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	<title>trabalho Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>trabalho Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>MPT faz acordo com Meta para identificar perfis com trabalho infantil</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mpt-faz-acordo-com-meta-para-identificar-perfis-com-trabalho-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 21:14:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) firmaram um acordo judicial com a Meta em que a empresa se comprometeu a identificar, de forma proativa, perfis que configurem trabalho infantil artístico sem autorização judicial e outras formas de exploração de crianças e adolescentes no ambiente virtual. A Meta é responsável pelas redes sociais Facebok, Instagram e Threads. Segundo o MPT, a medida estabelece critérios rigorosos para a proteção de crianças e adolescentes em plataformas digitais e prevê sanções em caso de descumprimento.  “A verificação [dos perfis] será periódica e considerará critérios como: presença de crianças ou adolescentes como protagonistas do conteúdo; contas com grande alcance (mínimo de 29 mil seguidores); e atividade recente nas plataformas”, destacou o MPT, em nota. Caso sejam...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) firmaram um acordo judicial com a Meta em que a empresa se comprometeu a identificar, de forma proativa, perfis que configurem trabalho infantil artístico sem autorização judicial e outras formas de exploração de crianças e adolescentes no ambiente virtual.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/MPT-faz-acordo-com-Meta-para-identificar-perfis-com-trabalho.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A Meta é responsável pelas redes sociais <em>Facebok</em>, <em>Instagram </em>e <em>Threads</em>.</p>
<p>Segundo o MPT, a medida estabelece critérios rigorosos para a proteção de crianças e adolescentes em plataformas digitais e prevê sanções em caso de descumprimento. </p>
<p>“A verificação [dos perfis] será periódica e considerará critérios como: presença de crianças ou adolescentes como protagonistas do conteúdo; contas com grande alcance (mínimo de 29 mil seguidores); e atividade recente nas plataformas”, destacou o MPT, em nota.</p>
<p>Caso sejam identificadas irregularidades, os responsáveis pelos perfis serão notificados para apresentar, no prazo de 20 dias, alvará judicial para o trabalho do menor. Se a regularização não ocorrer, a conta será bloqueada no Brasil em até dez dias. </p>
<p>De acordo com o MPT, o descumprimento das cláusulas acarretará multa de R$ 100 mil por criança ou adolescente em caso da falta de bloqueio da conta irregular. A Meta poderá ainda ser condenada a pagar R$ 300 mil por descumprimento das demais obrigações e deverá  recolher R$ 2,5 milhões a fundos de proteção à infância e adolescência.</p>
<p>“A Meta também deverá criar mecanismos de denúncia para usuários e o Sistema de Garantia de Direitos (SGDCA), além de desenvolver sistemas de verificação de idade que impeçam a autodeclaração como único critério e restringir, imediatamente, o acesso de menores de 18 anos aos programas de monetização direta das plataformas”, destacou o MPT.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/mpt-faz-acordo-com-meta-para-identificar-perfis-com-trabalho-infantil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>EUA investigam 60 países por omissão no combate ao trabalho escravo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/eua-investigam-60-paises-por-omissao-no-combate-ao-trabalho-escravo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 15:24:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Ustr, do nome original inglês) anunciou que vai apurar se as medidas que 60 países, incluindo o Brasil, adotam para impedir a exportação de bens supostamente produzidos com o emprego de trabalho forçado são suficientes para evitar a concorrência desleal e eventuais prejuízos às empresas estadunidenses. “Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas”, afirmou o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em um comunicado que o Ustr divulgou nesta quinta-feira (12). Entre as nações investigadas estão 60 dos maiores parceiros comerciais dos EUA: China; União Europeia; México; Canadá; Israel; Reino Unido...