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	<title>Sudeste Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Sudeste Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Frente fria avança pela Região Sul e sudeste da Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 12:14:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (3) uma frente fria deve avançar sobre o Sul do país, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As temperaturas devem cair nessa região e a queda deve ser sentida, também, no Mato Grosso do Sul, sul e centro-oeste do Mato Grosso e parte do sudoeste da Amazônia, o que evidencia um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (3) uma frente fria deve avançar sobre o Sul do país, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). As temperaturas devem cair nessa região e a queda deve ser sentida, também, no Mato Grosso do Sul, sul e centro-oeste do Mato Grosso e parte do sudoeste da Amazônia, o que evidencia um novo episódio de friagem.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Frente-fria-avanca-pela-Regiao-Sul-e-sudeste-da-Amazonia.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As mínimas ficam abaixo de zero em áreas do centro-sul do Rio Grande do Sul onde haverá geada principalmente na Campanha Gaúcha.</p>
<p>No sábado (4), o frio se mantém, especialmente nos estados do Sul, onde as mínimas variam entre –5°C e –8°C em algumas localidades do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Nessas áreas, haverá condições para geada generalizada entre a madrugada e nas primeiras horas da manhã.</p>
<p>As temperaturas devem cair também em áreas do leste da Região Sudeste. As temperaturas máximas, amanhã, começam a subir gradativamente em boa parte do Sul, além de parte do Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso.</p>
<p>Segundo o Inmet, em ambos os dias haverá ventos fortes, provocados pelo ciclone associado à frente fria, na faixa costeira, principalmente na costa do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, o que deve provocar agitação marítima e ressaca na costa desses estados.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-07/avanco-de-frente-fria-causa-geada-na-regiao-sul" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Comissão da Câmara aprova PEC que cria Fundos para Sul e Sudeste</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/comissao-da-camara-aprova-pec-que-cria-fundos-para-sul-e-sudeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 19:22:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (2), proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria fundos constitucionais para o Sul e o Sudeste. A proposta ainda amplia, em um ponto percentual (p.p.), os recursos repassados, pela União, ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A PEC 231 de 2019 ainda precisa ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Comissão Especial da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (2), proposta de emenda à Constituição (PEC) que cria fundos constitucionais para o Sul e o Sudeste. A proposta ainda amplia, em um ponto percentual (p.p.), os recursos repassados, pela União, ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Comissao-da-Camara-aprova-PEC-que-cria-Fundos-para-Sul.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A PEC 231 de 2019 ainda precisa ser aprovada no plenário da Câmara e depois deve ser analisada no Senado. Relatada pelo deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), ela permite que produtores e municípios do Sul e Sudeste usem recursos dos fundos criados para acessar linhas de crédito com juros menores para projetos produtivos e de infraestrutura.</p>
<p>“A criação dos Fundos Constitucionais de financiamento para as Regiões Sul e Sudeste representa um passo necessário para a consolidação de uma política de desenvolvimento regional verdadeiramente isonômica e alinhada ao princípio constitucional da redução das desigualdades”, escreveu o relator da PEC. </p>
<p>O relator Arnaldo Jardim estima que a criação dos dois fundos, mais o aumento dos repasses ao FPM, terá um impacto financeiro de R$ 49,67 bilhões em dois anos, sendo R$ 16,0 bilhões, em 2027, e 33,6 bilhões, em 2028. O Ministério da Fazenda não se manifestou publicamente sobre essa PEC. </p>
<h2>Fundos Constitucionais</h2>
<p>Atualmente, o Artigo 159 da Constituição prevê recursos para fundos regionais do Norte, Centro Oeste e Nordeste, criados como mecanismos para reduzir as desigualdades regionais do Brasil.</p>
<p>A PEC aprovada em Comissão na Câmara inclui no dispositivo constitucional 1% das receitas da União com Imposto de Renda (IR), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e Imposto Seletivo (IS) para Fundo da região Sul. Outro 1% da arrecadação desses tributos vai para o Fundo da região Sudeste, sendo 0,5% aplicados a partir de janeiro de 2027 e os outros 0,5% a partir de janeiro de 2028.</p>
