<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>temem Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<atom:link href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/temem/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Portal de Notícias</description>
	<lastBuildDate>Fri, 21 Aug 2026 21:43:14 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/01/cropped-logo-v2-27-01-2025-14-58-29-27-01-2025_15-21-26.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>temem Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">240766857</site>	<item>
		<title>Sete em cada dez brasileiros temem comprar remédios pela internet</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 21:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[cada]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[comprar]]></category>
		<category><![CDATA[Dez]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[pela]]></category>
		<category><![CDATA[Remédios]]></category>
		<category><![CDATA[sete]]></category>
		<category><![CDATA[temem]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet. Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda online a responsabilidade pela oferta de medicamentos falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida. A sondagem foi feita por encomenda da Associação Brasileira [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet/">Sete em cada dez brasileiros temem comprar remédios pela internet</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest de Pesquisa de Mercado mostrou que 69% dos consumidores têm receio de adquirir medicamentos falsificados pela internet.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Quando isso acontece, 85% dos entrevistados atribuem às plataformas de venda <em>online</em> a responsabilidade pela oferta de medicamentos falsificados, sem registro ou de procedência desconhecida.</p>
<p>A sondagem foi feita por encomenda da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e ouviu 2.024 pessoas que são responsáveis pela compra de medicamentos no domicílio e com hábito de realizar compras pelo menos uma vez a cada três meses. As entrevistas foram realizadas entre 13 e 17 de julho, em todas as regiões do país.</p>
<p>Além da falsificação, 59% temem receber medicamentos vencidos ou armazenados de forma inadequada e 54% citam o risco de adquirir produtos sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>Na percepção dos consumidores entrevistados, as regras para a comercialização digital de medicamentos deve estar obrigatoriamente vinculada a uma farmácia ou drogaria autorizada (82%), enquanto 71% avaliam que medicamentos não devem ser tratados como mercadorias comuns em plataformas digitais.</p>
<h2>Anvisa</h2>
<p>Neste mês de agosto, a Anvisa revogou medidas que proibiam a comercialização e a propaganda de medicamentos em plataformas como iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino, Americanas e Shopee.</p>
<p>A agência esclareceu, entretanto, que a decisão não representa autorização automática para a venda de medicamentos nesses canais.</p>
<p>A Lei nº 15.357/2026 passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico exclusivamente para fins de logística e entrega de medicamentos ao consumidor, desde que cumprida a regulamentação sanitária aplicável.</p>
<p>A implementação da medida não produz efeitos imediatos e ainda depende de regulamentação específica da Anvisa, destacou o CEO da Abrafarma, Sérgio Menna Barreto.</p>
<p>Segundo ele, a compra <em>online</em> de medicamentos está condicionada à existência de “regras claras, responsabilização e supervisão profissional, e não apenas à conveniência do canal”, uma vez que medicamentos exigem um nível de controle superior ao de outras categorias vendidas pela internet.</p>
<p>Para a Abrafarma, qualquer novo modelo de comércio deverá preservar integralmente as regras sanitárias aplicáveis à dispensa de medicamentos e as salvaguardas necessárias à proteção da saúde da população.</p>
<p>“A responsabilidade pela venda e pela assistência farmacêutica deve permanecer com farmácias e drogarias regularmente licenciadas, com garantia de orientação profissional, controle de prescrições, rastreabilidade, armazenamento e transporte adequados.”</p>
<p>No último dia 19, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou, por unanimidade, a abertura de processo administrativo para regulamentar a contratação, por farmácias, de canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para fins de logística e entrega ao consumidor.</p>
<p>Procurada pela reportagem, a Anvisa informou que o aperfeiçoamento regulatório será feito para adequar as regras sanitárias à Lei 15.357/2026.</p>
<p>“Para a contratação de plataformas de comércio e canais digitais, como prevê a lei, a Anvisa ainda editará as normas. Assim, o artigo específico que trata deste item ainda depende de regulamentação”, concluiu a Agência.</p>
