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	<title>públicas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>públicas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Brasil supera 100 mil escolas públicas com internet gratuita</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-supera-100-mil-escolas-publicas-com-internet-gratuita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 17:56:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil ultrapassou a marca de 100 mil escolas públicas com acesso à internet gratuita e de qualidade para uso pedagógico. Segundo dados atualizados do Indicador Escolas Conectadas (Inec), o país já soma 100.720 instituições conectadas dentro dos parâmetros considerados adequados pelo governo federal. O avanço faz parte da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil ultrapassou a marca de 100 mil escolas públicas com acesso à internet gratuita e de qualidade para uso pedagógico. Segundo dados atualizados do Indicador Escolas Conectadas (Inec), o país já soma 100.720 instituições conectadas dentro dos parâmetros considerados adequados pelo governo federal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Brasil-supera-100-mil-escolas-publicas-com-internet-gratuita.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O avanço faz parte da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), programa coordenado pelos ministérios da Educação e das Comunicações, em parceria com estados e municípios. A meta do governo é conectar todas as 138 mil escolas públicas de educação básica até o fim de 2026.</p>
<h2>Crescimento acelerado</h2>
<p>O programa registrou forte avanço nos últimos anos. Em 2023, apenas 45,4% das escolas públicas brasileiras tinham acesso à internet considerada adequada. O índice subiu para 57,3% em dezembro de 2024, chegou a 69,7% no fim de 2025 e alcançou 72,9% em abril deste ano.</p>
<p>Em nota, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, afirmou que o resultado é fruto de um amplo esforço de infraestrutura iniciado em 2023.</p>
<p>“Esse é um momento histórico para a educação e para a inclusão digital do Brasil. Ter mais de 100 mil escolas com acesso gratuito à internet é uma realidade pela qual o governo trabalhou intensamente”, declarou.</p>
<p>Segundo ele, a ampliação da conectividade ajuda a reduzir desigualdades educacionais, especialmente em regiões mais isoladas do país.</p>
<p>“Com essa política transformadora, nossos estudantes terão mais oportunidades de aprendizado e portas abertas para o mercado de trabalho”, acrescentou o ministro.</p>
<h2>Uso pedagógico</h2>
<p>Além de levar internet às escolas, o programa busca garantir conexão estável e veloz, com redes Wi-Fi adequadas para uso dentro das salas de aula. A proposta é ampliar o acesso a plataformas educacionais, aulas digitais, ferramentas de inovação e capacitação de professores.</p>
<p>Em nota, o ministro da Educação, Leonardo Barchini, destacou que a iniciativa busca garantir igualdade de oportunidades para os estudantes da rede pública.</p>
<p>“A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas articula políticas e ações para universalizar o acesso à internet de qualidade e garantir o uso pedagógico da tecnologia em todas as escolas públicas”, afirmou.</p>
<h2>Avanço no Norte</h2>
<p>O maior crescimento proporcional ocorreu na Região Norte, onde os desafios logísticos historicamente dificultam o acesso à conectividade.</p>
<p>Em dezembro de 2023, apenas 23,6% das escolas da região tinham internet adequada. O índice passou para 36,7% em 2024, chegou a 60,5% em 2025 e atingiu 64,3% em abril deste ano.</p>
<p>Coordenado pelos Ministérios das Comunicações e da Educação, o programa é executado pela da Entidade Administradora da Conectividade de Escolas (EACE).Segundo o governo, a expansão reduziu desigualdades regionais e levou conexão de qualidade a escolas que antes estavam praticamente isoladas digitalmente.