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	<title>sintomas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>sintomas Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Anvisa aprova medicamento não hormonal contra sintomas da menopausa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 16:43:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o fezolinetanto, terapia não hormonal no formato oral indicada para o tratamento das ondas de calor e suores noturnos, associados à menopausa. O medicamento será vendido no Brasil com o nome comercial Veoza, produzido pela Astellas Farma. Em nota, o fabricante informou que o processo de aprovação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o fezolinetanto, terapia não hormonal no formato oral indicada para o tratamento das ondas de calor e suores noturnos, associados à menopausa.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Anvisa-aprova-medicamento-nao-hormonal-contra-sintomas-da-menopausa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O medicamento será vendido no Brasil com o nome comercial Veoza, produzido pela Astellas Farma. Em nota, o fabricante informou que o processo de aprovação incluiu três ensaios clínicos de fase 3 com mais de 3 mil indivíduos inscritos na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá.</p>
<p>“Antes da menopausa, há um equilíbrio entre os estrogênios (hormônios produzidos pelos ovários da mulher) e a neurocinina B (NKB), uma substância química do cérebro. Essa estabilidade regula o centro de controle de temperatura do corpo localizado em uma área específica do cérebro”, destacou o laboratório.</p>
<p>“À medida em que o corpo passa pela menopausa, os estrogênios diminuem e esse equilíbrio é interrompido. Essa desarmonia pode levar às ondas de calor e aos suores noturnos”, completou.</p>
<p>Ainda de acordo com o fabricante, sintomas vasomotores moderados e intensos, os chamados fogachos, afetam até 80% das mulheres com idade entre 40 e 65 anos.</p>
<p>“No Brasil, 36,2% das mulheres na menopausa (40-65 anos) sofrem com SVM moderados a intensos, uma taxa que supera significativamente a média de 15,6% observada globalmente”.</p>
<p>De acordo com o laboratório, entre as mulheres que apresentam esses sintomas, quase 70% das brasileiras (69,9%) classificam as ondas de calor e os suores noturnos como intensos,&#8221;indicando um impacto severo na qualidade de vida, produtividade e sono”. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/anvisa-aprova-medicamento-nao-hormonal-contra-sintomas-da-menopausa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Sintomas da doença falciforme vão além da anemia; saiba mais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 09:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Genética e hereditária, a doença falciforme é mais abrangente que uma anemia, nome pela qual ela costuma ser conhecida. Em entrevista à Agência Brasil, a hematologista Marimília Pita esclareceu esse e outros mitos sobre essa condição de saúde, que afeta até 100 mil brasileiros, segundo estimativa do Ministério da Saúde. “Todo doente falciforme é anêmico. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Genética e hereditária, a doença falciforme é mais abrangente que uma anemia, nome pela qual ela costuma ser conhecida. Em entrevista à Agência Brasil, a hematologista Marimília Pita esclareceu esse e outros mitos sobre essa condição de saúde, que afeta até 100 mil brasileiros, segundo estimativa do Ministério da Saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Todo doente falciforme é anêmico. A doença falciforme é uma doença sistêmica que afeta todos os órgãos. Ela é genética, hereditária e passada de pais para filhos”, resumiu a médica.</p>
<p>Criadora da organização não governamental (ONG) Lua Vermelha, que conscientiza a sociedade sobre a doença falciforme, Marimília Pita também é oncohematologista pediátrica e fundadora do Comitê de Hematologia Pediátrica da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).</p>
<p>Neste dia 19 de junho, celebra-se o Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme. A data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) para dar visibilidade a essa condição genética, reduzir o preconceito e melhorar o acesso ao diagnóstico e ao tratamento.</p>
<h2>Hemácias em forma de foice</h2>
