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	<title>prevenção Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>prevenção Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais alerta para prevenção</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dia-mundial-de-luta-contra-as-hepatites-virais-alerta-para-prevencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 11:47:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, celebrado nesta terça (28), é o ponto alto da campanha nacional Julho Amarelo, destinada a promover a conscientização da população sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento dessas doenças. O mês foi instituído no Brasil em 2019, pela Lei nº 13.802/2019. As hepatites virais causam uma inflamação aguda ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, celebrado nesta terça (28), é o ponto alto da campanha nacional Julho Amarelo, destinada a promover a conscientização da população sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento dessas doenças. O mês foi instituído no Brasil em 2019, pela Lei nº 13.802/2019.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dia-Mundial-de-Luta-contra-as-Hepatites-Virais-alerta-para.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As hepatites virais causam uma inflamação aguda ou crônica do fígado. Elas são classificadas pelo tipo de vírus: A, B, C, D (Delta) e E. No Brasil, as hepatites mais encontradas são as causadas pelos vírus A, B e C.</p>
<p>A doença, na maioria das vezes, avança sem demonstrar sintomas por longos períodos. Em muitos pacientes, os sintomas são confundidos com problemas comuns do dia a dia, como fadiga, mal-estar geral e perda de apetite.</p>
<p>O doutor em Hepatologia pela Universidade de São Paulo (USP), diretor da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) e da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), Adriano Moraes, detalha que, somente em fases mais avançadas, podem surgir sinais como pele e olhos amarelados, urina escura, fezes claras, dor abdominal e coceira.</p>
<p>“O fígado sofre em silêncio. A maioria das hepatites e doenças hepáticas não causa dor nem sintomas no início. O fígado tem uma grande reserva funcional e isso explica porque ele pode sofrer inflamação por muitos anos sem produzir sintomas evidentes”, explicou o hepatologista.</p>
<p>As hepatites virais podem se tornar crônicas e causar complicações graves, como cirrose e câncer de fígado. No caso da hepatite B, o risco de câncer ocorre predominantemente em pacientes com cirrose.</p>
<p>“Esses pacientes tendem a ter maior mortalidade devido à descompensação da doença, além de boa parte desses pacientes vir a necessitar de um transplante de fígado”, detalha Adriano Moraes.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dia-Mundial-de-Luta-contra-as-Hepatites-Virais-alerta-para.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="27/07/2026 - Dr. Adriano Moraes é hepatologista, doutor em Hepatologia pela Universidade de São Paulo; diretor da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) e da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), coordenador do programa de Residência em clínica médica do Hospital Santa Lúcia Sul , de Brasília-DF .  O mês de julho marca a campanha “Julho Amarelo”, destinada a promover conscientização da população sobre a prevenção, diagnóstico e tratamento das hepatites virais.&#13;&#10;A hepatite é uma inflamação que agride o fígado, e pode ser causada principalmente por vírus, pelo uso de alguns medicamentos, álcool em excesso e outras drogas. Foto:  Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH)/Divulgação" title="Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH)/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Adriano Moraes, diretor da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) e da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) Foto: Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH)/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>O alerta anual do Julho Amarelo é para realização do diagnóstico e do tratamento precoces das hepatites virais, reduzindo a inflamação e os riscos de cirrose e câncer de fígado. Os pacientes não-tratados podem evoluir em 30% a 40% para cronicidade e suas complicações ao longo da vida, de acordo com a Sociedade Brasileira de Hepatologia.</p>
<p>A SBH afirma à Agência Brasil que apoia e incentiva a campanha de conscientização de forma descentralizada em todo o território nacional e estimula seus médicos associados a realizarem ações diretamente em seus municípios. Além disso, a sociedade médica diz que atua como uma fonte de informação e orientação de saúde para o público geral.</p>
<p>As principais recomendações da sociedade científica são prevenção por meio da vacinação; testagem e cuidados comportamentais e de higiene.</p>
<p>A imunização varia de acordo com o tipo do vírus. A vacinação contra hepatite B é recomendada para todas as pessoas, especialmente profissionais de saúde, pessoas com múltiplos parceiros sexuais, pessoas que convivem com o HIV, renais crônicos e imunodeprimidos, de uma forma geral.</p>
<p>Já a vacina da hepatite A está indicada em crianças, homens que fazem sexo com homens e viajantes para áreas endêmicas.</p>
<p>O médico Adriano Moraes enfatiza que é preciso evitar o compartilhamento de itens pessoais e perfurocortantes e fazer uso contínuo de preservativos, especialmente para proteção sexual contra hepatite B.</p>
<p>“Deve-se orientar uso de preservativos na prevenção da hepatite B e nunca compartilhar agulhas, seringas, alicates de unha, lâminas de barbear e escovas de dentes.”</p>
<p>Outra medida considerada fundamental pela entidade é a testagem para a detecção precoce das infecções virais. “Toda pessoa deve ser testada pelo menos uma vez para as hepatites B e C, especialmente, as pessoas acima dos 40 anos”, explica o especialista.</p>
<p>Além disso, o hepatologista defende a testagem rápida para as hepatites B e C para públicos prioritários. </p>
<p>“Pessoas que já utilizaram drogas injetáveis ou inaladas, pessoas que convivem com o HIV, homens que fazem sexo com homens, pessoas com múltiplos parceiros sexuais, pacientes privados de liberdade, gestantes, parceiros sexuais de pessoas com hepatite B ou C, pessoas em hemodiálise, profissionais expostos a sangue, pessoas com tatuagens e piercing e pessoas com alterações persistentes em enzimas hepáticas, por exemplo”, listou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dia-Mundial-de-Luta-contra-as-Hepatites-Virais-alerta-para.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) 17/10/2025 O Dia D nacional de multivacinação, mobilização voltada à atualização da caderneta de crianças e adolescentes menores de 15 anos, no Riacho Fundo II, cidade satéite de Brasília.   Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Seringa de vacinação &#8211; hepatites A e B podem ser prevenidas com imunização. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Gestantes</h2>
