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	<title>recebia Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>recebia Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Criança que morreu após cair de apartamento no Parque 10 recebia acompanhamento por Transtorno do Espectro Autista</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/crianca-que-morreu-apos-cair-de-apartamento-no-parque-10-recebia-acompanhamento-por-transtorno-do-espectro-autista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 20:36:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A morte de uma criança registrada na manhã desta terça-feira (30), no condomínio Life Parque Dez, localizado na Avenida Tancredo Neves, na zona centro-sul de Manaus, ganhou novos desdobramentos. O menino, de cerca de 8 anos, morreu após cair de um apartamento e tinha diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Criança recebia acompanhamento médico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A morte de uma criança registrada na manhã desta terça-feira (30), no condomínio Life Parque Dez, localizado na Avenida Tancredo Neves, na zona centro-sul de Manaus, ganhou novos desdobramentos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O menino, de cerca de 8 anos, morreu após cair de um apartamento e tinha diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Criança recebia acompanhamento médico</h2>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com informações repassadas à polícia, a criança recebia acompanhamento médico em razão da condição. O caso é investigado pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), com apoio da Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias da ocorrência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As investigações concentram-se em identificar se a queda ocorreu em decorrência de falha na estrutura do imóvel, negligência ou qualquer outro fator que possa ter contribuído para o acidente. Até o momento, a polícia informa que não descartou nenhuma hipótese.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o inquérito deverá apontar eventuais responsabilidades e indicar medidas que possam contribuir para prevenir ocorrências semelhantes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Histórico</h2>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o delegado, a polícia encontrou registros anteriores que mostram a criança em situações semelhantes. A vítima, que tinha transtorno do espectro autista (TEA), já havia sido vista anteriormente escalando estruturas e se colocando em situação de risco.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Já existiam imagens de ocasiões passadas em que a criança foi vista subindo e se colocando do lado de fora. Não era uma situação que ocorria pela primeira vez”, disse.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As investigações também apontaram que outra janela do apartamento, onde a criança já havia sido vista anteriormente, havia recebido uma trava de segurança para impedir novos acessos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nós verificamos imagens antigas da criança em uma janela sem proteção. Essa janela atualmente estava travada. A criança tinha acesso apenas à varanda, que possuía rede de proteção, mas essa rede pode já estar rompida há algum tempo”, acrescentou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
<p class="wp-block-paragraph">VÍDEOS: Criança morre após cair do 5º andar de prédio em Manaus;</p>
<p class="wp-block-paragraph">VÍDEO: Rede de proteção estava rompida em apartamento de onde criança caiu em Manaus, diz delegado.</p>
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		<item>
		<title>Jovem conta que recebia socos e era afundada na piscina por Jairinho</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/jovem-conta-que-recebia-socos-e-era-afundada-na-piscina-por-jairinho-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afundada]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[conta]]></category>
		<category><![CDATA[Era]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estudante de turismo Kaylane de Oliveira Duarte Pereira, atualmente com 18 anos, relatou nesta quinta-feira (28), no quarto dia de julgamento do caso Henry Borel, ter sido agredida pelo réu, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho.  Kaylane é filha de Natasha de Oliveira Machado, ex-namorada de Jairinho, que é acusado de ter matado o menino [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/jovem-conta-que-recebia-socos-e-era-afundada-na-piscina-por-jairinho-2/">Jovem conta que recebia socos e era afundada na piscina por Jairinho</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A estudante de turismo Kaylane de Oliveira Duarte Pereira, atualmente com 18 anos, relatou nesta quinta-feira (28), no quarto dia de julgamento do caso Henry Borel, ter sido agredida pelo réu, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1779998468_22_Jovem-conta-que-recebia-socos-e-era-afundada-na-piscina.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Kaylane é filha de Natasha de Oliveira Machado, ex-namorada de Jairinho, que é acusado de ter matado o menino Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021. O depoimento da jovem foi nesta manhã, no 2º Tribunal do Júri no Rio de Janeiro.</p>
