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		<title>Como a ditadura militar criou um império do ensino privado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/como-a-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 21:28:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1976, no auge da ditadura militar brasileira, um prédio construído com verba pública para ser uma escola da rede municipal de ensino &#8211; a Escola Politécnica de Foz do Iguaçu, no Paraná &#8211; foi entregue à iniciativa privada dias antes da inauguração. O beneficiário foi o Colégio Anglo-Americano, contratado pela Itaipu Binacional para educar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em 1976, no auge da ditadura militar brasileira, um prédio construído com verba pública para ser uma escola da rede municipal de ensino &#8211; a Escola Politécnica de Foz do Iguaçu, no Paraná &#8211; foi entregue à iniciativa privada dias antes da inauguração. O beneficiário foi o Colégio Anglo-Americano, contratado pela Itaipu Binacional para educar os filhos dos funcionários da hidrelétrica. O episódio marcou o nascimento de uma rede nacional de ensino particular sustentada, em grande parte, por recursos federais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Como-a-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O edifício da escola Politécnica tinha sido construído para ajudar a reduzir o déficit escolar em Foz do Iguaçu, que, na época, segundo relato do governo estadual à imprensa local, tinha 3 mil pessoas em idade escolar fora das salas de aula. </p>
<p>O professor aposentado da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) José Kuiava era o inspetor de ensino do município na ocasião e recorda o momento em quem recebeu a ordem de entregar as chaves da recém-construída escola para o dono do Colégio Anglo Americano, Ney Suassuna. “A ordem veio de Curitiba, via telefone, do diretor-geral da SEC [Secretaria de Educação] professor Ernesto Penauer, determinando que eu entregasse as chaves do prédio ao senhor Ney Suassuna”, lembra Kuiava. </p>
<p>Segundo ele, a situação gerou constrangimento: “eu já tinha dado na rádio, nas notícias dos jornais da inauguração do colégio, para que os alunos da região fossem atendidos lá. De repente tive que suspender tudo e dizer ‘olha, o colégio foi entregue nas mãos do Anglo-Americano, à disposição da Itaipu’”.</p>
<p>O contrato foi  assinado entre o Anglo-Americano, Itaipu e a Unicon, o consórcio de empreiteiras responsáveis pela construção da usina, em fevereiro de 1976. No acordo, as empreiteiras &#8211; remuneradas com recursos públicos de Itaipu &#8211; asseguravam o pagamento mínimo de 1.000 vagas. Mas no primeiro ano de funcionamento, o colégio tinha mais de 10 mil alunos matriculados. No auge das obras, chegou a ter mais de 14 mil estudantes. </p>
<p>Esta reportagem faz parte do projeto <em>Perdas e Danos</em>, o podcast da Radioagência Nacional que investiga a ditadura militar e que está na segunda temporada.</p>
<p>Mais detalhes sobre a política da ditadura que beneficiou uma escola privada em detrimento da rede pública de ensino estão no episódio 3 da 2ª Temporada: <em>Pedagogia do Privilégio</em>.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Como-a-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="FOTO DE ARQUIVO - Colégio Anglo-Americano, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Foto: Arquivo Nacional/Divulgação" title="Arquivo Nacional/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Colégio Anglo-Americano, na zona sul do Rio de Janeiro &#8211; Foto: Arquivo Nacional/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Galinha dos ovos de ouro</h2>
<p>O contrato com o Anglo-Americano fixava os valores das mensalidades que variavam de CR$ 300 a CR$ 500 (cruzeiro, a moeda então adotada pelo Brasil) a serem pagas por Itaipu, além do reajuste anual das mensalidades. Como referência, em 1975, a creche Casa da Criança, para crianças de baixa renda no Rio de Janeiro, cobrava uma mensalidade de CR$ 70. Diferente de outras escolas privadas, o Anglo-Americano não corria o risco de inadimplência. </p>
<p>Denise Sbardelotto, professora da Unioeste, estudou o projeto pedagógico de Itaipu e avaliou o contrato com o Anglo-Americano como desvantajoso para a administração pública.</p>
<p>“Itaipu e a Unicom constroem todos os prédios, toda a infraestrutura, desde carteiras, mobiliários, de coisas mais simples às mais complexas, como o material pedagógico, e entrega para o Anglo-Americano administrar, por muitos e muitos anos. E lucrar. Era uma galinha dos ovos de ouro”, conclui Denise.   </p>
