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	<title>prevenção Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>prevenção Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Campanha em escolas do DF alerta para prevenção de desastre climático</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/campanha-em-escolas-do-df-alerta-para-prevencao-de-desastre-climatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 18:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alunos, educadores, comunidades e iniciativas populares da capital federal participaram, ao longo dos últimos dois dias, da 9ª Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir: Cidades sem Risco. A proposta, encabeçada pelo Ministério das Cidades, inclui atividades formativas em comunidades vulneráveis com foco na educação para reconhecer riscos, prevenir e agir em meio a emergências climáticas. Em nota, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Alunos, educadores, comunidades e iniciativas populares da capital federal participaram, ao longo dos últimos dois dias, da 9ª Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir: Cidades sem Risco.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Campanha-em-escolas-do-DF-alerta-para-prevencao-de-desastre.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A proposta, encabeçada pelo Ministério das Cidades, inclui atividades formativas em comunidades vulneráveis com foco na educação para reconhecer riscos, prevenir e agir em meio a emergências climáticas.</p>
<p>Em nota, a pasta informou que a campanha tem como objetivo fortalecer a atuação integrada entre comunidades, instituições públicas e espaços educativos em comunidades marcadas por desafios socioambientais e eventos extremos.</p>
<p>“A iniciativa estimula o desenvolvimento de campanhas locais de redução de riscos de desastres no território onde vivem, ampliando a capacidade de prevenção e resposta antes que emergências ocorram.”</p>
<p>Ainda segundo o comunicado, a campanha reforça que a prevenção a desastres começa no cotidiano das comunidades, por meio da informação, da educação e da mobilização coletiva.</p>
<p>Durante os dois dias, a programação incluiu diálogos, encontros formativos e oficinas de campanha, onde os participantes trabalharam na elaboração de propostas práticas de mobilização de prevenção.</p>
<p>“O objetivo é fortalecer redes locais, qualificar os habitantes dos territórios e transformar conhecimento em ação concreta, contribuindo para cidades mais preparadas diante dos riscos climáticos”, completou o ministério.</p>
<h2>Sobre a campanha</h2>
<p>Em 2026, a campanha atua prioritariamente em 23 municípios brasileiros e impacta diretamente cerca de 30 mil estudantes. Os encontros formativos já foram realizados nos seguintes estados: Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.</p>
<p>A iniciativa integra políticas públicas de educação, ciência e desenvolvimento urbano, fortalecendo a prevenção como eixo estruturante da justiça climática em territórios mais vulneráveis.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/campanha-em-escolas-do-df-alerta-para-prevencao-de-desastre-climatico" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Documentário destaca vivências trans e prevenção ao HIV no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/documentario-destaca-vivencias-trans-e-prevencao-ao-hiv-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 18:26:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário “ASSOTRAM: Vozes que Transformam” reuniu mais de 80 pessoas neste fim de semana no Palácio da Justiça, em Manaus. A sessão trouxe emoção, representatividade e, além disso, estimulou o debate sobre saúde pública, direitos humanos e inclusão social. A produção destaca as ações de sensibilização que a ASSOTRAM realiza junto a profissionais do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O documentário <em>“ASSOTRAM: Vozes que Transformam”</em> reuniu mais de 80 pessoas neste fim de semana no Palácio da Justiça, em Manaus. A sessão trouxe emoção, representatividade e, além disso, estimulou o debate sobre saúde pública, direitos humanos e inclusão social.</p>
<p>A produção destaca as ações de sensibilização que a ASSOTRAM realiza junto a profissionais do sexo, especialmente mulheres trans e travestis. Nesse sentido, o foco recai na prevenção ao HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto amplia visibilidade e reconhecimento</h2>
<p>O evento reuniu integrantes da associação, participantes do documentário, apoiadores e o público em geral. Dessa forma, o encontro fortaleceu a visibilidade do projeto e, ao mesmo tempo, reconheceu o trabalho desenvolvido na capital amazonense.</p>
<p>Idealizado por Paulla Baçal, o documentário integrou o edital da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), voltado à população trans. Além disso, a obra nasce da vivência direta nas ações que a entidade desenvolve desde 2017.</p>
<p>A produção conta com a parceria da Ybá Criativa. À frente da realização audiovisual, Roberto Fernandes conduziu o projeto e contribuiu para dar forma às narrativas apresentadas.</p>
<p>“O documentário ASSOTRAM: Vozes que Transformam, contemplado no edital PNAB Ciclo 2 para Pessoas Trans, tem como objetivo trazer luz ao trabalho de abordagem de sensibilização que a ASSOTRAM faz com as profissionais do sexo, mulheres trans e travestis. Então é enfatizar e mostrar também a necessidade de mais políticas públicas voltadas para nossa população. A ASSOTRAM foi fundada por quatro mulheres trans que se uniram, cansadas de ver tantas associações LGBTs sendo lideradas por pessoas cisgêneras, que não nos representavam tanto quanto nós mesmas. Então a ASSOTRAM surge dessa necessidade de maior representatividade”, destacou Paulla.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Relatos e ações em campo</h2>
