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	<title>ranking Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>ranking Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Brasil ultrapassa EUA pela 1ª vez em ranking de liberdade de imprensa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-ultrapassa-eua-pela-1a-vez-em-ranking-de-liberdade-de-imprensa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 13:17:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil chegou à 52ª colocação no último ranking que avalia a liberdade de imprensa no mundo. Com o resultado, o país cresceu 58 posições desde 2022 e ultrapassou, pela primeira vez, os Estados Unidos, que ocupa a posição 64. O levantamento foi divulgado, na quinta (30), pela organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF).  Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil chegou à 52ª colocação no último ranking que avalia a liberdade de imprensa no mundo. Com o resultado, o país cresceu 58 posições desde 2022 e ultrapassou, pela primeira vez, os Estados Unidos, que ocupa a posição 64.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Brasil-ultrapassa-EUA-pela-1a-vez-em-ranking-de-liberdade.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O levantamento foi divulgado, na quinta (30), pela organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras (RSF). </p>
<p>Em relação ao ano de 2025, o Brasil cresceu 11 posições. Na América do Sul, ficou atrás apenas do Uruguai, que está na 48ª colocação. Segundo a Repórteres Sem Fronteiras, no entanto, o caso de melhora brasileiro é uma das exceções no mundo.</p>
<p>“Trata-se de um avanço muito expressivo em um contexto em que a maioria dos países tem vivido um cenário de deterioração”, considerou o diretor da ONG para América Latina, o jornalista brasileiro Artur Romeu. </p>
<p>Para ele, o Brasil é um ponto fora da curva com evolução depois dos momentos de tensão durante o governo de Jair Bolsonaro, quando havia ataques diários contra jornalistas. “Um dos marcadores é um cenário de volta à normalidade, a uma relação institucional dentro de um ambiente democrático entre um governo e a imprensa”, afirmou Romeu.</p>
<p>Outro motivo de evolução brasileira foi não ter jornalistas assassinados no país, desde a morte de Dom Philips, em 2022, na Amazônia. Entre 2010 e 2022, foram 35 jornalistas assassinados no Brasil. Além disso, o país tem estruturado ações de proteção ao trabalho jornalístico.</p>
<p>“O Brasil tem observado uma agenda da regulação das plataformas, de inteligência artificial, da defesa da integridade da informação e do enfrentamento à desinformação.”</p>
<p>Outras medidas pontuais citadas pelo diretor na entidade foi a criação de um Observatório Nacional de Violência contra Jornalistas e a adoção de um protocolo de investigação de crimes cometidos contra a imprensa. No entanto, Artur Romeu contextualiza que o crescimento do Brasil tem também relação com a degradação da situação em outras nações. </p>
<h2>Parâmetro negativo</h2>
<p>A pontuação do Brasil subiu em torno de 11 pontos. Por outro lado, os Estados Unidos têm se tornado um parâmetro negativo, já que também encorajaram outros governos mais alinhados aos Estados Unidos a adotarem e reproduzirem práticas semelhantes. “Os efeitos disso vêm sendo constatados também na Argentina, do presidente Javier Milei. O país caiu já 69 posições desde 2022 para cá”.</p>
<p>No caso dos Estados Unidos, segundo avalia o diretor da ONG, é que o governo opera para instrumentalizar uma visão deturpada de liberdade de expressão ao atacar a imprensa. “A gente vê, em vários desses países, uma lógica de hostilidade sistêmica ao trabalho da imprensa, que capitaliza ganhos eleitorais ao alimentar uma lógica de polarização política”.</p>
<h2>Pressões</h2>
<p>As ameaças não chegam apenas de representantes eleitos. Há, ainda como exemplo, a instrumentalização da Justiça para intimidar jornalistas e a imprensa. A imprensa brasileira também seria alvo de processos judiciais abusivos.</p>
