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	<title>regras Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>regras Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Ministro Fachin apresenta novas regras de conduta para magistrados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 17:35:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Edson Fachin, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apresentou nesta terça-feira (4) uma proposta para a criação de regras para prevenir e lidar com o conflito de interesses na atuação de juízes. Fachin, que também presidente o Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o tema é “prioritário e vital” para o Poder [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Edson Fachin, presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apresentou nesta terça-feira (4) uma proposta para a criação de regras para prevenir e lidar com o conflito de interesses na atuação de juízes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Ministro-Fachin-apresenta-novas-regras-de-conduta-para-magistrados.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Fachin, que também presidente o Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que o tema é “prioritário e vital” para o Poder Judiciário: “Trata-se de consolidar a ética como cultura organizacional.” </p>
<p>O ministro destacou dados de sua gestão à frente do colegiado e informou que 14 magistrados foram afastados desde que ele assumiu o CNJ. </p>
<p>A minuta de resolução traz regras para disciplinar a participação de juízes em eventos privados, recebimento de presentes e atuação de escritórios de advocacia de parentes de magistrados nos tribunais.</p>
<p>“A medida estabelece princípios e mecanismos para identificar, declarar, tratar e mitigar situações capazes de comprometer a imparcialidade, a transparência e a confiança pública na atuação de magistrados e servidores em funções judiciais e administrativas”, informou o CNJ. </p>
<h2>Trâmite</h2>
<p>Após fazer um resumo da proposta na sessão desta terça-feira (4) no CNJ, Fachin abriu prazo de 60 dias para que os tribunais de todo o país apresentem propostas para aprimorar a minuta de resolução. </p>
<p>Somente após esse prazo a resolução deverá ser votada pelos conselheiros. Caso seja aprovada, a resolução prevê mais seis meses para que os tribunais adequem suas normas internas e se adaptem às novas diretrizes. </p>
<p>As regras preveem, por exemplo, que os tribunais mapeiem relações familiares ou profissionais – com defensores ou partes do processo, por exemplo – que possam lançar dúvidas sobre a imparcialidade na atuação de magistrados. </p>
<p>Outro ponto estabelece que os tribunais também monitorem “relações com fornecedores, prestadores de serviços, grandes litigantes ou agentes econômicos&#8221; que possam também lançar dúvidas sobre as decisões dos juízes. </p>
<p>Se aprovada, a eventual resolução deverá valer para os tribunais estaduais e também para o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e tribunais regionais federais, mas não deve impactar o cotidiano de ministros do STF, uma vez que ele não estão submetidos ao controle do CNJ. </p>
<h2>Supremo</h2>
<p>No STF, também está em tramitação uma proposta de criação de regras de conduta. </p>
<p>Em fevereiro deste ano, Fachin anunciou que a adoção de um Código de Ética para os ministros do Supremo será uma das prioridades de sua gestão e indicou a ministra Cármen Lúcia para relatar a proposta de criação da norma.</p>
<p>O anúncio sobre a criação do Código de Ética ocorreu em meio às investigações sobre o Banco Master e às citações aos nomes dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/ministro-fachin-apresenta-novas-regras-de-conduta-para-magistrados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Fachin vai propor no CNJ regras de conduta para juízes</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fachin-vai-propor-no-cnj-regras-de-conduta-para-juizes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 23:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve analisar na sessão desta terça-feira (4) uma proposta de criação de regras para disciplinar a participação de juízes em eventos privados, recebimento de presentes e atuação de escritórios de advocacia de parentes de magistrados nos tribunais. A proposta é de autoria do presidente do conselho e do Supremo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve analisar na sessão desta terça-feira (4) uma proposta de criação de regras para disciplinar a participação de juízes em eventos privados, recebimento de presentes e atuação de escritórios de advocacia de parentes de magistrados nos tribunais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Fachin-vai-propor-no-CNJ-regras-de-conduta-para-juizes.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A proposta é de autoria do presidente do conselho e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, e será chamada de Política Nacional de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesses no âmbito do Poder Judiciário. A sessão está prevista para começar às 10h.</p>
<p>No STF, também está em tramitação uma proposta de criação de regras de conduta.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, Fachin anunciou que a adoção de um Código de Ética para os ministros do Supremo será uma das prioridades de sua gestão e indicou a ministra Cármen Lúcia para relatar a proposta de criação da norma.</p>
<p>O anúncio sobre a criação do Código de Ética ocorreu em meio às investigações sobre o Banco Master e às citações aos nomes dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.</p>
<h2>Aposentadoria </h2>