<p>Ao longo do documentário, o público acompanha ações práticas nas ruas, como a distribuição de insumos e as orientações sobre saúde sexual. Além disso, relatos evidenciam o impacto direto dessas iniciativas na vida das pessoas atendidas.</p>
<p>A produção reúne diferentes vozes que constroem esse retrato social. Entre os participantes, estão representantes do poder público, profissionais da saúde e integrantes da associação. Assim, o documentário amplia o debate sobre cuidado, acolhimento e acesso à saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Trabalho coletivo e impacto social</h2>
<p>Para Joyce Gomes, assistente social e cofundadora da ASSOTRAM, o lançamento simboliza anos de dedicação e atuação contínua.</p>
<p>“Eu sou uma cofundadora da ASSOTRAM, hoje estou como assistente social. O projeto materializa todas as atividades que a gente já vem desenvolvendo, principalmente em relação à abordagem social, e a sensação é de dever cumprido, uma sensação que conforta o coração, de poder ajudar outras pessoas. Ver isso ser externalizado é algo que nos enche de orgulho”, afirmou.</p>
<p>Além da exibição, o encontro promoveu a troca de experiências entre o público e as participantes. Com isso, fortaleceu o diálogo sobre a importância de políticas públicas voltadas à população trans e ampliou a discussão sobre acesso à saúde.</p>
<p>Joyce Gomes</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="411" data-id="461144" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776796000_62_Documentario-destaca-vivencias-trans-e-prevencao-ao-HIV-no-AM.jpeg?resize=740%2C411&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-461144"  />Paulla Baçal<br />
FOTOS: Cristie Sicsú</p>
<h2 class="wp-block-heading">Lançamento online amplia alcance</h2>
<p>O documentário chegará ao YouTube ainda este mês, no canal @souauroraboreal. Além disso, o projeto também contará com conteúdos complementares no Instagram @vozesquetransformam.doc. Dessa maneira, a iniciativa amplia o alcance das histórias e reforça a visibilidade das pautas apresentadas.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Publicada lei que amplia prevenção e controle do câncer no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/publicada-lei-que-amplia-prevencao-e-controle-do-cancer-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). A Lei nº 15.385, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Publicada-lei-que-amplia-prevencao-e-controle-do-cancer-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Lei nº 15.385, publicada no <em>Diário Oficial da União</em> nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer.</p>
<p>O objetivo é modernizar o sistema e garantir acesso a inovações como terapias avançadas, vacinas e novos testes diagnósticos.</p>
<p>A norma foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na sexta-feira (10), quando inauguraram o Centro de Ensino, Simulação e Inovação (Cesin) do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. </p>
<p>O texto lista princípios e diretrizes relacionados à produção e à regulação sanitária de tecnologias contra o câncer no âmbito da política, tais como:</p>
<ul>
<li>redução da dependência de importações;</li>
<li>estímulo à transferência de tecnologia;</li>
<li>incentivo à formação de parcerias público-privadas;</li>
<li>valorização da produção nacional;</li>
<li>capacitação tecnológica e geração de inovação.</li>
</ul>
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<p>A norma elenca também os princípios e diretrizes relacionados à garantia do acesso universal e igualitário a vacinas, medicamentos e produtos de terapia avançada, no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.</p>
<p>Entre os principais pontos estão a gratuidade, a promoção de estratégias de educação em saúde, os critérios para verificação do potencial de resposta terapêutica, além da ampliação do acesso a tratamentos inovadores.</p>
<p>A lei prevê ainda o fortalecimento de parcerias com universidades e centros de pesquisa e o estímulo à criação de startups de biotecnologia voltadas a vacinas e medicamentos oncológicos, além do apoio à aplicação de inteligência artificial em atividades de pesquisa e incentivo à adoção do sequenciamento genético.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/publicada-lei-que-amplia-prevencao-e-controle-do-cancer-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Estudo inédito da Fiocruz pode ampliar prevenção de HIV entre jovens</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-inedito-da-fiocruz-pode-ampliar-prevencao-de-hiv-entre-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:01:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia lança, nesta sexta-feira (10), em Salvador, um estudo para ampliar a prevenção do vírus da imunodeficiência humana (HIV) entre adolescentes e jovens na periferia. A iniciativa é inédita e inovadora, segundo informou à Agência Brasil o pesquisador da Fiocruz Bahia e professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Laio Magno. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia lança, nesta sexta-feira (10), em Salvador, um estudo para ampliar a prevenção do vírus da imunodeficiência humana (HIV) entre adolescentes e jovens na periferia. A iniciativa é inédita e inovadora, segundo informou à Agência Brasil o pesquisador da Fiocruz Bahia e professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Laio Magno.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Estudo-inedito-da-Fiocruz-pode-ampliar-prevencao-de-HIV-entre.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A ideia é testar a profilaxia pré-exposição (PrEP) em adolescentes e jovens na faixa etária de 15 a 24 anos, especialmente homens gays, travestis e mulheres trans. A PrEP é um método preventivo que utiliza medicamentos antirretrovirais antes de uma possível exposição ao vírus, preparando o organismo para bloquear a infecção pelo HIV.</p>
