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	<title>tema Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>tema Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Parada do Orgulho LGBTI+ do Rio divulga tema de 2026</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/parada-do-orgulho-lgbti-do-rio-divulga-tema-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 15:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o tema “Reconhecemos justa toda forma de amor e de existência&#8221; a cidade do Rio de Janeiro vai receber, no dia 22 de novembro, a 31º edição da Parada do Orgulho LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros, intersexuais e outras identidades de gênero e orientações sexuais). A parada acontece na orla da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o tema “Reconhecemos justa toda forma de amor e de existência&#8221; a cidade do Rio de Janeiro vai receber, no dia 22 de novembro, a 31º edição da Parada do Orgulho LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros, intersexuais e outras identidades de gênero e orientações sexuais). A parada acontece na orla da praia de Copacabana. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Parada-do-Orgulho-LGBTI-do-Rio-divulga-tema-de-2026.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O tema traz para o debate os direitos conquistados pela comunidade LGBTI+, como os 15 anos de reconhecimento da união civil entre casais homoafetivos, a criminalização da LGBTfobia e o direito de pessoas transexuais e travestis a retificação do nome. </p>
<p>Para o ativista Claudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBTI+, instituição que organiza a Parada do Orgulho no Rio, o objetivo é celebrar as conquistas e conscientizar sobre os direitos, sem perder de vista as reivindicações políticas. </p>
<p>“O direito ao casamento no Brasil foi uma conquista importante para a comunidade, mas é uma conquista ainda em processo. É importante dizer que o direito existe e que ele precisa ser respeitado na sua íntegra, lutar para que seja legitimado no âmbito do Congresso Nacional”, disse.</p>
<p>Claudio aponta que existe uma postura omissa do Congresso em relação a uma lei que assegure o casamento homoafetivo. E que os direitos de pessoas transexuais também fazem parte das reivindicações. </p>
<p>“Coisas básicas, como por exemplo o direito a usar o banheiro feminino, no caso de mulheres trans, que ainda permanece provocado por uma iniciativa de setores da extrema direita. Criando situações para impedir o mínimo de dignidade em necessidades básicas. Direito ao trabalho, saúde, hormonoterapia, a gente precisa reivindicar políticas públicas para pessoas trans”.  </p>
<p>Em 2025, o evento levou centenas de milhares de pessoas, com mais de 100 atrações e 15 trios elétricos para a Avenida Atlântica. Esse ano, a Parada aposta em novas iniciativas e um calendário de atividades para engajar a comunidade. </p>
<h2>Programação</h2>
<p>A 31ª Parada do Orgulho LGBTI+ Rio pretende movimentar a cidade com mais de 30 eventos até novembro, voltados para cultura, cidadania e direitos humanos.</p>
<p>O primeiro pré-evento acontece já na próxima segunda (25), o Sarau “Memórias dos afetos, herança de nossos amores e de nossas lutas” apresenta a história de cinco casais LGBTI+, que vão compartilhar suas memórias em um evento aberto ao público no Teatro Carlos Gomes. </p>
<p>Entre eles está a vereadora Mônica Benicio, viúva da então vereadora Marielle Franco, que foi assassinada em 2018. E também Claudio Nascimento, viúvo de Adauto Belarmino, com quem realizou o primeiro casamento público <em>gay</em> do Brasil em 1994.</p>
<p>As atividades vão abordar diferentes eixos temáticos ligados à promoção da cidadania LGBTI+, ampliando o alcance das discussões sobre inclusão, cultura e representatividade por meio de ações artísticas e institucionais.</p>
<p>“O nosso povo encontrou uma maneira própria de reivindicar direitos, celebrando a sua própria existência e denunciando os preconceitos e reivindicando políticas públicas. É assim que nasceu a Parada em 1995”, celebra Claudio, ao discordar de quem diz que o evento foi se descredibilizando ao longo dos anos. </p>
<p>“As coisas não precisam estar radicalmente dissociadas. Elas podem estar vinculadas e ser, ao mesmo tempo, celebração e ao mesmo tempo ser politização”. </p>
<h2>Patrocínio</h2>