<p>A estudante relatou que teve contato como Jairinho aos 3 anos, quando a mãe começou a se relacionar com o então vereador. O relacionamento durou até ela ter cerca de 7 anos. Kaylane narrou que os episódios de agressão aconteceram do meio para o fim desse período.</p>
<p>“Era tudo junto, ele pegava a minha cabeça, ficava batendo na quinta, depois torcia o meu braço, me dava moca [socos na cabeça], ia repetindo e depois eu ia embora para casa”, contou a testemunha, que chegou a chorar durante momentos do depoimento.</p>
<p>A pedido de Kaylane, o testemunho foi sem a presença de Jairinho no plenário do júri. Monique Medeiros, mãe do menino Henry e também ré pela morte do filho, presenciou o depoimento.</p>
<p>A estudante esclareceu que não chegou a morar na casa do vereador, mas que passava tempo com o casal e também sozinha com ele.</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2>&#8220;Afundamento&#8221;</h2>
<p>Kaylane disse que costumava ir com os dois para um lugar que ela acredita que se tratava de um motel. A estudante nega que houvesse algum tipo de abuso sexual contra ela, mas contou que passava por episódios de afundamento em uma piscina que havia perto da garagem do local.</p>
<p>“Na piscina, ele me afogava com o pé na minha barriga até eu encostar no chão. Ele me soltava, eu subia, respirava um pouco, e ele me afundava com o pé”, relembrou.</p>
<p>Kaylane contou que não ficava com marcas de agressões. Ela garantiu que sabia que não eram brincadeiras e relatou que era orientada por Jairinho a não contar para a mãe sobre a violência.</p>
<p>“Para ela não ficar triste”, disse. Segundo ela, em uma ocasião em que machucou o braço direito, ele a pediu para que atribuísse às aulas de jiu-jitsu, que ela fazia.</p>
<h2>“Disse que eu atrapalhava”</h2>
<p>A estudante confirmou que ouvia do réu que ela atrapalhava a vida da mãe e do casal.</p>
<p>“Ele falava que, se eu não existisse, se fossem só ele e a minha mãe, iria ser muito melhor, que eu atrapalhava. Se eu não existisse, ela poderia viajar. Seria melhor se eu não estivesse ali”, relatou.</p>
<p>A acusação é semelhante ao que diz a investigação da polícia sobre o menino Henry, que teria perguntado à Monique Medeiros se ele a atrapalhava.</p>
<p>A jovem disse que antes do fim do relacionamento da mãe desenvolveu sentimento de medo de Jairinho. “Sempre que via o carro dele chegando, eu corria e vomitava”.</p>
<p>A estudante disse que só contou sobre a violência para a mãe e a avó cerca de um ano depois do fim do relacionamento, após assistir a um programa de TV com um caso semelhante. “Eu chorei muito”.</p>
<p>No depoimento de cerca de uma hora, Kaylane de Oliveira Duarte Pereira afirmou que, por anos, evitava se lembrar da história para não reviver os sofrimentos.</p>
<h2>Sentimento de culpa</h2>
<p>Ao tomar conhecimento da repercussão do caso Henry, ela disse que teve um “gatilho” que a fez relembrar episódios e chegou a se sentir culpada”.</p>
<p>“Se eu tivesse revelado antes, não chegaria onde chegou”. Ela explicou que esse sentimento fez com que tivesse incentivado a mãe dela a procurar Leniel Borel, pai de Henry, para colaborar, de alguma forma com o caso.</p>
<p>Na visão dela, é uma forma de evitar que a história se repita com outras pessoas. “Ele [Jairinho] conhecer outra pessoa com outro filho e fazer as mesmas coisas”.</p>
<h2>Depoimento da mãe</h2>
<p>Natasha Machado, mãe de Kaylane, disse que se separou do pai da criança seis meses após o nascimento e que Jairinho foi o primeiro relacionamento após a separação.</p>
<p>Ela confirmou que não identificava marcas de lesões na filha. Segundo a mãe, desde que tomou conhecimento das agressões sofridas pela filha, não teve mais contato com Jairinho.</p>
<p>Natasha disse que decidiu, em conjunto como a filha, procurar Leniel Borel para relatar os episódios e confirmou que o advogado que representa a família dela no processo contra Jairinho foi indicado pelo pai de Henry.</p>
<p>Ela confirmou que desconfiava de que era dopada por Jairinho. Em uma das ocasiões, simulou ter tomado o comprimido e, de madrugada, flagrou Jairinho erguendo a menina da cama. Ao questioná-lo, ele alegou que a menina que tinha acordado.</p>