<p>O CNJ também deve deliberar sobre o fim da aposentadoria compulsória como pena máxima administrativa aos magistrados condenados por faltas disciplinares graves, como venda de sentenças, assédio sexual e moral, entre outras.</p>
<p>A decisão ocorrerá após o julgamento do STF que determinou o fim da aposentadoria compulsória.</p>
<p>Pelo entendimento da Suprema Corte, após a condenação do magistrado pelo CNJ, a Advocacia-Geral da União (AGU) deverá entrar com uma ação no Supremo para que o magistrado tenha a perda do cargo analisada pela Corte.</p>
<p>Em 20 anos, o conselho condenou 126 magistrados à aposentadoria compulsória. O CNJ foi criado em 2005 e é responsável pelo julgamento de faltas disciplinares cometidas por juízes e desembargadores.</p>
<p>Ao longo da história, o CNJ aplicou a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). A norma definiu que são penas disciplinares a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, a punição mais grave.</p>
<p>Antes da decisão do Supremo, magistrados mantinham o recebimento mensal dos vencimentos após a condenação pelo CNJ.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-08/fachin-vai-propor-no-cnj-regras-de-conduta-para-juizes" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Regulamentação de &#8220;carro voador&#8221; avança com regras sobre ruído</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/regulamentacao-de-carro-voador-avanca-com-regras-sobre-ruido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 20:46:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os critérios técnicos para testes e parâmetros de ruído em vôo do Eve 100, modelo de &#8220;carro voador&#8221; em desenvolvimento pela Eve/Embraer, estão em consulta pública até o próximo dia 8, pelo setor de programas de certificação da Agência Nacional de Aviação CIvil (ANAC). O documento prevê como base que o som emitido pelo veículo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os critérios técnicos para testes e parâmetros de ruído em vôo do Eve 100, modelo de &#8220;carro voador&#8221; em desenvolvimento pela Eve/Embraer, estão em consulta pública até o próximo dia 8, pelo setor de programas de certificação da Agência Nacional de Aviação CIvil (ANAC).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Regulamentacao-de-carro-voador-avanca-com-regras-sobre-ruido.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O documento prevê como base que o som emitido pelo veículo a 150 metros do chão em condições ideais de viagem chegue para os usuários a cerca de 15 decibéis, o que é semelhante a um sussurro.  </p>
<p>Esse tipo de certificação, primeiro para veículos elétricos de decolagem e pouso verticais, indica o avanço no processo de certificação ambiental e é um passo necessário para a liberação das primeiras viagens, previstas ainda nessa década, e foram celebradas pelos executivos da start up</p>
<p>“A publicação da ANAC da proposta dos critérios de ruído é um marco importante no desenvolvimento e na certificação do Eve 100”, disse Johann Bordais, CEO da Eve.</p>
<p>“Valorizamos a liderança da ANAC e sua abordagem colaborativa no desenvolvimento de uma estrutura adaptada a esta aeronave de tecnologia emergente. Essa iniciativa apoia a introdução segura e responsável das operações de eVTOL para a mobilidade urbana, ao mesmo tempo em que promove o alinhamento regulatório internacional.”</p>
<p> </p>
<p>Apesar de ainda em desenvolvimento o equipamento começa a chamar atenção de investidores, inclusive pelo apelo ambiental com a possibilidade de transporte com matriz energética elétrica. A Eve anunciou, hoje (19) a assinatura de um acordo de intenção de compra de 30 aeronaves elétricas com a empresa Moov, voltadas para o atendimento da indústria do turismo e mobilidade regional em Cabo Verde.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/regulamentacao-de-carro-voador-avanca-com-regras-sobre-ruido" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Senado aprova MP com novas regras do frete mínimo rodoviário</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/senado-aprova-mp-com-novas-regras-do-frete-minimo-rodoviario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 22:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A poucos dias de perder a validade, a Medida Provisória (MP) 1343/26, que trata da fiscalização do piso salarial ou pagamento mínimo pelo frete rodoviário, foi aprovada nesta terça-feira (14) pelo Senado. O texto reforça a fiscalização, tornando obrigatório o registro prévio das operações de transporte no Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), com dados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A poucos dias de perder a validade, a Medida Provisória (MP) 1343/26, que trata da fiscalização do piso salarial ou pagamento mínimo pelo frete rodoviário, foi aprovada nesta terça-feira (14) pelo Senado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Senado-aprova-MP-com-novas-regras-do-frete-minimo-rodoviario.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto reforça a fiscalização, tornando obrigatório o registro prévio das operações de transporte no Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), com dados como origem, destino, carga, valor e prazo de pagamento.</p>
<p>A MP precisava ser votada pelos senadores até 16 de julho para não caducar. A matéria agora segue agora para sanção presidencial.</p>
<h2>Alterações</h2>
<p>Os senadores promoveram alterações de redação no texto, com a justificativa de corrigir erros materiais e de técnica legislativa ao que foi aprovado pela Câmara dos Deputados em junho. Os parlamentares retiraram a previsão de um piso salarial nacional de R$ 5 mil mensais para caminhoneiros que percorrem longas distâncias.</p>
<p>O piso foi incluído durante a tramitação da MP na Comissão Mista que analisou o texto e no plenário da Câmara dos Deputados, mas os senadores consideraram que seria inconstitucional.</p>