<p>Como as hepatites B e C podem ser transmitidas da gestante para o filho durante a gravidez ou no momento do parto, a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) aponta o diagnóstico precoce, por meio de exames de sangue incluídos na rotina do pré-natal, representa uma das principais estratégias para prevenir complicações.</p>
<p>O presidente da Comissão Nacional Especializada em Doenças Infectocontagiosas da Febrasgo, o ginecologista Regis Kreitchmann, esclarece que identificar precocemente a presença do vírus permite adotar medidas capazes de proteger tanto a gestante quanto o recém-nascido.</p>
<p>&#8220;São exames simples, rápidos e acessíveis. Quanto mais cedo a infecção for identificada, maiores são as possibilidades de proteger a mãe e evitar a transmissão para o bebê&#8221;, ressalta o médico.</p>
<p>“O grande problema da transmissão vertical é que o bebê contaminado tem uma chance muito maior de desenvolver hepatite crônica, o que pode comprometer sua saúde no futuro. Por isso, prevenir essa transmissão é uma prioridade da assistência pré-natal&#8221;, afirmou o Dr. Regis Kreitchmann.</p>
<p>Entre as hepatites que podem acometer a gestação, apenas a hepatite B possui vacina.</p>
<h2>Principais desafios</h2>
<p>A Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) cita alguns dos principais gargalos no acesso ao tratamento:</p>
<ul>
<li>a baixa cobertura vacinal: mesmo com a vacina contra a hepatite B disponível gratuitamente no SUS, a adesão da população continua abaixo do ideal;</li>
<li>a taxa baixa de diagnóstico;</li>
<li>o acesso limitado a exames;</li>
<li>a demora no encaminhamento de pacientes diagnosticados para um médico especialista;</li>
<li>a distância dos centros de referência no tratamento das hepatites virais;</li>
<li>as desigualdades regionais entre estados e municípios;</li>
<li>o abandono de atendimento, pela dificuldade de manter o acompanhamento contínuo de pacientes já diagnosticados, com destaque para a população privada de liberdade e usuários de drogas ilícitas.</li>
</ul>
<h2>Incidência e óbitos no Brasil</h2>
<p>Segundo o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2025 do Ministério da Saúde, o Brasil confirmou 826.292 casos entre 2000 e 2024.</p>
<p>Destes, a hepatite C respondeu por 41,5% das notificações nacionais, 342.328 casos; seguida pela hepatite B (36,6%, ou 302.351 casos) e pela hepatite A (21,2%, 174.977 ocorrências).</p>
<p>Os demais registros do boletim são: 4.722 casos (0,6%) de hepatite D e 1.914 (0,1%) causados pelo vírus E.</p>
<p>No período descrito, a Região Nordeste concentrou a maior proporção das infecções pelo vírus A (29,2%). Na Região Sudeste, foram verificadas as maiores proporções dos vírus B e C, com 34,0% e 57,7%, respectivamente; enquanto na Região Sul foram 30,9% e 27,0%. Por sua vez, a Região Norte acumula 72,4% do total de casos de hepatite D (ou Delta).</p>
<p>No período de 2000 a 2024, foram identificados no Brasil, pelo Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), 49.999 óbitos por causas básicas e 45.959 óbitos por causas associadas às hepatites virais dos tipos A, B, C e D.</p>
<p>Desses óbitos, 1,5% foram relacionados à hepatite viral A; 22,0%, à hepatite B; 75,3%, à hepatite C; e 0,9%, à hepatite D.</p>
<h2>Sobre as hepatites A, B, C e E</h2>
<p>Cada tipo de hepatite tem suas próprias formas de transmissão, sintomas e tratamentos.</p>
<p>As hepatites A e E, geralmente, são transmitidas por meio de alimentos ou água contaminados, via conhecida como fecal/oral, e mais raramente pela via sanguínea. Ressalta-se, entretanto, o aumento do número de casos de hepatites A por meio de práticas sexuais que viabilizam o contato fecal oral.</p>
<p>Por sua vez, as infecções dos tipos B, C e D são transmitidas pelo contato com fluidos corporais infectados, como sangue, incluindo relações sexuais desprotegidas e, também da mãe para o filho, durante a gestação.</p>
<p>Para mais informações, o Ministério da Saúde disponibiliza o <em>Guia para Eliminação das Hepatites Virais</em>, documento com diretrizes e estratégias que visam à erradicação das hepatites virais no Brasil até 2030.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/dia-de-luta-contra-hepatites-virais-alerta-para-conscientizacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Dia de prevenção de quedas traz alerta para idosos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dia-de-prevencao-de-quedas-traz-alerta-para-idosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:52:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O número de pessoas transferidas para o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) após queda aumentou quase 50% de janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. As 258 pessoas recebidas nesses cinco meses representam mais da metade dos pacientes de trauma transferidos para a unidade. O número mostra [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de pessoas transferidas para o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) após queda aumentou quase 50% de janeiro a maio deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. As 258 pessoas recebidas nesses cinco meses representam mais da metade dos pacientes de trauma transferidos para a unidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dia-de-prevencao-de-quedas-traz-alerta-para-idosos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O número mostra que cair é um dos acidentes que mais causam lesões ortopédicas. O alerta ocorre nesta quarta-feira (24), Dia Mundial de Prevenção de Quedas, data criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e incluída no calendário do Ministério da Saúde.</p>
<p>Como o Into é um hospital federal que atende apenas pacientes de maior complexidade, todos esses casos demandavam, pelo menos, avaliação especializada para verificar a necessidade de cirurgia. A maioria, de fato, precisou de operação.</p>
<p>O envelhecimento da população é fator central para entender esse aumento, de acordo com o chefe do Centro de Trauma do Into, Tito Rocha. Mais de 70% dos pacientes tinham 60 anos ou mais.</p>
<p>&#8220;A falta do equilíbrio, a diminuição da força, a perda da acuidade visual, tudo isso vem com a idade. Nos últimos 20 anos, a gente teve aumento fantástico da longevidade. Quando você aumenta o número de pessoas idosas, você aumenta também o número de problemas relacionados à idade.&#8221;</p>
<p>Outro dado dos atendimentos do Into comprova o impacto do envelhecimento: a maioria dos pacientes caiu de própria altura, ou seja, por algum desequilíbrio durante a rotina. Mas mesmo acidentes simples podem ter consequências drásticas, especialmente para os idosos. </p>
<p>&#8220;O jovem, quando cai de própria altura, geralmente sacode a poeira e dá a volta por cima. O idoso não. Ele não consegue nem se levantar e normalmente faz uma fratura que precisa de algum tratamento cirúrgico ou que ele fique acamado&#8221;, acrescenta Rocha.</p>
<p>Apesar de necessárias, essas intervenções também trazem riscos: &#8220;O idoso internado pode acabar tendo uma pneumonia, uma infecção urinária. A mortalidade associada a uma fratura em idosos é muito grande nos primeiros 30 dias, e em até 1 ano depois da queda fica em torno de 20% a 30%&#8221;.</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>O chefe do Centro de Trauma do Into aponta duas importantes medidas de prevenção. A primeira é o cuidado com o corpo, por meio de exercícios físicos regulares para diminuir a perda muscular e a osteoporose. </p>
