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	<title>saneamento Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>saneamento Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Cheia dos rios acende o alerta para problemas de saneamento no interior</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/cheia-dos-rios-acende-o-alerta-para-problemas-de-saneamento-no-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cheia dos rios no Amazonas acende o alerta para a fragilidade da infraestrutura sanitária dos municípios do interior. A rápida subida dos rios afeta o abastecimento das cidades, com risco de contaminação da água consumida por populações ribeirinhas e indígenas. Conforme balanço da Defesa Civil do estado, 16 municípios já se encontram em situação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A cheia dos rios no Amazonas acende o alerta para a fragilidade da infraestrutura sanitária dos municípios do interior. A rápida subida dos rios afeta o abastecimento das cidades, com risco de contaminação da água consumida por populações ribeirinhas e indígenas. Conforme balanço da Defesa Civil do estado, 16 municípios já se encontram em situação de emergência, com milhares de famílias começando a sentir os efeitos do isolamento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Saneamento Básico e em Governança e Inovação Pública, o engenheiro civil Marcellus Campêlo avalia que o agravamento das cheias, com a crise climática, exige soluções permanentes e tecnologias adaptadas à realidade amazônica. Por mais de sete anos à frente da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb) e da Unidade Gestora de Projetos Especiais (UGPE), ele defende a ampliação de políticas públicas voltadas à segurança hídrica e ao saneamento nos municípios do Amazonas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos avançar em projetos sustentáveis de abastecimento de água, drenagem, tratamento de esgoto e monitoramento dos rios. A realidade da Amazônia exige soluções específicas para comunidades isoladas e municípios afetados pelas enchentes todos os anos”, afirma Marcellus Campêlo, que se desincompatibilizou da Sedurb e da UGPE em março deste ano, colocando o nome à disposição da Federação União Progressista, como pré-candidato a deputado estadual.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Gestão compartilhada</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Uma das iniciativas desenvolvidas no âmbito da Sedurb foi a criação da Microrregião de Saneamento Básico (MRSB), instituída por lei em janeiro de 2025. O modelo permite a gestão compartilhada do saneamento entre estado e municípios do interior, ampliando assim a capacidade de trabalho e de atração de investimentos para que possam alcançar a meta de universalização dos serviços de água e esgoto.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Parte da estrutura de apoio aos municípios na área de saneamento foi fortalecida pela Sedurb e UGPE, com ampliação das redes em Manaus e no interior. Em Manaus, com o Programa Social e Ambiental de Manaus e Interior (Prosamin+). No interior, com o Programa de Saneamento Integrado (Prosai), executado em Maués e em andamento em Parintins, cidades historicamente afetadas pelas grandes cheias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em Maués, o Prosai ampliou em 50% a cobertura de esgotamento sanitário e elevou a capacidade de armazenamento de água de 227 mil litros para 1,7 milhão de litros, passando a atender toda a população urbana. Já em Parintins, o programa, que iniciou em 2024, já solucionou o problema de contaminação dos poços que abasteciam o município e iniciou a implantação da rede de esgoto, com previsão de elevar a cobertura do serviço de zero para 25%.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Marcellus Campêlo, experiências como as de Maués e Parintins mostram que o Amazonas precisa transformar o saneamento em uma política permanente de estado, principalmente nos municípios mais afetados pelas cheias. “O desafio do saneamento no interior não passa apenas pela execução de obras, mas pela criação de projetos permanentes, capazes de integrar abastecimento de água, drenagem urbana, tratamento de esgoto, monitoramento dos rios e planejamento das cidades”, enumera.