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	<title>tecnologias Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>tecnologias Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Dia Mundial sem Tabaco: novas tecnologias camuflam vapes e são desafio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/dia-mundial-sem-tabaco-novas-tecnologias-camuflam-vapes-e-sao-desafio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 20:46:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Disfarces tecnológicos ampliam o consumo de cigarros eletrônicos, conhecidos como vapes, entre os jovens, com perspectiva de aumentar o número de casos de câncer no Brasil. Quem alerta é o diretor executivo da Fundação do Câncer, o cirurgião oncológico Luiz Augusto Maltoni. O alerta da instituição vai ao encontro do tema da campanha da Organização Mundial [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Disfarces tecnológicos ampliam o consumo de cigarros eletrônicos, conhecidos como <em>vapes</em>, entre os jovens, com perspectiva de aumentar o número de casos de câncer no Brasil. Quem alerta é o diretor executivo da Fundação do Câncer, o cirurgião oncológico Luiz Augusto Maltoni.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Dia-Mundial-sem-Tabaco-novas-tecnologias-camuflam-vapes-e-sao.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O alerta da instituição vai ao encontro do tema da campanha da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o Dia Mundial sem Tabaco, lembrado neste domingo (31): “Desmascarando o apelo, combatendo a dependência de nicotina e tabaco”.</p>
<p>O cigarro eletrônico continua proibido no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mas, apesar da proibição da comercialização de <em>vapes</em> no Brasil desde 2009, o uso desses dispositivos cresceu de forma acelerada. Os produtos são comprados com facilidade em redes sociais, <em>sites</em> e no comércio informal.</p>
<p>Números recentes da Receita Federal reforçam a necessidade de se combater esses produtos: entre janeiro e fevereiro de 2026, foram apreendidas 238.801 unidades de cigarros eletrônicos no país, o equivalente a mais de 4 mil dispositivos por dia, em média.</p>
<h2>&#8220;Dispositivos disfarçados&#8221;</h2>
<p>Vários desses dispositivos não têm cheiro. Em outros são colocados aromatizantes. Muitos, entretanto, têm só o vapor que muitas pessoas nem percebem, o que abre caminho para o vício precoce, formando uma nova geração de dependentes da nicotina.</p>
<p>Os disfarces fazem com que os <em>vapes</em> não pareçam mais cigarros eletrônicos e, muito menos, perigosos à primeira vista, já que ganharam novas formas e funções. Aparecem agora disfarçados ou embutidos em acessórios e integrados ao cotidiano de forma quase imperceptível.</p>
<p>Chamam a atenção, entre outros formatos, os<em> vaporizer hoodies</em>, moletons com vaporizadores integrados ao tecido. O bocal do dispositivo fica escondido na ponta do cordão do capuz, permitindo que o usuário inale nicotina de forma totalmente discreta.</p>
<p>“De uma maneira totalmente articulada, e muito mal articulada do ponto de vista da ética, criam até casaco com bocal escondido para a pessoa fumar”, critica Maltoni.</p>
<p>Esses disfarces permitem que o jovem fume o vape dentro do metrô ou na escola, sem que outras pessoas percebam. “Tudo para tornar o jovem viciado&#8221;, completa o diretor. </p>
<p>Segundo Luiz Augusto Maltoni, esses dispositivos camuflados comprometem décadas de avanços nas políticas de controle do tabaco no Brasil, que reduziu muito a prevalência de fumantes e é referência para o mundo inteiro.</p>
<p>“O que estamos vendo agora é um risco real de retrocesso, agora embalado em tecnologia e integrado ao cotidiano dos jovens.”</p>
<h2>Campanha</h2>
<p>Neste Dia Mundial sem Tabaco, a Fundação do Câncer resolveu fortalecer o seu Movimento Vape Off e ampliar sua atuação lançando a campanha “Spoiler: ele não te ama”. Trata-se de um filme, no formato de uma reportagem, em que três jovens anônimos comentam um relacionamento abusivo que causou o adoecimento deles.</p>
<p>A ideia é chamar a atenção da juventude para o fato de que a forma como a indústria apresenta esses cigarros é mentirosa e que esses dispositivos fazem realmente mal.</p>
<p>“E sugere que quem nunca experimentou que não experimente para não viciar. E quem já está fumando que pare”, salienta Maltoni.</p>
<p>De acordo com a Fundação do Câncer, os novos dispositivos incorporam tecnologia e interatividade, com tela sensível ao toque, além de jogos, música e sistema de troca de mensagens. Tudo em consonância com o novo hábito de celulares, <em>tablets</em> e redes sociais.</p>
<p>Alguns funcionam com sistemas que “reagem” se o usuário parar de usar, apitando e criando um ciclo de estímulo contínuo. Maltoni avalia que esse processo significa a fusão entre dependência química e dependência digital.</p>