<p>Natasha contou que não sofreu violência física durante o tempo de relacionamento, mas que identificou violência psicológica após o término.</p>
<p>&#8220;Por exemplo, quando apareceu uma foto minha íntima na rua. Ele apareceu dizendo que ninguém mais iria me assumir, que era melhor eu voltar&#8221;. Ela acredita que foi ele quem espalhou a imagem.</p>
<h2>Agressão contra mãe e filho</h2>
<p>Outra testemunha a depor nesta quinta-feira foi uma mulher, que assim como Natasha, denunciou em outro processo agressões cometidas por Jairinho.</p>
<p>Ela conta que estava em um apartamento com a filha de 6 anos; um filho de 2 para 3 anos; e o vereador. Segundo ela, Jairinho a dopou, estuprou e largou no quarto.</p>
<p>A testemunha relatou que, apenas em 2021, quando o caso Henry ganhou repercussão, a criança relatou que também sofreu violência por parte de Jairinho.</p>
<p>“Ele botou papel e pano na boca dele para que não gritasse. Pisou na barriga dele e ficou rindo”. O menino contou ainda que foi levado para o carro, e que Jairinho colocou um saco na cabeça dele e ficou rodando pelo estacionamento.</p>
<p>A ex-namorada descobriu que havia sido dopada porque a criança disse que tentou alertá-la para as agressões.</p>
<p>“Ele disse ‘tentei te sacudir, mas você não respondia’”.</p>
<p>A mãe, que chorou em momentos do depoimento, contou ainda que, antes mesmo desse episódio, o menino sofreu fratura no fêmur. O garoto foi para uma festa acompanhado apenas do vereador. “Ele disse que cuidaria da criança como se fosse filho dele”.</p>
<p>Segundo a testemunha, Jairo criou a versão de que o menino tinha se machucado ao descer do carro.</p>
<p>Ao fazer raio-x, a mãe descobriu que havia fratura grave, e a criança precisou ficar meses engessada.</p>
<h2>Mais violência</h2>
<p>O casal ficou cerca de seis anos juntos, “entre idas e vindas”. A ex-namorada citou ainda casos de violência contra ela, como um chute que levou e causou a fratura de um dedo do pé, soco no rosto e tentativa de enforcá-la, depois de uma discussão.</p>
<p>“Quando eu falei que ele iria me matar, ele parou e disse para irmos dormir”. Em outra briga, ele a arrastou pelo chão e deu mordidas na cabeça dela.</p>
<p>“No dia seguinte, ele tratou como se nada tivesse acontecido”, lembrou. Tinha medo dele”.</p>
<p>Jairinho não acompanhou o depoimento presencialmente, a pedido da testemunha.</p>
<h2>Volta de advogado</h2>
<p>O júri contou nesta quinta-feira com a presença de Fabiano Lopes, defensor de Jairinho, que estava ausente por ter sofrido um infarto no último sábado (23). A falta dele no início do julgamento chegou a ser usada pelo réu para tentar adiar o júri.</p>
<p>Na entrada do tribunal, o advogado disse aos jornalistas que precisava estar presente, pois seriam ouvidas testemunhas que fazem parte de outros processos de agressão contra Jairinho.</p>
<p>O dia de depoimentos estava marcado para começar às 9h desta quinta-feira (28), mas só foi iniciado por volta das 10h30, porque um dos jurados passou mal e precisou de atendimento médico.</p>
<h2>Interrupção</h2>
<p>No meio da tarde, a juíza Elizabeth Machado Louro, que preside o Tribunal do Júri, ordenou a saída do plenário de uma advogada identificada como Selma Blum, afirmando que ela tentava enxergar anotações dos jurados, procedimento ilegal nesse tipo de julgamento.</p>
<p>Ela acompanhava a audiência apesar de não participar formalmente de nenhuma banca de defesa – prática comum em júris. Selma negou o ato. A sessão precisou ser interrompida por alguns minutos.</p>
<h2>O caso</h2>
<p>De acordo com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e a Polícia Civil, a morte de Henry foi causada por agressões cometidas por Jairinho, então vereador no quinto mandato. Monique colaborou por ter sido omissa e sabia de casos anteriores de agressão.</p>
<p>De início, Jairinho e Monique tinham o mesmo advogado. Mas, atualmente, cada um tem uma equipe de defesa. Ao todo, foram arroladas 27 testemunhas de acusação e de defesa. A decisão do júri será tomada por sete jurados. A expectativa inicial era de que o julgamento durasse cerca de cinco dias.</p>
<p>Dr. Jairinho é acusado dos seguintes crimes: homicídio qualificado por meio cruel que impossibilitou a defesa da vítima; três torturas praticadas contra criança; fraude processual; coação no curso do processo.</p>
<p>Monique responde por sete crimes, entre eles homicídio, coação no curso do processo, tortura e fraude processual.</p>