<p>Segundo o professor Magno, homens que fazem sexo com outros homens não possuem, necessariamente, a identidade assumidamente gay e podem até assumir outra identidade. O estudo será realizado em Salvador e São Paulo e terá a participação de cerca de 1,4 mil jovens. </p>
<p>Em Salvador, o estudo é coordenado pelos professores Laio Magno e Inês Dourado, da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e, em São Paulo, por Alexandre Granjeiro e Márcia Couto, da Faculdade de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>O projeto tem financiamento do National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, onde é desenvolvido também pela Universidade do Alabama, e conta com parceria do Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais e organizações da sociedade civil.</p>
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<h2>Vulnerabilidades</h2>
<p>Denominado PrEP na Comunidade (COmPrEP), o estudo nasceu da experiência dos pesquisadores com a oferta da profilaxia pré-exposição a adolescentes no país. Jovens de 15 a 24 anos são a população que têm mais vulnerabilidade à infecção pelo HIV por diversos motivos, entre eles a dificuldades de acessar serviços de saúde.</p>
<p>“Muitas vezes, o espaço do serviço de saúde não é receptivo para esses jovens, e menos ainda para populações da diversidade sexual e de gênero. Nossas pesquisas registram muito estigma, discriminação mesmo”, ressaltou Magno.</p>
<p>Segundo o professor, baseado em dados do Ministério da Saúde, a população de gays, mulheres trans e travestis é a que menos acessa os serviços de saúde.</p>
<p>“Para se ter uma ideia, no painel de Previdência, os dados do Ministério da Saúde revelam que apenas 0, 2% da população que usa PrEP hoje, no país, tem idades entre 15 e 19 anos. Em contrapartida, temos observado que a população de homens nesta faixa etária é a que mais sofre com infecção pelo HIV, que tem maior taxa de incidência de infecção. É um grande desafio acessar essa população.”</p>
<h2>Educadores pares</h2>
<p>Os pesquisadores vão testar a oferta do pré-teste na comunidade por educadores pares, que são jovens da própria comunidade, treinados e supervisionados por profissionais de saúde.</p>
<p>Para o professor Magno, o efeito será positivo para a continuidade do uso da profilaxia, em comparação com o cuidado padrão do serviço de saúde apenas por profissionais de saúde.</p>
<p>Os participantes serão divididos entre dois modelos de cuidado: o tradicional, feito em unidades de saúde, e o comunitário, com oferta de PrEP mediada por educadores pares e supervisionada por equipe clínica.</p>
<p>O acompanhamento terá duração de até 12 meses, com avaliação de indicadores como início, adesão e permanência no uso da profilaxia.</p>
<h2>Recrutamento</h2>
<p>O estudo piloto deverá estar pronto no próximo mês de junho e, entre setembro e outubro, deve ser iniciado o recrutamento de pessoas em campo. Já foram identificados os espaços de sociabilidade que serão alvo do recrutamento em Salvador e em São Paulo, locais do centro das duas cidades onde se reúnem esses os jovens.</p>
<p>“Fizemos um mapeamento nas cidades, uma pesquisa para entender quais eram os locais de sociabilidade, como era a interação desses jovens na comunidade. Os educadores vão atuar nesses espaços de sociabilidade”.</p>
<p>O jovem que aceitar participar da pesquisa será sorteado para saber se vai para o braço de intervenção ou para o braço de controle de oferta de PrEP no serviço de saúde. Os resultados finais estão previstos para 2028.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/estudo-inedito-da-fiocruz-pode-ampliar-prevencao-de-hiv-entre-jovens" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Prevenção e promoção da saúde são parâmetros imprescindíveis, diz ANS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 18:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana em que são lembrados o Dia Mundial da Saúde e o Dia Mundial de Combate ao Câncer, o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Damous, avalia que o modelo de assistência em saúde focado na reação ao problema e no tratamento de doenças precisa ser superado. “É um modelo reativo.” [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ans/">Prevenção e promoção da saúde são parâmetros imprescindíveis, diz ANS</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana em que são lembrados o Dia Mundial da Saúde e o Dia Mundial de Combate ao Câncer, o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Damous, avalia que o modelo de assistência em saúde focado na reação ao problema e no tratamento de doenças precisa ser superado. “É um modelo reativo.”<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ANS.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, Damous considera a prevenção e a promoção da saúde como parâmetros imprescindíveis e propõe diálogo um diálogo mais amplo com o setor no sentido de construir um novo modelo de assistência em saúde. “Até do ponto de vista de quem está no setor e quer garantir a sua lucratividade, barateia custos”.</p>
<p>A ANS é uma agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil. De forma simplificada, a regulação pode ser entendida como um conjunto de medidas e ações do governo que envolvem a criação de normas, o controle e a fiscalização do segmento.</p>
<p>O diretor-presidente da ANS defende o letramento em saúde como ferramenta para que beneficiários de planos possam tomar decisões mais conscientes e que as próprias operadoras possam participar desse processo. “Não consigo conceber a saúde suplementar como um mero aglomerado de empresas.”</p>