<p>Durante a votação, os senadores mantiveram trecho incluído na Câmara que prevê anistia de multas aplicadas a caminhoneiros, transportadores de cargas e pessoas físicas e jurídicas por bloqueios de rodovias, após as eleições de 2022.</p>
<p>O perdão das multas não constava na medida editada pelo governo federal, e o trecho pode ser vetado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
<h2>Punições</h2>
<p>O texto aprovado nesta terça-feira determina, entre outros pontos, um escalonamento de sanções para quem contratar frete abaixo do mínimo legal. As novas regras também passam a valer para intermediadores e plataformas digitais que ofertem serviços abaixo do piso.</p>
<p>As penalidades previstas incluem multa de R$ 100 mil a R$ 1 milhão, a suspensão do registro do transportador e o cancelamento do registro em casos de reincidência.</p>
<p>Além disso, A MP diz que a tabela com as regras de cálculo dos pisos mínimos do transporte rodoviário de cargas deverá considerar os custos operacionais da atividade, como combustível, manutenção, pneus, seguros, tributos, salários e tempo de carga e descarga.  </p>
<h2>Atualizações da tabela de frete</h2>
<p>Pela lei, a atualização da tabela de frete deverá ser semestral. Além disso, o reajuste deverá ocorrer quando houver variação igual ou superior a 5% no preço dos combustíveis. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deverá publicar os novos valores em até três dias úteis.  </p>
<p>Outro ponto do texto é o que diz que a ANTT poderá firmar parceria com a Infra S.A. para elaborar os cálculos dos pisos.</p>
<p>A medida também transforma o CIOT em instrumento central de controle e fiscalização, vinculando a contratação do transporte ao registro prévio das informações essenciais da operação.</p>
<p>Entre as informações a serem registradas, estão os dados do contratante, do contratado e do subcontratado, quando houver, bem como a identificação da carga, a origem, o destino, o valor do frete pago, o valor do piso mínimo aplicável, a forma de pagamento e os demais elementos necessários à fiscalização da operação.</p>
<p>Além disso, o texto estabelece que a ANTT deverá impedir a geração do CIOT quando a contratação estiver em desacordo com o piso mínimo de frete aplicável.</p>
<h2>Procargas </h2>
<p>Em relação ao Programa de Apoio ao Desenvolvimento do Transporte de Cargas Nacional (Procargas), o texto traz a possibilidade de apoio para a renovação da frota de caminhões e implementos rodoviários, a capacitação de motoristas e a adoção de novas tecnologias e projetos voltados à saúde e à segurança dos profissionais do setor. </p>
<p>Transportadores autônomos e cooperativas terão prioridade no acesso a financiamentos e incentivos previstos pelo programa.  </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/senado-aprova-mp-com-novas-regras-do-frete-minimo-rodoviario" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Defensores pedem regras mais rígidas para publicidade das bets </title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/defensores-pedem-regras-mais-rigidas-para-publicidade-das-bets/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 00:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A onipresença da publicidade das plataformas digitais de apostas esportivas e jogos de azar online, as bets, preocupa defensores públicos que lidam com casos de superendividamento e de acesso à saúde entre a população de baixa renda. O tema foi debatido nesta terça-feira (7) em reunião conjunta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A onipresença da publicidade das plataformas digitais de apostas esportivas e jogos de azar online, as <em>bets</em>, preocupa defensores públicos que lidam com casos de superendividamento e de acesso à saúde entre a população de baixa renda.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Defensores-pedem-regras-mais-rigidas-para-publicidade-das-bets.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O tema foi debatido nesta terça-feira (7) em reunião conjunta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa e da Comissão de Assuntos Sociais do Senado. </p>
<p>“Os anúncios das apostas estão em todos os lugares: na televisão, em qualquer horário, sem nenhuma preocupação do público que está assistindo ou não, nos campos de futebol, nas placas publicitárias e especialmente no celular”, disse a defensora pública Luciana Peles da Cunha, que coordena o Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon) da Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro (DPRJ).</p>
<p>Além da superexposição das pessoas à publicidade, preocupa a defensora o conteúdo das propagandas que disseminam ideias paradoxais. </p>
<p>“A publicidade massiva quer convencer o cidadão que jogo é uma oportunidade de ganhar renda extra. Eu nunca vi perder dinheiro como opção de renda.”</p>
<h2>Jogos de azar</h2>
<p>Luciana Peles da Cunha salienta que os anúncios tentam incutir que as <em>bets </em>são “entretenimento inofensivo”. </p>
<p>“Mas a regra é muito clara: a banca sempre ganha. Se o nome da coisa é jogo, o sobrenome é de azar”, diz.   </p>
<p>A defensora defende que as plataformas digitais de jogos sofram as mesmas restrições da publicidade do cigarro – proibida desde 2000.</p>
<p>O defensor Público no Estado de São Paulo Marcelo Dayrell Vivas, que é coordenador da Comissão de Saúde da Associação Nacional das Defensoras Públicas e Defensores Públicos (Anadep), concorda. “É uma medida que a gente vê como essencial.”</p>
<p>O defensor acrescenta que o apelo massivo das <em>bets </em>aumentou expressivamente a procura pelos serviços da defensoria pública e a necessidade de atendimento à saúde mental. Dayrell Vivas avalia que o Estado ainda não está preparado para atender as demandas criadas a partir do início da operação das <em>bets </em>no Brasil em 2018.</p>