<p>“O <em>vape</em> deixa de ser apenas um dispositivo e passa a funcionar como um acessório interativo, integrado à rotina”, alerta.</p>
<p>Dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 revelam que a experimentação de cigarros eletrônicos entre estudantes de 13 a 17 anos evoluiu de 16,8% em 2019 para 29,6% em 2024. Significa que quase dobrou o número de jovens nessa faixa etária que já experimentaram ou fazem uso do cigarro eletrônico. “Isso é alarmante”, avalia o cirurgião oncológico.</p>
<h2>Consequências</h2>
<p>Consultora da Fundação do Câncer na área de tabagismo, Milena Maciel de Carvalho aponta que, quando se fala de cigarros eletrônicos entre estudantes de 13 a 17 anos, o problema ultrapassa o comportamento ou a escolha individual.</p>
<p>“A exposição à nicotina na adolescência pode afetar o desenvolvimento do cérebro, especialmente áreas relacionadas à atenção, aprendizagem, humor e controle de impulsos, além de aumentar a vulnerabilidade à dependência de nicotina ao longo da vida”, diz.</p>
<p>“Esses dispositivos também podem expor os usuários a substâncias tóxicas, incluindo partículas ultrafinas, compostos orgânicos voláteis e metais pesados. Também estão associados a riscos respiratórios e cardiovasculares”, acrescenta.</p>
<h2>Medidas</h2>
<p>O diretor executivo da Fundação do Câncer defendeu que sejam adotadas medidas no Brasil para coibir a produção de <em>vapes</em>. Citou o exemplo da Inglaterra, que foi sempre muito liberal e é o país onde a indústria do tabaco mais se desenvolveu.</p>
<p>“Mas, dada a catástrofe que a indústria do tabaco e os cigarros eletrônicos causaram, com os problemas pulmonares em jovens, a Inglaterra proibiu a venda de qualquer produto de tabaco para quem nasceu depois de 1º de janeiro de 2009.”</p>
<p>Além disso, o país ampliou medidas para restringir a publicidade, promoção, apresentação e o apelo dos <em>vapes</em> entre crianças e adolescentes. “Eu acho que a gente tem que caminhar nesse sentido”, defende Maltoni.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/dia-mundial-sem-tabaco-novas-tecnologias-camuflam-vapes-e-sao-desafio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Sanear Amazônia avança e leva tecnologias sociais a 3 mil famílias</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sanear-amazonia-avanca-e-leva-tecnologias-sociais-a-3-mil-familias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 20:51:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 20 e 22 de maio, o município de Curralinho, no arquipélago do Marajó (PA), recebeu a Oficina de Formação em Tecnologias Sociais de Acesso à Água e Inclusão Produtiva. O encontro reuniu entidades executoras, equipes técnicas e parceiros do Programa Sanear Amazônia com Inclusão Produtiva. A atividade foi realizada pelo Memorial Chico [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 20 e 22 de maio, o município de Curralinho, no arquipélago do Marajó (PA), recebeu a Oficina de Formação em Tecnologias Sociais de Acesso à Água e Inclusão Produtiva. O encontro reuniu entidades executoras, equipes técnicas e parceiros do Programa Sanear Amazônia com Inclusão Produtiva.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A atividade foi realizada pelo Memorial Chico Mendes, com apoio do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS) e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Além disso, a oficina marcou o alinhamento da nova etapa do programa após a formalização de contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no âmbito do Fundo Amazônia.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Programa amplia acesso à água e inclusão produtiva</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O Sanear Amazônia prevê a ampliação de tecnologias sociais de acesso à água e saneamento em comunidades tradicionais da Amazônia Legal. Ao mesmo tempo, o programa integra ações de inclusão produtiva voltadas à segurança alimentar, geração de renda e fortalecimento das cadeias da sociobiodiversidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o presidente do Memorial Chico Mendes, Adevaldo Dias, a iniciativa deve alcançar mais de 3.600 famílias.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“As tecnologias sociais permitem levar às comunidades extrativistas da Amazônia água segura, saneamento, com banheiros e destinação dos resíduos e a inclusão produtiva. Mais de 3.600 famílias, cerca de 20 mil extrativistas, serão beneficiados nessa nova fase do Sanear. As executoras reunidas nestes dias estão contratadas pelo Memorial e habilitadas para atuar em cinco estados da Amazônia, levando esse importante trabalho”, declarou Adevaldo Dias.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Oficinas fortalecem integração entre equipes executoras</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Durante a programação, representantes das organizações executoras participaram de atividades de alinhamento institucional, debates metodológicos e troca de experiências. Além disso, as equipes realizaram vivências práticas sobre a implementação das tecnologias sociais nos territórios amazônicos.