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-05/brasil-supera-100-mil-escolas-publicas-com-internet-gratuita" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>CGU lança rede para fortalecer cooperação entre instituições públicas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/cgu-lanca-rede-para-fortalecer-cooperacao-entre-instituicoes-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 22:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CGU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Controladoria-Geral da União (CGU) lançou nesta quarta-feira (20) a Rede Nacional de Integridade Pública, uma iniciativa que pretende fortalecer a cooperação entre instituições do setor público brasileiro. Sob coordenação da Secretaria de Integridade Pública (SIP) da CGU, a rede foi instituída pela Portaria Normativa CGU 262, de maio de 2026, e vai reunir órgãos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Controladoria-Geral da União (CGU) lançou nesta quarta-feira (20) a Rede Nacional de Integridade Pública, uma iniciativa que pretende fortalecer a cooperação entre instituições do setor público brasileiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/CGU-lanca-rede-para-fortalecer-cooperacao-entre-instituicoes-publicas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Sob coordenação da Secretaria de Integridade Pública (SIP) da CGU, a rede foi instituída pela Portaria Normativa CGU 262, de maio de 2026, e vai reunir órgãos dos poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, da União, dos estados e dos municípios, além de Ministérios Públicos, Tribunais de Contas e Defensorias Públicas, que não fazem parte dos Três Poderes.</p>
<p>Como membros associados, unidades setoriais de integridade de autarquias e fundações federais, órgãos responsáveis pela gestão da integridade no âmbito municipal e conselhos de fiscalização profissional também poderão integrar o grupo.</p>
<p>O objetivo da Rede, diz a CGU, é promover a transparência e a prevenção de irregularidades no setor público. Além disso, a iniciativa pretende impulsionar o desenvolvimento de soluções conjuntas no setor público.</p>
<p>A atuação da Rede deverá ocorrer por meio da produção e disseminação de conhecimento, troca de experiências, capacitação, compartilhamento de boas práticas e no desenvolvimento de estratégias integradas de integridade pública.</p>
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<p>“A expectativa é que o intercâmbio contínuo de experiências contribua para ampliar a efetividade das políticas de integridade e fortalecer a confiança da sociedade nas instituições públicas brasileiras”, disse Simone Gama de Andrade, diretora de Integridade Pública da SIP.</p>
<p>Segundo a CGU, na fase inicial de implementação da Rede será criada uma comissão responsável pela elaboração da proposta do primeiro regimento interno, pela convocação de Assembleia Geral e também pela condução das eleições do Conselho Diretivo. As instituições interessadas em compor a comissão poderão manifestar interesse até o dia 30 de junho.</p>
<p>Já para participar da Rede será preciso preencher um formulário eletrônico que consta no sistema e-CGU. Os órgãos interessados deverão apresentar documentação que comprove a existência de atribuições relacionadas à gestão da integridade e indicar o representante que atuará na Rede.</p>
<p>A Rede faz parte do Plano de Integridade e Combate à Corrupção (PICC) do governo federal, que reúne ações para promover a integridade e o combate à corrupção na administração pública federal.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-05/cgu-lanca-rede-para-fortalecer-cooperacao-entre-instituicoes-publicas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Políticas públicas ampliam apoio a mães em vulnerabilidade</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/politicas-publicas-ampliam-apoio-a-maes-em-vulnerabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 18:20:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Capacitação profissional, incentivo ao empreendedorismo e prioridade no acesso à moradia estão entre as políticas públicas defendidas para mães solo e chefes de família em situação de vulnerabilidade socioeconômica. O segundo vice-presidente estadual do União Brasil, Marcellus Campêlo, afirma que o Dia das Mães, celebrado neste domingo (10/05), deve ir além da comemoração e estimular [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Capacitação profissional, incentivo ao empreendedorismo e prioridade no acesso à moradia estão entre as políticas públicas defendidas para mães solo e chefes de família em situação de vulnerabilidade socioeconômica.</p>
<p>O segundo vice-presidente estadual do União Brasil, Marcellus Campêlo, afirma que o Dia das Mães, celebrado neste domingo (10/05), deve ir além da comemoração e estimular o debate sobre avanços sociais voltados a esse público.</p>