<p>“Em mais de 700 cidades brasileiras, diversos tipos de câncer já ultrapassaram, num <em>ranking</em> macabro, o primeiro lugar tradicional que era das doenças cardiovasculares. E a previsão, também macabra, é que, até 2029, o câncer encabece esse <em>ranking</em> de maior incidência de doenças no país”, disse. “Temos que nos preparar pra isso”, completou.</p>
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<p>Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista:</p>
<p>Agência Brasil: Esta semana lembramos o Dia Mundial da Saúde. Como o senhor avalia o modelo de assistência em saúde que foca na reação ao problema e no tratamento de doenças?</p>
<p>Wadih Damous: Esse modelo precisa ser superado. É um modelo reativo. E esse não é só o meu ponto de vista, é o ponto de vista de diversos especialistas da área médica, da área da saúde pública aqui no Brasil. Já se chegou à conclusão de que esse paradigma é oneroso e ineficiente. Grande parte das despesas assistenciais das operadoras se concentra no manejo de complicações que são evitáveis ou que são tratáveis desde que corretamente diagnosticadas e com a antecedência necessária, como diabetes, hipertensão, obesidade. E não é assim que acontece.</p>
<p>Nosso entendimento é que a saúde deve ser gerida com inteligência e isso vai exigir, de fato, uma mudança dessa cultura institucional. Entendo também que a gente deve transitar nesse modelo de pagamento por volume que é uma coisa que as operadoras reclamam tanto e que acaba incentivando o excesso de exames desnecessários e partir para a lógica de geração de valor em saúde, por meio de linhas de cuidado planejadas, prevenção. Isso barateia custos, preserva vida e garante uma qualidade de vida melhor.</p>
<p>Agência Brasil: Prevenção e promoção da saúde são hoje fatores inegociáveis para a sustentabilidade da saúde suplementar?</p>
<p>Damous: Como sou dirigente de uma agência reguladora e o meu âmbito é a saúde suplementar, não posso dizer que são inegociáveis. Tudo aqui, no nosso âmbito, se constrói a partir de negociações e diálogo. Mas eu diria que são parâmetros imprescindíveis. O que eu quero é promover um amplo diálogo com o setor, com as operadoras, com as prestadoras, incluindo hospitais, clínicas e afins, no sentido de construirmos esse novo modelo. Sou otimista e acredito que um diálogo baseado em evidências e em que se demostra que isso, até do ponto de vista de quem está no setor e quer garantir a sua lucratividade, barateia custos. Tenho a esperança de que essa nova visão sensibilize esses setores.</p>
<p>Agência Brasil: Qual a importância do letramento em saúde como ferramenta para que beneficiários de planos possam tomar decisões mais conscientes?</p>
<p>Damous: Essa não é uma questão restrita à saúde suplementar. É uma política pública de saúde que deve ser capitaneada pelo Ministério da Saúde e a ANS deve reverberar. Em que sentido? É um processo de convencimento do setor privado da saúde aqui no Brasil, que envolve mais de 53 milhões de usuários. É um setor imponente, que atinge uma parcela substancial da população brasileira. Precisamos integrar essa campanha de letramento e esclarecer a necessidade da prevenção. Quantas doenças que se tornam letais poderiam ser evitadas se houvesse prevenção?</p>
<p>Convencer as pessoas a fazer exames periodicamente, a ir ao médico de forma periódica, a praticar exercícios físicos e aderir a uma alimentação mais saudável. Tudo isso é letramento em saúde. Agora, isso requer uma campanha bem organizada e que, de fato, traduza, numa linguagem simples, essa necessidade. E convencer as pessoas de que é assim, não é só tomando remédios e providências quando a doença já se instalou no corpo. Para que as pessoas possam entender que a prevenção pode ser a chave para uma vida longa, saudável e com boa qualidade.</p>
<p>Agência Brasil: Qual o papel das operadoras nessa estratégia de letramento em saúde?</p>
<p>Damous: Utilizar seus meios de comunicação, orientar seus credenciados, médicos, consultórios, hospitais, clínicas para que integrem essa campanha e esclareçam seus pacientes. E que isso esteja expresso nos produtos que são oferecidos por meio dos planos de saúde. Isso é algo que, no âmbito da saúde suplementar, quero organizar um projeto e submetê-lo às operadoras para que haja adesão. Para que seja também atraente para elas. Aí sim podemos agir como sistema. Porque eu entendo que a saúde suplementar é um sistema, assim como há o sistema público, há o sistema privado. Não consigo conceber a saúde suplementar como um mero aglomerado de empresas.</p>
<p>Agência Brasil: No início desta semana, foi publicada uma lei que prevê que empresas disponibilizem informações sobre campanhas de vacinação contra o HPV e sobre cânceres de mama, de colo do útero e de próstata. Quais os impactos dessa nova legislação na saúde suplementar?</p>
<p>Damous: Isso a gente vai ver com o tempo. O presidente Lula sancionou essa lei, inclusive, prevendo, no SUS [Sistema Único de Saúde], a incorporação de tratamentos de imunoterapia. Temos resolução normativa que estabelece e autoriza o tratamento imunoterápico em algumas modalidades de câncer. A lei trata de 40 tipos de câncer – bem mais amplo do que aquilo que está previsto no rol da ANS. Provavelmente, isso será incorporado ao nosso rol de procedimentos. A partir daí, teremos noção do impacto regulatório, do impacto na sustentabilidade do sistema. Mas foi um avanço no SUS e espero que seja um avanço também na saúde suplementar. Estamos tratando de vidas e de saúde.</p>
