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	<title>saiba Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>saiba Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Saiba o que é misogonia; projeto pode criminalizar discurso de ódio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-o-que-e-misogonia-projeto-pode-criminalizar-discurso-de-odio-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 20:10:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Casos recentes de feminicídio, estupro de adolescentes e violência doméstica reacenderam o debate sobre a misoginia, comportamento que pode virar crime após a aprovação de um projeto de lei pelo Senado.   A misoginia é um fenômeno estrutural e significa o ódio contra as mulheres e a defesa da manutenção de privilégios históricos – sociais, culturais, econômicos e políticos – para os homens.  Conteúdos misóginos vêm ganhando força em grupos online como fóruns de internet e redes sociais. Espaços e discursos de ódio, segundo especialistas, são combustíveis para ações concretas de violência.  O Tenente-Coronel Geraldo Leite Rosa e Gisele Alves Santana. Foto: Gisele Alves Santana/Instagram  Um dos casos recentes foi a morte da policial Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento, em São Paulo. As investigações mostram...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Casos recentes de feminicídio, estupro de adolescentes e violência doméstica reacenderam o debate sobre a misoginia, comportamento que pode virar crime após a aprovação de um projeto de lei pelo Senado.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774469453_662_Saiba-o-que-e-misogonia-projeto-pode-criminalizar-discurso-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A misoginia é um fenômeno estrutural e significa o ódio contra as mulheres e a defesa da manutenção de privilégios históricos – sociais, culturais, econômicos e políticos – para os homens. </p>
<p>Conteúdos misóginos vêm ganhando força em grupos online como fóruns de internet e redes sociais. Espaços e discursos de ódio, segundo especialistas, são combustíveis para ações concretas de violência. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saiba-o-que-e-misogonia-projeto-pode-criminalizar-discurso-de.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 18/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - O Tenente-Coronel Geraldo Leite Rosa e sua ex-esposa, Gisele Alves Santana. Foto: Gisele Alves Santana/Instagram" title="Gisele Alves Santana/Instagram"/></p>
<p>O Tenente-Coronel Geraldo Leite Rosa e Gisele Alves Santana. Foto: Gisele Alves Santana/Instagram </p>
<p>Um dos casos recentes foi a morte da policial Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento, em São Paulo. As investigações mostram que o marido dela, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, acusado do crime, usava em conversas termos que circulam com frequência nos grupos misóginos da internet como &#8220;macho alfa&#8221; e &#8220;mulher beta&#8221;. Eles remetem à ideia de superioridade do homem e submissão feminina. </p>
<p>Outro episódio recente foi a viralização de conteúdo nas redes sociais que mostram homens simulando socos, chutes e facadas em mulheres caso levem um fora.</p>
<h2>Criminalização </h2>
<p>Neste contexto, o Senado Federal aprovou nesta terça-feira (24) o projeto de lei que criminaliza a misoginia. A proposta insere o delito entre os crimes de preconceito e discriminação previstos na Lei do Racismo. </p>
<p>O texto aprovado define a misoginia como “a conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres”. Como forma de combater essa violência, o projeto prevê penas de dois a cinco anos de prisão nestes casos. </p>
<p>O projeto foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra. A matéria segue para análise da Câmara dos Deputados. A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora do projeto, apontou que países como França, Argentina e Reino Unido já têm leis de combate à misoginia.  </p>
<h2>“Liberdade de expressão” </h2>
<p>A oposição no Senado defendia que a proposta fosse alterada para permitir que não fossem punidos autores de crimes de misoginia em caso de &#8220;liberdade de expressão&#8221; ou até por motivos religiosos. Mas as alterações foram rejeitadas pelo plenário do Senado. </p>
<h2>Presença online </h2>
<p>Pesquisadores têm identificado que meninos cada vez mais jovens estão sendo atraídos para a chamada “machosfera”. O termo engloba fóruns na internet, canais de vídeos, grupos de mensagens instantâneas e perfis em redes sociais voltados para a defesa de um padrão conservador de masculinidade e de oposição aos direitos femininos. </p>
<p>As estratégias se multiplicam pelos diferentes canais da internet. Estudos do NetLab, laboratório de pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mapearam mais de 130 mil canais misóginos no YouTube e mostram que temas como “sedução e relacionamentos”, “questões jurídicas” e “vencer a timidez” são pontes para conteúdo de ódio. </p>
<h2>Feminicídio </h2>
<p>De acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o país registra atualmente quatro feminicídios por dia; foram 1.547 em 2025. Todos os anos, desde 2015, esse número vem aumentando. </p>
<h2>Como denunciar</h2>
<p>É possível pedir ajuda e denunciar casos de violência doméstica e contra a mulher na Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, um serviço gratuito que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.</p>
<p>O serviço está disponível também no WhatsApp: (61) 9610-0180 e pelo e-mail central180@mulheres.gov.br.</p>
<p>Denúncias de violência contra a mulher também podem ser apresentadas em delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam), em delegacias comuns e nas Casas da Mulher Brasileira. Saiba onde encontrar</p>
