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	<title>preconceito Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>preconceito Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Desinformação sobre HIV dificulta tratamento e aumenta preconceito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 19:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falha em combater o estigma social em torno do HIV pode causar cerca de 440 mil mortes evitáveis nesta década, segundo projeção de uma pesquisa internacional de opinião pública realizada pela iniciativa não governamental Tackle HIV.  “Esse estigma traz impactos enormes para a sociedade em geral: seja o medo de fazer o teste, o medo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A falha em combater o estigma social em torno do HIV pode causar cerca de 440 mil mortes evitáveis nesta década, segundo projeção de uma pesquisa internacional de opinião pública realizada pela iniciativa não governamental Tackle HIV. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Desinformacao-sobre-HIV-dificulta-tratamento-e-aumenta-preconceito.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Esse estigma traz impactos enormes para a sociedade em geral: seja o medo de fazer o teste, o medo de tomar os medicamentos ou o medo criado pelo preconceito de conviver com pessoas que vivem com HIV”, conta o representante e um dos idealizadores do projeto, Gareth Thomas. </p>
<p>Segundo a plataforma, os avanços científicos são históricos, porém, o medo afasta as pessoas da testagem e do início do tratamento. Embora novas infecções por HIV e mortes relacionadas à Aids tenham atingido os menores níveis globais em 2025, para 21 países em três regiões, entre eles o Brasil, o número de casos aumentou. </p>
<p>De acordo com informações do Boletim Epidemiológico HIV e Aids 2025, que coleta dados do ano anterior, foram notificados 39.216 casos de infecção pelo HIV no país. A maioria, 38,4%, na região sudeste.</p>
<p>O Thomas acredita que a pesquisa é um trabalho importante para entender como diferentes lugares respondem a uma situação semelhante, e, a partir disso, pensar soluções para demandas locais.</p>
<p>“Toda vez que vamos a um novo país ou a uma nova região, fazemos uma pesquisa com os moradores locais para entender o trabalho que precisamos realizar ali, seja focado em uma determinada característica ou em um grupo específico”, conta ele, após desembarcar no Rio de Janeiro para a 26ª Conferência Internacional de Aids, maior evento global sobre a doença, sediado pela primeira vez no Brasil. </p>
<h2>Desinformação</h2>
<p>A pesquisa aponta que, para 36% dos brasileiros entrevistados, homens héteros não correm risco de contrair o HIV, crença que se repete para 37% do grupo em relação a mulheres heterossexuais. Responderam a questionários online 2.006 adultos brasileiros.</p>
<p>Apenas 48% dos entrevistados, um pouco menos da metade, já haviam feito o teste de HIV. Entre 40% que cogitaram fazer, a maioria rejeitou a ideia alegando que “não se consideram em risco”.</p>
<p>Outra constatação foi que19% ainda acreditam que quem vive com HIV não pode manter uma vida sexual ativa, enquanto apenas 29% sabiam que pessoas sob tratamento eficaz e com carga viral indetectável não transmitem o HIV em relações sexuais. </p>
<h2>Unaids 2030</h2>
<p>Alinhado à Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, o Programa Conjunto das Nações Unidas para HIV/Aids prevê uma série de metas para os países visando a erradicação da Aids como ameaça de saúde pública.</p>
<p>Entre as etapas, estão as metas “95-95-95”, já alcançadas por países como Botsuana, Ruanda, República Unida da Tanzânia e Zimbábue. Isso significa que, nesses países, 95% das pessoas que vivem com HIV conhecem seu status sorológico; 95% das pessoas que sabem que vivem com HIV estão em tratamento antirretroviral; e 95% das pessoas em tratamento estão com a carga viral suprimida.</p>
<p>O Brasil alcançou em 2020 a primeira meta 95, com 95% das pessoas vivendo com HIV conhecendo seu diagnóstico. Em 2024, atingiu a terceira meta 95, referente à supressão da carga viral em 95% das pessoas em tratamento. </p>
<p>Na última terça-feira (28), o Governo Federal demonstrou interesse na profilaxia pré-exposição (PrEP) injetável, que pode prevenir a infecção em pessoas saudáveis por até seis meses, e estuda a possibilidade de incluir o método de prevenção ao SUS. </p>
<h2>Trackle HIV</h2>