<p>“As mães solo e chefes de família enfrentam, diariamente, o desafio de garantir sustento, cuidado e educação para seus filhos. Por isso, é essencial fortalecer políticas públicas que ofereçam apoio a elas na qualificação profissional, geração de renda e proteção social, garantindo mais dignidade, igualdade de oportunidades e um futuro mais justo para milhares de famílias”, ressalta Marcellus Campêlo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Apoio à autonomia feminina</h2>
<p>Quando esteve à frente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), Marcellus Campêlo coordenou iniciativas como o Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+) e o Amazonas Meu Lar, que desenvolvem ações voltadas ao fortalecimento social e econômico de mulheres.</p>
<p>Ele deixou os cargos em março deste ano para colocar o nome à disposição do partido como pré-candidato a deputado estadual nas eleições de 2026.</p>
<p>O Prosamin+ desenvolve ações voltadas principalmente às mulheres chefes de família, por meio da Política de Gênero, que incentiva autonomia financeira, qualificação profissional, empreendedorismo feminino e combate à violência.</p>
<p>“A Política de Gênero do Prosamin+ busca viabilizar oportunidades de renda e incentivo ao empreendedorismo às mulheres atendidas pelo programa. São ofertados cursos de qualificação profissional, treinamentos e apoio à atividade econômica, como o Bazar das Mulheres Empreendedoras, onde elas comercializam artesanato, alimentação, itens de beleza, papelaria, entre outros, que garantem renda para o sustento das famílias”, destacou Marcellus Campêlo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Moradia e proteção social</h2>
<p>Além da entrega de moradias, o programa prioriza o registro das unidades habitacionais no nome das mulheres. Segundo Marcellus Campêlo, a medida amplia a segurança jurídica, fortalece a proteção familiar e incentiva a autonomia feminina.</p>
<p>Já o Amazonas Meu Lar, considerado o maior programa habitacional do estado, garante prioridade na pontuação para mães solo, mulheres com filhos pequenos ou adolescentes e mães de crianças com necessidades especiais.</p>
<p>“É uma medida fundamental para promover justiça social, dignidade e proteção às famílias em situação de maior vulnerabilidade”, pontuou Marcellus Campêlo.</p>
<p><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
<p>Leia Mais:</p>
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		<title>Obras públicas impulsionam a geração de empregos no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/obras-publicas-impulsionam-a-geracao-de-empregos-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 22:29:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estado tem dado importante contribuição com projetos que demandam mão de obra nas áreas de habitação, saneamento, infraestrutura e mobilidade urbana No Dia do Trabalhador, nesta sexta-feira (1º de maio), os números do mercado de trabalho ajudam a contar uma história que vai além das estatísticas. No Amazonas, por exemplo, a geração de empregos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado tem dado importante contribuição com projetos que demandam mão de obra nas áreas de habitação, saneamento, infraestrutura e mobilidade urbana</p>
<p>No Dia do Trabalhador, nesta sexta-feira (1º de maio), os números do mercado de trabalho ajudam a contar uma história que vai além das estatísticas. No Amazonas, por exemplo, a geração de empregos tem ganhado impulso direto de políticas públicas estruturadas. Um exemplo concreto nesse sentido são as obras executadas pelo Governo do Estado nas áreas de habitação, saneamento básico, infraestrutura e mobilidade urbana.</p>
<p>Os programas e projetos conduzidos nessas áreas pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e pela Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), já geraram mais de 200 mil empregos diretos e indiretos, de 2019 a março de 2026, boa parte impulsionados pela construção civil. A informação é do engenheiro civil Marcellus Campêlo, segundo vice-presidente do União Brasil Amazonas. Campêlo foi secretário dos dois órgãos no período citado, se desincompatibilizando para colocar o nome à disposição do partido, como pré-candidato a deputado estadual.</p>
