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	<title>Síndrome Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Síndrome Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Goiás tem 42% dos casos de síndrome respiratória até 2 anos de idade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2026 17:44:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estado de Goiás decretou, nesta semana, situação de emergência de saúde pública em razão do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Em dados divulgados até o início da tarde deste domingo (19), pelo menos 42% dos casos estão relacionados a bebês (até dois anos de idade).  Segundo os números do painel, nessa faixa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de Goiás decretou, nesta semana, situação de emergência de saúde pública em razão do avanço da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Goias-tem-42-dos-casos-de-sindrome-respiratoria-ate-2.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em dados divulgados até o início da tarde deste domingo (19), pelo menos 42% dos casos estão relacionados a bebês (até dois anos de idade). </p>
<p>Segundo os números do painel, nessa faixa etária são 1.139 casos do total de 2.671 registrados.</p>
<p>Outra faixa etária que requer atenção especial é de pessoas acima de 60 anos de idade, com 482 casos (18% do total).</p>
<h2>Emergência</h2>
<p>Ao todo, já foram registradas 115 mortes no estado em vista da SRAG. Quando a Secretaria de Saúde decretou emergência, na quinta-feira (16), eram 2.560 casos. A medida estadual, estipulada em 180 dias, demandou, por exemplo, a instalação de um centro de operações para o monitoramento e a gestão da situação. </p>
<p>Segundo o painel, 148 casos estariam relacionados à circulação do vírus da Influenza e 1.080 relacionados a outros vírus. Há alerta em relação à circulação da variante K do Influenza.</p>
<p>Outras ações do governo local foram a aquisição especial de insumos e materiais e contratação de serviços estritamente necessários ao atendimento da situação com dispensa de licitação.</p>
<p>“Nesse período, a administração pública estadual deverá providenciar o regular processo de licitação”.</p>
<p>O decreto ainda autoriza a contratação de pessoal por tempo determinado, com a finalidade de combate à epidemia.</p>
<p>“Tramitarão em regime de urgência e prioridade, em todos os órgãos e entidades da administração pública estadual, os processos referentes a assuntos vinculados ao decreto”.</p>
<h2>Distrito Federal</h2>
<p>Vizinho a Goiás, o Distrito Federal também monitora a situação. No entanto, a Secretaria de Saúde local informou que a variante K da Influenza já é predominante na América do Sul neste ano.</p>
<p>“Mas, até o momento, não há evidências de aumento da gravidade dos casos nem de perda de eficácia das vacinas disponíveis”, escreveu o secretário de Saúde Juracy Cavalcante.  </p>
<p>De acordo com informações da vigilância epidemiológica, até agora, foram registrados 67 casos de SRAG por influenza, incluindo um óbito.</p>
<p>“Apesar do cenário de 2026 sugerir, até o momento, a ocorrência dentro do padrão sazonal esperado de influenza, a dinâmica reforça a importância do monitoramento contínuo diante da possibilidade de aumento de casos nas próximas semanas. Seguimos com monitoramento permanente, e a população pode permanecer tranquila, mantendo a vacinação em dia”, disse o secretário do DF.</p>
<h2>Em alta </h2>
<p>Nesta semana, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) havia divulgado, em boletim, que havia aumento de casos de SRAG em crianças menores de 2 anos em quatro das cinco regiões do país (Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste).</p>
<p>&#8220;A análise aponta que o crescimento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator de elevação dos casos nessa faixa etária&#8221;.</p>
<p>Esses casos que afetam bebês, segundo o boletim, aumentaram em todo o Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal), Sudeste (São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo), e em estados do Norte.</p>
<p>Outra informação do boletim é que os casos graves por covid-19 seguem em baixa no Brasil.</p>
<h2>Vacinação </h2>