<p>Ainda é possível pedir ajuda por meio do Disque 100, que recebe casos de violações de direitos humanos, e pelo 190, número da Polícia Militar. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/saiba-o-que-e-misoginia-projeto-pode-criminalizar-discurso-de-odio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Saiba o que é misogonia; projeto pode criminalizar discurso de ódio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:32:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Casos recentes de feminicídio, estupro de adolescentes e violência doméstica reacenderam o debate sobre a misoginia, comportamento que pode virar crime após a aprovação de um projeto de lei pelo Senado.   A misoginia é um fenômeno estrutural e significa o ódio contra as mulheres e a defesa da manutenção de privilégios históricos – sociais, culturais, econômicos e políticos – para os homens.  Conteúdos misóginos vêm ganhando força em grupos online como fóruns de internet e redes sociais. Espaços e discursos de ódio, segundo especialistas, são combustíveis para ações concretas de violência.  O Tenente-Coronel Geraldo Leite Rosa e Gisele Alves Santana. Foto: Gisele Alves Santana/Instagram  Um dos casos recentes foi a morte da policial Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento, em São Paulo. As investigações mostram...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-o-que-e-misogonia-projeto-pode-criminalizar-discurso-de-odio/">Saiba o que é misogonia; projeto pode criminalizar discurso de ódio</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Casos recentes de feminicídio, estupro de adolescentes e violência doméstica reacenderam o debate sobre a misoginia, comportamento que pode virar crime após a aprovação de um projeto de lei pelo Senado.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saiba-o-que-e-misogonia-projeto-pode-criminalizar-discurso-de.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A misoginia é um fenômeno estrutural e significa o ódio contra as mulheres e a defesa da manutenção de privilégios históricos – sociais, culturais, econômicos e políticos – para os homens. </p>
<p>Conteúdos misóginos vêm ganhando força em grupos online como fóruns de internet e redes sociais. Espaços e discursos de ódio, segundo especialistas, são combustíveis para ações concretas de violência. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saiba-o-que-e-misogonia-projeto-pode-criminalizar-discurso-de.jpg?w=1400&#038;ssl=1" alt="São Paulo (SP), 18/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - O Tenente-Coronel Geraldo Leite Rosa e sua ex-esposa, Gisele Alves Santana. Foto: Gisele Alves Santana/Instagram" title="Gisele Alves Santana/Instagram"/></p>
<p>O Tenente-Coronel Geraldo Leite Rosa e Gisele Alves Santana. Foto: Gisele Alves Santana/Instagram </p>
<p>Um dos casos recentes foi a morte da policial Gisele Alves Santana, encontrada com um tiro na cabeça em seu apartamento, em São Paulo. As investigações mostram que o marido dela, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, acusado do crime, usava em conversas termos que circulam com frequência nos grupos misóginos da internet como &#8220;macho alfa&#8221; e &#8220;mulher beta&#8221;. Eles remetem à ideia de superioridade do homem e submissão feminina. </p>
<p>Outro episódio recente foi a viralização de conteúdo nas redes sociais que mostram homens simulando socos, chutes e facadas em mulheres caso levem um fora.</p>
<h2>Criminalização </h2>
<p>Neste contexto, o Senado Federal aprovou nesta terça-feira (24) o projeto de lei que criminaliza a misoginia. A proposta insere o delito entre os crimes de preconceito e discriminação previstos na Lei do Racismo. </p>
<p>O texto aprovado define a misoginia como “a conduta que exteriorize ódio ou aversão às mulheres”. Como forma de combater essa violência, o projeto prevê penas de dois a cinco anos de prisão nestes casos. </p>
<p>O projeto foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra. A matéria segue para análise da Câmara dos Deputados. A senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), relatora do projeto, apontou que países como França, Argentina e Reino Unido já têm leis de combate à misoginia.  </p>
<h2>“Liberdade de expressão” </h2>
<p>A oposição no Senado defendia que a proposta fosse alterada para permitir que não fossem punidos autores de crimes de misoginia em caso de &#8220;liberdade de expressão&#8221; ou até por motivos religiosos. Mas as alterações foram rejeitadas pelo plenário do Senado. </p>
<h2>Presença online </h2>
<p>Pesquisadores têm identificado que meninos cada vez mais jovens estão sendo atraídos para a chamada “machosfera”. O termo engloba fóruns na internet, canais de vídeos, grupos de mensagens instantâneas e perfis em redes sociais voltados para a defesa de um padrão conservador de masculinidade e de oposição aos direitos femininos. </p>
<p>As estratégias se multiplicam pelos diferentes canais da internet. Estudos do NetLab, laboratório de pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mapearam mais de 130 mil canais misóginos no YouTube e mostram que temas como “sedução e relacionamentos”, “questões jurídicas” e “vencer a timidez” são pontes para conteúdo de ódio. </p>
<h2>Feminicídio </h2>
<p>De acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o país registra atualmente quatro feminicídios por dia; foram 1.547 em 2025. Todos os anos, desde 2015, esse número vem aumentando. </p>
<h2>Como denunciar</h2>
<p>É possível pedir ajuda e denunciar casos de violência doméstica e contra a mulher na Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, um serviço gratuito que funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.</p>
<p>O serviço está disponível também no WhatsApp: (61) 9610-0180 e pelo e-mail central180@mulheres.gov.br.</p>
<p>Denúncias de violência contra a mulher também podem ser apresentadas em delegacias especializadas de atendimento à mulher (Deam), em delegacias comuns e nas Casas da Mulher Brasileira. Saiba onde encontrar</p>
<p>Ainda é possível pedir ajuda por meio do Disque 100, que recebe casos de violações de direitos humanos, e pelo 190, número da Polícia Militar. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/saiba-o-que-e-misogonia-projeto-pode-criminalizar-discurso-de-odio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-o-que-e-misogonia-projeto-pode-criminalizar-discurso-de-odio/">Saiba o que é misogonia; projeto pode criminalizar discurso de ódio</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Escritura pública garante segurança jurídica em imóveis; saiba onde fazer em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/escritura-publica-garante-seguranca-juridica-em-imoveis-saiba-onde-fazer-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A escritura pública é essencial para garantir segurança jurídica em negociações, principalmente na compra e venda de imóveis. Sem esse documento, o proprietário corre riscos legais e pode enfrentar problemas no futuro. Em Manaus, o serviço pode ser feito no Cartório São José – 8º Tabelionato de Notas de Manaus. O local oferece atendimento acessível e orientação para quem precisa regularizar imóveis. O que é a escritura pública? A escritura pública é um documento oficial feito em cartório de notas. Ela comprova a vontade das partes envolvidas em uma negociação. Além disso, assegura validade jurídica e evita fraudes ou conflitos. Diferente de contratos particulares, a escritura tem fé pública. Isso significa que o documento possui reconhecimento legal e maior proteção. Por que a escritura pública é importante?...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A escritura pública é essencial para garantir segurança jurídica em negociações, principalmente na compra e venda de imóveis. Sem esse documento, o proprietário corre riscos legais e pode enfrentar problemas no futuro. Em Manaus, o serviço pode ser feito no Cartório São José – 8º Tabelionato de Notas de Manaus. O local oferece atendimento acessível e orientação para quem precisa regularizar imóveis.</p>