<h2>Crescimento de 2.800%</h2>
<p>Até então, o Colégio Anglo-Americano era uma escola tradicional do Rio de Janeiro, com duas unidades na zona sul da capital fluminense. Depois de Itaipu, registrou um crescimento de 2.800%, considerado extraordinário pelo próprio dono da instituição, Ney Suassuna: “Eu fiquei pasmo de ver que era um mundo. O meu colégio no Rio tinha 500 alunos, o de lá tinha 14  mil”.</p>
<p>O Anglo-Americano foi comprado por Ney Suassuna cerca de um ano antes do contrato com Itaipu. Paraibano, o hoje suplente de senador e ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso, fincou raízes no Rio de Janeiro ao trabalhar no Ministério do Planejamento, um dos mais poderosos do período ditatorial. Ele era assessor de ministros da pasta, entre eles Roberto Campos, figura central do regime autoritário. </p>
<h2>Ação entre amigos</h2>
<p>Segundo Ney Suassuna, o contrato foi firmado a partir de um encontro que ele solicitou com o então diretor-geral de Itaipu, general José Costa Cavalcanti. Os contatos políticos garantiram a reunião.</p>
<p>“Cheguei dizendo que era do Ministério do Planejamento, que tinha trabalhado com o ministro. Eu cheguei com o meu currículo na frente”, conta.</p>
<p>Além da confirmação do próprio Suassuna, não encontramos indícios de que houve um processo público para a contratação da empresa. Denise Sbardelotto também não achou nada que comprovasse um processo licitatório:</p>
<p>“Estive muitas vezes nos arquivos de Itaipu, busquei por todos os lugares, todas as fontes em Foz do Iguaçu, Câmara Municipal, e eu realmente não encontrei nenhum documento que garanta que foi licitação. Nós temos realmente um caso de escolha política arbitrária de um grupo educacional”, disse Sbardelotto.</p>
<h2>Ramo lucrativo </h2>
<p>O contrato abriu as portas de outras estatais para Ney Suassuna, como o contrato com a hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, e com a Petrobras para atender famílias brasileiras no Iraque. O Anglo-Americano também ficou responsável por atender os filhos dos funcionários que trabalharam na construção de Itaipu no lado paraguaio. Os contratos turbinaram a empresa.</p>
<p>“De repente, eu tinha quase 50 mil alunos. Começou a crescer e eu comecei a fazer faculdades. Fiz nada mais, nada menos, do que faculdades desde o Rio Grande do Sul até a Paraíba. De tudo medicina, economia, direito, tudo”, lembra Suassuna.</p>
<p>Só seis anos depois do fim das obras de Itaipu, em 1988, o Anglo-Americano passou a receber alunos de fora da usina. Em 1990, repassou a escola mais simples para o Poder Municipal. E três anos depois começou a pagar o aluguel do prédio ocupado por quase 20 anos.</p>
<h2>Chuta-barros</h2>
<p>Reproduzindo uma lógica que permeou toda a obra de Itaipu, a estrutura educacional era diferente conforme a classe social. O Anglo-Americano era, na verdade, mais de um. Existiam duas unidades do colégio.</p>
<p>Existiam três vilas habitacionais para abrigar os funcionários de Itaipu e da Unicon, divididas conforme a posição dos trabalhadores na empresa. A vila A e B, onde viviam funcionários com melhores salários, eram atendidos por uma escola mais bem equipada. A unidade ficava em uma área arborizada da cidade e contava com biblioteca, laboratórios de química e física, hortas, fanfarra, área de exposições e auditório.</p>
<p>Já os filhos dos trabalhadores braçais moravam na Vila C e estudavam numa unidade feita de madeira pré-fabricada, 60 salas de aula, um ginásio e duas quadras descobertas.</p>
<p>Valdir Sessi estudou em ambas as escolas, pois a unidade melhor eventualmente recebia alunos da vila operária, e lembra que as desigualdades &#8211; e a diferença de tratamento &#8211; eram evidentes na sala de aula. </p>
<p>“A violência simbólica já definia. A roupa, o cabelo, o tênis, já denunciavam a classe social dentro do colégio, então não precisava ser um vidente para dizer quem era rico e quem era pobre. A professora não tinha dificuldade na aula para dirigir a palavra dela, entendeu? Tinha colega que usava a botina que o pai dava para ele quando já não dava mais para usar no canteiro de obra”, disse. </p>
<p>Em sua pesquisa, Denise Sbardelotto descobriu que havia um nome para os estudantes da escola mais simples, os chuta-barros. “Porque eles vinham com barro nas solas dos calçados”, explica. </p>
<p>Diferente da Vila A, que foi asfaltada antes, a Vila C, onde moravam os trabalhadores braçais, não tinha asfalto e a lama marcava os estudantes. </p>