<p>“Nos Caps [Centros de Atendimento Psicossocial] é preciso criar um grupo diferente e especializado para tratar desse tema. Nas UBS [Unidades Básicas de Saúde] é preciso dispor de horário específico para isso. Não adianta ter um grupo de dependências e colocar o usuário de crack, o usuário de álcool e o jogador crônico juntos.”</p>
<p>A observação também vale para o acolhimento e cuidado de quem possa ter tentado suicídio por causa de endividamento (em razão do vício em jogos) e da sua família. “A pessoa que tentou praticar o suicídio terá internação. Mas que rede de saúde é essa que depois da alta vai receber e dar continuidade ao tratamento?”, pergunta.</p>
<h2>Atividade capilarizada</h2>
<p>A economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Ione Amorim, identifica que o hábito de apostar em plataformas digitais está “capilarizado dentro da realidade das famílias”. Para ela, a forte disseminação das <em>bets </em>“dificulta combater essa atividade tão nociva à saúde financeira e psicológica das famílias.”</p>
<p>A economista espera que em eventual adoção de medidas restritivas contra as <em>bets </em>e a publicidade dos jogos de azar, os consumidores e a sociedade civil sejam chamados para o debate.</p>
<p>A legalização das <em>bets </em>no Brasil ocorreu no segundo semestre de 2018 com a aprovação da Medida Provisória das Loterias (MP 846/2018), que foi convertida na Lei 13.756/2018. A regulamentação ocorreu cinco anos depois com a sanção da Lei nº 14.790 no final de dezembro de 2023. As regras e exigências operacionais passaram a valer oficialmente para as empresas a partir de janeiro de 2025.</p>
<p>O gasto dos brasileiros com as plataformas eletrônicas de janeiro de 2023 a março de 2026 foi superior a R$ 30 bilhões por mês, estima a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).</p>
<p>Segundo a entidade, as apostas comprometeram a disponibilidade de renda para manter o pagamento em dia das dívidas e podem ter levado 270 mil famílias à situação de “inadimplência severa” – incapacidade de pagar marcada por atrasos de 90 dias ou mais.</p>
<p>A inadimplência do consumidor causada pelas <em>bets </em>retirou R$ 143 bilhões do comércio varejista. O montante equivale ao volume de vendas nos períodos de Natal de 2024 e 2025.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/defensores-pedem-regras-mais-rigidas-para-publicidade-das-bets" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Regras do período de defeso eleitoral já estão valendo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/regras-do-periodo-de-defeso-eleitoral-ja-estao-valendo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:19:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As principais proibições previstas na legislação eleitoral para evitar o uso da máquina pública durante a campanha eleitoral entraram em vigor neste sábado (4). O início das restrições começa a valer três meses antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. No Amazonas, a expectativa é que o governador Roberto Cidade (UB) confirme sua pré-candidatura à reeleição. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">As principais proibições previstas na legislação eleitoral para evitar o uso da máquina pública durante a campanha eleitoral entraram em vigor neste sábado (4). O início das restrições começa a valer três meses antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. No Amazonas, a expectativa é que o governador Roberto Cidade (UB) confirme  sua pré-candidatura à reeleição. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Regras-do-periodo-de-defeso-eleitoral-ja-estao-valendo.gif?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="1052758038" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante o chamado período de defeso eleitoral, candidatos estão proibidos de comparecer a inaugurações de obras públicas. Além disso, sites governamentais devem retirar conteúdos que mencionem candidatos. Somente conteúdos de utilidade pública poderão ser mantidos. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Conforme as regras eleitorais, as páginas oficiais de órgãos dos governos federal e estadual devem retirar do ar nomes, símbolos e imagens que possam identificar políticos ou seu trabalho na administração pública, ainda que a publicação tenha sido realizada em momento anterior ao dia 4 de julho. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Está proibida a realização de publicidade institucional de obras, serviços e campanhas de órgãos públicos. A contratação de shows artísticos com recursos públicos também está proibida. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Os pronunciamentos em cadeia de rádio e televisão estão vetados, mas poderão ser liberados previamente pela Justiça Eleitoral em casos de emergência.</p>
<p class="wp-block-paragraph">As vedações estão previstas na Lei 9.504 de 1997, a chamada Lei das Eleições, e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Contratações </h2>
<p class="wp-block-paragraph">Agentes públicos estão proibidos de nomear funcionários públicos, dispensar sem justa causa, exonerar, retirar vantagens, transferir, dificultar ou impedir o exercício funcional dos servidores públicos. </p>