<p>“Há um cenário de criminalização do jornalismo, que é quando através de legislações são usadas para calar a imprensa.”</p>
<p>Artur Romeu explica que, nos últimos quatro anos, quatro dos cinco indicadores do Brasil subiram. Apenas um caiu. Foi o que mede questões como a percepção de confiança da sociedade à imprensa, o volume e intensidade de campanhas de ódio contra jornalistas, a pluralidade de opiniões refletidas na imprensa e a percepção sobre autocensura de jornalistas.</p>
<h2>Pelo mundo</h2>
<p>“Pela primeira vez na história do Ranking Mundial da Liberdade de Imprensa, mais da metade dos países do mundo se encontra em uma situação difícil ou grave&#8221;, apontou o relatório.</p>
<p>Nos 25 anos em que é feito o <em>ranking</em>, a pontuação média de todos os países do mundo nunca foi tão baixa. A situação dos Estados Unidos, por exemplo, é observada no relatório em função de que o presidente Donald Trump transformou os ataques aos jornalistas, na avaliação dos pesquisadores, uma prática sistemática. Isso fez com que houvesse uma queda de sete posições neste ano.</p>
<p>De acordo com o relatório, o jornalismo nas Américas apresenta tendência de autoridades que agravam as pressões por caminhos como “retórica hostil”, “restrições jurídicas e</p>
<p>administrativas”, “acesso limitado à informação pública” e “instrumentalização dos sistemas jurídicos”. </p>
<p>No caso dos Estados Unidos, há ainda a prática de cortes orçamentários em emissoras públicas, interferências políticas na propriedade dos meios de comunicação e investigações com motivação política contra jornalistas e veículos de imprensa. </p>
<p>“Desde seu retorno ao poder, os jornalistas também passaram a ser alvo durante manifestações, o que reflete uma deterioração mais ampla que constitui uma das crises mais graves para a liberdade de imprensa na história moderna dos Estados Unidos”, ressalta o relatório.</p>
<p>A Argentina, sob o governo de Javier Milei, também teve queda na situação de liberdade de imprensa. Chegou à 98ª posição após cair 11 posições. Já há uma perda de 69 posições desde 2022.</p>
<p>Ainda nas Américas, o Equador teve a maior queda na região (com 31 posições), por causa do avanço do crime organizado que matou três jornalistas no último ano. O Peru (144ª), que teve quatro jornalistas assassinados no ano passado, perdeu 14 posições no ranking este ano. Isso significou queda de 67 posições desde 2022.</p>
<p>Na América Central, El Salvador (na posição 143ª) manteve sua tendência de queda, com perda de 74 posições desde a chegada, em 2019, do presidente Nayib Bukele ao poder. </p>
<p>Na América do Norte, o México (122ª) é o país da região com uma das piores pontuações do indicador de segurança, perdendo apenas para a Nicarágua (172ª). Na lanterna da região, seguem países como Nicarágua (172ª), Cuba (165ª) e Venezuela (160ª), onde a liberdade de imprensa permanece em seu nível mais baixo. As piores posições globais são do Irã, China, Coreia do Norte e Eritreia, segundo o relatório.</p>
<p>A melhor posição das Américas é a do Canadá (em 20º). Os 19 primeiros são todos europeus. O <em>ranking</em> é liderado pela Noruega, seguido da Holanda e da Estônia.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-04/brasil-ultrapassa-eua-pela-1a-vez-em-ranking-de-liberdade-de-imprensa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ana Paula Renault dispara e lidera ranking de crescimento nas redes</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/ana-paula-renault-dispara-e-lidera-ranking-de-crescimento-nas-redes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 21:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desempenho dos participantes do BBB 26 nas redes sociais revela como o reality vai muito além da casa: ele redefine o tamanho – e a força – de cada nome no universo digital. Um levantamento que compara o número de seguidores antes e depois do programa mostra disparadas expressivas, com alguns brothers e sisters [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O desempenho dos participantes do BBB 26 nas redes sociais revela como o reality vai muito além da casa: ele redefine o tamanho – e a força – de cada nome no universo digital. Um levantamento que compara o número de seguidores antes e depois do programa mostra disparadas expressivas, com alguns brothers e sisters multiplicando suas bases e se consolidando como novos fenômenos de audiência.</p>