<p>A anemia é o primeiro grande sintoma dessa doença que costuma ser diagnosticado. Isso ocorre porque o que causa essa condição de saúde é uma alteração nas hemácias, também conhecidas como glóbulos vermelhos, que são as células sanguíneas responsáveis por levar o oxigênio aos tecidos.</p>
<p>Em uma pessoa que apresenta essa condição genética, a hemácia perde o seu formato natural, semelhante ao de um grão de feijão, e assume uma aparência mais alongada, parecida com uma foice. Daí o nome falciforme, que significa forma de foice.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Doença Falciforme - Médica hematologista Marimília Pita.  Foto: Marcelo Machado/RN Imagem" title="Marcelo Machado/RN Imagem"/></p>
<p><h6 class="meta">Hematologista Marimília Pita por Marcelo Machado/RN Imagem</h6>
</p>
<p>“Como essa célula é muito comprida, ela não dura a mesma quantidade de dias que uma célula normal, que dura 120 dias. Na doença falciforme, ela se quebra com 20 dias, 30 e até 80 dias. Então, o paciente está sempre com anemia”. </p>
<p>Além disso, a hemácia comprida é rígida e, quando ela se quebra, entope os vasos sanguíneos, enquanto a hemácia normal é superflexível e leva oxigênio para todos os microvasos do indivíduo.</p>
<p>Ao longo da vida, esse paciente passa a sofrer as consequências de as hemácias com esse formato não chegarem a todos os tecidos, ocasionando “microinfartos” que podem atingir desde membros até órgãos, como o coração e os olhos.</p>
<p>“Aquela área fica sem sangue, ela não respira, fica infartada, e a função do órgão vai diminuindo. Isso significa que, à medida que o paciente vai crescendo, ele se torna um indivíduo cardiopata, pneumopata, nefropata e, assim, sucessivamente”.</p>
<h2>Teste do pezinho</h2>
<p>O diagnóstico da doença falciforme, entretanto, pode se dar antes disso. Há 25 anos, o Ministério da Saúde incluiu uma pesquisa de hemoglobina capaz de detectá-la no Teste do Pezinho, exame obrigatório e gratuito para bebês recém-nascidos.</p>
<p>O diagnóstico precoce, ainda na maternidade, torna a evolução do paciente bem mais tranquila, segundo a hematologista. Entre os principais ganhos está a prevenção de infecções, uma das principais causas de morte entre esses pacientes antes dos 7 anos de idade.</p>
<p>Na maior parte dos casos, a doença não tem cura, mas pode ser acompanhada e ter seus sintomas atenuados com tratamento médico. Em alguns casos, é possível um tratamento curativo por meio do transplante de medula, quando o paciente atende aos critérios de elegibilidade e encontra um doador compatível.</p>
<h2>Dor intensa</h2>
<p>Outro sintoma comum da doença falciforme é a ocorrência de crises de dor intensa. Esse quadro é causado pela obstrução de pequenos vasos sanguíneos pelos glóbulos vermelhos em forma de foice.</p>
<p>A dor é mais frequente nos ossos e nas articulações, podendo, porém, atingir qualquer parte do corpo. Nas crianças pequenas, as crises de dor podem acometer pequenos vasos sanguíneos das mãos e dos pés, causando inchaço e vermelhidão no local, além de dor.</p>
<p>Essas dores podem ser tão intensas que muitos pacientes têm de ser internados em unidades de terapia intensiva (UTI), para que possam receber morfina, conta a hematologista. Ela lamenta que, muitas vezes, os profissionais de saúde não estão preparados para lidar com esse quadro de dor aguda.</p>
<p>A médica representa o Brasil em um grande estudo internacional com 2 mil doentes, dos quais 260 eram brasileiros. Nesse estudo, só 34% dos pacientes do Brasil receberam morfina durante crises de dor, enquanto, nos Estados Unidos, são 98% e, no Canadá, 99%.</p>
<p>“O paciente sofre com isso. E, ao longo do tempo, ele vai piorando clinicamente. E o pior de tudo isso é que esse paciente, na maioria das vezes, é considerado um adicto [dependente químico]. Porque ele chega no pronto-socorro uivando de dor e pedindo, pelo amor de Deus, uma morfina”.</p>
<h2>Racismo</h2>
<p>Entre todos os desafios enfrentados pelos pacientes com doença falciforme, Marimília destaca um que vem de fora do corpo dos pacientes: o racismo estrutural. A doença é mais frequente na população negra, porque a mutação genética que causa o quadro teria sido originada no continente africano, explicou a médica.</p>
<p>“Então, acontece a questão do racismo, porque é uma doença hematológica, crônica, que mata, e os pacientes são pobres. No Brasil, existe uma relação direta da raça negra com a condição socioeconômica do indivíduo”.</p>
