<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>requer Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<atom:link href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/requer/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Portal de Notícias</description>
	<lastBuildDate>Sun, 12 Apr 2026 12:22:37 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/01/cropped-logo-v2-27-01-2025-14-58-29-27-01-2025_15-21-26.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>requer Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">240766857</site>	<item>
		<title>Saneamento básico na Maré requer ações integradas, defende ONG</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saneamento-basico-na-mare-requer-acoes-integradas-defende-ong/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 12:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ações]]></category>
		<category><![CDATA[básico]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[defende]]></category>
		<category><![CDATA[integradas]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Maré]]></category>
		<category><![CDATA[requer]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saneamento-basico-na-mare-requer-acoes-integradas-defende-ong/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A solução definitiva para o saneamento básico no Complexo da Maré passa por soluções integradas, de esgotamento sanitário, abastecimento de água, drenagem e coleta de lixo. A avaliação é do coordenador da organização social Redes da Maré Maurício Dutra, que também defende a transparência e participação da comunidade nas obras. “Qualquer projeto de saneamento precisa considerar [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saneamento-basico-na-mare-requer-acoes-integradas-defende-ong/">Saneamento básico na Maré requer ações integradas, defende ONG</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A solução definitiva para o saneamento básico no Complexo da Maré passa por soluções integradas, de esgotamento sanitário, abastecimento de água, drenagem e coleta de lixo. A avaliação é do coordenador da organização social Redes da Maré Maurício Dutra, que também defende a transparência e participação da comunidade nas obras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Saneamento-basico-na-Mare-requer-acoes-integradas-defende-ONG.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Qualquer projeto de saneamento precisa considerar o crescimento populacional, as características urbanas da região, os impactos de chuvas intensas, que, frequentemente, provocam alagamento e mistura de água pluvial e esgoto”, afirma Dutra.</p>
<p>Ele é coordenador do Eixo Direitos Urbanos e Socioambientais da Redes e morador da Nova Holanda, uma das 16 favelas que compõem o Complexo da Maré.</p>
<p>Nas contas da organização que atua na comunidade desde a década de 1980, cerca de 200 mil moradores sofrem com saneamento precário. Oriunda de ocupações e palafitas às margens da Baía de Guanabara, a Maré cresceu sem infraestrutura urbana, reflexo de “um histórico de desigualdade na urbanização da cidade”, avalia Maurício Dutra.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Saneamento-basico-na-Mare-requer-acoes-integradas-defende-ONG.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/04/2026 - Lixão à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Salsa e Merengue. Saneamento básico em localidades do Complexo da Maré. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Lixão à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Novo Pinheiro, antes conhecida como Salsa e Merengue &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>“A expansão desses serviços [de saneamento, na cidade] nunca foi homogênea&#8221;, destaca o coordenador. Segundo ele, foram priorizadas &#8220;áreas de interesse econômico e político, especialmente as regiões mais ricas”, fruto de escolhas políticas.</p>
<p>Além disso, de acordo com o coordenador, menos de 1% do esgoto produzido na Maré é efetivamente tratado em estações próximas, enquanto parte significativa é despejada em canais e valões da região e que desaguam na Baía de Guanabara.</p>
<p>Recentemente, a concessionária Águas do Rio anunciou R$ 120 milhões em investimentos na Maré. A intenção é modernizar o abastecimento, intensificar a ligação de residências à rede de esgoto e instalar uma nova tubulação que captará os rejeitos para tratamento.</p>
<p>“O tronco coletor [a tubulação] atende uma das frentes dessa visão macro do saneamento, do esgotamento”, diz Dutra, que cobra a prefeitura do Rio. “Mantemos a mobilização intensa para ter resolvidas a questão dos alagamentos e a gestão dos resíduos sólidos”, reforça. Segundo a Redes, a Maré produz 2% do lixo da cidade do Rio.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775996555_113_Saneamento-basico-na-Mare-requer-acoes-integradas-defende-ONG.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/04/2026 - Lixão à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Salsa e Merengue. Saneamento básico em localidades do Complexo da Maré. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Descarte inadequado de lixo à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Novo Pinheiro, antiga Salsa e Merengue &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O descarte inadequado de lixo também preocupa a Águas do Rio, por risco de contaminação e entupimento do esgoto. “Não adianta a gente fazer a rede de esgoto e o lixo, quando chover, ir para dentro das redes”, analisa o presidente da concessionária, Anselmo Leal.</p>
<p>O gestor concorda que o problema é social e deve ser resolvido de forma integrada com o Poder Público. Ele acredita que mais investimentos públicos virão.</p>
<p>“Observamos que, quando a gente entra e consegue regularizar a questão do saneamento, as autoridades acabam se inspirando e gerando um ambiente próspero”, afirma o presidente da concessionária.</p>
<h2>Lixão da antiga Salsa e Merengue</h2>