<p>No topo do ranking, Ana Paula Renault lidera com folga, ao saltar de 2,3 milhões para 7,5 milhões de seguidores, um ganho de 5,2 milhões. Logo atrás, a até então desconhecida Chaiany Andrade protagoniza uma das maiores viradas, saindo de apenas 3,3 mil para 3,7 milhões. Nomes como Juliano Floss e Jonas Sulzbach também aparecem entre os maiores crescimentos, impulsionados pelo protagonismo no jogo e pela repercussão fora dele.</p>
<p>Na outra ponta, o ranking evidencia que nem todos conseguiram transformar a exposição em engajamento. Participantes já consolidados, como Aline Campos e Sarah Andrade, tiveram crescimento tímido ou praticamente nulo, enquanto nomes com menor destaque na edição registraram avanços discretos. O contraste reforça que, no BBB, visibilidade não é garantia de crescimento – e que a conexão com o público segue sendo o principal ativo para bombar fora da casa.</p>
<p>Veja a seguir o ranking :</p>
<p>Ana Paula Renault<br />Antes: 2,3 milhões<br />Depois: 7,5 milhões<br />Ganho: 5,2 milhões</p>
<p>Chaiany Andrade<br />Antes: 3,3 mil<br />Depois: 3,7 milhões<br />Ganho: 3,7 milhões</p>
<p>Juliano Floss<br />Antes: 4 milhões<br />Depois: 6,5 milhões<br />Ganho: 2,5 milhões</p>
<p>Jonas Sulzbach<br />Antes: 3 milhões<br />Depois: 5,2 milhões<br />Ganho: 2,2 milhões</p>
<p>Milena Moreira<br />Antes: 3,5 mil<br />Depois: 1,9 milhão<br />Ganho: 1,8 milhão</p>
<p>Gabriela Saporito<br />Antes: 2,3 mil<br />Depois: 1,7 milhão<br />Ganho: 1,7 milhão</p>
<p>Jordana Morais<br />Antes: 32,9 mil<br />Depois: 1,7 milhão<br />Ganho: 1,7 milhão</p>
<p>Samira Sagr<br />Antes: 5,2 mil<br />Depois: 1,3 milhão<br />Ganho: 1,3 milhão</p>
<p>Alberto Cowboy<br />Antes: 178 mil<br />Depois: 1,2 milhão<br />Ganho: 1 milhão</p>
<p>Marciele Albuquerque<br />Antes: 745 mil<br />Depois: 1,6 milhão<br />Ganho: 855 mil</p>
<p>Breno Corã<br />Antes: 3,2 mil<br />Depois: 759 mil<br />Ganho: 756 mil</p>
<p>Maxiane Rodrigues<br />Antes: 35,8 mil<br />Depois: 710 mil<br />Ganho: 675 mil</p>
<p>Henri Castelli( Saiu do reality por motivo de saúde)<br />Antes: 2,7 milhões<br />Depois: 3,3 milhões<br />Ganho: 600 mil</p>
<p>Leandro Rocha<br />Antes: 13,5 mil<br />Depois: 671 mil<br />Ganho: 657 mil</p>
<p>Marcelo Alves<br />Antes: 12,9 mil<br />Depois: 504 mil<br />Ganho: 491 mil</p>
<p>Solange Vega (Expulsa)<br />Antes: 345 mil<br />Depois: 783 mil<br />Ganho: 438 mil</p>
<p>Paulo Augusto Carvalhaes (Expulso)<br />Antes: 321 mil<br />Depois: 758 mil<br />Ganho: 437 mil</p>
<p>Babu Santana<br />Antes: 4,5 milhões<br />Depois: 4,9 milhões<br />Ganho: 400 mil</p>
<p>Edilson Capetinha(Expulso)<br />Antes: 1,1 milhão<br />Depois: 1,5 milhão<br />Ganho: 400 mil</p>
<p>Aline Campos<br />Antes: 11 milhões<br />Depois: 11,3 milhões<br />Ganho: 300 mil</p>
<p>Solange Couto<br />Antes: 1,1 milhão<br />Depois: 1,4 milhão<br />Ganho: 300 mil</p>
<p>Pedro Henrique Espindola (Expulso)<br />Antes: 1,4 mil<br />Depois: 186 mil<br />Ganho: 185 mil</p>
<p>Matheus Moreira<br />Antes: 3,3 mil<br />Depois: 164 mil<br />Ganho: 161 mil</p>
<p>Brigido Neto<br />Antes: 8,8 mil<br />Depois: 109 mil<br />Ganho: 101 mil</p>
<p>Sarah Andrade<br />Antes: 7,5 milhões<br />Depois: 7,5 milhões<br />Ganho: nenhum</p>
<p><em>(*) Com informações da Folha Press</em></p>
<p>Leia Mais:</p>
<p>BBB 26: imposto pode reduzir prêmio de R$ 5,4 milhões do vencedor</p>
<p>Milena questiona ‘coração partido’ e discute com Ana Paula</p>
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		<item>