<p>A doença, porém, não é restrita ao continente africano nem exclusiva da população negra, principalmente em um país miscigenado como o Brasil. </p>
<p>“É uma doença mundial. Ela ocorre também na Índia, na Arábia, na Europa, nas Américas, na Austrália, no Caribe, em tudo que é lugar do mundo”, reforçou.</p>
<h2>Diagnóstico cedo</h2>
<p>Nilceia Alves Gomes da Silva descobriu que seu filho Agner Eduardo da Silva tinha a doença falciforme quando ele ia completar 2 anos. </p>
<p>“Começou com as crises que, até então, eu não sabia o que eram, com dores na mão, no pé, que ficavam inchados. Aí, eu levava ele no pronto-socorro, e os médicos falavam que era algum bicho que tinha mordido e coisas assim”, disse Nilceia à Agência Brasil.</p>
<p>Somente quando pagou uma consulta em um médico particular, ela soube que havia a possibilidade de o filho ter doença falciforme, devido a todos os sintomas que estava apresentando. Ao saber da situação financeira de Nilceia, o médico encaminhou o caso para duas instituições gratuitas de São Paulo: a Santa Casa de Misericórdia e o Hospital das Clínicas.</p>
<p>“Ali, começou a nossa trajetória”, lembrou Nilceia, que viu o filho ser internado pela primeira vez aos 12 anos. Hoje, ele está com 47 anos e já foi hospitalizado cinco vezes com crises de doença falciforme.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781862217_265_Sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Doença Falciforme - Nilceia Gomes da Silva e o filho Agner Eduardo. Foto: Agner Eduardo/ Arquivo Pessoal" title="Agner Eduardo/ Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Nilceia Gomes da Silva e o filho Agner Eduardo. Foto: Agner Eduardo/ Arquivo Pessoal</h6>
</p>
<p>Apesar das dificuldades, Nilceia se orgulha do fato de os filhos terem estudado. Agner é advogado, casado e tem uma filha. </p>
<p>“Ele tem a doença até hoje, mas não é coitadinho. Tem que saber conviver com a doença, correr atrás dos seus direitos e viver”, afirmou Nilceia.</p>
<h2>Internações constantes</h2>
<p>Também paciente da hematologista Marimília, Lucas Henrique Gama Nascimento está atualmente com 35 anos de idade e nasceu com a doença falciforme. </p>
<p>“Você não entende direito que tem que ser um pouco diferente das outras crianças. Sempre tem aquela coisa de não faz isso, evita aquilo. E você tem que ir lidando com as limitações”, contou Lucas à Agência Brasil.</p>
<p>Internações foram uma constante em sua vida, com fortes crises de dor. Ele destacou que a doença falciforme acarreta uma série de coisas não só físicas, mas também emocionais. </p>
<p>“Você não tem nenhuma segurança. Você está bem, mas não pode planejar muito. Às vezes, você planeja e é frustrado, porque acorda com dor”, contou ele, que teve apoio para superar esses problemas. “Graças a Deus, eu tive uma mãe que nunca fez disso um peso. Ela sempre me colocava para cima e falava: ‘Você pode, sim, você é igual às outras pessoas, você é forte’”.</p>
<p>Ele comemora que, mesmo com as dificuldades, conseguiu ser a primeira pessoa da família a fazer uma faculdade federal, formando-se no curso de Tecnologia em Sistemas Eletrônicos Digitais, no Instituto Federal de São Paulo (IFSP).</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781862217_236_Sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Doença Falciforme - Lucas Nascimento e família. Foto: Lucas Nascimento/ Arquivo Pessoal" title="Lucas Nascimento/ Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Lucas Nascimento e família. Foto: Lucas Nascimento/ Arquivo Pessoal</h6>
</p>
<p>Lucas atuou na área por 12 anos e, atualmente, está afastado, por conta de uma sequela da doença falciforme ─ uma necrose no fêmur. Para receber uma prótese, como os médicos recomendam, ele precisa estar bem de saúde, mas, no momento, Lucas se recupera de um transplante de medula que não teve sucesso e aguarda para fazer a intervenção no osso da coxa.</p>
<p>Casado e com dois filhos pequenos, de 1 e 4 anos, Lucas também é escritor. Ele publicou o livro <em>Você tem um propósito</em>, em que ajuda as pessoas a terem inteligência emocional e espiritual para superar dificuldades.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781862218_980_Sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Doença Falciforme - Médica hematologista Marimília Pita.  Foto: Marcelo Machado/RN Imagem" title="Marcelo Machado/RN Imagem"/></p>