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Para Michele Monteiro, da Sociedade, Meio Ambiente, Educação, Cidadania e Direitos Humanos (SOMECDH), o encontro fortalece a execução do programa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Para a nossa instituição, a oficina foi significativa. É importante alinhar as expectativas dos parceiros, o que vamos ver e trocar experiências nos ajuda a ter uma visualização melhor dos territórios em que vamos atuar”, explicou Michele Monteiro.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto reforça desenvolvimento sustentável na Amazônia</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Além das discussões técnicas, a oficina abordou instrumentos operacionais e de monitoramento. Dessa forma, o programa busca fortalecer a integração entre organizações executoras, equipes técnicas e comunidades atendidas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O Instituto Vitória Régia também destacou a importância da troca de experiências. Segundo o presidente da entidade, Alex Keuffer, o trabalho deve ampliar o impacto local.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“O Instituto vai atuar aqui na região de Curralinho, levando tecnologias sociais agregadas com a inclusão produtiva e essa troca de experiências e saberes vai nos permitir realizar um trabalho mais acessível e de mais qualidade nas comunidades”, explicou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Rede de instituições executa ações do programa</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As ações do Sanear Amazônia serão executadas por organizações selecionadas por meio de edital de chamada pública. Assim, o programa fortalece uma rede de atuação territorial voltada ao acesso à água, dignidade e desenvolvimento sustentável.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre as instituições executoras estão: Instituto de Desenvolvimento Humano, Social e Ambiental (Desenvolver), Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha de São Salvador (ATAISS), Associação de Mulheres do Baixo Cajari (AMBAC), Instituto Vitória Régia (IVR), Associação Nossa Amazônia (ANAMA), Fundação Amazônia Sustentável (FAS), Sociedade, Meio Ambiente, Educação, Cidadania e Direitos Humanos (SOMECDH), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Associação dos Moradores Agroextrativistas da Gleba Joana Peres II – Rio Pacajá (AMAGJOPP), Fundação de Amparo e Desenvolvimento da Pesquisa (FADESP), Instituto de Desenvolvimento Sustentável Ágata e Associação Brasileira de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (ABRADESA).</p>
<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o Sanear Amazônia</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O programa tem como objetivo garantir acesso à água potável em comunidades extrativistas da Amazônia. Para isso, utiliza tecnologias sociais como o Sistema de Acesso à Água Pluvial Multiuso Comunitário e o Sistema de Acesso à Água Pluvial Multiuso Autônomo.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O processo de implantação ocorre em etapas. Primeiro, o programa realiza mobilização, seleção e cadastramento das famílias. Em seguida, promove capacitações em saneamento, saúde ambiental e construção das estruturas físicas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, ocorre a instalação dos sistemas, que incluem caixa d’água elevada, banheiros, fossas e redes de distribuição de água.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Memorial Chico Mendes</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O Memorial Chico Mendes, fundado em 1996 pelo Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), atua na preservação do legado do ambientalista Chico Mendes. Além disso, desenvolve projetos sociais e ambientais voltados ao fortalecimento das comunidades extrativistas e ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: </p>
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		<title>Brasileiros com diabetes defendem uso de tecnologias no tratamento</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasileiros-com-diabetes-defendem-uso-de-tecnologias-no-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 14:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sete em cada dez brasileiros com diabetes (70%) afirmam que a doença afeta de modo significativo o bem-estar emocional. Setenta e oito por cento relatam ter ansiedade ou preocupação com o futuro, e dois em cada cinco pacientes se sentem sós ou isolados em função da doença. Os dados são de pesquisa feita pelo Global Wellness [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sete em cada dez brasileiros com diabetes (70%) afirmam que a doença afeta de modo significativo o bem-estar emocional. Setenta e oito por cento relatam ter ansiedade ou preocupação com o futuro, e dois em cada cinco pacientes se sentem sós ou isolados em função da doença.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Brasileiros-com-diabetes-defendem-uso-de-tecnologias-no-tratamento.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados são de pesquisa feita pelo Global Wellness Institute (GWI), em parceria com a Roche Diagnóstica, que explorou percepções sobre o diabetes, a vida com a doença e as ferramentas de manejo.</p>