<p>A Tackle HIV é uma campanha global de conscientização que visa combater o estigma, o preconceito e a desinformação em relação ao vírus, idealizada pelo ex-jogador de rugby galês Gareth Thomas em parceria com a ViiV Healthcare e organizações filantrópicas como a Terrence Higgins Trust.</p>
<p>O atleta, que defendeu a seleção do País de Gales, foi o primeiro jogador profissional de rugby em atividade a se declarar homossexual, em 2009. Dez anos depois, compartilhou publicamente seu diagnóstico de HIV positivo e desde então segue como uma voz ativa no combate a discriminação. </p>
<p>“É fundamental passar a mensagem importante de que receber um teste positivo, com todos os avanços da ciência e da medicina, não é mais uma sentença de morte. Testar positivo significa que você pode começar o tratamento assim que receber o diagnóstico e viver uma vida normal, feliz e saudável, sem limitações mentais ou físicas causadas pelo vírus”, finalizou.</p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Tâmara Freire. </em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/desinformacao-sobre-hiv-dificulta-tratamento-e-aumenta-preconceito" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Parada Brasília Orgulho traz campanha do voto contra o preconceito</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/parada-brasilia-orgulho-traz-campanha-do-voto-contra-o-preconceito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2026 21:26:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[CAMPANHA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sol forte da seca brasiliense potencializou a explosão de cores na Esplanada dos Ministérios durante a Parada Brasília Orgulho, neste domingo (26). Bandeiras, fantasias, maquiagens e leques, muitos leques, deixavam clara a mensagem “nós existimos, estamos aqui e amamos quem somos”. A estilista e performer maranhense Havenna Wandelookx está há 16 anos em Brasília. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O sol forte da seca brasiliense potencializou a explosão de cores na Esplanada dos Ministérios durante a Parada Brasília Orgulho, neste domingo (26).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Parada-Brasilia-Orgulho-traz-campanha-do-voto-contra-o-preconceito.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Bandeiras, fantasias, maquiagens e leques, muitos leques, deixavam clara a mensagem “nós existimos, estamos aqui e amamos quem somos”.</p>
<p>A estilista e performer maranhense Havenna Wandelookx está há 16 anos em Brasília. É o mesmo tempo que frequenta a parada do orgulho LGBT+ na capital. Ela exalta a mistura entre diversão e conscientização presentes no evento.</p>
<p>“A gente tem que ter muita consciência, além da diversão, claro. A gente vem para se divertir, mostrar brilho, se jogar. Mas ter sempre uma consciência de que a gente tem uma vida além disso, e que podemos passar para as pessoas que isso pode ser muito bom, apesar do ódio de cada um”.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Parada-Brasilia-Orgulho-traz-campanha-do-voto-contra-o-preconceito.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 26/08/2026 - Ravenna Wandelookx, fala com a Agência Brasil durante a  27ª Parada do Orgulho LGBT+ de Brasília Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></p>
<p>Ravenna Wandelookx fala com a Agência Brasil durante a 27ª Parada do Orgulho LGBT+ de Brasília &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</p>
<p>Um dos organizadores da Parada Brasília Orgulho, Richard Alexandre, também destacou o caráter político da festa.</p>
<p>“Não é só festa, é muita luta. Mas também a gente se diverte, a gente usa as nossas cores para se divertir, usa o espaço para mostrar que a gente exige, existe, que a gente quer respeito, quer dignidade”.</p>
<p>Além de música e mobilização política, a Parada Brasília Orgulho trazia serviços à população, com várias tendas. Entre elas, atendimentos de enfermagem, suporte da Polícia Civil para denúncias contra LGBTFobia e um atendimento da Defensoria Pública para esclarecimentos sobre a inclusão do nome social em documentos.</p>
<h2>Eleições</h2>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1785101194_780_Parada-Brasilia-Orgulho-traz-campanha-do-voto-contra-o-preconceito.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 26/08/2026 - A 27ª Parada do Orgulho LGBT+ de Brasília teve concentração em frente ao Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></p>