<h2 class="wp-block-heading">O que é a escritura pública?</h2>
<p>A escritura pública é um documento oficial feito em cartório de notas. Ela comprova a vontade das partes envolvidas em uma negociação. Além disso, assegura validade jurídica e evita fraudes ou conflitos.</p>
<p>Diferente de contratos particulares, a escritura tem fé pública. Isso significa que o documento possui reconhecimento legal e maior proteção.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Por que a escritura pública é importante?</h2>
<p>A escritura pública protege o patrimônio. Sem ela, o comprador não tem garantia total sobre o imóvel. Muitas pessoas ignoram esse passo, mas isso pode gerar prejuízos.</p>
<p>Com a escritura, você evita disputas judiciais. Também garante que a transação seja reconhecida oficialmente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como fazer a escritura pública?</h2>
<p>O processo é simples. Veja os passos:</p>
<li>Procure um cartório de notas</li>
<li>Apresente os documentos necessários</li>
<li>Faça o pagamento dos impostos</li>
<li>Assine a escritura</li>
<p>Depois disso, leve o documento ao cartório de registro de imóveis. Esse passo finaliza a regularização.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Não corra riscos com seu patrimônio</h2>
<p>Muitas pessoas ainda dizem: “não faço escritura”. Essa decisão pode trazer problemas sérios. A escritura pública não é um detalhe. É uma proteção essencial.</p>
<p>Regularize seu imóvel. Procure um cartório de notas e evite prejuízos.</p>
<p>VEJA VÍDEO</p>
<p><video height="1920" style="aspect-ratio: 1080 / 1920;" width="1080" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Video-2026-03-24-at-14.16.58-1.mp4"/></p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Famílias da Zona Leste de Manaus são beneficiadas com entrega de registros de imóveis</p>
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		<item>
		<title>Saiba quem é a vítima que morreu após queda de avião em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-quem-e-a-vitima-que-morreu-apos-queda-de-aviao-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 20:11:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Avião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O piloto Fernando Lúcio Moreira dos Santos, de 40 anos, que morreu na queda de um avião monomotor na manhã deste sábado (21), no Aeroclube de Manaus, era reconhecido pela atuação na formação de novos pilotos no Amazonas. Instrutor de voo e diretor do Centro de Instrução de Aviação Civil do Aeroclube do Amazonas, ele dedicou os últimos anos à capacitação de profissionais da aviação. Conforme informações do próprio Aeroclube, Fernando atuava no local há seis anos, período em que consolidou sua trajetória como referência no ensino técnico aeronáutico. Experiência e atuação na aviação Com mais de 1.500 horas de voo registradas — sendo mais de 400 apenas na aeronave envolvida no acidente —, o piloto acumulava experiência relevante em operações aéreas, principalmente na instrução prática. Além disso, Fernando também...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O piloto Fernando Lúcio Moreira dos Santos, de 40 anos, que morreu na queda de um avião monomotor na manhã deste sábado (21), no Aeroclube de Manaus, era reconhecido pela atuação na formação de novos pilotos no Amazonas.</p>
<p>Instrutor de voo e diretor do Centro de Instrução de Aviação Civil do Aeroclube do Amazonas, ele dedicou os últimos anos à capacitação de profissionais da aviação. Conforme informações do próprio Aeroclube, Fernando atuava no local há seis anos, período em que consolidou sua trajetória como referência no ensino técnico aeronáutico.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Experiência e atuação na aviação</h2>
<p>Com mais de 1.500 horas de voo registradas — sendo mais de 400 apenas na aeronave envolvida no acidente —, o piloto acumulava experiência relevante em operações aéreas, principalmente na instrução prática.</p>
<p>Além disso, Fernando também exercia a função de coordenador de instrução, sendo responsável por orientar alunos e supervisionar atividades de voo. Dessa forma, ele participava diretamente da formação de novos profissionais da aviação no estado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Reconhecimento entre colegas</h2>
<p>No ambiente de trabalho, o instrutor era respeitado e admirado pelos colegas. Segundo relatos, ele se destacava não apenas pela experiência técnica, mas também pela postura no dia a dia.</p>
<p>Um amigo próximo, que preferiu não se identificar, afirmou que Fernando era “querido por todos” e conhecido pelo espírito colaborativo.</p>
<p>“Era um paizão. Sempre ajudava todo mundo, principalmente quem estava começando”, relatou.</p>
<p>Assim, o reconhecimento vinha tanto pela competência profissional quanto pela forma como se relacionava com alunos e colegas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Vida pessoal e comoção</h2>
<p>Fora da rotina de voo, Fernando vivia um momento especial na vida pessoal. Ele havia se tornado pai há apenas cinco meses e deixa esposa e um filho pequeno.</p>
<p>Por isso, a notícia da morte causou forte comoção entre familiares, amigos e profissionais da aviação, sobretudo pelo contraste com a fase que vivia.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Acidente ocorreu durante treinamento</h2>
<p>O acidente aconteceu durante um treinamento de rotina no Aeroclube de Manaus. A aeronave era um monomotor modelo Cessna 152, de prefixo PR-TSM.</p>
<p>De acordo com o Aeroclube do Amazonas, o instrutor realizava um procedimento conhecido como “toque e arremetida”, manobra comum na formação de pilotos.</p>
<p>Esse tipo de exercício simula um pouso seguido de decolagem imediata, sem que a aeronave pare completamente. Portanto, é uma prática essencial no treinamento, pois permite repetir etapas críticas da operação aérea.</p>