<p>Baseado em dados de 2024 da Escola Superior de Propaganda e Marketing, Claudio Nascimento aponta que a Parada do Orgulho deixa recursos em torno de 25 milhões a 30 milhões de reais em impostos para o Rio de Janeiro. Mas a organização ainda sente dificuldade quando se trata de investimentos e patrocínios. Ele reforça que investir no evento é também investir em mais recursos para a cidade. </p>
<p>“Nós conseguiríamos trazer, inclusive, mais divisas econômicas para a própria cidade investir em outras políticas públicas, não só para a nossa comunidade como para os cariocas como um todo”. </p>
<p>E destaca que campanhas publicitárias em datas específicas, como O Dia do Orgulho, não promovem uma transformação real se a iniciativa privada não se engajar também em outras áreas de suporte para a comunidade LGBTI+. </p>
<p>“Isso não é uma denúncia, é um apelo, é um pedido para que as empresas se envolvam mais e se comprometam mais com o tema dos direitos humanos e da diversidade da comunidade. Que não fique somente no dia do orgulho, porque orgulho é todo dia”, finalizou. </p>
<p><em>*Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia. </em></p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/parada-do-orgulho-lgbti-do-rio-divulga-tema-de-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Três gerações de pajés marcam noite histórica no Bar do Boi com tema ‘Misticismo e Revolução’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 18:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A terceira edição do Bar do Boi 2026, no sábado (2), transformou o Sambódromo de Manaus em um verdadeiro território de ancestralidade, emoção e celebração cultural. Com o tema ‘Misticismo e Revolução’, a noite ficou marcada pelo encontro inédito de três gerações de pajés do Boi Caprichoso, reunindo no mesmo palco Waldir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A terceira edição do Bar do Boi 2026, no sábado (2), transformou o Sambódromo de Manaus em um verdadeiro território de ancestralidade, emoção e celebração cultural. Com o tema ‘Misticismo e Revolução’, a noite ficou marcada pelo encontro inédito de três gerações de pajés do Boi Caprichoso, reunindo no mesmo palco Waldir Santana, Neto Simões e Erick Beltrão.</p>
<p>Diante de um público azul e branco que lotou o espaço, cantando e dançando do início ao fim, com muitas toadas antológicas, o espetáculo foi além da música e da performance, trouxe à arena elementos espirituais, simbólicos e históricos que reforçam o papel do pajé como um dos itens mais emblemáticos do Festival de Parintins.</p>
<p>“É uma emoção enorme. Eu me sinto como se estivesse fazendo tudo de novo pela primeira vez. O pajé, hoje, está mais aberto, mas no início não era fácil. A gente construiu esse caminho. Eu sou cultura, sou poesia, sou movimento”, afirmou Waldir Santana, ao relembrar a trajetória e a construção do item ao longo de três décadas defendendo o item 12 no Festival de Parintins.</p>
<p>A dimensão espiritual também marcou a preparação dos artistas antes de subirem ao palco. “Eu peço permissão aos espíritos da floresta para que tudo dê certo. A gente representa algo muito forte dentro da questão xamânica, então precisa dessa conexão”, destacou Netto Simões.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="494" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1777833914_782_Tres-geracoes-de-pajes-marcam-noite-historica-no-Bar-do.jpeg?resize=740%2C494&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-463617"  /></p>
<p>“É uma forma de valorização dos artistas e da nossa história. Dividir o palco com essas gerações é muito especial e essa noite vai ficar marcada”, disse Erick Beltrão.</p>
<p>Além do encontro dos pajés, o evento contou com apresentações musicais que embalaram o público ao longo da madrugada, com nomes como Ornello Reis, Júlio Persil, Márcio do Boi, Edmundo Oran, Diego Brelaz e Paulinho Viana. A Marujada de Guerra, Raça Azul e o Corpo de Dança Caprichoso também reforçaram o espetáculo com energia e identidade.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="497" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1777833914_736_Tres-geracoes-de-pajes-marcam-noite-historica-no-Bar-do.jpeg?resize=740%2C497&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-463618"  /></p>
<p>Um dos momentos mais marcantes da noite foi o encerramento do evento, que ganhou um tom ainda mais simbólico com uma procissão cênica, em que o boi Caprichoso deixou o palco e avançou em meio à multidão, criando uma conexão direta com o público antes de retornar para a finalização do espetáculo.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" width="740" height="520" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1777833914_294_Tres-geracoes-de-pajes-marcam-noite-historica-no-Bar-do.jpeg?resize=740%2C520&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-463615"  /></p>
