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	<title>sobem Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Dia Mundial do Refugiado: pedidos de asilo sobem 11% no Brasil em 2025</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dia-mundial-do-refugiado-pedidos-de-asilo-sobem-11-no-brasil-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2026 21:47:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da Agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para Refugiados (Acnur) apontam que os pedidos de asilo no Brasil aumentaram 11% em 2025. A agência também avalia que houve avanço nas políticas nacionais para garantir acesso à permanência legal, ao emprego, a serviços essenciais e a oportunidades de inclusão.  O aumento dos pedidos no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados da Agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para Refugiados (Acnur) apontam que os pedidos de asilo no Brasil aumentaram 11% em 2025. A agência também avalia que houve avanço nas políticas nacionais para garantir acesso à permanência legal, ao emprego, a serviços essenciais e a oportunidades de inclusão. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dia-Mundial-do-Refugiado-pedidos-de-asilo-sobem-11-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O aumento dos pedidos no Brasil segue a tendência do continente americano que, no ano passado, foi a principal região em deslocamento forçado, superando a África Oriental e Austral e o Oriente Médio. </p>
<p>O número de refugiados nas Américas chegou a 22,8 milhões de pessoas, liderados por cidadãos venezuelanos acolhidos, quase em totalidade, por outros países da América Latina ou do Caribe. </p>
<p>Este sábado, dia 20 de junho, marca o Dia Mundial do Refugiado e, de acordo com o representante da Acnur no Brasil, Davide Torzilli, esta é uma data de alerta: mais de 117 milhões de pessoas ainda estão deslocadas à força no mundo, apesar deste contingente ter registrado queda pela primeira vez, em mais de uma década. </p>
<p>“Das cinzas da Segunda Guerra Mundial surgiu uma promessa: proteger as pessoas forçadas a fugir de conflitos, da violência e da perseguição. A comunidade internacional está falhando coletivamente com essas milhões de pessoas.”</p>
<p>O representante da Acnur cobrou que as autoridades de todo o mundo promovam autonomia, independência e soluções de longo prazo para os refugiados, além de ações humanitárias. </p>
<p>“Isso significa facilitar o acesso ao emprego formal e ao empreendedorismo, reconhecer qualificações, ampliar oportunidades de formação e fortalecer políticas de inclusão a quem já não pode contar com seus estados para proteger as suas vidas. Proteger uma pessoa refugiada é proteger toda a sociedade.”</p>
<p>Este ano, a campanha da Acnur para o Dia Mundial do Refugiado incentiva as gerações mais jovens a defenderem o direito ao asilo como um bem comum para toda a humanidade e o fundamento da proteção internacional. O lema escolhido foi: Até Cada Pessoa Estar a Salvo.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Dia-Mundial-do-Refugiado-pedidos-de-asilo-sobem-11-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 20/06/2026 - Rio Refugia, celebra o Dia Mundial do Refugiado. Festival multicultural promovido pelo Sesc RJ, Abraço Cultural, PARES Cáritas RJ e Feira Chega Junto, com apoio do ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), no Sesc Tijuca, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Feira Rio Refugia celebra o Dia Mundial do Refugiado &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Feira </h2>
<p>No Rio de Janeiro, a data foi lembrada com a realização da feira Rio Refugia, coorganizada pela instituição Abraço Cultural, PARES Cáritas RJ e Sesc RJ, desde 2017. No ano passado, o evento foi reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Estado do Rio de Janeiro pela Assembleia Legislativa. </p>
<p>O público estimado das últimas edições foi de 6 a 7 mil pessoas. A programação ocupa o Sesc Tijuca, na Zona Norte da capital neste sábado (20) e domingo (21), das 10h às 18h, com feira gastronômica e de produtos de moda e arte, além de apresentações musicais e oficinas. </p>
<p>Todos os expositores das feiras são pessoas refugiadas que vivem no Brasil, originárias de nove países: Venezuela, Colômbia, Angola, República Democrática do Congo, Síria, Nigéria, Irã, Cuba e Líbano. Refugiados de outros países também participam como mediadores das oficinas. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781992054_920_Dia-Mundial-do-Refugiado-pedidos-de-asilo-sobem-11-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 20/06/2026 - A venezuelana Mili Yanez, participa do evento Rio Refugia, que celebra o Dia Mundial do Refugiado. Festival multicultural promovido pelo Sesc RJ, Abraço Cultural, PARES Cáritas RJ e Feira Chega Junto, com apoio do ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), no Sesc Tijuca, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">A venezuelana Mili Yanez na Feira RioRefugia &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>As origens e histórias dos participantes do evento são diversas, mas todos vieram ao Brasil com o objetivo de reconstruírem suas vida com mais qualidade e dignidade.</p>
