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	<title>SUS Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>SUS Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>SUS na Floresta leva saúde a comunidades isoladas no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sus-na-floresta-leva-saude-a-comunidades-isoladas-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mais de 1.200 quilômetros de Manaus, um novo ponto de saúde começa a mudar a realidade de comunidades ribeirinhas. O Ponto de Atendimento à Saúde “José Rodrigues”, instalado na comunidade do Ubim, em Eirunepé (AM), já atende moradores da Reserva Extrativista (Resex) do Rio Gregório. A iniciativa integra o Programa Juntos Contra a Pobreza [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A mais de 1.200 quilômetros de Manaus, um novo ponto de saúde começa a mudar a realidade de comunidades ribeirinhas. O Ponto de Atendimento à Saúde “José Rodrigues”, instalado na comunidade do Ubim, em Eirunepé (AM), já atende moradores da Reserva Extrativista (Resex) do Rio Gregório.</p>
<p>A iniciativa integra o Programa Juntos Contra a Pobreza e o projeto SUS na Floresta. Além disso, reúne esforços da Vale, da Fundação Amazônia Sustentável (FAS), do BNDES, do IDIS e do poder público local. Juntos, esses parceiros estruturaram um modelo que combina atendimento presencial, telessaúde e suporte contínuo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Atendimento reduz isolamento histórico</h2>
<p>Na prática, a unidade deve beneficiar mais de 990 pessoas em mais de 30 comunidades. Desse total, 59 vivem no Ubim e cerca de 930 estão distribuídas em outras áreas da reserva.</p>
<p>Antes disso, moradores enfrentavam longas jornadas para acessar serviços básicos. Em muitos casos, uma consulta exigia até três dias de viagem de barco. Agora, com o novo ponto, os atendimentos já ocorrem desde a inauguração.</p>
<p>Além disso, o espaço oferece teleconsultas e mantém presença permanente de profissionais de enfermagem. Dessa forma, a população passa a contar com vacinação, pré-natal, cuidado infantil e acompanhamento de doenças crônicas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Logística dificulta acesso à saúde</h2>
<p>Na Resex Rio Gregório, o deslocamento ainda representa um dos principais desafios. Para chegar à sede de Eirunepé, moradores dependem exclusivamente do transporte fluvial.</p>
<p>Partindo do Ubim, o trajeto pode levar cerca de 8 horas em lancha rápida. No entanto, em embarcações comuns, a viagem dura até três dias. Durante a estiagem, a situação se agrava, pois bancos de areia e trechos rasos dificultam ou até impedem a navegação.</p>
<p>Além do tempo, o custo pesa no orçamento. As despesas com transporte, alimentação e hospedagem elevam os gastos de famílias que vivem da pesca, da mandioca e de produtos florestais. Por isso, muitos acabam adiando consultas e exames.</p>
<p>“Antes, o atendimento era muito difícil, porque a gente não tinha meio de transporte para a cidade, e eram raras as pessoas que iam. Então, fazíamos o que estava ao nosso alcance: usávamos um remédio caseiro ou pedíamos ajuda ao vizinho. Quando falaram que ia ter esse ponto, a comunidade se preparou para abraçar essa oportunidade, não só para nós, mas para toda a RESEX”, afirma Dionilson Mota.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Desafios de saúde persistem</h2>
<p>Créditos: Lucas Bonny</p>
<p>Atualmente, equipes itinerantes sustentam o atendimento na região. A Unidade Básica de Saúde Fluvial visita as comunidades, mas, em média, realiza atendimentos apenas a cada quatro meses.</p>
<p>Diante disso, a FAS identificou três principais desafios por meio do Acompanhamento Familiar Multidimensional.</p>
<p>Primeiro, o pré-natal ainda começa tarde e ocorre com poucas consultas. Cerca de 40% das gestantes realizam o acompanhamento adequado. Em seguida, o cuidado infantil apresenta falhas no monitoramento do crescimento e da vacinação. Por fim, doenças crônicas, como hipertensão, afetam ao menos 29 pessoas, que enfrentam dificuldades para manter o tratamento.</p>
<p>“Desde 2020, acompanhamos todo o processo e as dificuldades do enfrentamento à Covid-19 no território. Diante disso, decidimos que, entre as áreas em que a FAS atua, seria importante contar com pontos que apoiassem um atendimento digno e adequado para a população. A RESEX do Rio Gregório foi uma das primeiras áreas escolhidas, e a FAS conseguiu inaugurar este ponto de atendimento, junto com os parceiros, com uma carteira de serviços que irá atender às necessidades da população”, destaca Mickela Souza.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Estrutura integra atendimento presencial e remoto</h2>
<p>Para enfrentar esses desafios, o projeto estruturou uma unidade adaptada à realidade amazônica. O espaço reúne consultório multiprofissional, sala de triagem, farmácia básica e consultório odontológico.</p>
<p>Além disso, a unidade conta com internet e equipamentos para telemedicina. Assim, profissionais em Eirunepé podem apoiar atendimentos à distância, o que amplia a resolutividade dos casos.</p>
<p>O local também inclui dormitório para equipes de saúde e espaço adequado para circulação dos pacientes. Com isso, o atendimento se torna mais contínuo e eficiente.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Modelo garante cuidado contínuo</h2>
<p>O funcionamento combina presença local, missões periódicas e telessaúde. Uma técnica de enfermagem atua de forma permanente no Ubim, com apoio de agentes comunitários.</p>
<p>Enquanto isso, equipes com médico, enfermeiro e dentista realizam missões a cada dois meses, permanecendo cerca de 15 dias. Entre essas visitas, a telemedicina assegura o acompanhamento dos pacientes.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Impacto esperado na região</h2>
<p>No curto prazo, o projeto deve ampliar o acesso à Atenção Primária à Saúde e reduzir a necessidade de deslocamentos longos. Além disso, deve garantir maior continuidade no cuidado, especialmente para gestantes, crianças e pacientes crônicos.</p>