<p class="wp-block-paragraph">As contratações e demissões só poderão ser realizadas nos casos de nomeação ou exoneração de cargos em comissão, dispensa de funções de confiança ou para garantir o funcionamento de serviços públicos essenciais. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Estão excluídas da proibição as nomeações para os cargos do Judiciário, Ministério Público, dos tribunais de contas e órgãos da Presidência da República. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Os aprovados em concursos públicos só poderão ser nomeados se o certame tiver sido homologado até 4 de julho.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Recursos</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Agentes públicos também não poderão fazer transferências voluntárias de recursos do governo federal aos estados e municípios e dos estados aos municípios. Os repasses só estarão liberados nos casos de execução de obras pré-existentes ou calamidade pública.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Convenções </h2>
<p class="wp-block-paragraph">A partir deste domingo (5), está autorizada propaganda interna dos pré-candidatos às convenções partidárias, que poderão começar em 20 de julho. O uso de propaganda externa no rádio, TV ou outdoor está proibida. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Para concorrer às vagas das eleições de outubro, os candidatos precisam ter seus nomes aprovados pelos partidos. A escolha é realizada por meio das convenções. </p>
<h2 class="wp-block-heading">Eleições</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos, deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República. O segundo turno está marcado para o dia 25, caso seja necessário.</p>
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		<title>Regras do período de defeso eleitoral começam a valer neste sábado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/regras-do-periodo-de-defeso-eleitoral-comecam-a-valer-neste-sabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2026 10:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As principais proibições previstas na legislação eleitoral para evitar o uso da máquina pública durante a campanha eleitoral entram em vigor neste sábado (4). O início das restrições começa a valer três meses antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.  Durante o chamado período de defeso eleitoral, candidatos estão proibidos de comparecer a inaugurações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais proibições previstas na legislação eleitoral para evitar o uso da máquina pública durante a campanha eleitoral entram em vigor neste sábado (4). O início das restrições começa a valer três meses antes do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Regras-do-periodo-de-defeso-eleitoral-comecam-a-valer-neste.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Durante o chamado período de defeso eleitoral, candidatos estão proibidos de comparecer a inaugurações de obras públicas. Além disso, sites governamentais devem retirar conteúdos que mencionem candidatos. Somente conteúdos de utilidade pública poderão ser mantidos. </p>
<p>Conforme as regras eleitorais, as páginas oficiais de órgãos dos governos federal e estadual devem retirar do ar nomes, símbolos e imagens que possam identificar políticos ou seu trabalho na administração pública, ainda que a publicação tenha sido realizada em momento posterior ao dia 4 de julho. </p>
<p>Está proibida a realização de publicidade institucional de obras, serviços e campanhas de órgãos públicos. A contratação de shows artísticos com recursos públicos também está proibida. </p>
<p>Os pronunciamentos em cadeia de rádio e televisão estão vetados, mas poderão ser liberados previamente pela Justiça Eleitoral em casos de emergência.</p>
<p>As vedações estão previstas na Lei 9.504 de 1997, a chamada Lei das Eleições, e resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<h2>Contratações </h2>
<p>Agentes públicos estão proibidos de nomear funcionários públicos, dispensar sem justa causa, exonerar, retirar vantagens, transferir, dificultar ou impedir o exercício funcional dos servidores públicos. </p>
<p>As contratações e demissões só poderão ser realizadas nos casos de nomeação ou exoneração de cargos em comissão, dispensa de funções de confiança ou para garantir o funcionamento de serviços públicos essenciais. </p>
<p>Estão excluídas da proibição as nomeações para os cargos do Judiciário, Ministério Público, dos tribunais de contas e órgãos da Presidência da República. </p>
<p>Os aprovados em concursos públicos só poderão ser nomeados se o certame tiver sido homologado até 4 de julho.</p>
<h2>Recursos</h2>
<p>Agentes públicos também não poderão fazer transferências voluntárias de recursos do governo federal aos estados e municípios e dos estados aos municípios. Os repasses só estarão liberados nos casos de execução de obras pré-existentes ou calamidade pública.</p>
<h2>Convenções </h2>
<p>A partir deste domingo (5), está autorizada propaganda interna dos pré-candidatos às convenções partidárias, que poderão começar em 20 de julho. O uso de propaganda externa no rádio, TV ou outdoor está proibida. </p>
<p>Para concorrer às vagas das eleições de outubro, os candidatos precisam ter seus nomes aprovados pelos partidos. A escolha é realizada por meio das convenções. </p>
<h2>Eleições</h2>