<p>O relator Jardim argumentou que as regiões Sul e Sudeste, embora apresentem indicadores econômicos melhores, abrigam municípios com indicadores tão críticos quanto os encontrados em outras partes do país.</p>
<p>“Ressalta-se que a criação desses fundos não implica desvio de recursos de outras regiões, garantindo que os recursos adicionais sejam alocados para o Sul e Sudeste sem reduzir as transferências já existentes”, diz o relatório.</p>
<p>O deputado federal paulista argumentou ainda que as desigualdades no Brasil não seguem “exclusivamente fronteiras macrorregionais”.</p>
<p>“O Sudeste concentra a maior parte do PIB nacional, mas também abriga bolsões de pobreza em vales do Jequitinhonha, Mucuri e Ribeira, periferias metropolitanas e áreas rurais do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, onde o acesso ao crédito produtivo é limitado e a infraestrutura social e econômica é precária”, escreveu o deputado Jardim.</p>
<h2>Municípios</h2>
<p>A proposta aprovada em Comissão Especial ainda amplia os repasses ao FPM, destinados aos municípios, em 1 p.p. da arrecadação com IR, IPI e IS. O repasse adicional ocorreria todo mês de março.  </p>
<p>“A proposta reconhece que os municípios, especialmente os de pequeno porte, altamente dependentes desses repasses, são a esfera federativa que mais diretamente enfrenta o déficit de infraestrutura, saúde, educação e assistência social”, diz o relatório de Arnaldo Jardim.</p>
<p>O deputado federal acrescentou que o fortalecimento do FPM beneficia as cidades com menor capacidade de arrecadação própria, “independentemente da unidade da federação em que estejam localizadas”.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-07/comissao-da-camara-aprova-pec-que-cria-fundos-para-sul-e-sudeste" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Inmet prevê segunda sob frio intenso no Sudeste</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/inmet-preve-segunda-sob-frio-intenso-no-sudeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 12:03:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê forte frio em todo o Sudeste, em especial nas áreas de serra e no sul paulista e mineiro, para esta segunda-feira (22). Há ainda possibilidade de chuvas intensas para toda a Região Sul, com chance de geada nas áreas serranas.  A aproximação de uma frente fria volta a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê forte frio em todo o Sudeste, em especial nas áreas de serra e no sul paulista e mineiro, para esta segunda-feira (22). Há ainda possibilidade de chuvas intensas para toda a Região Sul, com chance de geada nas áreas serranas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Inmet-preve-segunda-sob-frio-intenso-no-Sudeste.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A aproximação de uma frente fria volta a aumentar a instabilidade sobre parte da Região Sudeste. Há previsão de chuva e trovoadas no estado de São Paulo e no triângulo mineiro, principalmente entre a tarde e a noite. Nessas áreas, a nebulosidade aumenta gradualmente ao longo do dia, com o céu variando de poucas nuvens a encoberto.</p>
<p>Segundo o Inmet, nas demais regiões do Sudeste, o tempo permanece mais estável, com céu variando entre poucas nuvens e parcialmente nublado. A temperatura segue em elevação em toda a região, favorecendo uma tarde mais quente em comparação aos dias anteriores.</p>
<p>As temperaturas mínimas variam entre 8°C e 11°C nas áreas de maior altitude. No triângulo mineiro, litoral do Rio de Janeiro, Espírito Santo e oeste de São Paulo, os valores ficam entre 16°C e 19°C. Nas demais localidades, as mínimas oscilam entre 12°C e 15°C.</p>
<p>Durante a tarde, o calor predomina em grande parte do Sudeste, com temperaturas máximas variando entre 24°C e 30°C, sendo os maiores valores observados nas áreas do interior de Minas Gerais e do Espírito Santo.</p>
<h2>Sul</h2>
<p>Hoje, a passagem de uma frente fria provoca aumento significativo da instabilidade em toda a Região Sul. O céu permanece predominantemente encoberto, com ocorrência de chuva e trovoadas ao longo do dia. Os maiores acumulados de precipitação são esperados inicialmente no oeste do Paraná e de Santa Catarina, além do norte do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Além da chuva, a frente fria reforça a massa de ar frio já presente sobre a região, favorecendo declínio das temperaturas entre a tarde e a noite. As temperaturas máximas variam entre 20°C e 24°C no norte e leste do Paraná e no litoral norte de Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, onde a influência do ar frio será mais intensa, as máximas ficam entre 11°C e 15°C. Já no centro-oeste e sul do Paraná e nas demais áreas de Santa Catarina, os valores máximos devem oscilar entre 16°C e 19°C.</p>