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, a Amazônia exige soluções diferentes das adotadas nos grandes centros urbanos do país, com tecnologias adaptadas à realidade ribeirinha e maior integração entre engenharia, gestão ambiental e adaptação climática. “Quando levamos água tratada e esgotamento sanitário para uma comunidade, reduzimos doenças, melhoramos a qualidade de vida e criamos condições para o desenvolvimento local”, pontua.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Outras soluções</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Dentro das soluções defendidas para melhorar a destinação de resíduos sólidos, Marcellus Campêlo destaca o projeto Amazonas EcoLar, do Governo do Estado. O projeto piloto utilizará resíduos plásticos reciclados, como garrafas PET, na construção de 16 unidades habitacionais no bairro Petrópolis, zona sul de Manaus. As obras de infraestrutura serão executadas pela UGPE, enquanto a montagem das casas ficará sob responsabilidade da Defesa Civil.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outra iniciativa apontada por ele é a ampliação do Programa Água Boa, desenvolvido pela Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama), órgão também vinculado à Sedurb, em parceria com a Defesa Civil. O projeto instala filtros simplificados de tratamento de água adaptados às realidades locais, capazes de transformar recursos captados de rios, lagos e igarapés em consumo seguro para populações isoladas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Dados da Cosama e da Defesa Civil apontam que mais de 800 desses sistemas já foram implantadas em 55 municípios, incluindo comunidades de difícil acesso, beneficiando mais de 270 mil pessoas. Com aportes superiores a R$ 2,3 milhões, as ações também incluem distribuição de caixas d’água, filtros domésticos e kits purificadores enviados de forma emergencial às cidades atingidas pelas cheias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O Água Boa mostrou que é possível levar água tratada para comunidades distantes com soluções adaptadas à realidade de cada região. Agora, o desafio é avançar ainda mais, ampliando o saneamento nos municípios, fortalecendo as prefeituras e integrando infraestrutura, saúde pública e adaptação climática”, ressalta.</p>
<p class="wp-block-paragraph">No período de 2019 a 2026, Sedurb e UGPE realizaram mais de 400 obras no estado, gerando mais de 200 mil empregos diretos e indiretos e beneficiando milhares de famílias.</p>
<p class="wp-block-paragraph"><em>(*) Com informações da assessoria</em></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia Mais:</p>
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		<title>Saneamento básico na Maré requer ações integradas, defende ONG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Apr 2026 12:22:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A solução definitiva para o saneamento básico no Complexo da Maré passa por soluções integradas, de esgotamento sanitário, abastecimento de água, drenagem e coleta de lixo. A avaliação é do coordenador da organização social Redes da Maré Maurício Dutra, que também defende a transparência e participação da comunidade nas obras. “Qualquer projeto de saneamento precisa considerar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A solução definitiva para o saneamento básico no Complexo da Maré passa por soluções integradas, de esgotamento sanitário, abastecimento de água, drenagem e coleta de lixo. A avaliação é do coordenador da organização social Redes da Maré Maurício Dutra, que também defende a transparência e participação da comunidade nas obras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Saneamento-basico-na-Mare-requer-acoes-integradas-defende-ONG.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Qualquer projeto de saneamento precisa considerar o crescimento populacional, as características urbanas da região, os impactos de chuvas intensas, que, frequentemente, provocam alagamento e mistura de água pluvial e esgoto”, afirma Dutra.</p>
<p>Ele é coordenador do Eixo Direitos Urbanos e Socioambientais da Redes e morador da Nova Holanda, uma das 16 favelas que compõem o Complexo da Maré.</p>