<p>O Ministério da Saúde mantém campanha nacional de vacinação contra a influenza em todo o Brasil, com prioridade para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, mais suscetíveis a desenvolver quadros graves. </p>
<p>A vacina contra a covid-19 deve ser tomada por todos os bebês, aos 6 meses de idade.</p>
<p>Reforços periódicos são recomendados para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e comorbidade ou imunosuprimidas e outros grupos vulneráveis. </p>
<p>No ano passado, o Ministério da Saúde passou a oferecer também a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, com o objetivo de proteger os bebês pequenos, principais alvos do vírus, que causa a bronquiolite.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/goias-tem-42-dos-casos-de-sindrome-respiratoria-ate-2-anos-de-idade" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Estudo alerta para relação da dengue com a Síndrome de Guillain-Barré</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/estudo-alerta-para-relacao-da-dengue-com-a-sindrome-de-guillain-barre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:15:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os infectados pelo vírus da dengue têm um risco 17 vezes maior de desenvolver a Síndrome de Guillain-Barré (SGB) nas seis semanas seguintes à infecção. Nas duas primeiras semanas após o início dos sintomas da dengue, esse risco chega a ser 30 vezes maior.  Os dados são de estudo de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os infectados pelo vírus da dengue têm um risco 17 vezes maior de desenvolver a Síndrome de Guillain-Barré (SGB) nas seis semanas seguintes à infecção. Nas duas primeiras semanas após o início dos sintomas da dengue, esse risco chega a ser 30 vezes maior. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Estudo-alerta-para-relacao-da-dengue-com-a-Sindrome-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são de estudo de pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz Bahia (Fiocruz) e da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres e publicado na revista científica <em>New England of Medicine</em>.  </p>
<p>De acordo com a pesquisa, em números absolutos, para cada 1 milhão de casos de dengue, 36 pessoas podem desenvolver SGB, um número pequeno, mas relevante diante das epidemias recorrentes no país, segundo os autores da pesquisa. </p>
<p>A SGB é uma complicação neurológica rara e potencialmente grave. </p>
<p>O estudo aponta que a dengue se espalhou de maneira mais rápida pelo mundo do que qualquer outra doença transmitida por mosquitos, com 14 milhões de casos registrados pelo mundo em 2024.</p>
<p>Os pesquisadores da Fiocruz Bahia analisaram três grandes bases de dados do Sistema Único de Saúde (SUS): internações hospitalares, notificações de casos de dengue e registros de mortes. </p>
<p>Na análise, foram identificadas mais de 5 mil hospitalizações por SGB de 2023 para 2024. Dessas, 89 ocorreram logo após o paciente apresentar sintomas da dengue.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, é urgente que gestores de saúde pública incorporem a SGB como complicação pós-dengue nos protocolos de vigilância. </p>
<p>“Durante surtos de dengue, sistemas de saúde devem ser preparados para identificar precocemente casos de fraqueza muscular e dispor de leitos de UTI e suporte ventilatório. Estratégias de vigilância ativa de SGB devem ser acionadas nas semanas seguintes ao pico de casos de dengue”, alertam os pesquisadores.</p>
<p>Segundo a Fiocruz, o levantamento também ajuda profissionais médicos, enfermeiros e neurologistas a suspeitar de SGB diante de um paciente com histórico recente de dengue (últimas seis semanas) que apresenta fraqueza nas pernas ou formigamento.</p>
<p>Os autores do estudo alertam que o diagnóstico precoce é fundamental. O tratamento (imunoglobulina ou plasmaférese) é mais eficaz quando iniciado rapidamente. </p>
<p>“Também é importante incentivar a notificação dos casos de SGB pós-dengue ou informar a vigilância epidemiológica municipal/estadual sobre a ocorrência de doença neuro-invasiva por arbovírus”, defendem.</p>