<p><em>*Reportagem ampliada às 16h32 com novos depoimentos.</em></p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Caso-Henry-Borrel-advogado-que-sofreu-infarto-volta-ao-juri.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 23/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - &#13;&#10;Jairo Souza Santos Junior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros são acusados pela morte de Henry Borel. Foto: PCRJ/Divulgação" title="PCRJ/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">FOTO DE ARQUIVO &#8211; Jairo Souza Santos Junior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros são acusados pela morte de Henry Borel. Foto: PCRJ/Divulgação</h6>
</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/testemunhas-acusam-jairinho-de-agredir-outros-filhos-de-namoradas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Jovem conta que recebia socos e era afundada na piscina por Jairinho</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/jovem-conta-que-recebia-socos-e-era-afundada-na-piscina-por-jairinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 17:22:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A estudante de turismo Kaylane de Oliveira Duarte Pereira, atualmente com 18 anos, relatou nesta quinta-feira (28), no quarto dia de julgamento do caso Henry Borel, ter sido agredida pelo réu, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho.  Kaylane é filha de Natasha de Oliveira Machado, ex-namorada de Jairinho, que é acusado de ter matado o menino [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A estudante de turismo Kaylane de Oliveira Duarte Pereira, atualmente com 18 anos, relatou nesta quinta-feira (28), no quarto dia de julgamento do caso Henry Borel, ter sido agredida pelo réu, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Jovem-conta-que-recebia-socos-e-era-afundada-na-piscina.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Kaylane é filha de Natasha de Oliveira Machado, ex-namorada de Jairinho, que é acusado de ter matado o menino Henry Borel, de 4 anos, em março de 2021. O depoimento da jovem foi nesta manhã, no 2º Tribunal do Júri no Rio de Janeiro.</p>
<p>A estudante relatou que teve contato como Jairinho aos 3 anos, quando a mãe começou a se relacionar com o então vereador. O relacionamento durou até ela ter cerca de 7 anos. Kaylane narrou que os episódios de agressão aconteceram do meio para o fim desse período.</p>
<p>“Era tudo junto, ele pegava a minha cabeça, ficava batendo na quinta, depois torcia o meu braço, me dava moca [socos na cabeça], ia repetindo e depois eu ia embora para casa”, contou a testemunha, que chegou a chorar durante momentos do depoimento.</p>
<p>A pedido de Kaylane, o testemunho foi sem a presença de Jairinho no plenário do júri. Monique Medeiros, mãe do menino Henry e também ré pela morte do filho, presenciou o depoimento.</p>
<p>A estudante esclareceu que não chegou a morar na casa do vereador, mas que passava tempo com o casal e também sozinha com ele.</p>
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<h2>&#8220;Afundamento&#8221;</h2>
<p>Kaylane disse que costumava ir com os dois para um lugar que ela acredita que se tratava de um motel. A estudante nega que houvesse algum tipo de abuso sexual contra ela, mas contou que passava por episódios de afundamento em uma piscina que havia perto da garagem do local.</p>
<p>“Na piscina, ele me afogava com o pé na minha barriga até eu encostar no chão. Ele me soltava, eu subia, respirava um pouco, e ele me afundava com o pé”, relembrou.</p>
<p>Kaylane contou que não ficava com marcas de agressões. Ela garantiu que sabia que não eram brincadeiras e relatou que era orientada por Jairinho a não contar para a mãe sobre a violência.</p>
<p>“Para ela não ficar triste”, disse. Segundo ela, em uma ocasião em que machucou o braço direito, ele a pediu para que atribuísse às aulas de jiu-jitsu, que ela fazia.</p>
<h2>“Disse que eu atrapalhava”</h2>
<p>A estudante confirmou que ouvia do réu que ela atrapalhava a vida da mãe e do casal.</p>
<p>“Ele falava que, se eu não existisse, se fossem só ele e a minha mãe, iria ser muito melhor, que eu atrapalhava. Se eu não existisse, ela poderia viajar. Seria melhor se eu não estivesse ali”, relatou.</p>
<p>A acusação é semelhante ao que diz a investigação da polícia sobre o menino Henry, que teria perguntado à Monique Medeiros se ele a atrapalhava.</p>
<p>A jovem disse que antes do fim do relacionamento da mãe desenvolveu sentimento de medo de Jairinho. “Sempre que via o carro dele chegando, eu corria e vomitava”.</p>
<p>A estudante disse que só contou sobre a violência para a mãe e a avó cerca de um ano depois do fim do relacionamento, após assistir a um programa de TV com um caso semelhante. “Eu chorei muito”.</p>
<p>No depoimento de cerca de uma hora, Kaylane de Oliveira Duarte Pereira afirmou que, por anos, evitava se lembrar da história para não reviver os sofrimentos.</p>