<p>“Foi uma experiência diferente de tudo que eu já vivi aqui. Não foi só show, teve um momento que parecia realmente um ritual. Quando os três pajés estavam juntos deu um arrepio. E quando o boi veio pra galera, parecia que todo mundo fazia parte daquilo”, relatou o espectador Breno Pereira.</p>
<p>Mais do que um evento festivo, o Bar do Boi reafirma seu papel como espaço de resistência cultural e valorização artística, antecipando o que o público pode esperar para o Festival de Parintins.</p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Bar do Boi reúne três pajés do Caprichoso em encontro inédito no Sambódromo de Manaus</p>
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		<title>Canetas emagrecedoras são tema do Caminhos da Reportagem desta segunda</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/canetas-emagrecedoras-sao-tema-do-caminhos-da-reportagem-desta-segunda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 10:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O programa Caminhos da Reportagem apresenta, nesta segunda-feira (27), a edição “O boom das canetas emagrecedoras” que aborda o uso intensivo desses medicamentos no processo de perda de peso. A atração vai ao ar às 23h, na TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). As canetas emagrecedoras são tema de intenso debate sobre saúde em todo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa <em>Caminhos da Reportagem</em> apresenta, nesta segunda-feira (27), a edição “O boom das canetas emagrecedoras” que aborda o uso intensivo desses medicamentos no processo de perda de peso. A atração vai ao ar às 23h, na TV Brasil, emissora pública da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Canetas-emagrecedoras-sao-tema-do-Caminhos-da-Reportagem-desta-segunda.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>As canetas emagrecedoras são tema de intenso debate sobre saúde em todo o mundo. A primeira delas chegou ao Brasil em 2017 e, desde então, outras tecnologias para o tratamento de diabetes e obesidade foram desenvolvidas e são comercializadas no país. Ao mesmo tempo que potencializam o tratamento das duas doenças crônicas, também reforçam o que especialistas chamam de “economia moral da magreza”.   </p>
<p>O médico endocrinologista Neuton Dornelas, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, reforça a preferência pelo uso do termo “medicamentos injetáveis para tratamento da obesidade e de diabetes. &#8220;Estamos falando de medicamentos que realmente trouxeram uma revolução no tratamento dessas duas doenças, com resultados na perda de peso e na diminuição de risco cardiovascular., diz o especialista</p>
<p>“São medicamentos indicados para quem vive com obesidade ou com diabetes ou com as duas coisas juntas. São critérios técnicos que devem ser avaliados sempre por um profissional de saúde”, recomenda.</p>
<p>Francenobre Costa de Sousa, chamada de Nobi por familiares e amigos, tem 58 anos e vive com diabetes tipo 2. Ela foi diagnosticada com a doença aos 45 anos, quando desmaiou dentro de um ônibus e foi parar no hospital. Nobi faz tratamento com insulina, mas o diabetes segue de difícil controle.</p>
<p>A médica de família que acompanha Nobi na Unidade Básica de Saúde (UBS), Alexandra Padilha, conta que o tratamento com medicamentos injetáveis poderia auxiliar a sua paciente. “Seria muito interessante porque poderia até reverter o uso da insulina, no caso dela. Ela tem sobrepeso, poderia voltar para o seu Índice de Massa Corporal [IMC] normal&#8221;.</p>
<p>De acordo com os especialistas, para que esse tratamento vença a barreira da desigualdade social, alguns fatores são decisivos, como a queda da patente dos princípios ativos usados nos medicamentos e a possibilidade de produção nacional.</p>
<p>Em 20 de março deste ano, expirou a patente da semaglutida, substância dos medicamentos Ozempic e Wegov. A queda da patente tem impacto no mercado porque permite concorrência.</p>
<p>“Mas é preciso pensar que, muito embora vá baratear, não é um amplo e pleno barateamento. A produção da substância, do insumo farmacêutico ativo, é uma produção mais complexa do que os chamados medicamentos genéricos”, explica Henderson Fust, advogado especialista em Bioética e Regulação da Saúde. </p>
