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	<title>preservação Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Dia da Amazônia: profissionais de Manaus defendem desenvolvimento econômico aliado à preservação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 12:11:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Neste 5 de setembro, Dia da Amazônia, cinco profissionais de áreas distintas de Manaus dividem suas visões sobre o que significa desenvolver a região sem abrir mão de sua maior riqueza: a preservação da floresta. Advocacia tributária, bioeconomia, energia limpa, educação e jornalismo especializado em ESG se cruzam em um mesmo diagnóstico: a Amazônia não precisa escolher entre economia e preservação, precisa de um modelo próprio de desenvolvimento, pensado a partir de quem vive na região, e não imposto de fora para dentro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para a advogada Camila David, especializada em direito tributário com foco em projetos da Zona Franca de Manaus, reduzir a ZFM a um simples polo industrial é ignorar sua função social e ambiental. Ela vê no modelo uma política de preservação disfarçada de política industrial, já que os incentivos fiscais funcionam, em sua opinião, como parte de uma política pública maior, que busca desenvolver a região preservando suas características ambientais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Essa lógica, de acordo com ela, aparece na sua rotina profissional de forma concreta. Quando analisa uma questão tributária para um cliente, Camila diz que raramente está lidando apenas com números e economia de custos, já que por trás de cada decisão fiscal está a permanência de uma empresa formal na região e a manutenção de empregos. “Ao criar oportunidades de emprego e renda dentro da região, ela contribui para que o desenvolvimento econômico aconteça sem depender exclusivamente de atividades que pressionam a floresta. Como advogada tributarista, vejo os incentivos fiscais da ZFM justamente como instrumentos de uma política pública maior, que busca desenvolver a região”, analisa.</p>
<p>Advogada Camila David</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para ela, o maior desafio hoje é transformar a sustentabilidade em uma estratégia de desenvolvimento de longo prazo, e não apenas em uma obrigação, o que passa por um trabalho de segurança jurídica e regras tributárias estáveis. “A Zona Franca pode ser uma das maiores demonstrações de que desenvolvimento econômico e preservação podem caminhar juntos, e fortalecê-la com previsibilidade jurídica é, também, fortalecer uma alternativa real de desenvolvimento para a Amazônia”, diz.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Bioeconomia: valor econômico a partir da floresta viva</h2>
<p class="wp-block-paragraph">À frente da Made In Amazon, plataforma de e-commerce voltada à bioeconomia, a empresária Pamela Mota Oliveira parte de uma premissa que resume o espírito do seu negócio: quanto mais valor a floresta viva conseguir gerar, mais razões existem para mantê-la em pé. Na prática, isso significa conectar artesãos e produtores amazônicos ao mercado, valorizando produtos que carregam identidade, conhecimento tradicional, criatividade e matérias-primas da nossa região. “O Dia da Amazônia precisa ser mais do que uma data de conscientização. Para quem vive e empreende aqui, ele representa uma oportunidade de chamar atenção para uma Amazônia que produz, cria, inova e gera renda”, comenta.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Pamela ressalta que o caminho não é retirar mais da floresta, mas agregar mais valor ao que ela já pode oferecer de forma sustentável. Segundo ela, uma semente, uma fibra ou uma madeira reaproveitada podem se transformar em uma peça de decoração assim que passam pelas mãos de um artesão e recebem design, identidade e acesso ao mercado. “O grande desafio é estruturar essa cadeia para que produção, capacitação, design, tecnologia, logística e acesso ao mercado caminhem juntos. Quando conseguimos fazer isso, a floresta deixa de ser apenas um patrimônio ambiental e passa também a ser um ativo econômico de enorme valor”, diz.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="493"  src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1788610309_199_Dia-da-Amazonia-profissionais-de-Manaus-defendem-desenvolvimento-economico-aliado.webp?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-605383" />Empresária Pamela Mota Oliveira</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, reconhece que o setor enfrenta obstáculos estruturais, como logística cara e dificuldade de produção em escala, barreiras que pesam mais sobre pequenos produtores. Por isso, defende que a bioeconomia amazônica só vai se consolidar se for construída em rede, aproximando comunidades, empreendedores, universidades, poder público, iniciativa privada e mercado. “Precisamos superar a ideia de que desenvolver a Amazônia significa escolher entre preservar ou produzir. O futuro está justamente em conseguir fazer as duas coisas caminharem juntas”, diz.