<p>Doença Falciforme &#8211; Médica hematologista Marimília Pita. Foto: Marcelo Machado/RN Imagem &#8211; Marcelo Machado/RN Imagem</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/sintomas-da-doenca-falciforme-vao-alem-da-anemia-saiba-mais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Quais sintomas ficar atento para quem tomou vacina do Butantan</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quais-sintomas-ficar-atento-para-quem-tomou-vacina-do-butantan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 10:38:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (8), o Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A medida foi tomada após 42 pessoas apresentarem sintomas graves depois de terem sido vacinadas. Três foram internadas e duas faleceram.  Os casos de reação adversa e as mortes estão sendo investigados para saber se há uma relação de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (8), o Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da aplicação da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. A medida foi tomada após 42 pessoas apresentarem sintomas graves depois de terem sido vacinadas. Três foram internadas e duas faleceram. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Quais-sintomas-ficar-atento-para-quem-tomou-vacina-do-Butantan.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os casos de reação adversa e as mortes estão sendo investigados para saber se há uma relação de fato com a vacina. </p>
<p>O ministério alerta que a suspensão é uma medida de precaução e que as pessoas vacinadas estão protegidas contra a dengue. </p>
<p>&#8220;É importante lembrar que essa vacina tem eficácia comprovada. Todas essas pessoas que estão vacinadas, elas estão protegidas conforme a proteção que é dada pela vacina&#8221;, destaca o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, em entrevista à Rádio Nacional. </p>
<h2>O que fazer se tiver reação adversa</h2>
<p>O diretor explica que aqueles que receberam a vacina nos últimos 21 dias estão em um período chamado viremia vacinal, quando ainda há presença da forma enfraquecida do vírus da dengue no sangue. Isso ocorre porque a vacina &#8220;imita&#8221; a infecção de forma controlada, ajudando o organismo a desenvolver os anticorpos contra a doença.</p>
<p>Desta forma, as pessoas vacinadas, nesse período, devem ficar atentas a algum sintoma semelhante a dengue, como os citados abaixo, e procurar atendimento médico. </p>
<ul>
<li>febre</li>
<li>dor no corpo</li>
<li>manchas no corpo</li>
<li>sinais de sangramento</li>
<li>vômito</li>
</ul>
<p>&#8220;Se porventura tiverem algum desses sinais ou sintomas, elas devem procurar um serviço de saúde e devem procurar assistência&#8221;, orienta Gatti. </p>
<p>Os vacinados há mais de 21 dias não necessitam buscar atendimento médico. </p>
<p>&#8220;As pessoas que foram vacinadas há mais de 21 dias estão fora de qualquer tipo de risco, e inclusive elas estão protegidas contra dengue&#8221;, explica o diretor.</p>
<p>A vacina do Butantan evita em 65% a ocorrência de dengue e em mais de 80% casos graves da doença e de hospitalização.  </p>
<p>&#8220;As pessoas que foram vacinadas e estão bem, passaram do período de 21 dias, não têm o que se preocupar&#8221;, disse. </p>
<p>Até o dia 30 de maio, mais de 501 mil pessoas foram vacinadas com o imunizante, incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano. Na primeira fase de implantação, foram vacinadas as populações de três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo é composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos, que é a indicação aprovada para o Programa Nacional de Imunizações (PNI).</p>
<p>Em março, também foi promovida uma ação de vacinação na região de Araguaína (TO). Em fevereiro, passaram a ser vacinados os profissionais de saúde da atenção primária.</p>
<p>Antes de ser adotada no SUS, a vacina passou por todos os ritos necessários para o uso no país. Na fase de testes, foram vacinadas mais de 11 mil pessoas e monitoradas por até cinco anos. Após os testes, a vacina foi autorizada pela Anvisa.</p>