<p>Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que solicitou à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) prioridade no registro de medicamentos com os princípios ativos semaglutida e liraglutida, visando à futura produção nacional. A pasta explica que, em 2025, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), órgão que assessora as decisões do Ministério da Saúde, deu parecer desfavorável à incorporação da semaglutida e da liraglutida, pois o impacto orçamentário, superior a R$ 8 bilhões, representa o dobro do orçamento anual do Programa Saúde Popular.</p>
<h2>Popularização</h2>
<p>Enquanto avançam as discussões de como ampliar o acesso a novos tratamentos para diabetes e obesidade na rede pública, o Brasil vive um cenário de “popularização” das canetas emagrecedoras. Essas tecnologias intensificaram o que pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) chamam de “economia moral da magreza”. A pesquisadora Fernanda Baeza Scagliuzi, professora das Faculdades de São Pública e de Medicina da USP, afirma que um corpo magro é visto com uma moralidade de virtuoso, de que “a pessoa se esforçou para chegar até lá”.</p>
<p>“Um corpo gordo é visto como o de alguém que é preguiçoso, que é relaxado, que não tem força de vontade, não tem disciplina e outros estereótipos também muito perigosos. Agora, mesmo as pessoas que não são gordas sofrem a pressão estética pela magreza”, diz a pesquisadora, que estuda também os efeitos colaterais do uso dos medicamentos injetáveis.</p>
<h2>Estilo de vida</h2>
<p>A dentista Bárbara Lopes já havia usado canetas emagrecedoras, mas voltou a ganhar peso. Enfrentando os desafios da perimenopausa, com pré-diabetes e ansiedade, ela agora está em novo tratamento. “Eu mudava alimentação, buscava fazer um pouco de exercício e não via aquele quadro mudar”.</p>
<p>Sociedades médicas recomendam que o tratamento farmacológico não deve ser feito isoladamente, mas sempre associado à mudanças de estilo de vida, com aconselhamento nutricional e estímulo à atividade física. A médica geriatra Marcela Pandolfi reforça que nem tudo se resume à medicação. “O estilo de vida para esse paciente vai ser fundamental. É isso que vai fazer com que ele consiga pelo menos equilibrar, fazer com que ele não volte a ganhar todo o peso que perdeu no processo do tratamento”, afirma.</p>
<p>O aumento da oferta e da procura pelas canetas emagrecedoras tem sido acompanhado por irregularidades em etapas como importação, manipulação, prescrição e dispensação dos medicamentos. A Anvisa aumentou a fiscalização desses produtos, bem como forças de segurança e a Receita Federal têm investigado crimes contra a saúde pública e a economia nacional.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-04/canetas-emagrecedoras-sao-tema-do-caminhos-da-reportagem-desta-segunda" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Trabalho escravo doméstico é tema do Caminhos da Reportagem de hoje</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/trabalho-escravo-domestico-e-tema-do-caminhos-da-reportagem-de-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 11:46:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 25 de março de 2026 entrou para a história como a data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu que a escravização de africanos foi o crime mais grave contra a humanidade. Assim como outros 122 países, o Brasil votou a favor da resolução. E não era pra menos: 4,86 milhões de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dia 25 de março de 2026 entrou para a história como a data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu que a escravização de africanos foi o crime mais grave contra a humanidade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Trabalho-escravo-domestico-e-tema-do-Caminhos-da-Reportagem-de.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Assim como outros 122 países, o Brasil votou a favor da resolução. E não era pra menos: 4,86 milhões de escravizados chegaram ao território brasileiro entre 1501 e 1900, segundo o Banco de Dados do Comércio Transatlântico de Escravos. Nenhum outro local recebeu mais africanos traficados.</p>
<p>O Brasil foi também o último país das Américas a abolir a escravidão, em 1888. Assim mesmo, por meio de um processo incompleto.</p>
<p>“A data representou, é claro, a abolição do trabalho escravo, mas não o rompimento com a forma de exploração do trabalho.  A gente viu muito mais uma mudança na forma de exploração do que uma liberação que significasse independência”, lembra o jornalista, cientista político e diretor da ONG Repórter Brasil, Leonardo Sakamoto.</p>