<p> A 27ª Parada do Orgulho LGBT+ de Brasília teve concentração em frente ao Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios. &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</p>
<p>O tema deste ano é “LGBT, levante e vote”. A ideia é conscientizar a população LGBT+ a ir às urnas, e a votar em pessoas que defendam o respeito e a garantia de direitos a todos.</p>
<p>“A gente precisa, cada vez mais, de parlamentares que entendam a nossa pauta, que nos respeitem e que nos protejam, que usem a legislação a favor da proteção da comunidade”, explicou Richard Alexandre.</p>
<p>O coordenador da Parada Brasília Orgulho, Welton Trindade, destaca a evolução nas conquistas da população LGBT+ ao longo dos anos. “A gente tem visto o aumento de pessoas LGBT eleitas. A parada começou em 1998, quando não tínhamos nenhum representante nos poderes”, disse.</p>
<h2>“Habitué”</h2>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1785101194_176_Parada-Brasilia-Orgulho-traz-campanha-do-voto-contra-o-preconceito.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 26/08/2026 - A 27ª Parada do Orgulho LGBT+ de Brasília teve concentração em frente ao Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></p>
<p> A 27ª Parada do Orgulho LGBT+ de Brasília teve concentração em frente ao Congresso Nacional, na Esplanada dos Ministérios. &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</p>
<p>Enquanto a música e os discursos vindos do carro de som inundavam a Esplanada, uma senhora assistia a tudo, enrolada em uma bandeira do Brasil estilizada com o arco-íris do movimento LGBT.</p>
<p>Sueli Oliveira tem 67 anos e frequenta marchas LGBT, em Brasília e em São Paulo, há vários anos. “Sou uma habitué, vamos dizer assim”, disse, com sorriso leve. Militante do movimento e lésbica, Sueli, reforça a importância da presença da comunidade LGBT nas ruas e nas urnas.</p>
<p>“É importante a gente participar das atividades como uma forma de dar visibilidade à nossa luta, à nossa existência”, disse. Para ela, é importante lutar, com o voto, contra o preconceito, o ódio e a LGBTFobia. E a parada é o momento ideal de alertar a todos sobre isso.</p>
<p>“É o momento em que a gente para pra dizer: atenção, nós existimos, nós temos o direito, como qualquer outro cidadão e cidadã, de estarmos aqui, de votarmos, de amarmos quem nós quisermos”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/parada-brasilia-orgulho-traz-campanha-do-voto-contra-o-preconceito" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Dia da Síndrome de Down busca ampliar inclusão e combater preconceito</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dia-da-sindrome-de-down-busca-ampliar-inclusao-e-combater-preconceito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 11:53:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Síndrome de Down, condição genética mais frequentemente associada à deficiência intelectual, é lembrada neste sábado (21), data que representa a presença de três cromossomos no par 21.  Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como Dia Internacional da Trissomia do Cromossomo 21 (T21), o 21 de março tem o objetivo de combater o preconceito, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Síndrome de Down, condição genética mais frequentemente associada à deficiência intelectual, é lembrada neste sábado (21), data que representa a presença de três cromossomos no par 21. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Dia-da-Sindrome-de-Down-busca-ampliar-inclusao-e-combater.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como Dia Internacional da Trissomia do Cromossomo 21 (T21), o 21 de março tem o objetivo de combater o preconceito, promover a conscientização e ampliar oportunidades de inclusão, assegurando direitos fundamentais como acesso à educação, saúde e trabalho.</p>
<p>Respondendo por cerca de um quarto dos casos de alterações no desenvolvimento intelectual, característica presente em todos as pessoas com a síndrome, a condição não é uma doença, mas pode estar associada a algumas particularidades físicas, cognitivas e de saúde. </p>
<p>Embora seja mais conhecida como Síndrome de Down, o termo mais adequado é Trissomia do Cromossomo 21 ou T21, pois descreve a condição genética real. </p>
<p>O nome é atribuído ao nome do médico pediatra inglês John Langdon Down, o primeiro a descrever clinicamente a associação dos sinais característicos das pessoas com SD, em 1866.</p>