<p>Durante a noite, as temperaturas atingem os menores valores do dia, variando entre 4°C e 10°C no Rio Grande do Sul, no centro-oeste e nas serras de Santa Catarina, além do sul e oeste do Paraná. No norte e leste paranaense e no litoral catarinense, os termômetros permanecem acima dos 10°C.</p>
<h2>Norte</h2>
<p>Para hoje, de acordo com o Inmet, a previsão indica pancadas de chuva isoladas no Acre, Amazonas, Roraima, Amapá e nas porções oeste e norte do Pará. No Tocantins e nas áreas central e sudeste paraenses, o tempo permanece estável.</p>
<p>As temperaturas mínimas ficam próximas de 24°C na maior parte da região. Valores mais baixos podem ser observados no leste do Tocantins, com cerca de 18°C, e em áreas do sul de Rondônia e na divisa do Pará com Amapá, com mínimas em torno de 21°C.</p>
<p>As maiores temperaturas máximas devem ocorrer entre o sudeste do Pará e o oeste do Tocantins, onde os termômetros podem atingir 37°C. Em Rondônia, Acre, sul e leste do Amazonas, leste de Roraima, norte do Pará e oeste do Amapá, as máximas variam entre 30°C e 34°C. Nas demais áreas, os valores ficam entre 28°C e 32°C.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/inmet-preve-forte-frio-no-sudeste-para-esta-segunda" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Inmet mantém alerta para o frio; Sul e Sudeste podem ter geada</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/inmet-mantem-alerta-para-o-frio-sul-e-sudeste-podem-ter-geada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 18:29:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve nesta sexta-feira (5) o alerta amarelo, que indica perigo potencial, em razão da queda de temperatura nos próximos dias. Em regiões de maior altitude no Sul e Sudeste, como a Serra da Mantiqueira e a Serra Catarinense, há possibilidade de geadas. O aviso abrange cerca de 2,6 mil municípios [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) manteve nesta sexta-feira (5) o alerta amarelo, que indica perigo potencial, em razão da queda de temperatura nos próximos dias. Em regiões de maior altitude no Sul e Sudeste, como a Serra da Mantiqueira e a Serra Catarinense, há possibilidade de geadas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Inmet-mantem-alerta-para-o-frio-Sul-e-Sudeste-podem.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O aviso abrange cerca de 2,6 mil municípios no Distrito Federal, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Piauí, Tocantins, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.</p>
<p>O estado de alerta começou à 0h de quinta-feira (4) e segue até as 12h de sábado (6). </p>
<h2>Centro-Oeste</h2>
<p>A previsão do instituto é de que, no período entre quinta-feira (04) e segunda (08), o tempo terá predomínio de sol e alguma variação de nuvens no decorrer do dia. A umidade do ar, no período da tarde, pode ficar em torno dos 30% na região.</p>
<p>Apesar disso, as temperaturas mínimas devem variar entre 7°C e 9°C em áreas de Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, podendo cair um pouco mais a partir de sexta. No Mato Grosso, as temperaturas máximas podem passar dos 34°C e chegar a 36°C. </p>
<h2>Norte</h2>
<p>Segundo o InMet, até a próxima segunda-feira (8), o tempo seguirá quente e úmido em grande parte da Região Norte, favorecendo as pancadas de chuva com trovoadas e rajadas de vento em áreas do norte do Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá. </p>
<p>As temperaturas mínimas podem ficar entre 16°C e 18°C, e as máximas podem variar de 35°C a 36°C. Diferentemente do resto da região, áreas de Rondônia, Tocantins e a faixa sul do Pará podem apresentar umidade do ar abaixo dos 30%.</p>
<h2>Nordeste</h2>
<p>No Nordeste, chove especialmente em áreas próximas ao litoral, com destaque para a região do Recôncavo Baiano, o litoral entre Pernambuco e o Rio Grande do Norte e áreas do norte do Maranhão. </p>
<p>A partir desta sexta-feira (5), as chuvas devem diminuir, mas ainda são previstas pancadas ao norte do Maranhão. </p>
<p>No interior, haverá temperaturas elevadas durante o dia. As mínimas mais baixas, de 11°C a 13°C, serão em localidades do interior da Bahia e, as máximas podem variar entre 36°C a 38 °C em áreas do Sertão, onde a umidade do ar pode ficar abaixo dos 30%.</p>
<h2>Sudeste</h2>
<p>Na Região Sudeste, especialmente no leste e em áreas do litoral, há chance de chuva fraca devido ao transporte de umidade que chega do mar, entre o Espírito Santo e o Rio de Janeiro, com possibilidade de ocorrência de neblina ou nevoeiro.</p>