<p>Hoje, 138 anos após a abolição, a exploração não desapareceu. Muitas vezes, ela se esconde dentro de casa. A escravização doméstica é o tema do <em>Caminhos da Reportagem</em> desta semana. A repórter Marieta Cazarré ouviu vítimas, pessoas que ajudam a libertar essas vítimas e profissionais que atuam no pós-resgate. O programa “Trabalho escravo doméstico: silêncio e servidão” vai ar ao ar às 23h, na TV Brasil e no canal da TV Brasil no YouTube.</p>
<p>“A primeira pergunta é: para onde eu vou?”, explica a ministra Liana Chaib, do Tribunal Superior do Trabalho.</p>
<p>“Eu não tinha casa, família nem ninguém para me abraçar”, desabafa Suzana Salomono. Ela passou anos trabalhando em casa de família sem receber salário.</p>
<p>As equipes de reportagem em Brasília, São Paulo, no  Rio de Janeiro e em Belo Horizonte ouviram empregadas domésticas escravizadas no Brasil.</p>
<p>Roberta dos Santos, de 46 anos, recebia alimentação como pagamento.</p>
<p>“Só que a patroa dizia que eu só tinha direito a um prato de comida no almoço. No jantar não tinha. Nem eu, nem meu menino”. O filho de Roberta é autista.</p>
<p>Araci do Amaral, de 73 anos, apanhou da ex-patroa e foi vítima do racismo do ex-patrão. “Ele chegava xingando, falando ‘nega, não sei o quê’. E me agrediu umas duas ou três vezes”, conta.</p>
<p>Maria Santiago, de 78 anos, passou décadas como doméstica escravizada. Não recebia salário nem o BPC (Benefício de Prestação Continuada) feito em seu nome. “Eu não sabia a senha, nem conhecia o cartão”, diz ela.</p>
<p>Maria Raimunda, de 63 anos, denuncia o sequestro do filho enquanto foi escravizada. “Ela (ex-patroa) chegou e falou assim quando eu voltei do hospital: ‘Deixa eu pegar ele no colo, Maria’. Aí me deu vontade de ir no banheiro, muita vontade. Quando eu saí, ela disse assim: ‘Maria, o neném já lá vai&#8230;’”. Maria Raimunda nunca mais viu o filho.</p>
<p>Suzana, Roberta, Araci, Maria Santiago e Maria Raimunda foram resgatadas. Elas e centenas de outras trabalhadoras salvas formam um grupo com perfil definido. “Mais da metade dessas mulheres têm no máximo a 5ª série de escolaridade, 24% são analfabetas e 72% são negras”, afirma a coordenadora-geral de Fiscalização do Trabalho Análogo à Escravidão do Ministério do Trabalho e Emprego, Shakti Borela.</p>
<h2>Como denunciar?</h2>
<p>Qualquer pessoa pode denunciar situações de trabalho escravo. A ligação é gratuita, o sigilo é garantido e o serviço funciona 24h por dia. Basta discar o número 100. Além disso, a denúncia pode ser feita pelo Whatsapp (61 99611-0100) e pelo Telegram (digite “Direitoshumanosbrasil” na busca do aplicativo).</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/trabalho-escravo-domestico-e-tema-do-caminhos-da-reportagem-de-hoje" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Ódio contra mulheres nas redes é tema do Caminhos da Reportagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 20:22:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhos]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Memes, ameaças, dados vazados, deepfakes pornográficos &#8211; as estratégias são muitas para transformar mulheres em alvos digitais. O que acontece no ambiente virtual é reflexo da sociedade fora da internet. E vice-versa. Mas com um agravante: o discurso de ódio gera engajamento, vende e rende lucros para misóginos e plataformas digitais. O episódio A nova [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Memes, ameaças, dados vazados, deepfakes pornográficos &#8211; as estratégias são muitas para transformar mulheres em alvos digitais. O que acontece no ambiente virtual é reflexo da sociedade fora da internet. E vice-versa. Mas com um agravante: o discurso de ódio gera engajamento, vende e rende lucros para misóginos e plataformas digitais. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Odio-contra-mulheres-nas-redes-e-tema-do-Caminhos-da.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O episódio <em>A nova roupa do machismo</em>, do programa <em>Caminhos da Reportagem</em>, da TV Brasil, apresenta a discussão sobre monetização e estímulo ao discurso de ódio contra mulheres na internet. O programa vai ao ar nesta segunda-feira (9), às 23h. </p>
<p>Em 2025, o Brasil bateu recordes em casos de feminicídio, com 4 mulheres mortas por dia, segundo levantamento do Ministério de Justiça e Segurança Pública. Embora ainda não seja possível fazer uma correlação com o aumento do discurso de ódio na internet, é possível afirmar que a violência de gênero tem aumentado &#8211; dentro e fora das telas. </p>
