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	<title>risco Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>risco Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Risco de morte materna cai até 31% entre quem recebe o Bolsa Família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:24:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudos desenvolvidos ao longo da última década por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia, associam a participação no Programa Bolsa Família à redução da mortalidade materna e infantil.  Também foi observada queda na incidência de doenças infecciosas e de internações relacionadas a transtornos mentais.  Uma das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estudos desenvolvidos ao longo da última década por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs), da Fiocruz Bahia, associam a participação no Programa Bolsa Família à redução da mortalidade materna e infantil. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Risco-de-morte-materna-cai-ate-31-entre-quem-recebe.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Também foi observada queda na incidência de doenças infecciosas e de internações relacionadas a transtornos mentais. </p>
<p>Uma das evidências consideradas mais robustas pelos pesquisadores está relacionada à saúde materna e infantil. Entre as mulheres beneficiárias do programa, o risco de morte por causas relacionadas à gravidez e ao parto foi até 31% menor em comparação com aquelas que não recebiam o benefício. </p>
<p>Segundo os pesquisadores, o resultado está associado, entre outros fatores, ao maior acesso ao pré-natal e aos serviços de saúde estimulados pelas condicionalidades do programa.</p>
<p>Os efeitos também aparecem no início da vida. Em estudo que analisou mais de 4 milhões de nascimentos, as gestantes beneficiárias apresentaram menor probabilidade de dar à luz crianças com baixo peso ao nascer. O impacto foi ainda mais expressivo entre mães pretas e indígenas. </p>
<p>Outras pesquisas identificaram redução na ocorrência de partos prematuros e queda de 16% na mortalidade de crianças menores de cinco anos entre famílias atendidas pelo programa.</p>
<h2>Doenças </h2>
<p>O conjunto de estudos também revelou impactos importantes sobre doenças associadas à pobreza. No caso da tuberculose, por exemplo, beneficiários do Bolsa Família tiveram incidência 41% menor da doença e redução de 31% no risco de morte após o diagnóstico. Entre indígenas, a queda da mortalidade foi ainda mais expressiva.</p>
<p>Resultados semelhantes foram observados em relação ao HIV/Aids. O acompanhamento de mais de 22 milhões de brasileiros mostrou menor incidência da doença, menor mortalidade e melhores indicadores entre os grupos mais pobres da população.</p>
<p>Os pesquisadores também identificaram redução da ocorrência de hanseníase em municípios com alta transmissão e aumento das taxas de adesão ao tratamento e de cura entre os beneficiários.</p>
<h2>Saúde mental</h2>
<p>Um dos estudos apontou que a taxa de suicídio foi 56% menor entre pessoas atendidas pelo Bolsa Família. Outras análises apontaram redução das hospitalizações por transtornos psiquiátricos e por problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas, especialmente nos municípios com maiores índices de pobreza.</p>
<p>Para o epidemiologista Mauricio Barreto, da Fiocruz Bahia, os resultados ajudam a compreender como fatores econômicos e sociais influenciam diretamente os desfechos em saúde. </p>
<p>“Inúmeros problemas de saúde são determinados por fatores sociais e econômicos, especialmente a pobreza e as desigualdades. Reduzir a pobreza e incentivar o uso dos serviços de saúde, educação e assistência social deve fazer parte dos esforços para tornar a população brasileira mais saudável”, disse.</p>
<h2>Pesquisas</h2>
<p>Os resultados foram apresentados nesta semana durante <em>webinar </em>que reuniu cientistas brasileiros e estrangeiros para discutir os principais achados produzidos a partir da chamada Coorte dos 100 Milhões de Brasileiros.</p>
<p>As pesquisas utilizaram dados do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) cruzados com informações sobre nascimentos, hospitalizações, notificações de doenças e óbitos. A partir desse conjunto de dados, os pesquisadores buscaram medir os efeitos da transferência de renda sobre a saúde da população mais vulnerável do país.</p>
<p>Segundo Mauricio Barreto, os estudos reforçam que o combate à pobreza deve ser entendido também como uma estratégia de promoção da saúde.</p>
<p>“A existência do Sistema Único de Saúde é fundamental para proteger e atender às necessidades da população, mas quando ele atua em conjunto com um programa robusto de proteção social, como o Bolsa Família, torna-se possível reduzir os efeitos dos principais determinantes sociais que afetam negativamente a saúde”, afirmou durante o encontro.</p>
<p>Os pesquisadores destacam que os estudos foram realizados com base em metodologias de avaliação consideradas inovadoras para políticas públicas, permitindo comparar grupos populacionais com características semelhantes e estimar os efeitos do programa ao longo do tempo.</p>
<p>As evidências produzidas pelo Cidacs ao longo dos últimos dez anos reforçam, segundo os autores, a importância da integração entre políticas de proteção social e o sistema de saúde. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/risco-de-morte-materna-cai-ate-31-entre-quem-recebe-o-bolsa-familia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Contaminação por mercúrio coloca gestantes e bebês Munduruku em risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 10:59:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres gestantes da Terra Indígena Munduruku, na região do Médio Tapajós, no Pará, têm mercúrio no corpo em níveis quatro vezes e meio acima do limite seguro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nenhum organismo deveria possuir mais do que 2 microgramas do metal para cada grama de cabelo (µg/g). Os níveis encontrados nelas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mulheres gestantes da Terra Indígena Munduruku, na região do Médio Tapajós, no Pará, têm mercúrio no corpo em níveis quatro vezes e meio acima do limite seguro estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nenhum organismo deveria possuir mais do que 2 microgramas do metal para cada grama de cabelo (µg/g). Os níveis encontrados nelas são, em média, de 9,1 µg/g.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-Munduruku-em-risco.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados fazem parte do resultado preliminar do <em>Estudo Longitudinal de Gestantes e Recém-Nascidos Indígenas Expostos ao Mercúrio na Amazônia</em>, realizado por pesquisadores da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz).</p>