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (Ustr, do nome original inglês) anunciou que vai apurar se as medidas que 60 países, incluindo o Brasil, adotam para impedir a exportação de bens supostamente produzidos com o emprego de trabalho forçado são suficientes para evitar a concorrência desleal e eventuais prejuízos às empresas estadunidenses.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/EUA-investigam-60-paises-por-omissao-no-combate-ao-trabalho.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>“Essas investigações determinarão se os governos estrangeiros tomaram medidas suficientes para proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado e como a falha em erradicar essas práticas abomináveis impacta os trabalhadores e as empresas americanas”, afirmou o representante de Comércio dos Estados Unidos, Jamieson Greer, em um comunicado que o Ustr divulgou nesta quinta-feira (12).</p>
<p>Entre as nações investigadas estão 60 dos maiores parceiros comerciais dos EUA: China; União Europeia; México; Canadá; Israel; Reino Unido e Emirados Árabes, entre outros. Na América Latina, a medida atinge, além de Brasil e México, a Argentina; Colômbia; Costa Rica; Equador; El Salvador; Guatemala; Guiana; Nicarágua; Peru; Uruguai e Venezuela.</p>
<p>“Por muito tempo, trabalhadores e empresas americanas foram forçados a competir com produtores estrangeiros que podem ter uma vantagem de custo artificial obtida com o flagelo do trabalho forçado”, acrescentou Greer, deixando claro que o foco da iniciativa é combater o que as autoridades estadunidenses interpretem como uma prática de concorrência desleal, e não possíveis violações aos direitos humanos.</p>
<p>Vinculada diretamente ao gabinete do presidente dos Estados Unidos, a Ustr é a agência governamental responsável por negociar acordos comerciais com outros países e assessorar o mandatário estadunidense em relação à política comercial. Para começar a apurar se “os atos, políticas e práticas” das 60 economias escrutinadas “são desarrazoados ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos EUA”, a agência se vale de uma lei de 1974, que autoriza o representante comercial a instaurar uma investigação por iniciativa própria.</p>
<p>A Seção 301 da Lei de Comércio visa a combater práticas estrangeiras que os EUA julguem desleais e que afetem seus interesses comerciais. Se a USTR determinar que um país investigado não impôs barreiras capazes de impedir a exportação de bens produzidos com o emprego de trabalho análogo à escravidão, a Casa Branca pode aplicar tarifas punitivas ou restrições comerciais contra esses mesmos produtos.</p>
<p>&gt;&gt; Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp</p>
<p>Segundo o Ustr, autoridades dos 60 países alvos da iniciativa já foram notificados. O escritório realizará audiências em 28 de abril, para ouvir os argumentos dos interessados. Para garantir que suas considerações sejam levadas em conta, as partes interessadas devem enviar comentários por escrito, solicitações para comparecer à audiência, juntamente com um resumo do depoimento, até 15 de abril de 2026.</p>
<p>A reportagem da Agência Brasil entrou em contato com os ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e Público do Trabalho (MPT) e aguarda por suas manifestações. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/eua-investigam-60-paises-por-omissao-no-combate-ao-trabalho-escravo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Justiça determina medidas para garantir trabalho digno no Rock in Rio</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-determina-medidas-para-garantir-trabalho-digno-no-rock-in-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 22:21:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após flagrante de trabalho análogo ao escravo, a Justiça do Trabalho determinou que a Rock World SA, organizadora do Rock in Rio, cumpra imediatamente uma série de obrigações trabalhistas para a edição do festival em 2026. A decisão, em caráter de urgência, decorre de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) por conta de irregularidades constatadas em fiscalização feita na edição de 2024 do festival Rock in Rio. Conforme divulgado nesta quarta-feira (11) pelo MPT, a decisão determina que a Rock World SA tome as seguintes medidas em todas as próximas edições do evento: Exigir a comprovação do registro em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) de todos os terceirizados antes do credenciamento para o evento. Implementar controle de jornada e impedir jornadas que...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Após flagrante de trabalho análogo ao escravo, a Justiça do Trabalho determinou que a Rock World SA, organizadora do Rock in Rio, cumpra imediatamente uma série de obrigações trabalhistas para a edição do festival em 2026.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Justica-determina-medidas-para-garantir-trabalho-digno-no-Rock-in.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A decisão, em caráter de urgência, decorre de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) por conta de irregularidades constatadas em fiscalização feita na edição de 2024 do festival Rock in Rio.</p>