<p>Durante a execução, o piloto aproxima o avião da pista, toca o solo e, em seguida, acelera novamente para retomar o voo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Legado na formação de pilotos</h2>
<p>A morte de Fernando Lúcio deixa uma lacuna na formação aeronáutica no Amazonas. Ao longo dos anos, ele contribuiu diretamente para a formação de diversos pilotos que hoje atuam no mercado.</p>
<p>Mais do que a experiência acumulada, colegas ressaltam o impacto humano deixado pelo instrutor, que ajudava a formar profissionais preparados para lidar com a responsabilidade da aviação.</p>
<p>Agora, a investigação sobre as causas do acidente deve esclarecer o que levou à queda da aeronave.</p>
<p>Leia mais: </p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-quem-e-a-vitima-que-morreu-apos-queda-de-aviao-em-manaus/">Saiba quem é a vítima que morreu após queda de avião em Manaus</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Saiba quais são as penas dos deputados do PL condenados por corrupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 21:47:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta terça-feira (17) as penas de dois deputados federais do PL e um suplente que foram condenados pelo crime de corrupção.  Mais cedo, por unanimidade, o colegiado aceitou acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares. Maranhãozinho foi condenado a seis anos e cinco meses de prisão.  Pastor Gil recebeu pena de cinco anos e seis meses.  Bosco Costa foi condenado a cinco anos de prisão.  O regime de prisão será o semiaberto para todos os condenados. Apesar da sentença, os deputados não serão presos imediatamente porque cabe recurso contra a decisão. De acordo com o processo, entre...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu nesta terça-feira (17) as penas de dois deputados federais do PL e um suplente que foram condenados pelo crime de corrupção. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saiba-quais-sao-as-penas-dos-deputados-do-PL-condenados.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Mais cedo, por unanimidade, o colegiado aceitou acusação da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE), por cobrança de propina para a liberação de emendas parlamentares.</p>
<ul>
<li>Maranhãozinho foi condenado a seis anos e cinco meses de prisão. </li>
<li>Pastor Gil recebeu pena de cinco anos e seis meses. </li>
<li>Bosco Costa foi condenado a cinco anos de prisão. </li>
</ul>
<p>O regime de prisão será o semiaberto para todos os condenados.</p>
<p>Apesar da sentença, os deputados não serão presos imediatamente porque cabe recurso contra a decisão.</p>
<p>De acordo com o processo, entre janeiro e agosto de 2020, os deputados solicitaram vantagem indevida de R$ 1,6 milhão para liberação de R$ 6,6 milhões em emendas para o município de São José de Ribamar (MA).</p>
<h2>Perda do mandato</h2>
<p>Em função da condenação criminal, Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil deveriam ser condenados à perda do mandato parlamentar, conforme determina a Constituição. </p>
<p>Contudo, o colegiado entendeu que a Câmara dos Deputados deverá analisar a compatibilidade do regime semiaberto com o mandato. Dessa forma, caberá à Casa decidir se os acusados vão manter o mandato. </p>
<p>A medida só será analisada após o trânsito em julgado da condenação, ou seja, após o fim da possibilidade de apresentação de recursos. </p>
<h2>Inelegibilidade </h2>
<p>Com a condenação, os condenados ficarão inelegíveis por oito anos. O prazo começará a contar após o período de cumprimento da pena. </p>
<h2>Indenização</h2>
<p>Os condenados também terão que pagar solidariamente R$ 1,6 milhão em danos morais coletivos. </p>
<h2>Defesas</h2>
<p>Na terça-feira (10), primeiro dia do julgamento, as defesas dos réus se manifestaram e negaram as acusações. </p>
<p>A defesa de Bosco Costa disse que as investigações deveriam ter tramitado inicialmente no STF e devem ser anuladas. </p>
<p>O advogado Leandro Racca também negou que os recursos envolvidos tenham relação com emendas parlamentares. Segundo ele, a Controladoria-Geral da União (CGU) não identificou que os recursos são oriundos de emendas.</p>
<p>&#8220;A certeza para o fim de imputação penal, com relação à autoria de emenda parlamentar, absolutamente não existe&#8221;, afirmou.</p>
<p>O advogado Felipe Fernandes de Carvalho negou que Josimar Maranhãozinho tenha encaminhado emendas para o município de São José de Ribamar (MA). Segundo o advogado, o parlamentar era adversário político do então prefeito José Eudes.</p>
<p>“É incompreensível pensar que um deputado, que não tem base eleitoral no município de São José de Ribamar, que não conhece o prefeito, encaminhe algum tipo de recurso para aquele município”, afirmou. </p>
<p>O advogado de Pastor Gil declarou que a defesa só teve acesso completo aos documentos do processo após a fase de interrogatório. Durante a sustentação, Maurício de Oliveira também citou supostas ilegalidades na fase de investigação da Polícia Federal.</p>
<p>&#8220;É incontroverso.  Manipularam livremente os elementos digitais e corromperam a prova digital desse processo”, completou. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/saiba-quais-sao-penas-dos-deputados-do-pl-condenados-por-corrupcao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Conteúdos violentos contra a mulher viralizam na internet; saiba mais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/conteudos-violentos-contra-a-mulher-viralizam-na-internet-saiba-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:30:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Conteúdos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um conteúdo viral nas redes sociais mostra homens simulando socos, chutes e facadas em mulheres caso levem um fora. Essa trend começou a se popularizar justamente no momento em que o cresce o debate sobre o aumento da violência contra mulheres no país. Nas redes sociais, esse tipo de conteúdo gerou reações. A deputada federal Duda Salabert (PDT-MG) publicou um vídeo para chamar atenção para o assunto e denunciou o caso ao Ministério Público. &#8220;Como as redes não são regulamentadas no Brasil, eles chamam isso de liberdade. Ou vão chamar de brincadeira. Um absurdo, por isso eu acionei o Ministério Público para investigar esses perfis e outros que estão cometendo esse crime de incitar o ódio contra as mulheres&#8221;, afirmou a parlamentar. Na avaliação de Duda, esses conteúdos mostram a...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/conteudos-violentos-contra-a-mulher-viralizam-na-internet-saiba-mais/">Conteúdos violentos contra a mulher viralizam na internet; saiba mais</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um conteúdo viral nas redes sociais mostra homens simulando socos, chutes e facadas em mulheres caso levem um fora. Essa trend começou a se popularizar justamente no momento em que o cresce o debate sobre o aumento da violência contra mulheres no país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Conteudos-violentos-contra-a-mulher-viralizam-na-internet-saiba-mais.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Nas redes sociais, esse tipo de conteúdo gerou reações. A deputada federal Duda Salabert (PDT-MG) publicou um vídeo para chamar atenção para o assunto e denunciou o caso ao Ministério Público.</p>