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Energia limpa: a Amazônia como protagonista da sua própria transição</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Para Helane Souza, presidente da Amerenováveis (Associação Amazonense de Energias Renováveis) e recém-empossada diretora estadual da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) no Amazonas, essa data vai muito além de uma celebração simbólica. “O Dia da Amazônia é muito mais que uma celebração, é um chamado à ação”, afirma a presidente, ao lembrar que a floresta é “o coração climático do mundo”, mas também precisa ser “o motor do seu próprio desenvolvimento sustentável e limpo”. Segundo ela, a associação atuou ao longo do ano como uma ponte entre sociedade, empresas e poder público, marcando presença em debates para mostrar que a energia solar “não é um luxo distante, é o presente”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Helane defende que chegou a hora de a Amazônia parar de importar soluções prontas de outras regiões e passar a protagonizar sua própria transição energética. “A Amazônia precisa parar de apenas importar soluções e começar a ser protagonista do seu potencial verde. O papel das energias renováveis na nossa região é muito prático e urgente: precisamos substituir o uso de combustíveis caros e poluentes por fontes limpas, dando infraestrutura de qualidade para quem vive aqui. Valorizar nossos recursos naturais não significa deixar tudo intocável, mas sim usar a tecnologia com inteligência. A verdadeira resposta às mudanças climáticas acontece quando o consumidor amazonense passa a ter acesso a uma energia sustentável, protegendo a floresta e o seu próprio bolso ao mesmo tempo”, analisa.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="494"  src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1788610310_910_Dia-da-Amazonia-profissionais-de-Manaus-defendem-desenvolvimento-economico-aliado.webp?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-605385" />Helane Souza, presidente da Amerenováveis (Associação Amazonense de Energias Renováveis) e recém-empossada diretora estadual da ABsolar.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A presidente enfatiza a importância e a necessidade da participação do poder público, principalmente quando o assunto chega à regulação estadual. Ela classifica a criação de uma agência de regulação de energia no Amazonas como “o ponto mais crítico e urgente neste momento”. “O Amazonas tem um potencial energético gigante, mas não pode mais esperar. A criação de uma Agência de Regulação Estadual é a peça que falta para destravar investimentos e, principalmente, atuar como um ‘escudo’ de proteção e segurança jurídica para o consumidor final”, conclui.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Educação: pertencimento desde a infância</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Diretora geral no Centro Educacional Pingo de Gente e Laviniense, Neila Fernandes descreve um trabalho que não se resume a datas comemorativas. Segundo ela, a identidade amazônica é construída no cotidiano escolar, por meio de projetos, pesquisas e visitas técnicas que aproximam os alunos da biodiversidade, dos povos originários e dos desafios socioambientais da região. “Mais do que ensinar sobre a Amazônia, a proposta é fazer com que a criança ‘se reconheça como parte dela’, compreenda, desde cedo, que também é responsável por seu cuidado”, destaca.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Neila, formar essa consciência apenas em torno do 5 de setembro seria reduzir a Amazônia a “um conteúdo relacionado ao folclore ou a uma comemoração específica”. Por isso, defende que o tema precisa atravessar o ano letivo inteiro, em suas dimensões cultural, científica, social, ambiental e econômica. “Os resultados aparecem em pequenas mudanças de comportamento, como a redução do uso de materiais descartáveis e a adoção de garrafas e copos reutilizáveis pelos próprios alunos, mas também em experiências mais profundas, como as visitas ao Museu da Amazônia e à Comunidade Indígena Beija-Flor, por exemplo, que ajudam a ‘desconstruir estereótipos’, despertando curiosidade, respeito e valorização da cultura”, assinala.