<p>Nas contas da organização que atua na comunidade desde a década de 1980, cerca de 200 mil moradores sofrem com saneamento precário. Oriunda de ocupações e palafitas às margens da Baía de Guanabara, a Maré cresceu sem infraestrutura urbana, reflexo de “um histórico de desigualdade na urbanização da cidade”, avalia Maurício Dutra.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Saneamento-basico-na-Mare-requer-acoes-integradas-defende-ONG.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/04/2026 - Lixão à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Salsa e Merengue. Saneamento básico em localidades do Complexo da Maré. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Lixão à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Novo Pinheiro, antes conhecida como Salsa e Merengue &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>“A expansão desses serviços [de saneamento, na cidade] nunca foi homogênea&#8221;, destaca o coordenador. Segundo ele, foram priorizadas &#8220;áreas de interesse econômico e político, especialmente as regiões mais ricas”, fruto de escolhas políticas.</p>
<p>Além disso, de acordo com o coordenador, menos de 1% do esgoto produzido na Maré é efetivamente tratado em estações próximas, enquanto parte significativa é despejada em canais e valões da região e que desaguam na Baía de Guanabara.</p>
<p>Recentemente, a concessionária Águas do Rio anunciou R$ 120 milhões em investimentos na Maré. A intenção é modernizar o abastecimento, intensificar a ligação de residências à rede de esgoto e instalar uma nova tubulação que captará os rejeitos para tratamento.</p>
<p>“O tronco coletor [a tubulação] atende uma das frentes dessa visão macro do saneamento, do esgotamento”, diz Dutra, que cobra a prefeitura do Rio. “Mantemos a mobilização intensa para ter resolvidas a questão dos alagamentos e a gestão dos resíduos sólidos”, reforça. Segundo a Redes, a Maré produz 2% do lixo da cidade do Rio.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775996555_113_Saneamento-basico-na-Mare-requer-acoes-integradas-defende-ONG.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/04/2026 - Lixão à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Salsa e Merengue. Saneamento básico em localidades do Complexo da Maré. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Descarte inadequado de lixo à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Novo Pinheiro, antiga Salsa e Merengue &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O descarte inadequado de lixo também preocupa a Águas do Rio, por risco de contaminação e entupimento do esgoto. “Não adianta a gente fazer a rede de esgoto e o lixo, quando chover, ir para dentro das redes”, analisa o presidente da concessionária, Anselmo Leal.</p>
<p>O gestor concorda que o problema é social e deve ser resolvido de forma integrada com o Poder Público. Ele acredita que mais investimentos públicos virão.</p>
<p>“Observamos que, quando a gente entra e consegue regularizar a questão do saneamento, as autoridades acabam se inspirando e gerando um ambiente próspero”, afirma o presidente da concessionária.</p>
<h2>Lixão da antiga Salsa e Merengue</h2>
<p>Na Maré, melhorias na coleta de lixo devem chegar com o PAC Periferia Viva, realização do governo federal, em fase de licitação, com a prefeitura. A iniciativa prevê a instalação de cinco ecopontos com caixas compactadoras para dar conta do descarte de lixo 24 horas. Um dos pontos será em Novo Pinheiro, comunidade conhecida antes por Salsa e Merengue.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1775996555_304_Saneamento-basico-na-Mare-requer-acoes-integradas-defende-ONG.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 01/04/2026 - Crianças jogam lixo no lixão à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Salsa e Merengue. Saneamento básico em localidades do Complexo da Maré. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Crianças descartam lixo à beira da Baía de Guanabara, na comunidade Novo Pinheiro, antiga Salsa e Merengue &#8211; Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Ali, em substituição a um depósito irregular de lixo, às margens da Baía da Guanabara, o PAC prevê uma área urbanizada, com equipamentos de lazer e parquinho infantil.</p>
<p>“É verdade, tia, que vai ter um parquinho infantil aqui?’, pergunta o menino Pedro Dantas*, de 6 anos, à reportagem da Agência Brasil, enquanto leva uma sacolinha de lixo de casa para o descarte. Com ele, em meio ao lixo, moscas e mau cheiro, o irmão de 4 anos anda de bicicleta.</p>
<p>Segundo a prefeitura, as obras do novo Parque Linear estão em fase de contratação.</p>
