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	<title>Sobrecarga Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Sobrecarga Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Assédio e sobrecarga ameaçam saúde mental de jornalistas, diz pesquisa</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/assedio-e-sobrecarga-ameacam-saude-mental-de-jornalistas-diz-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 19:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (14) aponta um cenário preocupante: as condições e as características do trabalho jornalístico, aliadas ao constante assédio e ao baixo apoio social, expõem os profissionais de imprensa do Brasil a uma série de potenciais problemas de saúde mental. Produzido pela Fundação Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (14) aponta um cenário preocupante: as condições e as características do trabalho jornalístico, aliadas ao constante assédio e ao baixo apoio social, expõem os profissionais de imprensa do Brasil a uma série de potenciais problemas de saúde mental.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Assedio-e-sobrecarga-ameacam-saude-mental-de-jornalistas-diz-pesquisa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Produzido pela Fundação Centro Nacional de Segurança, Higiene e Medicina do Trabalho (Fundacentro) com o apoio da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), o estudo <em>Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil</em> aponta a urgência de empregadores, entidades de classe e formuladores de políticas públicas reconhecerem a gravidade da situação e atuarem para promover um ambiente de trabalho mais seguro, justo e saudável para os profissionais da categoria.</p>
<p>Quase metade (48%) dos 257 jornalistas brasileiros recrutados via amostragem para responder a um questionário <em>online</em> afirmaram sofrer com sintomas de insônia.</p>
<p>O percentual é superior à média nacional registrada no relatório Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel Brasil) 2006-2024, do Ministério da Saúde, que registra média entre 28,7% (em Natal) e 38% (em Maceió).</p>
<p>Trinta e seis por cento dos entrevistados também relataram episódios típicos de um quadro de ansiedade, enquanto metade dos entrevistados (50%) disse enfrentar quadro de depressão. Desses últimos, 9% elencaram sintomas de depressão severa e 16%, extremamente severa.</p>
<p>Além disso, 21,5% dos que responderam ao questionário revelaram consumir bebidas alcoólicas em consonância com padrões de frequência e de quantidade que sugerem o uso de risco (18,7%) ou nocivo (1,6%). Além disso, as respostas de 1,2% dos entrevistados indicam uma provável dependência.</p>
<p>Analisando outros estudos, Bruna Balarotti e Elaine Cristina Marqueze, as responsáveis pela pesquisa apresentada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional, destacam que o dinamismo e, consequentemente, o estresse, são características intrínsecas ao jornalismo que expõem os profissionais a riscos psicossociais.</p>
<h2>Assédio</h2>
<p>Não bastasse isso, os trabalhadores são alvo constante de diferentes formas de assédio, principalmente moral.</p>
<p>Ao menos 26% dos profissionais de imprensa reportaram já ter sido alvo de assédio moral no ambiente de trabalho – percentual que pode atingir 37% quando aplicados outros critérios de pesquisa.</p>
<p>“A prevalência de assédio moral no trabalho, variando de 26% a 37%, e de cyberbullying (30%), representam um dos achados mais críticos deste estudo”, sustentam as autoras do relatório da pesquisa.</p>
<p>“Esses percentuais elevados indicam que uma parcela substancial dos jornalistas brasileiros está exposta a formas de violência psicossocial, tanto no ambiente físico quanto no digital.”</p>
<p>Um agravante à situação é que 61% dos entrevistados afirmam receber baixo apoio social – definido como os níveis de interação social no trabalho, tanto com colegas quanto com superiores.</p>
<p>Segundo Bruna e Elaine, junto com o baixo controle sobre as atividades que os jornalistas têm que executar sob pressão, essa situação pode gerar consequências negativas à saúde ou agravá-las. O que, talvez, ajude a explicar o fato do quesito avaliação da satisfação no trabalho ter ficado levemente abaixo da média.</p>
<p>Para as pesquisadoras, as consequências das condições de trabalho dos profissionais de imprensa geram reflexos que afetam além da própria categoria, uma vez que esta é considerada essencial para o adequado funcionamento das instituições democráticas. Opinião compartilhada com a presidenta da Fenaj, Samira de Castro Cunha.</p>