<p>A previsão é de temperaturas mínimas em torno de 4°C em cidades do sul de Minas Gerais, áreas da Serra da Mantiqueira e Serra Fluminense, onde há possibilidade de geada. As máximas podem variar entre 27°C e 29°C em áreas do norte de Minas Gerais.</p>
<p>A umidade do ar pode ficar pontualmente abaixo dos 30% em cidades do oeste e norte de São Paulo, além de cidades do oeste do estado e triângulo mineiro.  </p>
<h2>Sul</h2>
<p>Na Região Sul, a previsão indica baixa possibilidade de chuva até domingo (8), com as temperaturas mínimas variando entre 3°C e 6°C, principalmente em cidades mais altas das serras gaúcha e catarinense.</p>
<p>Esse cenário pode causar geada fraca e localizada e condições para neblina ou nevoeiro na faixa leste da região, principalmente nas primeiras horas da manhã. </p>
<p>As temperaturas máximas devem variar de 24°C a 27°C em áreas do norte do Paraná.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-06/inmet-mantem-alerta-para-o-frio-sul-e-sudeste-podem-ter-geada" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Fim de semana será de temporal no Sudeste e chuva intensa no Norte</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fim-de-semana-sera-de-temporal-no-sudeste-e-chuva-intensa-no-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:47:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O fim de semana deverá ser marcado por muita chuva em grande parte do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), sábado (23) e domingo (24) serão marcados por temporais nas regiões Sul e Sudeste e por chuva intensa em parte dos estados do Norte e do Nordeste. Para este sábado, segundo previsão do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fim de semana deverá ser marcado por muita chuva em grande parte do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), sábado (23) e domingo (24) serão marcados por temporais nas regiões Sul e Sudeste e por chuva intensa em parte dos estados do Norte e do Nordeste.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Fim-de-semana-sera-de-temporal-no-Sudeste-e-chuva.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para este sábado, segundo previsão do Inmet, a expectativa é que as condições para pancadas de chuva com trovoadas se intensifiquem no Sudeste e no Sul, com acumulados mais significativos para o estado de São Paulo e litoral de Santa Catarina, onde a chuva deve ser persistente. Também deve chover forte no Nordeste e no Norte, com acumulados mais expressivos no sul da Bahia.</p>
<p>No domingo, pancadas de chuva estão previstas em todo o litoral paulista e região de Itapetininga (SP). Além do norte maranhense e leste baiano. O sul mineiro, por sua vez, terá chuvas isoladas. No Centro-Oeste, a chuva vai se restringir ao extremo sul de Mato Grosso do Sul.</p>
<p>O Norte do país, de acordo com o Inmet, o tempo será instável, com pancadas de chuvas acompanhadas por trovoadas em todos os estados, com exceção do Acre, de Rondônia e do Tocantins. Já os estados do Paraná e de Santa Catarina seguirão chuvosos chuvas, enquanto o Rio Grande do Sul continuará com tempo estável.</p>
<h2>Ciclone</h2>
<p>Para segunda-feira (25), o Inmet prevê temporais em todo o Sul do país por causa da formação de um ciclone.</p>
<p>No Sudeste, pancadas estão previstas para o sul e oeste paulista, além de pancadas isoladas no Vale do Paraíba, no leste mineiro e nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. A chuva também vai atingir o centro-sul de Mato Grosso do Sul e o noroeste de Mato Grosso.</p>
<p>Além disso, chuvas fracas e isoladas estão previstas para todo o litoral nordestino, com mais intensidade no Maranhão e no Recôncavo Baiano. No Norte, as chuvas se espalham por todo o Amazonas e persistem no Pará, em Roraima e  no Amapá.</p>
<h2>Alerta em SP</h2>
<p>A Defesa Civil do estado de São Paulo emitiu um alerta para risco de chuva forte e ventos intensos em diversas regiões do estado paulista neste fim de semana.</p>
<p>Para o sábado, há previsão de chuva forte e persistente em alguns períodos do dia para grande parte do território paulista.</p>
<p>Os maiores acumulados são esperados nas regiões próximas à divisa com o Paraná, além das regiões de Bauru, São Paulo, Campinas, Sorocaba, da Baixada Santista e São José dos Campos.</p>