<p>Por outro lado, mudanças estruturais nos indicadores de saúde exigirão mais tempo. Por isso, a FAS acompanhará os resultados em parceria com o poder público.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Combate à pobreza amplia impacto</h2>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="493" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1777486181_225_SUS-na-Floresta-leva-saude-a-comunidades-isoladas-no-AM.jpeg?resize=740%2C493&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-462858"  />Créditos: Lucas Bonny</p>
<p>Paralelamente, outras ações avançam no território. O programa também investe em educação, geração de renda, saneamento e segurança alimentar.</p>
<p>O Juntos Contra a Pobreza busca retirar 500 mil pessoas da extrema pobreza. Para isso, utiliza uma metodologia que analisa renda, educação, saúde, nutrição e infraestrutura.</p>
<p>“O Juntos Contra a Pobreza foi concebido como uma rede de parceiros, públicos e privados, atuando coletivamente para que as políticas públicas cheguem efetivamente em quem mais precisa. A metodologia, desenhada numa visão orientada por dados, visa privilegiar o protagonismo das famílias em situação de pobreza extrema e o fortalecimento das políticas públicas a partir das especificidades de cada território. Sabemos que a pobreza incide de forma bastante diferente em contextos urbanos, rurais e de floresta e, cada vez mais, constatamos que as melhores soluções emergem do próprio território, a partir do conhecimento de quem lá vive”, afirma Flavia Constant.</p>
<p>Na Resex Rio Gregório, o projeto atende cerca de 247 famílias desde 2024. A partir disso, equipes elaboraram planos personalizados para ampliar o acesso a políticas públicas, como Cadastro Único e Bolsa Família.</p>
<p>“Ao articular saúde, proteção social e sociobioeconomia ajudamos a criar condições para que as famílias tenham dignidade, prosperidade e permaneçam em seus territórios, com acesso a direitos e melhores perspectivas de futuro. Precisamos proteger as pessoas que protegem a Amazônia”, diz Márcia Soares.</p>
<p>Leia mais:</p>
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		<title>Doula: regulamentação reforça integração da categoria ao SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 12:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[integração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A recente regulação da profissão de doula, ocorrida na quarta-feira (8) da semana passada, permitiu um tratamento igual às profissionais em todo o país, incorporando conquistas que algumas redes estaduais e municipais alcançaram com legislações próprias. Ela trouxe, também, maior integração com o Sistema Único de Saúde (SUS). A medida foi bem recebida pelas associações de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A recente regulação da profissão de doula, ocorrida na quarta-feira (8) da semana passada, permitiu um tratamento igual às profissionais em todo o país, incorporando conquistas que algumas redes estaduais e municipais alcançaram com legislações próprias. Ela trouxe, também, maior integração com o Sistema Único de Saúde (SUS). A medida foi bem recebida pelas associações de trabalhadoras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Doula-regulamentacao-reforca-integracao-da-categoria-ao-SUS.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O texto da lei define as atribuições das doulas, de uma forma ampla e com algum grau de indeterminação, não limitando sua atuação. Ela, porém, separa a atuação das profissionais em pré-parto, parto e pós-parto, e as posiciona em relação a outras profissões presentes na atenção às mães e bebês. Em relação às funções.</p>
<p>A lei define que não cabe à doula realizar procedimentos médicos, fisioterápicos e de enfermagem, assim como prescrever ou administrar substâncias farmacológicas, como medicamentos.</p>
<p>A limitação não enfraquece a profissão e, ao defini-la, permite uma atuação mais equilibrada e favorece a relação com os outros profissionais envolvidos, como médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, obstetras e enfermeiros-obstetras, técnicos e auxiliares de enfermagem, entre outros.</p>
<p>“A gente atua diretamente com as mulheres e entende que as doulas contribuem muito para esse cuidado mais humanizado e que no SUS assumem um papel de fortalecimento, principalmente para as mulheres que estão em uma situação de vulnerabilidade, para quem a presença das doulas se torna essencial”, explica Gislene Rossini, diretora da Associação das Doulas do Estado de São Paulo (Adosp) e diretora executiva da Federação Nacional de Doulas do Brasil (Fenadoulas).</p>
<p>O papel principal da doula, defende Rossini, está no acolhimento qualificado que a profissão promove, desenvolvendo um elo com a gestante, a família e a rede de apoio, desde os primeiros encontros, ainda no pré-natal.</p>
<p>“Isso modifica a vida daquela mulher e do seu ambiente familiar”, complementa. Esse apoio fortalece os vínculos em formação e apoia a tomada de consciência, por parte da mulher, acerca de seu papel de protagonismo no parto.</p>
<p>Essa atuação ocorre em relação de troca e fortalecimento dos outros profissionais do processo. Não há, afirma Rossini, uma disputa com outras profissões, mas uma possibilidade de construção conjunta em favor das mulheres.</p>
<p>Para a diretora da Adosp, a regulamentação é importante também neste sentido, pois reforça o papel das doulas e permite vencer resistências.</p>
<p>“No geral, a lei traz mais clareza para a população e o reconhecimento de que a profissão existe e o que ela é, e isso deve aumentar, observando os resultados que nosso trabalho traz para a população como um todo”, analisou.</p>
<p>“Ela vem somar com essa equipe, trazendo as mulheres muito mais preparadas para esse momento do parto. É uma presença que qualifica um cuidado que já existe”, completa Rossini, destacando que vê na ampliação do papel das doulas no SUS um caminho natural para os próximos anos, a partir do qual será possível ampliar o acesso aos direitos das mulheres, com atendimento gratuito e de qualidade.</p>