<p>Os números foram apresentados nesta quarta-feira (3) pelo coordenador da pesquisa Paulo Basta, durante a Rio Nature &amp; Climate Week, a semana do clima do Rio de Janeiro.</p>
<p>Das 195 mulheres monitoradas, 97% têm mercúrio no corpo acima do nível seguro. No caso mais extremo, uma delas apresentou 39,9 µg/g do metal, 20 vezes acima do tolerável.</p>
<p>Deste total, 134 mulheres já deram à luz. Os bebês também são acompanhados pelos pesquisadores. Cerca de 90% deles já nascem contaminados pelo mercúrio. O metal passa da mãe para a criança pela placenta.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-Munduruku-em-risco.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 - O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz, Paulo Basta, participa da mesa do Rio Nature &amp; Climate Week com o tema Tapajós Vivo: Desafios, Soluções, Saberes Tradicionais e Ciência Comunitária a Serviço do Bem-Viver, no Pier Space. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p>Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 &#8211; O pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz &#8211; Fiocruz, Paulo Basta, participa da mesa do Rio Nature &amp; Climate Week. Ele foi o  coordenador da pesquisa sobre Indígenas expostos a mercúrio na Amazônia  Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</p>
<p>Os bebês têm em média concentrações de 5,8 µg/g, três vezes acima do limite. Em um caso extremo, um deles apresentou 30,8 µg/g, 15 vezes acima do nível seguro.</p>
<p>“Esse bebê é monitorado ao longo dos primeiros dois anos de vida em diferentes momentos. São acompanhadas as curvas de crescimento, de peso para a idade, de estatura, entre outros. A nossa hipótese é que a exposição durante o período pré-natal ao mercúrio provoca retardo nesses marcos do neurodesenvolvimento”, diz Paulo Basta.</p>
<p>“O mercúrio se converte em uma neurotoxina que vai afetar principalmente o tecido do sistema nervoso central. Uma lesão que ocorre no sistema nervoso central é uma lesão irreversível. As pessoas vão ter que lidar com esse problema para sempre”, completa.</p>
<p>O pesquisador cita crescimento de crianças nascendo com doenças neurológicas raras, síndromes, anomalias congênitas e doenças sem um diagnóstico formado ainda. Todas suspeitas de terem relação com a contaminação por mercúrio. Ele também destacou que o distrito sanitário especial indígena Rio Tapajós foi a unidade de saúde que mais demandou cadeiras de rodas para o Ministério da Saúde.</p>
<p>“É importante que esses dados se convertam em estatísticas oficiais, o que não existiam até muito recentemente no Brasil. O nosso sistema ainda não tem disponível uma ficha de notificação para os casos de contaminação específica por mercúrio”, disse Paulo.</p>
<p>“Apesar dessas limitações, temos 751 casos identificados de indígenas contaminados por mercúrio com confirmação laboratorial.  Desse conjunto, 318 são do Pará e 378 são de Roraima, ligados ao povo Yanomami”, completa.</p>
<h2>Revolta com diagnóstico</h2>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1780570771_851_Contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-Munduruku-em-risco.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 - A coordenadora da Associação Indígena Pariri, Alessandra Munduruku, participa da mesa do Rio Nature &amp; Climate Week com o tema tema Tapajós Vivo: Desafios, Soluções, Saberes Tradicionais e Ciência Comunitária a Serviço do Bem-Viver, no Pier Space. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil" title="Rovena Rosa/Agência Brasil"/></p>
<p>Rio de Janeiro (RJ), 03/06/2026 &#8211;  Alessandra Munduruku participa da mesa do Rio Nature &amp; Climate Week Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</p>
<p>A liderança Alessandra Korap Munduruku conta que houve uma comoção coletiva quando os primeiros resultados de contaminação por mercúrio foram divulgados em 2022. A primeira parte do estudo, que monitorava indivíduos de todas as idades, começou em 2019 em três aldeias da terra Sawré Muybu.</p>
<p>“Estávamos doentes, mas sem exames, não sabíamos o que estava acontecendo. Quando tivemos os resultados, fizemos uma reunião e as mulheres estavam bem revoltadas. Perguntavam se deveriam interromper a gravidez porque o útero estaria contaminado e o leite materno também poderia contaminar os filhos”, conta.</p>
<p>A região onde vive o povo Munduruku tem sido afetada pelo garimpo ilegal de ouro há décadas. O mercúrio é utilizado no garimpo para separar o ouro da terra. A prática contamina os rios e os seres que vivem nele. O metal entra no organismo humano principalmente pelo consumo de peixes contaminados.</p>
<p>“Nossa principal fonte de alimento é o peixe e não há como fugir disso. Para quem mora na cidade é muito fácil. Vão nas prateleiras, compram frango e carne, tem outras opções. O coração dói quando vê a situação do povo, porque eles não têm como sair do território e ir para outro lugar”, diz Alessandra.</p>
<p>“O lugar é nosso. Porque precisamos dar nosso espaço para empresas, garimpo, mineração, hidrelétricas, ferrovias? Porque que a carne do índio é mais barata? É como se nós não existíssemos. Que progresso é esse que mata rios, florestas e expulsa os povos?”, indaga.</p>
<h2>Rastro do garimpo</h2>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-Munduruku-em-risco.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="A 17ª Brigada de Infantaria de Selva, com a participação de Órgãos Estaduais e Federais, no contexto da Operação (Op) de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) VERDE BRASIL/17, realizou ação repressiva contra garimpos ilegais na região da Unidade de" title="Divulgação/Ministerio da Defesa"/></p>
<p> Os impactos negativos do garimpo não decorrem apenas da extração ilegal, segundo análise da Climate Policy Initiative. Foto Divulgação/Ministério da Defesa</p>
<p>Cerca de 92% da área garimpada legal ou ilegal no Brasil se concentra na Amazônia, segundo dados do MapBiomas. A estimativa é que 85% dos garimpos no país se dedicam à extração de ouro.</p>