<p>A pesquisa foi realizada em setembro de 2025, em nível global, com 4.326 pessoas com diabetes, com idade igual ou maior que 16 anos, das quais 20% no Brasil. O levantamento foi feito em 22 países.</p>
<p>Além do Brasil, foram pesquisadas pessoas na Austrália, Áustria, Bélgica, Chile, Croácia, República Tcheca, Dinamarca, Alemanha, Hong Kong, Índia, Japão, Kuwait, Países Baixos, Polônia, Portugal, Romênia, Arábia Saudita, África do Sul, Espanha, Turquia e Reino Unido.</p>
<p>No grupo de pacientes com diabetes tipo 1, o estudo mostra que 77% afirmam ser afetados de modo significativo em seu bem-estar emocional.</p>
<h2>Diabetes</h2>
<p>O diabetes é causado pela produção insuficiente ou a má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A doença pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, pode levar à morte.</p>
<p>Já o Diabetes Melito tipo 1 (DM1) é uma doença crônica não transmissível, hereditária, caracterizada pela destruição das células do pâncreas responsáveis pela produção e secreção de insulina, o que resulta em deficiência na secreção desse hormônio no organismo.</p>
<p>O Brasil ocupa a 6ª posição mundial em casos de diabetes, de acordo com o Atlas Global do Diabetes 2025 da International Diabetes Federation (IDF), com um total de 16,6 milhões de adultos diagnosticados com a doença.</p>
<h2>Resultados</h2>
<p>A pesquisa mostra ainda que para 56% dos entrevistados no Brasil, o diabetes limita a capacidade de passar o dia fora de casa; 46% afirmam ter dificuldades em situações comuns, como trânsito ou reuniões longas. Outros 55% dizem não acordar plenamente descansados, devido aos efeitos das variações glicêmicas durante a noite.</p>
<p>A maior parte dos pacientes diz que não se considera atendido pelo modelo atual de cuidado, apesar dos avanços registrados. Somente 35% se consideram muito confiantes no gerenciamento da própria condição, o que sinaliza a existência de problemas para o controle e previsibilidade da doença.</p>
<p>Em torno de 44% dos consultados defendem que tecnologias mais inteligentes, que possam prever mudanças nos níveis de glicose, deveriam ser priorizadas para prevenção de complicações.</p>
<p>Já 46% dos pacientes que usam medidores tradicionais, como os glicosímetros, ou testes de ponta de dedo, consideram que os sensores de monitoramento contínuo de glicose (CGM, do nome em inglês) deveriam ser adotados devido à capacidade de funcionarem como alertas preditivos.</p>
<h2>Previsibilidade</h2>
<p>Cinquenta e três por cento dos entrevistados apontam que a principal funcionalidade desejada em sensores com inteligência artificial (IA) é a capacidade de prever níveis futuros de glicose. Esse número sobe para 68% entre os pacientes com diabetes tipo 1.</p>
<p>Saber as tendências antecipadas dos níveis de glicose daria a 56% dos brasileiros consultados a sensação de estarem no controle da doença, enquanto 48% comentaram que a redução de surpresas de picos e quedas de glicose inesperadas aumentaria sua qualidade de vida.</p>
<p>Entre os pacientes com diabetes tipo 1, 95% consideram fundamentais ferramentas capazes de prever hipoglicemia e hiperglicemia, o que facilitaria sua condição.</p>
<h2>Monitoramento</h2>
<p>Segundo o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), André Vianna, já é do conhecimento de todos que o diagnóstico precoce e o acompanhamento médico contínuo são de grande importância para evitar complicações decorrentes da doença.</p>
<p>Para o endocrinologista, o uso de tecnologias pode ser o diferencial, principalmente para pacientes com diabetes tipo 1, porque a glicemia dela oscila muito:</p>
<p>“O ideal para esses pacientes é ter um monitoramento contínuo da glicose por meio de sensores que já estão amplamente disponíveis em grande parte do mundo. Esse sensor permite à pessoa entender precocemente o que vai acontecer nas próximas horas antes desse diagnóstico acontecer. A pessoa vai saber se a glicose dela daqui a meia hora vai estar alta ou baixa e pode tomar uma atitude preventiva”, explicou o médico.</p>
<p>Vianna comentou que uma das vantagens é que esses sensores levam as pessoas a apresentar menos complicações e menores gastos para o sistema público de saúde.</p>
<p>“Essas pessoas vão acabar indo menos para o hospital, vão se internar menos, vão menos para o pronto-socorro. Isso, inclusive, além de melhorar a saúde, diminui o custo do tratamento. Por isso, o monitor contínuo já é algo bastante estabelecido no mundo”, afirmou o vice-presidente da SBD.</p>