<p>O câncer, hoje, no Brasil, está crescendo em proporções epidêmicas. Em mais de 700 cidades brasileiras, diversos tipos de câncer já ultrapassaram, num <em>ranking </em>macabro, infelizmente, aquele primeiro lugar tradicional que era das doenças cardiovasculares. E a previsão, também macabra, é que, até 2029, o câncer encabece esse <em>ranking</em> de maior incidência de doenças no país, o que já acontece em algumas partes do mundo, como países industrializados, países com maior envelhecimento. Temos que nos preparar para isso.<br />A atuação conjunta entre a saúde suplementar e a saúde pública tem que ter, como um de seus pilares, o combate ao avanço de diversos tipos de câncer.</p>
<p>Agência Brasil: O direito do funcionário ao afastamento para realização de exames preventivos contribui para a detecção precoce e para a adesão ao tratamento contra o câncer?</p>
<p>Damous: Sem dúvida. Uma das questões que têm produzido esse avanço epidêmico do câncer é a falta de diagnóstico precoce, é o atendimento tardio no SUS e, às vezes, até na saúde suplementar. Muitas vezes, quando o tumor é constatado, já pode ser tarde demais, ele já está em uma fase de letalidade ou de sequelas irreversíveis. Repito: temos que tratar como política pública de saúde, na linha do cuidado e prevenção. Muitos desses tumores poderiam ser evitados, mitigando sua letalidade, se tratados a tempo, com exames periódicos que detectem a moléstia no seu início. Muitos desses cânceres são quase que 100% curáveis se detectados a tempo.</p>
<p>Agência Brasil: Como o senhor vê os debates sobre saúde mental e jornadas de trabalho no âmbito da saúde suplementar?</p>
<p>Damous: A Organização Mundial da Saúde [OMS] tem relatórios, envolvendo o mundo todo, dando conta do aumento de casos – e aumento em grau epidemiológico – de saúde mental, de Burnout em muitos países, gerando episódios de suicídio, de depressão profunda. E isso já se tornou caso de saúde pública. O setor de saúde suplementar não pode estar alheio a essa questão. Nesse sentido, apoiamos integralmente a proposta do governo do fim da escala 6&#215;1, que remete aspectos escravagistas, porque não permite que as pessoas tenham tempo maior de lazer, para passar com a família e com os amigos, para se instruir culturalmente e educacionalmente. Tudo isso diz respeito à saúde mental.</p>
<p>E a saúde física acompanha a saúde mental. Se a saúde mental se deteriora, consequentemente, as diversas doenças crônicas que as pessoas têm acabam se consolidando – hipertensão, diabetes, obesidade. Esse é um debate fundamental, atualíssimo e que deve ser tratado com toda a atenção, a partir de evidências técnico-científicas. Mas devemos ter claro que se trata de uma questão de saúde pública. e a saúde suplementar não pode estar alheia a esse cenário.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ans" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Escolas terão conteúdos de prevenção à violência contra a mulher</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/escolas-terao-conteudos-de-prevencao-a-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:57:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da Lei Maria da Penha Vai à Escola (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica. A lei determina que a produção de material didático [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da Lei Maria da Penha Vai à Escola (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Escolas-terao-conteudos-de-prevencao-a-violencia-contra-a-mulher.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A lei determina que a produção de material didático relativo aos direitos humanos e à prevenção da violência contra a mulher deve ser adequada a cada nível de ensino.</p>
<p>O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu que é preciso começar a discussão sobre a prevenção à violência contra as mulheres, com as crianças e jovens estudantes dentro das escolas brasileiras.</p>
<p>Para Santana, a nova geração será formada com base no respeito, na equidade e na justiça. “Estamos afirmando um projeto de país. Um Brasil onde meninas podem estar sem medo, onde mulheres podem ocupar todos os espaços e onde o conhecimento seja instrumento de libertação e não de exclusão.”</p>
<p>“Não há futuro possível sem a garantia plena de direitos para meninas e mulheres. A educação é o caminho mais poderoso para transformar essa realidade”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.</p>
<h2>Instituições públicas</h2>
<p>Durante a cerimônia Educação pelo Fim da Violência, na Universidade de Brasília, foi assinado o Protocolo de Intenções para Prevenção e Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e Acolhimento nas instituições públicas de ensino superior e Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.</p>
<p>O documento estabelece orientações para que instituições de ensino públicas não sejam omissas em eventuais situações de violência de gênero no ambiente acadêmico.</p>
<p>A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, classificou como importantes as medidas de proteção às meninas e mulheres, no âmbito da educação, porque vão do ensino básico ao superior. Ela citou o pedagogo Paulo Freire. “A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo.”</p>
<p>A ministra ainda defendeu que os currículos e os planos pedagógicos de cada curso de graduação e de pós-graduação abordem conteúdos de combate e enfrentamento de todo tipo de violência contra as mulheres.</p>
<p>“Imagine daqui a 4, 5, 6 anos, como sairão os profissionais que atuarão em todos os lugares, como unidades básicas de saúde, escolas, Cras [Centro de Referência de Assistência Social], Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social]. Isso vale para todas as profissões deste país.”</p>
<p>O ministro Camilo Santana explicou que o documento simboliza uma construção coletiva que nasce a partir da escuta, da ciência e da experiência das instituições de ensino.</p>
<p>“Reafirmamos que nossas universidades, institutos federais e redes de ensino são espaços de produção de conhecimento, mas também devem ser espaços seguros, acolhedores e livres de qualquer forma de violência ou discriminação”, enfatizou.</p>