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="682" height="1024"  src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1788610310_257_Dia-da-Amazonia-profissionais-de-Manaus-defendem-desenvolvimento-economico-aliado.webp?resize=682%2C1024&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-605384" />Diretora geral no Centro Educacional Pingo de Gente e Laviniense, Neila Fernandes</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para ela, o papel da escola vai além de ensinar conteúdo, é transformar “o conhecimento em pertencimento, e o pertencimento em cuidado”. “Essa data também nos ajuda a fortalecer o sentimento de pertencimento. Em uma região tão rica e diversa, é fundamental que nossas crianças e jovens conheçam, valorizem e tenham orgulho de sua identidade amazônica, compreendendo que fazem parte de um território de importância não apenas regional, mas global. Por isso, o Dia da Amazônia não representa o início ou o fim desse trabalho. Ele é um marco dentro de uma construção permanente, que acontece nas salas de aula”, reforça.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Jornalismo e ESG: mudar quem conta a história</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Jornalista, PhD em ESG e apresentadora do Podcast NC Sustentabilidade, do NC News, Loredana Kotinsk reconhece avanços na cobertura sobre a Amazônia, mas aponta um problema que considera estrutural: a região ainda costuma ser narrada a partir de um olhar externo. Segundo ela, essa cobertura tende a reduzir a Amazônia “à floresta, ao desmatamento, às queimadas”, temas relevantes, mas que deixam de fora uma região também “urbana, econômica, tecnológica, industrial e culturalmente diversa”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Na visão de Loredana, o que muda quando a narrativa é construída por quem vive na região é justamente o lugar de fala. Para ela, o amazônida deixa de ser apenas personagem de uma história contada por outros e passa a ser sujeito, alguém que não só relata os problemas da região, mas também participa da construção de suas soluções. “Ele não está somente contando o problema da Amazônia; ele está produzindo conhecimento e participando da construção das soluções”, enfatiza.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="740"  src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/1788610310_652_Dia-da-Amazonia-profissionais-de-Manaus-defendem-desenvolvimento-economico-aliado.webp?resize=740%2C740&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-605386" />Loredana Kotinsk, jornalista PhD  em ESG.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A PhD defende que o Dia da Amazônia deveria servir menos como celebração e mais como provocação sobre “o próprio modelo de desenvolvimento que queremos para a região”. “Quando falamos de ESG, não podemos simplesmente importar modelos construídos para outras realidades e aplicá-los à Amazônia. É preciso compreender as características sociais, econômicas, ambientais e culturais do território. E existe uma mudança de perspectiva que considero fundamental: a natureza não pode ser vista apenas como uma restrição ao desenvolvimento econômico. A floresta, os rios, a biodiversidade e os conhecimentos produzidos na região também podem ser ativos para uma nova economia”, diz, reafirmando que existe uma Amazônia real, complexa, urbana, empreendedora, científica, tecnológica e cheia de contradições. “Se queremos construir uma comunicação verdadeiramente sustentável sobre a Amazônia, precisamos começar por mudar a forma como olhamos para ela”, conclui.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Turismo sustentável transforma experiência na Amazônia e fortalece conservação da floresta</p>
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		<title>Estudo revela preservação de tecidos de pterossauro por 113 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 15:59:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo mecanismo global de fossilização capaz de preservar tecidos moles e até esteroides, moléculas orgânicas extremamente frágeis, em um pterossauro do período Cretáceo [era dos dinossauros] encontrado na Formação Romualdo, na Bacia do Araripe (CE) foi identificado por pesquisadores do Brasil, Austrália, Alemanha e Estados Unidos. O estudo inédito, baseado em análises avançadas de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo mecanismo global de fossilização capaz de preservar tecidos moles e até esteroides, moléculas orgânicas extremamente frágeis, em um pterossauro do período Cretáceo [era dos dinossauros] encontrado na Formação Romualdo, na Bacia do Araripe (CE) foi identificado por pesquisadores do Brasil, Austrália, Alemanha e Estados Unidos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Estudo-revela-preservacao-de-tecidos-de-pterossauro-por-113-milhoes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo inédito, baseado em análises avançadas de geoquímica, microscopia e tomografia 3D, revela que bactérias oxidantes de enxofre desempenharam papel decisivo na mineralização rápida do fóssil, garantindo sua preservação tridimensional excepcional.</p>