<p><em>* Colaborou Pedro Lacerda, da Rádio Nacional</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-06/quais-sintomas-ficar-atento-para-quem-tomou-a-vacina-do-butantan" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Gravidez pode mascarar sintomas de outras doenças e exige atenção redobrada</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/gravidez-pode-mascarar-sintomas-de-outras-doencas-e-exige-atencao-redobrada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 21:27:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A gravidez pode mascarar doenças porque muitos sintomas comuns da gestação também aparecem em condições graves de saúde. Náuseas, dores, cansaço, inchaço e falta de ar costumam fazer parte desse período. No entanto, quando esses sinais surgem de forma intensa, persistente ou fora do padrão, eles exigem atenção médica imediata. Além disso, especialistas alertam que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A gravidez pode mascarar doenças porque muitos sintomas comuns da gestação também aparecem em condições graves de saúde. Náuseas, dores, cansaço, inchaço e falta de ar costumam fazer parte desse período. No entanto, quando esses sinais surgem de forma intensa, persistente ou fora do padrão, eles exigem atenção médica imediata.</p>
<p>Além disso, especialistas alertam que o acompanhamento pré-natal adequado é essencial para identificar problemas precocemente e reduzir riscos para a mãe e o bebê.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Gravidez pode mascarar doenças durante o pré-natal</h2>
<p>A história da professora Elisflavia Rodrigues da Assunção Guimarães mostra como a gravidez pode mascarar doenças graves.</p>
<p>Durante o pré-natal, ela percebeu alterações incomuns no volume abdominal. Por isso, realizou exames mais detalhados, que identificaram um câncer intestinal avançado com metástase nos ovários.</p>
<p>Além disso, a equipe médica precisou agir rapidamente para preservar a vida da mãe e da bebê. Dessa forma, os profissionais decidiram antecipar o parto em uma cirurgia de alta complexidade.</p>
<p>A bebê nasceu prematura, mas apresentou boa evolução clínica. Enquanto isso, a mãe iniciou imediatamente o tratamento contra o câncer.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sintomas comuns também podem indicar complicações</h2>
<p>Segundo o ginecologista e obstetra da Hapvida, Clayton Fortunato Filho, os sintomas da gravidez nem sempre representam apenas adaptações naturais do organismo.</p>
<p>“As manifestações mais comuns da gravidez nem sempre são apenas adaptações do corpo. Quando fogem do padrão, podem indicar condições que precisam de investigação”, afirma o especialista.</p>
<p>Entre os sintomas que merecem atenção estão:</p>
<li>náuseas e vômitos intensos;</li>
<li>inchaço excessivo;</li>
<li>dor abdominal forte;</li>
<li>falta de ar;</li>
<li>dor de cabeça persistente;</li>
<li>febre;</li>
<li>alterações visuais;</li>
<li>sangramentos.</li>
<p>Além disso, sintomas que pioram com o tempo ou aparecem de forma repentina precisam de avaliação médica rápida.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Gravidez pode mascarar doenças silenciosas</h2>
<p>Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 20% das gestantes enfrentam algum tipo de complicação durante a gravidez.</p>
<p>Entre os problemas mais frequentes estão:</p>
<li>diabetes gestacional;</li>
<li>pré-eclâmpsia;</li>
<li>anemia;</li>
<li>infecções urinárias.</li>
<p>Muitas dessas doenças começam de maneira silenciosa. Por isso, exames como hemograma, glicemia, ultrassonografia, sorologias e exame de urina ajudam a detectar alterações antes do agravamento do quadro.</p>
<p>Além disso, a Organização Mundial da Saúde afirma que o pré-natal adequado pode reduzir em até 20% as complicações graves na gestação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Grupos de risco precisam de mais acompanhamento</h2>
<p>Algumas mulheres precisam de atenção ainda maior durante a gravidez. Entre elas estão:</p>
<li>gestantes acima de 35 anos;</li>
<li>adolescentes;</li>
<li>mulheres com obesidade;</li>
<li>pacientes com doenças prévias;</li>
<li>gestantes com histórico de complicações.</li>
<p>Nesses casos, o acompanhamento costuma incluir mais consultas e exames frequentes. Além disso, hábitos saudáveis ajudam a reduzir riscos durante a gestação.</p>
<p>Manter o pré-natal em dia, controlar o peso, evitar álcool e cigarro e seguir corretamente as orientações médicas fazem diferença na saúde da mãe e do bebê.</p>
<p>“Em alguns casos, pode ser necessário antecipar o parto para garantir a segurança da mãe e do bebê”, explica Clayton Fortunato Filho.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Obstetra orienta cuidados antes e após a gravidez</p>
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