<p>No país, segundo ele, a construção civil responde por 10% a 15% dos empregos gerados. Na região Norte, o desempenho do setor depende muito das obras públicas. A região apresenta menor diversificação econômica e maior concentração em poucos polos. “Nesse cenário, a construção civil assume um papel estratégico, funcionando como motor de dinamização econômica, sobretudo em capitais e municípios que recebem obras estruturantes”, afirma.</p>
<p>No Amazonas, diz ele, essa relação entre investimento público e geração de empregos é ainda mais evidente, com a construção civil ocupando espaço importante na oferta de vagas. Os projetos públicos em execução no estado, de acordo com Marcellus Campêlo, têm potencial para gerar milhares de empregos, contribuindo de forma significativa para os resultados observados no mercado de trabalho amazonense.</p>
<p>Ele observa que a construção civil é um setor que absorve trabalhadores com diferentes níveis de qualificação, abrindo desde oportunidades para quem busca o primeiro emprego até funções técnicas mais especializadas. “Em regiões com maiores desafios socioeconômicos, esse fator amplia o impacto social das obras públicas”, frisa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Programas de governo</h2>
<p>A Sedurb e a UGPE comandam obras muito grandes, onde as vagas de trabalho são muito significativas e impactam o mercado, absorvendo mão de obra inclusive do entorno onde os empreendimentos são erguidos. Marcellus Campêlo cita como referência os programas Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+), na capital, e de Saneamento Integrado (Prosai), que foi concluído em Maués e está em andamento em Parintins, todos sob a condução da UGPE. “São programas que realizam obras nas áreas de habitação, saneamento, infraestrutura e mobilidade urbana, recrutando mão de obra para os mais diversos setores, aquecendo toda a cadeia produtiva da construção”, observa.</p>
<p>Também merece destaque, na sua concepção, o Amazonas Meu Lar, o maior programa habitacional do estado, coordenado pela Sedurb, e que tem uma vertente muito forte de atuação em parceria com a construção civil e o setor imobiliário. O programa amplia o acesso à moradia e, ao mesmo tempo, aquece o mercado, fortalecendo a economia local e criando novas vagas de trabalho.</p>
<p>Uma das linhas do programa é o Subsídio Entrada do Meu Lar. Por meio dessa linha o Governo do Estado disponibiliza o pagamento da entrada do financiamento de imóvel que está sendo adquirido através do programa federal Minha Casa Minha Vida (MCMV).</p>
<p>Dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM) e da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (ADEMI-AM) mostram que, em 2025, Manaus movimentou R$ 3,4 bilhões em vendas de imóveis dentro do MCMV, um crescimento de 24% em relação a 2024. Esse avanço, distribuído em diversos empreendimentos na capital, intensificou a geração de empregos diretos nos canteiros e indiretos em toda a cadeia produtiva.</p>
<p>Um dos principais fatores para esse desempenho foi justamente o subsídio Entrada do Meu Lar, considerado um dos maiores do país, com valores de até R$ 35 mil para a Faixa 1, R$ 30 mil para a Faixa 2 e R$ 20 mil para a Faixa 3. “Com isso, o programa ampliou o acesso à moradia, especialmente entre famílias de baixa renda, movimentou o mercado da construção civil, com empreendimentos sendo erguidos na capital e interior, e gerou empregos no estado”, relaciona Marcellus Campêlo.</p>
<p>Os investimentos em infraestrutura também impulsionaram a geração de empregos. São exemplos as obras de pavimentação e recapeamento asfáltico, desenvolvidas pelo programa Asfalta Amazonas, e a implantação de iluminação pública de LED em todo o interior, por meio do Ilumina+. Os dois programas são executados pela UGPE.</p>
<p>Marcellus Campêlo ressalta, no contexto do Dia do Trabalhador, que o caso do Amazonas ilustra como políticas públicas bem estruturadas podem ir além da entrega de obras e alcançar resultados concretos na vida da população.</p>
<p><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
<p>Leia Mais:</p>