<p>O trabalho reuniu especialistas de 15 instituições internacionais. O documento detalha análises de tomografia, geoquímica isotópica, microscopia eletrônica e espectrometria de massa.</p>
<p>“A preservação desse pterossauro é extraordinária. Estamos falando de tecidos e moléculas que, em condições normais, desapareceriam em poucos dias. O fato de termos acesso a esse nível de detalhe, mais de 100 milhões de anos depois, mostra como a Bacia do Araripe é um dos sítios fossilíferos mais importantes do planeta”, destaca entusiasmado o paleontólogo Alexander Kellner, do Museu Nacional, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), um dos autores do estudo.</p>
<p>A professora titular da Cátedra John Curtin e diretora fundadora do Centro de Geoquímica Orgânica e Isotópica da Austrália Ocidental na Universidade Curtin, Klitin Grici afirmou que as descobertas abrem uma nova janela para a formação de fósseis.</p>
<p>&#8220;Este fóssil é uma verdadeira cápsula do tempo — não apenas está lindamente preservado, mas, pela primeira vez, detectamos traços de esteroides em um pterossauro, fornecendo mais evidências de que essas criaturas provavelmente se alimentavam de peixes ou lulas&#8221;, afirmou Klitin.</p>
<p>A pesquisa aponta que é um processo em “efeito dominó” no qual a decomposição inicial do animal cria microambientes químicos que alimentam microrganismos específicos. Esses micróbios desencadeiam uma sequência de precipitações minerais (sulfatos, fosfatos e múltiplas fases de carbonato), que selam o fóssil antes que tecidos e biomoléculas se degradem.</p>
<p>“Essa descoberta muda nossa compreensão sobre como fósseis excepcionais se formam. Mostramos que micróbios podem criar microambientes altamente eficientes para preservar tecidos e moléculas que normalmente desapareceriam em dias. O estudo comprova que a Bacia do Araripe continua revelando segredos extraordinários. Este trabalho reforça a importância científica e patrimonial da região”, avalia o professor Antônio Álamo Feitosa Saraiva, da Universidade Regional do Cariri.</p>
<p>&#8221; Os pterossauros eram répteis voadores que viveram ao lado dos dinossauros e foram os primeiros vertebrados a dominar o voo motorizado, com algumas espécies atingindo envergaduras gigantescas, acima dos 10 metros. O presente exemplar representa um indivíduo do grupo denominado de Anhangueridae e tinha perto de 8 metros de abertura alar&#8221;, afirma o professor Renan Bantim, Curador do Museu de Plácido Cidade Nuvens, onde o exemplar está depositado.</p>
<p>Além da questão científica, cabe comemorar a parceria entre o Museu Nacional/UFRJ e a Universidade Regional do Cariri (URCA), vem de longa data e tem produzido achados espetaculares. Agora, através do Instituto Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação &#8211; INCT Paleovert &#8211; programa financiado pelo CNPq, temos a possibilidade de firmar parecerias como esta liderada pela Universidade Curtin da Austrália, e atuar na fronteira do conhecimento na pesquisa de organismos que há milhões de anos habitaram o nosso planeta&#8221; reforça Kellner.</p>
<p>O estudo foi publicado no dia 18 na revista iScience.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-06/estudo-revela-preservacao-de-tecidos-de-pterossauro-por-113-milhoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Operação prende 23 pessoas por desmatamento em área de preservação em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 17:15:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vinte e três pessoas foram presas e dois adolescentes apreendidos por desmatamento em área de preservação permanente no bairro Compensa, zona Oeste de Manaus. A operação ocorreu na quinta-feira (16/03), após denúncia anônima sobre a degradação da área. Segundo o delegado Guilherme Antoniazzi, os agentes receberam a informação enquanto realizavam patrulhamento de rotina. “Durante o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vinte e três pessoas foram presas e dois adolescentes apreendidos por desmatamento em área de preservação permanente no bairro Compensa, zona Oeste de Manaus. A operação ocorreu na quinta-feira (16/03), após denúncia anônima sobre a degradação da área.</p>
<p>Segundo o delegado Guilherme Antoniazzi, os agentes receberam a informação enquanto realizavam patrulhamento de rotina.</p>
<p>“Durante o repasse das informações, foi relatado que um grupo de pessoas estaria desmatando uma área de preservação ambiental, próximo a um conjunto residencial, no bairro Compensa. A equipe policial se deslocou ao endereço e uma testemunha indicou a área alvo da invasão”, explicou o delegado.</p>
<p>Foto: Divulgação / PC-AM</p>