<p>O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos, deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República. O segundo turno está marcado para o dia 25, caso seja necessário.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/regras-do-periodo-de-defeso-eleitoral-comecam-valer-neste-sabado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Veja as regras para entrada de crianças e adolescentes no Bumbódromo durante o Festival de Parintins</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/veja-as-regras-para-entrada-de-criancas-e-adolescentes-no-bumbodromo-durante-o-festival-de-parintins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 14:07:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) orienta pais, responsáveis e visitantes sobre as regras para entrada, permanência e participação de crianças e adolescentes no 59º Festival de Parintins. As regras são previstas na Portaria nº 03/2025 da 2ª Vara da Comarca de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus), que regula [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc) orienta pais, responsáveis e visitantes sobre as regras para entrada, permanência e participação de crianças e adolescentes no 59º Festival de Parintins. As regras são previstas na Portaria nº 03/2025 da 2ª Vara da Comarca de Parintins (a 369 quilômetros de Manaus), que regula e orienta sobre a presença de crianças e adolescentes nas festas, ensaios e apresentações dos bumbás Caprichoso e Garantido.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Crianças abaixo de 10 anos não poderão acessar a área das galeras do Bumbódromo, mesmo acompanhadas pelos pais ou responsáveis. Crianças e adolescentes entre 10 e 15 anos poderão permanecer nos espaços até meia-noite, desde que acompanhados pelo responsável legal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">E adolescentes de 16 e 17 anos poderão participar do evento desacompanhados até meia-noite, com documento de identificação e autorização formal. Após esse horário podem permanecer desde que estejam acompanhados de responsável legal.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O credenciamento é fundamental para assegurar que crianças e adolescentes participem do Festival de Parintins com segurança e dentro das regras estabelecidas. Queremos que as famílias aproveitem a festa com tranquilidade, sabendo que há uma rede de proteção preparada para acolher e orientar”, afirmou a secretária de Estado da Sejusc, Jussara Pedrosa.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Documentação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A normativa reforça a obrigatoriedade da apresentação de documento oficial de identificação para comprovação da idade durante as ações de fiscalização. Além disso, permanece proibida a venda, oferecimento, fornecimento ou consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes abaixo de 18 anos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O documento versa também sobre as apresentações prévias ao espetáculo no Bumbódromo de Parintins. Segundo a Portaria, a permanência de adolescentes abaixo de 14 anos nos espetáculos de agremiações de boi-bumbá, em ambiente interno e externo, nos ensaios ou em festas privadas, desde que abertas ao público geral (gratuitas ou onerosas), estará limitada ao horário da 0h, desde que, o dia seguinte não seja letivo. Caso o dia seguinte seja letivo, a autorização segue até 22h.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A permanência de adolescentes entre 14 anos e 18 anos incompletos, nos mesmos espetáculos listados acima, estará limitada ao horário das 3h, desde que no dia seguinte não seja dia letivo, e das 22h, quando o dia seguinte for letivo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Credenciamento</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Nos dias 23 e 24 de junho, das 8h às 15h, e no dia 25, das 8h às 19h, será realizado o credenciamento para a Festa dos Visitantes, na Escola Estadual São José Operário, rua Oneldes Martins, 3.311, São José, seguindo as regras da portaria.</p>
<p class="wp-block-paragraph">E para o Festival de Parintins, o credenciamento será realizado de 26 a 28 de junho, das 9h às 22h, no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), na rua Domingos Prestes, s/n – Conjunto Vitória.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Integração</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Durante toda a programação do 59º Festival Folclórico de Parintins, as equipes da Sejusc estarão nas entradas e dentro do Bumbódromo com ações de fiscalização, em parceria com o Poder Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Conselho Tutelar, Comissariado da Infância e Juventude, órgãos de segurança pública e instituições que compõem a rede de proteção.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">Festival de Parintins terá rede reforçada de saúde para visitantes</p>
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		<title>Fachin diz que espera regras do STF para supersalários ainda em junho</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fachin-diz-que-espera-regras-do-stf-para-supersalarios-ainda-em-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 19:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, nesta sexta-feira (19), que o tribunal espera concluir ainda em junho o julgamento sobre o conjunto de regras de transição da limitação dos salários de servidores do Judiciário.   Segundo Fachin, será uma transição do modelo atual, que permite as verbas indenizatórias, chamadas de penduricalhos, e o teto determinado pela Constituição, que equivale aos vencimentos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fachin-diz-que-espera-regras-do-stf-para-supersalarios-ainda-em-junho/">Fachin diz que espera regras do STF para supersalários ainda em junho</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou, nesta sexta-feira (19), que o tribunal espera concluir ainda em junho o julgamento sobre o conjunto de regras de transição da limitação dos salários de servidores do Judiciário.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Fachin-diz-que-espera-regras-do-STF-para-supersalarios-ainda.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Segundo Fachin, será uma transição do modelo atual, que permite as verbas indenizatórias, chamadas de penduricalhos, e o teto determinado pela Constituição, que equivale aos vencimentos de um ministro do STF, atualmente em R$ 46.366.  </p>
<p>“Devemos concluir o julgamento, se possível, ainda nesse mês de junho, que vai estabelecer um conjunto de regras de natureza transitória entre o regime dos subsídios, sempre respeitando, obviamente, o teto e as regras constitucionais”.  </p>
