta-desconfianca-da-populacao-em-relacao-a-cmm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 01:02:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Perspectiva Mercado e Opinião divulgou nesta segunda (20/10) os resultados de uma pesquisa de opinião pública que revela baixo nível de confiança e engajamento dos manauaras com a Câmara Municipal de Manaus (CMM). O levantamento mostra que a maioria dos cidadãos não acompanha as atividades do Legislativo, desconhece suas plataformas de comunicação e avalia de forma negativa o desempenho da instituição. Baixa visibilidade e distanciamento do público De acordo com os dados, 93,4% dos entrevistados afirmaram não saber onde encontrar informações sobre as leis e atividades da Câmara. Além disso, 86% desconhecem o site e as redes sociais oficiais da instituição. A falta de interesse também se reflete na participação: 96% nunca assistiram a uma sessão, seja presencialmente ou pela internet. Desempenho e transparência sob questionamento A avaliação da...</p>
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<p>A Perspectiva Mercado e Opinião divulgou nesta segunda (20/10) os resultados de uma pesquisa de opinião pública que revela baixo nível de confiança e engajamento dos manauaras com a Câmara Municipal de Manaus (CMM).</p>
<p>O levantamento mostra que a maioria dos cidadãos não acompanha as atividades do Legislativo, desconhece suas plataformas de comunicação e avalia de forma negativa o desempenho da instituição.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Baixa visibilidade e distanciamento do público</strong></h2>
<p>De acordo com os dados, 93,4% dos entrevistados afirmaram não saber onde encontrar informações sobre as leis e atividades da Câmara. Além disso, 86% desconhecem o site e as redes sociais oficiais da instituição.</p>
<p>A falta de interesse também se reflete na participação: 96% nunca assistiram a uma sessão, seja presencialmente ou pela internet.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Desempenho e transparência sob questionamento</strong></h2>
<p>A avaliação da Câmara é predominantemente negativa.</p>
<p>Em uma escala de 1 a 5, 70% dos entrevistados classificaram o desempenho como “ruim” ou “muito ruim”, enquanto apenas 10,6% fizeram uma avaliação positiva.</p>
<p>No quesito transparência, 54% dos participantes afirmaram que a Câmara “nunca” é transparente em suas decisões e gastos públicos, enquanto somente 0,5% disseram que o Legislativo “sempre” age de forma transparente.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Falta de independência e representatividade</strong></h2>
<p>A pesquisa também investigou a percepção da população quanto à independência da Câmara em relação ao prefeito David Almeida.</p>
<p>Quase metade dos entrevistados (46,7%) acredita que o Legislativo “nunca” atua de forma independente.</p>
<p>Quando o assunto é representatividade, 85,6% dos manauaras afirmaram não se sentir representados por nenhum vereador.</p>
<p>Além disso, 87,4% nunca entraram em contato com um parlamentar ou gabinete, e 74,5% disseram que não procurariam um vereador mesmo diante de um problema relacionado à cidade.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que o cidadão espera dos vereadores</strong></h2>
<p>Entre as principais expectativas, os entrevistados destacaram que os vereadores deveriam resolver problemas individuais (55%), fiscalizar o prefeito (42,2%) e fazer leis úteis à cidade (25,1%).</p>
<p>O sentimento mais comum quando o cidadão ouve falar da Câmara é de indiferença (50,6%), seguido de desconfiança (30,1%) e raiva (15,6%). Apenas 3,7% disseram sentir confiança ou orgulho da instituição.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Possibilidade de engajamento digital</strong></h2>
<p>Mesmo diante da baixa participação, a pesquisa aponta um caminho promissor: 40% dos entrevistados disseram que participariam ou talvez participassem de audiências públicas online, se pudessem fazê-lo por meio da internet ou do celular.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Metodologia da pesquisa</strong></h2>
<p>O levantamento foi realizado entre 13 e 18 de outubro com 1.000 entrevistados, distribuídos nos 60 bairros de Manaus, utilizando o sistema CATI (Computer Assisted Telephone Interview).</p>
<p>A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais, com 95% de nível de confiança.</p>
</div>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/__trashed-86/">Orçamento da Prefeitura de Manaus sobe para R$ 12 bi e CMM recebe aumento de R$ 45 milhões</a></li>
</ul>