<p>A artesã venezuelana Mili Yanes vive entre o Brasil e Venezuela há 14 anos, e em 2016 conseguiu autorização para viver de forma permanente em nosso país. </p>
<p>“Eu tenho casa na Venezuela, mas eu sei que o que deixei lá eu não vou mais encontrar. Todo mundo sabe o que acontece na Venezuela. Eu vim com uma filha, depois chegaram mais dois filhos e depois chegou minha outra filha com as crianças. Eu já tenho três netinhos que nasceram aqui. Me identifiquei com o Brasil e criei uma vida”, ela conta.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781992054_234_Dia-Mundial-do-Refugiado-pedidos-de-asilo-sobem-11-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 20/06/2026 - Anitha Agossou do Benin ministra aula de turbante no evento. Rio Refugia, celebra o Dia Mundial do Refugiado. Festival multicultural promovido pelo Sesc RJ, Abraço Cultural, PARES Cáritas RJ e Feira Chega Junto, com apoio do ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), no Sesc Tijuca, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Anitha Agossou do Benin deu aula de turbante na Feira RioRefugia &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Anitha Agossou, nascida no Benim, participou do evento oferecendo uma oficina de turbantes ao lado da amiga Sylivia Korberwa, de Uganda.</p>
<p>Elas se conheceram nas aulas de português oferecidas pelo Pares Cáritas aos refugiados recém-chegados que não falam o idioma.</p>
<p>Anitha chegou ao Brasil em 2019, seguindo os passos da mãe, do tio e do irmão, que já viviam no país.</p>
<p>“Quando minha mãe me ligou e disse que tinha uma oportunidade de eu vir, eu não pensei duas vezes. Larguei namorado, trabalho, e priorizei minha família… Fazia uns 10 anos que eu não a via”.</p>
<p>Formada em Comunicação e Marketing no Benim, ela faz questão de lembrar que os refugiados deixam seus países para fugir de situações adversas, e não porque não tem qualificação. </p>
<p>“Quando a gente é refugiada, pensam que a gente vem da pobreza, do mato. Mas a gente saiu de um lugar de privilégio, porque precisava vir para cá. Eu preciso falar isso porque muitas pessoas olham pra gente com desprezo. Têm medo da gente porque acham que nós somos selvagens, que não temos educação. Mas nós temos educação.”</p>
<p>A amiga de Anitha, Sylivia, por exemplo, é formada em assistência social e trabalhava como bancária em Uganda, antes de vir para o Brasil há 7 anos, com a filha de apenas um ano. Aqui, foi acolhida por amigas de Uganda que já viviam no país.</p>
<p>“As mulheres sempre apoiam mulheres, na minha experiência”, ela diz.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781992054_736_Dia-Mundial-do-Refugiado-pedidos-de-asilo-sobem-11-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 20/06/2026 - Anitha Agossou do Benin e Sylivia Koberwa, de Uganda ministram aula de turbante no evento Rio Refugia, que celebra o Dia Mundial do Refugiado. Festival multicultural promovido pelo Sesc RJ, Abraço Cultural, PARES Cáritas RJ e Feira Chega Junto, com apoio do ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), no Sesc Tijuca, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">As amigas Anitha, do Benim, e Sylivia, de Uganda &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Seguindo esse preceito, Sylivia fez de tudo para ajudar Anitha a conseguir uma vaga como professora na Abraço Cultural, uma das organizadoras da feira. Hoje ambas lecionam idiomas na organização: Syliva dá aulas de inglês e Anitha de francês. </p>
<p>Recentemente, Syliva concluiu um mestrado em Segurança Pública e Justiça na Universidade Federal Fluminense, onde pesquisou a situação de mulheres africanas imigrantes e refugiadas.</p>
<p>“Eu sou muito grata por essa oportunidade de trabalhar como professora porque foi uma experiência única, mas quero crescer profissionalmente”, ela acrescenta. </p>
<h2>Acolhimento</h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1781992055_836_Dia-Mundial-do-Refugiado-pedidos-de-asilo-sobem-11-no.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 20/06/2026 - Rio Refugia, celebra o Dia Mundial do Refugiado. Festival multicultural promovido pelo Sesc RJ, Abraço Cultural, PARES Cáritas RJ e Feira Chega Junto, com apoio do ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados), no Sesc Tijuca, zona norte da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Festival multicultural Rio Refugia é promovido pelo Sesc RJ, Abraço Cultural, Pares Cáritas RJ e Feira Chega Junto, com apoio do ACNUR &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O Pares Cáritas, instituição onde as amigas se conheceram, costuma ser o primeiro lugar que os refugiados procuram ao chegar ao Rio de Janeiro. La recebem acolhimento, informações sobre como regularizar a situação no país e acessar direitos básicos, e também aulas de português e capacitação profissional. </p>