<p>O índice alto de ilegalidade no setor traz impactos socioambientais para além da contaminação por mercúrio: desmatamento, violência, conflito com povos tradicionais trabalho escravo, sonegação de impostos e evasão de divisas.</p>
<p>Estudo divulgado esta semana pelo Greenpeace mostra como Permissões de Lavra Garimpeira (PLGs) são usadas para venda de ouro extraído ilegalmente da Amazônia, com impactos em terras indígenas e áreas protegidas. A estratégia permite escapar do licenciamento ambiental mais rigoroso e das regras da mineração industrial, além de facilitar a lavagem de ouro.</p>
<p>Porém, os impactos negativos do garimpo não decorrem apenas da extração ilegal, segundo análise da Climate Policy Initiative. A atividade é regulamentada no Brasil principalmente pelo Código de Mineração, pela Lei nº 7.805/1989 e por normas da Agência Nacional de Mineração (ANM).</p>
<p>Para os analistas, flexibilizações indevidas do licenciamento ambiental em âmbito estadual e falta de transparência para implementar salvaguardas socioambientais enfraquecem o controle da atividade.</p>
<p>A promotora do Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), Eliane Moreira, reforça a responsabilidade dos entes públicos de todos os níveis no ciclo que envolve o garimpo e a contaminação dos povos indígenas por mercúrio.</p>
<p>“Essa grande contaminação de mercúrio acontece a partir de um licenciamento bastante frágil. Em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), não há estrutura institucional para uma fiscalização suficiente e existe um ambiente propício para toda essa tragédia”, diz a procuradora.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/contaminacao-por-mercurio-coloca-gestantes-e-bebes-munduruku-em-risco" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Chuva em Manaus gera ocorrências e alerta para áreas de risco</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/chuva-em-manaus-gera-ocorrencias-e-alerta-para-areas-de-risco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 18:50:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A chuva que atingiu Manaus neste domingo (31) provocou três ocorrências registradas pela Defesa Civil Municipal. De acordo com a Prefeitura de Manaus, duas situações envolveram risco de desabamento na zona Norte e uma ocorrência de infiltração na zona Sul. Os registros chegaram por meio da Central 199, canal de atendimento que funciona 24 horas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A chuva que atingiu Manaus neste domingo (31) provocou três ocorrências registradas pela Defesa Civil Municipal. De acordo com a Prefeitura de Manaus, duas situações envolveram risco de desabamento na zona Norte e uma ocorrência de infiltração na zona Sul.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os registros chegaram por meio da Central 199, canal de atendimento que funciona 24 horas no Centro de Cooperação da Cidade (CCC). Logo após os chamados, equipes da Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil Municipal (Sepdec) seguiram para os locais afetados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Região do igarapé do 40 lidera acumulado de chuva</p>
<p class="wp-block-paragraph">Dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e da Prefeitura de Manaus mostram que a área do igarapé do 40 registrou o maior volume de chuva nas últimas 24 horas, com 48,4 milímetros.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O igarapé do Mindu aparece em seguida, com 36,2 milímetros. A Cidade de Deus acumulou 34,7 milímetros, enquanto o bairro da União registrou 34,5 milímetros. Já o Jorge Teixeira contabilizou 13 milímetros e a Colônia Antônio Aleixo somou 6,2 milímetros.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Defesa Civil envia alertas para moradores</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Defesa Civil utilizou o sistema Defesa Civil Alerta (DCA) para informar a população sobre a possibilidade de chuvas intensas, alagamentos e deslizamentos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, as equipes mantêm vigilância constante nas áreas consideradas mais vulneráveis. O trabalho ocorre em conjunto com outros órgãos municipais para garantir respostas rápidas em caso de necessidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Atendimento funciona durante 24 horas</p>
<p class="wp-block-paragraph">Moradores que precisarem de ajuda podem acionar a Defesa Civil pelo Disque 199. O serviço funciona todos os dias, sem interrupção.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A população também pode solicitar atendimento pelo número (92) 98802-3547.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A prefeitura orienta os moradores a procurarem locais seguros em situações de risco e a comunicarem qualquer ocorrência aos canais oficiais.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Recomendações para o período chuvoso</p>
<p class="wp-block-paragraph">A Defesa Civil recomenda que a população evite áreas alagadas, igarapés e encostas com risco de deslizamento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Quem estiver dirigindo deve reduzir a velocidade em vias molhadas e manter distância segura dos demais veículos. Sempre que possível, o motorista deve optar por trajetos alternativos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Moradores de áreas de risco precisam ficar atentos a rachaduras em imóveis, movimentações de terra ou outros sinais de instabilidade. Caso identifiquem qualquer situação de perigo, devem acionar imediatamente a Defesa Civil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: </p>