<p>&#8220;Como as redes não são regulamentadas no Brasil, eles chamam isso de liberdade. Ou vão chamar de brincadeira. Um absurdo, por isso eu acionei o Ministério Público para investigar esses perfis e outros que estão cometendo esse crime de incitar o ódio contra as mulheres&#8221;, afirmou a parlamentar.</p>
<p>Na avaliação de Duda, esses conteúdos mostram a urgência de regulamentar as redes sociais e defendeu a aprovação de um projeto de lei, de autoria dela, que tipifica como crime a misoginia coordenada e coletiva praticada nas redes sociais. </p>
<p>De acordo com advogada criminalista Pamela Villar, esse tipo de publicação pode ser considerada crime.</p>
<p>&#8220;Se uma pessoa, em razão do conteúdo da trend, agredir uma mulher por ela se recusar a se relacionar com ele, ambos responderão criminalmente por lesão corporal. E se mais de uma pessoa seguir esse mesmo roteiro, a pessoa que fez o vídeo pode ser responsabilizado criminalmente em cada um desses delitos, separadamente, o que pode chegar aí a responsabilização criminal e penas altíssimas&#8221;, afirma.</p>
<h2>Machosfera</h2>
<p>A palavra misoginia significa ódio contra mulheres. Conteúdos misóginos vêm ganhando força em grupos da chamada machosfera, termo que abrange comunidades online, que miram o público masculino, e promovem o discurso de ódio contra as mulheres e comportamentos agressivos.</p>
<p>Fazem parte desse grupo os <em>red pills</em>, movimento que defende que homens estão sendo manipulados ou oprimidos por mulheres e pela sociedade moderna. E ainda os <em>incels</em>, ou celibatário involuntário (do inglês, involuntary celibate),outro termo da machosfera que descreve homens que desejam sexo ou relacionamento, mas não conseguem obtê-lo, culpando mulheres ou a sociedade por isso.</p>
<p>Diante desse crescimento, setores da sociedade defendem que a misoginia se torne crime. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou, em outubro do ano passado, um projeto que prevê pena de 2 a 5 anos de prisão.</p>
<p>No entanto, responsabilizar as redes sociais ainda é difícil. Atualmente, sem uma decisão judicial, o único tipo de vídeo que deve ser retirado imediatamente é aquele relacionado a crimes sexuais, assim que a vítima notificar a plataforma. Mesmo nesses casos, a advogada Pamela Villar afirma que a chance de responsabilização é remota.</p>
<p>&#8220;Do ponto de vista criminal existe, ainda que seja uma possibilidade muito remota de responsabilização pelos responsáveis legais da empresa,  por uma prática de um crime omissivo: você deixar de agir quando você possui ferramentas e o dever de o fazer.  Embora concretamente isso seja muito difícil de acontecer&#8221;.</p>
<p>De acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o país registra atualmente quatro feminicídios por dia; foram 1.547 em 2025. Todos os anos, desde 2015, esse número vem aumentando.</p>
<p>Somente em janeiro deste ano, 131 mulheres sofreram feminicídio, quase 5% a mais que no mesmo mês do ano passado. O primeiro mês do ano ainda registrou 5.200 estupros, cerca de 168 por dia.</p>
<p>Casos de violência contra mulheres podem e devem ser denunciados pelo Ligue 180.</p>
<p>Ouça a reportagem da Radioagência Nacional</p>
<p>Confira a entrevista da juíza Vanessa Cavalieri, no Sem Censura, da TV Brasil, sobre o crescimento da misoginia entre meninos jovens  </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/conteudos-violentos-contra-mulher-viralizam-na-internet-saiba-mais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Assédio no trabalho: saiba como reunir provar para comprovar crime</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/assedio-no-trabalho-saiba-como-reunir-provar-para-comprovar-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 13:10:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assédio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> &#8220;Pesadelo”, “constrangimento”, “incômodo”. Ana*, de 26 anos, passou a relacionar a rotina profissional a momentos de tristeza em função do assédio moral e sexual que vivenciava em um supermercado onde trabalhou por seis meses. Ela pediu demissão, mas não denunciou os gritos e insinuações do ex-patrão por medo. “Eu não sabia como me defender daquilo”, disse.  Para apoiar as vítimas de assédio a denunciar esse tipo de crime, o  Ministério Público do Trabalho (MPT) elaborou uma cartilha que orienta a forma correta de coletar provas que ajudem a comprovar as violações.  A procuradora Luciana Marques Coutinho, do MPT, afirma que toda a sociedade deve se sentir &#8220;protegida e estimulada&#8221; para denunciar esse tipo de crime e explica que um dos caminhos para se defender é coletar provas. “Nem sempre as pessoas sabem, mas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p> &#8220;Pesadelo”, “constrangimento”, “incômodo”. Ana*, de 26 anos, passou a relacionar a rotina profissional a momentos de tristeza em função do assédio moral e sexual que vivenciava em um supermercado onde trabalhou por seis meses. Ela pediu demissão, mas não denunciou os gritos e insinuações do ex-patrão por medo. “Eu não sabia como me defender daquilo”, disse. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Assedio-no-trabalho-saiba-como-reunir-provar-para-comprovar-crime.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para apoiar as vítimas de assédio a denunciar esse tipo de crime, o  Ministério Público do Trabalho (MPT) elaborou uma cartilha que orienta a forma correta de coletar provas que ajudem a comprovar as violações. </p>
<p>A procuradora Luciana Marques Coutinho, do MPT, afirma que toda a sociedade deve se sentir &#8220;protegida e estimulada&#8221; para denunciar esse tipo de crime e explica que um dos caminhos para se defender é coletar provas.</p>