		<title>Brasil obtém resultado melhor em ranking da OCDE de dados abertos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/brasil-obtem-resultado-melhor-em-ranking-da-ocde-de-dados-abertos-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 12:54:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil alcançou o seu melhor desempenho da história no índice da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que avalia a efetividade das políticas governamentais de dados abertos. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (11) pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O resultado consta na última edição do OURData Index (Open, Useful [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil alcançou o seu melhor desempenho da história no índice da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que avalia a efetividade das políticas governamentais de dados abertos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773320089_1_Brasil-obtem-resultado-melhor-em-ranking-da-OCDE-de-dados.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A informação foi divulgada nesta quarta-feira (11) pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O resultado consta na última edição do OURData Index (Open, Useful and Re-usable Data Index), o <em>ranking</em> que mede o grau de abertura, acessibilidade e reutilização de dados públicos entre países membros e parceiros da organização.</p>
<p>Entre 41 países analisados, o Brasil obteve 0,70 ponto em uma escala de 0 a 1, alcançando a 8ª melhor nota do mundo. Trata-se da melhor pontuação da América Latina e um resultado 32% superior à média dos países da OCDE, segundo o governo. O desempenho também coloca o país à frente de nações reconhecidas pelas políticas digitais de dados abertos, como Reino Unido e Canadá, e consolida o Brasil como referência regional e internacional na agenda de abertura de dados.</p>
<p>O índice OURData Index analisa três dimensões principais das políticas de dados abertos: disponibilidade, acessibilidade e suporte ao reuso das informações públicas.</p>
<p>O Brasil apresentou resultados especialmente expressivos nos dois primeiros pilares. No critério disponibilidade de dados, a pontuação foi 0,78 ponto, enquanto em acessibilidade dos dados atingiu 0,74. No pilar suporte ao reuso, a nota foi ficou em 0,57, mas ainda superior à média da OCDE, de 0,40.</p>
<p>&#8220;Os resultados refletem avanços do governo do Brasil na publicação proativa de dados governamentais em formatos abertos e reutilizáveis, além do fortalecimento de instrumentos que ampliam o acesso e o uso dessas informações por cidadãos, pesquisadores, jornalistas, empreendedores e pela sociedade em geral&#8221;, destacou nota do governo brasileiro.</p>
<p>O reconhecimento internacional também foi destacado pelo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho. Segundo ele, o resultado reflete a consolidação da política brasileira de dados abertos e o compromisso do governo atual com o fortalecimento da transparência.</p>
<p>&#8220;Esse resultado comprova o avanço do Brasil na agenda de transparência e Governo Aberto. Ao ampliar o acesso às informações públicas, fortalecemos o controle social, estimulamos a inovação e contribuímos para o aprimoramento das políticas públicas&#8221;, afirmou em nota divulgada pela Secom.</p>
<h2>Política Nacional</h2>
<p>A Política Nacional de Dados Abertos, coordenada pela CGU, completa 10 anos em maio deste ano e tem como ferramenta fundamental o Portal Brasileiro de Dados Abertos, a principal plataforma de publicação e acesso a dados governamentais no país.</p>
<p>Atualmente, o portal reúne mais de 15 mil conjuntos de dados produzidos por órgãos federais e parceiros subnacionais, disponibilizados em formatos abertos e legíveis por máquina. As informações podem ser utilizadas pela sociedade civil e setores privado e público em variados tipos de iniciativas, como pesquisas acadêmicas, reportagens, desenvolvimento de aplicativos, criação de novos negócios e políticas baseadas em dados, entre outras possibilidades.</p>