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		<title>Alerta severo: Defesa Civil alerta para risco de deslizamentos em nove municípios do Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/alerta-severo-defesa-civil-alerta-para-risco-de-deslizamentos-em-nove-municipios-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 16:06:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Defesa Civil do Amazonas emitiu um alerta crítico para nove municípios que registraram fortes chuvas nos últimos dias. Segundo o órgão, o grande volume de precipitações aumentou o risco de deslizamentos de terra, desabamentos de estruturas e outros incidentes relacionados ao encharcamento do solo. O aviso contempla os municípios de Manaus, Iranduba, Manaquiri, Manacapuru, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A Defesa Civil do Amazonas emitiu um alerta crítico para nove municípios que registraram fortes chuvas nos últimos dias. Segundo o órgão, o grande volume de precipitações aumentou o risco de deslizamentos de terra, desabamentos de estruturas e outros incidentes relacionados ao encharcamento do solo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O aviso contempla os municípios de Manaus, Iranduba, Manaquiri, Manacapuru, Itacoatiara, Maués, Beruri, Careiro e Careiro da Várzea.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Chuvas intensas deixam solo instável</h2>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Defesa Civil, o acúmulo de água registrado nas últimas horas deixou o terreno mais vulnerável a movimentações de massa, especialmente em áreas de barrancos, encostas e regiões com ocupação irregular.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, comunidades que possuem construções em locais considerados de risco exigem atenção redobrada. Nesses pontos, a possibilidade de deslizamentos e desabamentos aumenta significativamente durante períodos de chuva intensa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por isso, as autoridades recomendam que os moradores acompanhem as condições do terreno e observem possíveis alterações nas estruturas das residências.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sinais podem indicar risco iminente</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A Defesa Civil orienta a população a ficar atenta a indícios que podem anteceder acidentes.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais sinais de alerta estão:</p>
<li>Rachaduras em paredes, pisos e muros;</li>
<li>Estalos em pilares, vigas e estruturas;</li>
<li>Inclinação de árvores e postes;</li>
<li>Movimentação de terra próxima a residências;</li>
<li>Afundamento ou deformação do solo.</li>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o órgão, identificar esses sinais com antecedência pode evitar tragédias e permitir a adoção de medidas preventivas para proteger vidas e patrimônios.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Moradores devem sair do imóvel em caso de perigo</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Caso percebam qualquer sinal de instabilidade, os moradores devem deixar o imóvel imediatamente e buscar abrigo em local seguro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a Defesa Civil reforça que toda situação de risco deve ser comunicada às autoridades competentes para avaliação técnica e adoção das medidas necessárias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em situações de emergência, a população pode acionar:</p>
<li>Defesa Civil: 199</li>
<li>Corpo de Bombeiros Militar do Amazonas: 193</li>
<h2 class="wp-block-heading">Monitoramento segue nos municípios em alerta</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o alerta permanece em vigor, equipes da Defesa Civil continuam monitorando as condições climáticas e acompanhando áreas classificadas como de maior vulnerabilidade nos municípios afetados.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, o órgão busca identificar riscos com antecedência e reduzir os impactos provocados pelas fortes chuvas que atingem diversas regiões do Amazonas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>Risco cardíaco dobra para pacientes com doença de Chagas após cirurgia</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/risco-cardiaco-dobra-para-pacientes-com-doenca-de-chagas-apos-cirurgia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 10:38:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[após]]></category>
		<category><![CDATA[cardíaco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portadores de doença de Chagas que apresentam arritmias graves têm mais risco de mortalidade do que outros grupos com doenças do coração. A informação é uma das conclusões de estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP. O estudo, que revisou dados de atendimento a pacientes com doença de Chagas que precisaram passar por cirurgias cardíacas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Portadores de doença de Chagas que apresentam arritmias graves têm mais risco de mortalidade do que outros grupos com doenças do coração. A informação é uma das conclusões de estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Medicina da USP.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Risco-cardiaco-dobra-para-pacientes-com-doenca-de-Chagas-apos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo, que revisou dados de atendimento a pacientes com doença de Chagas que precisaram passar por cirurgias cardíacas no Hospital das Clínicas, em São Paulo, encontrou um padrão preocupante: o risco de morte após as cirurgias é muito maior, cerca de 2,4 vezes, para esse público do que para portadores de outras doenças cardíacas em pós-operatório. Entre esse grupo a mortalidade geral, após a cirurgia, é de 36%.</p>
<p>&#8220;O estudo reflete que é necessário melhorar o cuidado em saúde do paciente com doença de Chagas de uma forma geral, considerando que a grande maioria dessa população é atendida no Sistema Único de Saúde (SUS)&#8221;, destaca Rodrigo Melo Kulchetscki, um dos autores do estudo e doutorando em cardiologia pela Faculdade de Medicina da USP.</p>
<p>A equipe destacou que o acompanhamento rigoroso da insuficiência cardíaca e de outras comorbidades após a alta hospitalar tem grande importância.</p>
<p>Isso indica, para os pesquisadores, que há necessidade de se pensar em procedimentos específicos de acompanhamento para esse grupo. O que aumenta esse risco, porém, não são as próprias arritmias. Ele até pode acontecer, mas sua incidência não é maior do que aquela que aparece para outras doenças cardíacas.</p>
<p>O aumento ocorre pelo que os pesquisadores destacaram como fatores não cardíacos, e tem relação com a complexidade da cirurgia.</p>
<p>A doença de Chagas é uma condição crônica causada por infecção pelo protozoário <em>Trypanosoma cruzi</em>, principalmente pelo contato com fluídos ou fezes do inseto barbeiro, que se alimenta do sangue de mamíferos, inclusive humanos, e é o reservatório natural do parasita. A infecção sobrecarrega órgãos internos, principalmente o coração e os intestinos, e pode causar lesões neles.</p>
