<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>sindicatos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<atom:link href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/sindicatos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/sindicatos/</link>
	<description>Portal de Notícias</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 12:22:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/01/cropped-logo-v2-27-01-2025-14-58-29-27-01-2025_15-21-26.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>sindicatos Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/sindicatos/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">240766857</site>	<item>
		<title>Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 12:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[6x1]]></category>
		<category><![CDATA[atacam]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[defendem]]></category>
		<category><![CDATA[empresários]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[sindicatos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem-2/</guid>

					<description><![CDATA[<p>overno, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6×1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Empresários dos setores do comércio, dos transportes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem-2/">Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">overno, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6×1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782994931_292_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.gif?w=740&#038;ssl=1" data-pagespeed-url-hash="3150432972" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Empresários dos setores do comércio, dos transportes e da indústria e senadores da oposição criticaram a PEC, alegando que a proposta eleva custos do trabalho e prejudica a economia. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Os líderes patronais defendem que a jornada seja definida por negociação direta entre empregados e empregadores, e não por mudança legislativa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os representantes de centrais sindicais e do governo federal ponderam que os custos da PEC para economia são pequenos, semelhantes a um aumento de salário mínimo. </p>
<p class="wp-block-paragraph">Para os defensores da proposta, os trabalhadores estão exaustos da escala 6×1 e precisam de mais tempo para família, estudos e lazer.<br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="1414630332" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<h6 class="wp-block-heading">Ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira (D), defende que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
<p class="wp-block-paragraph">Além de instituir dois dias de descanso por semana, a PEC reduz a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Federação de Comércio de São Paulo (Fecomércio-SP), Ivo Dall’Acqua, destacou que o desafio não é escolher entre trabalhar “mais ou menos”, mas como o Brasil pode “produzir mais”.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O problema não é o trabalhador. O problema é a produtividade da economia. Primeiro, precisamos produzir mais riqueza, depois, distribuí-la. Foi esse o caminho percorrido pelas economias que hoje servem de referência internacional”, argumenta o empresário.</p>
<p class="wp-block-paragraph">&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<h2 class="wp-block-heading">Exaustão</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Secretária-geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, avalia que os custos econômicos da PEC podem ser absorvidos pelas empresas, assim como a economia absorve aumentos reais do salário mínimo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“[Estudo do Ipea calculou um impacto] de 7,8%, que é algo proporcional ao aumento real de salário mínimo. Aumentou-se o salário e nenhuma empresa faliu. Nenhuma empresa deixou de operar, não houve desemprego. Ao contrário, nós estamos na menor taxa de desemprego da série histórica no Brasil”, defendeu Boulos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Estudos sobre o tema têm divergido em relação aos impactos da PEC do fim da 6×1 em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), inflação e nível de emprego.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, para além da discussão econômica, a PEC do fim da 6×1 traz benefícios humanos para milhões de trabalhadores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“No ano passado, o Brasil bateu o recorde de afastamentos de trabalhadores por burnout, depressão e ansiedade. Isso é resultado da exaustão de trabalhadores”, destacou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, 4,1 milhões de trabalhadores foram afastados temporariamente por motivos de saúde, aumento de 15% em relação a 2024. Os principais motivos foram dor nas costas e lesões dos discos intervertebrais, como hérnias de disco, além de problemas mentais e depressivos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Boulos lembrou que as experiências de redução de jornada de trabalho levaram ao aumento da produtividade do trabalho, “por razões que deveriam nos parecer óbvias”. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Um trabalhador mais descansado é um trabalhador mais produtivo”, disse.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Votação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, defendeu a PEC apresentada pela oposição. A proposta mantém a escala 6×1, não reduz a jornada de trabalho e introduz um contrato por hora trabalhada.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nós vamos criar situações que vão levar à informalidade? Nós vamos tirar a liberdade das pessoas de fazerem o que querem fazer? Nós vamos tirar a liberdade de as pessoas se entenderem? E como fica a pequena, a micro, a média empresa e os microempreendedores individuais?”, questionou. <br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924200_908_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="2844348483" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<h6 class="wp-block-heading">Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, defende votação da PEC depois das eleições – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