<p>“Nem sempre as pessoas sabem, mas elas podem gravar, por exemplo, as conversas”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Outra possibilidade de organização da denúncia é fazer um diário dessas ocorrências, relatando as vivências. “É importante fazer esse registro porque muitas vezes a vítima fica tão  impactada que não consegue nem se lembrar os detalhes do que aconteceu”, diz.Luciana Marques é vice-coordenadora nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades do MPT (Coordigualdade).</p>
<h2>Provas</h2>
<p>Bilhetes, e-mails e mensagens em redes sociais podem se constituir como prova. Atualmente, a legislação estabelece que as empresas são obrigadas a manter um canal de denúncia interno para receber essas informações, tanto de assédio moral, como de assédio sexual. Além disso, a legislação prevê capacitação dos empregados contra assédio.</p>
<p>Entre os meios para efetuar a denunciar, um caminho é via Ministério Público do Trabalho, escritórios do Ministério do Trabalho e sindicato da categoria. Por telefone, é possível também acionar o Disque Direitos Humanos, o Disque 100, e o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher). </p>
<p>As denúncias podem ser feitas de forma anônima. </p>
<p>A procuradora Luciana Marques salienta que é indiscutível que as mulheres são as mais impactadas por essas violências em relações de trabalho. Ela ressalta que, especificamente, as mulheres pretas estão mais suscetíveis. </p>
<p>“Nós sabemos que, na maior parte dos casos, as vítimas são de grupos já vulnerabilizados, como acontece com as mulheres negras, as mulheres pretas e pardas”, diz. </p>
<p>Um contexto atual que deixa esse grupo mais vulnerável, segundo a especialista, é a precarização das relações profissionais, com a flexibilização frequente dos contratos. </p>
<h2>Definição</h2>
<p>Um regramento internacional que se tornou referência para essas violações foi a Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p>“Violência e assédio são todos aqueles comportamentos e práticas inaceitáveis que podem acontecer apenas uma vez ou de maneira contínua”, explica Luciana Marques.</p>
<p>São práticas que podem causar ou gerar dano físico, psicológico, sexual ou econômico e inclui a violência e o assédio com base no gênero. </p>
<p>Inclusive, a denúncia de assédio não precisa partir apenas da vítima. Mas de qualquer pessoa que testemunhe essa violação.</p>
<p>O assédio, por exemplo, pode se dar fora do expediente e a distância. Esse comportamento e ameaças podem acontecer durante o expediente ou em todos os momentos relacionados ao trabalho.</p>
<p>“Pode ser no ambiente de trabalho, mas também quando a pessoa está em teletrabalho. Pode acontecer, por exemplo, nos deslocamentos, quando a pessoa está viajando pela empresa, ou em um evento promovido pela instituição”, identifica.</p>
<h2>Subnotificação</h2>
<p>Assédio não acontece apenas praticado pelo chefe, mas também por uma pessoa subordinada ou colega de função. “É muito comum no caso de mulheres chefes assediadas pelo subordinado”</p>
<p>Entretanto, a procuradora alerta para o fato de que o Brasil tem um déficit em relação ao diagnóstico dessas práticas. Para ela, há uma subnotificação porque nem sempre as pessoas se sentem confortáveis em denunciar com receio de retaliações de diferentes características, inclusive de perder o emprego. “Às vezes a mulher se culpa de alguma forma”.</p>
<p>Em outras vezes, mulheres têm dificuldades em identificar que são vítimas de uma série de violências cotidianas que vão se acumulando e degrandando as condições de trabalho. </p>
<h2>Como denunciar </h2>
<p>Ministério Público do Trabalho:acesse aqui.</p>
<p>Ministério do Trabalho: acesse aqui.  </p>
<p>Disque 100 &#8211; acesse aqui .</p>
<p>Central de Atendimento à Mulher &#8211; Ligue 180 &#8211; acesse aqui. </p>
<p><em>*nome fictício para proteger a entrevistada</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/assedio-no-trabalho-saiba-como-reunir-provar-para-comprovar-crime" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/assedio-no-trabalho-saiba-como-reunir-provar-para-comprovar-crime/">Assédio no trabalho: saiba como reunir provar para comprovar crime</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-como-sera-a-lua-de-sangue-na-proxima-terca-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 14:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Lua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo eclipse lunar está previsto para o dia 3 de março. O fenômeno sempre mobiliza curiosos e especialistas, mas, desta vez, o Brasil não estará na melhor posição geográfica para acompanhar o espetáculo completo da chamada Lua de sangue. O fenômeno ocorre quando há um alinhamento preciso entre Sol, Terra e Lua. “A Terra se coloca entre o Sol e a Lua. Então a Lua fica atrás da sombra que a Terra projeta. É um alinhamento desses três corpos”, explica o astrônomo Thiago Signorini Gonçalves, diretor do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Segundo ele, no eclipse parcial vemos a sombra da Terra avançando sobre o disco lunar, como se fosse “uma mordida” escurecendo a Lua cheia. Já no eclipse total ocorre o fenômeno mais aguardado....</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-como-sera-a-lua-de-sangue-na-proxima-terca-feira/">Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo eclipse lunar está previsto para o dia 3 de março. O fenômeno sempre mobiliza curiosos e especialistas, mas, desta vez, o Brasil não estará na melhor posição geográfica para acompanhar o espetáculo completo da chamada Lua de sangue.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saiba-como-sera-a-Lua-de-Sangue-na-proxima-terca-feira.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O fenômeno ocorre quando há um alinhamento preciso entre Sol, Terra e Lua.</p>
<p>“A Terra se coloca entre o Sol e a Lua. Então a Lua fica atrás da sombra que a Terra projeta. É um alinhamento desses três corpos”, explica o astrônomo Thiago Signorini Gonçalves, diretor do Observatório do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo ele, no eclipse parcial vemos a sombra da Terra avançando sobre o disco lunar, como se fosse “uma mordida” escurecendo a Lua cheia. Já no eclipse total ocorre o fenômeno mais aguardado.</p>
<p>“Quando ela está perfeitamente alinhada, a luz do Sol não consegue mais chegar diretamente à superfície da Lua. Mas atravessa a atmosfera da Terra antes de chegar lá. Só a parte vermelha da luz consegue passar, enquanto a azul é espalhada. Por isso a Lua fica avermelhada, como no pôr do sol”, afirma.</p>