<p>Com as lesões, o coração tem risco de funcionar mal, as arritmias graves, que podem ser fatais. A condição pode ser revertida com cirurgias que “queimam” as lesões. Esse processo é a chamada ablação por cateter e também é um procedimento usado para outras doenças cardíacas que levam a lesões no órgão.</p>
<p>Segundo o estudo, as operações para os pacientes com Chagas exigem normalmente o acesso à camada externa do coração, que é mais difícil. Isso se dá em quase 80% dos casos. Numa comparação, portadores de cardiopatia isquêmica, outra doença relevante, precisam desse tipo de intervenção em 15% dos casos. Como a intervenção é mais difícil, aumentam consideravelmente os riscos de complicações durante a operação e de instabilidade clínica, e por isso a mortalidade aumenta.</p>
<p>Os detalhes do estudo, que acompanhou 378 procedimentos cirúrgicos em 288 pacientes, ocorridos no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) entre 2011 e 2020, foram publicados na revista The Lancet Regional Health &#8211; Americas.</p>
<p>Os pesquisadores destacaram ainda que o estudo tem limites relacionados à própria estrutura do hospital: não foi possível realizar um número de acompanhamentos capaz de garantir fidelidade estatística em associações modestas, ou seja, não “enxerga”  situações específicas para esses pacientes; alguns exames, como o mapeamento eletroanatômico, não foram realizados em todos os pacientes, por restrições orçamentárias; não houve  acompanhamento da rotina de medicamentos dos pacientes ao longo da pesquisa, que durou cerca de oito anos para cada paciente. O protocolo de acompanhamento após as cirurgias também variou entre os casos, por fatores além do clínico.</p>
<p>“A retenção no período pós-alta foi alta em todos os grupos; no entanto, a duração do acompanhamento variou, o que reduz a precisão em momentos posteriores e pode subestimar a detecção de eventos tardios, principalmente entre pacientes de regiões remotas que enfrentam barreiras socioeconômicas e logísticas para o cuidado a longo prazo”, pondera o estudo, em tradução livre.</p>
<h2>Doença de Chagas ainda atinge milhões</h2>
<p>Atualmente, a estimativa é de que 7 milhões de pessoas tenham a doença de Chagas e de que outras 100 milhões residam em áreas de risco. Há de 30 a 40 mil novos casos por ano e menos de 10% dos infectados foram diagnosticados, normalmente aqueles que têm as versões mais agressivas do mal, presente em 21 países da América Latina e, de forma pontual, na América do Norte, Europa, Japão e Austrália.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/risco-cardiaco-dobra-para-pacientes-com-doenca-de-chagas-apos-cirurgia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ebola: dez países africanos estão sob alto risco, diz agência</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ebola-dez-paises-africanos-estao-sob-alto-risco-diz-agencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 18:56:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dez países africanos estão sob alto risco em meio aos surtos de ebola registrados na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda. A avaliação é do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do continente (CDC Africa, na sigla em inglês). “Temos dois países afetados e 10 países com alto risco”, disse o presidente [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dez países africanos estão sob alto risco em meio aos surtos de ebola registrados na República Democrática do Congo (RDC) e em Uganda. A avaliação é do Centro de Controle e Prevenção de Doenças do continente (CDC Africa, na sigla em inglês).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Ebola-dez-paises-africanos-estao-sob-alto-risco-diz-agencia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Temos dois países afetados e 10 países com alto risco”, disse o presidente da entidade, Jean Kaseya, durante entrevista coletiva, citando:</p>
<ul>
<li>Sudão do Sul,</li>
<li>Ruanda,</li>
<li>Quênia,</li>
<li>Zâmbia,</li>
<li>República Centro-Africana,</li>
<li>Tanzânia,</li>
<li>Etiópia,</li>
<li>Angola,</li>
<li>Congo e</li>
<li>Burundi.</li>
</ul>
<p>Segundo Kaseya, fatores como a proximidade com áreas afetadas pelo ebola e a existência de rotas de viagem ou rotas comerciais, além de fronteiras com baixo monitoramento de casos suspeitos contribuem para a classificação de alto risco.</p>
<p>Os demais países do continente, de acordo com o presidente do CDC Africa, foram classificados como em risco de registrar casos importados da doença. “Dependendo da forma como os surtos evoluírem, podemos reconsiderar essa classificação”.</p>
<h2>República Democrática do Congo</h2>
<p>Na sexta-feira (23), a Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou de “alto” para “muito alto” o risco imposto pelo surto de ebola na República Democrática do Congo. O anúncio foi feito pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.</p>
<p>“O surto de ebola da República Democrática do Congo está se espalhando rápido. Anteriormente, a OMS havia avaliado o risco como alto nos níveis nacional e regional e como baixo a nível global”, disse, em pronunciamento.</p>
<p>Dados da OMS mostram que, até o momento, 82 casos de ebola foram confirmados na RDC, além de sete mortes. “Mas sabemos que a epidemia no país é muito maior. Há quase 750 casos suspeitos e 177 mortes suspeitas”, destacou o diretor-geral.</p>
<h2>Uganda</h2>
<p>O Ministério da Saúde de Uganda reportou neste sábado (23) mais três casos confirmados no país, incluindo um profissional de saúde, um motorista e uma mulher congolesa que havia visitado a província de Ituri, na República Democrática do Congo.</p>