<p class="wp-block-paragraph">Skaf apelou para que a PEC 6×1 seja votada apenas depois da eleição de outubro.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Podemos debater, mas não em vésperas de eleição, não com motivação eleitoral, não tirando a liberdade dos senadores ou dos deputados de votarem dentro das suas consciências, dentro daquilo que veem como o melhor para o Brasil”, argumentou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, afirmou que a PEC aumenta os custos dos transportes e pediu uma transição mais longa para redução das jornadas.  </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Outra alternativa para absorvermos isso é fazer uma transição com mais tempo, com mais prazo para poder se fazer. Se colocarmos 1 hora por ano, é muito provável que os empresários conseguirão absorver com mais facilidade o aumento de custos”, defendeu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A PEC aprovada na Câmara prevê 60 dias para acabar com a escala  6×1 e 14 meses para se chegar às 40 horas semanais.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Tempo para viver</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, lembrou que uma das primeiras greves do Brasil, em 1917, já pedia a jornada de trabalho de 40 horas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Todos nós temos o direito de viver. Nós gostamos de trabalhar, sou apaixonado pelo trabalho, mas acho que nós merecemos também viver, estar com a família”, disse Patah.<br /> </p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924201_10_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil." data-pagespeed-url-hash="401039200" onload="pagespeed.CriticalImages.checkImageForCriticality(this);"/></p>
<h6 class="wp-block-heading">Audiência pública no Senado para debater o fim da escala 6×1 – Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
<p class="wp-block-paragraph">A liderança sindical chamou a atenção para o tempo que o trabalhador passa dentro do transporte para ir e voltar do serviço. </p>
<p class="wp-block-paragraph">“Nós não podemos ter um país onde poucas pessoas têm privilégios extraordinários e milhões de pessoas estão exauridas”, alertou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, defendeu que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Muito dinheiro na mão de poucos é miséria e desigualdade. Pouco dinheiro na mão de muitos é desenvolvimento, é consumo, é uma economia mais dinâmica, são trabalhadores gerando negócios e oportunidades para que inclusive o capital possa se fortalecer”, argumentou.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O ministro citou o projeto de lei enviado pelo Executivo à Câmara, com aumento do limite de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs) e a autorização para contratar dois trabalhadores, considerando como  uma medida para aliviar os pequenos negócios em meio a redução da jornada de trabalho. </p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem-2/">Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">33458</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:43:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[6x1]]></category>
		<category><![CDATA[atacam]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[defendem]]></category>
		<category><![CDATA[empresários]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[sindicatos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Governo, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6&#215;1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Empresários dos setores do [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem/">Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo, oposição, empresários e sindicatos dos trabalhadores discutem no Senado, nesta quarta-feira (1º), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de 6&#215;1, em audiência pública no plenário da Casa. A PEC completou mais de um mês travada na mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Empresários dos setores do comércio, dos transportes e da indústria e senadores da oposição criticaram a PEC, alegando que a proposta eleva custos do trabalho e prejudica a economia. </p>
<p>Os líderes patronais defendem que a jornada seja definida por negociação direta entre empregados e empregadores, e não por mudança legislativa.</p>
<p>Os representantes de centrais sindicais e do governo federal ponderam que os custos da PEC para economia são pequenos, semelhantes a um aumento de salário mínimo. </p>
<p>Para os defensores da proposta, os trabalhadores estão exaustos da escala 6&#215;1 e precisam de mais tempo para família, estudos e lazer.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira (D), defende que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Além de instituir dois dias de descanso por semana, a PEC reduz a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.  </p>