<p>De acordo com a Fiocruz, não há, atualmente, tratamento antiviral específico para a dengue e o manejo é baseado em hidratação e suporte clínico. Por isso, os pesquisadores destacam que a prevenção, especialmente o combate ao mosquito Aedes aegypti e a vacinação, continuam sendo a medida mais eficaz.</p>
<p>A vacinação contra a dengue pode reduzir drasticamente o número de casos e, consequentemente, o número absoluto de complicações graves como a SGB. </p>
<p>“Enquanto não tivermos um tratamento antiviral eficaz contra a dengue, a prevenção continua sendo a melhor estratégia. Nosso estudo reforça que evitar a infecção evita também complicações como esse tipo de paralisia potencialmente grave”, afirmam os autores.</p>
<h2>SGB</h2>
<p>Na avaliação da Fiocruz, o Brasil vive epidemias frequentes de dengue. Em 2024, o país ultrapassou 6 milhões de casos prováveis. Isso significa que, mesmo sendo uma complicação rara, o número absoluto de pessoas que podem desenvolver SGB após dengue é significativo e exige preparo do sistema de saúde.</p>
<p>O estudo aponta ainda que a relação entre arboviroses (doenças transmitidas por mosquitos) e complicações neurológicas já havia sido demonstrada de forma marcante durante a epidemia de Zika em 2015 e 2016, quando o vírus foi associado à microcefalia em bebês e também a um aumento expressivo de casos de SGB em adultos. A dengue pertence à mesma família do Zika.</p>
<p>A SGB é uma condição neurológica rara em que o próprio sistema imunológico ataca os nervos periféricos (as células que conectam o cérebro e a medula espinhal ao resto do corpo).</p>
<p>O resultado é uma fraqueza muscular que geralmente começa nas pernas e pode subir para os braços, o rosto e, em casos graves, dificultar a respiração. Nessas situações, o paciente pode ficar completamente paralisado e precisar de ajuda de aparelhos para respirar. </p>
<p>A maioria das pessoas se recupera, mas o processo pode levar meses ou até anos, e alguns pacientes ficam com sequelas permanentes.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/estudo-alerta-para-relacao-da-dengue-com-sindrome-de-guillain-barre" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Síndrome Respiratória Aguda Grave aumenta em bebês até 2 anos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 16:15:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país &#8211; Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.  De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) cresceram em crianças menores de 2 anos de idade em quatro das cinco regiões do país &#8211; Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Sindrome-Respiratoria-Aguda-Grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o Boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (16), o aumento das hospitalizações pelo vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal fator da elevação dos casos nessa faixa etária. </p>
<p>O levantamento se refere à Semana Epidemiológica 14 (SE 14), que abrange o período de 5 a 11 de abril. De acordo ainda com o boletim, os casos graves por covid-19 continuam em queda no país.</p>
<p>A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) Tatiana Portella esclareceu que o VSR é um dos principais responsáveis por internações por SRAG em crianças pequenas, além de constituir uma das principais causas de bronquiolite. </p>
<p>Por isso, ela considera essencial que gestantes a partir da 28ª semana tomem a vacina contra o vírus para proteger seus bebês nos primeiros meses de vida. </p>
<p>Com o aumento das hospitalizações por influenza A em diversos estados, a pesquisadora alerta que “também é fundamental que a população prioritária que ainda não se vacinou procure um posto de saúde o quanto antes para receber a dose anual da vacina”.</p>
<h2>Cenário nacional</h2>
<p>Os casos de SRAG apresentam estabilidade nas tendências de curto e longo prazo no Brasil. Em relação aos estados, o novo Boletim aponta que 14 continuam com incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco nas últimas duas semanas, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica 14. </p>
<p>São eles Acre, Pará e Tocantins (Norte); Maranhão, Piauí, Paraíba, Pernambuco, Sergipe e Bahia (Nordeste); Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás (Centro-Oeste); e Minas Gerais e Rio de Janeiro (Sudeste).</p>