<p>Denise conta que outra diferença mais profunda era o projeto pedagógico. Na ditadura, o ensino médio profissionalizante era obrigatório. No Anglo-Americano da Vila A, os cursos preparavam para o ensino superior. Já na Vila C, nem existia o segundo grau. </p>
<p>“Aos filhos dos trabalhadores mais subalternos, era destinada uma educação de primeiro grau e na sequência eles eram encaminhados para cursos profissionalizantes, no Senai ou qualquer outro curso ofertado nos centros comunitários. Alguns poucos que queriam fazer o segundo grau tinham que ir para Vila A. Aceitava-se [como alunos], mas eram os famosos chuta-barros”, conta Denise.</p>
<h2>Déficit educacional</h2>
<p>Para os moradores de Foz de Iguaçu, os problemas educacionais aumentaram. Quando Itaipu começou a ser construída, o município tinha apenas duas unidades de ensino de segundo grau, sendo uma de educação agrícola. </p>
<p>A partir da construção da hidrelétrica, a situação só se agravou. Para se ter uma ideia, em 10 anos, a população de  Foz de Iguaçu quadruplicou. Eram 34 mil habitantes em 1970, antes da construção da hidrelétrica. Saltou para 136 mil em 1980.</p>
<p>Para a construção da usina foram desapropriados 1,8 mil km², incluindo territórios indígenas, no Brasil e no Paraguai. Cerca de 40 mil pessoas foram retiradas de suas terras só no lado brasileiro. Nesse processo, Denise calcula que 95 escolas na região também foram por água abaixo.</p>
<p>Com o inchaço populacional, Foz do Iguaçu precisou reduzir a carga horária de todos os estudantes da rede pública para implantar um terceiro turno de aula no que seria o intervalo de almoço.</p>
<p>“Foi difícil, porque tinha um turno que era das 11h às 14h. Na hora do almoço”, lembra Kuiava.</p>
<p>Itaipu indenizou parte das escolas inundadas e investiu em projetos específicos para construir novas unidades, mas em número inferior às instituições fechadas. Denise Sbardelotto considera o investimento feito à época inexpressivo diante do montante direcionado ao Anglo-Americano.</p>
<p>“Algumas iniciativas pontuais de reforma de algumas escolas de periferia, rurais, algumas escolas em outros municípios nos arredores, mas eram reformas e ampliações muito ínfimas, muito inexpressivas, comparadas ao montante de recursos canalizados ao Anglo-Americano por muitos anos”.</p>
<h2>Outro lado</h2>
<p>Procuramos a Itaipu Binacional e perguntamos se o contrato com o Anglo-Americano era um acordo razoável, se seguiu boas práticas do setor público e se existiam registros do motivo que levou Itaipu a optar pela educação privada ao invés de estruturar a rede pública de ensino.</p>
<p>A empresa não respondeu diretamente as dúvidas, mas afirmou que a chegada de milhares de trabalhadores a Foz do Iguaçu exigiu a criação de infraestrutura inexistente, como moradias, hospital e o Anglo-Americano. E afirmou que havia qualidade de ensino.</p>
<p>“No Anglo-Americano, os filhos dos chamados barrageiros tinham acesso a uma educação integral, gratuita e inovadora para o período, que incluía, além das disciplinas tradicionais, atividades artísticas, culturais e de campo, apresentações de dança e teatro e sessões de cinema. Relatos de ex-alunos e professores indicam que esse modelo educacional contribuiu significativamente para a formação dos estudantes”, disse Itaipu em nota.</p>
<p>A nota também cita ações atuais para afirmar que o “apoio à educação permaneceu ao longo dos anos”.</p>
<p>“Como evidenciado pela atuação da Itaipu na mobilização para a instalação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em 2010&#8243;.</p>
<p>A íntegra da nota está na página do podcast.</p>
<p>Hoje, o Anglo-Americano de Foz do Iguaçu não pertence mais a Ney Suassuna. Entramos em contato com a instituição, mas não houve retorno. </p>
<p>Questionado sobre a escolha de Itaipu em direcionar os recursos públicos de educação para sua empresa, Ney Suassuna disse que o poder público não teria condições de estruturar a rede pública de ensino. “A cidade de Itaipu tinha muito pouca gente e não tinha os prédios, não tinha nada, não tinha outra forma a não ser essa. Não tinha a menor chance. Nem no municipal e nem tampouco no estadual. Em nenhum lugar, não tinha nada. Nós éramos os desbravadores”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/como-ditadura-militar-criou-um-imperio-do-ensino-privado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Setor privado assume gestão de infraestrutura de escolas em Minas Gerais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/setor-privado-assume-gestao-de-infraestrutura-de-escolas-em-minas-gerais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 01:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fundo de investimento em participações (FIP) IG4 BTG Pactual Health Infra foi escolhido, nesta segunda-feira (30), para assumir a gestão de infraestrutura e serviços de 95 escolas públicas de Minas Gerais pelos próximos 25 anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Setor-privado-assume-gestao-de-infraestrutura-de-escolas-em-Minas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O fundo venceu o leilão na B3, bolsa de valores de São Paulo, ao apresentar ao governo mineiro a menor proposta de contraprestação mensal máxima pelo serviço, no valor de R$ 22,35 milhões. </p>