<p>O presidente da Federação de Comércio de São Paulo (Fecomércio-SP), Ivo Dall’Acqua, destacou que o desafio não é escolher entre trabalhar “mais ou menos”, mas como o Brasil pode “produzir mais”.</p>
<p>“O problema não é o trabalhador. O problema é a produtividade da economia. Primeiro, precisamos produzir mais riqueza, depois, distribuí-la. Foi esse o caminho percorrido pelas economias que hoje servem de referência internacional”, argumenta o empresário.</p>
<h2>Exaustão</h2>
<p>O ministro da Secretária-geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, avalia que os custos econômicos da PEC podem ser absorvidos pelas empresas, assim como a economia absorve aumentos reais do salário mínimo.</p>
<p>“[Estudo do Ipea calculou um impacto] de 7,8%, que é algo proporcional ao aumento real de salário mínimo. Aumentou-se o salário e nenhuma empresa faliu. Nenhuma empresa deixou de operar, não houve desemprego. Ao contrário, nós estamos na menor taxa de desemprego da série histórica no Brasil”, defendeu Boulos.</p>
<p>Estudos sobre o tema têm divergido em relação aos impactos da PEC do fim da 6&#215;1 em relação ao Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país), inflação e nível de emprego.</p>
<p>Segundo o ministro, para além da discussão econômica, a PEC do fim da 6&#215;1 traz benefícios humanos para milhões de trabalhadores.</p>
<p>“No ano passado, o Brasil bateu o recorde de afastamentos de trabalhadores por burnout, depressão e ansiedade. Isso é resultado da exaustão de trabalhadores”, destacou.</p>
<p>Em 2025, 4,1 milhões de trabalhadores foram afastados temporariamente por motivos de saúde, aumento de 15% em relação a 2024. Os principais motivos foram dor nas costas e lesões dos discos intervertebrais, como hérnias de disco, além de problemas mentais e depressivos.</p>
<p>Boulos lembrou que as experiências de redução de jornada de trabalho levaram ao aumento da produtividade do trabalho, “por razões que deveriam nos parecer óbvias”. </p>
<p>“Um trabalhador mais descansado é um trabalhador mais produtivo”, disse.</p>
<h2>Votação</h2>
<p>O presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, defendeu a PEC apresentada pela oposição. A proposta mantém a escala 6&#215;1, não reduz a jornada de trabalho e introduz um contrato por hora trabalhada.</p>
<p>“Nós vamos criar situações que vão levar à informalidade? Nós vamos tirar a liberdade das pessoas de fazerem o que querem fazer? Nós vamos tirar a liberdade de as pessoas se entenderem? E como fica a pequena, a micro, a média empresa e os microempreendedores individuais?”, questionou. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924200_908_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, defende votação da PEC depois das eleições &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Skaf apelou para que a PEC 6&#215;1 seja votada apenas depois da eleição de outubro.  </p>
<p>“Podemos debater, mas não em vésperas de eleição, não com motivação eleitoral, não tirando a liberdade dos senadores ou dos deputados de votarem dentro das suas consciências, dentro daquilo que veem como o melhor para o Brasil”, argumentou.</p>
<p>O presidente da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Vander Costa, afirmou que a PEC aumenta os custos dos transportes e pediu uma transição mais longa para redução das jornadas.  </p>
<p>“Outra alternativa para absorvermos isso é fazer uma transição com mais tempo, com mais prazo para poder se fazer. Se colocarmos 1 hora por ano, é muito provável que os empresários conseguirão absorver com mais facilidade o aumento de custos”, defendeu.</p>
<p>A PEC aprovada na Câmara prevê 60 dias para acabar com a escala  6&#215;1 e 14 meses para se chegar às 40 horas semanais.</p>
<h2>Tempo para viver</h2>
<p>O presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, lembrou que uma das primeiras greves do Brasil, em 1917, já pedia a jornada de trabalho de 40 horas.</p>
<p>“Todos nós temos o direito de viver. Nós gostamos de trabalhar, sou apaixonado pelo trabalho, mas acho que nós merecemos também viver, estar com a família”, disse Patah.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1782924201_10_Empresarios-atacam-PEC-6x1-no-Senado-sindicatos-e-governo-defendem.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília – DF – 01/07/2026 - Sessão semipresencial para debater os impactos sociais, econômicos e produtivos da proposta de emenda à Constituição que trata da redução da jornada de trabalho e do fim da chamada escala 6x1 no Brasil. ( Presidente da Fiesp, Paulo Skaf ) Foto: Lula Marques/ Agência Brasil" title="Lula Marques/Agência Brasil."/></p>
<p><h6 class="meta">Audiência pública no Senado para debater o fim da escala 6&#215;1 &#8211; Foto: Lula Marques/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A liderança sindical chamou a atenção para o tempo que o trabalhador passa dentro do transporte para ir e voltar do serviço. </p>
<p>“Nós não podemos ter um país onde poucas pessoas têm privilégios extraordinários e milhões de pessoas estão exauridas”, alertou.</p>
<p>O ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Pereira, defendeu que os ganhos dos últimos 40 anos na economia brasileira sejam repartidos com os trabalhadores.</p>
<p>“Muito dinheiro na mão de poucos é miséria e desigualdade. Pouco dinheiro na mão de muitos é desenvolvimento, é consumo, é uma economia mais dinâmica, são trabalhadores gerando negócios e oportunidades para que inclusive o capital possa se fortalecer”, argumentou.</p>