<p>Para Fachin, as verbas indenizatórias preveem “um conjunto de possibilidades e, ao mesmo tempo, de distorções”.  </p>
<p>As declarações foram durante o seminário <em>A Justiça do Amanhã</em>, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. O evento é organizado pela República.org, organização da sociedade civil voltada à valorização do serviço público no país, e pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), organização social que faz a gestão de equipamentos culturais, entre eles o próprio museu.</p>
<p>Na abertura do encontro, Fachin foi questionado sobre como o Judiciário deve responder às cobranças da sociedade em relação ao respeito do teto de salários, que deveria ser aplicado a todos servidores públicos.</p>
<p>&gt;&gt;Supersalários no Judiciário crescem 49,3% em 2024, mostra estudo </p>
<h2>Decisão de março </h2>
<p>O julgamento a que se refere Fachin é mais um passo do STF no esforço de fazer vigorar o teto Constitucional. Fachin lembrou que, em março, a Corte limitou o pagamento de penduricalhos a integrantes do Judiciário e Ministério Público em todo o país.  </p>
<p>Conforme a decisão, indenizações adicionais, gratificações e auxílios deverão ser limitados a 35% do valor do salário dos ministros do STF. </p>
<p>No entanto, o Supremo autorizou ainda o pagamento de outro benefício, a parcela de valorização por tempo de antiguidade na carreira, que concede até mais 35%, fazendo com que os vencimentos alcancem R$ 78,8 mil, 70% acima do teto.  </p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2>Lei federal </h2>
<p>Outra frente contra supersalários apontada por Fachin é a elaboração de um anteprojeto de lei de alcance nacional, para resolver a questão de forma estrutural. Segundo o presidente do STF, o texto deve ser apresentado ainda este ano.  </p>
<p>&#8220;Nós temos como previsão para o mês de novembro deste ano já ter pronto um anteprojeto geral desta lei federal de caráter nacional para, estruturalmente, dar conta dessa realidade”. </p>
<p>Fachin, que também é presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), criou no STF um grupo de trabalho para mapear o tema e pensar na solução. Ele informou que o anteprojeto de lei está sendo construído com diálogo entre vários setores da sociedade. No fim de maio, ele se encontrou com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para debater o assunto. </p>
<p>Para o ministro, a lei vai responder à pergunta: “qual é a remuneração que a sociedade e o Estado brasileiro consideram adequada a pagar aos juízes do início da carreira até o fim”.  </p>
<p>Ele comentou que a magistratura é uma profissão de vocação. “Queiram servir a sociedade e não se servir dela”.  </p>
<p>O ministro apontou que a lei federal terá efeito também fora do Judiciário. “Temos essa circunstância de que uma definição nesse patamar vá se irradiar para as outras carreiras e é fundamental que seja assim”. </p>
<h2>Portal com salários </h2>
<p>Fachin admitiu que alguns casos de supersalários são “exorbitantes” e acrescentou que outra iniciativa para dar transparência à remuneração no Judiciário é um portal com informação sobre remunerações.  </p>
<p>“Vamos, em breve, colocar no ar esse portal que diga a respeito à remuneração dos 18 mil magistrados no Brasil, preservando, claro, dados pessoais sensíveis”, prometeu. </p>
<p>“A população tem o direito de saber, e o magistrado tem o dever de informar”, completou. </p>
<p> A medida caminhará também para uma espécie de contracheque único, no sentido de padronizar as informações nas 27 unidades federativas do país.  </p>
<p>O encontro no Museu do Amanhã reuniu presidentes de outros tribunais, como a ministra do STF Cármen Lúcia; o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho; a presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha; e o presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin (por videoconferência). </p>
<h2>Código de ética </h2>
<p>Fachin comentou sobre a necessidade de o STF implementar outra iniciativa sugerida por ele, um código de ética, para reger questões como a participação de integrantes da Corte em eventos e palestras. A ministra Cármen Lúcia é a relatora do código, que passará por apreciação dos demais ministros. </p>
<p>“Temos deveres de transparência mais elevados do que as demais pessoas e, portanto, temos o dever também de dar o exemplo”. </p>
<p>A elaboração do código de ética no STF acontece em meio às investigações sobre o Banco Master e às citações dos nomes dos ministros da Corte Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.</p>
<p>Moraes já negou ter mantido conversas com o banqueiro Daniel Vorcaro, em 17 de novembro do ano passado, quando o empresário foi preso pela primeira vez ao ser alvo da Operação Compliance Zero. </p>
<p>Toffoli deixou a relatoria do inquérito que apura as fraudes no Master após reportagens jornalísticas informarem que a Polícia Federal encontrou irregularidades em um fundo de investimento ligado ao banco. O fundo comprou uma participação em um resort que tem o ministro como um dos sócios.</p>
<h2>Excesso de judicialização</h2>
<p>No evento sobre o futuro da Justiça, Fachin criticou o excesso de judicialização no país. Segundo ele, os tribunais decidiram 44 milhões de processos no ano passado, mas novos 39 milhões chegaram aos juízes. O estoque de processos era de 75 milhões ao fim de 2025.  </p>
<p>No STF são 20 mil processos para 11 ministros (atualmente apenas 10 vagas estão ocupadas).  </p>
<p>Ele destacou que o Poder Público &#8211; União, estados e municípios &#8211; está presente em metade dos processos judiciais no Brasil.   </p>
<p>“É preciso verificar quais são as razões de tantas demandas, e muitas delas extremamente repetidas”, apontou. </p>