<p>A lei teve boa acolhida institucional. Além do reconhecimento pelo Executivo e pelo Legislativo outras profissões já buscam formas de integrar estas profissionais às equipes. É o caso da área de enfermagem, que inclui enfermeiros, obstetrizes, auxiliares e técnicos, cujo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), tem uma postura de acolhimento à profissão de doula.</p>
<p>“O Cofen vê essa regulamentação com equilíbrio e maturidade institucional. A presença da doula é positiva especialmente no acolhimento, no suporte emocional e no fortalecimento de uma experiência de parto mais humanizada”, diz à Agência Brasil o coordenador da Câmara Técnica de Saúde da Mulher no Cofen, Renne Cosmo da Costa.</p>
<p>“A enfermagem brasileira tem compromisso histórico com a humanização do parto e com o respeito às escolhas das mulheres e o ideal é que essa integração aconteça de forma harmoniosa, com papéis bem definidos”, destaca.</p>
<p>“Consideramos positiva toda a iniciativa que fortalece o cuidado, preserva a segurança da assistência e respeita os limites da atuação de cada profissional”, completa.</p>
<p>Da Costa considera, ainda, que essa integração pode fortalecer a humanização no SUS, valorizando o processo de formação de vínculos dentro do papel de atenção multiprofissional que já é característico do nosso sistema de saúde.</p>
<p>“Não são ideias ou atuações opostas. Elas precisam caminhar juntas e quando cada atuação é respeitada dentro do seu campo quem ganha é a mulher, quem ganha é o sus, quem ganha é a qualidade da assistência e toda a sociedade”.</p>
<h2>Presença é antes do parto</h2>
<p>O pré-parto não é apenas o momento de planejar ter uma doula consigo, mas também o começo da atuação dessa profissional. Enquanto a lei posiciona a doulagem nesta fase como facilitadoras para o acesso à informação e incentivadoras do pré-natal, a importância da busca pelos caminhos que a família irá escolher para o parto são parte essencial e importante do processo. O posicionamento é de Maria Ribeiro, presidenta da Associação de Doulas da Bahia (Adoba).</p>
<p>“É atuar no acolhimento, na escuta ativa e no suporte emocional, é o amparo, é a indicação de profissionais que estejam alinhados com o que a família e a mulher desejam. Então a doula se torna uma grande orientadora durante o processo de gestação”, afirma.</p>
<p>Ribeiro considera positivo o caminho de construção e as possibilidades abertas a partir da aprovação da Lei Nº 15.381, pois facilitará vencer a resistência que ainda é vista pela categoria em muitas redes de saúde no país. Nelas, alguns profissionais ainda olham com ressalvas para as doulas, achando que irão interferir em condutas ou sugerir algo que esteja em desacordo com as melhores condutas técnicas.</p>
<p>“Infelizmente muitos profissionais ainda não entendem que somos aliadas”, diz a presidente da Adoba.</p>
<h2>Hora do parto</h2>
<p>“Durante o trabalho de parto, o papel da doula é o de oferecer suporte físico e emocional. Oferecemos técnicas de alívio da dor, que são maneiras não farmacológicas de trazer conforto”, explica Ribeiro.</p>
<p>“Também propomos posições e movimentos, mas muitas vezes é o olho no olho, são as palavras de afirmação e também orientamos a família para que durante o processo do trabalho de parto tome decisões e escolhas conscientes de acordo com aquilo que foi planejado”, completa.</p>
<p>O papel delas, e nisso concorda com Rossini, é o de estabelecer o diálogo entre equipe e família, num momento de cansaço e, para a parturiente, também no qual pode haver um grau considerável de vulnerabilidade. Essa troca, ressalta, pode ser facilitada pela confiança construída durante todo o processo, o que nem sempre é possível de construir com outros membros da equipe.</p>
<p>Para a diretora da Adosp, o perfil acolhedor da doula não é mera vocação ou qualquer sorte de dom natural. A técnica vem de formação contínua e atualização constantes, reforçadas nos encontros que as associações promovem. Assim como outras profissões de saúde que exigem o ensino médio e uma formação específica, a reciclagem é importante e estratégica para a categoria.</p>
<p>“Com a sanção [da lei] fixa-se um curso de pelo menos 120 horas, incluindo estudos e atuação. Hoje a gente tem essas orientações e a preocupação de ter doulas ensinando doulas. A federação tem um levantamento dos cursos existentes e de quais estão dentro do necessário, e entendemos que ser doula é um processo que envolve dedicação contínua”, reforça Rossini.</p>
<h2>Pós-parto</h2>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Doula-regulamentacao-reforca-integracao-da-categoria-ao-SUS.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="partos" title="Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil"/></p>
<p>Pós-parto: papel  não se esgota com a saída da sala de cirurgia ou mesmo a alta hospitalar para mães e bebês. Arquivo/Marcello Casal Jr/Agência Brasil</p>
<p>O papel destas profissionais não se esgota com a saída da sala de cirurgia ou mesmo a alta hospitalar para mães e bebês. A orientação da doula resgata o que foi conversado e mesmo treinado antes da hora e se estende ao auxílio com técnicas para facilitar a rotina, incluindo educação voltada para a amamentação, os cuidados na recuperação da mãe e na adaptação da criança, um momento de muitas dúvidas e inseguranças.</p>
<p>“Acompanhar esse processo é uma forma de torná-lo mais leve e tranquilo, em meio a uma série de novidades e adaptações”, defende Ribeiro.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/doula-regulamentacao-reforca-integracao-da-categoria-ao-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Nova lei amplia acesso a terapias e vacinas contra o câncer no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/nova-lei-amplia-acesso-a-terapias-e-vacinas-contra-o-cancer-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 16:13:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). A Lei nº 15.385, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Nova-lei-amplia-acesso-a-terapias-e-vacinas-contra-o.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Lei nº 15.385, publicada no <em>Diário Oficial da União</em> nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer.</p>
