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	<title>raízes Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Caprichoso exalta raízes de Parintins na abertura do Festival 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2026 12:56:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Boi Caprichoso abriu, nesta sexta-feira (26), a primeira noite do 59º Festival de Parintins. O ato “O Brinquedo do Povo Canta: Parintins – O Chão de Origem” marcou o início do projeto artístico “Brinquedo que Canta Seu Chão”. No Bumbódromo, o boi azul e branco destacou a memória, a ancestralidade e as raízes culturais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">O Boi Caprichoso abriu, nesta sexta-feira (26), a primeira noite do 59º Festival de Parintins. O ato “O Brinquedo do Povo Canta: Parintins – O Chão de Origem” marcou o início do projeto artístico “Brinquedo que Canta Seu Chão”. No Bumbódromo, o boi azul e branco destacou a memória, a ancestralidade e as raízes culturais que moldam a identidade do povo parintinense.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Festival de Parintins é realizado pelo Governo do Amazonas e segue até domingo (28/06).</p>
<p class="wp-block-paragraph">A primeira noite apresentou a narrativa “O Brinquedo do Povo Canta Parintins”. O espetáculo mostra a cidade como um território de memória, pertencimento, ancestralidade e construção cultural. Além disso, reforça a ligação entre o boi-bumbá, a Ilha Tupinambarana, seus moradores e os povos que formaram a identidade cultural de Parintins.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Antes da entrada oficial do Caprichoso na arena, o apresentador Edmundo Oran destacou o trabalho realizado pelos artistas e pelo Conselho de Artes. Segundo ele, meses de preparação antecederam a apresentação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Caprichoso vem lindo, vem audacioso, vem grandioso, e vem padrão Caprichoso. Nós trabalhamos durante meses nesse projeto Caprichoso Brinquedo que Canta seu Chão, junto com o Conselho de Artes, junto aos artistas, e vamos só executar tudo que foi ensaiado, trabalhado e planejado. Espero que dê certo para ambas as associações, todo mundo que está envolvido nesses projetos e que esteja maravilhoso no Festival de Parintins”, explicou o apresentador.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Espetáculo destaca memória e ancestralidade</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Na arena, o Caprichoso valorizou os saberes populares e as memórias da cidade. Além disso, evidenciou a contribuição dos povos indígenas e das comunidades tradicionais para a formação de Parintins. Dessa forma, apresentou o boi-bumbá como um patrimônio cultural vivo, construído por artistas, trabalhadores, brincantes e moradores da ilha ao longo das gerações.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Um dos momentos mais marcantes foi a evolução da Sinhazinha da Fazenda, Valentina Cid. A defensora do item 7 surgiu em um praticável com efeito de suspensão no ar. Com isso, arrancou aplausos e levou o público ao delírio.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782565016_37_Caprichoso-exalta-raizes-de-Parintins-na-abertura-do-Festival-2026.jpeg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-476070"  /></p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a participação de Rei Azevedo emocionou os torcedores. Um dos maiores nomes da história do Caprichoso voltou a versar pelo boi azul e branco. Assim, relembrou sua trajetória como Amo do Boi e conquistou diferentes gerações de torcedores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Rei Azevedo revolucionou o item ao introduzir o berrante nas apresentações. Desde então, seus versos e desafios passaram a marcar a identidade do Caprichoso. O artista defendeu o item oficial de Amo do Boi entre 1984 e 1998. Posteriormente, voltou ao posto entre 2000 e 2003. Dessa maneira, consolidou seu nome entre os grandes ícones do Festival de Parintins.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Torcida azulada aposta em mais um título</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782565017_704_Caprichoso-exalta-raizes-de-Parintins-na-abertura-do-Festival-2026.jpeg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-476068"  /></p>
<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o espetáculo acontecia na arena, a galera azul e branca fez a festa nas arquibancadas. A gerente de vendas Suelen Oliveira, de 38 anos, participou pela segunda vez da torcida organizada do Caprichoso. Segundo ela, a experiência é inesquecível.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“É a segunda vez que eu venho na galera do meu boi. É um sentimento que eu não sei explicar, é uma emoção indescritível participar. Todo mundo que vem ao Festival de Parintins, eu convido para ficar pelo menos uma noite na galera do seu boi. Eu tenho certeza que a galera do Caprichoso se supera a cada ano, este ano vai ser mais uma apresentação e vocês vão se emocionar. E a gente vai levar esse título”, declarou a torcedora do boi da estrela na testa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por sua vez, a gerente administrativa Jeanne Elamid frequenta o festival há mais de 30 anos. Ela afirmou que a emoção se renova a cada apresentação do Caprichoso.