<p>Ele citou o exemplo de pessoas que precisam entrar na Justiça para obter o direito de fazer uma perícia médica.  </p>
<p>“Isso é algo incompreensível do ponto de vista do mínimo de razoabilidade”. </p>
<h2>IA na Justiça</h2>
<p>Fachin afirmou ainda que tecnologias, como inteligência artificial, devem ser aliadas do Judiciário.  </p>
<p>“Pode automatizar tarefas repetitivas e liberar magistradas, magistrados, servidores e servidoras para atividades que exigem reflexão mais profunda”.  </p>
<p>Mas ele ponderou que nenhuma tecnologia consegue “reproduzir plenamente a prudência, a empatia, a responsabilidade moral, a capacidade de discernimento e a sensibilidade diante da singularidade de cada caso”. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-06/fachin-diz-que-espera-regras-do-stf-para-supersalarios-ainda-em-junho" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Turismo de aventura tem regras estabelecidas; falta fiscalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 10:40:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A comoção com a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, durante a prática de <em>rope jump </em>em uma ponte desativada no município de Limeira (SP), levanta algumas dúvidas sobre a segurança da prática de turismo de aventura no país. Principalmente, sobre quem são os responsáveis pela regulamentação da atividade e como os praticantes podem evitar empresas irregulares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Turismo-de-aventura-tem-regras-estabelecidas-falta-fiscalizacao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A referência central no setor é o Cadastur, cadastro de prestadores do Ministério do Turismo. A inclusão nesse órgão é obrigatória para todas as empresas de turismo de aventura no Brasil, e impõe o respeito a uma série de normas fiscais, além da indicação dos responsáveis pelas atividades. Por meio do <em>site</em>, com o número da inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e nome, é possível verificar se a prestadora de serviço está regularizada.</p>
<p>Outra referência é o Decreto 7.381/10 que, desde 2010, exige sistema de gestão de segurança para toda atividade oferecida. A regra tem por base a norma NBR ISO 21101, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).</p>
<p>&#8220;Isso significa que a empresa tem procedimentos escritos, <em>checklist</em> de equipamentos, treinamento de equipe e plano de emergência. Pergunte: ‘vocês seguem a ISO 21101?’ Se a pessoa não souber responder, é sinal de alerta&#8221;, explica Vinicius Viegas, Diretor de Mercados da Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta) e empresário do setor.</p>
<p>Segundo ele, a forma como a empresa permite o pagamento pelo serviço também é um sinal de alerta. Empresas sem CNPJ não emitem nota e não fazem contrato de prestação de serviços. Esse é um indício de pouca experiência e profissionalização.</p>
<p>Além do Cadastur, a ABNT também mantém cadastro de prestadores que seguem as regras para suas atividades, além de manter mais de 50 normas técnicas para atividades de turismo de aventura, das quais 27 têm creditação ISO. Tais normas servem de referência para o próprio setor, governos e podem ser referência também para os viajantes.</p>
<p>Segundo a ABNT, as próprias empresas fazem questão de divulgar que seguem as normas da entidade, pois é uma validação do serviço prestado.</p>
<h2>Consumidor atento</h2>
<p>A percepção de informalidade é uma constante no meio, segundo Viegas, e tem relação com a pouca estrutura de fiscalização dos órgãos públicos e por uma percepção generalizada de que esse tipo de atividade não exige tanto rigor quanto outros setores da economia.</p>
<p>&#8220;Muita gente cresceu vendo atividades como rapel, tirolesa ou trilha sendo oferecidas sem qualquer qualificação formal. Isso criou a falsa percepção de que é uma atividade simples, que qualquer um pode fazer. O preço baixo vence a segurança.&#8221;</p>
<p>Isso favorece desequilíbrio, pois atuar com equipamento certificado, manutenção adequada, seguros, certificação e qualificação dos profissionais impões custos. Para quem não atua com isso é muito mais simples atrair o consumidor pelo apelo do custo mais baixo.</p>
<h2>Poder público</h2>
<p>A fiscalização pelo poder público também é muito importante. Enquanto a União organiza as regras, por meio dos marcos legais, cabe às outras esferas fazer cumprir. Os municípios, por exemplo, podem exigir o Cadastur para liberar alvarás de funcionamento, como ocorre no município de Brotas (SP).</p>
<p>&#8220;A discussão sobre mecanismos capazes de ampliar a formalização das empresas do setor é legítima e necessária. No entanto, eventuais exigências vinculadas à emissão de alvarás e licenças devem observar a legislação vigente, a autonomia administrativa dos municípios e as diferentes capacidades institucionais existentes no país&#8221;, destaca Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM).</p>
<p>Ele defende que os municípios exerçam papel relevante, especialmente no planejamento territorial, na gestão dos atrativos turísticos locais, no licenciamento das atividades sob sua competência e na articulação dos atores que compõem a governança do turismo.</p>
<p>A isso se soma a importância do combate à informalidade, de acordo com a CNM. As soluções passam por implementar políticas públicas integradas, qualificar prestadores de serviços, respeitar normas técnicas e promover a consolidação de instâncias de governança no setor.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/turismo-de-aventura-tem-regras-estabelecidas-falta-fiscalizacao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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