<p>Ao chegarem ao local, os policiais entraram na área de mata e encontraram 25 pessoas, sendo 23 adultos e dois adolescentes. Após confirmarem o crime, todos foram levados para a delegacia. Os adolescentes foram levados à Delegacia Especializada em Apuração de Atos Infracionais (Deaai).</p>
<p>Os suspeitos devem responder por desmatamento em área de preservação permanente, falta de licença, impedimento à regeneração ambiental e corrupção de menores, e permanecem à disposição da Justiça.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Mecânico é esmagado por ônibus no Terminal 7 em Manaus</p>
<p>Motorista de app é morto com tiro na cabeça ao tentar impedir assalto a entregador</p>
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		<title>Instituições Nelly Falcão reforçam pioneirismo em educação ambiental e preservação hídrica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 19:31:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Mundial da Água, no dia 22 de março, ganha um significado profundo nas Instituições Nelly Falcão de Souza (INFS). Compostas pelo Pinocchio Centro Educacional e o Colégio Martha Falcão, as unidades consolidam décadas de uma trajetória voltada à sustentabilidade, unindo infraestrutura inteligente e pedagogia aplicada. Mais do que uma data no calendário, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Mundial da Água, no dia 22 de março, ganha um significado profundo nas Instituições Nelly Falcão de Souza (INFS). Compostas pelo Pinocchio Centro Educacional e o Colégio Martha Falcão, as unidades consolidam décadas de uma trajetória voltada à sustentabilidade, unindo infraestrutura inteligente e pedagogia aplicada. Mais do que uma data no calendário, a preservação dos recursos hídricos é tratada como um pilar estrutural que define a identidade das instituições, pioneiras no conceito de “Escola Sustentável” na região amazônica.</p>
<p>No Colégio Martha Falcão, a tecnologia trabalha silenciosamente em prol do meio ambiente. Sob o subsolo do playground, uma cisterna de grande porte atua como um reservatório estratégico para o armazenamento de água da chuva. O sistema, além de garantir o abastecimento para o sistema de combate a incêndios, utiliza bombas para direcionar o recurso para o uso em vasos sanitários e na manutenção de áreas verdes.</p>
<p>De acordo com a diretora executiva das INFS, Leilaine Saburi, o sistema possui uma função social e urbana que vai além dos muros da escola. “A cisterna coleta a água pluvial e a despeja na rede de esgoto de forma gradual. Esse mecanismo é fundamental em Manaus, pois evita que o volume de água saia do prédio em forma de enxurrada em dias de chuvas intensas, auxiliando na prevenção de alagamentos e reduzindo o impacto no sistema de drenagem da cidade”, explica a diretora.</p>
<p>Aliado à engenharia, o projeto pedagógico se estende ao Viveiro Martha Falcão, um espaço dedicado à produção de mudas frutíferas da Amazônia. Ali, os estudantes participam de experimentos com hortas verticais e caseiras, resgatando espécies nativas e compreendendo a interdependência entre a flora e o ciclo da água. O contato direto com a terra permite que as crianças visualizem como a vegetação protege o solo e mantém a umidade necessária para a vida no ecossistema local.</p>
<p>A vanguarda dessa consciência ambiental é personificada pelo Clube do Futuro Cientista, fundado há 40 anos pela patrona Martha Falcão. O clube promove atividades práticas, visitas técnicas e ações sociais, como o cultivo e a distribuição de mudas em bairros da periferia de Manaus. Essas ações integradas fortalecem a cultura de sustentabilidade entre colaboradores, alunos e famílias, criando uma rede de conscientização que ultrapassa o ambiente escolar.</p>
<p>A diretora geral das INFS, Nelly Falcão, reforça que a educação ambiental precisa ser tangível para ser eficaz. “Acreditamos que o contato com essas tecnologias e com o plantio seja uma forma de desenvolver a inteligência ambiental desde a infância. Ao verem a água da chuva sendo reaproveitada ou uma muda crescendo, os alunos promovem o senso de responsabilidade em relação ao planeta e entendem a urgência de preservar a biodiversidade e os recursos naturais”, destaca a educadora.</p>
<p>A prática do plantio, inclusive, é um dos temas centrais trabalhados com os estudantes durante os mutirões. A escola ensina que as árvores funcionam como mini-reservatórios naturais: as raízes facilitam a infiltração da chuva no solo, o que ajuda a recarregar os lençóis freáticos e proteger as nascentes. Essa abordagem técnica demonstra como a cobertura florestal é essencial para reduzir a temperatura local e prevenir a erosão que tanto afeta as margens dos nossos igarapés.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Programa de Combate ao Desperdício de Alimentos distribui iguarias no Dia Mundial pela Limpeza da Água</p>
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