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		<title>Paradas LGBT+ do Rio juntam forças por direitos e políticas públicas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/paradas-lgbt-do-rio-juntam-forcas-por-direitos-e-politicas-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 18:19:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma vez por ano, as ruas de Madureira, no subúrbio carioca, são tomadas por diferentes cores em celebração ao orgulho LGBTI+. Organizar o evento, que mistura festa e luta por direitos, envolve desafios que vão além de apenas colocar trios elétricos na pista. Para a segurança de todos, é preciso suspender o emaranhado de fios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma vez por ano, as ruas de Madureira, no subúrbio carioca, são tomadas por diferentes cores em celebração ao orgulho LGBTI+. Organizar o evento, que mistura festa e luta por direitos, envolve desafios que vão além de apenas colocar trios elétricos na pista.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Paradas-LGBT-do-Rio-juntam-forcas-por-direitos-e-politicas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para a segurança de todos, é preciso suspender o emaranhado de fios que conectam os postes do bairro. Quando chove, a logística é suspensa e a manifestação precisa se adequar às limitações do ambiente.</p>
<p>“Não é igual à Copacabana, na Avenida Atlântica, onde os trios podem colocar coberturas contra a chuva e seguir desfilando tranquilos. Madureira tem outras dificuldades”, explica Rogéria Meneguel, presidente e organizadora da Parada LGBT+ de Madureira.</p>
<p>“Já aconteceu de chover muito em um ano e a Parada não conseguiu andar. Ficou, literalmente, parada. Desde o ano passado, estamos fazendo o evento dentro do Parque de Madureira, para lidar com essas questões”, complementa.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Paradas-LGBT-do-Rio-juntam-forcas-por-direitos-e-politicas.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 25/04/2025 - A presidente da ONG Movimento de Gays, Travestis e Transformistas - MGTT e articuladora da Parada LGBTQIA+ de Madureira, Rogéria Meneghel, participa do Encontro Estadual de Paradas do Orgulho LGBTI+ do Rio de Janeiro, realizado pela Comissão Organizadora da 31ª Parada do Orgulho LGBTI+ Rio 2026 e pelo Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+, no Teatro Carlos Gomes. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Presidente da ONG Movimento de Gays, Travestis e Transformistas, Rogéria Meneghel. Foto:Rovena Rosa/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Da mesma forma como ocorre entre os bairros, municípios menores lidam com problemas diferentes em relação à capital fluminense. O Encontro Estadual de Paradas do Orgulho LGBTI+, que acontece neste sábado (25), no centro do Rio, pretende fortalecer a troca de experiências entre lideranças de diferentes territórios.</p>
<p>“É  fundamental que as cidades maiores também deem sustentação e suporte político, institucional e cultural para as cidades com maior dificuldade”, diz Cláudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-Íris, organizador da Parada de Copacabana.</p>
<p>“O que deu certo para um pode servir de referência para outro. E nos reunimos para pensar juntos quais são as principais pautas da comunidade. Unidos, aumentamos as vozes e damos mais visibilidade para nossas lutas”, completa.</p>
<h2>Demandas do interior</h2>
<p>Portanto, nem tudo se resume à estrutura e logística. Organizar uma Parada envolve também enfrentar uma reação conservadora que tenta limitar direitos e demandas da população LGBTI+.</p>
<p>O presidente do coletivo Arraial Free, Rafael Martins, que organiza a manifestação em Arraial do Cabo, na Região dos Lagos, conta que os últimos 14 anos foram de constante luta para colocar o movimento nas ruas.</p>
<p>“O município ainda tem muitas pessoas preconceituosas, sabe? Mas estamos resistindo e mostrando para a nossa região, muito conservadora, que nós existimos, estamos ali e que precisamos de políticas públicas para a população LGBTI+”, diz Rafael.</p>
<p>Ele explica de que forma as experiências do município podem contribuir para o debate coletivo.</p>
<p>“Nós nos movimentamos, antes mesmo da Parada, com os comerciantes para pedir apoio e patrocínio. Contamos com parceiros na hotelaria e em mercados. Às vezes, é só um engradado de água, mas que já ajudam muito. O que eu tento levar para todo mundo é que não precisa ficar fissurado apenas na Prefeitura, no apoio institucional. Também podemos dar as mãos para quem está do nosso lado e avançar juntos”, diz Rafael.</p>
<h2>Espaço coletivo</h2>
<p>Pelo menos 35 municípios estão representados no evento, que ocorreu pela última vez há dez anos. A organização é do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+, com apoio do Programa Estadual Rio Sem LGBTIfobia, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, do Teatro Carlos Gomes e da Secretaria Municipal de Cultura.</p>