<p>&#8220;Uma pessoa que já não consegue levantar sozinha de uma cadeira, se ela cai e quebra um osso, ela vai ter uma recuperação bem mais difícil, porque ela já não tinha força óssea e muscular antes.&#8221;</p>
<p>A segunda medida é o cuidado com a adaptação da casa: &#8220;ter barra no banheiro para a pessoa se apoiar, retirar os tapetes que ficam soltos, usar calçados antiderrapantes, ter cuidado com os animais domésticos, que às vezes se enroscam na perna dos donos.&#8221;</p>
<p>Tito Rocha ressalta que o envelhecimento da população não é um fenômeno negativo e, na esteira dele, atualmente as pessoas tem se mantido ativas por muito mais tempo do que no passado.</p>
<p>&#8220;Chegar aos 90 anos é ótimo, mas tem um preço. Ainda são pessoas com mais comorbidades, mais frágeis, com algum déficit cognitivo.&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/dia-de-prevencao-de-quedas-traz-alerta-para-idosos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Semana Mundial da Alergia alerta para prevenção e diagnóstico</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/semana-mundial-da-alergia-alerta-para-prevencao-e-diagnostico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 15:28:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da Organização Mundial de Alergia (WAO, do nome em inglês) apontam que 30% da população mundial têm algum tipo de alergia. No Brasil, isso se repete. Os brasileiros alérgicos constituem “uma multidão, um país dentro de outro”, disse à Agência Brasil a presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), Fátima Rodrigues Fernandes. &#8220;São [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados da Organização Mundial de Alergia (WAO, do nome em inglês) apontam que 30% da população mundial têm algum tipo de alergia. No Brasil, isso se repete.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Semana-Mundial-da-Alergia-alerta-para-prevencao-e-diagnostico.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os brasileiros alérgicos constituem “uma multidão, um país dentro de outro”, disse à Agência Brasil a presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), Fátima Rodrigues Fernandes.</p>
<p>&#8220;São vários tipos de doença ocasionadas por uma alteração do nosso sistema imunológico, que responde de uma maneira mais exacerbada a estímulos, causando as inflamações.”, afirmou.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que, até 2050, metade da população global poderá ter alergias, devido às mudanças climáticas, que permitem maior penetração de alérgicos no organismo das pessoas.</p>
<p>A rinite alérgica atinge cerca de 30% da população do Brasil. Cerca de 26% das crianças brasileiras têm rinite. Em adolescentes, esse percentual alcança 30%, de acordo com dados do Estudo Internacional de Asma e Alergias na Infância (ISSAC), aplicados em vários estados do país.</p>
<p>A asma alérgica é outra condição prevalente no Brasil, atingindo cerca de 20% da população. No mundo, a asma afeta cerca de 260 milhões de indivíduos e responde por mais de 450 mil mortes a cada ano. Os principais sintomas da asma são falta de ar, chiado no peito, tosse, sensação de cansaço e dor no peito, frequentemente após esforço físico ou até mesmo ao falar e rir.</p>
<p>Outra doença com impacto significativo na qualidade de vida é a dermatite atópica, doença crônica da pele, não contagiosa, que afeta pessoas de todas as idades. Esse tipo atinge especialmente as crianças &#8211; cerca de 20% &#8211; sendo que 5% delas apresentam a forma mais grave da doença.</p>
<p>Em torno de 60% dos casos são iniciados no primeiro ano de vida. Entre os adultos, a estimativa é que 3% tenham dermatite atópica. A coceira intensa e as lesões de pele levam o paciente a quadros de ansiedade e, por vezes, até à depressão, de acordo com a Asbai.</p>
<h2>Campanha</h2>
<p>A Semana Mundial da Alergia, que ocorrerá de 21 a 27 deste mês, organizada pela WAO e, no Brasil, pela AsbaiI, com o objetivo de prevenir, diagnosticar e tratar as doenças alérgicas, que aumentam a cada ano, visando seu controle. O tema da campanha é <em>Cuidado com a Alergia é Cuidado Essencia</em>l, alertando para a saúde de toda a família. </p>
<p>Fátima deu o exemplo da rinite, uma das alergias mais frequentes, cujos sintomas se caracterizam por coceira constante no nariz ou nos olhos, espirros seguidos, coriza e obstrução nasal, mesmo sem resfriado.</p>
<p>“A pessoa dorme com a boca aberta, tem perturbação no sono, mas não liga. Ela acostumou e pensa que aquilo é o normal dela. Mas não é”, diz a presidente da associação. A pessoa pode ter uma qualidade de vida melhor se ela se cuidar.&#8221;</p>
<p>Como a campanha coincide no Hemisfério Sul com o início do inverno, a entidade aproveita para alertar sobre os sintomas das doenças alérgicas e incentivar os pacientes a procurarem um médico especialista, que pode ser um alergista ou imunologista, para controlar esses sintomas.</p>
<p>A especialista afirmou que, na maioria das vezes, a alergia é genética e, portanto, não tem cura, mas tem controle. “Se controlada, o indivíduo pode ficar totalmente sem sintomas”. Para isso, entretanto, é preciso, em primeiro lugar, definir qual é o tipo de alergia, qual é o alérgeno que desencadeia aquele problema e instituir o tratamento adequado.</p>
<p>Além de entrevistas com especialistas que podem ser acessadas no site da Asbai e em suas redes sociais, a campanha contará com eventos junto ao público em diversas regionais da entidade pelo país, mostrando como são os exames para diagnosticar alergia e tirar dúvidas da população.</p>
<h2>Testes</h2>
<p>Como orientação geral, a médica ressaltou a necessidade de a pessoa reconhecer seus sintomas. Ela mencionou, por exemplo, a asma, muito problemática nessa época do ano, em especial. “Os prontos-socorros ficam cheios de crianças, adolescentes e idosos com problemas pulmonares e respiratórios. A asma é uma doença que pode ser bem mais grave, colocando, inclusive, em risco a vida do paciente”.</p>
<p>No inverno, as pessoas que têm problemas respiratórios devem procurar ajuda médica, de preferência com especialista, que é preparado para esse tipo de diagnóstico e de cuidado, recomendou Fátima. O diagnóstico pode ser feito por meio de testes alérgicos feitos na pele do indivíduo, ou por coleta de sangue do paciente.</p>
<p>A presidente da associação afirma que seja qual for o teste, ele ajuda a diagnosticar a causa da alergia e previne novos sintomas que forem aparecendo, preparando a pessoa para lidar melhor com a doença e ter uma vida mais saudável.</p>
<p>“O importante é diagnosticar, cuidar e permitir que o indivíduo tenha uma vida normal e não, simplesmente, isolada”.</p>
<p>Além das alergias respiratórias, a médica citou as alergias alimentares, que podem resultar também em quadros graves; as dermatites, que podem adquirir um aspecto muito grave que limita a vida da pessoa; as urticárias, bastante incômodas, que prejudicam bastante a vida do paciente.</p>