<p>Para domingo, o sistema deve perder intensidade e se afastar gradualmente do estado. Apesar disso, a circulação de umidade vinda do oceano continuará favorecendo a manutenção do tempo instável, principalmente no litoral, faixa leste e região central do estado.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-05/fim-de-semana-sera-de-temporal-no-sudeste-e-chuva-intensa-no-norte" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mulheres empreendem em bioeconomia e mudam de vida no Sudeste do Pará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 15:02:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[empreendem]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Paraupebas, no sudeste do Pará, a força criativa de mulheres tem transformado vidas. Seja com a produção de mel, cerâmica ou de biojoias feitas com sementes, essas mulheres mostram que é possível liderar negócios aliando a realização pessoal com a valorização cultural da região, a preservação da floresta e a geração de renda. Essas mulheres [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Paraupebas, no sudeste do Pará, a força criativa de mulheres tem transformado vidas. Seja com a produção de mel, cerâmica ou de biojoias feitas com sementes, essas mulheres mostram que é possível liderar negócios aliando a realização pessoal com a valorização cultural da região, a preservação da floresta e a geração de renda.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudeste.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Essas mulheres vivem próximas à Floresta Nacional de Carajás e à maior mina de ferro a céu aberto do mundo. E é ali que elas vêm coletando materiais para suas produções e conquistando também sua independência financeira, além de um papel de protagonismo na comunidade.</p>
<p>Uma dessas iniciativas impulsionadas por mulheres é a Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). A associação existe há cerca de dez anos e trabalha tanto com mel proveniente da apicultura, com as abelhas mais conhecidas, quanto da meliponicultura, que consiste na criação de abelhas sem ferrão, que são resgatadas de zonas de supressão.</p>
<p>O incentivo à criação de abelhas contribui não só para a preservação da natureza como também oferece alternativas de geração de renda para essas mulheres.</p>
<p>“A gente só sabia passar e cozinhar”, contou Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da associação. “Mas, quando colocaram essa ideia nas nossas cabeças, de que a gente podia fazer outras coisas fora de casa, abraçamos. Isso foi nos transformando. Até saímos para estudar&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará 19/04/2026 - Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<p>A fundadora conta que voltou a estudar com 51 anos e que muitas dessas mulheres eram analfabetas.</p>
<p>&#8220;Saímos de dentro da cozinha, de dentro daquela vida que era só a mesma, e hoje estamos empreendendo e, para nós, isso é muito gratificante”, ressaltou.</p>
<p>Agora, diz Ana Alice, elas já não têm mais tempo para cuidar dos afazeres domésticos. “Mudou tudinho. A gente não tem mais muito tempo para cozinhar, não. Nem para organizar a casa”.</p>
<p>A AFMA é composta atualmente por 23 famílias, reunindo tanto mulheres quanto homens. À semelhança das colmeias, as fêmeas cuidam dos principais afazeres desse trabalho, como cuidar das finanças e de envasar, rotular e colocar o preço no produto.</p>
<p>“Os homens vão para o apiário, mas quem administra são as mulheres”, disse Ana Alice, que já foi presidente da associação. “A gente vai organizando todo mundo e fazendo o que é melhor para produzir e para aumentar essa produção, assim como as abelhas fazem”, destacou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687239_646_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará -  19/04/2026 - Criação de abelhas da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Criação de abelhas da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Mulheres empreendedoras</h2>
<p>Só no ano passado, mais de 2 milhões de pequenos negócios abertos no Brasil foram liderados por mulheres. Os dados são do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base em dados da Receita Federal.</p>
<p>Segundo esse levantamento, quatro entre cada dez pequenos negócios abertos no país em 2025 foram criados por mulheres, superando em mais de 320 mil o verificado no ano anterior.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a gerente da Unidade de Sustentabilidade e Inovação do Sebrae no Pará, Renata Batista,  destacou que o número de mulheres donas de negócios passou de 8,2 milhões, em 2015, para 10,4 milhões, em 2025 ─ um crescimento de 27% em dez anos, acima do avanço observado entre os homens.</p>
<p>“Isso acontece por uma combinação de fatores: maior escolarização feminina, a busca por autonomia financeira, a necessidade de geração de renda e a ampliação do acesso à formalização, especialmente via MEI [microempreendedor individual]. Ao mesmo tempo, o empreendedorismo tem sido uma porta de entrada para as mulheres transformarem o conhecimento, o talento e o vínculo com o território e o negócio”, acrescentou.</p>
<p>Apesar desse crescimento, as mulheres ainda não representam nem metade dos novos pequenos empreendimentos abertos no país. No estado do Pará, por exemplo, apenas 37,6% das pequenas empresas criadas em 2025 eram lideradas por mulheres.</p>
