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	<title>racismo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>racismo Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Campanha do MPRJ combate racismo em jogo da Libertadores no Maracanã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 23:42:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) retoma, nesta quarta-feira (15), a campanha #EstamosVigilantes, na partida entre Fluminense x Independiente Rivadavia, às 21h30, no Maracanã, pela segunda rodada da Copa Libertadores da América de 2026. O jogo terá transmissão da Rádio Nacional.  A campanha do MPRJ visa prevenir e reprimir crimes de racismo e xenofobia durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) retoma, nesta quarta-feira (15), a campanha #EstamosVigilantes, na partida entre Fluminense x Independiente Rivadavia, às 21h30, no Maracanã, pela segunda rodada da Copa Libertadores da América de 2026. O jogo terá transmissão da Rádio Nacional. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Campanha-do-MPRJ-combate-racismo-em-jogo-da-Libertadores-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A campanha do MPRJ visa prevenir e reprimir crimes de racismo e xenofobia durante partidas internacionais das copas Libertadores e Sul-Americana. Os promotores de Justiça do Grupo de Atuação Especializada do Desporto e Defesa do Torcedor (Gaedest) estarão presentes em todas as partidas realizadas em estádios cariocas, com o objetivo de monitorar as arquibancadas e atuar em casos de flagrante ou denúncia de atos racistas e xenofóbicos.</p>
<p>Com o apoio da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), a ação, realizada pela primeira vez no ano passado, apresentou resultados positivos logo no início das competições. Em jogos do Fluminense, no Maracanã, e do Botafogo, no Estádio Nilton Santos, três torcedores foram flagrados, presos e denunciados por práticas racistas. A atuação do MPRJ permitiu ao Juizado Especial do Torcedor e dos Grandes Eventos aplicar pena de dois anos de prisão, além da proibição de frequentar locais destinados a práticas esportivas, artísticas ou culturais por três anos.</p>
<p>&#8220;O respeito é pilar fundamental de todas as relações humanas, o combate ao racismo e toda forma de discriminação é princípio inegociável de nossa atuação. A intenção também é estimular atletas, torcedores, amantes do futebol e todos os participantes do futebol sul-americano a adotarem o compromisso coletivo de combater práticas criminosas em razão do futebol, dentro ou fora das arenas esportivas, pois o MPRJ estará vigilante para levar à Justiça, de forma imediata e célere, aqueles que violarem a lei&#8221;, avalia o coordenador do Gaedest, o promotor de Justiça Márcio Almeida.</p>
<h2>Campanha</h2>
<p>Para sensibilizar o público, o MPRJ divulga, também nesta quarta-feira, o vídeo informativo da campanha, com veiculação na imprensa, nos telões dos estádios e nas redes sociais, em parceria com Flamengo, Fluminense, Vasco da Gama e Botafogo.</p>
<p>O conteúdo destaca a importância da participação ativa dos torcedores e profissionais envolvidos nas partidas para a construção de um ambiente mais seguro e respeitoso, alertando que denunciar é dever de todos. A iniciativa reúne jogadores dos quatro clubes cariocas, torcedores, jornalistas, influenciadores, profissionais de segurança e serviços que atuam nos estádios, além de promotores de Justiça.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/campanha-do-mprj-combate-racismo-em-jogo-da-libertadores-no-maracana" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>TST condena lojas Havan por racismo recreativo contra ex-funcionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 21:21:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou as lojas Havan ao pagamento de R$ 100 mil de indenização a uma operadora de caixa que foi alvo de racismo recreativo na unidade da empresa localizada em São José (SC). A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (27) pelo tribunal. De acordo com o processo, a trabalhadora foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou as lojas Havan ao pagamento de R$ 100 mil de indenização a uma operadora de caixa que foi alvo de racismo recreativo na unidade da empresa localizada em São José (SC). A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (27) pelo tribunal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/TST-condena-lojas-Havan-por-racismo-recreativo-contra-ex-funcionaria.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o processo, a trabalhadora foi alvo constante de comentários depreciativos proferidos por seu chefe. O superior dizia para a operadora que ela “deveria melhorar a cara para não tomar chibatadas ou ir para o tronco”. </p>
<p>A ação também relata que o chefe mostrou aos demais funcionários uma foto de uma pessoa escravizada como se fosse da trabalhadora, além de fazer comentários sobre o cabelo da funcionária e compará-lo com uma “gambiarra”.</p>
<p>Os episódios de racismo foram relatados ao setor de recursos humanos, mas o chefe disse que suas falas “sempre foram de brincadeira”, e não foi punido pela empresa.</p>
<p>A trabalhadora relatou na ação trabalhista que suportava as humilhações porque temia perder o emprego. Ela foi demitida em junho de 2022, sem justa causa.</p>
<h2>Julgamento</h2>
<p>Na primeira instância da Justiça do Trabalho, a Havan foi condenada a indenizar a funcionária em R$ 50 mil, mas a segunda instância reduziu o valor para R$ 30 mil. Em seguida, o TST manteve condenação e aumentou a indenização para R$ 100 mil.</p>
<p>Durante o julgamento, o relator do caso, ministro Agra Belmonte, afirmou que os episódios de racismo recreativo humilharam e inferiorizaram a funcionária, que deve ser indenizada por ter sofrido assédio moral.</p>
<p>“A falácia de que é só uma brincadeira ou não teve intenção de ofender desconsidera o impacto devastador que essas condutas têm sobre as vítimas, perpetuando ciclos de exclusão e marginalização”, disse o ministro.</p>
<h2>Defesa</h2>
<p>A Agência Brasil entrou em contato com a Havan e aguarda retorno. O espaço está aberto para manifestação.</p>
<p>Na defesa enviada ao TST, a empresa disse que a operadora de caixa não foi vítima de injúria racial e negou que ela tenha recebido tratamento humilhante ou discriminatório. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/tst-condena-lojas-havan-por-racismo-recreativo-contra-ex-funcionaria" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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