<p>Durante a 15ª Reunião Ordinária Pública da Diretoria Colegiada de 2026 da Agência, o relator da matéria, diretor Daniel Pereira, observou que a medida tem potencial para ampliar o acesso da população a medicamentos, contribuindo ainda para maior conveniência, rapidez e eficiência na entrega de produtos essenciais à manutenção da saúde.</p>
<p>Ele deixou claro, porém, que a inovação legislativa não afasta a existência de riscos sanitários relevantes.</p>
<h2>CFF</h2>
<p>Procurado pela Agência Brasil, o Conselho Federal de Farmácia (CFF) ressaltou que a entrada das plataformas não representa a venda de medicamentos pela internet de forma aleatória.</p>
<p>O que será autorizado, após a regulamentação pela Anvisa, é a utilização das plataformas pelas farmácias para a sua operação. Esse posicionamento da Anvisa será cobrado pelo CFF durante o processo de regulamentação.</p>
<h2>Procon-RJ</h2>
<p>O diretor jurídico do Procon do estado do Rio de Janeiro (Procon-RJ) Silvio Romero explica que as farmácias e as plataformas de venda <em>online</em> são responsáveis, perante o consumidor, por quaisquer prejuízos que ele eventualmente tiver relacionado à qualidade e garantia dos medicamentos que vier a adquirir via internet. </p>
<p>Segundo ele, enquanto não houver a regulamentação da Anvisa, somente farmácias autorizadas podem fazer essa venda por plataformas digitais: </p>
<p>“A Anvisa está iniciando esse processo regulatório e a gente fica no aguardo de outras condições que ela eventualmente venha a colocar para continuar garantindo a qualidade dos produtos aos consumidores.”</p>
<p>No entender do diretor do Procon-RJ, as farmácias e drogarias devem buscar fornecedores legalizados, que assegurem “todas as garantias de que esse produto vai ser entregue ao consumidor nas condições estabelecidas pelo fabricante dos medicamentos”.</p>
<p>Silvio Romero destacou que quando a venda de remédios por plataformas digitais estiver regulamentada, o consumidor deve estar atento para verificar vários aspectos, dentre os quais o preço.</p>
<p>“Se ele identificar ofertas muito abaixo do valor de mercado, incompatíveis com o preço normalmente praticado pelas farmácias, este é um primeiro indício para ele desconfiar desse medicamento”.</p>
<p>Segundo ele, também será importante que o consumidor guarde todos os documentos referentes à compra, como comprovante de aquisição, nota fiscal, anúncio.</p>
<p>“Porque, caso ele venha a ter algum problema, terá mais condições de fazer essa reclamação para que os órgãos competentes possam fazer a sua investigação e, eventualmente, proceder à punição de fornecedores que estejam infringindo a legislação”.</p>
<p>Isso vale, por exemplo, para venda de produto com validade vencida, que é uma infração ao Código de Defesa do Consumidor e está sujeita à fiscalização e à instalação de processo administrativo no Procon-RJ. O mesmo acontece em relação à venda de produtos não autorizados.</p>
<h2>Consumidor digital</h2>
<p>O consumidor brasileiro não enfrenta resistência ao comércio eletrônico, pelo contrário, comprova a pesquisa da QualiBest e Abrafarma: 95% dos entrevistados já realizaram compras <em>online</em> e nove em cada dez afirmam que costumam avaliar a segurança do <em>site</em> antes de comprar, considerando principalmente a credibilidade do vendedor e a experiência de outros consumidores.</p>
<p>Mesmo com essas precauções, 69% relataram já ter enfrentado alguma experiência negativa em compras pela internet, como produto diferente do anunciado, atraso na entrega, produto danificado ou golpes em que a compra foi realizada, mas o item não foi recebido.</p>
<p>Quando a compra envolve medicamentos, a assistência profissional também aparece como fator de confiança, demonstra a sondagem. Para 78% dos entrevistados, a presença de um farmacêutico aumenta a confiança na compra de medicamentos.</p>
<p>Também a compra em uma plataforma de compras conhecida aumenta a percepção de que o produto é seguro para 52% dos consultados. Outros 56% disseram que teriam dificuldade para saber a quem recorrer caso enfrentassem algum problema com um medicamento adquirido nessas plataformas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-08/sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/sete-em-cada-dez-brasileiros-temem-comprar-remedios-pela-internet/">Sete em cada dez brasileiros temem comprar remédios pela internet</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38846</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Carnaval: 80% das mulheres temem assédio e quase metade já foi vítima</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-80-das-mulheres-temem-assedio-e-quase-metade-ja-foi-vitima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 18:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[assédio]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[das]]></category>
		<category><![CDATA[foi]]></category>
		<category><![CDATA[já]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[metade]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[quase]]></category>