<p>Mesmo com dificuldades, essas mulheres vêm buscando abrir espaços nesse mercado, contando com apoio do Poder Público ou de empresas privadas.</p>
<p>Diretora de soluções baseadas na natureza da mineradora Vale, Patricia Daros, afirma que os negócios tocados por mulheres extrapolam a questão da geração de renda, levantando também a questão de empoderamento feminino que começa a ser mais percebido. Na mineradora, 30% dos 50 projetos de bioeconomia apoiados recentemente são liderados por mulheres.</p>
<p>“A gente começou a perceber, desde quando a gente começou esse trabalho [de fomento], uma mudança do ponto de vista desse perfil de quem está à frente desses negócios, e as mulheres começaram, de fato, a aparecer um pouco mais ultimamente, principalmente em negócios relacionados à bioeconomia”, destacou.</p>
<h2>Preciosidades da Amazônia</h2>
<p>Emancipado em 10 de maio de 1988, após plebiscito que o desmembrou de Marabá, o município de Parauapebas tem nome de origem tupi, que significa “rio de águas rasas”. Sua formação populacional é resultado de intenso fluxo migratório, impulsionado pela descoberta e exploração de minérios na Serra dos Carajás, a partir da década de 1960.</p>
<p>Hoje, a mineração responde por boa parte da economia, com destaque para o minério de ferro, mas também cobre, manganês, níquel e ouro.</p>
<p>Apesar da mineração, têm crescido na cidade projetos de bioeconomia, como o que transforma mais de 100 tipos de sementes em biojoias que misturam arte e sustentabilidade.</p>
<p>Secretária da Associação Preciosidades da Amazônia e futura presidente da Cooperativa de Trabalho Artesanal da Amazônia, Luciene Padilha, contou que a associação impacta não só a vida financeira, mas também a parte social, econômica e emocional das 12 mulheres participantes.</p>
<p>“Quando fizemos o curso, éramos mulheres em situação de vulnerabilidade, mulheres que não saíam de casa porque tinham medo. Seus provedores diziam: ‘você não sabe, você não pode’. Hoje elas já se posicionam, já se sentem mais fortalecidas e trabalham com empreendedorismo feminino”, comemorou.</p>
<p>A Associação Preciosidades da Amazônia tem apoio da prefeitura, da Vale, do Sebrae e da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). Tesoureira do grupo, Sandra Brasil explicou que é da natureza que elas extraem as sementes e também sua renda.</p>
<p>“Nós trabalhamos com materiais vegetais e tudo o que a natureza nos permite usar. Nós estamos com um tesouro na mão. Não é só ouro e prata que são tesouros. Nós aprendemos a reconhecer a natureza como o verdadeiro tesouro da humanidade”, destacou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687239_712_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará 19/04/2026 -  Biojoias produzidas pela Associação Preciosidades da Amazônia. Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Biojoias produzidas pela Associação Preciosidades da Amazônia. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<p>Após terem aprendido a confeccionar suas peças, essas artesãs agora têm sido mentoras de novas gerações de empreendedoras. “Quando nós saímos da sala de aula, já saímos com conhecimento suficiente para repassar [para outras pessoas]. Hoje em dia, todas nós vamos para a sala de aula. Já demos até oficinas”, ressaltou.</p>
<p>As biojoias produzidas por essas artesãs têm fortalecido a economia local e contribuído para o sustento de muitas famílias. Mais do que contar histórias, essas peças têm fortalecido laços e também ajudado a preservar a Amazônia.</p>
<p>Para Renata Batista, projetos desse tipo são estratégicos porque mostram, na prática, que é possível gerar renda com a floresta preservada, agregando valor à biodiversidade, ao conhecimento local e a cultura brasileira.</p>
<p>&#8220;No caso das biojoias, ainda há um componente muito forte de identidade e diferenciação. O Sebrae aponta que esse mercado vem ganhando espaço porque une materiais naturais, processo artesanal e valorização de histórias, crenças e tradições do país”.</p>
<h2>Mulheres de barro</h2>
<p>Já o grupo Mulheres de Barro, formado por ceramistas de Parauapebas, surgiu durante a implantação do projeto Salobo, maior projeto de exploração de minério de cobre do país, tocado pela Vale no interior da Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri (Flonata), em Marabá.</p>
<p>Durante o projeto Salobo, foram encontrados artefatos arqueológicos presentes na floresta e que datam de 6 mil anos atrás. E foi a partir dos trabalhos de prospecção e de salvamento arqueológico desses artefatos, conduzidos pelo Museu Paraense Emílio Goeldi e pela Vale, que o grupo se formou. Em oficinas de educação patrimonial, essas mulheres conheceram a história local e tiveram acesso a ensinamentos sobre a cerâmica, o que permitiu que criassem peças inspiradas nesse passado.</p>