<p><em>*Nome fictício para preservar a identidade da criança.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/saneamento-basico-na-mare-requer-acoes-integradas-defende-ong" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Projeto de saneamento rural sustentável começa em comunidade do AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/projeto-de-saneamento-rural-sustentavel-comeca-em-comunidade-do-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 00:22:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presidente Figueiredo (AM) – O Governo do Amazonas e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) iniciaram, nesta terça-feira (24), um projeto piloto de saneamento rural sustentável na Amazônia. A primeira comunidade beneficiada será Boa União do Rumo Certo, localizada no município a 117 quilômetros de Manaus. A iniciativa faz parte do programa internacional “SIRWASH: Água, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Presidente Figueiredo (AM) – O Governo do Amazonas e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) iniciaram, nesta terça-feira (24), um projeto piloto de saneamento rural sustentável na Amazônia. A primeira comunidade beneficiada será Boa União do Rumo Certo, localizada no município a 117 quilômetros de Manaus.</p>
<p>A iniciativa faz parte do programa internacional “SIRWASH: Água, Saneamento e Higiene Rural Sustentáveis e Inovadores no Brasil” e prevê melhorias no abastecimento de água, esgotamento sanitário e gestão de resíduos sólidos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto piloto com alcance internacional</h2>
<p>O projeto é liderado pelo BID em parceria com a Agência Suíça para o Desenvolvimento e Cooperação (Consude) e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). No Amazonas, a coordenação será da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano (Sedurb), com apoio da prefeitura local.</p>
<p>A proposta é testar um modelo sustentável que possa ser replicado em outras comunidades do interior do estado.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Melhoria na qualidade de vida</h2>
<p>Durante a apresentação do projeto, o secretário da Sedurb, Marcellus Campêlo, destacou que a iniciativa deve orientar políticas públicas futuras.</p>
<p>“Esse projeto vai garantir água tratada, coleta e tratamento de esgoto e manejo de resíduos, melhorando diretamente a qualidade de vida da população”, afirmou.</p>
<p>A escolha da comunidade levou em consideração fatores como déficit de saneamento, crescimento populacional e participação ativa dos moradores.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Impacto econômico e social</h2>
<p>O prefeito de Presidente Figueiredo, Fernando Vieira, ressaltou que o projeto também fortalece o desenvolvimento sustentável da região, especialmente no turismo.</p>
<p>Já o representante comunitário Adaildo de Carvalho destacou a importância da iniciativa para os moradores.</p>
<p>“Temos dificuldades com água tratada. Esse projeto vai trazer mais qualidade de vida e valorização para a nossa comunidade”, disse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Três eixos de atuação</h2>
<p>O projeto está estruturado em três áreas principais:</p>
<li>Abastecimento de água</li>
<li>Esgotamento sanitário rural</li>
<li>Coleta seletiva e valorização de resíduos</li>
<p>Entre as ações previstas estão estudos para novos poços, implantação de rede de distribuição, construção de banheiros e criação de uma central de triagem de resíduos.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Expansão para o interior</h2>
<p>A expectativa é que, após a fase piloto, o modelo seja ampliado para outras comunidades do Amazonas, fortalecendo o acesso ao saneamento básico em áreas rurais.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Em Manaus, mulheres lideram projeto de condomínio inovador e sustentável</p>
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		<title>Manaus tem redução de 88% nos casos de hepatite A</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/manaus-tem-reducao-de-88-nos-casos-de-hepatite-a/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 14:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[águas de manaus]]></category>
		<category><![CDATA[hepatite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; Um dos principais benefícios do acesso ao saneamento básico de qualidade é a melhoria dos índices de saúde. Exemplo disso já é visto com com os casos de doenças de veiculação hídrica: entre 2018 e 2024, os números de Hepatite A tiveram redução de 88%, segundo dados da Fundação de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; Um dos principais benefícios do acesso ao saneamento básico de qualidade é a melhoria dos índices de saúde. Exemplo disso já é visto com com os casos de doenças de veiculação hídrica: entre 2018 e 2024, os números de Hepatite A tiveram redução de 88%, segundo dados da Fundação de Vigilância em Saúde Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). A mudança coincide com a expansão dos serviços de água e esgoto na capital amazonense.</p>