<p>O apelido Lua de sangue, segundo o astrônomo, é mais uma expressão de impacto popular do que um termo científico, mas traduz bem o efeito visual provocado pela filtragem atmosférica.</p>
<p>A notícia, porém, não é animadora para a maior parte do território brasileiro. </p>
<p>“Infelizmente, na maior parte do Brasil a gente só vai ver o eclipse penumbral, que é um leve escurecimento da Lua cheia e que é um efeito difícil de perceber”, diz Thiago.</p>
<p>Em cidades como São Paulo e Brasília, o fenômeno ocorre por volta das 6h da manhã, já com a Lua muito baixa no horizonte oeste e pouco antes de o nascer do Sol, o que dificulta ainda mais a observação.</p>
<p>A situação melhora levemente na região Norte. No Acre, Rondônia e oeste do Amazonas, será possível acompanhar parte do eclipse parcial. “No Acre, por volta das 5h da manhã, já começa a ser possível perceber a sombra avançando. O máximo do encobrimento ocorre perto das 5h45, quando quase toda a Lua estará coberta”, explica.</p>
<p>Ainda assim, ele ressalta que o Brasil não é o melhor ponto do planeta para este eclipse. As condições ideais estarão no Pacífico, em regiões como a Nova Zelândia e ilhas como Fiji, onde a totalidade será plenamente visível.</p>
<h2>Etapas</h2>
<p>A astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional , detalha que todo eclipse total da Lua passa por cinco etapas: penumbral, parcial, total, parcial e penumbral novamente.</p>
<p>“O eclipse penumbral ocorre quando a Lua entra na sombra mais clara da Terra. Nessa fase, quase não percebemos diferença no brilho. Depois, quando começa a entrar na sombra escura, tem início o eclipse parcial, quando vemos a Lua ficando cada vez mais escura, em formato de mordidinha”, explica.</p>
<p>O eclipse total acontece quando a Lua está completamente imersa na umbra — a parte mais escura da sombra terrestre.</p>
<p>No caso do eclipse de 3 de março, porém, o Brasil verá apenas as fases iniciais. “Quando a Lua estiver totalmente eclipsada, ela já estará abaixo do horizonte para nós. O Brasil não vai ver o eclipse total”, afirma Josina.</p>
<p>Cronograma (horário de Brasília):</p>
<ul>
<li>5h44 – início do eclipse penumbral</li>
<li>6h50 – início do eclipse parcial</li>
<li>8h04 às 9h02 – fase total (não visível no Brasil)</li>
</ul>
<p>Quanto mais a oeste a localização, maior será a porcentagem de obscurecimento. No extremo oeste do país, o encobrimento poderá chegar a 96% — muito próximo da totalidade, mas ainda tecnicamente classificado como parcial.</p>
<p>Segundo a astrônoma, eclipses lunares são relativamente frequentes no Brasil, mas  teremos  que esperar para rever um espetáculo completo. “Somente na noite de 25 para 26 de junho de 2029 o Brasil terá um eclipse total da Lua com todas as fases visíveis em todo o país”, destaca Josina.</p>
<p>Ainda em 2026 haverá um eclipse parcial quase total (93% de magnitude) visível em todo o território nacional, na noite de 27 para 28 de agosto. Em 2027, os três eclipses previstos serão apenas penumbrais. Já em 2028 haverá eclipses parciais, mas nenhum total visível no Brasil.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/eclipse-de-marco-tera-lua-de-sangue-brasil-vera-fases-iniciais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saiba-como-sera-a-lua-de-sangue-na-proxima-terca-feira/">Saiba como será a Lua de Sangue na próxima terça-feira</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026; saiba como evitar a doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:30:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[casos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os quadros leves a moderados predominam e não há óbitos. Em 2025, foram registrados no país 1.079 casos e 2 óbitos. Os dados são do Ministério da Saúde.  O que é Mpox e quais são os sintomas? Causada pelo vírus Monkeypox, a doença tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou 88 casos confirmados do vírus Mpox, com a maioria sendo no estado de São Paulo, que desde janeiro contabiliza 62 casos. Os outros registros aparecem no Rio de Janeiro (15), em Rondônia (4), em Minas Gerais (3), no Rio Grande do Sul (2), no Paraná (1) e no Distrito Federal (1). Os quadros leves a moderados predominam e não há óbitos. Em 2025, foram registrados no país 1.079 casos e 2 óbitos. Os dados são do Ministério da Saúde. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Brasil-registra-88-casos-de-Mpox-em-2026-saiba-como.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<h2>O que é Mpox e quais são os sintomas?</h2>
<p>Causada pelo vírus Monkeypox, a doença tem seu contágio por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. O sintoma mais comum da doença é a erupção na pele, semelhante a bolhas ou feridas, que pode durar de duas a quatro semanas. O quadro pode incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, apatia e gânglios inchados. A erupção cutânea pode afetar o rosto, as palmas das mãos, as solas dos pés, a virilha, as regiões genitais e/ou anal.</p>
<h2>Como a Mpox é transmitida?</h2>
<p>O vírus se espalha de pessoa para pessoa por meio do contato próximo com alguém infectado, incluindo falar ou respirar próximos uns dos outros, o que pode gerar gotículas ou aerossóis de curto alcance; contato pele com pele, como toque ou sexo vaginal/anal; contato boca com boca; ou contato boca e pele, como no sexo oral ou mesmo o beijo na pele.</p>
<p>O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença. </p>
<h2>Em quanto tempo a doença se manifesta?</h2>
<p>O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox (período de incubação) é tipicamente de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias.</p>
<p>Ao notar os sintomas, é preciso procurar uma unidade de saúde para fazer o exame laboratorial, que é a única forma de confirmação. O diagnóstico complementar deve ser realizado considerando as seguintes doenças: varicela zoster, herpes zoster, herpes simples, infecções bacterianas da pele, infecção gonocócica disseminada, sífilis primária ou secundária, cancróide, linfogranuloma venéreo, granuloma inguinal, molusco contagioso, reação alérgica e quaisquer outras causas de erupção cutânea papular ou vesicular.</p>
<p>“Pessoas com suspeita ou confirmação da doença devem cumprir isolamento imediato, não compartilhar objetos e material de uso pessoal, tais como toalhas, roupas, lençóis, escovas de dente, talheres, até o término do período de transmissão”, orienta o Ministério da Saúde.</p>
<h2>Qual é o tratamento?</h2>
<p>O tratamento consiste no alívio dos sintomas, na prevenção, no manejo das complicações e em evitar sequelas. A maioria dos casos apresenta sinais e sintomas leves e moderados. Não há medicamento aprovado especificamente para Mpox.</p>