<p>O objetivo é modernizar o sistema e garantir acesso a inovações como terapias avançadas, vacinas e novos testes diagnósticos.</p>
<p>A norma foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na sexta-feira (10), quando inauguraram o Centro de Ensino, Simulação e Inovação (Cesin) do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. </p>
<p>O texto lista princípios e diretrizes relacionados à produção e à regulação sanitária de tecnologias contra o câncer no âmbito da política, tais como:</p>
<ul>
<li>redução da dependência de importações;</li>
<li>estímulo à transferência de tecnologia;</li>
<li>incentivo à formação de parcerias público-privadas;</li>
<li>valorização da produção nacional;</li>
<li>capacitação tecnológica e geração de inovação.</li>
</ul>
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<p>A norma elenca também os princípios e diretrizes relacionados à garantia do acesso universal e igualitário a vacinas, medicamentos e produtos de terapia avançada, no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.</p>
<p>Entre os principais pontos estão a gratuidade, a promoção de estratégias de educação em saúde, os critérios para verificação do potencial de resposta terapêutica, além da ampliação do acesso a tratamentos inovadores.</p>
<p>A lei prevê ainda o fortalecimento de parcerias com universidades e centros de pesquisa e o estímulo à criação de startups de biotecnologia voltadas a vacinas e medicamentos oncológicos, além do apoio à aplicação de inteligência artificial em atividades de pesquisa e incentivo à adoção do sequenciamento genético.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/nova-lei-amplia-acesso-a-terapias-e-vacinas-contra-o-cancer-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Publicada lei que amplia prevenção e controle do câncer no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/publicada-lei-que-amplia-prevencao-e-controle-do-cancer-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:01:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). A Lei nº 15.385, publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Pacientes de todo o país terão acesso a protocolos mais ampliados de prevenção e controle do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Publicada-lei-que-amplia-prevencao-e-controle-do-cancer-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Lei nº 15.385, publicada no <em>Diário Oficial da União</em> nesta segunda-feira (13), institui a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer no âmbito do SUS e o Programa Nacional de Navegação da Pessoa com Diagnóstico de Câncer.</p>
<p>O objetivo é modernizar o sistema e garantir acesso a inovações como terapias avançadas, vacinas e novos testes diagnósticos.</p>
<p>A norma foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na sexta-feira (10), quando inauguraram o Centro de Ensino, Simulação e Inovação (Cesin) do Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. </p>
<p>O texto lista princípios e diretrizes relacionados à produção e à regulação sanitária de tecnologias contra o câncer no âmbito da política, tais como:</p>
<ul>
<li>redução da dependência de importações;</li>
<li>estímulo à transferência de tecnologia;</li>
<li>incentivo à formação de parcerias público-privadas;</li>
<li>valorização da produção nacional;</li>
<li>capacitação tecnológica e geração de inovação.</li>
</ul>
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<p>A norma elenca também os princípios e diretrizes relacionados à garantia do acesso universal e igualitário a vacinas, medicamentos e produtos de terapia avançada, no âmbito da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.</p>
<p>Entre os principais pontos estão a gratuidade, a promoção de estratégias de educação em saúde, os critérios para verificação do potencial de resposta terapêutica, além da ampliação do acesso a tratamentos inovadores.</p>
<p>A lei prevê ainda o fortalecimento de parcerias com universidades e centros de pesquisa e o estímulo à criação de startups de biotecnologia voltadas a vacinas e medicamentos oncológicos, além do apoio à aplicação de inteligência artificial em atividades de pesquisa e incentivo à adoção do sequenciamento genético.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/publicada-lei-que-amplia-prevencao-e-controle-do-cancer-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>SUS qualifica profissionais para ampliar oferta de implantes hormonais</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sus-qualifica-profissionais-para-ampliar-oferta-de-implantes-hormonais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 15:03:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde iniciou a segunda fase de oficinas de qualificação para a inserção do implante contraceptivo de etonogestrel sob a pele, conhecido como Implanon, no Sistema Único de Saúde (SUS). A previsão da pasta é qualificar mais de 11 mil profissionais, entre médicos e enfermeiros, para ampliar a oferta do método na rede pública. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde iniciou a segunda fase de oficinas de qualificação para a inserção do implante contraceptivo de etonogestrel sob a pele, conhecido como Implanon, no Sistema Único de Saúde (SUS).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/SUS-qualifica-profissionais-para-ampliar-oferta-de-implantes-hormonais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A previsão da pasta é qualificar mais de 11 mil profissionais, entre médicos e enfermeiros, para ampliar a oferta do método na rede pública. Serão, ao todo, 32 treinamentos, com foco em municípios com menos de 50 mil habitantes.</p>
<p>Em nota, o ministério informou que as oficinas são presenciais e combinam teoria e prática com o uso de simuladores anatômicos. A carga horária foi ampliada para 12 horas no caso de enfermeiros e para seis horas para médicos.</p>
<p>Os encontros também incluem espaços de diálogo com gestores estaduais e municipais para apoiar a implementação do método do contraceptivo nos territórios.</p>
<p>No comunicado, a pasta destacou que as oficinas buscam qualificar os profissionais para inserção, retirada e manejo de possíveis intercorrências.</p>