<p>O quadro de crescimento relativo ao vírus sincicial respiratório (VSR) foi constatado em todo o Centro-Oeste e Sudeste, além de Acre, Pará, Tocantins e Roraima (Norte) e Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia (Nordeste).</p>
<p>O boletim mostra também que as ocorrências com relação à influenza A continuam aumentando em boa parte da região centro-sul (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) e em alguns estados do Nordeste (Paraíba, Alagoas e Sergipe) e do Norte (Amapá, Acre e Rondônia). </p>
<p>Em contrapartida, os casos de SRAG associados à influenza A se mantêm em queda nos estados do Maranhão, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco (Nordeste), além do Pará e do Rio de Janeiro.</p>
<p>Na maior parte do país, o levantamento revela que os casos de SRAG associados ao rinovírus apresentam sinal de interrupção da evolução ou queda na maior parte do país, embora continuem aumentando no Pará e Mato Grosso.</p>
<p>Em relação às capitais, 14 apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a SE 14. </p>
<p>São elas: Rio Branco, Belém, Palmas, Cuiabá, Campo Grande, São Luís, Teresina, João Pessoa, Recife, Aracaju, Maceió, Belo Horizonte, Vitória e Rio de Janeiro.</p>
<h2>Incidência e mortalidade</h2>
<p>Nas últimas oito semanas epidemiológicas, a incidência e a mortalidade semanais médias mantêm o padrão característico de maior impacto nos extremos das faixas etárias analisadas. </p>
<p>A incidência de SRAG é mais elevada nas crianças pequenas e está associada principalmente ao VSR e ao rinovírus. Já a mortalidade é maior entre os idosos, liderado pela influenza A e covid-19.</p>
<p>Em relação aos casos de SRAG por influenza A, a incidência tem impactado mais crianças de até 4 anos e idosos, enquanto a mortalidade continua apresentando maior impacto na população a partir de 65 anos de idade.</p>
<p>Referente ao ano epidemiológico 2026, já foram notificados 37.244 casos, sendo 15.816 (42,5%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório; 14.723 (39,5%) negativos e pelo menos 3.990 (10,7%) aguardando resultado. </p>
<p>Entre os casos positivos do ano corrente, os pesquisadores do Boletim InfoGripe verificaram que 41,1% foram de rinovírus; 25,5% de influenza A; 17,4% de VSR; 10,2% de Sars-CoV-2 (covid-19); e 1,7% de influenza B.</p>
<p>Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a proporção entre os casos positivos foi de 33% para rinovírus; 32,2% para influenza A; 26,3% para VSR; 5,5% para Sars-CoV-2 (covid-19); e 2,4% para influenza B. </p>
<p>Entre os óbitos, no mesmo recorte de tempo, a presença desses mesmos vírus entre os positivos atingiu 40,8% para influenza A; 26,9% para rinovírus; 23,3% para Sars-CoV-2 (Covid-19); 5,3% para VSR; e 4,1% para influenza B.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/sindrome-respiratoria-aguda-grave-aumenta-em-bebes-ate-2-anos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Fiocruz mantém alerta para síndrome respiratória grave</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fiocruz-mantem-alerta-para-sindrome-respiratoria-grave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 19:04:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com situação preocupante no Mato Grosso e no Maranhão, boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que 18 estados e o Distrito Federal permanecem em situação de alerta, risco ou alto risco para a ocorrência de casos graves de síndromes gripais, com 13 desses locais apresentando tendência de aumento nos casos nas próximas semanas.  [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com situação preocupante no Mato Grosso e no Maranhão, boletim Infogripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que 18 estados e o Distrito Federal permanecem em situação de alerta, risco ou alto risco para a ocorrência de casos graves de síndromes gripais, com 13 desses locais apresentando tendência de aumento nos casos nas próximas semanas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Fiocruz-mantem-alerta-para-sindrome-respiratoria-grave.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Acre, Tocantins, Bahia e Pernambuco, que estão no patamar de risco de acordo com os registros das últimas semanas, também devem entrar em um cenário pior. </p>