<p>No Brasil, estima-se que a síndrome ocorra em aproximadamente um a cada 700 nascimentos, o que representa cerca de 270 mil pessoas. Em escala global, a incidência é de cerca de um caso a cada 1 mil nascidos vivos. </p>
<p>O diagnóstico pode ser realizado durante a gestação, por meio de exames de pré-natal. Entre as características físicas mais comuns estão baixa estatura, olhos amendoados, face achatada, dedos curtos e língua proeminente.</p>
<h2>Características</h2>
<p>As condições de saúde mais frequentes das pessoas com Síndrome de Down são atraso no desenvolvimento, cardiopatias congênitas, problemas auditivos, visuais e na coluna, alterações na tireoide e distúrbios neurológicos. O acompanhamento médico multidisciplinar é fundamental para a qualidade de vida.</p>
<p>Segundo a especialista em distúrbios do desenvolvimento Luciana Brites, do Instituto NeuroSaber, a comemoração da data é importante para a reflexão e para chamar a atenção sobre as particularidades da Síndrome de Down. </p>
<p>“Isso ajuda a diminuir uma das maiores barreiras que a gente vê, que é a questão do preconceito, a questão pejorativa. Esse dia nos ajuda a falar mais e a desmistificar esse tema, trazendo informações relevantes e baseadas em evidência científica para que o conceito da acessibilidade e da inclusão seja realmente efetivo”, avalia. </p>
<p>Luciana destaca que a deficiência intelectual possível em pessoas com T21 pode gerar dificuldades na aprendizagem relacionadas à linguagem, raciocínio lógico e memória, aspectos que influenciam no processo de escolarização e tornam essencial a adaptação de estratégias pedagógicas às necessidades individuais.</p>
<p>“O primeiro passo para fazermos a inclusão é entender o transtorno ou a deficiência com que estamos lidando. Como cada pessoa tem suas peculiaridades, diferenças, comorbidades e é muito importante compreender isso no caso da Síndrome de Down, porque também é possível que o indivíduo tenha alterações auditivas, por exemplo.”</p>
<h2>Desenvolvimento e inclusão</h2>
<p>A profissional ressaltou que a escola precisa entender as necessidades de cada aluno para auxiliar no crescimento e desenvolvimento com o objetivo de torná-lo um adulto autônomo e capaz de desempenhar uma função no mercado de trabalho.</p>
<p>“A escola vai participar do desenvolvimento acadêmico com as habilidades de leitura e escrita, adequando o ensino a cada demanda. Como a Síndrome de Down já pode ser identificada ainda na barriga da mãe, quanto mais cedo estimulamos esse bebê, melhor será a cognição e a autonomia”, disse.</p>
<p>Segundo a psicopedagoga, o ensino deve ser feito com adaptações e estratégias pedagógicas baseadas em evidências científicas. Um exemplo é a instrução fônica, com ensino sistemático e explícito das relações entre letras e sons, que apresenta melhores resultados a longo prazo, mesmo que seja mais lento e precise de mais repetição.</p>
<p>“É preciso que a alfabetização parta do desenvolvimento consistente de habilidades precursoras, que são as habilidades que estimulam o processo de alfabetização lá na frente, com abordagens multissensoriais e instruções explícitas, que trazem muito sucesso e ganhos. É muito importante acreditar que eles conseguem aprender e quanto mais aumentarmos a interação e a participação, mais eles aprenderão”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/dia-da-sindrome-de-down-busca-ampliar-inclusao-e-combater-preconceito" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Judocas brasileiras superam preconceito e inspiram jovens atletas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/judocas-brasileiras-superam-preconceito-e-inspiram-jovens-atletas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 13:59:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quando eu comecei a fazer esses eventos, eu via que eu não podia parar, porque através da minha história, da minha conquista ali, da minha medalha, eu estava inspirando outras gerações”. A fala é da judoca brasileira Rafaela Silva (à direita, no destaque) que, juntamente com Jéssica Pereira, ambas da seleção brasileira de judô, participaram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Quando eu comecei a fazer esses eventos, eu via que eu não podia parar, porque através da minha história, da minha conquista ali, da minha medalha, eu estava inspirando outras gerações”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Judocas-brasileiras-superam-preconceito-e-inspiram-jovens-atletas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A fala é da judoca brasileira Rafaela Silva (à direita, no destaque) que, juntamente com Jéssica Pereira, ambas da seleção brasileira de judô, participaram de evento sobre equidade de gênero e desenvolvimento social, por ocasião do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. </p>