<p>“E reforçar a conduta nas consultas em saúde sexual e reprodutiva com uma abordagem abrangente, que inclui direitos sexuais e reprodutivos, dignidade menstrual, enfrentamento ao racismo, abordagem às violências na atenção primária à saúde e todos os demais métodos contraceptivos ofertados no SUS.”</p>
<h2>Números</h2>
<p>Em 2025, o ministério distribuiu 500 mil unidades aos estados, priorizando municípios com mais de 50 mil habitantes e critérios de vulnerabilidade social.</p>
<p>Para 2026, está prevista a entrega de mais 1,3 milhão de implantes subdérmicos, sendo que 290 mil já foram entregues.</p>
<p>Na rede privada, o método pode custar até R$ 4 mil.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Segundo a pasta, o implante subdérmico é um método considerado vantajoso para prevenir a gravidez não planejada em razão de sua longa duração e alta eficácia, pois pode atuar no organismo por até três anos. </p>
<p>Após esse período, o implante deve ser retirado e, se houver interesse, um novo implante pode ser inserido imediatamente. “A fertilidade retorna rapidamente após a remoção”, destacou o ministério.</p>
<p>“O Implanon se soma aos métodos contraceptivos já disponíveis gratuitamente no SUS, como preservativos externos e internos, DIU de cobre, anticoncepcionais orais combinados e de progestagênio, pílulas de emergência, laqueadura tubária bilateral e vasectomia, entre outros. O Ministério da Saúde reforça que apenas os preservativos oferecem proteção contra infecções sexualmente transmissíveis.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/sus-qualifica-profissionais-para-ampliar-oferta-de-implantes-hormonais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Butantan produzirá remédio contra câncer para o SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/butantan-produzira-remedio-contra-cancer-para-o-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 20:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Butantan e a farmacêutica norte-americana MSD firmaram uma parceria para que o laboratório público brasileiro passe a produzir medicamento avançado contra o câncer a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O acordo é resultado de um edital lançado em 2024 pelo Ministério da Saúde. O pembrolizumabe é uma terapia que estimula o sistema imunológico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Butantan e a farmacêutica norte-americana MSD firmaram uma parceria para que o laboratório público brasileiro passe a produzir medicamento avançado contra o câncer a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O acordo é resultado de um edital lançado em 2024 pelo Ministério da Saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Butantan-produzira-remedio-contra-cancer-para-o-SUS.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O pembrolizumabe é uma terapia que estimula o sistema imunológico para identificar e combater as células cancerígenas. Além disso, é uma alternativa de tratamento menos tóxica do que a quimioterapia tradicional, e tem demonstrado grande eficácia. </p>
<p>O remédio já vem sendo comprado pelo Ministério de Saúde, diretamente da MSD, e é usado no SUS, para o tratamento de alguns pacientes com melanoma metastático, tipo de câncer de pele agressivo e que se espalha para outros órgãos.</p>
<p>De acordo com a Secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda De Negri, aproximadamente 1,7 mil pessoas são atendidas por ano, a um custo de R$ 400 milhões. </p>
<p>A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS) vai avaliar a inclusão no tratamento de casos de câncer de colo do útero, esôfago, mama triplo-negativo e pulmão. A MSD calcula que isso aumente a demanda para cerca de 13 mil pacientes por ano. </p>
<p>Fernanda de Negri explica que um dos benefícios da parceria é a possibilidade de diminuição de custos, pois o contrato prevê a transferência gradual de tecnologia, para que, em alguns anos, o Butantan possa assumir a produção do medicamento. Outros benefícios são a prioridade no fornecimento e o desenvolvimento tecnológico. </p>
<p>&#8220;O objeto dessa parceria é uma molécula nova, e o Butantan vai desenvolver a capacidade de produzir esta molécula e acima de tudo desenvolver a competência para produzir outras moléculas similares no futuro.&#8221;</p>
<p>Segundo ela, a produção nacional deixa o paciente mais seguro. &#8220;A gente produzir aqui deixa o paciente brasileiro com mais garantias de que esse medicamento não vai faltar por conta de eventos externos que causem a interrupção de cadeias logísticas.&#8221;</p>
<h2>Concorrência</h2>
<p>A parceria é resultado de edital com o objetivo de promover a cooperação entre entidades privadas, públicas e científicas com o objetivo de desenvolver ou absorver tecnologias que favorecem o SUS. O edital faz parte de uma estratégia nacional que pretende nacionalizar a produção de 70% dos insumos de saúde utilizados no SUS, em até 10 anos. </p>
<p>O diretor executivo de Relações Governamentais da MSD Brasil, Rodrigo cruz, explica que o processo de transferência de tecnologia do pembrolizumabe para o Butantan vai começar assim que as novas inclusões do medicamento no SUS forem aprovadas. A incorporação das etapas de produção será feita gradualmente ao longo de dez anos. </p>
<p>&#8220;No começo, a é que eles aprendam como se faz a rotulagem, o envase, para depois passar para formulação e aí sim chegar à etapa final que é a produção do medicamento em si. Todas as etapas estão previstas dentro do projeto. Leva até oito anos para produzir o Ifa [ingrediente farmacêutico ativo] nacional e, a partir daí, finalizar o remédio 100% nacional.&#8221;</p>
<p>O anúncio da parceria foi feito durante o evento Diálogo Internacional &#8211; Desafios e Oportunidades para a Cooperação em Tecnologias em Saúde, realizado no Rio de Janeiro. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura de maneira remota, e ressaltou a importância das parcerias para o desenvolvimento do país.</p>
<p>&#8220;Não tem como enfrentar esses desafios sem forte cooperação internacional. A saúde deixou de ser apenas uma política social e passou também a ser um eixo central do desenvolvimento econômico, inovação tecnológica e geração de empregos qualificados.&#8221;</p>