<p>A cifra representa um deságio de 14,17% em relação ao valor inicialmente estabelecido no edital público.</p>
<p>Segundo o governo de Minas Gerais, o projeto prevê que, ao longo do contrato, serão investidos cerca de R$ 5,1 bilhões para “modernizar a infraestrutura” das 95 escolas contempladas, beneficiando cerca de 7 mil estudantes de 34 cidades mineiras.</p>
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<p>A parceria entre os setores público estadual e privado não contempla a prestação de serviços pedagógico, que seguirão sendo executados por profissionais da Secretaria de Educação de Minas Gerais.</p>
<p>De acordo com o edital, o contrato abrange a reforma, conservação e operação de serviços como manutenção predial, fornecimento de água, energia, gás e esgoto, além de limpeza, jardinagem, tecnologia da informação com internet em todos os ambientes, manutenção de equipamentos, vigilância 24 horas e controle de acesso.</p>
<p>As melhorias devem incluir salas de aula, bibliotecas, laboratórios, cozinhas e refeitórios mais modernos, além de reformas em quadras, pátios, jardins e espaços de convivência. </p>
<p>Segundo o secretário estadual de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias, Pedro Bruno Barros de Souza, a iniciativa liberará as equipes pedagógicas para se dedicarem integralmente a educar os estudantes.</p>
<p>“Só o deságio [da oferta selecionada] já vai representar uma economia bastante significativa para os cofres públicos de Minas Gerais”, disse Souza após a IG4 BTG Pactual Health Infra se sagrar vencedora do certame.</p>
<p>“Para quem não foi vencedor, teremos muitas outras oportunidades”, anunciou o secretário, destacando que o setor educacional reserva muitas outras oportunidades de parcerias público privada.</p>
<p>“Só em Minas Gerais há um potencial exponencial de replicarmos esse projeto. A educação, no Brasil, é um setor que tem muitas oportunidades”, disse. </p>
<p>“Quando olhamos para outros estados e municípios, vemos o quanto podemos transformar a educação brasileira e a saúde por meio de projeto pragmáticos que vão trazer melhorias aos serviços prestados e ganhos para o público”, acrescentou Souza.</p>
<p>Ele lembra que Minas Gerais foi pioneiro na concessão da gestão de unidades prisionais, socioeducativas e hospitalares à iniciativa privada.</p>
<p>Gestor da Opy Health, empresa do setor de infraestrutura hospitalar, o IG4 BTG Pactual Health Infra já administra os servidos de infraestrutura e logística de um importante estabelecimento público de saúde em Belo Horizonte, o Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro (Hmdcc). </p>
<p>A Opy Health também é signatária de parcerias público privada em Manaus e tem parceria com a unidade goiana do Hospital Albert Einstein.</p>
<p>Representante do grupo vencedor, o executivo Felipe Tonetti destacou que, ao assumir a gestão administrativa de parte das escolas mineiras, o grupo privado que já gerencia mais de 1 mil leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) dá um passo além na constituição de um novo setor de serviços, a Opy Educação.</p>
<p>O secretário-adjunto de Infraestrutura Social e Urbana da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (Seppi), vinculada à Casa Civil da Presidência da República, Manoel Renato Machado Filho, destacou o “grau de inovação” do projeto mineiro.</p>
<p>“O grande desafio é convencer o setor público que esse modelo contratual pode agregar não só qualidade, mas também um certo estímulo para que as crianças e nossos jovens possam permanecer nas escolas”, avaliou Machado Filho.</p>
<p>Ele assegura que há, entre membros da equipe de governo, gente “muito animada” com a iniciativa mineira, que contou com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). </p>