<h2>Sentimento de culpa</h2>
<p>Ao tomar conhecimento da repercussão do caso Henry, ela disse que teve um “gatilho” que a fez relembrar episódios e chegou a se sentir culpada”.</p>
<p>“Se eu tivesse revelado antes, não chegaria onde chegou”. Ela explicou que esse sentimento fez com que tivesse incentivado a mãe dela a procurar Leniel Borel, pai de Henry, para colaborar, de alguma forma com o caso.</p>
<p>Na visão dela, é uma forma de evitar que a história se repita com outras pessoas. “Ele [Jairinho] conhecer outra pessoa com outro filho e fazer as mesmas coisas”.</p>
<h2>Depoimento da mãe</h2>
<p>Natasha Machado, mãe de Kaylane, disse que se separou do pai da criança seis meses após o nascimento e que Jairinho foi o primeiro relacionamento após a separação.</p>
<p>Ela confirmou que não identificava marcas de lesões na filha. Segundo a mãe, desde que tomou conhecimento das agressões sofridas pela filha, não teve mais contato com Jairinho.</p>
<p>Natasha disse que decidiu, em conjunto como a filha, procurar Leniel Borel para relatar os episódios e confirmou que o advogado que representa a família dela no processo contra Jairinho foi indicado pelo pai de Henry.</p>
<p>Ela confirmou que desconfiava de que era dopada por Jairinho. Em uma das ocasiões, simulou ter tomado o comprimido e, de madrugada, flagrou Jairinho erguendo a menina da cama. Ao questioná-lo, ele alegou que a menina que tinha acordado.</p>
<p>Natasha contou que não sofreu violência física durante o tempo de relacionamento, mas que identificou violência psicológica após o término.</p>
<p>&#8220;Por exemplo, quando apareceu uma foto minha íntima na rua. Ele apareceu dizendo que ninguém mais iria me assumir, que era melhor eu voltar&#8221;. Ela acredita que foi ele quem espalhou a imagem.</p>
<h2>Volta de advogado</h2>
<p>O júri contou nesta quinta-feira com a presença de Fabiano Lopes, defensor de Jairinho, que estava ausente por ter sofrido um infarto no último sábado (23). A falta dele no início do julgamento chegou a ser usada pelo réu para tentar adiar o júri.</p>
<p>Na entrada do tribunal, o advogado disse aos jornalistas que precisava estar presente, pois seriam ouvidas testemunhas que fazem parte de outros processos de agressão contra Jairinho.</p>
<p>Além de Natasha e Kaylane, outra ex-namorada é esperada para depor, Débora Mello Saraiva. O filho dela teria sofrido fratura no fêmur em uma agressão de Jairinho.</p>
<p>O dia de depoimentos estava marcado para começar às 9h desta quinta-feira (28), mas só foi iniciado por volta das 10h30, porque um dos jurados passou mal e precisou de atendimento médico.</p>
<h2>O caso</h2>
<p>De acordo com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e a Polícia Civil, a morte de Henry foi causada por agressões cometidas por Jairinho, então vereador no quinto mandato. Monique colaborou por ter sido omissa e sabia de casos anteriores de agressão.</p>
<p>De início, Jairinho e Monique tinham o mesmo advogado. Mas, atualmente, cada um tem uma equipe de defesa. Ao todo, foram arroladas 27 testemunhas de acusação e de defesa. A decisão do júri será tomada por sete jurados. A expectativa inicial era de que o julgamento durasse cerca de cinco dias.</p>
<p>Dr. Jairinho é acusado dos seguintes crimes: homicídio qualificado por meio cruel que impossibilitou a defesa da vítima; três torturas praticadas contra criança; fraude processual; coação no curso do processo.</p>
<p>Monique responde por sete crimes, entre eles homicídio, coação no curso do processo, tortura e fraude processual.</p>
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<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Caso-Henry-Borrel-advogado-que-sofreu-infarto-volta-ao-juri.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 23/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - &#13;&#10;Jairo Souza Santos Junior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros são acusados pela morte de Henry Borel. Foto: PCRJ/Divulgação" title="PCRJ/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">FOTO DE ARQUIVO &#8211; Jairo Souza Santos Junior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros são acusados pela morte de Henry Borel. Foto: PCRJ/Divulgação</h6>
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<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-05/jovem-conta-que-recebia-socos-e-era-afundada-na-piscina-por-jairinho" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/jovem-conta-que-recebia-socos-e-era-afundada-na-piscina-por-jairinho/">Jovem conta que recebia socos e era afundada na piscina por Jairinho</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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