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	<title>precária Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Internet precária e falta de identificação são causas de desinformação</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/internet-precaria-e-falta-de-identificacao-sao-causas-de-desinformacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 23:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de acesso à internet ou a conexão de baixa qualidade ainda é uma das principais dificuldades para pessoas se manterem informadas, constatou a pesquisa Dos territórios indígenas às periferias: retratos da desinformação e do consumo de notícias no Brasil, divulgada nesta quarta-feira (13). A falta de conexão do público com os meios de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/internet-precaria-e-falta-de-identificacao-sao-causas-de-desinformacao/">Internet precária e falta de identificação são causas de desinformação</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A falta de acesso à internet ou a conexão de baixa qualidade ainda é uma das principais dificuldades para pessoas se manterem informadas, constatou a pesquisa<em> Dos territórios indígenas às periferias: retratos da desinformação e do consumo de notícias no Brasil</em>, divulgada nesta quarta-feira (13). A falta de conexão do público com os meios de acesso à informação também distancia pessoas das mensagens.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Internet-precaria-e-falta-de-identificacao-sao-causas-de-desinformacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>&#8220;Mais do que melhorar formatos ou ampliar alcance, o desafio é mudar a lógica: sair de um jornalismo que só &#8216;fala&#8217; para um jornalismo que escuta e constrói junto&#8221;, identificou o levantamento, realizado pela Coalizão de Mídias Periféricas, Faveladas, Quilombolas e Indígenas.</p>
<p>O estudo entrevistou cerca de 1,5 mil pessoas em Santarém (PA), Recife (PE) e São Paulo (SP) e trouxe 16 recomendações para fortalecer o jornalismo e enfrentar a desinformação, além de democratizar a comunicação.</p>
<p>Além da dificuldade de se conectar, problema sugerido por um entre quatro entrevistados, a pesquisa mostra que quem vive nas periferias não consegue diferenciar com facilidade se uma informação é falsa (17%) e ainda relaciona a falta de tempo (16%) à dificuldade de selecionar conteúdos confiáveis.</p>
<p>Quem tem rotina exaustiva e múltiplas funções, caso de muitas mulheres, tem menos tempo para refletir sobre o conteúdo recebido, analisa a pesquisa.</p>
<p>Para enfrentar esse cenário, o estudo da Coalização destaca o potencial do jornalismo local, que detém a confiança da população, assim como compreende a realidade dos territórios, explicou a coordenadora do estudo, Thais Siqueira, diretora da Coalizão.</p>
<p>Segundo o levantamento, a maior parte dos entrevistados busca notícias para entender o que aconteceu no próprio bairro, (17%), depois, para tomar decisões (14%), compartilhar informações (12%), além de ter assuntos em conversas (11%).</p>
<p>Para isso, os meios mais acessados são os aplicativos de mensagens e redes sociais, com destaque para o WhatsApp e o Instagram.</p>
<h2>Regiões</h2>
<p>Entretanto, há diferenças entre as regiões. Em Recife e São Paulo, há mais diversificação entre as plataformas, sites de notícias e redes sociais, enquanto em Santarém prevalece o WhatsApp, a TV aberta e rádio. A pesquisa ressaltou que a situação indica a relevância de mídias tradicionais onde o acesso digital é mais restrito.</p>
<p>O dispositivo mais usado pelo público pesquisado é o celular. A televisão, o computador e o rádio estão na sequência. Os meios tradicionais, ao lado dos sites, assim como pessoas conhecidas, professores e lideranças comunitárias foram reconhecidas no levantamento sobre o acesso à informação como as fontes mais confiáveis na distribuição de notícias verdadeiras.</p>
<p>Os influenciadores digitais estão no fim da fila, depois de grupos de WhatsApp, contrariando expectativas.</p>
<h2>Combate à desinformação</h2>
<p>Embora os meios tradicionais sejam os mais acessíveis e confiáveis, o acesso a eles não garante o combate à desinformação. De acordo com a pesquisa, conteúdos produzidos localmente, respeitando saberes, a pluralidade de formas de expressão e &#8220;os modos coletivos de construir e validar o saber&#8221; têm mais adesão do público.</p>
<p>Esse cenário abre uma oportunidade para valorizar dinâmicas locais, reforça Thais.</p>
<p>&#8220;A confiança passa por relações, experiências e referências locais, e o jornalismo precisa dialogar com isso, em vez de ignorar&#8221;, sintetiza a diretora da Coalizão.</p>
<p>De acordo com Thaís, a pesquisa mostra que combater a desinformação não se resume à checagem de fatos. &#8220;Exige uma reorganização e inclui reconhecer e financiar os sistemas próprios de comunicação&#8221;, afirmou.</p>