<p>Mesmo em situação de alerta, a tendência nacional é de estabilidade no longo prazo e os pesquisadores já percebem interrupção do crescimento e até mesmo quedas, em alguns lugares, das ocorrências causadas pela influenza A e pelo rinovírus. </p>
<p>Esses dois agentes foram responsáveis por mais de 70% dos casos que tiveram diagnóstico positivo para alguma infecção viral nas últimas semanas. </p>
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<p>A síndrome respiratória aguda grave (SRAG) ocorre quando pessoas com sintomas gripais como febre, coriza e tosse têm piora no quadro, e passam a sentir dificuldade para respirar, precisando de hospitalização. </p>
<p>Geralmente, o gatilho para o problema é uma infecção por vírus, mas nem sempre o agente causador é confirmado por exames. </p>
<p>Das principais infecções causadoras de SRAG, três podem ser prevenidas por vacinas disponíveis no SUS: Influenza A, Influenza B e Covid-19. </p>
<p>A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza está em vigor em todo o Brasil, com prioridade para crianças de 6 meses a menores de 6 anos, idosos e gestantes, que são mais suscetíveis a desenvolver quadros graves. </p>
<p>A vacina contra a covid-19 deve ser tomada por todos os bebês, aos 6 meses de idade, e reforços periódicos são recomendados para idosos, gestantes, pessoas com deficiência e comorbidade ou imunosuprimidas e outros grupos vulneráveis. </p>
<p>No ano passado, o Ministério da Saúde passou a oferecer também a vacina contra o vírus sincicial respiratório para grávidas, com o objetivo de proteger os bebês pequenos, principais alvos do vírus, que causa a bronquiolite. </p>
<p>A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, ressalta que a vacina é a principal forma de proteção contra casos graves e óbitos. </p>
<p>Portanto, recomenda, que é fundamental que a população de maior risco e também os grupos mais expostos, como profissionais de saúde, vacinem-se o quanto antes.</p>
<p>&#8220;Também recomendamos que pessoas com sintomas de gripe ou resfriado permaneçam em casa em isolamento. Caso isso não seja possível, o ideal é sair usando uma boa máscara&#8221;, destaca Tatiana Portella.</p>
<p>Este ano, já foram notificados 31.768 casos de SRAG no Brasil, e cerca de 13 mil tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório: 42,9% de rinovírus, 24,5% de influenza A, 15,3% de vírus sincicial respiratório, 11,1% de covid-19 e 1,5% de influenza B. </p>
<p>O país também registrou 1.621 mortes por SRAG este ano, 669 com exame positivo. Mas nesses casos, o grande destaque é a covid-19, responsável por 33,5% dos óbitos, seguida por  32,9% causadas por influenza A, 22,7% causadas por rinovírus, 4,8% vírus sincicial respiratório e 2,8% por influenza B.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/fiocruz-mantem-alerta-para-sindrome-respiratoria-grave" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Dia da Síndrome de Down busca ampliar inclusão e combater preconceito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 11:53:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Síndrome de Down, condição genética mais frequentemente associada à deficiência intelectual, é lembrada neste sábado (21), data que representa a presença de três cromossomos no par 21.  Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como Dia Internacional da Trissomia do Cromossomo 21 (T21), o 21 de março tem o objetivo de combater o preconceito, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Síndrome de Down, condição genética mais frequentemente associada à deficiência intelectual, é lembrada neste sábado (21), data que representa a presença de três cromossomos no par 21. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Dia-da-Sindrome-de-Down-busca-ampliar-inclusao-e-combater.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como Dia Internacional da Trissomia do Cromossomo 21 (T21), o 21 de março tem o objetivo de combater o preconceito, promover a conscientização e ampliar oportunidades de inclusão, assegurando direitos fundamentais como acesso à educação, saúde e trabalho.</p>