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		<title>Vereadores de Manaus recebem quase 12 vezes mais que a população e expõem desigualdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 17:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os vereadores de Manaus recebem mais de 11,9 vezes a renda média da população local e colocam a capital amazonense no terceiro lugar do ranking nacional de disparidade salarial entre parlamentares e cidadãos. O Índice de Disparidade Salarial (IDS) da cidade (11,9) só é menor que o de Rio Branco (12,6) e Salvador (12,1). O levantamento foi realizado pela associação civil Livres, que promove curadoria de políticas públicas. A pesquisa mostra ainda que 25 das 26 capitais brasileiras apresentam IDS ao menos três vezes maior que o dos vereadores de Nova York (EUA). O IDS mede a distância entre o salário dos vereadores e a renda domiciliar per capita da população que eles representam. O cálculo divide a remuneração bruta mensal dos parlamentares pela renda domiciliar per capita, de acordo...</p>
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<p>Os vereadores de Manaus recebem mais de 11,9 vezes a renda média da população local e colocam a capital amazonense no terceiro lugar do ranking nacional de disparidade salarial entre parlamentares e cidadãos. O Índice de Disparidade Salarial (IDS) da cidade (11,9) só é menor que o de Rio Branco (12,6) e Salvador (12,1).</p>
<p>O levantamento foi realizado pela associação civil <strong><a href="https://eusoulivres.org/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Livres</a></strong>, que promove curadoria de políticas públicas. A pesquisa mostra ainda que 25 das 26 capitais brasileiras apresentam IDS ao menos três vezes maior que o dos vereadores de Nova York (EUA).</p>
<p>O IDS mede a distância entre o salário dos vereadores e a renda domiciliar per capita da população que eles representam. O cálculo divide a remuneração bruta mensal dos parlamentares pela renda domiciliar per capita, de acordo com a PNAD Contínua do IBGE (2023).</p>
<p>O estudo analisou salários brutos dos vereadores das 26 capitais e cruzou os dados com a renda da população urbana local. A maior parte das câmaras municipais já aprovou reajustes para 2025, o que indica que a disparidade tende a crescer.</p>
<figure class="wp-block-image size-full"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-377435" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/08/Vereadores-de-Manaus-recebem-quase-12-vezes-mais-que-a.png?resize=523%2C466&#038;ssl=1" alt="vereadores,salário dos vereadores de Manaus,vereadores de Manaus" width="523" height="466" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: Livres</figcaption></figure>
<p>Mesmo em capitais mais ricas, como São Paulo (IDS 5,5) e Curitiba (IDS 5,8), a desigualdade continua elevada, expondo a distância entre legisladores e cidadãos.</p>
<p>“A desigualdade não é novidade no Brasil, mas os dados mostram que o setor público aprofunda as distorções. O IDS revela um problema estrutural e simbólico de representatividade”, afirmou Magno Karl, diretor-executivo do Livres.</p>
<p>Enquanto em democracias desenvolvidas há limites proporcionais, no Brasil não há teto vinculado à realidade econômica local, permitindo que vereadores em cidades com baixa renda tenham salários muito acima da média da população.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Propostas para conter a disparidade</strong></h2>
<p>O Livres sugere medidas para conter a desigualdade: criação de um teto proporcional à renda do município, conselhos independentes para definir salários, fim da indexação automática entre poderes, mais transparência sobre benefícios e adoção do IDS como indicador oficial de justiça institucional.</p>
<p>“Não se trata de demonizar o serviço público, mas de exigir coerência e responsabilidade. A remuneração do vereador precisa fazer sentido diante da realidade econômica da cidade que ele representa”, reforçou Karl.</p>
<p><strong>Confira o estudo na íntegra:</strong></p>
<p><strong><mark class="has-inline-color has-vivid-red-color" style="background-color: rgba(0, 0, 0, 0);">Leia Mais:</mark></strong></p>
</div>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/vereadores-batem-boca-por-reajuste-de-1232-na-tarifa-de-agua-em-manaus/">Vereadores batem boca por reajuste de 12,32% na tarifa de água em Manaus</a></li>
</ul>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/vereadores-de-manaus-recebem-quase-12-vezes-mais-que-a-populacao-e-expoem-desigualdade/">Vereadores de Manaus recebem quase 12 vezes mais que a população e expõem desigualdade</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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