<p>O ministro destacou ainda a cadeia estrutural do sistema público de saúde brasileiro. &#8220;O SUS não é apenas o maior sistema público universal do mundo, mas também um dos maiores mercados estruturados do planeta em escala, previsibilidade, demanda e capacidade de absorção tecnológica.&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/butantan-produzira-remedio-contra-cancer-para-o-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>SUS passa a oferecer teste rápido de dengue</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sus-passa-a-oferecer-teste-rapido-de-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 15:21:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde (MS) incorporou no Sistema Único de Saúde (SUS) o teste rápido para o diagnóstico da dengue. A inclusão do Teste Rápido de Dengue NS1 na tabela nacional de procedimentos do SUS está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (26). A oferta do exame é feita de forma ampla em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde (MS) incorporou no Sistema Único de Saúde (SUS) o teste rápido para o diagnóstico da dengue.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/SUS-passa-a-oferecer-teste-rapido-de-dengue.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A inclusão do Teste Rápido de Dengue NS1 na tabela nacional de procedimentos do SUS está publicada no <em>Diário Oficial da União</em> desta quinta-feira (26).</p>
<p>A oferta do exame é feita de forma ampla em ambulatórios de postos de saúde e em hospitais da rede pública de saúde.</p>
<p>A solicitação do teste pode ser feita por médicos, enfermeiros, biomédicos e técnicos de enfermagem para pacientes de todas as idades.</p>
<p>O método pode detectar a presença no sangue da proteína específica liberada pelo vírus da dengue (antígeno NS1) logo no início da infecção, diferentemente dos exames de anticorpos (sorologia), que acusam o diagnóstico positivo para a doença somente após o corpo reagir ao vírus (geralmente após o sexto dia de infecção).</p>
<p>A norma já está em vigor.</p>
<h2>Vantagens</h2>
<p>A identificação rápida da doença pode ocorrer já nos primeiros dias após o surgimento dos sintomas característicos da infecção viral, como febre alta, dor no corpo e mal-estar.</p>
<p>O teste rápido da dengue não exclui a necessidade de buscar atendimento médico e poderá contribuir para o acompanhamento do profissional de saúde.</p>
<p>Com o resultado, o médico poderá detectar precocemente sinais de alerta, como a queda de plaquetas no sangue e o risco de evolução para a dengue hemorrágica.</p>
<p>O diagnóstico antecipado também garante maior precisão à vigilância epidemiológica sobre a circulação do vírus.</p>
<h2>Como funciona</h2>
<p>O teste funciona por imunocromatografia. O dispositivo reage à presença do antígeno do vírus e o resultado fica pronto em poucos minutos.</p>
<p>Para a realização do exame, é necessária uma pequena amostra de sangue da pessoa com suspeita de estar com dengue, obtida apenas por um furo na ponta do dedo para a coleta do material.</p>
<p>É importante destacar que o teste de dengue não identifica os sorotipos virais da dengue e, também, não é capaz de informar se a pessoa contraiu o vírus da dengue anteriormente.</p>
<p>Não é necessário jejum ou qualquer outro tipo de preparo para fazer o exame. </p>
<p>O teste será aplicado sem custo à população nas unidades públicas do SUS, mas se comprado nas farmácias privadas, custa em média R$ 40.</p>
<p>Principais sintomas da dengue:</p>
<ul>
<li>febre alta (39° a 40°c) e de início súbito;</li>
<li>dor de cabeça intensa, especialmente atrás dos olhos;</li>
<li>dores musculares e/ou articulares;</li>
<li>prostração, caracterizada por cansaço extremo;</li>
<li>náuseas e vômitos;</li>
<li>manchas vermelhas na pele;</li>
<li>dor abdominal.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/sus-passa-oferecer-teste-rapido-de-dengue" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Março Azul: exames para rastrear câncer de intestino triplicam no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/marco-azul-exames-para-rastrear-cancer-de-intestino-triplicam-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:21:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Azul]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de exames para detecção precoce do câncer de intestino realizados via Sistema Único de Saúde (SUS) triplicou ao longo da última década. Os dados fazem parte de levantamento feito no âmbito da campanha Março Azul e mostram que tanto a pesquisa de sangue oculto nas fezes quanto as colonoscopias registraram expansão significativa na rede [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de exames para detecção precoce do câncer de intestino realizados via Sistema Único de Saúde (SUS) triplicou ao longo da última década. Os dados fazem parte de levantamento feito no âmbito da campanha Março Azul e mostram que tanto a pesquisa de sangue oculto nas fezes quanto as colonoscopias registraram expansão significativa na rede pública de saúde.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Marco-Azul-exames-para-rastrear-cancer-de-intestino-triplicam-no.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com o levantamento, entre 2016 e 2025, a pesquisa de sangue oculto nas fezes passou de 1.146.998 para 3.336.561 exames realizados no SUS – crescimento de aproximadamente 190%. Já as colonoscopias aumentaram de 261.214 para 639.924 procedimentos no mesmo período – avanço de cerca de 145%.</p>
<p>Em 2025, o maior volume de pesquisas de sangue oculto nas fezes foi registrado no estado de São Paulo, com 1.174.403 exames, seguido por Minas Gerais, com 693.289, e Santa Catarina, com 310.391. Na outra ponta, os menores números ocorreram no Amapá, com 1.356 exames, no Acre, com 1.558, e em Roraima, com 2.984.</p>
<h2>Análise</h2>
<p>Para o presidente da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (Sobed), Eduardo Guimarães Hourneaux, o cenário está associado ao avanço de estratégias de conscientização e à maior mobilização promovida por entidades médicas no país. “A campanha Março Azul tem transformado o medo em atitude e esperança”.</p>