<p>Nessas oficinas, elas aprenderam que a cerâmica produzida pelos povos que habitavam as proximidades do Rio Itacaiúnas e seus afluentes eram utilizadas para rituais ou como objetos de uso cotidiano. Desde então, a partir dessa memória, essas artesãs começaram a produzir novas histórias e a moldar peças contemporâneas com referências arqueológicas.</p>
<p>As formas e grafismos dessas novas peças são inspiradas nos vestígios recuperados nesses sítios arqueológicos da Serra dos Carajás. Já a base da pintura são pigmentos provenientes de minerais da região, como minério de ferro, manganês e argilas coloridas.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687239_739_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará 19/04/2026 - Cerâmicas produzidas pelo grupo Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Cerâmicas produzidas pelo grupo Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<p>Presidente do Centro Mulheres de Barro, Sandra dos Santos Silva contou que, depois de 2002, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) incluiu no processo de licenciamento das pesquisas arqueológicas uma obrigação de fazer educação patrimonial para informar a comunidade do entorno sobre os resultados.</p>
<p>&#8220;E foi aí que eu digo que o universo conspirou a nosso favor, porque a gente estava buscando isso: participamos dessa formação durante seis anos. A gente não sabia fazer cerâmica, aprendemos do zero”, contou ela, que lidera uma cooperativa formada por 18 mulheres e quatro homens, que não só fabricam peças como também ministram cursos e oficinas.</p>
<p>Agora, essas mulheres ajudam a preservar a memória ancestral da região e também a floresta onde esses vestígios de cerâmicas foram encontrados. Para isso, elas deixam de coletar a argila diretamente da natureza, o que seria um processo degradante, para utilizar sobras de construções para a produção de suas peças.</p>
<p>“Com essa ideia de sustentabilidade, observamos que sempre há sobra [de argila] em todas as construções na cidade. Era uma quantidade imensa de argila descartada. A gente usa esse descarte das obras para fazer um processo de peneiramento da argila: a gente dilui, peneira, bate numa betoneira, dilui muito bem, coloca para decantar e aí vai tirando a água até ela ficar na consistência de um açaí do grosso. Daí, coloca para desidratar até chegar ao ponto de modelagem”, explicou Sandra.</p>
<p>Por meio desses trabalhos, o Centro Mulheres de Barro vem mudando a vida de várias mulheres de Parauapebas. E esse conhecimento ancestral, que chegou às fundadoras do Mulheres de Barro, agora começa também a ser repassado para as novas gerações.</p>
<p>“Eu nunca tinha mexido com barro. Mas agora me sinto muito feliz”, contou Maria do Socorro Assunção Teixeira, 62 anos, uma das fundadoras do grupo. “Agora eu me vejo como multiplicadora de conhecimento. Nós passamos [esse conhecimento] para outras pessoas”, ressaltou.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776687240_442_Mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-Sudoeste.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Paraupebas - Pará19/04/2026 - Maria do Socorro Assunção Teixeira, fundadora do Centro Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Ligth Press" title="Washington Alves/ Ligth Press"/></p>
<p><h6 class="meta">Maria do Socorro Assunção Teixeira, fundadora do Centro Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Bioeconomia</h2>
<p>Essas pequenas iniciativas lideradas por mulheres no Pará são exemplos de projetos de bioeconomia, um modelo econômico baseado no uso sustentável de recursos naturais.</p>
<p>“Quando uma mulher lidera um negócio de economia no território amazônico, ela não está apenas vendendo um produto, mas ela está ajudando a construir uma economia mais enraizada no território, com mais identidade, mais valor agregado e mais capacidade de distribuir renda localmente”, destacou a gerente do Sebrae no Pará.</p>
<p>“Negócios como biojoias, artesanato de base sustentável, cosméticos naturais e outros produtos da sociobiodiversidade mostram que a Amazônia pode ser também o espaço de inovação econômica baseada em ativos da floresta e não só em atividade de baixo valor local”, acrescentou.</p>
<p>Além desses projetos serem sustentáveis, eles também fortalecem as tradições locais e as cadeias produtivas. Na Amazônia, os resultados positivos dessa forma sustentável de negócio têm atraído, cada vez mais, investimentos de governos e da iniciativa privada.</p>
<p>Todos os projetos citados nesta matéria, por exemplo, receberam apoio do Fundo Vale, associação sem fins lucrativos mantida pela mineradora e que busca acelerar negócios de impacto que valorizam a floresta em pé e o uso sustentável da terra.</p>