<p>Na Maré, melhorias na coleta de lixo devem chegar com o PAC Periferia Viva, realização do governo federal, em fase de licitação, com a prefeitura. A iniciativa prevê a instalação de cinco ecopontos com caixas compactadoras para dar conta do descarte de lixo 24 horas. Um dos pontos será em Novo Pinheiro, comunidade conhecida antes por Salsa e Merengue.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775996555_304_Saneamento-basico-na-Mare-requer-acoes-integradas-defende-ONG.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/04/2026 - Crianças jogam lixo no lixão à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Salsa e Merengue. Saneamento básico em localidades do Complexo da Maré. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Crianças descartam lixo à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Novo Pinheiro, antiga Salsa e Merengue &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Ali, em substituição a um depósito irregular de lixo, às margens da Baía da Guanabara, o PAC prevê uma área urbanizada, com equipamentos de lazer e parquinho infantil.</p>
<p>“É verdade, tia, que vai ter um parquinho infantil aqui?’, pergunta o menino Pedro Dantas*, de 6 anos, à reportagem da Agência Brasil, enquanto leva uma sacolinha de lixo de casa para o descarte. Com ele, em meio ao lixo, moscas e mau cheiro, o irmão de 4 anos anda de bicicleta.</p>
<p>Segundo a prefeitura, as obras do novo Parque Linear estão em fase de contratação.</p>
<p><em>*Nome fictício para preservar a identidade da criança.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/saneamento-basico-na-mare-requer-acoes-integradas-defende-ong" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saneamento-basico-na-mare-requer-acoes-integradas-defende-ong/">Saneamento básico na Maré requer ações integradas, defende ONG</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">22119</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Combate ao feminicídio requer mudança cultural, defende Janja</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-janja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 21:43:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[combate]]></category>
		<category><![CDATA[cultural]]></category>
		<category><![CDATA[defende]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Janja]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[requer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-janja/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Brasil atingiu o recorde de 1.470 mulheres mortas no ano passado. A socióloga e primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, acredita que o fato de os homens terem projeção no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio revela uma convergência de esforços para que as medidas contra a morte de mulheres possam avançar no país.  [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-janja/">Combate ao feminicídio requer mudança cultural, defende Janja</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil atingiu o recorde de 1.470 mulheres mortas no ano passado. A socióloga e primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, acredita que o fato de os homens terem projeção no Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio revela uma convergência de esforços para que as medidas contra a morte de mulheres possam avançar no país. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-Janja.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O pacto é importante porque o objetivo é que as mulheres sejam protegidas, ressaltou Janja, acrescentando, no entanto, que é preciso melhorar o monitoramento do agressor.</p>
<p>“A gente quer que a engrenagem funcione”, sustentou, ao participar nesta terça-feira (3) do <em>Programa Sem Censura</em>, da TV Brasil. </p>
<p>Para a primeira-dama, é necessário falar sobre o tema do feminicídio, mas também agir. </p>
<p>“Não se pode normalizar esses crimes que acontecem no Brasil e no mundo, porque existe um discurso de ódio muito violento nas redes sociais”, alertou. </p>
<p>“E isso não tem limite de acesso [a esse discurso] e de idade”, destacou, ressaltando que são mais de 140 canais nas redes sociais que disseminam discursos de ódio contra as mulheres.</p>
<p>Janja disse se orgulhar de ter levado o tema do feminicídio para o centro do governo e fazer com que os poderes caminhem juntos para uma solução. </p>
<p>Ela lembrou que a ideia do pacto ter representantes dos Três Poderes é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, algo inédito no mundo.</p>
<p>Na avaliação da socióloga e primeira-dama, a questão do feminicídio atinge todas as mulheres, uma vez que progressistas e conservadoras morrem do mesmo jeito. </p>
<p>“Da mesma bala e da mesma faca”, afirmou. </p>
<p>O Comitê Interinstitucional do Pacto apresentará nesta quarta-feira (4), em Brasília, as principais ações que unificam esse esforço, visando chegar a uma sociedade em que as mulheres se sintam seguras no ambiente de trabalho, na rua e em casa. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-Janja.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/03/2026 - A primeira dama Janja Lula da Silva participa do programa Sem Censura, da TV Brasil, com a apresentadora Cissa Guimarães. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Primeira-dama Janja Lula da Silva (C), diretora da TV Brasil, Antônia Pellegrino (D) e Daniela Grelin (E), do No More Foundation, no programa Sem Censura, com a apresentadora Cissa Guimarães &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil<br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
<p>Para a primeira-dama, é preciso entender que a responsabilidade é de cada um e também do Estado brasileiro. </p>
<p>“Esse rumo é que a gente precisa corrigir”, defendeu. </p>
<p>Janja deixou claro que o principal papel do pacto é a mudança cultural, e que acredita que nas novas gerações essa mudança possa ser efetivada.</p>
<p>A apresentadora do <em>Sem Censura</em>, Cissa Guimarães, recebeu também no programa a diretora executiva da organização global No More Foundation, Daniela Grelin, que propõe ações de mobilização social para dar um basta à violência contra a mulher no Brasil.</p>