<p>“A cada ano, mais pessoas deixam de adiar o cuidado com a saúde do intestino e procuram os serviços de saúde para realizar exames, o que se reflete em um aumento expressivo de colonoscopias e testes de rastreamento justamente durante o mês de março.”</p>
<p>Segundo ele, esse movimento não acontece por acaso: &#8220;É fruto do compromisso de autoridades municipais, estaduais e federais, que abraçaram a causa, iluminaram prédios, organizaram mutirões e levaram a mensagem de prevenção para as ruas, escolas e unidades de saúde”.</p>
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<h2>Casos recentes</h2>
<p>O médico lembra que fatos públicos, como o adoecimento e a morte de pessoas públicas em decorrência da doença, trazem o assunto para conversas diárias e ajudam a levantar dúvidas nas pessoas a partir de sinais e sintomas que devem ser avaliados em exames.</p>
<p>Numa análise preliminar feita pela campanha, é possível perceber, por exemplo, que a trajetória da doença enfrentada pela cantora Preta Gil coincide com uma evolução nos números dos exames de diagnóstico. Entre a divulgação do diagnóstico da artista, em 2023, e a morte dela, dois anos depois, o total de pesquisas de sangue oculto nas fezes cresceu 18% no SUS, enquanto o volume de colonoscopias cresceu 23%.</p>
<p>“Ao tornarem público o diagnóstico de câncer de intestino, diversas pessoas famosas ajudaram a transformar a própria dor em alerta para milhões de outras pessoas. Nomes como Preta Gil, Chadwick Boseman, Roberto Dinamite e outros passaram a falar abertamente sobre sintomas, tratamento e, sobretudo, sobre a importância de não adiar a investigação quando algo não vai bem”, disse.</p>
<p>Ele destaca que cada entrevista, postagem ou depoimento dessas personalidades funciona como lembrete poderoso de que o câncer de intestino pode atingir qualquer pessoa, mas que a chance de cura é muito maior quando a doença é descoberta cedo.</p>
<h2>Campanha</h2>
<p>Promovida nacionalmente desde 2021, a campanha Março Azul é organizada pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva, pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e pela Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG).</p>
<p>Este ano, a iniciativa conta ainda com o apoio institucional da Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA), da Associação Médica Brasileira (AMB) e do Conselho Federal de Medicina (CFM), além de outras sociedades de especialidades médicas.</p>
<p>A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é que as mortes prematuras (antes dos 70 anos) por câncer de intestino devem aumentar até 2030, tanto entre homens quanto entre mulheres. A projeção cita não apenas o envelhecimento populacional, mas também ao crescimento da incidência da doença entre jovens, o diagnóstico tardio e a baixa cobertura de exames de rastreamento.<br /> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/marco-azul-exames-para-rastrear-cancer-de-intestino-triplicam-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Rastreamento para câncer colorretal pode ser implementado no SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 20:42:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde pode ganhar um novo programa para o rastreamento do câncer colorretal, que atinge o intestino grosso e o reto e vem crescendo em número de casos e óbitos. Uma diretriz com as orientações para a testagem já foi elaborada por especialistas e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema Único de Saúde pode ganhar um novo programa para o rastreamento do câncer colorretal, que atinge o intestino grosso e o reto e vem crescendo em número de casos e óbitos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-SUS.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Uma diretriz com as orientações para a testagem já foi elaborada por especialistas e recebeu parecer favorável da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). </p>
<p>Nos próximos dias, a Comissão vai abrir uma consulta pública para receber contribuições da sociedade e depois disso decidirá, em caráter definitivo, se as novas medidas devem ser incorporadas ao SUS. </p>
<p>A decisão final caberá ao Ministério da Saúde, que aguarda o andamento do processo para se posicionar, mas todos os representantes da pasta que compõem a comissão foram favoráveis. </p>
<p>A diretriz preconiza que todas as pessoas entre 50 e 75 anos, sem fatores de risco, realizem teste imunoquímico, para a identificação de sangue oculto nas fezes, a cada dois anos. Em caso positivo, o paciente deve ser encaminhado a uma colonoscopia, para detectar qual a razão do sangramento, e receber o tratamento devido. </p>
<p>As medidas valem para as pessoas em geral, que não têm sintomas nem outras doenças intestinais. O objetivo é diagnosticar lesões pré-cancerígenas e tratá-las antes que evoluam para o câncer, ou mesmo a doença já instalada, mas em estágio inicial, o que aumenta muito as chances de cura. </p>
<p>De acordo com o epidemiologista do Instituto Nacional do Câncer (Inca) Arn Migowski, que compõe o grupo de trabalho, apesar desses exames já terem se mostrado eficazes para diminuir a mortalidade por câncer colorretal, a sua realização pela população em geral ainda é incipiente tanto na rede pública, quanto privada.</p>
<p>Ele complementa que a implementação de um programa de rastreio organizado pode ter ainda um benefício adicional.</p>
<p>&#8220;Ao contrário de doenças como o câncer de próstata ou de mama, que a gente faz o rastreamento, mas infelizmente só conseguimos detectar a doença no início, no caso do câncer colorretal, você pode detectar lesões pré-cancerosas. Ou seja, o objetivo principal é diminuir a mortalidade, mas a gente pode conseguir também diminui um pouco o número de novos casos&#8221;, explica. </p>
<p>Migowski é um dos autores de um estudo recente que estimou um aumento de quase 3 vezes nas mortes por esse tipo de câncer até 2030. Uma das razões que explicam a grande mortalidade da doença, é o fato da maioria dos pacientes só descobrir a doença em estágios avançados, justamente o que o rastreamento organizado quer impedir. </p>