<p>Entre 2022 e 2025, o número de conjuntos de dados publicados cresceu cerca de 50%, passando de 10.447 para mais de 15 mil bases. No mesmo período, o portal ampliou o alcance e já conta com mais de 100 mil usuários, segundo o governo federal.  </p>
<p>O fortalecimento da cultura de dados abertos no governo brasileiro também foi impulsionado por iniciativas de capacitação e integração entre órgãos públicos.</p>
<p>Desde 2023, o governo federal, por meio da CGU e do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), realiza a Semana Dados BR, evento que já levou conhecimento sobre o uso de dados para mais de 40 mil pessoas. Em 2024, as duas pastas lançaram o Catálogo Nacional de Dados, iniciativa que reúne, em um único ambiente, os conjuntos de dados produzidos pelo Poder Executivo Federal.</p>
<p>No início deste ano, o governo do Brasil assumiu a copresidência da Parceria para Governo Aberto (Open Government Partnership – OGP), iniciativa internacional que reúne 73 países e organizações da sociedade civil para promover transparência, participação social, responsabilidade e responsividade na gestão pública. A copresidência é exercida pela CGU, em parceria com a advogada queniana Steph Muchai.</p>
<h2>O que é a OCDE</h2>
<p>Criada em 1961, e com sede em Paris, a OCDE é uma organização internacional formada atualmente por 37 países, incluindo algumas das principais economias desenvolvidas do mundo, como Estados Unidos (EUA), Japão e países da União Europeia. O Brasil, que desde 2007 é considerado um parceiro-chave ativo da organização, formalizou o interesse em tornar-se membro pleno em 2017, durante o governo de Michel Temer.</p>
<p>O processo de adesão teve desdobramentos no fim de 2022, mas desde então, segue sem avanços. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/brasil-avan%C3%A7a-em%20ranking-da-ocde-de-dados-abertos-e-alcan%C3%A7a-8%C2%AA-posi%C3%A7%C3%A3ong-da-ocde-de-dados-abertos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Brasil obtém resultado melhor em ranking da OCDE de dados abertos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 00:10:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil alcançou o seu melhor desempenho da história no índice da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que avalia a efetividade das políticas governamentais de dados abertos. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (11) pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O resultado consta na última edição do OURData Index (Open, Useful [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil alcançou o seu melhor desempenho da história no índice da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que avalia a efetividade das políticas governamentais de dados abertos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Brasil-obtem-resultado-melhor-em-ranking-da-OCDE-de-dados.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A informação foi divulgada nesta quarta-feira (11) pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O resultado consta na última edição do OURData Index (Open, Useful and Re-usable Data Index), o <em>ranking</em> que mede o grau de abertura, acessibilidade e reutilização de dados públicos entre países membros e parceiros da organização.</p>
<p>Entre 41 países analisados, o Brasil obteve 0,70 ponto em uma escala de 0 a 1, alcançando a 8ª melhor nota do mundo. Trata-se da melhor pontuação da América Latina e um resultado 32% superior à média dos países da OCDE, segundo o governo. O desempenho também coloca o país à frente de nações reconhecidas pelas políticas digitais de dados abertos, como Reino Unido e Canadá, e consolida o Brasil como referência regional e internacional na agenda de abertura de dados.</p>
<p>O índice OURData Index analisa três dimensões principais das políticas de dados abertos: disponibilidade, acessibilidade e suporte ao reuso das informações públicas.</p>