		<category><![CDATA[temem]]></category>
		<category><![CDATA[vítima]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-80-das-mulheres-temem-assedio-e-quase-metade-ja-foi-vitima/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quase metade (47%) das mulheres brasileiras já sofreram alguma forma de assédio sexual no carnaval e 80% delas têm medo de passarem por alguma experiência do tipo. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e divulgada nesta quarta-feira (11). Além disso, 86% dos entrevistados concordam que o assédio ainda existe no Carnaval. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-80-das-mulheres-temem-assedio-e-quase-metade-ja-foi-vitima/">Carnaval: 80% das mulheres temem assédio e quase metade já foi vítima</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quase metade (47%) das mulheres brasileiras já sofreram alguma forma de assédio sexual no carnaval e 80% delas têm medo de passarem por alguma experiência do tipo. É o que mostra uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva e divulgada nesta quarta-feira (11). Além disso, 86% dos entrevistados concordam que o assédio ainda existe no Carnaval.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-80-das-mulheres-temem-assedio-e-quase-metade-ja.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a diretora de pesquisa do instituto, Maíra Saruê, os resultados demonstram um problema que extrapola a folia.</p>
<p>&#8220;A gente está falando do direito de ir e vir, mas também do direito ao lazer, e do acesso à cidade, da possibilidade de viver na cidade e de ocupar os espaços públicos. São questões super importantes. Querer ou não participar do Carnaval é uma decisão individual de cada um, mas poder ter acesso a ele é um direito muito importante&#8221;</p>
<p>O assédio também interfere de forma injusta na maneira como as mulheres aproveitam a festa, segundo Maíra. &#8220;Para se proteger, elas precisam adotar estratégias individuais nesse momento que deveria ser de diversão, como só andar em grupo, planejar rotas mais seguras e evitar certos horários.&#8221;</p>
<h2>Homens x Mulheres</h2>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Carnaval-80-das-mulheres-temem-assedio-e-quase-metade-ja.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília, DF 13/02/2024 O bloco Calango Careta empolgou os foliões na enquadra da 710 Sul  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil"/></p>
<p> O bloco Calango Careta empolgou os foliões em Brasília &#8211; Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</p>
<p>A pesquisa foi realizada em todo o país, com 1503 pessoas com mais de 18 anos que compõem uma amostra representativa da população brasileira. O levantamento mediu também a concordância com algumas afirmações relacionadas à violência sexual. Em todos os casos, o grau de concordância foi maior entre os homens.</p>
<p>O estudo identificou que 22% dos brasileiros concordam que quem está pulando Carnaval sozinho “quer ficar com alguém” (28% entre homens e 16% entre mulheres); 18% acreditam que a roupa usada por uma mulher pode indicar intenção de beijar (23% entre homens e 13% entre mulheres); e 17% consideram que, no Carnaval, “ninguém é de ninguém” (20% entre homens e 14% entre mulheres).</p>
<p>A pesquisa também questionou sobre uma prática que configura violência sexual: para 10% de todos os entrevistados e 12% dos homens, é aceitável que um homem “roube” um beijo de uma mulher alcoolizada durante a festa.</p>
<p>Para Maíra, além de serem usados para justificar a violência, esses pensamentos podem até afastar as mulheres da festa &#8220;O assédio é uma experiência tão concreta, seja da própria mulher ou de outras mulheres que ela conhece, que muitas, inclusive, acham que o Carnaval não pode ser para qualquer um. Elas ficam com medo de ir e serem assediadas porque acham que os outros vão ter esse pensamento.&#8221;</p>
<p>Pelo lado positivo, a grande maioria dos entrevistados, 86%, defende que combater essas violências é responsabilidade de todos, mas novamente, há diferença nas respostas de homens e mulheres, 89% contra 82%. Além disso, 96% reconhecem a importância das campanhas de combate ao assédio durante o período carnavalesco.</p>
<p>&#8220;Isso tem que ser uma responsabilidade coletiva, porque não é um problema das mulheres, é um problema da sociedade como um todo. A gente precisa mudar o comportamento de todo mundo para que as mulheres sejam encaradas de outra forma e os homens mudem de atitude&#8221;, conclui a diretora do Instituto Locomotiva, responsável pela pesquisa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/carnaval-80-das-mulheres-temem-assedio-e-quase-metade-ja-foi-vitima" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/carnaval-80-das-mulheres-temem-assedio-e-quase-metade-ja-foi-vitima/">Carnaval: 80% das mulheres temem assédio e quase metade já foi vítima</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">15923</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