<p>Santana anunciou que lançará, em breve, um edital para apoiar a criação de cuidotecas nas universidades federais. “São espaços de cuidado e acolhimento para crianças que permitirão que mães, estudantes, professoras e trabalhadoras possam estudar, trabalhar e permanecer na universidade com dignidade.”</p>
<h2>Mulheres Mil</h2>
<p>No conjunto de ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra as mulheres, os dois ministérios assinaram o acordo de cooperação técnica para a ampliação de vagas do Programa Mulheres Mil, coordenado pelo MEC.</p>
<p>A política pública tem a missão de elevar a escolaridade de mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica.</p>
<p>O programa também tem o objetivo promover a inclusão socioprodutiva e a autonomia das mulheres por meio de cursos de qualificação profissional.</p>
<p>Os presentes ainda assistiram ao trailer do filme <em>Mulheres Mil</em>, produzido pela pasta. A obra retrata o impacto do programa na vida de cinco mulheres, suas famílias e comunidade.</p>
<p>As iniciativas integram as ações do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/escolas-terao-conteudos-de-prevencao-violencia-contra-mulher" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ações de prevenção e protocolos ajudam a reduzir acidentes em obras, afirma especialista</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/acoes-de-prevencao-e-protocolos-ajudam-a-reduzir-acidentes-em-obras-afirma-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 19:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aponta que acidentes em obras caíram 30% nos últimos anos. Especialistas afirmam que essa redução está diretamente ligada à adoção de medidas preventivas cada vez mais rigorosas. A técnica em Segurança do Trabalho da Tec Obras, Daniela Barros, reforça que protocolos bem definidos são fundamentais para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aponta que acidentes em obras caíram 30% nos últimos anos. Especialistas afirmam que essa redução está diretamente ligada à adoção de medidas preventivas cada vez mais rigorosas.</p>
<p>A técnica em Segurança do Trabalho da Tec Obras, Daniela Barros, reforça que protocolos bem definidos são fundamentais para garantir um canteiro produtivo e seguro.</p>
<p>“Realizamos os ‘diálogos de segurança’ duas vezes por semana, sempre às segundas-feiras e quintas-feiras, reforçando orientações e alertando as equipes sobre riscos e medidas de proteção. Além disso, diariamente, são entregues os equipamentos de proteção individual aos trabalhadores e emitida a Permissão de Trabalho, que define as condições seguras para a execução das atividades”, explica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Inspeções constantes e controle rigoroso</h2>
<p>Segundo Daniela, a Tec Obras realiza inspeções contínuas nas frentes de trabalho. Equipes de segurança acompanham as atividades em campo para garantir que protocolos sejam cumpridos e que os equipamentos de proteção sejam corretamente utilizados.</p>
<p>Entre os riscos mais críticos, estão as quedas durante trabalhos em altura. Para reduzir essas ocorrências, a empresa adota procedimentos específicos:</p>
<p>“O colaborador precisa estar apto no Atestado de Saúde Ocupacional, possuir capacitação para trabalho em altura e utilizar equipamentos como o cinto de segurança com duplo talabarte. Também fazemos a aferição da pressão arterial, antes da liberação para execução das atividades”, detalha.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Conscientização e cultura de segurança</h2>
<p>Além das medidas operacionais, a Tec Obras investe na conscientização das equipes por meio de reuniões e acompanhamento interno.</p>
<p>“As orientações são reforçadas nos ‘diálogos de segurança’ e também nas reuniões da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA). A partir dessas discussões, avaliamos possíveis melhorias e repassamos as orientações para as lideranças e equipes no canteiro de obras”, destaca Daniela.</p>
<p>Segundo a especialista, a aplicação dessas práticas impacta diretamente nos resultados:</p>
<p>“Com a aplicação desses protocolos e o acompanhamento constante das atividades, não registramos acidentes por queda nas operações e a produtividade segue sem intercorrências. Quando a segurança é tratada como prioridade, e não apenas como obrigação legal, cria-se um ambiente de trabalho mais seguro, com mais confiança entre as equipes e melhores resultados para todos”, comenta.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<title>Lula critica Zema por não usar R$ 3,5 bi em obras de prevenção à chuva</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/lula-critica-zema-por-nao-usar-r-35-bi-em-obras-de-prevencao-a-chuva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 22:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta sexta-feira (27), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, por não ter apresentado projetos de obras e prevenção a desastres climáticos, mesmo contando com recursos da ordem de R$ 3,5 bilhões do PAC. Ao discursar, no encerramento da 6ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília, Lula disse, também, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta sexta-feira (27), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, por não ter apresentado projetos de obras e prevenção a desastres climáticos, mesmo contando com recursos da ordem de R$ 3,5 bilhões do PAC. Ao discursar, no encerramento da 6ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília, Lula disse, também, que os desastres causados pelas enchentes são resultados do descaso histórico com o povo pobre do país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Lula-critica-Zema-por-nao-usar-R-35-bi-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O ministro das Cidades, Jader Filho, ao reforçar a crítica do presidente da República ao governo mineiro, acrescentou que os recursos poderiam ser alocados para obras de contenção de encostas e de macrodrenagem.</p>