<p>O Brasil apresentou resultados especialmente expressivos nos dois primeiros pilares. No critério disponibilidade de dados, a pontuação foi 0,78 ponto, enquanto em acessibilidade dos dados atingiu 0,74. No pilar suporte ao reuso, a nota foi ficou em 0,57, mas ainda superior à média da OCDE, de 0,40.</p>
<p>&#8220;Os resultados refletem avanços do governo do Brasil na publicação proativa de dados governamentais em formatos abertos e reutilizáveis, além do fortalecimento de instrumentos que ampliam o acesso e o uso dessas informações por cidadãos, pesquisadores, jornalistas, empreendedores e pela sociedade em geral&#8221;, destacou nota do governo brasileiro.</p>
<p>O reconhecimento internacional também foi destacado pelo ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho. Segundo ele, o resultado reflete a consolidação da política brasileira de dados abertos e o compromisso do governo atual com o fortalecimento da transparência.</p>
<p>&#8220;Esse resultado comprova o avanço do Brasil na agenda de transparência e Governo Aberto. Ao ampliar o acesso às informações públicas, fortalecemos o controle social, estimulamos a inovação e contribuímos para o aprimoramento das políticas públicas&#8221;, afirmou em nota divulgada pela Secom.</p>
<h2>Política Nacional</h2>
<p>A Política Nacional de Dados Abertos, coordenada pela CGU, completa 10 anos em maio deste ano e tem como ferramenta fundamental o Portal Brasileiro de Dados Abertos, a principal plataforma de publicação e acesso a dados governamentais no país.</p>
<p>Atualmente, o portal reúne mais de 15 mil conjuntos de dados produzidos por órgãos federais e parceiros subnacionais, disponibilizados em formatos abertos e legíveis por máquina. As informações podem ser utilizadas pela sociedade civil e setores privado e público em variados tipos de iniciativas, como pesquisas acadêmicas, reportagens, desenvolvimento de aplicativos, criação de novos negócios e políticas baseadas em dados, entre outras possibilidades.</p>
<p>Entre 2022 e 2025, o número de conjuntos de dados publicados cresceu cerca de 50%, passando de 10.447 para mais de 15 mil bases. No mesmo período, o portal ampliou o alcance e já conta com mais de 100 mil usuários, segundo o governo federal.  </p>
<p>O fortalecimento da cultura de dados abertos no governo brasileiro também foi impulsionado por iniciativas de capacitação e integração entre órgãos públicos.</p>
<p>Desde 2023, o governo federal, por meio da CGU e do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), realiza a Semana Dados BR, evento que já levou conhecimento sobre o uso de dados para mais de 40 mil pessoas. Em 2024, as duas pastas lançaram o Catálogo Nacional de Dados, iniciativa que reúne, em um único ambiente, os conjuntos de dados produzidos pelo Poder Executivo Federal.</p>
<p>No início deste ano, o governo do Brasil assumiu a copresidência da Parceria para Governo Aberto (Open Government Partnership – OGP), iniciativa internacional que reúne 73 países e organizações da sociedade civil para promover transparência, participação social, responsabilidade e responsividade na gestão pública. A copresidência é exercida pela CGU, em parceria com a advogada queniana Steph Muchai.</p>
<h2>O que é a OCDE</h2>
<p>Criada em 1961, e com sede em Paris, a OCDE é uma organização internacional formada atualmente por 37 países, incluindo algumas das principais economias desenvolvidas do mundo, como Estados Unidos (EUA), Japão e países da União Europeia. O Brasil, que desde 2007 é considerado um parceiro-chave ativo da organização, formalizou o interesse em tornar-se membro pleno em 2017, durante o governo de Michel Temer. O processo de adesão teve desdobramentos no fim de 2022 [https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-06/ocde-aprova-plano-de-adesao-do-brasil-e-de-outros-paises-ao-grupo], mas desde então, segue sem avanços. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/brasil-obtem-resultado-melhor-em-ranking-da-ocde-de-dados-abertos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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