<p>Durante o dia, rodas de debates abordam temas como: a estrutura institucional e a viabilidade dos eventos; a organização prática das Paradas; engajamento social e voluntariado; apoios e patrocínios; promoção de direitos e sustentabilidade ambiental e agendas socioculturais.</p>
<p>Também está prevista a construção coletiva do calendário estadual das Paradas, para fortalecer estratégias de cooperação entre os territórios e ampliar a visibilidade das mobilizações.</p>
<p>As Paradas de Arraial do Cabo e de Copacabana, por exemplo, já definiram as datas: vão acontecer nos dias 13 de setembro e 22 de novembro, respectivamente. A de Madureira ainda não foi fechada, mas a previsão é que ocorra em novembro também.</p>
<p>A plenária final do encontro prevê a formulação de 25 recomendações para fortalecer os movimentos, estabelecer prioridades de incidência política e propostas para uma nova reunião dos territórios.</p>
<p>“Fico muito feliz de ver esse movimento crescendo tanto pelo país. Hoje, são mais de 500 cidades brasileiras com Paradas. Se a gente for ver proporcionalmente, o Rio de Janeiro é o estado com maior número, levando em consideração que temos 92 municípios e mobilizações em 38 deles”, diz Cláudio Nascimento.</p>
<p>“É um período muito difícil, com muitas tentativas de impedir a liberdade de expressão e os movimentos sociais LGBT+ nas cidades. Continuamos o trabalho para fortalecer a nossa rede”, finaliza.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/paradas-lgbt-do-rio-juntam-forcas-por-direitos-e-politicas-publicas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Plataforma do BB reduz em 72% perda de comida em escolas públicas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/plataforma-do-bb-reduz-em-72-perda-de-comida-em-escolas-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 15:07:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública. Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma plataforma digital criada pelo Banco do Brasil (BB) está ajudando prefeituras a reduzir o desperdício de alimentos em escolas públicas. Chamada de BB Alimentação Escolar, a solução usa tecnologia para melhorar o planejamento e o controle da merenda oferecida a estudantes da rede pública.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Plataforma-do-BB-reduz-em-72-perda-de-comida-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Desenvolvida em parceria com a Lemobs, empresa que integra o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a plataforma reúne informações sobre consumo, aceitação das refeições e desperdício. Com base nesses dados, gestores conseguem ajustar cardápios, quantidades e compras, evitando excessos e melhorando a qualidade da alimentação.</p>
<p>O sistema também traz painéis de acompanhamento e ferramentas que auxiliam na tomada de decisão, tornando a gestão mais eficiente e transparente.</p>
<h2>Resultados iniciais</h2>
<p>Os primeiros testes foram feitos em 15 municípios. Em Belém, onde a solução começou em cinco escolas, os resultados apareceram em poucos meses:</p>
<ul>
<li>72% menos desperdício de alimentos;</li>
<li>7 toneladas de comida preservadas;</li>
<li>cerca de 25 mil refeições aproveitadas;</li>
<li>economia de aproximadamente R$ 200 mil;</li>
<li>redução de 10 toneladas de emissão de carbono;</li>
<li>2,4 mil alunos beneficiados;</li>
<li>88% de aprovação das refeições.</li>
</ul>
<h2>Impacto nas contas públicas</h2>
<p>O planejamento mais preciso evita compras desnecessárias e reduz perdas, gerando economia. Dessa forma, os recursos públicos são utilizados de forma mais eficiente.</p>
<p>A expectativa é que, se adotada em toda a rede de ensino de Belém, a ferramenta possa evitar o desperdício de cerca de 220 toneladas de alimentos por ano e gerar economia superior a R$ 1,2 milhão, beneficiando milhares de estudantes.</p>
<h2>Expansão e importância</h2>
<p>A solução já está sendo utilizada em outras cidades, como Natal e Valparaíso de Goiás, o que mostra o potencial de expansão para diferentes regiões do país.</p>
<p>Alinhada ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, a iniciativa busca melhorar a qualidade da merenda, reduzir desperdícios e fortalecer a gestão pública, combinando tecnologia, economia e impacto social positivo.</p>