<p>Na moderação, que ocorreu na última quinta-feira (12), no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as atletas debateram sobre carreira, dificuldades de se manter em um esporte de alto rendimento, e preconceitos sociais e de gênero que enfrentaram durante a trajetória. </p>
<p>Atualmente com 28 medalhas olímpicas, o judô é o esporte que mais rendeu pódios ao Brasil na competição. Das cinco medalhas de ouro, três são de atletas femininas: Sarah Menezes (2012), Rafaela Silva (2016) e Beatriz Souza (2024). </p>
<p>A conversa foi mediada pela gerente de comunicação da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Camila Dantas (à esquerda, na foto em destaque). </p>
<h2>Presença Feminina</h2>
<p>Aos 33 anos, Rafaela conta que conheceu o judô aos 5, através de um projeto social perto da sua casa, então na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro. Depois de não se sentir acolhida nas aulas de futebol, onde era a única menina do grupo, ela observou que no judô as crianças se divertiam juntas independentemente do gênero.  </p>
<p>Jéssica Pereira, de 31 anos, é tricampeã pan-americana e hepta campeã brasileira. Ela conta que iniciou sua vida no esporte aos 7 anos como uma forma de fugir da violência, na Ilha do Governador, perto do Morro do Dendê. Ela explica que foi a mãe que a matriculou, juntamente com outros cinco irmãos no judô, para ocupar as crianças durante o dia. </p>
<p>“Quando eu recebo uma mensagem no Instagram dizendo que eu sou uma inspiração ou uma criança dizendo assim: &#8216;Ah, eu entrei no judô porque eu te vi lutar&#8217;. Esses momentos são muito gratificantes, e a gente sabe que serve como inspiração pra nova juventude que tá vindo aí.” </p>
<p>Rafaela Silva conta que quando começou na seleção brasileira, em 2008, os treinos no Japão eram reservados apenas para os homens, já que a confederação não acreditava que elas tinham nível para treinar no país onde o esporte surgiu. Segundo a atleta, este cenário que mudou com o tempo.</p>
<p>“O judô feminino é igual o masculino. A gente luta o mesmo tempo de luta, a gente recebe a mesma premiação, a gente tem as mesmas oportunidades e as pessoas ainda têm essa visão, né?”, acrescentou. </p>
<h2>Desafios e conquistas</h2>
<p>Rafaela lembra que, durante sua trajetória, lidou com olhares tortos e desconfiança por ser uma atleta mulher. O preconceito partia tanto de familiares quanto nas competições internacionais. </p>
<p>“Várias tias nossas falavam: &#8216;Não, mas isso daí é negócio de homem, ficar se agarrando, ficar se batendo lá&#8217;. Até que elas começaram a entender um pouco da nossa história dentro da modalidade e mudaram essa visão.” </p>
<p>Mesmo diante de desafios, as conquistas da categoria feminina do judô são muitas. A ex-judoca Mayra Aguiar, por exemplo, é a maior medalhista brasileira do esporte. Foram três medalhas olímpicas de bronze em duas competições: Londres 2012 e Tóquio 2020.</p>
<p>Ela também foi a primeira mulher brasileira a conquistar três medalhas olímpicas em esportes individuais, e hoje divide a conquista com a ginasta Rebeca Andrade.</p>
<h2>Federação internacional</h2>
<p>A Federação Internacional de Judô tem trabalhado para o desenvolvimento da categoria feminina. No campeonato mundial de 2017, foi inaugurada a competição por equipes mistas, que mescla homens das categorias 73 kg, 90 kg e +90 kg com mulheres do 57 kg, 70 kg, +70 kg.</p>
<p>Antes disso, a competição por equipes era separada por gênero, e a mudança forçou países de tradição na modalidade, como Geórgia, Azerbaijão e Uzbequistão a investirem na formação e profissionalização de atletas mulheres. </p>
<p>De olho nas Olimpíadas de 2028 em Los Angeles, Rafaela Silva já notou a presença de mais atletas femininas nas competições, e conta que aos 33 anos não tem planos de parar de se aposentar. </p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. </em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/judocas-brasileiras-superam-preconceito-e-inspiram-jovens-atletas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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