<p>A campanha objetiva ainda dar atenção às pessoas que cuidam dos alérgicos. Como a alergia é hereditária, muitas vezes as famílias cuidam de uma criança alérgica e esquecem, muitas vezes, que o pai tem uma rinite e a mãe pode ter uma asma e negligenciam o cuidado dos adultos.</p>
<p>Fátima também aconselhou que todos da família façam tratamento. “A gente costuma dizer que, quando se fala de alergia, o tratamento não é só do paciente; é de toda a família. A alergia à poeira, a ácaros em casa acende o alerta, porque todos vão estar influenciados por esse tipo de exposição. Nesses casos, deve-se cuidar da casa e da família como um todo, “até para melhorar a qualidade geral de vida”.</p>
<h2>Orientações</h2>
<p>Visando garantir uma vida com mais qualidade, a ASBAI sugeriu algumas orientações:</p>
<ul>
<li>O diagnóstico não é o fim, mas o início do controle. Seguir o tratamento prescrito previne crises graves</li>
<li>Sintomas como tosse persistente, espirros constantes, coceira na pele e falta de ar não devem ser normalizados. Podem ser sinais de alergias não diagnosticadas</li>
<li>Alergia é uma doença séria, não &#8220;frescura&#8221;. Informação médica segura é o único caminho para proteger a saúde, evitando receitas caseiras sem comprovação</li>
<li>O tratamento vai além dos remédios. O controle de poeira, mofo e ácaros no ambiente doméstico é parte integrante e essencial do tratamento. </li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/semana-mundial-da-alergia-alerta-para-prevencao-e-diagnostico" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>MP pede medida de prevenção de impacto do EL Niño na Baixada Santista</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mp-pede-medida-de-prevencao-de-impacto-do-el-nino-na-baixada-santista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 21:26:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baixada]]></category>
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		<category><![CDATA[Impacto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA), do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) pediu, nesta segunda-feira (8), por meio de Procedimento Administrativo de Acompanhamento, uma série de esclarecimentos aos nove municípios da região da Baixada Santista para verificar a implementação de políticas públicas prevenção e mitigação dos impactos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA), do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) pediu, nesta segunda-feira (8), por meio de Procedimento Administrativo de Acompanhamento, uma série de esclarecimentos aos nove municípios da região da Baixada Santista para verificar a implementação de políticas públicas prevenção e mitigação dos impactos do fenômeno climático <em>El Niño</em> nessas cidades.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/MP-pede-medida-de-prevencao-de-impacto-do-EL-Nino.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No procedimento instaurado, a promotora Almachia Acerbi, questiona sobre a existência de planos municipais de contingência e prevenção, a realização de obras de drenagem e contenção de encostas em áreas vulneráveis, as ações da Defesa Civil para emissão de alertas e realização de simulados, e a possível articulação entre municípios e os governos estadual e federal para adoção de medidas conjuntas de enfrentamento dos efeitos <em>El Ninõ.</em></p>
<p>“A promotora destacou os alertas da Organização Meteorológica Mundial (OMM) sobre a elevada probabilidade de ocorrência de um episódio forte de <em>El Niño</em> entre 2026 e 2027, com potencial para intensificar o aquecimento global e aumentar a frequência de eventos climáticos extremos, como secas, enchentes e ondas de calor. Entre os impactos previstos estão prejuízos ao abastecimento de água, à produção agrícola e à saúde pública”, informou o MPSP.</p>
<p>De acordo com o MPSP, o Procedimento Administrativo de Acompanhamento ressalta a possibilidade de chuvas acima da média, com aumento dos riscos de alagamentos em áreas baixas e próximas a canais, além de deslizamentos em morros e encostas habitadas, principalmente em Santos, São Vicente, Guarujá e Cubatão, além da ocorrência de ondas de calor e seus impactos sobre a população e a infraestrutura urbana da região.</p>
<p>“Diante desse cenário, o GAEMA recomendou aos prefeitos o reforço dos sistemas de drenagem, a conclusão de obras de contenção em áreas vulneráveis, a ampliação de campanhas educativas, a criação de abrigos temporários para famílias em áreas de risco, o fortalecimento da vigilância sanitária para prevenção de doenças transmitidas por vetores e a integração entre os setores de saúde e assistência social”.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/mp-pede-medida-de-prevencao-de-impacto-do-el-nino-na-baixada-santista" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Campanha em escolas do DF alerta para prevenção de desastre climático</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/campanha-em-escolas-do-df-alerta-para-prevencao-de-desastre-climatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 18:50:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[CAMPANHA]]></category>
		<category><![CDATA[climático]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alunos, educadores, comunidades e iniciativas populares da capital federal participaram, ao longo dos últimos dois dias, da 9ª Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir: Cidades sem Risco. A proposta, encabeçada pelo Ministério das Cidades, inclui atividades formativas em comunidades vulneráveis com foco na educação para reconhecer riscos, prevenir e agir em meio a emergências climáticas. Em nota, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Alunos, educadores, comunidades e iniciativas populares da capital federal participaram, ao longo dos últimos dois dias, da 9ª Campanha Nacional #AprenderParaPrevenir: Cidades sem Risco.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Campanha-em-escolas-do-DF-alerta-para-prevencao-de-desastre.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A proposta, encabeçada pelo Ministério das Cidades, inclui atividades formativas em comunidades vulneráveis com foco na educação para reconhecer riscos, prevenir e agir em meio a emergências climáticas.</p>
<p>Em nota, a pasta informou que a campanha tem como objetivo fortalecer a atuação integrada entre comunidades, instituições públicas e espaços educativos em comunidades marcadas por desafios socioambientais e eventos extremos.</p>
<p>“A iniciativa estimula o desenvolvimento de campanhas locais de redução de riscos de desastres no território onde vivem, ampliando a capacidade de prevenção e resposta antes que emergências ocorram.”</p>
<p>Ainda segundo o comunicado, a campanha reforça que a prevenção a desastres começa no cotidiano das comunidades, por meio da informação, da educação e da mobilização coletiva.</p>
<p>Durante os dois dias, a programação incluiu diálogos, encontros formativos e oficinas de campanha, onde os participantes trabalharam na elaboração de propostas práticas de mobilização de prevenção.</p>