<p>Um levantamento do Desinfo.pop, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), monitorou 85 comunidades virtuais de redes de ódio. Os pesquisadores verificaram que, de 2019 a 2025, houve um crescimento de quase 600 vezes no envio de conteúdo misógino. Para a pesquisadora Julie Ricard, o diagnóstico é que há homens que se sentem atacados pelo poder conquistado pelas mulheres. “Eles estão quase numa missão de se proteger”, analisa. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Odio-contra-mulheres-nas-redes-e-tema-do-Caminhos-da.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 09/03/2026 - Programa Caminhos da Reportagem. A nova roupa do machismo. Frame: TV Brasil" title="TV Brasil"/></p>
<p>A musicista Bruna Volpi é uma das entrevistadas do Caminhos da Reportagem &#8211; TV Brasil<br type="_moz"/>
</p>
<p>A musicista Bruna Volpi foi um desses alvos, por ironizar o comportamento masculino nas redes sociais. Em uma das mensagens que recebeu, um executivo de uma empresa da qual Bruna era cliente, disse que tinha os dados dela e a ameaçou. “Um homem que se ofende porque eu estou falando que nós merecemos viver, esse homem é um potencial perigo para a sociedade”, afirma. </p>
<p>A Safernet, ONG referência de proteção de direitos digitais no país, percebeu um aumento de 220% no número de denúncias de crimes online de misoginia entre 2024 e 2025.</p>
<p>“As mulheres não aceitam mais o destino que o patriarcado tinha relegado a elas e isso é compreendido pelos homens como um ataque à masculinidade deles”, acredita a escritora Márcia Tiburi. </p>
<p>Lola Aronovich é vítima há mais de 15 anos, sofrendo ataques por seu blog feminista. Até mesmo um site foi criado para difamá-la e vazar seus dados. Dois homens foram condenados; um reincidiu e tornou-se o primeiro preso no país por terrorismo digital, hoje cumprindo 41 anos de prisão. O caso impulsionou a criação da Lei 13.642/2018 (Lei Lola), que atribuiu à Polícia Federal a investigação de crimes digitais misóginos.</p>
<p>Segundo o delegado Flávio Rolim, coordenador de Combate a Crimes Cibernéticos de Ódio, da Polícia Federal, são crimes de “discursos e postagens que normalizam a violência e fomentam práticas extremas, como homicídios e estupro, contra a mulher”. </p>
<h2>Avanços e recuos </h2>
<p>Em janeiro, a Meta, empresa responsável pelo Facebook, Instagram e Threads, passou a permitir acusações de “anormalidade mental relacionadas a gênero ou orientação sexual”. “É um retorno ao tal conceito de ‘liberdade de expressão’ inicial quando a empresa foi criada para justificar uma menor moderação de temas que eles consideram de minorias”, analisa Julie Ricard.</p>
<p>“A gente sabe que ódio gera engajamento e que essa é a máquina deles, de manter as pessoas conectadas o máximo possível”, conclui. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1773087777_482_Odio-contra-mulheres-nas-redes-e-tema-do-Caminhos-da.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 09/03/2026 - Programa Caminhos da Reportagem. A nova roupa do machismo. Frame: TV Brasil" title="TV Brasil"/></p>
<p>Luciana Zogaib, narradora esportiva da Rádio Nacional e TV Brasil &#8211; TV Brasil<br type="_moz"/>
</p>
<p>No Brasil, não há ainda uma lei que criminalize a misoginia. Mulheres, como a comentarista e analista de games Layze Pinto Brandão, conhecida nas redes como Lahgolas, e a jornalista esportiva e narradora Luciana Zogaib sofrem com o discurso de ódio, principalmente por estarem em áreas predominantemente masculinas.  “Ter uma legislação coibiria um pouco mais, a pessoa passa a pensar duas vezes antes de fazer aquele tipo de coisa, principalmente por conta de valentões que se acham acima da lei”, afirma a gamer. </p>
<p>Ficha técnica: </p>
<p>Reportagem: Ana Graziela Aguiar </p>
<p>Produção: Acácio Barros </p>
<p>Reportagem cinematográfica: JM Barboza </p>
<p>Auxílio técnico: Rafael Carvalho </p>
<p>Apoio produção: Hiago Rocha (TV Ufal) </p>
<p>Apoio imagens: Jefferson Pastori (SP), Eduardo Domingues (SP), Gilson Machado (RJ), Eusébio Gomes (RJ), Rodolpho Rodrigues (RJ), Eduardo Guimarães (RJ), André Rodrigo Pacheco (DF), Sigmar Gonçalves (DF) e Deco Monteiro (Ufal) </p>
<p>Apoio auxílio técnico: Caio Araujo (RJ) e Dailton Matos (DF)  </p>
<p>Edição de texto: Carina Dourado </p>
<p>Montagem e finalização: Rivaldo Martins </p>
<p>Arte: Aleixo Leite </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/odio-contra-mulheres-nas-redes-e-tema-do-caminhos-da-reportagem" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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