<p>A prevenção consiste em evitar contato direto com pessoas com suspeita ou confirmação da doença. Caso seja necessário ter contato, a recomendação é a de utilizar luvas, máscaras, avental e óculos de proteção.</p>
<p>Também é recomendado lavar as mãos com água e sabão ou utilizar álcool em gel frequentemente. As medidas de higiene são especialmente importantes após o contato com a pessoa infectada, suas roupas, lençóis, toalhas e outros itens ou superfícies que possam ter entrado em contato com as erupções e lesões da pele ou secreções respiratórias.</p>
<p>“Lave as roupas de cama, roupas, toalhas, lençóis, talheres e objetos pessoais da pessoa com água morna e detergente. Limpe e desinfete todas as superfícies contaminadas e descarte os resíduos contaminados (por exemplo, curativos) de forma adequada”, alerta o Ministério.</p>
<h2>Mpox pode matar?</h2>
<p>Na maioria dos casos, os sintomas da doença desaparecem sozinhos em poucas semanas. Mas, em algumas pessoas, o vírus pode provocar complicações médicas e mesmo a morte. Recém-nascidos, crianças e pessoas com imunodepressão pré-existente correm maior risco de sintomas mais graves e de morte pela infecção.</p>
<p>Quadros graves causados pela Mpox podem incluir lesões maiores e mais disseminadas (especialmente na boca, nos olhos e em órgãos genitais), infecções bacterianas secundárias de pele ou infecções sanguíneas e pulmonares. As complicações se manifestam ainda por meio de infecção bacteriana grave causada pelas lesões de pele, encefalite, miocardite ou pneumonia, além de problemas oculares.</p>
<p>Pacientes com Mpox grave podem precisar de internação, cuidados intensivos e medicamentos antivirais para reduzir a gravidade das lesões e encurtar o tempo de recuperação. Dados disponíveis mostram que entre 0,1% e 10% das pessoas infectadas pelo vírus morreram, sendo que as taxas de mortalidade podem divergir por conta de fatores como acesso a cuidados em saúde e imunossupressão subjacente.</p>
<h2>São Paulo</h2>
<p>Apesar dos números apresentados pelo governo federal, a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo (SES-SP) afirma que o número de casos no estado é de 50. A capital paulista é a cidade com maior número de casos: 31. Campinas, Paulínia, Sumaré, Hortolândia, Sorocaba, Várzea Paulista, Araquaquara, Osasco, Cotia, Jandira, Serrana, Arujá, Santos, Guarulhos e Pradópolis registram um caso. Em Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes, são dois em cada. No ano passado, em janeiro foram registrados 79 casos e em fevereiro 47 casos, totalizando, 126 casos nos dois primeiros meses do ano.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-02/brasil-registra-88-casos-de-mpox-em-2026-saiba-como-evitar-doenca" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasil-registra-88-casos-de-mpox-em-2026-saiba-como-evitar-a-doenca/">Brasil registra 88 casos de Mpox em 2026; saiba como evitar a doença</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Lula sanciona programa Gás do Povo; saiba como funciona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Feb 2026 13:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (13) a Lei nº 15.348, que institui o programa Gás do Povo. A iniciativa assegura gratuidade na recarga do botijão de gás de cozinha de 13 quilos (kg) para famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), desde que tenham renda per capita de até meio salário mínimo. Em nota, a Presidência da República informou que o programa busca enfrentar a pobreza energética de famílias de baixa renda, sobretudo a dificuldade de acesso ao gás liquefeito de petróleo (GLP), popularmente conhecido como gás de cozinha. A previsão do governo é que o programa esteja em pleno funcionamento em março, quando 15 milhões de famílias (cerca de 50 milhões de pessoas) serão contempladas. A iniciativa envolve os...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (13) a Lei nº 15.348, que institui o programa Gás do Povo. A iniciativa assegura gratuidade na recarga do botijão de gás de cozinha de 13 quilos (kg) para famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), desde que tenham renda <em>per capita</em> de até meio salário mínimo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Lula-sanciona-programa-Gas-do-Povo-saiba-como-funciona.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a Presidência da República informou que o programa busca enfrentar a pobreza energética de famílias de baixa renda, sobretudo a dificuldade de acesso ao gás liquefeito de petróleo (GLP), popularmente conhecido como gás de cozinha. A previsão do governo é que o programa esteja em pleno funcionamento em março, quando 15 milhões de famílias (cerca de 50 milhões de pessoas) serão contempladas.</p>
<p>A iniciativa envolve os ministérios de Minas e Energia e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, além da Caixa.</p>
<p>“Com o marco de 10 mil pontos de comercialização credenciados em menos de dois meses, uma em cada seis revendas de GLP do país está conectada à iniciativa”, destacou o Planalto.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Para se candidatar ao programa, a família deve ser beneficiária do Bolsa Família com pelo menos duas pessoas, ter renda <em>per capita</em> de até meio salário mínimo e manter o CadÚnico atualizado nos últimos 24 meses. Também é preciso que o CPF do responsável familiar esteja regular e que o cadastro não apresente pendências como averiguação cadastral ou indício de óbito.</p>
<h2>Aplicativo</h2>
<p>No app Meu Social &#8211; Gás do Povo, as famílias podem verificar se estão elegíveis, conferir a situação do vale recarga e encontrar revendas credenciadas, além de telefones e endereços de pontos credenciados.</p>
<p>Para pessoas sem acesso à internet ou celular, também é possível usar o vale recarga por meio das opções: cartão do Programa Bolsa Família (com chip); cartão de débito da Caixa; informando o CPF do responsável familiar na máquina do cartão.</p>
<h2>Canais</h2>
<p>Beneficiários do CadÚnico podem consultar o direito ao vale recarga Gás do Povo pelos seguintes canais:</p>
<p>&#8211; aplicativo Meu Social – Gás do Povo</p>
<p>&#8211; consulta do CPF do responsável familiar na página do programa </p>
<p>&#8211; Portal Cidadão Caixa </p>
<p>&#8211; Atendimento Caixa Cidadão – 0800 726 0207</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/lula-sanciona-programa-gas-do-povo-saiba-como-funciona" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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