<p>Essa é uma das 16 recomendações do estudo, que sugere também a produção de informação em formatos de áudio, vídeos curtos e conteúdos compartilháveis, facilitando o acesso de quem não tem pacote de dados de internet e acessa conteúdos nos celulares apenas pelas plataformas.</p>
<h2>Levantamento</h2>
<p>Para chegar aos resultados apresentados, a Coalização de Mídias capacitou pesquisadores, jornalistas e comunicadores locais. Em Recife, artistas de rua e jovens mães também aplicaram questionários. Os dados foram coletados e analisado a partir de estratégia do Observatório Ibira30 e da Fundação Tide Setubal.</p>
<p>A Coalizão de Mídias é formada por iniciativas de cinco estados brasileiros, são elas: Periferia em Movimento (SP), Desenrola e Não Me Enrola (SP), A Terceira Margem da Rua (SP), Frente de Mobilização da Maré (RJ), Fala Roça (RJ), Rede Tumulto (PE), Mojubá Mídias e Conexões (BA) e Coletivo Jovem Tapajônico (PA).</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/internet-precaria-e-falta-de-identificacao-sao-causas-de-desinformacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Vídeo mostra ônibus atolado e estrada precária em Iranduba</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/video-mostra-onibus-atolado-e-estrada-precaria-em-iranduba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 22:33:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um vídeo gravado por uma moradora da comunidade Morada do Sol, em Iranduba, expõe as condições precárias da principal estrada da localidade. As imagens mostram um ônibus escolar atolado em um trecho tomado por lama, na noite da última segunda-feira (6), e evidenciam as dificuldades enfrentadas diariamente pela população. De acordo com o relato, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um vídeo gravado por uma moradora da comunidade Morada do Sol, em Iranduba, expõe as condições precárias da principal estrada da localidade. As imagens mostram um ônibus escolar atolado em um trecho tomado por lama, na noite da última segunda-feira (6), e evidenciam as dificuldades enfrentadas diariamente pela população.</p>
<p>De acordo com o relato, o veículo, de responsabilidade da Prefeitura de Iranduba, transportava alunos de um curso tecnológico no período noturno. Durante a gravação, a moradora critica o estado da via e registra a situação.</p>
<p>“Que situação! Olha só isso daqui. Como é que está o estado da nossa estrada principal da comunidade Morada do Sol. Isso daqui é o ônibus escolar, tá vendo?”, afirmou.</p>
<p>Aulas suspensas por falta de acesso</p>
<p>A denunciante informou que o problema não é isolado. Segundo ela, as aulas nos turnos da manhã e da tarde estão suspensas porque os ônibus escolares não conseguem trafegar com segurança pela estrada.</p>
<p>“Estão paradas as aulas porque não tem condição de fazer o trajeto nessas condições”, disse.</p>
<p>A comunidade Morada do Sol está localizada no quilômetro 26 da rodovia AM-070, Estrada Manoel Urbano, na região do Lago do Limão. O ramal principal é a única via de acesso para moradores, estudantes e trabalhadores.</p>
<p>Chuva agrava situação da estrada</p>
<p>O cenário se intensifica durante o período chuvoso no Amazonas. Nesse período, a formação de lama e buracos aumenta, o que dificulta ainda mais a trafegabilidade. Como a estrada não possui asfaltamento, o trecho se torna praticamente intransitável.</p>
<p>Além disso, a situação afeta o escoamento de produtos da região. Pequenos produtores e trabalhadores enfrentam dificuldades para transportar mercadorias, o que impacta diretamente a economia local.</p>
<p>Moradores cobram solução do poder público</p>
<p>Moradores afirmam que o problema se arrasta há anos, sem solução definitiva. Durante o vídeo, a moradora cobra melhorias e questiona a falta de infraestrutura.</p>
<p>“A gente não tem o direito de ter uma estrada digna? Colocando nossos filhos em perigo”, desabafou.</p>
<p>Ela também criticou a ausência de ações do poder público municipal e citou o prefeito de Iranduba, Augusto Ferraz.</p>
<p>“Isso é uma vergonha. Uma vergonha”, concluiu.</p>
<p>Problema afeta educação e mobilidade</p>
<p>A situação reacende o debate sobre a responsabilidade do poder público na manutenção de vias em áreas rurais. A precariedade da estrada compromete o acesso à educação, a mobilidade dos moradores e a atividade econômica da região.</p>
<p>Apesar de promessas feitas em períodos eleitorais, moradores relatam que melhorias estruturais no ramal do quilômetro 26 da AM-070 ainda não foram realizadas.</p>
<p><em>*Com informações da assessoria</em></p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Criança de 9 anos revela que era estuprada pelo irmão após culto no AM</p>
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