<p>Neste sábado (28), Lula vai visitar as cidades mineiras de Juiz de Fora e Ubá, as mais atingidas pelo temporal. Já foram contabilizadas, ao menos, 64 mortes causadas pelas enchentes.</p>
<p>O presidente defendeu ainda a necessidade de aplicação de recursos em prevenção a desastres socioambientais.  “É um descaso porque um prefeito pode saber de antemão que uma determinada área não pode ser ocupada”, exemplificou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Lula-critica-Zema-por-nao-usar-R-35-bi-em.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 21/10/2025 - O Ministro das Cidades, Jader Filho, participa do programa Bom Dia, Ministro. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></p>
<p>Brasília (DF) 21/10/2025 &#8211; O Ministro das Cidades, Jader Filho, criticou também o governo de Jair Bolsonaro por ter destinado pouco recursos para obras contra enchentes causados por eventos climáticos  Foto-arquivo: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</p>
<p>Jader Filho criticou ainda o governo anterior, do presidente Jair Bolsonaro, pela falta de recursos alocados para prevenção. Ele ressaltou que o governo passado destinou tão somente R$ 6 milhões para essa finalidade.</p>
<p>“Nós colocamos em prevenção mais de R$ 32 bilhões. Só para o Rio Grande do Sul, foram R$ 6,5 bilhões. A ciência mostra que a gente tem que tornar nossas cidades mais resilientes, adaptadas e preparadas para os eventos climáticos extremos”.</p>
<h2>Impactos</h2>
<p>Segundo o mais recente relatório <em>Estado do Clima, Extremos de Clima e Desastres no Brasil,</em> do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) mostrou que, no Brasil, a sucessão de eventos climáticos extremos impactou diretamente 336.656 pessoas e gerou prejuízos econômicos da ordem de R$ 3,9 bilhões.</p>
<p>&lt;</p>
<p>Como ação de socorro emergencial às vítimas das enchentes no Brasil, a Defesa Civil Nacional autorizou, hoje, um repasse de R$ 6,19 milhões para ações de resposta em sete municípios atingidos por desastres naturais em Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Sul.</p>
<h2>Violência contra mulher </h2>
<p>Além de tratar sobre o impacto dos desastres, Lula voltou a se manifestar sobre a necessidade de aperfeiçoar o enfrentamento à violência contra mulheres, incluindo as campanhas conjuntas com os três Poderes sobre esse tema.</p>
<p>“Isso é tão sério que eu falei para o ministro da Educação [Camilo Santana] que a gente vai ter que começar a preparar, na creche, o menino para ele saber que não é maior ou mais importante do que a mulher”, disse.</p>
<p>A Conferência Nacional das Cidades não era realizada há 13 anos e os debates e as propostas giraram em torno do tema do evento: “Construindo a Política Nacional de Desenvolvimento Urbano: caminhos para cidades inclusivas, democráticas, sustentáveis e com justiça social”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/lula-critica-zema-por-nao-usar-r-35-bi-em-obras-de-prevencao-chuva" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Carnaval: governo reforça uso de camisinha para prevenção de doenças</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-governo-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:56:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da proximidade do carnaval, o Ministério da Saúde reforçou a importância do uso de preservativos e de outros métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) – não apenas durante a folia, mas ao longo de todo o ano. Com o mote &#8220;Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-governo-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas/">Carnaval: governo reforça uso de camisinha para prevenção de doenças</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante da proximidade do carnaval, o Ministério da Saúde reforçou a importância do uso de preservativos e de outros métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) – não apenas durante a folia, mas ao longo de todo o ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-governo-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com o mote &#8220;Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo do Brasil do seu lado&#8221;, a campanha é voltada, sobretudo, para jovens e jovens adultos.</p>
<p>Em nota, a pasta informou que foram distribuídos aos estados 138 milhões de preservativos nos últimos três meses, incluindo duas novas versões que passaram a ser utilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025: a texturizada e a ultrafina.</p>
<p>Do total de preservativos distribuídos para reforçar os estoques e atender à demanda do carnaval, cerca de 132 milhões são externos, texturizados e ultrafinos, e 3,8 milhões são preservativos internos de látex ou nitrílica.</p>
<p>“A novidade busca aumentar a adesão ao uso de preservativos, método efetivo na prevenção contra o HIV, hepatites virais, sífilis e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de evitar gestações não planejadas”, destacou o ministério.</p>
<p>Dados da pasta indicam que 60% da população brasileira não usa preservativos durante as relações sexuais.</p>
<p>A campanha também reforça toda a oferta de proteção a infecções sexualmente transmissíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e que a prevenção pode ser feita de forma combinada: além do uso de preservativos, há a vacinação contra hepatites, a testagem rápida, o uso da profilaxia pré-exposição (PreP) e da Profilaxia Pós-Exposição (PEP).</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2>Queda no uso de preservativos</h2>