<p>“[O projeto] nos revela, ao governo federal e aos demais estados e municípios, toda a potencialidade que as concessões e as PPP no setor de educação têm para o país”, disse.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>Na contramão do otimismo e da euforia dos representantes do governo mineiro e das empresas privadas que participaram da licitação, entidades que representam os profissionais da educação em Minas Gerais criticaram duramente a iniciativa.</p>
<p>Na quinta-feira (26), o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), a União Estadual de Estudantes, a União Brasileira de Estudantes Secundaristas, organizações sindicais e movimentos sociais protestaram por melhores condições de trabalho e contra a contratação de uma empresa privada para gerenciar parte das escolas estaduais.</p>
<p>Segundo o Sind-UTE, com a iniciativa “milhares de auxiliares de serviços básicos serão demitidos”, os serviços serão precarizados e a gestão democrática das escolas, precarizada. </p>
<p>O sindicato e a deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT), que preside a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, apresentaram ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) uma denúncia e um pedido de impugnação do processo licitatório.</p>
<p>Eles alegam que o projeto “apresenta ao menos 31 irregularidades que colocam em dúvida a legalidade e a viabilidade econômica da concessão”.</p>
<p>O TCE-MG está analisando a denúncia e o governo mineiro nega qualquer irregularidade.</p>
<h2>Rio Grande do Sul</h2>
<p>O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, confirmou, nesta segunda-feira, no Palácio do Piratini, em Porto Alegre, a realização de um leilão semelhante ao mineiro. </p>
<p>O objetivo é selecionar uma ou mais empresas para reformar e administrar 98 escolas públicas de ensino fundamental e médio.</p>
<p>A exemplo do projeto mineiro, a PPP da Infraestrutura Escolar gaúcha prevê “reformas, adequações, requalificação estrutural e prestação de serviços não pedagógicos” em estabelecimentos de ensino públicos estaduais.</p>
<p>Segundo a secretaria estadual de Educação, a iniciativa deverá beneficiar cerca de 60.568 estudantes de colégios estaduais em Alvorada, Bento Gonçalves, Cachoeirinha, Canoas, Caxias do Sul, Cruz Alta, Gravataí, Novo Hamburgo, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Maria, São Leopoldo, Sapucaia do Sul e Viamão.</p>
<p>A previsão é que o governo estadual pague R$ 93 milhões por ano ao vencedor do leilão previsto para ocorrer no dia 26 de junho, na B3, em São Paulo. </p>
<p>O critério para seleção da melhor proposta será o de menor contraprestação pública. </p>
<p>O prazo da concessão será de 25 anos.</p>
<p>“Essa parceria permite garantir um padrão de qualidade na infraestrutura, com mais eficiência e planejamento, ao mesmo tempo em que liberamos professores e diretores para se dedicarem ao que realmente importa, a aprendizagem dos nossos alunos”, afirmou Leite.</p>
<p>Ele assegurou que a PPP permitirá aos diretores, coordenadores e professores das escolas contempladas se concentrar nas atividades pedagógicas.</p>
<p>Segundo o governo estadual, as 98 escolas contempladas foram selecionadas a partir de dados do Programa RS Seguro, que identificou áreas de maior vulnerabilidade social. </p>
<p>O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) já autorizou a realização da PPP.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/setor-privado-assume-gestao-de-infraestrutura-de-escolas-em-minas-gerais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/setor-privado-assume-gestao-de-infraestrutura-de-escolas-em-minas-gerais/">Setor privado assume gestão de infraestrutura de escolas em Minas Gerais</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Setor privado assume gestão de infraestrura de escolas em Minas Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 20:44:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fundo de investimento em participações (FIP) IG4 BTG Pactual Health Infra foi escolhido, nesta segunda-feira (30), para assumir a gestão de infraestrutura e serviços de 95 escolas públicas de Minas Gerais pelos próximos 25 anos. O fundo venceu o leilão na B3, bolsa de valores de São Paulo, ao apresentar ao governo mineiro a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fundo de investimento em participações (FIP) IG4 BTG Pactual Health Infra foi escolhido, nesta segunda-feira (30), para assumir a gestão de infraestrutura e serviços de 95 escolas públicas de Minas Gerais pelos próximos 25 anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Setor-privado-assume-gestao-de-infraestrura-de-escolas-em-Minas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O fundo venceu o leilão na B3, bolsa de valores de São Paulo, ao apresentar ao governo mineiro a menor proposta de contraprestação mensal máxima pelo serviço, no valor de R$ 22,35 milhões. </p>