<h2>Mercado no Brasil</h2>
<p>No Brasil, esses aparelhos são bastante difundidos entre as pessoas de maior poder aquisitivo. No sistema público de saúde, entretanto, não houve disponibilização em larga escala, informou.</p>
<p>No país, há quatro empresas que comercializam esses aparelhos. Em países ricos, eles são amplamente disponibilizados para as pessoas com diabetes, por meio de operadoras de saúde privadas, como nos Estados Unidos, e de sistemas de saúde, gratuitamente, casos da França e do Reino Unido.</p>
<p>Para Vianna, o uso de sensores e de tecnologias como a inteligência artificial (IA) pode melhorar a qualidade de vida das pessoas.</p>
<p>“Vem diminuir essa carga do diabetes, esse estresse diário e constante das pessoas que convivem com diabetes e com a incerteza do que vai acontecer com a sua glicose daqui a algum tempo, atrapalhando muitas vezes as funções diárias do indivíduo &#8211; o sono, o trabalho, atrapalhando, por vezes, momentos de descontração”.</p>
<p>O vice-presidente da SBD esclareceu que o sensor é benéfico para o diabetes tipo 1 e para o diabetes tipo 2. “Os benefícios no diabetes tipo 1 são vistos mais de imediato, no curto prazo, às vezes no mesmo dia. E no diabetes tipo 2, são vistos a longo prazo, com menos internações e menos complicações”.</p>
<h2>SUS</h2>
<p>Em janeiro de 2025, o Ministério da Saúde tornou pública a decisão de não incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS) o monitoramento contínuo da glicose por escaneamento intermitente em pacientes com diabetes mellitus tipos 1 e 2.</p>
<p>A decisão está na Portaria número 2 , da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e do Complexo Econômico Industrial da Saúde, do ministério.</p>
<p>Em dezembro do ano passado, a Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 323/25, que obriga o SUS a fornecer gratuitamente dispositivos para monitorar a glicose de pacientes com diabetes mellitus por dispositivo de escaneamento intermitente.</p>
<p>A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.</p>
<p>Procurado pela Agência Brasil, o Ministério da Saúde não se pronunciou sobre o tema.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/brasileiros-com-diabetes-defendem-uso-de-tecnologias-tratamento" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/brasileiros-com-diabetes-defendem-uso-de-tecnologias-no-tratamento/">Brasileiros com diabetes defendem uso de tecnologias no tratamento</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Fuzileiros incorporam tecnologias para defesa e auxílio em desastres</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/fuzileiros-incorporam-tecnologias-para-defesa-e-auxilio-em-desastres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Mar 2026 21:34:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil apresentaram nesta quarta-feira (4), no Rio de Janeiro, as principais inovações tecnológicas incorporadas ao patrimônio da tropa com o objetivo de modernizar as forças de defesa do país. A maior novidade é o recém-ativado Esquadrão de Drones Táticos de Esclarecimento e Ataque, para o qual a corporação adquiriu uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil apresentaram nesta quarta-feira (4), no Rio de Janeiro, as principais inovações tecnológicas incorporadas ao patrimônio da tropa com o objetivo de modernizar as forças de defesa do país.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fuzileiros-incorporam-tecnologias-para-defesa-e-auxilio-em-desastres.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A maior novidade é o recém-ativado Esquadrão de Drones Táticos de Esclarecimento e Ataque, para o qual a corporação adquiriu uma série de modelos de quatro hélices, equipados com sensores eletro-ópticos, infravermelhos e termais.</p>
<p>Os equipamentos podem ser usados tanto para monitorar alvos quanto para localizar vítimas de desastres. Alguns desses drones também conseguem carregar projetéis para atacar pequenos alvos.</p>
<p>Outro modelo incorporado é o drone de asa fixa, popularmente conhecido como kamikaze, que pode ser lançado, com explosivos, para destruir alvos maiores.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fuzileiros-incorporam-tecnologias-para-defesa-e-auxilio-em-desastres.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 04/03/2026 – Drones de ataque são apresentados em evento sobre as inovações tecnológicas do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha das Cobras, na região central do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Drones de ataque são apresentados em evento sobre as inovações tecnológicas do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha das Cobras, na região central do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Escola para operação de drones</h2>