<h3>Hepatite A</h3>
<p>Os índices de diarreia também merecem atenção: em janeiro de 2025, foi registrada uma queda de 46% em relação ao mesmo mês no ano passado em Manaus, segundo dados da Fundação de Vigilância em Saúde Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP). Em janeiro do ano passado, foram 14 mil casos da doença na cidade; neste ano, o órgão estadual contabilizou 7,5 mil no primeiro mês de 2025. O comparativo anual tem ainda uma redução de 10% entre 2023 e 2024.</p>
<p>O diretor de Vigilância Ambiental da FVS-RCP, Elder Figueira, pontua que áreas sem saneamento básico estão mais suscetíveis à proliferação de insetos. “A falta de acesso à água tratada e o descarte inadequado de resíduos e esgotos aumentam a incidência de doenças, como diarreias agudas. Ambientes sem o devido saneamento favorecem a proliferação de vetores, como moscas, mosquitos, roedores que também podem transmitir doenças. Lembrando que o acesso ao saneamento adequado é imprescindível para a promoção da saúde, prevenindo doenças e melhorando a qualidade de vida de toda a população”, ressalta.</p>
<h3>Mudanças</h3>
<p>Para quem passou a ter acesso à água e se interliga ao sistema de esgotamento sanitário, essas mudanças são uma realidade. A professora aposentada Yone Araújo é moradora do<a href="https://maps.app.goo.gl/oJMxLXMq7EXs1Hw5A" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> loteamento Campo Dourado, na Zona Norte da cidade</a>. Recentemente, ela passou a ter acesso ao serviço. “Eu usei a fossa durante 29 anos porque era a única opção que eu tinha. A partir da chegada do sistema de esgoto, eu logo me interliguei pois sei os benefícios desse serviço. Agora eu sei que o esgoto vai ser tratado antes de ser devolvido pra natureza. Não vou ter mais os dejetos depositados aqui no fundo da minha casa. A gente sabe que isso pode causar doenças graves, como problema no estômago e diarreia”, disse.</p>
<h3>Sistema de esgotamento em Manaus</h3>
<p>Com a adesão ao sistema de esgotamento que está sendo implantado em Manaus, será possível ver uma redução ainda maior desses dados e o reflexo deste número na economia. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cada R$ 1 investido em saneamento básico representa uma economia de R$ 4 em saúde.</p>
<p>“Quando falamos em saneamento, falamos em qualidade de vida. Os dados oficiais estão aí para comprovar que Manaus evolui com a expansão do saneamento, sobretudo, do sistema de esgotamento sanitário. Esses resultados positivos nos fazem ter a certeza de que estamos no caminho certo. Projetamos a universalização do esgoto para daqui menos de 10 anos, ou seja, teremos mais reduções de casos de doenças de veiculação hídrica e mais qualidade de vida tanto para a população quanto para o meio ambiente”, destaca o diretor-presidente da Águas de Manaus, Pedro Augusto Freitas.</p>
<h3>Expansão do saneamento</h3>
<p>O serviço de abastecimento de água está universalizado em Manaus. Desde o início das operações da concessionária na cidade, em 2018, foram instalados mais de 200 Km de redes em regiões que não tinham acesso ao serviço. A empresa segue acompanhando o crescimento da capital, com obras de implantação de redes em novas comunidades.</p>
<p>Já o esgotamento sanitário está em plena expansão. No ano passado, foi lançado o programa Trata Bem Manaus, que traça um plano para que o serviço chegue a 90% da cidade em menos de dez anos. Para alcançar o índice, a Águas de Manaus fará a implantação de mais de 2,7 milhões de metros de redes coletoras de esgoto nos próximos anos, além de obras de implantação e ampliação de pelo menos 70 Estações de Tratamento de Esgoto (ETE’s), espalhadas por todas as zonas da cidade. As obras já estão em curso, com ações nas ruas da cidade e com a construção de uma ETE no bairro da Raiz &#8211; prevista para ser entregue no primeiro semestre deste ano, a primeira etapa da obra deve beneficiar mais de 50 mil pessoas nas zonas Sul e Leste de Manaus.</p>
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