<p>Com isso, a OMS atualizou para cinco o número de casos confirmados de ebola em Uganda. “Neste momento crítico da resposta ao surto, é vital que as autoridades mantenham alta vigilância para controlar a expansão do vírus”, avaliou Tedros.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/ebola-dez-paises-africanos-estao-sob-alto-risco-diz-agencia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ebola: OMS eleva a muito alto risco na República Democrática do Congo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ebola-oms-eleva-a-muito-alto-risco-na-republica-democratica-do-congo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 13:33:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou de “alto” para “muito alto” o risco imposto pelo surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC). O anúncio foi feito pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “O surto de ebola da República Democrática do Congo está se espalhando rápido. Anteriormente, a OMS havia avaliado o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou de “alto” para “muito alto” o risco imposto pelo surto de ebola na República Democrática do Congo (RDC). O anúncio foi feito pelo diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Ebola-OMS-eleva-a-muito-alto-risco-na-Republica-Democratica.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“O surto de ebola da República Democrática do Congo está se espalhando rápido. Anteriormente, a OMS havia avaliado o risco como alto nos níveis nacional e regional e como baixo a nível global”, disse, em pronunciamento.</p>
<p>“Estamos agora revisando nossa avaliação de risco para muito alto a nível nacional, alto a nível regional e baixo a nível global”, completou Tedros.</p>
<p>Dados da OMS mostram que, até o momento, 82 casos de ebola foram confirmados na RDC, além de sete mortes. “Mas sabemos que a epidemia no país é muito maior. Há quase 750 casos suspeitos e 177 mortes suspeitas”, destacou o diretor-geral.</p>
<p>Segundo ele, nesta na última quinta-feira (21), houve um “incidente de segurança” onde em um hospital localizado na província de Ituri – tendas e suprimentos de saúde foram incendiados.</p>
<p>“Construir a confiança nessas comunidades é essencial para uma resposta bem-sucedida e é uma das nossas maiores prioridades”, concluiu Tedros.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/ebola-oms-eleva-muito-alto-risco-na-republica-democratica-do-congo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ebola-oms-eleva-a-muito-alto-risco-na-republica-democratica-do-congo/">Ebola: OMS eleva a muito alto risco na República Democrática do Congo</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Ocupações irregulares avançarem sobre áreas de risco em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ocupacoes-irregulares-avancarem-sobre-areas-de-risco-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2026 23:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus cresceu rápido nas últimas décadas, o resultado aparece na expansão das ocupações irregulares, no avanço sobre áreas de risco, no aumento da desigualdade social e nos impactos ambientais que transformaram a capital amazonense em uma das cidades mais favelizadas do país. Dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus cresceu rápido nas últimas décadas, o resultado aparece na expansão das ocupações irregulares, no avanço sobre áreas de risco, no aumento da desigualdade social e nos impactos ambientais que transformaram a capital amazonense em uma das cidades mais favelizadas do país.</p>
<p>Dados do Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que Manaus teve o maior crescimento populacional entre as capitais brasileiras entre 2010 e 2022. A população saltou de 1.802.014 para mais de 2.303.732 milhões de habitantes, um aumento de 14,5% em pouco mais de uma década.</p>
<p>Ao mesmo tempo, levantamentos do MapBiomas apontam que a área ocupada por favelas e comunidades urbanas cresceu 2,6 vezes entre 1985 e 2024. Hoje, cerca de 55,8% da população manauara vive em áreas classificadas como favelas ou comunidades urbanas.</p>
<p>Para o especialista em geografia urbana Marcos Castro, esse cenário é resultado de um processo histórico de concentração econômica.</p>
<p>“Manaus passou por dois grandes momentos que definiram sua condição como maior centro urbano da Amazônia e sua geografia desigual. O primeiro foi o ciclo da borracha e o segundo foi a criação da Zona Franca, que ampliou ainda mais a distância entre a capital e as demais cidades do Estado”, explicou.</p>
<p>Segundo ele, a concentração de oportunidades na capital impulsionou fortes processos migratórios, tanto do interior do Amazonas quanto de outros Estados.</p>
<p>“Isso resultou em um processo de saturação, onde o desequilíbrio entre oferta de terras e moradias estava muito aquém da demanda de famílias que vinham na ilusão da busca neste ‘Eldorado’ de oportunidades, que não oferecia as condições de fixação”, afirmou.</p>
<p>O geógrafo destaca que a desigualdade social foi determinante para o crescimento das ocupações irregulares. </p>
<p>“Essa riqueza é concentrada, sendo o resultado, de um lado, as mansões e condomínios milionários, e de outro, os barracos ou moradias precarizadas”, disse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Habitação</h2>
<p>Foto: Istock</p>
<p>O Amazonas ocupa o 3º lugar entre os Estados com maior déficit habitacional do país, segundo o IBGE. O Estado possui mais de 177 mil domicílios em situação de déficit, o equivalente a 14,5% das moradias. </p>
<p>O custo da moradia também pesa; dados do Índice FipeZap mostram que Manaus está entre as capitais com aluguel mais caro do país. Em dezembro de 2024, o preço médio do aluguel residencial chegou a R$ 48,22 por metro quadrado, praticamente no mesmo nível do Rio de Janeiro.</p>
<p>A arquiteta e urbanista Cláudia Moraes avalia que a cidade não conseguiu acompanhar o próprio crescimento demográfico. “Manaus passou por uma transformação desordenada ao longo dos séculos. A falta de planejamento urbano e de organização fundiária já causa há muito tempo um desequilíbrio urbanístico”, afirmou.</p>
<p>Ela explicou que a velocidade da expansão urbana dificultou a criação de alternativas habitacionais adequadas.</p>
<p>“A necessidade extrema devido às expansões e o tempo necessário para planejamento não possibilitaram alternativas temporárias para situações de imigração, seja no século passado com a vinda de nordestinos, seja atualmente com habitantes de países estrangeiros”, disse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Ocupações avançam sobre áreas vulneráveis</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1778972832_127_Ocupacoes-irregulares-avancarem-sobre-areas-de-risco-em-Manaus.jpeg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="Manaus cresce sem planejamento e vê ocupações irregulares avançarem sobre áreas de risco" class="wp-image-464627"  />Foto: Divulgação</p>
<p>O crescimento populacional empurra milhares de famílias para áreas ambientalmente sensíveis, como margens de igarapés, encostas e áreas de preservação permanente.</p>