<p>Respondendo por cerca de um quarto dos casos de alterações no desenvolvimento intelectual, característica presente em todos as pessoas com a síndrome, a condição não é uma doença, mas pode estar associada a algumas particularidades físicas, cognitivas e de saúde. </p>
<p>Embora seja mais conhecida como Síndrome de Down, o termo mais adequado é Trissomia do Cromossomo 21 ou T21, pois descreve a condição genética real. </p>
<p>O nome é atribuído ao nome do médico pediatra inglês John Langdon Down, o primeiro a descrever clinicamente a associação dos sinais característicos das pessoas com SD, em 1866.</p>
<p>No Brasil, estima-se que a síndrome ocorra em aproximadamente um a cada 700 nascimentos, o que representa cerca de 270 mil pessoas. Em escala global, a incidência é de cerca de um caso a cada 1 mil nascidos vivos. </p>
<p>O diagnóstico pode ser realizado durante a gestação, por meio de exames de pré-natal. Entre as características físicas mais comuns estão baixa estatura, olhos amendoados, face achatada, dedos curtos e língua proeminente.</p>
<h2>Características</h2>
<p>As condições de saúde mais frequentes das pessoas com Síndrome de Down são atraso no desenvolvimento, cardiopatias congênitas, problemas auditivos, visuais e na coluna, alterações na tireoide e distúrbios neurológicos. O acompanhamento médico multidisciplinar é fundamental para a qualidade de vida.</p>
<p>Segundo a especialista em distúrbios do desenvolvimento Luciana Brites, do Instituto NeuroSaber, a comemoração da data é importante para a reflexão e para chamar a atenção sobre as particularidades da Síndrome de Down. </p>
<p>“Isso ajuda a diminuir uma das maiores barreiras que a gente vê, que é a questão do preconceito, a questão pejorativa. Esse dia nos ajuda a falar mais e a desmistificar esse tema, trazendo informações relevantes e baseadas em evidência científica para que o conceito da acessibilidade e da inclusão seja realmente efetivo”, avalia. </p>
<p>Luciana destaca que a deficiência intelectual possível em pessoas com T21 pode gerar dificuldades na aprendizagem relacionadas à linguagem, raciocínio lógico e memória, aspectos que influenciam no processo de escolarização e tornam essencial a adaptação de estratégias pedagógicas às necessidades individuais.</p>
<p>“O primeiro passo para fazermos a inclusão é entender o transtorno ou a deficiência com que estamos lidando. Como cada pessoa tem suas peculiaridades, diferenças, comorbidades e é muito importante compreender isso no caso da Síndrome de Down, porque também é possível que o indivíduo tenha alterações auditivas, por exemplo.”</p>
<h2>Desenvolvimento e inclusão</h2>
<p>A profissional ressaltou que a escola precisa entender as necessidades de cada aluno para auxiliar no crescimento e desenvolvimento com o objetivo de torná-lo um adulto autônomo e capaz de desempenhar uma função no mercado de trabalho.</p>
<p>“A escola vai participar do desenvolvimento acadêmico com as habilidades de leitura e escrita, adequando o ensino a cada demanda. Como a Síndrome de Down já pode ser identificada ainda na barriga da mãe, quanto mais cedo estimulamos esse bebê, melhor será a cognição e a autonomia”, disse.</p>
<p>Segundo a psicopedagoga, o ensino deve ser feito com adaptações e estratégias pedagógicas baseadas em evidências científicas. Um exemplo é a instrução fônica, com ensino sistemático e explícito das relações entre letras e sons, que apresenta melhores resultados a longo prazo, mesmo que seja mais lento e precise de mais repetição.</p>
<p>“É preciso que a alfabetização parta do desenvolvimento consistente de habilidades precursoras, que são as habilidades que estimulam o processo de alfabetização lá na frente, com abordagens multissensoriais e instruções explícitas, que trazem muito sucesso e ganhos. É muito importante acreditar que eles conseguem aprender e quanto mais aumentarmos a interação e a participação, mais eles aprenderão”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/dia-da-sindrome-de-down-busca-ampliar-inclusao-e-combater-preconceito" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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