<p>De acordo com o comandante-geral do Corpo de Fuzileiros Navais, almirante Carlos Chagas, o novo esquadrão ajuda o Brasil a acompanhar as evoluções tecnológicas das forças de defesa mundial, considerando os recentes conflitos deflagrados pelo mundo.</p>
<p>De acordo com o almirante, ainda neste mês de março, a corporação inaugura, no Rio de Janeiro, a nova escola para formar mais militares em operação de drones.</p>
<p>Chagas lembrou que cabe à Marinha defender um dos principais ativos estratégicos do país.</p>
<p>&#8220;O Brasil tem 7,5 mil quilômetros de litoral, uma quantidade de riqueza gigantesca. A maior parte da população vive no litoral, 95% do nosso petróleo sai do litoral. Das nossas exportações, 97% chegam pelo mar&#8221;.</p>
<p>&#8220;E ainda tem uma parte que muita gente não sabe. As pessoas acham que a comunicação é feita principalmente por satélites, mas não é. A grande maioria da comunicação do país é feita por cabos submarinos que saem daqui e nos ligam a outros países&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772660045_855_Fuzileiros-incorporam-tecnologias-para-defesa-e-auxilio-em-desastres.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 04/03/2026 –  O almirante Carlos Chagas durante apresentação das inovações tecnológicas do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha das Cobras, na região central do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta"> O almirante Carlos Chagas durante apresentação das inovações tecnológicas do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha das Cobras, na região central do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<h2>Operações em desastres</h2>
<p>A corporação também recebeu novos veículos blindados de desembarque litorâneo, projetados e produzidos no Brasil. Eles podem navegar com velocidade de até 74 km/h, transportando 13 militares, e são equipados com metralhadoras, radares e câmeras termais.</p>
<p>Apesar disso, são embarcações compactas, o que permite a atracação em locais com pouca infraestrutura e até o transporte em aeronaves.</p>
<p>De acordo com o comandante-geral, almirante Carlos Chagas, as novas tecnologias também aumentam a capacidade de resposta dos Fuzileiros em casos de desastres naturais, um trabalho que tem sido feito de maneira cada vez mais frequente.</p>
<p>&#8220;A logística militar se assemelha muito à logística de resposta de desastres. E como é necessário fazer uma grande mobilização, essa semelhança logística é importante&#8221;.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772660045_709_Fuzileiros-incorporam-tecnologias-para-defesa-e-auxilio-em-desastres.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 04/03/2026 – Marinha apresenta parte dos veículos em evento sobre as inovações tecnológicas do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha das Cobras, na região central do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Marinha apresenta parte dos veículos em evento sobre as inovações tecnológicas do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha das Cobras, na região central do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Segundo ele, uma parte do material acaba tendo um uso duplo, porque é adquirido para defesa, mas pode ser utilizado em situações de desastres, como carros anfíbios que conseguem entrar em região alagada, para resgate de pessoas e transporte de alimentos.</p>
<p>A corporação também apresentou novos armamentos. Uma das principais novidades é o Míssil Antinavio Nacional de Superfície, capaz de atingir alvos a até 70 km de distância, com uma velocidade de até 1 mil km/h, em voo rasante, para dificultar a detecção por radares inimigos.</p>
<p>Outro míssil, de fabricação nacional, possui alcance menor, de até 3 quilômetros, mas é guiado a laser com alta precisão, sendo capaz de atingir embarcações e até helicópteros e de perfurar até 80 centímetros de blindagem.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1772660045_644_Fuzileiros-incorporam-tecnologias-para-defesa-e-auxilio-em-desastres.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de Janeiro (RJ), 04/03/2026 – Militar demonstra uso de míssil de fabricação nacional durante apresentação das inovações tecnológicas do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha das Cobras, na região central do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil" title="Tomaz Silva/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Militar demonstra uso de míssil de fabricação nacional durante apresentação das inovações tecnológicas do Corpo de Fuzileiros Navais, na Ilha das Cobras, na região central do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</h6>
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<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/fuzileiros-incorporam-tecnologias-para-defesa-e-auxilio-em-desastres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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