<p>A cifra representa um deságio de 14,17% em relação ao valor inicialmente estabelecido no edital público.</p>
<p>Segundo o governo de Minas Gerais, o projeto prevê que, ao longo do contrato, serão investidos cerca de R$ 5,1 bilhões para “modernizar a infraestrutura” das 95 escolas contempladas, beneficiando cerca de 7 mil estudantes de 34 cidades mineiras.</p>
<p>A parceria entre os setores público estadual e privado não contempla a prestação de serviços pedagógico, que seguirão sendo executados por profissionais da Secretaria de Educação de Minas Gerais.</p>
<p>De acordo com o edital, o contrato abrange a reforma, conservação e operação de serviços como manutenção predial, fornecimento de água, energia, gás e esgoto, além de limpeza, jardinagem, tecnologia da informação com internet em todos os ambientes, manutenção de equipamentos, vigilância 24 horas e controle de acesso.</p>
<p>As melhorias devem incluir salas de aula, bibliotecas, laboratórios, cozinhas e refeitórios mais modernos, além de reformas em quadras, pátios, jardins e espaços de convivência. </p>
<p>Segundo o secretário estadual de Infraestrutura, Mobilidade e Parcerias, Pedro Bruno Barros de Souza, a iniciativa liberará as equipes pedagógicas para se dedicarem integralmente a educar os estudantes.</p>
<p>“Só o deságio [da oferta selecionada] já vai representar uma economia bastante significativa para os cofres públicos de Minas Gerais”, disse Souza após a IG4 BTG Pactual Health Infra se sagrar vencedora do certame.</p>
<p>“Para quem não foi vencedor, teremos muitas outras oportunidades”, anunciou o secretário, destacando que o setor educacional reserva muitas outras oportunidades de parcerias público privada.</p>
<p>“Só em Minas Gerais há um potencial exponencial de replicarmos esse projeto. A educação, no Brasil, é um setor que tem muitas oportunidades”, disse. </p>
<p>“Quando olhamos para outros estados e municípios, vemos o quanto podemos transformar a educação brasileira e a saúde por meio de projeto pragmáticos que vão trazer melhorias aos serviços prestados e ganhos para o público”, acrescentou Souza.</p>
<p>Ele lembra que Minas Gerais foi pioneiro na concessão da gestão de unidades prisionais, socioeducativas e hospitalares à iniciativa privada.</p>
<p>Gestor da Opy Health, empresa do setor de infraestrutura hospitalar, o IG4 BTG Pactual Health Infra já administra os servidos de infraestrutura e logística de um importante estabelecimento público de saúde em Belo Horizonte, o Hospital Metropolitano Dr. Célio de Castro (Hmdcc). </p>
<p>A Opy Health também é signatária de parcerias público privada em Manaus e tem parceria com a unidade goiana do Hospital Albert Einstein.</p>
<p>Representante do grupo vencedor, o executivo Felipe Tonetti destacou que, ao assumir a gestão administrativa de parte das escolas mineiras, o grupo privado que já gerencia mais de 1 mil leitos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) dá um passo além na constituição de um novo setor de serviços, a Opy Educação.</p>
<p>O secretário-adjunto de Infraestrutura Social e Urbana da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos (Seppi), vinculada à Casa Civil da Presidência da República, Manoel Renato Machado Filho, destacou o “grau de inovação” do projeto mineiro.</p>
<p>“O grande desafio é convencer o setor público que esse modelo contratual pode agregar não só qualidade, mas também um certo estímulo para que as crianças e nossos jovens possam permanecer nas escolas”, avaliou Machado Filho.</p>
<p>Ele assegura que há, entre membros da equipe de governo, gente “muito animada” com a iniciativa mineira, que contou com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes). </p>
<p>“[O projeto] nos revela, ao governo federal e aos demais estados e municípios, toda a potencialidade que as concessões e as PPP no setor de educação têm para o país”, disse.</p>
<h2>Críticas</h2>
<p>Na contramão do otimismo e da euforia dos representantes do governo mineiro e das empresas privadas que participaram da licitação, entidades que representam os profissionais da educação em Minas Gerais criticaram duramente a iniciativa.</p>
<p>Na quinta-feira (26), o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE), a União Estadual de Estudantes, a União Brasileira de Estudantes Secundaristas, organizações sindicais e movimentos sociais protestaram por melhores condições de trabalho e contra a contratação de uma empresa privada para gerenciar parte das escolas estaduais.</p>