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O Caprichoso traz essa expectativa de um festival maravilhoso, de um festival organizado. As alegorias lindíssimas, perfeitas, tudo bem-acabado. O Caprichoso sempre faz um bom festival e um bom show. Então, a galera não pode esperar menos do que isso, já estamos acostumados. Todo ano é a mesma emoção. O Caprichoso entrou, a gente fica emocionada, a gente chora, a gente faz de tudo. E a galera aqui é nota 10. Não tem como não ser”, enfatizou a torcedora azulada.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782565017_77_Caprichoso-exalta-raizes-de-Parintins-na-abertura-do-Festival-2026.jpeg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-476071"  /></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: </p>
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		<title>Evocar raízes culturais dos alunos transforma a aula, diz pesquisador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 10:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sala de aula não pode ser espaço hermético de mera reprodução de pensamentos e que não encoraje a participação e ousadia dos alunos. Mais do que isso, todo professor tem a obrigação de privilegiar a raiz e o saber cultural dos estudantes. Essa é a visão que o artista e pesquisador pernambucano Lucas dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A sala de aula não pode ser espaço hermético de mera reprodução de pensamentos e que não encoraje a participação e ousadia dos alunos. Mais do que isso, todo professor tem a obrigação de privilegiar a raiz e o saber cultural dos estudantes. Essa é a visão que o artista e pesquisador pernambucano Lucas dos Prazeres, de 42 anos, tem levado Brasil afora em programas de capacitação que chegam a redes públicas de ensino. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Evocar-raizes-culturais-dos-alunos-transforma-a-aula-diz-pesquisador.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“A brincadeira vira a base da pedagogia. É necessário promover a cultura de cada região para que os alunos possam reconhecer as raízes do seu próprio território”, afirma.</p>
<p>As premissas do artista vão ao encontro do que exige a Lei nº 11.645/2008, que completou, em março, 18 anos. A legislação tornou obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena em estabelecimentos de ensino fundamental e médio, públicos e privados de todo o Brasil.</p>
<p>Lucas dos Prazeres afirma que a &#8220;tecnologia&#8221; que deve ser desenvolvida é a da rede de apoio comunitária típica dos povos tradicionais, em uma lógica de que cuidar da criança está além dos pais biológicos.</p>
<h2>Capacitação</h2>
<p>O artista, educador e mestre em cultura popular capacita, nesta semana 60 professores do Distrito Federal em um projeto promovido pela Caixa Cultural.</p>
<p>“É uma formação que se chama ‘Reaprender Brincando’. É um olhar que traz a cultura, as brincadeiras das tradições populares para dentro da ementa escolar”.</p>
<p>Ele defende a união de ensino e identidade sob uma proposta inclusiva, antirracista e representativa sem cair na ideia de que a arte deve ser apenas contemplada durante as atividades escolares.</p>
<p>Para o artista, a cultura está na dimensão cotidiana de cada lugar. Por isso, o caminho seria praticar todas as disciplinas com base nas histórias do município, do bairro e no modo de vida de cada comunidade. Lucas dos Prazeres afirma que seu grande aprendizado foi no  Morro da Conceição, onde nasceu e se criou. </p>
<p>“Lá é uma encruzilhada de saberes, onde a diversidade cultural de Pernambuco se encontra e convive harmoniosamente na mesma praça”,diz.</p>
<p>Ele conta que o início das proposições da mãe, Lúcia, e da tia, Conceição, está relacionado a uma história de 1981. A família tinha uma creche-escola comunitária que recebia material do governo do estado e da prefeitura. “O material didático não correspondia à realidade daquelas crianças”. Havia textos, por exemplo, que indicavam que uma criança havia visitado a fazenda do vovô. “Tinha bastante criança na escola, mas nenhuma delas tinha um familiar com fazenda”.</p>
<h2>Território</h2>
<p>Lucas dos Prazeres explica que cabe aos professores de todos os níveis da educação formal (e informal) incluir a arte em sala. Até em áreas menos conhecidas para essas ousadias, como as de exatas. Sejam adultos ou crianças. “É preciso, por exemplo, conectar a primeira infância com a sua própria história, com a sua própria cultura em termos de território nacional e construir identidade cultural desde o início”, defendeu. </p>
<p>Para o pesquisador, os gestores precisam entender que cultura na escola não é apenas levar um artista para fazer uma apresentação e cantar na festa. “É muito mais profundo do que isso. É necessário utilizar a cultura popular como ferramenta de aprendizado”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-04/evocar-raizes-culturais-dos-alunos-transforma-aula-diz-pesquisador" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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