<p>De acordo com a coordenadora geral do Pares Cáritas, Aline Thuler, somente no primeiro trimestre deste ano, a instituição já realizou cerca de 1,2 mil atendimentos, a pessoas de quase 60 nacionalidades diferentes. Quase metade é venezuelana, e houve aumento este ano de pessoas vindas do Haiti e da Síria. </p>
<p>Ela diz que as leis de acolhimento a refugiados do Brasil são exemplo mundial, mas há gargalos para efetivar os direitos previstos.</p>
<p>&#8220;Ainda há desconhecimento de quem está na ponta sobre os refugiados, o que gera dificuldade pra ser atendido em uma unidade de saúde ou para matricular uma criança na escola…”</p>
<p>Mas o principal desafio, segundo a coordenadora do Pares Cáritas, é a reinserção profissional.</p>
<p>“A gente tem muita gente com nível de graduação, às vezes mestrado e quando chega ao Brasil, não consegue trabalhar na área de formação. A burocracia é muito grande para validar o diploma e exige documentação que às vezes um refugiado não tem como conseguir”</p>
<p>Aline Thuler alerta também que essa dificuldade torna os refugiados mais vulneráveis à exploração e até ao trabalho análogo à escravidão.</p>
<p>“É preciso sensibilizar as empresas para duas coisas, explicar que ele não está empregando uma pessoa ilegal, que o refugiado pode trabalhar e também que essa pessoa tem os mesmos direitos que o trabalhador brasileiro”</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/dia-mundial-do-refugiado-pedidos-de-asilo-sobem-11-no-brasil-em-2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Bolsonaro melhora função renal, mas marcadores inflamatórios sobem</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/bolsonaro-melhora-funcao-renal-mas-marcadores-inflamatorios-sobem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 14:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exames clínicos indicaram neste domingo (15) que o ex-presidente da República Jair Bolsonaro teve uma melhora da função renal nas últimas horas. Ainda assim, devido a uma elevação dos marcadores inflamatórios no sangue, os médicos que o atendem decidiram ampliar a dosagem de antibióticos. Bolsonaro está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Exames clínicos indicaram neste domingo (15) que o ex-presidente da República Jair Bolsonaro teve uma melhora da função renal nas últimas horas. Ainda assim, devido a uma elevação dos marcadores inflamatórios no sangue, os médicos que o atendem decidiram ampliar a dosagem de antibióticos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Bolsonaro-melhora-funcao-renal-mas-marcadores-inflamatorios-sobem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Bolsonaro está internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Brasília desde a manhã da última sexta-feira (13), tratando de uma broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa</p>
<p>Segundo o boletim médico divulgado esta manhã, seu quadro clínico é estável, mas ainda não há previsão de quando ele poderá deixar a UTI. Além da ampliação da cobertura dos antibióticos, a equipe médica já havia intensificado a fisioterapia respiratória e motora.</p>
<p>Ele está detido na Papudinha (prédio no Complexo Penitenciário da Papuda), onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses, por tentativa de golpe de Estado e outros crimes relacionados.</p>
<p>Na última sexta-feira ele passou mal e foi levado por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao Hospital DF Star, com febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.</p>
<p>O boletim médico é assinada pelo cirurgião-geral Cláudio Birolini; os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado; o coordenador da UTI Geral, Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Júnior; e pelo diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges.</p>
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<h2>Decisão</h2>
<p>Em decisão divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início da tarde de sexta-feira, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a presença da esposa do ex-presidente, Michelle Bolsonaro, no hospital, como acompanhante.</p>
<p>Moraes também autorizou os filhos Jair Renan, Flávio, Carlos, Laura, bem como a enteada, Letícia, a visitarem Jair Bolsonaro durante a internação.</p>
<p>O ministro ainda determinou que a vigilância do ex-presidente seja providenciada pelo Núcleo do Custódia do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal. Policiais deverão ficar de prontidão 24 horas, sendo dois na porta do quarto, além de equipes dentro e fora do hospital.</p>
<p>Moraes também proibiu a entrada de computadores, telefones celulares ou quaisquer dispositivos eletrônicos, salvo equipamentos médicos, na unidade onde Bolsonaro está internado.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/bolsonaro-tem-melhora-na-funcao-renal-mas-marcadores-inflamatorios-sobem" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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