<p>“O objetivo é fortalecer redes locais, qualificar os habitantes dos territórios e transformar conhecimento em ação concreta, contribuindo para cidades mais preparadas diante dos riscos climáticos”, completou o ministério.</p>
<h2>Sobre a campanha</h2>
<p>Em 2026, a campanha atua prioritariamente em 23 municípios brasileiros e impacta diretamente cerca de 30 mil estudantes. Os encontros formativos já foram realizados nos seguintes estados: Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.</p>
<p>A iniciativa integra políticas públicas de educação, ciência e desenvolvimento urbano, fortalecendo a prevenção como eixo estruturante da justiça climática em territórios mais vulneráveis.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/campanha-em-escolas-do-df-alerta-para-prevencao-de-desastre-climatico" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Documentário destaca vivências trans e prevenção ao HIV no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/documentario-destaca-vivencias-trans-e-prevencao-ao-hiv-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 18:26:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário “ASSOTRAM: Vozes que Transformam” reuniu mais de 80 pessoas neste fim de semana no Palácio da Justiça, em Manaus. A sessão trouxe emoção, representatividade e, além disso, estimulou o debate sobre saúde pública, direitos humanos e inclusão social. A produção destaca as ações de sensibilização que a ASSOTRAM realiza junto a profissionais do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O documentário <em>“ASSOTRAM: Vozes que Transformam”</em> reuniu mais de 80 pessoas neste fim de semana no Palácio da Justiça, em Manaus. A sessão trouxe emoção, representatividade e, além disso, estimulou o debate sobre saúde pública, direitos humanos e inclusão social.</p>
<p>A produção destaca as ações de sensibilização que a ASSOTRAM realiza junto a profissionais do sexo, especialmente mulheres trans e travestis. Nesse sentido, o foco recai na prevenção ao HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto amplia visibilidade e reconhecimento</h2>
<p>O evento reuniu integrantes da associação, participantes do documentário, apoiadores e o público em geral. Dessa forma, o encontro fortaleceu a visibilidade do projeto e, ao mesmo tempo, reconheceu o trabalho desenvolvido na capital amazonense.</p>
<p>Idealizado por Paulla Baçal, o documentário integrou o edital da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), voltado à população trans. Além disso, a obra nasce da vivência direta nas ações que a entidade desenvolve desde 2017.</p>
<p>A produção conta com a parceria da Ybá Criativa. À frente da realização audiovisual, Roberto Fernandes conduziu o projeto e contribuiu para dar forma às narrativas apresentadas.</p>
<p>“O documentário ASSOTRAM: Vozes que Transformam, contemplado no edital PNAB Ciclo 2 para Pessoas Trans, tem como objetivo trazer luz ao trabalho de abordagem de sensibilização que a ASSOTRAM faz com as profissionais do sexo, mulheres trans e travestis. Então é enfatizar e mostrar também a necessidade de mais políticas públicas voltadas para nossa população. A ASSOTRAM foi fundada por quatro mulheres trans que se uniram, cansadas de ver tantas associações LGBTs sendo lideradas por pessoas cisgêneras, que não nos representavam tanto quanto nós mesmas. Então a ASSOTRAM surge dessa necessidade de maior representatividade”, destacou Paulla.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Relatos e ações em campo</h2>
<p>Ao longo do documentário, o público acompanha ações práticas nas ruas, como a distribuição de insumos e as orientações sobre saúde sexual. Além disso, relatos evidenciam o impacto direto dessas iniciativas na vida das pessoas atendidas.</p>
<p>A produção reúne diferentes vozes que constroem esse retrato social. Entre os participantes, estão representantes do poder público, profissionais da saúde e integrantes da associação. Assim, o documentário amplia o debate sobre cuidado, acolhimento e acesso à saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Trabalho coletivo e impacto social</h2>
<p>Para Joyce Gomes, assistente social e cofundadora da ASSOTRAM, o lançamento simboliza anos de dedicação e atuação contínua.</p>
<p>“Eu sou uma cofundadora da ASSOTRAM, hoje estou como assistente social. O projeto materializa todas as atividades que a gente já vem desenvolvendo, principalmente em relação à abordagem social, e a sensação é de dever cumprido, uma sensação que conforta o coração, de poder ajudar outras pessoas. Ver isso ser externalizado é algo que nos enche de orgulho”, afirmou.</p>
<p>Além da exibição, o encontro promoveu a troca de experiências entre o público e as participantes. Com isso, fortaleceu o diálogo sobre a importância de políticas públicas voltadas à população trans e ampliou a discussão sobre acesso à saúde.</p>
<p>Joyce Gomes</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="411" data-id="461144" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776796000_62_Documentario-destaca-vivencias-trans-e-prevencao-ao-HIV-no-AM.jpeg?resize=740%2C411&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-461144"  />Paulla Baçal<br />
FOTOS: Cristie Sicsú</p>
<h2 class="wp-block-heading">Lançamento online amplia alcance</h2>
<p>O documentário chegará ao YouTube ainda este mês, no canal @souauroraboreal. Além disso, o projeto também contará com conteúdos complementares no Instagram @vozesquetransformam.doc. Dessa maneira, a iniciativa amplia o alcance das histórias e reforça a visibilidade das pautas apresentadas.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<item>
		<title>Publicada lei que amplia prevenção e controle do câncer no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/publicada-lei-que-amplia-prevencao-e-controle-do-cancer-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[amplia]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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		<category><![CDATA[controle]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). A Lei nº 15.385, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Publicada-lei-que-amplia-prevencao-e-controle-do-cancer-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Lei nº 15.385, publicada no <em>Diário Oficial da União</em> nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer.</p>
<p>O objetivo é modernizar o sistema e garantir acesso a inovações como terapias avançadas, vacinas e novos testes diagnósticos.</p>
<p>A norma foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na sexta-feira (10), quando inauguraram o Centro de Ensino, Simulação e Inovação (Cesin) do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. </p>
<p>O texto lista princípios e diretrizes relacionados à produção e à regulação sanitária de tecnologias contra o câncer no âmbito da política, tais como:</p>
<ul>
<li>redução da dependência de importações;</li>
<li>estímulo à transferência de tecnologia;</li>
<li>incentivo à formação de parcerias público-privadas;</li>
<li>valorização da produção nacional;</li>