<p>O ministro citou o projeto de lei enviado pelo Executivo à Câmara, com aumento do limite de faturamento dos microempreendedores individuais (MEIs) e a autorização para contratar dois trabalhadores, considerando como  uma medida para aliviar os pequenos negócios em meio a redução da jornada de trabalho. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/empresarios-atacam-pec-6x1-no-senado-sindicatos-e-governo-defendem/">Empresários atacam PEC 6&#215;1 no Senado; sindicatos e governo defendem</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">33349</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ato em São Bernardo mobiliza sindicatos e pede fim da escala 6&#215;1</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ato-em-sao-bernardo-mobiliza-sindicatos-e-pede-fim-da-escala-6x1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 22:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[6x1]]></category>
		<category><![CDATA[ato]]></category>
		<category><![CDATA[Bernardo]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[escala]]></category>
		<category><![CDATA[fim]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[mobiliza]]></category>
		<category><![CDATA[pede]]></category>
		<category><![CDATA[são]]></category>
		<category><![CDATA[sindicatos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ato-em-sao-bernardo-mobiliza-sindicatos-e-pede-fim-da-escala-6x1/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alguns milhares de trabalhadores e moradores da região do ABC paulista se reuniram, neste 1° de maio, no Paço Municipal de São Bernardo do Campo, onde acompanharam a festa promovida pelos sindicatos da região, em comemoração ao Dia do Trabalhador. As 26 agremiações, filiadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT), se revezaram em discursos e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ato-em-sao-bernardo-mobiliza-sindicatos-e-pede-fim-da-escala-6x1/">Ato em São Bernardo mobiliza sindicatos e pede fim da escala 6&#215;1</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns milhares de trabalhadores e moradores da região do ABC paulista se reuniram, neste 1° de maio, no Paço Municipal de São Bernardo do Campo, onde acompanharam a festa promovida pelos sindicatos da região, em comemoração ao Dia do Trabalhador.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Ato-em-Sao-Bernardo-mobiliza-sindicatos-e-pede-fim-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As 26 agremiações, filiadas à Central Única dos Trabalhadores (CUT), se revezaram em discursos e programação musical.</p>
<p>As principais pautas pediam o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6&#215;1) e a expansão das políticas de combate ao feminicídio, com falas que discutiam a necessidade da participação popular para superar o machismo.</p>
<p>O evento contou com a participação de três ministros do governo federal: Luiz Marinho (Ministério do Trabalho e Emprego), Alexandre Padilha (da Saúde) e Leonardo Sarchini (da Educação). </p>
<p>“Toda vez que o presidente Lula governa o país, o 1° de maio costuma ser o dia da celebração mas também é o dia da consciência do trabalhador e da trabalhadora em relação ao que falta fazer. A batalha do ano é fazer o Congresso aprovar, antes das eleições [de outubro], a revisão da jornada 6&#215;1”, discursou Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda.</p>
<p>Haddad falou ainda sobre a importância da participação popular para a conquista de outros avanços, como a isenção do Imposto de Renda nas participações de lucros (PLR).</p>
<p>Representando o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o presidente da entidade Moisés Selerges comemorou o bom momento para a categoria.</p>
<p>“Tivemos conquistas e hoje as taxas de desemprego são as melhores da história. Essas conquistas serão importantes porque somos os trabalhadores e trabalhadoras que produzem a riqueza do nosso país. Agora queremos, precisamos reduzir a jornada de trabalho. A nossa missão é pressionar, lá em Brasília, pra acabar com a jornada 6&#215;1.”</p>
<h2>Música ao vivo</h2>
<p>A programação da festa contou com apresentações musicais desde a manhã dessa sexta-feira. Os destaques foram o MC IG e Glória Groove, que se apresentaram no começo da noite. </p>
<h2>Segurança </h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Ato-em-Sao-Bernardo-mobiliza-sindicatos-e-pede-fim-da.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="São Bernardo do Campo (SP), 01/05/2026 - Guarda Civil de São Bernardo durante ato em comemoração ao dia do Trabalhador.&#13;&#10;Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil" title="Paulo Pinto/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Guarda Civil de São Bernardo durante ato em comemoração ao Dia do Trabalhador &#8211; Paulo Pinto/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>A Guarda Municipal de São Bernardo fez a segurança do evento, a partir de sua base no próprio Paço. Por volta das 16h interferiu em um confronto localizado, à esquerda do palco, removendo um homem a quem atribuíram ter iniciado uma confusão. No processo afastaram com violência o fotógrafo da Agência Brasil, Paulo Pinto.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/ato-em-sao-bernardo-mobiliza-sindicatos-e-pede-fim-da-escala-6x1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/ato-em-sao-bernardo-mobiliza-sindicatos-e-pede-fim-da-escala-6x1/">Ato em São Bernardo mobiliza sindicatos e pede fim da escala 6&#215;1</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">24854</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sindicatos repudiam violência contra jornalista na Câmara</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/sindicatos-repudiam-violencia-contra-jornalista-na-camara/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 01:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalista]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[repudiam]]></category>