<h2>Lemobs</h2>
<p>A Lemobs é uma empresa brasileira de tecnologia que desenvolve soluções digitais para ajudar governos, principalmente prefeituras, a melhorar a gestão pública. A empresa faz parte do ecossistema de inovação do Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).</p>
<p>Criada com foco em desenvolver tecnologias para “cidades inteligentes”, a empresa atua para modernizar administrações locais, desde a coleta de lixo até a alimentação escolar.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/plataforma-do-bb-reduz-em-72-perda-de-comida-em-escolas-publicas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ipea faz pesquisa para combater desinformação sobre políticas públicas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ipea-faz-pesquisa-para-combater-desinformacao-sobre-politicas-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 20:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Servidores públicos que ocupam cargo em comissão ou função de confiança da administração pública federal devem participar de pesquisa inédita sobre os efeitos das campanhas de desinformação na internet contra políticas públicas. A iniciativa é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os servidores que compõem o universo do estudo receberam, no começo de abril, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Servidores públicos que ocupam cargo em comissão ou função de confiança da administração pública federal devem participar de pesquisa inédita sobre os efeitos das campanhas de desinformação na internet contra políticas públicas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Ipea-faz-pesquisa-para-combater-desinformacao-sobre-politicas-publicas.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A iniciativa é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os servidores que compõem o universo do estudo receberam, no começo de abril, pelo aplicativo SouGov, convite para participar do estudo.</p>
<p>As respostas serão aceitas até o dia 2 de junho. O preenchimento do questionário leva cerca de 15 minutos. A pesquisa é anônima e confidencial, sem coleta de dados pessoais, e está de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados e com a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Saúde para levantamentos em ciências humanas e sociais.</p>
<h2>Além do debate eleitoral</h2>
<p>Divulgação do Ipea explica que o interesse sobre o tema se deve ao fato que “a desinformação deixou de ser um fenômeno restrito ao debate eleitoral ou às redes sociais e passou a impactar diretamente a formulação, a implementação e a legitimidade das políticas públicas&#8221;.</p>
<p>De acordo com o instituto, a pesquisa Desinformação e Políticas Públicas tem os seguintes propósitos:</p>
<ul>
<li>mapear como servidores e gestores públicos percebem, vivenciam e lidam com episódios de desinformação no cotidiano institucional, bem como os impactos desse fenômeno sobre os processos de formulação, implementação e avaliação de políticas públicas;</li>
<li>conhecer efeitos sobre a exposição a informações imprecisas ou enganosas, e as estratégias existentes (ou ausentes) de enfrentamento à desinformação no âmbito dos órgãos federais;</li>
<li>avaliar a gravidade da desinformação para a sociedade e para as políticas públicas e os impactos da desinformação sobre decisões, comunicação e implementação de políticas.</li>
</ul>
<p>O relatório final deverá ser apresentado em novembro, após o período eleitoral.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-04/estudo-recomenda-ampliacao-de-politicas-afirmativas-em-santa-catarina" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ipea-faz-pesquisa-para-combater-desinformacao-sobre-politicas-publicas/">Ipea faz pesquisa para combater desinformação sobre políticas públicas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Estudo pede mais políticas públicas para reduzir efeitos da menopausa </title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 11:21:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nessa terça-feira (3) pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade. Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo divulgado nessa terça-feira (3) pelo Instituto Esfera, em Brasília, alerta para a necessidade de políticas públicas específicas a fim de reduzir os impactos para as mulheres no período da menopausa. A pesquisa pede atenção para mulheres negras e em vulnerabilidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Clarita Costa Maia, uma das responsáveis pelo estudo, explicou que as mulheres mais vulnerabilizadas no país, entre elas as negras e residentes em comunidades desassistidas, ficam ainda mais sujeitas ao impacto que esse período pode causar no âmbito da saúde e do trabalho. </p>