<p>Um levantamento do Serviço Geológico do Brasil (SGB) aponta que mais de 112 mil pessoas vivem em 438 setores classificados como de risco alto e muito alto em Manaus, sujeitos a inundações, erosões, deslizamentos e enxurradas.</p>
<p>As zonas Norte e Leste concentram a maior parte dessas áreas, entre os bairros com mais domicílios em situação de risco estão Jorge Teixeira, Cidade Nova, Gilberto Mestrinho, Alvorada, Mauazinho e Nova Cidade.</p>
<p>Morador do conjunto Jardim do Éden, no bairro Alvorada, Zona Centro-Oeste, o cinegrafista Duilio Candido Venâncio convive diariamente com os impactos das chuvas e o medo de viver em uma área de risco.</p>
<p>Segundo ele, durante o inverno amazônico, até tarefas simples da rotina se tornam difíceis. “Sair pra trabalhar é uma dificuldade diária quando está chovendo”, contou.</p>
<p>Duilio relembra que já teve a casa invadida pela água e perdeu praticamente tudo que tinha dentro do imóvel. Ele compartilhou também que deseja deixar o local caso consiga uma oportunidade de moradia em uma área mais segura.</p>
<p>Enquanto isso não acontece, o medo acompanha cada nova chuva forte. “É medo e ansiedade. Quando começa a chover eu não durmo”, desabafou.</p>
<p>Segundo Marcos Castro, o crescimento acelerado e sem planejamento agravou os problemas urbanos e ambientais da capital, ele também cita problemas como drenagem insuficiente, desmatamento e ocupação irregular de igarapés.</p>
<p>Já Claudia destacou que muitas dessas áreas são ocupadas sem que a população compreenda os riscos ambientais. “Áreas de APP, áreas próximas a igarapés e barrancos são pouco conhecidas quanto à necessidade de preservação e sua relevância para a sociedade”, disse.</p>
<p>A expansão urbana também tem provocado impactos climáticos em Manaus, a capital está entre as menos arborizadas do país e perdeu 29 km² de floresta nativa em dez anos, segundo levantamento do Imazon.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Soluções passam por habitação e planejamento</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="555" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1778972832_357_Ocupacoes-irregulares-avancarem-sobre-areas-de-risco-em-Manaus.jpeg?resize=740%2C555&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-464629"  />Foto: SGB/Divulgação</p>
<p>Os especialistas defendem que o avanço das ocupações irregulares não pode ser tratado apenas como problema de fiscalização, mas principalmente como questão social e urbana.</p>
<p>Entre as soluções apontadas estão a ampliação de programas habitacionais; a regularização fundiária; investimento em saneamento básico; melhoria da drenagem urbana; geração de emprego e renda e investimentos no interior do Amazonas para reduzir a pressão migratória sobre Manaus.</p>
<p>Cláudia também apontou a reutilização de prédios abandonados como alternativa para reduzir a expansão irregular. “Uma das soluções mais viáveis de imediato é o uso e requalificação de edificações abandonadas como alternativa de uso dos espaços urbanos já edificados”, afirmou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Programas habitacionais</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="555" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Ocupacoes-irregulares-avancarem-sobre-areas-de-risco-em-Manaus.jpg?resize=740%2C555&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-464640"  /></p>
<p>A Prefeitura de Manaus informou, em nota, que estruturou a partir de 2023 uma política habitacional integrada por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Semhaf), criada para ampliar o atendimento à população em situação de vulnerabilidade diante do déficit habitacional.</p>
<p>Conforme o município, atualmente existem 243 aglomerados subnormais, classificados pelo IBGE como favelas e comunidades urbanas, incluindo áreas de ocupação irregular e assentamentos informais.</p>
<p>Segundo a prefeitura, o programa “Minha Casa, Minha Vida” foi retomado e ampliado em Manaus, com investimentos de aproximadamente R$ 900 milhões, sendo R$ 800 milhões em recursos federais e R$ 100 milhões de contrapartida municipal. Atualmente, mais de 1.700 apartamentos estão em construção, com previsão de entrega no primeiro semestre de 2026.</p>
<p>Entre os empreendimentos em andamento estão os residenciais Carlos Braga, no Parque das Tribos; Deputado Mário Haddad, na zona Oeste; e Parque Riachuelo, na zona Centro-Oeste, cada um com 576 unidades habitacionais.</p>
<p>A administração municipal informou ainda que o programa “Manaus Legal” regularizou mais de 12 mil imóveis desde 2023, enquanto o “Casa Manauara” beneficiou mais de 500 famílias com reformas em residências precárias. Já o programa “Manaus, Minha Terra” prevê a oferta de lotes urbanizados a preço social no bairro planejado Dorothéa Braga, que deve contar com cerca de 3 mil lotes.</p>
<p>A prefeitura destacou que ocupações irregulares em margens de igarapés e encostas dificultam a execução dos serviços e agravam problemas como assoreamento e riscos de deslizamentos. As famílias atendidas passam por avaliação da área habitacional para inclusão em programas de moradia ou regularização fundiária, conforme a viabilidade técnica e social de cada localidade.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="370" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1778972832_985_Ocupacoes-irregulares-avancarem-sobre-areas-de-risco-em-Manaus.jpg?resize=740%2C370&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-464641" style="width:840px;height:auto"  />Foto: Reprodução</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Bebê brasileira é abençoada pelo papa Leão XIV; veja vídeo</p>
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		<title>Obesidade se torna principal fator de risco à saúde no Brasil</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/obesidade-se-torna-principal-fator-de-risco-a-saude-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 20:23:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A obesidade se tornou o maior fator de risco para a saúde no Brasil, superando a hipertensão, que foi o elemento de maior preocupação por décadas. Agora, a pressão alta está em segundo lugar, seguida do quesito glicemia elevada. Esse é um dos destaques da análise nacional do Estudo Global sobre Carga de Doenças, feito por milhares [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade se tornou o maior fator de risco para a saúde no Brasil, superando a hipertensão, que foi o elemento de maior preocupação por décadas. <br />Agora, a pressão alta está em segundo lugar, seguida do quesito glicemia elevada.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Obesidade-se-torna-principal-fator-de-risco-a-saude-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Esse é um dos destaques da análise nacional do Estudo Global sobre Carga de Doenças, feito por milhares de pesquisadores de todo o mundo, cobrindo mais de 200 países. </p>