<li>capacitação tecnológica e geração de inovação.</li>
</ul>
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<p>A norma elenca também os princípios e diretrizes relacionados à garantia do acesso universal e igualitário a vacinas, medicamentos e produtos de terapia avançada, no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.</p>
<p>Entre os principais pontos estão a gratuidade, a promoção de estratégias de educação em saúde, os critérios para verificação do potencial de resposta terapêutica, além da ampliação do acesso a tratamentos inovadores.</p>
<p>A lei prevê ainda o fortalecimento de parcerias com universidades e centros de pesquisa e o estímulo à criação de startups de biotecnologia voltadas a vacinas e medicamentos oncológicos, além do apoio à aplicação de inteligência artificial em atividades de pesquisa e incentivo à adoção do sequenciamento genético.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/publicada-lei-que-amplia-prevencao-e-controle-do-cancer-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Estudo inédito da Fiocruz pode ampliar prevenção de HIV entre jovens</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-inedito-da-fiocruz-pode-ampliar-prevencao-de-hiv-entre-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 18:01:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia lança, nesta sexta-feira (10), em Salvador, um estudo para ampliar a prevenção do vírus da imunodeficiência humana (HIV) entre adolescentes e jovens na periferia. A iniciativa é inédita e inovadora, segundo informou à Agência Brasil o pesquisador da Fiocruz Bahia e professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Laio Magno. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na Bahia lança, nesta sexta-feira (10), em Salvador, um estudo para ampliar a prevenção do vírus da imunodeficiência humana (HIV) entre adolescentes e jovens na periferia. A iniciativa é inédita e inovadora, segundo informou à Agência Brasil o pesquisador da Fiocruz Bahia e professor da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), Laio Magno.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Estudo-inedito-da-Fiocruz-pode-ampliar-prevencao-de-HIV-entre.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A ideia é testar a profilaxia pré-exposição (PrEP) em adolescentes e jovens na faixa etária de 15 a 24 anos, especialmente homens gays, travestis e mulheres trans. A PrEP é um método preventivo que utiliza medicamentos antirretrovirais antes de uma possível exposição ao vírus, preparando o organismo para bloquear a infecção pelo HIV.</p>
<p>Segundo o professor Magno, homens que fazem sexo com outros homens não possuem, necessariamente, a identidade assumidamente gay e podem até assumir outra identidade. O estudo será realizado em Salvador e São Paulo e terá a participação de cerca de 1,4 mil jovens. </p>
<p>Em Salvador, o estudo é coordenado pelos professores Laio Magno e Inês Dourado, da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e, em São Paulo, por Alexandre Granjeiro e Márcia Couto, da Faculdade de Medicina Preventiva da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>O projeto tem financiamento do National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, onde é desenvolvido também pela Universidade do Alabama, e conta com parceria do Ministério da Saúde, secretarias estaduais e municipais e organizações da sociedade civil.</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2>Vulnerabilidades</h2>
<p>Denominado PrEP na Comunidade (COmPrEP), o estudo nasceu da experiência dos pesquisadores com a oferta da profilaxia pré-exposição a adolescentes no país. Jovens de 15 a 24 anos são a população que têm mais vulnerabilidade à infecção pelo HIV por diversos motivos, entre eles a dificuldades de acessar serviços de saúde.</p>
<p>“Muitas vezes, o espaço do serviço de saúde não é receptivo para esses jovens, e menos ainda para populações da diversidade sexual e de gênero. Nossas pesquisas registram muito estigma, discriminação mesmo”, ressaltou Magno.</p>
<p>Segundo o professor, baseado em dados do Ministério da Saúde, a população de gays, mulheres trans e travestis é a que menos acessa os serviços de saúde.</p>
<p>“Para se ter uma ideia, no painel de Previdência, os dados do Ministério da Saúde revelam que apenas 0, 2% da população que usa PrEP hoje, no país, tem idades entre 15 e 19 anos. Em contrapartida, temos observado que a população de homens nesta faixa etária é a que mais sofre com infecção pelo HIV, que tem maior taxa de incidência de infecção. É um grande desafio acessar essa população.”</p>
<h2>Educadores pares</h2>
<p>Os pesquisadores vão testar a oferta do pré-teste na comunidade por educadores pares, que são jovens da própria comunidade, treinados e supervisionados por profissionais de saúde.</p>
<p>Para o professor Magno, o efeito será positivo para a continuidade do uso da profilaxia, em comparação com o cuidado padrão do serviço de saúde apenas por profissionais de saúde.</p>
<p>Os participantes serão divididos entre dois modelos de cuidado: o tradicional, feito em unidades de saúde, e o comunitário, com oferta de PrEP mediada por educadores pares e supervisionada por equipe clínica.</p>
<p>O acompanhamento terá duração de até 12 meses, com avaliação de indicadores como início, adesão e permanência no uso da profilaxia.</p>
<h2>Recrutamento</h2>
<p>O estudo piloto deverá estar pronto no próximo mês de junho e, entre setembro e outubro, deve ser iniciado o recrutamento de pessoas em campo. Já foram identificados os espaços de sociabilidade que serão alvo do recrutamento em Salvador e em São Paulo, locais do centro das duas cidades onde se reúnem esses os jovens.</p>
<p>“Fizemos um mapeamento nas cidades, uma pesquisa para entender quais eram os locais de sociabilidade, como era a interação desses jovens na comunidade. Os educadores vão atuar nesses espaços de sociabilidade”.</p>
<p>O jovem que aceitar participar da pesquisa será sorteado para saber se vai para o braço de intervenção ou para o braço de controle de oferta de PrEP no serviço de saúde. Os resultados finais estão previstos para 2028.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/estudo-inedito-da-fiocruz-pode-ampliar-prevencao-de-hiv-entre-jovens" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Prevenção e promoção da saúde são parâmetros imprescindíveis, diz ANS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 18:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana em que são lembrados o Dia Mundial da Saúde e o Dia Mundial de Combate ao Câncer, o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Damous, avalia que o modelo de assistência em saúde focado na reação ao problema e no tratamento de doenças precisa ser superado. “É um modelo reativo.” [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana em que são lembrados o Dia Mundial da Saúde e o Dia Mundial de Combate ao Câncer, o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Wadih Damous, avalia que o modelo de assistência em saúde focado na reação ao problema e no tratamento de doenças precisa ser superado. “É um modelo reativo.”<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ANS.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, Damous considera a prevenção e a promoção da saúde como parâmetros imprescindíveis e propõe diálogo um diálogo mais amplo com o setor no sentido de construir um novo modelo de assistência em saúde. “Até do ponto de vista de quem está no setor e quer garantir a sua lucratividade, barateia custos”.</p>