<p>“O que constatamos é que a menopausa tem um componente biológico que atinge mais as mulheres negras e há o cruzamento de vulnerabilidades. São mulheres que sentem a menopausa com mais peso, biologicamente e socialmente falando”, explicou.</p>
<h2>Ameaça no âmbito profissional </h2>
<p>Essa vulnerabilidade deixa a mulher numa posição pior em relação aos outros estratos sociais. “Ela é, em regra, o arrimo de família e líder familiar. São mulheres que ficam numa posição muito frágil no mercado de trabalho”, ressaltou. </p>
<p>Os sintomas da menopausa, incluindo os físicos e psicológicos não tratados, levam, segundo a pesquisadora, a uma insustentabilidade da relação profissional, o que impacta todo o núcleo familiar.</p>
<p>É por isso que no Brasil, segundo as considerações do estudo, é preciso que as políticas públicas levem em consideração que tratar a mulher na menopausa é cuidar de todo o núcleo familiar. </p>
<h2>Saúde mental</h2>
<p>A pesquisadora, que é da área do direito e que trabalhou no estudo com a médica Fabiane Berta de Sousa, acrescenta que os sintomas não tratados podem gerar sérias consequências também de saúde mental.</p>
<p>“Aumentam significativamente as chances de desenvolvimento de Alzheimer, de depressão e diversas outras consequências relacionais advindas disso”, explicou. </p>
<p>Segundo ela, existe um fenômeno hoje em dia de menopausa precoce. Nosso modo de vida está aumentando a menopausa e a andropausa precoce”. Em relação à faixa etária, o documento aborda que, com o envelhecimento populacional, é necessário, mais atenção das redes públicas. </p>
<p>“São fases complicadas, de altos e baixos emocionais. Pode haver rupturas em nível pessoal das quais a pessoa precisa se recuperar com o tempo e não está entendendo o que ocorre consigo mesma”. </p>
<p>O afastamento do trabalho gera reflexos, como explica a pesquisadora, como maior pressão previdenciária. “Ao invés de estarmos com trabalhadoras na sua melhor fase intelectual, surgem mais problemas previdenciários e sociais”, diz. </p>
<h2>Necessidade de mapeamento</h2>
<p>O ideal, nesse momento, de acordo com o estudo, é que o Brasil possa fazer um mapeamento sobre a menopausa para que haja compreensão da realidade nacional.</p>
<p>“A ausência de política pública nacional estruturada para a menopausa não é neutra. Produz efeitos concretos sobre a saúde, a economia e a cidadania de milhões de mulheres, com custos que se projetam sobre o sistema de saúde, a Previdência Social e a produtividade nacional”, mostra o documento. </p>
<p>Os dados internacionais demonstram que esses custos são mensuráveis: US$ 26,6 bilhões por ano nos Estados Unidos e US$ 150 bilhões globalmente, além de queda de 10% nos rendimentos das mulheres afetadas. No Brasil, segundo a estimativa, 29 milhões de mulheres estariam nessa fase e 87,9% apresentariam sintomas. Apenas 22,4% delas buscam tratamento.</p>
<p> “A magnitude do problema é proporcional à sua invisibilidade. Tratar a menopausa como política pública não significa patologizar o envelhecimento feminino, mas reconhecê-lo como etapa legítima do ciclo de vida que demanda cuidado, informação e proteção institucional”, diz o documento. </p>
<h2>&#8220;Maior atenção&#8221;</h2>
<p>No evento do Instituto Esfera, em Brasília, no lançamento do estudo e também de premiação de “mulheres exponenciais”, a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad, disse que identifica atualmente maior atenção na prevenção da saúde da mulher com o envelhecimento populacional. </p>
<p>”Essas questões das fases do ciclo de vida feminino também se colocam em outra direção. Recentemente, tivemos um fórum de mulheres criado pelo Ministério da Saúde e é interessante que o grupo que representava as mulheres na menopausa foi um dos mais ativos”, lembrou.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/estudo-pede-mais-politicas-publicas-para-reduzir-efeitos-da-menopausa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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