<p>Apesar do texto inicial da diretriz já ter recebido parecer favorável, o grupo de trabalho continua discutindo a melhor maneira de implementar as medidas no sistema público brasileiro, o que deve ser feito de forma escalonada, ou seja, começando em alguns locais e expandindo progressivamente até chegar a todo o país.</p>
<p>De acordo com o especialista do Inca, isso é necessário para que o SUS consiga absorver a nova demanda, sem deixar de priorizar os pacientes com sintomas, que precisam ser atendidos com rapidez.  </p>
<p>&#8220;No modelo organizado você convoca ativamente a pessoa que está na faixa etária, e depois disso, ela precisa fazer o seguimento, receber o resultado do exame, ser encaminhada para a colonoscopia, se precisar, passar por atendimento especializado. E depois ela tem que ser reconvocada, quando chegar a vez de fazer o exame novamente. Todas essas questões têm que ser muito bem planejadas&#8221;, diz Migowski. </p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>A presidente da Associação de Gastroenterologia do Rio de Janeiro, Renata Fróes, também reforça a importância do rastreamento. </p>
<p>&#8220;O câncer colorretal ou de intestino não costuma apresentar sintomas precoces, pode ocorrer sangramento, mas não costuma ser visível&#8221;, explica. É esse &#8220;sangue oculto&#8221; que o exame imunoquímico nas fezes identifica. </p>
<p>Já durante a colonoscopia, o médico visualiza o interior do intestino, com o auxílio de um tubo flexível e uma câmera, e pode verificar se o paciente desenvolveu algum pólipo adenomatoso, tipo de lesão pré-cancerígena. </p>
<p>&#8220;Os pólipos são protuberâncias, que se assemelham até a pequenos cogumelos e que podem ser retirados por uma pinça que a gente introduz dentro dos colonoscópios. A retirada deles impede a progressão para o câncer&#8221;, explica Renata.</p>
<p>Por isso, a médica recomenda a realização da colonoscopia por todas as pessoas, já a partir dos 45 anos. </p>
<p>A gastroenterologista lembra que este mês é dedicado à campanha Março Azul, de conscientização sobre o câncer colorretal, e aponta sinais de alerta, que devem ser investigados com urgência, pois podem ser sintomas de câncer em estágio mais avançado:</p>
<p>&#8220;Além desse sangramento oculto, que pode dar uma anemia, fraqueza, cansaço, os outros sintomas são emagrecimento, dor abdominal e mudança do hábito intestinal. Pode ocorrer também fezes ‘em fitas’, mais estreitas, o que já significa algum grau de obstrução, porque o tumor cresceu e fica difícil para a comida passar pelo intestino&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/rastreamento-para-cancer-colorretal-pode-ser-implementado-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Saúde busca na China alianças para impulsionar serviços de IA no SUS</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/saude-busca-na-china-aliancas-para-impulsionar-servicos-de-ia-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 19:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se reuniu com executivos de três empresas globais de tecnologia em saúde e infraestrutura digital na cidade de em Shenzhen, na China. Em nota, a pasta informou que o objetivo dos encontros é uma agenda estratégica de cooperação tecnológica no país asiático com foco na modernização do Sistema Único [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se reuniu com executivos de três empresas globais de tecnologia em saúde e infraestrutura digital na cidade de em Shenzhen, na China.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Saude-busca-na-China-aliancas-para-impulsionar-servicos-de-IA.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em nota, a pasta informou que o objetivo dos encontros é uma agenda estratégica de cooperação tecnológica no país asiático com foco na modernização do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>“O diálogo com os CEOs das empresas busca atrair investimentos, parcerias industriais e cooperação em pesquisa e desenvolvimento, com o objetivo de apoiar a construção da primeira rede de serviços de saúde inteligentes do SUS, que contará com tecnologias digitais, inteligência artificial e novos equipamentos médicos.”</p>
<p>De acordo com o comunicado, a empresa Neusoft, especializada em tecnologia da informação aplicada à saúde, apresentou soluções voltadas para a gestão hospitalar digital, a integração de dados clínicos e sistemas inteligentes de apoio à decisão médica.</p>
<p>A companhia também anunciou investimentos para instalar uma fábrica de equipamentos de imagem em Santa Catarina.</p>
<p>Durante a reunião com a Mindray, maior fabricante chinesa de equipamentos médicos, foram discutidas oportunidades de oferta de equipamentos hospitalares, integração de plataformas digitais e desenvolvimento de unidades de terapia intensiva (UTIs) baseadas em inteligência artificial.</p>
<p>“A empresa atua no Brasil há mais de 19 anos, atende mais de 6 mil instituições de saúde e possui 353 equipamentos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, informou o ministério.</p>
<p>As discussões também envolveram parcerias de desenvolvimento produtivo (PDPs) com instituições públicas brasileiras, com foco em pesquisa, inovação e transferência de tecnologia para produção local de equipamentos médicos.</p>
<p>Ainda segundo a pasta, Padilha também participou de reuniões com a Huawei para discutir infraestrutura digital, sistemas de nuvem e conectividade em saúde, tecnologias avaliadas como essenciais para viabilizar a operação da nova rede de serviços inteligentes do SUS.</p>
<p>“A cooperação pode contribuir para integrar dados clínicos, melhorar a gestão hospitalar e ampliar o uso de inteligência artificial na organização da rede assistencial, além de apoiar projetos de digitalização da saúde pública brasileira.”</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/saude-busca-na-china-aliancas-para-impulsionar-servicos-de-IA-no-sus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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