<p>A diretora de Conteúdo e Programação da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Antonia Pellegrino, apresentou no programa a campanha <em>Feminicídio Nunca Mais</em>, realizada pela TV Brasil em parceria com a No More Foundation, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF). </p>
<p>A campanha será lançada logo mais à noite, no Santuário do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-janja" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/combate-ao-feminicidio-requer-mudanca-cultural-defende-janja/">Combate ao feminicídio requer mudança cultural, defende Janja</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17663</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Carnaval requer prevenção de acidentes com rede elétrica, diz Abradee</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-requer-prevencao-de-acidentes-com-rede-eletrica-diz-abradee/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Feb 2026 14:49:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abradee]]></category>
		<category><![CDATA[acidentes]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[diz]]></category>
		<category><![CDATA[Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[requer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-requer-prevencao-de-acidentes-com-rede-eletrica-diz-abradee/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Período de relaxamento e comemoração, o Carnaval requer atenção à prevenção de acidentes com a rede elétrica, alerta o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira, em entrevista à Agência Brasil.  A Abradee destaca que, no primeiro trimestre do ano passado, foram registrados 176 acidentes envolvendo a rede no país, e o carnaval [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-requer-prevencao-de-acidentes-com-rede-eletrica-diz-abradee/">Carnaval requer prevenção de acidentes com rede elétrica, diz Abradee</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Período de relaxamento e comemoração, o Carnaval requer atenção à prevenção de acidentes com a rede elétrica, alerta o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira, em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-requer-prevencao-de-acidentes-com-rede-eletrica-diz-Abradee.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Abradee destaca que, no primeiro trimestre do ano passado, foram registrados 176 acidentes envolvendo a rede no país, e o carnaval é um período em que pode haver descuido e aumento dos riscos de incidentes desse tipo. </p>
<p><strong>Entre os acidentes registrados entre janeiro e março de 2025 no país, 65 resultaram em mortes. No mesmo período de 2024, foram 177 acidentes, com 81 mortes.</strong></p>
<p>Madureira avaliou que a queda do número de mortes observada na comparação entre o primeiro trimestre de 2025 e o de 2024 é um bom sinal, “mas não é um sinal de satisfação. Ainda há acidentes fatais. A gente tem que buscar acidente zero”, concluiu.</p>
<h2>Fatores de risco</h2>
<p>De acordo com o presidente da Abradee, os dados reforçam a necessidade de ações contínuas de prevenção e conscientização das pessoas, especialmente em períodos de festas populares, chuvas de verão e atividades informais em áreas urbanas.</p>
<p><strong>Entre os fatores de risco estão o contato de serpentinas metálicas com fios, ligações clandestinas e a proximidade de estruturas metálicas da rede elétrica</strong>, que ampliam de forma significativa o risco de choques, curtos-circuitos, incêndio e acidentes fatais.</p>
<p>No caso das serpentinas metálicas, Marcos Madureira lembrou que elas conduzem energia elétrica e, ao terem contato com a rede elétrica, podem estabelecer um elemento de conexão entre as pessoas que estão lançando, aquelas que se encontram próximas do local e a rede elétrica.</p>
<p>“São cuidados importantes que se tem que ter para garantir segurança”.</p>
<p>Na instalação de arquibancadas, estruturas de apoio ou de barracas, por exemplo, Madureira disse que as distribuidoras devem ser procuradas para fazer as conexões da forma correta. <strong>Fios desencapados, partidos ou não aterrados de forma conveniente podem oferecer riscos às pessoas.</strong></p>
<p>“As distribuidoras disponibilizam equipes exatamente para que essas conexões sejam feitas de forma adequada. Muitas vezes, as pessoas fazem gambiarras que colocam em risco a população”.</p>
<p><strong>Em relação a carros alegóricos e trios elétricos, que tendem a ser cada vez mais altos, a preocupação é que não se aproximem da rede elétrica.</strong> Nesse caso, Marcos Madureira indicou a necessidade de ser feito um trabalho prévio junto ao Corpo de Bombeiros e à distribuidora.</p>
<p>“Isso é fundamental, porque permite que a rede possa ser elevada, criando condições de segurança para a passagem dos veículos, dentro do limite de altura pré estabelecido”.</p>
<p>Outro ponto relevante, acrescenta, é o trânsito inadequado do público em carros onde ficam os músicos que embalam as festas, o que aumenta os riscos.</p>
<p>“Brincar o Carnaval com segurança é manter distância dos fios e sempre contar com a orientação técnica das distribuidoras”.</p>
<h2>Campanha</h2>
<p>No próximo mês de junho, a Abradee lançará a Campanha Nacional de Segurança com a Rede Elétrica, que ocorre todo ano.</p>
<p>A iniciativa tem como objetivo ampliar o alcance das informações preventivas, orientar a população sobre comportamentos seguros e reforçar que a convivência com a energia elétrica exige atenção permanente.</p>
<p>Durante o lançamento da campanha, a entidade divulgará dados consolidados sobre acidentes com a rede elétrica referentes ao ano de 2025.</p>
<p>“Nós procuramos identificar quais são os principais acidentes com a população e fazer com que a campanha tenha foco sobre essas causas”.</p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/carnaval-requer-prevencao-de-acidentes-com-rede-eletrica-diz-abradee" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-requer-prevencao-de-acidentes-com-rede-eletrica-diz-abradee/">Carnaval requer prevenção de acidentes com rede elétrica, diz Abradee</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">15474</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