<p>“Os dados evidenciam um cenário preocupante, marcado por altas taxas de estresse, ansiedade, depressão, insônia, assédio moral e violência digital. Além disso, revelam um ambiente de trabalho caracterizado por altas demandas, baixo controle sobre as atividades e insuficiente apoio social&#8221;, diz Samira.</p>
<p>&#8220;Esses elementos não apenas afetam a saúde dos profissionais, mas também impactam a qualidade da informação produzida [pelos jornalistas] e, consequentemente, o próprio direito da sociedade à informação”, concluiu. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-09/assedio-e-sobrecarga-ameacam-saude-mental-de-jornalistas-diz-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Sobrecarga de papéis afeta saúde mental de mulheres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sobrecarga-de-papeis-afeta-saude-mental-de-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 18:43:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afeta]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assumir diferentes papéis ao mesmo tempo, como profissional, mãe e esposa, pode gerar sobrecarga emocional e impactar diretamente a saúde mental das mulheres. O alerta é da psicóloga e especialista em saúde mental, Maria do Carmo Lopes. De acordo com dados do Ministério da Previdência Social, em 2025 foram registrados mais de meio milhão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Assumir diferentes papéis ao mesmo tempo, como profissional, mãe e esposa, pode gerar sobrecarga emocional e impactar diretamente a saúde mental das mulheres. O alerta é da psicóloga e especialista em saúde mental, Maria do Carmo Lopes.</p>
<p>De acordo com dados do Ministério da Previdência Social, em 2025 foram registrados mais de meio milhão de afastamentos do trabalho por questões relacionadas à saúde mental no país. As mulheres representam 64% desses casos.</p>
<p>“Até hoje, a sociedade continua a cobrar da mulher a responsabilidade de cuidar e administrar a casa, educar os filhos e, ao mesmo tempo, ser bem-sucedida profissionalmente. Esse acúmulo de funções pode levar ao esgotamento físico e emocional”, afirma a psicóloga.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sintomas podem surgir de forma silenciosa</h2>
<p>Segundo Maria do Carmo Lopes, o desgaste emocional costuma se manifestar de maneira gradual, mas pode se agravar ao longo do tempo.</p>
<p>“A mulher pode apresentar dificuldade de concentração, insônia e até mesmo negligenciar o autocuidado. É um processo que começa muitas vezes de forma silenciosa, mas que tende a se agravar com o tempo”, destaca.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Perda de identidade e exaustão emocional</h2>
<p>Outro ponto de atenção é a perda da identidade pessoal. Ao priorizar constantemente demandas familiares e profissionais, muitas mulheres acabam se colocando em segundo plano.</p>
<p>“Existe um risco significativo de a mulher se anular. Ela passa a funcionar no automático, deixando de olhar para si mesma, para suas necessidades e desejos. Isso gera exaustão mental, estresse, ansiedade e insatisfação”, explica.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Sinais físicos e emocionais de alerta</h2>
<p>Apesar de muitas vezes invisível, a sobrecarga mental apresenta sinais claros. Entre os sintomas físicos mais comuns estão cansaço extremo, tensão muscular, dores de cabeça, desconfortos gastrointestinais e alterações no sono e no apetite.</p>
<p>Já no campo emocional, podem surgir irritação, apatia, tristeza e ansiedade.</p>
<p>Maria do Carmo também destaca impactos cognitivos e comportamentais.</p>
<p>“A mulher passa a sentir que não consegue dar conta das tarefas, além de desenvolver uma autocrítica intensa e uma cobrança excessiva sobre si mesma”, pontua.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como reduzir a sobrecarga no dia a dia</h2>
<p>Para preservar o equilíbrio emocional, a especialista recomenda mudanças na rotina, como estabelecer limites, organizar tarefas e dividir responsabilidades.</p>
<p>“Delegar funções, seja em casa ou no trabalho, é fundamental. Além disso, é importante reconhecer o próprio limite e aprender a dizer não, sem culpa”, orienta.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Autocuidado e terapia são aliados</h2>
<p>Por fim, Maria do Carmo Lopes reforça a importância do autocuidado contínuo e do acompanhamento profissional.</p>
<p>“Fazer pausas ao longo do dia, manter uma rotina com atividades físicas, investir no autoconhecimento e evitar o isolamento social são medidas importantes. É claro, sem esquecer da importância de um acompanhamento psicológico, fazer terapia e buscar uma melhora na qualidade de vida”, afirma.</p>
<p><em>Psicóloga Maria do Carmo Lopes</em></p>
<p>Leia mais:</p>
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