<p>A ANS é uma agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde responsável pelo setor de planos de saúde no Brasil. De forma simplificada, a regulação pode ser entendida como um conjunto de medidas e ações do governo que envolvem a criação de normas, o controle e a fiscalização do segmento.</p>
<p>O diretor-presidente da ANS defende o letramento em saúde como ferramenta para que beneficiários de planos possam tomar decisões mais conscientes e que as próprias operadoras possam participar desse processo. “Não consigo conceber a saúde suplementar como um mero aglomerado de empresas.”</p>
<p>“Em mais de 700 cidades brasileiras, diversos tipos de câncer já ultrapassaram, num <em>ranking</em> macabro, o primeiro lugar tradicional que era das doenças cardiovasculares. E a previsão, também macabra, é que, até 2029, o câncer encabece esse <em>ranking</em> de maior incidência de doenças no país”, disse. “Temos que nos preparar pra isso”, completou.</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<p>Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista:</p>
<p>Agência Brasil: Esta semana lembramos o Dia Mundial da Saúde. Como o senhor avalia o modelo de assistência em saúde que foca na reação ao problema e no tratamento de doenças?</p>
<p>Wadih Damous: Esse modelo precisa ser superado. É um modelo reativo. E esse não é só o meu ponto de vista, é o ponto de vista de diversos especialistas da área médica, da área da saúde pública aqui no Brasil. Já se chegou à conclusão de que esse paradigma é oneroso e ineficiente. Grande parte das despesas assistenciais das operadoras se concentra no manejo de complicações que são evitáveis ou que são tratáveis desde que corretamente diagnosticadas e com a antecedência necessária, como diabetes, hipertensão, obesidade. E não é assim que acontece.</p>
<p>Nosso entendimento é que a saúde deve ser gerida com inteligência e isso vai exigir, de fato, uma mudança dessa cultura institucional. Entendo também que a gente deve transitar nesse modelo de pagamento por volume que é uma coisa que as operadoras reclamam tanto e que acaba incentivando o excesso de exames desnecessários e partir para a lógica de geração de valor em saúde, por meio de linhas de cuidado planejadas, prevenção. Isso barateia custos, preserva vida e garante uma qualidade de vida melhor.</p>
<p>Agência Brasil: Prevenção e promoção da saúde são hoje fatores inegociáveis para a sustentabilidade da saúde suplementar?</p>
<p>Damous: Como sou dirigente de uma agência reguladora e o meu âmbito é a saúde suplementar, não posso dizer que são inegociáveis. Tudo aqui, no nosso âmbito, se constrói a partir de negociações e diálogo. Mas eu diria que são parâmetros imprescindíveis. O que eu quero é promover um amplo diálogo com o setor, com as operadoras, com as prestadoras, incluindo hospitais, clínicas e afins, no sentido de construirmos esse novo modelo. Sou otimista e acredito que um diálogo baseado em evidências e em que se demostra que isso, até do ponto de vista de quem está no setor e quer garantir a sua lucratividade, barateia custos. Tenho a esperança de que essa nova visão sensibilize esses setores.</p>
<p>Agência Brasil: Qual a importância do letramento em saúde como ferramenta para que beneficiários de planos possam tomar decisões mais conscientes?</p>
<p>Damous: Essa não é uma questão restrita à saúde suplementar. É uma política pública de saúde que deve ser capitaneada pelo Ministério da Saúde e a ANS deve reverberar. Em que sentido? É um processo de convencimento do setor privado da saúde aqui no Brasil, que envolve mais de 53 milhões de usuários. É um setor imponente, que atinge uma parcela substancial da população brasileira. Precisamos integrar essa campanha de letramento e esclarecer a necessidade da prevenção. Quantas doenças que se tornam letais poderiam ser evitadas se houvesse prevenção?</p>
<p>Convencer as pessoas a fazer exames periodicamente, a ir ao médico de forma periódica, a praticar exercícios físicos e aderir a uma alimentação mais saudável. Tudo isso é letramento em saúde. Agora, isso requer uma campanha bem organizada e que, de fato, traduza, numa linguagem simples, essa necessidade. E convencer as pessoas de que é assim, não é só tomando remédios e providências quando a doença já se instalou no corpo. Para que as pessoas possam entender que a prevenção pode ser a chave para uma vida longa, saudável e com boa qualidade.</p>
<p>Agência Brasil: Qual o papel das operadoras nessa estratégia de letramento em saúde?</p>
<p>Damous: Utilizar seus meios de comunicação, orientar seus credenciados, médicos, consultórios, hospitais, clínicas para que integrem essa campanha e esclareçam seus pacientes. E que isso esteja expresso nos produtos que são oferecidos por meio dos planos de saúde. Isso é algo que, no âmbito da saúde suplementar, quero organizar um projeto e submetê-lo às operadoras para que haja adesão. Para que seja também atraente para elas. Aí sim podemos agir como sistema. Porque eu entendo que a saúde suplementar é um sistema, assim como há o sistema público, há o sistema privado. Não consigo conceber a saúde suplementar como um mero aglomerado de empresas.</p>
<p>Agência Brasil: No início desta semana, foi publicada uma lei que prevê que empresas disponibilizem informações sobre campanhas de vacinação contra o HPV e sobre cânceres de mama, de colo do útero e de próstata. Quais os impactos dessa nova legislação na saúde suplementar?</p>
<p>Damous: Isso a gente vai ver com o tempo. O presidente Lula sancionou essa lei, inclusive, prevendo, no SUS [Sistema Único de Saúde], a incorporação de tratamentos de imunoterapia. Temos resolução normativa que estabelece e autoriza o tratamento imunoterápico em algumas modalidades de câncer. A lei trata de 40 tipos de câncer – bem mais amplo do que aquilo que está previsto no rol da ANS. Provavelmente, isso será incorporado ao nosso rol de procedimentos. A partir daí, teremos noção do impacto regulatório, do impacto na sustentabilidade do sistema. Mas foi um avanço no SUS e espero que seja um avanço também na saúde suplementar. Estamos tratando de vidas e de saúde.</p>
<p>O câncer, hoje, no Brasil, está crescendo em proporções epidêmicas. Em mais de 700 cidades brasileiras, diversos tipos de câncer já ultrapassaram, num <em>ranking </em>macabro, infelizmente, aquele primeiro lugar tradicional que era das doenças cardiovasculares. E a previsão, também macabra, é que, até 2029, o câncer encabece esse <em>ranking</em> de maior incidência de doenças no país, o que já acontece em algumas partes do mundo, como países industrializados, países com maior envelhecimento. Temos que nos preparar para isso.<br />A atuação conjunta entre a saúde suplementar e a saúde pública tem que ter, como um de seus pilares, o combate ao avanço de diversos tipos de câncer.</p>