<p>Segundo o Sind-UTE, com a iniciativa “milhares de auxiliares de serviços básicos serão demitidos”, os serviços serão precarizados e a gestão democrática das escolas, precarizada. </p>
<p>O sindicato e a deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT), que preside a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa, apresentaram ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) uma denúncia e um pedido de impugnação do processo licitatório.</p>
<p>Eles alegam que o projeto “apresenta ao menos 31 irregularidades que colocam em dúvida a legalidade e a viabilidade econômica da concessão”.</p>
<p>O TCE-MG está analisando a denúncia e o governo mineiro nega qualquer irregularidade.</p>
<h2>Rio Grande do Sul</h2>
<p>O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, confirmou, nesta segunda-feira, no Palácio do Piratini, em Porto Alegre, a realização de um leilão semelhante ao mineiro. </p>
<p>O objetivo é selecionar uma ou mais empresas para reformar e administrar 98 escolas públicas de ensino fundamental e médio.</p>
<p>A exemplo do projeto mineiro, a PPP da Infraestrutura Escolar gaúcha prevê “reformas, adequações, requalificação estrutural e prestação de serviços não pedagógicos” em estabelecimentos de ensino públicos estaduais.</p>
<p>Segundo a secretaria estadual de Educação, a iniciativa deverá beneficiar cerca de 60.568 estudantes de colégios estaduais em Alvorada, Bento Gonçalves, Cachoeirinha, Canoas, Caxias do Sul, Cruz Alta, Gravataí, Novo Hamburgo, Pelotas, Porto Alegre, Rio Grande, Santa Maria, São Leopoldo, Sapucaia do Sul e Viamão.</p>
<p>A previsão é que o governo estadual pague R$ 93 milhões por ano ao vencedor do leilão previsto para ocorrer no dia 26 de junho, na B3, em São Paulo. </p>
<p>O critério para seleção da melhor proposta será o de menor contraprestação pública. </p>
<p>O prazo da concessão será de 25 anos.</p>
<p>“Essa parceria permite garantir um padrão de qualidade na infraestrutura, com mais eficiência e planejamento, ao mesmo tempo em que liberamos professores e diretores para se dedicarem ao que realmente importa, a aprendizagem dos nossos alunos”, afirmou Leite.</p>
<p>Ele assegurou que a PPP permitirá aos diretores, coordenadores e professores das escolas contempladas se concentrar nas atividades pedagógicas.</p>
<p>Segundo o governo estadual, as 98 escolas contempladas foram selecionadas a partir de dados do Programa RS Seguro, que identificou áreas de maior vulnerabilidade social. </p>
<p>O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RS) já autorizou a realização da PPP.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/setor-privado-assume-gestao-de-infraestrura-de-escolas-em-minas-gerais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Jovem de 17 anos é encontrada amarrada e amordaçada em cárcere privado no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/jovem-de-17-anos-e-encontrada-amarrada-e-amordacada-em-carcere-privado-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 19:08:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Beruri (AM) – Um homem de 23 anos foi preso pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) nesta quarta-feira (25). Ele é acusado de crimes brutais contra uma adolescente de 17 anos, incluindo estupro, tortura, lesão corporal e cárcere privado. A ação integrada envolveu a Depca e a 80ª DIP de Beruri. Os crimes começaram em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Beruri (AM) – Um homem de 23 anos foi preso pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) nesta quarta-feira (25). Ele é acusado de crimes brutais contra uma adolescente de 17 anos, incluindo estupro, tortura, lesão corporal e cárcere privado. A ação integrada envolveu a Depca e a 80ª DIP de Beruri.</p>
<p>Os crimes começaram em fevereiro de 2025, quando a jovem passou a morar com o agressor. Na época, o filho da vítima, um bebê de apenas 1 ano, também vivia na residência e presenciava as agressões.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Resgate dramático e sinais de tortura</h2>
<p>A delegada Mayara Magna, titular da Depca, relatou que a vítima vivia sob constante vigilância e era proibida de sair de casa. A situação só mudou em março de 2025, quando a adolescente conseguiu usar um celular escondido para pedir socorro à família.</p>
<p>Ao chegar no local, a Polícia Militar flagrou o homem queimando as roupas da jovem na varanda. O agressor fugiu ao notar a presença policial. Dentro da casa, o cenário era de horror: a adolescente foi encontrada no quarto, amarrada de joelhos, amordaçada e com diversos hematomas pelo corpo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Descumprimento de medidas e perseguição no rio</h2>