<p>Na nota, o ministério reforçou que a diversificação da oferta de preservativos visa estimular o uso contínuo e correto do produto, tornando-o mais atraente e atendendo às diferentes preferências da população.</p>
<p>“Essa ação responde a desafios identificados nos últimos anos: a queda no uso de preservativos, sobretudo entre jovens”.</p>
<p>A última edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), feita em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com pessoas com 18 anos ou mais, mostrou que, nos 12 meses anteriores à entrevista, 22,8% relataram usar preservativo em todas as relações sexuais, enquanto 17,1% afirmaram usar às vezes e 59%, nenhuma vez.</p>
<p>“A queda segue tendência mundial. Em 2024, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou relatório realizado em diversos países europeus, apontando a redução do uso de preservativos no público jovem”, destacou o ministério.</p>
<h2>Orientações gerais</h2>
<p>Além do uso de preservativos e demais métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis, a pasta orienta que os foliões sigam as seguintes dicas para curtir o carnaval de forma tranquila:</p>
<p>&#8211; beba água para se hidratar;</p>
<p>&#8211; use protetor solar;</p>
<p>&#8211; se for viajar para área de mata, vacine-se contra a febre amarela;</p>
<p>&#8211; previna-se contra o HIV, as hepatites B e C, a sífilis e outras ISTs;</p>
<p>&#8211; e, se precisar, procure uma unidade de saúde. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/carnaval-governo-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Carnaval: saúde reforça uso de camisinha para prevenção de doenças</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-saude-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 14:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[camisinha]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da proximidade do carnaval, o Ministério da Saúde reforçou a importância do uso de preservativos e de outros métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) – não apenas durante a folia, mas ao longo de todo o ano. Com o mote &#8220;Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante da proximidade do carnaval, o Ministério da Saúde reforçou a importância do uso de preservativos e de outros métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) – não apenas durante a folia, mas ao longo de todo o ano.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-saude-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com o mote &#8220;Carnaval com prevenção. Antes, durante e depois da folia, é o Governo do Brasil do seu lado&#8221;, a campanha é voltada, sobretudo, para jovens e jovens adultos.</p>
<p>Em nota, a pasta informou que foram distribuídos aos estados 138 milhões de preservativos nos últimos três meses, incluindo duas novas versões que passaram a ser utilizadas no Sistema Único de Saúde (SUS) em 2025: a texturizada e a ultrafina.</p>
<p>Do total de preservativos distribuídos para reforçar os estoques e atender à demanda do carnaval, cerca de 132 milhões são externos, texturizados e ultrafinos, e 3,8 milhões são preservativos internos de látex ou nitrílica.</p>
<p>“A novidade busca aumentar a adesão ao uso de preservativos, método efetivo na prevenção contra o HIV, hepatites virais, sífilis e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de evitar gestações não planejadas”, destacou o ministério.</p>
<p>Dados da pasta indicam que 60% da população brasileira não usa preservativos durante as relações sexuais.</p>
<p>A campanha também reforça toda a oferta de proteção a infecções sexualmente transmissíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e que a prevenção pode ser feita de forma combinada: além do uso de preservativos, há a vacinação contra hepatites, a testagem rápida, o uso da profilaxia pré-exposição (PreP) e da Profilaxia Pós-Exposição (PEP).</p>
<h2>Queda no uso de preservativos</h2>
<p>Na nota, o ministério reforçou que a diversificação da oferta de preservativos visa estimular o uso contínuo e correto do produto, tornando-o mais atraente e atendendo às diferentes preferências da população.</p>
<p>“Essa ação responde a desafios identificados nos últimos anos: a queda no uso de preservativos, sobretudo entre jovens”.</p>
<p>A última edição da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), feita em 2019 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com pessoas com 18 anos ou mais, mostrou que, nos 12 meses anteriores à entrevista, 22,8% relataram usar preservativo em todas as relações sexuais, enquanto 17,1% afirmaram usar às vezes e 59%, nenhuma vez.</p>
<p>“A queda segue tendência mundial. Em 2024, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou relatório realizado em diversos países europeus, apontando a redução do uso de preservativos no público jovem”, destacou o ministério.</p>
<h2>Orientações gerais</h2>
<p>Além do uso de preservativos e demais métodos de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis, a pasta orienta que os foliões sigam as seguintes dicas para curtir o carnaval de forma tranquila:</p>
<p>&#8211; beba água para se hidratar;</p>
<p>&#8211; use protetor solar;</p>
<p>&#8211; se for viajar para área de mata, vacine-se contra a febre amarela;</p>
<p>&#8211; previna-se contra o HIV, as hepatites B e C, a sífilis e outras ISTs;</p>
<p>&#8211; e, se precisar, procure uma unidade de saúde. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/carnaval-saude-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-saude-reforca-uso-de-camisinha-para-prevencao-de-doencas/">Carnaval: saúde reforça uso de camisinha para prevenção de doenças</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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