<p>Agência Brasil: O direito do funcionário ao afastamento para realização de exames preventivos contribui para a detecção precoce e para a adesão ao tratamento contra o câncer?</p>
<p>Damous: Sem dúvida. Uma das questões que têm produzido esse avanço epidêmico do câncer é a falta de diagnóstico precoce, é o atendimento tardio no SUS e, às vezes, até na saúde suplementar. Muitas vezes, quando o tumor é constatado, já pode ser tarde demais, ele já está em uma fase de letalidade ou de sequelas irreversíveis. Repito: temos que tratar como política pública de saúde, na linha do cuidado e prevenção. Muitos desses tumores poderiam ser evitados, mitigando sua letalidade, se tratados a tempo, com exames periódicos que detectem a moléstia no seu início. Muitos desses cânceres são quase que 100% curáveis se detectados a tempo.</p>
<p>Agência Brasil: Como o senhor vê os debates sobre saúde mental e jornadas de trabalho no âmbito da saúde suplementar?</p>
<p>Damous: A Organização Mundial da Saúde [OMS] tem relatórios, envolvendo o mundo todo, dando conta do aumento de casos – e aumento em grau epidemiológico – de saúde mental, de Burnout em muitos países, gerando episódios de suicídio, de depressão profunda. E isso já se tornou caso de saúde pública. O setor de saúde suplementar não pode estar alheio a essa questão. Nesse sentido, apoiamos integralmente a proposta do governo do fim da escala 6&#215;1, que remete aspectos escravagistas, porque não permite que as pessoas tenham tempo maior de lazer, para passar com a família e com os amigos, para se instruir culturalmente e educacionalmente. Tudo isso diz respeito à saúde mental.</p>
<p>E a saúde física acompanha a saúde mental. Se a saúde mental se deteriora, consequentemente, as diversas doenças crônicas que as pessoas têm acabam se consolidando – hipertensão, diabetes, obesidade. Esse é um debate fundamental, atualíssimo e que deve ser tratado com toda a atenção, a partir de evidências técnico-científicas. Mas devemos ter claro que se trata de uma questão de saúde pública. e a saúde suplementar não pode estar alheia a esse cenário.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/prevencao-e-promocao-da-saude-sao-parametros-imprescindiveis-diz-ans" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Escolas terão conteúdos de prevenção à violência contra a mulher</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/escolas-terao-conteudos-de-prevencao-a-violencia-contra-a-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:57:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da Lei Maria da Penha Vai à Escola (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica. A lei determina que a produção de material didático [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da Lei Maria da Penha Vai à Escola (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Escolas-terao-conteudos-de-prevencao-a-violencia-contra-a-mulher.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A lei determina que a produção de material didático relativo aos direitos humanos e à prevenção da violência contra a mulher deve ser adequada a cada nível de ensino.</p>
<p>O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu que é preciso começar a discussão sobre a prevenção à violência contra as mulheres, com as crianças e jovens estudantes dentro das escolas brasileiras.</p>
<p>Para Santana, a nova geração será formada com base no respeito, na equidade e na justiça. “Estamos afirmando um projeto de país. Um Brasil onde meninas podem estar sem medo, onde mulheres podem ocupar todos os espaços e onde o conhecimento seja instrumento de libertação e não de exclusão.”</p>
<p>“Não há futuro possível sem a garantia plena de direitos para meninas e mulheres. A educação é o caminho mais poderoso para transformar essa realidade”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.</p>
<h2>Instituições públicas</h2>
<p>Durante a cerimônia Educação pelo Fim da Violência, na Universidade de Brasília, foi assinado o Protocolo de Intenções para Prevenção e Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e Acolhimento nas instituições públicas de ensino superior e Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.</p>
<p>O documento estabelece orientações para que instituições de ensino públicas não sejam omissas em eventuais situações de violência de gênero no ambiente acadêmico.</p>
<p>A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, classificou como importantes as medidas de proteção às meninas e mulheres, no âmbito da educação, porque vão do ensino básico ao superior. Ela citou o pedagogo Paulo Freire. “A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo.”</p>
<p>A ministra ainda defendeu que os currículos e os planos pedagógicos de cada curso de graduação e de pós-graduação abordem conteúdos de combate e enfrentamento de todo tipo de violência contra as mulheres.</p>
<p>“Imagine daqui a 4, 5, 6 anos, como sairão os profissionais que atuarão em todos os lugares, como unidades básicas de saúde, escolas, Cras [Centro de Referência de Assistência Social], Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social]. Isso vale para todas as profissões deste país.”</p>
<p>O ministro Camilo Santana explicou que o documento simboliza uma construção coletiva que nasce a partir da escuta, da ciência e da experiência das instituições de ensino.</p>
<p>“Reafirmamos que nossas universidades, institutos federais e redes de ensino são espaços de produção de conhecimento, mas também devem ser espaços seguros, acolhedores e livres de qualquer forma de violência ou discriminação”, enfatizou.</p>
<p>Santana anunciou que lançará, em breve, um edital para apoiar a criação de cuidotecas nas universidades federais. “São espaços de cuidado e acolhimento para crianças que permitirão que mães, estudantes, professoras e trabalhadoras possam estudar, trabalhar e permanecer na universidade com dignidade.”</p>
<h2>Mulheres Mil</h2>
<p>No conjunto de ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra as mulheres, os dois ministérios assinaram o acordo de cooperação técnica para a ampliação de vagas do Programa Mulheres Mil, coordenado pelo MEC.</p>
<p>A política pública tem a missão de elevar a escolaridade de mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica.</p>
<p>O programa também tem o objetivo promover a inclusão socioprodutiva e a autonomia das mulheres por meio de cursos de qualificação profissional.</p>
<p>Os presentes ainda assistiram ao trailer do filme <em>Mulheres Mil</em>, produzido pela pasta. A obra retrata o impacto do programa na vida de cinco mulheres, suas famílias e comunidade.</p>
<p>As iniciativas integram as ações do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/escolas-terao-conteudos-de-prevencao-violencia-contra-mulher" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/escolas-terao-conteudos-de-prevencao-a-violencia-contra-a-mulher/">Escolas terão conteúdos de prevenção à violência contra a mulher</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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