<p>O diagnóstico brasileiro foi publicado na edição de maio da revista científica <em>The Lancet Regional Health &#8211; Americas</em>. O levantamento enfatiza que a população passou por grandes mudanças no estilo de vida nas últimas décadas, como aumento da urbanização.</p>
<p>Esse cenário contribuiu para reduzir os níveis de atividade física, adotar dietas hipercalóricas, ricas em sal e com excesso de alimentos ultraprocessados.</p>
<p>O endocrinologista Alexandre Hohl, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, também destaca essas mudanças.</p>
<p>Segundo ele, esses comportamentos contribuem para que os brasileiros vivam em um &#8220;ambiente obesogênico&#8221;. Para ele, a obesidade é um dos maiores desafios de saúde pública que o país precisa enfrentar.</p>
<p>&#8220;A obesidade não é apenas excesso de peso, mas uma doença crônica inflamatória e metabólica que aumenta simultaneamente o risco de diabetes tipo 2, hipertensão, infarto, AVC e vários tipos de câncer.”</p>
<h2>Números</h2>
<p>Essas alterações no estilo de vida e suas consequências ficam evidentes na comparação com os dados mais antigos apresentados, de 1990. Naquele ano, os três maiores fatores de risco eram a hipertensão, seguida pelo tabagismo e a poluição por materiais particulados no ar. </p>
<p>O Índice de Massa Corporal (IMC) elevado, o principal indicador da obesidade, figurava em sétimo lugar e a glicemia elevada, em sexto. Em 2023, a obesidade passa a ocupar a primeira posição, após crescimento constante no risco atribuído, que acumulou 15,3% desde 1990.</p>
<p>A comparação entre 1990 e 2023 traz boas e más notícias: por um lado, o risco de morte ou de perda de qualidade de vida causado pela poluição particulada do ar caiu 69,5%. </p>
<p>Por outro, a queda também foi expressiva, de aproximadamente 60%, nos casos do tabagismo, prematuridade e baixo peso ao nascer e alto índice de colesterol LDL.</p>
<p>Porém, de 2021 a 2023, o risco por tabagismo apresentou um ligeiro aumento de 0,2%, após muitos anos de queda sustentada. </p>
<p>Chama atenção ainda o risco atribuído à violência sexual durante a infância, que aumentou quase 24%. Este fator aparecia na 25ª posição em 1990 e saltou para o 10º em 2023. </p>
<p>Veja a lista atual de maiores fatores de risco à mortalidade ou perda da qualidade de vida:</p>
<ol>
<li>Índice de massa corporal elevado;</li>
<li>Hipertensão;</li>
<li>Glicemia elevada;</li>
<li>Tabagismo;</li>
<li>Prematuridade ou baixo peso ao nascer;</li>
<li>Abuso de álcool;</li>
<li>Poluição particulada do ar;</li>
<li>Mau funcionamento dos rins;</li>
<li>Colesterol alto;</li>
<li>Violência sexual na infância.</li>
</ol>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/obesidade-se-torna-principal-fator-de-risco-saude-no-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Justiça suspende licitações para obras na BR-319 por risco ambiental no Amazonas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-suspende-licitacoes-para-obras-na-br-319-por-risco-ambiental-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 17:12:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[BR319]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal suspendeu a licitação de R$ 678 milhões para obras na BR-319, rodovia que liga Manaus a Porto Velho, no Amazonas. A decisão foi tomada nesta terça-feira (28/04) pela juíza Mara Elisa Andrade, que apontou risco de danos ambientais no chamado “trecho do meio”. A medida atende a um pedido do Observatório do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça Federal suspendeu a licitação de R$ 678 milhões para obras na BR-319, rodovia que liga Manaus  a Porto Velho, no Amazonas. A decisão foi tomada nesta terça-feira (28/04) pela juíza Mara Elisa Andrade, que apontou risco de danos ambientais no chamado “trecho do meio”.</p>
<p>A medida atende a um pedido do Observatório do Clima contra o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e atinge quatro pregões eletrônicos lançados no dia 13 de abril. As sessões estavam previstas para acontecer nesta quarta (29) e quinta-feira (30).</p>
<p>Os editais tratam de serviços em quatro trechos da rodovia: do km 250,7 ao km 346,2; do km 346,2 ao km 433,1; do km 433,1 ao km 469,6; e do km 469,6 ao km 590,1. Embora o Dnit classifique as intervenções como manutenção e melhoramento da via, a ação questiona esse enquadramento.</p>
<p>Segundo o Observatório do Clima, os serviços previstos indicam reconstrução e pavimentação da estrada, o que exigiria licenciamento ambiental e estudos de impacto. Ao analisar o caso, a juíza afirmou que há indícios de irregularidade e destacou que o responsável pela obra não pode decidir sozinho se há necessidade de licenciamento.</p>
<p>A decisão também leva em conta que o trecho da BR-319 atravessa uma área de alta sensibilidade ambiental na Amazônia, já pressionada por desmatamento e ocupação irregular. </p>
<p>Com a suspensão, os processos de licitação ficam paralisados por 70 dias. Nesse período, nenhum contrato poderá ser firmado, o Dnit deverá apresentar detalhes completos das obras e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) terá que se posicionar sobre a dispensa de licenciamento ambiental. Em caso de descumprimento, foi fixada multa de R$ 1 milhão.</p>
<p>Após a análise das informações, a Justiça deve decidir se mantém ou revoga a suspensão. O caso ainda será julgado de forma definitiva.</p>
<p>Leia mais</p>
<p>Eduardo Braga critica ação contra BR-319 e reforça defesa da obra</p>
<p>Obras no ‘trecho do meio’ da BR-319 serão retomadas em maio</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-suspende-licitacoes-para-obras-na-br-319-por-risco-ambiental-no-amazonas/">Justiça suspende licitações para obras na BR-319 por risco ambiental no Amazonas</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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