<p>O suspeito já havia sido preso em setembro de 2025, mas recebeu liberdade provisória com medidas cautelares em dezembro do mesmo ano. No entanto, em março de 2026, ele descumpriu as ordens judiciais, o que gerou um novo mandado de prisão preventiva.</p>
<p>A inteligência da polícia identificou que o homem tentava fugir para o interior do estado. “Descobrimos que ele estava em uma embarcação a caminho de Beruri e agimos rápido para interceptá-lo”, explicou a delegada.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Interceptação em embarcação e justiça</h2>
<p>De acordo com o delegado Jailton Santos, a prisão ocorreu de forma cinematográfica. Mesmo com o barco já em movimento no meio do rio, os policiais civis conseguiram alcançar a embarcação e realizar a captura.</p>
<p>O homem foi conduzido à delegacia e responderá por:</p>
<li>Estupro;</li>
<li>Tortura e Cárcere Privado;</li>
<li>Lesão corporal dolosa;</li>
<li>Sequestro.</li>
<p>O infrator passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça para responder pelos crimes graves cometidos contra a menor.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Homem é preso por manter companheira em cárcere privado em Tefé</p>
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		<title>Em Manacapuru, adolescente de 17 anos é apreendido por estuprar e manter companheira em cárcere privado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/em-manacapuru-adolescente-de-17-anos-e-apreendido-por-estuprar-e-manter-companheira-em-carcere-privado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 19:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vítima foi resgatada com lesões corporais e relata ter sofrido violência física e psicológica Um adolescente de 17 anos foi apreendido, nesta quarta-feira (04/02), suspeito de estuprar e manter a companheira, de 20 anos, em cárcere privado por três dias no município de Manacapuru, no interior do Amazonas. De acordo com a delegada Joyce Coelho, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Vítima foi resgatada com lesões corporais e relata ter sofrido violência física e psicológica</p>
<div>
<p>Um adolescente de 17 anos foi apreendido, nesta quarta-feira (04/02), suspeito de estuprar e manter a companheira, de 20 anos, em cárcere privado por três dias no município de <a href="https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/am/manacapuru.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Manacapuru</a>, no interior do Amazonas. </p>
<p>De acordo com a delegada Joyce Coelho, a vítima foi resgatada com lesões corporais visíveis e relatou ter sofrido violência física e psicológica, além de abusos sexuais reiterados enquanto esteve em cárcere. </p>
<p>A equipe de investigação tomou conhecimento do caso quando a mãe da vítima realizou denúncia de cárcere privado e agressões físicas praticadas pelo adolescente contra a filha.</p>
<p><strong>Veja o vídeo:</strong></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">Em Manacapuru, adolescente de 17 anos é apreendido por estuprar e manter companheira em cárcere privado <a href="https://t.co/XHZisJ39Ol" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pic.twitter.com/XHZisJ39Ol</a></p>
<p>— Portal Em Tempo (@portalemtempo) <a href="https://twitter.com/portalemtempo/status/2019459327451390227?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">February 5, 2026</a></p></blockquote>
<p>Em seguida, equipe de polícia, deslocou-se até o endereço informado, onde apurou os fatos. Durante a abordagem policial, o adolescente tentou fugir e apresentou resistência.</p>
<p>A vítima informou que havia reatado o relacionamento há cerca de um mês e que estava há três dias na residência do adolescente, onde ele passou a proíbi-la de manter contato com a familia e de sair do da residência.</p>
<p>A vítima foi encaminhada para atendimento médico e realização de exames de corpo de delito. O adolescente foi apreendido em flagrante e responderá por atos infracionais análogos a estupro e cárcere privado.</p>
<p><strong>Leia mais</strong></p>
<p>Renato Junior assina termo de compromisso do programa inédito de educação do TCE-AM</p>
<p>Comediante paraense João The Rocha apresenta stand up em Manaus neste sábado (7)</p>
<p><!-- CONTENT END 1 -->
                    </div>
<p><script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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