		<category><![CDATA[sindicatos]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/sindicatos-repudiam-violencia-contra-jornalista-na-camara/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entidades ligadas ao jornalismo repudiaram, em nota nesta quarta-feira (24), um episódio de violência sofrido pela jornalista Manuela Borges, do Portal ICL Notícias, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília, na tarde de terça-feira (23).  As entidades consideraram o episódio “inaceitável e absurdo” e apontaram ter havido “grave violência” e “coação” profissional que estava no [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/sindicatos-repudiam-violencia-contra-jornalista-na-camara/">Sindicatos repudiam violência contra jornalista na Câmara</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entidades ligadas ao jornalismo repudiaram, em nota nesta quarta-feira (24), um episódio de violência sofrido pela jornalista Manuela Borges, do Portal ICL Notícias, no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília, na tarde de terça-feira (23). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Sindicatos-repudiam-violencia-contra-jornalista-na-Camara.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As entidades consideraram o episódio “inaceitável e absurdo” e apontaram ter havido “grave violência” e “coação” profissional que estava no exercício da função dentro de uma Casa legislativa. </p>
<p>O documento é assinado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), pelo Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF, pela Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ) e pela Comissão de Mulheres Jornalistas da FENAJ.</p>
<p>Ontem, Manuela Borges foi cercada e intimidada por um grupo de cerca de 20 servidores de gabinetes de parlamentares. As violências ocorreram depois de ela questionar parlamentares do PL sobre a instalação de outdoors no Distrito Federal com imagens da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e da deputada federal, Bia Kicis (PL-DF).</p>
<p>Ela cobria uma entrevista à imprensa de parlamentares opositores ao governo federal em que estavam presentes assessores e também pessoas que filmavam sem credenciamento. Depois de fazer a pergunta sobre os outdoors no Distrito Federal, Manuela passou a ser hostilizada. Ela conta que simpatizantes dos políticos passaram a colocar os celulares muito perto de seu rosto e houve gritos em tom de intimidação. </p>
<p>“Nosso papel é o de fazer perguntas. Doa a quem doer. Não podemos sofrer violência por causa disso”, disse a jornalista em entrevista à Agência Brasil.</p>
<h2>Violência de gênero</h2>
<p>Para as entidades, o cerco agressivo contra uma mulher jornalista tem por objetivo silenciar os questionamentos e fragilizar a presença feminina nos espaços de poder.</p>
<p>“A liberdade de imprensa é pilar fundamental da democracia e não pode ser cerceada por métodos de coação física e psicológica praticados por servidores públicos pagos com o dinheiro da sociedade”, destacou a nota.</p>
<p>Para os representantes dos profissionais, a violência excede o ataque individual à profissional, e se constitui um ataque frontal contra a categoria de jornalistas, contra a profissão e contra o próprio jornalismo. </p>
<p>As entidades afirmaram ainda que a Polícia Legislativa, que estava presente no local, não interferiu de nenhuma forma para garantir a integridade da jornalista durante o episódio. </p>
<h2>Responsabilização</h2>
<p>Na nota, os representantes da categoria pedem à presidência da Câmara dos Deputados a imediata e rigorosa apuração do caso e exigem a “responsabilização administrativa e legal de todos os servidores e parlamentares envolvidos na violência contra a jornalista”.</p>
<p>As entidades ainda querem medidas de segurança que “garantam o livre exercício da profissão por jornalistas em todas as dependências do Congresso Nacional”. Os representantes da categoria farão uma representação formal à Presidência da Câmara, com imagens e vídeos que auxiliem na identificação dos agressores.</p>
<p>De acordo com as entidades, entre os agressores, havia, inclusive, pessoas com crachá de servidores de gabinetes parlamentares, além de militantes políticos.</p>
<p>Apesar desse episódio de violência, a jornalista Manuela Borges disse que não vai se intimidar e que pretende continuar a cobertura na Câmara dos Deputados normalmente, como faz há mais de 20 anos. Em 2014, ela também foi ofendida pelo então deputado federal Jair Bolsonaro depois de fazer perguntas sobre o golpe de 1964. </p>
<p>A reportagem da Agência Brasil buscou posicionamento do Partido Liberal e da presidência da Câmara sobre o episódio, que ainda não se manifestaram. O espaço está aberto para manifestação.  </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/sindicatos-repudiam-violencia-contra-jornalista-na-camara" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/sindicatos-repudiam-violencia-contra-jornalista-na-camara/">Sindicatos repudiam violência contra jornalista na Câmara</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17036</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