<p>“Quando a Vale lançou o Fundo Vale, nós olhamos numa perspectiva de pensar essa economia da floresta numa lógica mais justa e de desenvolvimento territorial. Já aportamos mais de R$ 430 milhões em mais de 146 iniciativas na região”, destacou Patricia Daros.</p>
<p>A cada ano, essa bioeconomia da sociobiodiversidade tem movimentado R$ 13,5 bilhões no estado do Pará, impulsionada por cadeias produtivas ligadas à floresta, aos rios e à agricultura familiar. No entanto, esses negócios ligados à biodiversidade, principalmente os tocados por mulheres, ainda enfrentam algumas dificuldades para se manterem em pé.</p>
<p>“Há desafios que são comuns a qualquer empreendedor, como acesso ao mercado, gestão financeira, capital de giro, planejamento e competitividade. Mas, no caso das mulheres, existem ainda barreiras adicionais. O Sebrae destaca que, logo que elas abrem os negócios em proporções semelhantes às dos homens, mesmo elas sendo em média mais escolarizadas, esses empreendimentos tendem a faturar menos”, disse Renata Batista.</p>
<p>Além disso, ressaltou ela, as mulheres tendem a ter mais dificuldade de acesso ao crédito e enfrentam sobrecarga no trabalho, pois tendem a acumular outras atividades relacionadas a afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, o que afeta o tempo disponível para qualificação, gestão, capacitação e expansão do negócio.</p>
<p>Por isso, o Sebrae destaca que, para que um negócio relacionado à sociobiodiversidade possa dar bons frutos, é necessário não só produzir bem, mas também estruturar bem a cadeia, a comercialização do produto e o financiamento para o projeto ─ que deve ser compatível com a realidade no campo.</p>
<p>Para fortalecer esses projetos de bioeconomia, o governo federal apresentou recentemente o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio). Um dos eixos desse plano é voltado para projetos relacionados à sociobioeconomia e os ativos ambientais.</p>
<p><em>*A repórter viajou a convite da Vale.</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/mulheres-empreendem-em-bioeconomia-e-mudam-de-vida-no-sudeste-do-para" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Inmet alerta para chuvas fortes no Sudeste e no Paraná</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/inmet-alerta-para-chuvas-fortes-no-sudeste-e-no-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 16:32:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nesta quarta-feira (18) um alerta laranja para chuvas e ventos intensos em grande parte do estado de São Paulo e também em algumas regiões dos estados de Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais. O alerta laranja indica situação de perigo e é o segundo de maior gravidade na escala [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu nesta quarta-feira (18) um alerta laranja para chuvas e ventos intensos em grande parte do estado de São Paulo e também em algumas regiões dos estados de Rio de Janeiro, Paraná e Minas Gerais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Inmet-alerta-para-chuvas-fortes-no-Sudeste-e-no-Parana.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O alerta laranja indica situação de perigo e é o segundo de maior gravidade na escala utilizada pelo Inmet, abaixo somente do alerta vermelho.</p>
<p>Segundo o Inmet, as chuvas podem variar entre 30 e 60 milímetros (mm) por hora ou representar um acumulado entre 50 e 100 mm por dia. Já os ventos podem atingir até 100 quilômetros por hora.</p>
<p>O alerta estará em vigor até as 10h de quinta-feira (19) e vale para praticamente todo o estado paulista, além do Triângulo Mineiro, Sul Fluminense, Zona da Mata, Oeste e Sul de Minas, Norte Pioneiro Paranaense e regiões metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro.</p>
<h2>São Paulo</h2>
<p>A Defesa Civil de São Paulo informa que as chuvas fortes devem atingir principalmente a faixa leste do estado e são provocadas pela passagem de uma frente fria em alto-mar.</p>
<p>Nesta quarta (18), as chuvas são esperadas à tarde, com previsão de raios, fortes rajadas de vento e até queda de granizo. Para quinta (19) ainda há previsão de pancadas de chuva isoladas, por vezes fortes.</p>
<p>Já na sexta-feira (20), a previsão para o estado de São Paulo é de sol entre nuvens, o que pode elevar as temperaturas. No decorrer do dia, o calor e a alta umidade podem provocar pancadas de chuva isoladas com raios e rajadas de vento</p>
<p>A Defesa Civil recomenda maior atenção para as regiões que fazem divisa com Minas Gerais e o leste paulista, onde há risco de transtornos.</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-02/inmet-alerta-para-chuvas-fortes-no-sudeste-e-no-parana" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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