<p>Conforme divulgado nesta quarta-feira (11) pelo MPT, a decisão determina que a Rock World SA tome as seguintes medidas em todas as próximas edições do evento:</p>
<ul>
<li>Exigir a comprovação do registro em Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) de todos os terceirizados antes do credenciamento para o evento.</li>
<li>Implementar controle de jornada e impedir jornadas que ultrapassem os limites legais.</li>
<li>providenciar vestiários separados por sexo, refeitórios e alojamentos adequados, além de alimentação em condições adequadas e água potável.</li>
<li>Elaborar e implementar o Programa de Gerenciamento de Riscos.</li>
<li>Fornecer gratuitamente equipamentos de proteção individual adequados, e fiscalizar o uso.</li>
</ul>
<p>Em caso de descumprimento, foi estabelecida multa diária de R$ 50 mil por obrigação descumprida, além de multa por trabalhador prejudicado.</p>
<p>O MPT enfatiza que as mesmas determinações judiciais valem para a FBC Backstage Eventos Ltda, empresa que contratou os trabalhadores submetidos a trabalho em condições análogas às de escravo no Rock in Rio 2024 e que o MPT considera solidariamente responsável pelas obrigações e demais pedidos formulados.</p>
<h2>Trabalho análogo ao escravo</h2>
<p>Em 2024, uma força-tarefa do MPT-RJ resgatou 14 trabalhadores em condições análogas às de escravo no Rock in Rio 2024. De acordo com a inspeção, trabalhadores eram submetidos a jornadas exaustivas de até 21 horas e condições degradantes.</p>
<p>O relatório, que inclui fotos da situação constatada pela fiscalização, demonstra que os trabalhadores pernoitavam sobre papelões e sacos plásticos no posto de trabalho, faziam refeições no chão próximas a lixeiras e consumiam alimentação de péssima qualidade, muitas vezes azeda.</p>
<p>Verificou-se, ainda, a precariedade das instalações sanitárias e a inexistência de vestiários adequados, com utilização indistinta por homens e mulheres.</p>
<p>Além de impedir que o mesmo crime ocorra em 2026, o MPT também pediu que as empresas sejam condenadas ao pagamento de indenização por danos morais para as vítimas, além de indenização por danos morais coletivos. Esses pleitos ainda deverão ser apreciados pela Justiça.</p>
<h2>Rock World</h2>
<p>Na época da força tarefa, a empresa disse que as acusações repudiava qualquer forma de trabalho que não sigam as regras de respeito ao trabalhador e destacou o compromisso em instruir todas as empresas terceirizadas e fornecedores a seguirem os processos legais de contratação.</p>
<p>A nota também dizia que ao longo de 24 edições, 300 mil empregos diretos e indiretos foram criados e milhares de pessoas fora da Cidade do Rock foram beneficiadas por meio dos projetos sociais que o festival apoia.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/justica-determina-medidas-para-garantir-trabalho-digno-no-rock-rio" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-determina-medidas-para-garantir-trabalho-digno-no-rock-in-rio/">Justiça determina medidas para garantir trabalho digno no Rock in Rio</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Regulamentação de trabalho por aplicativo deve ser votada em abril</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/regulamentacao-de-trabalho-por-aplicativo-deve-ser-votada-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 19:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O projeto de lei complementar que regulamenta o trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos pode ser votado no plenário da Câmara dos Deputados até o início de abril. A previsão foi dada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, nesta terça-feira (10), após reunião na residência oficial da Presidência da Câmara. Motta disse que o objetivo principal é construir uma legislação equilibrada que proteja os autônomos e garanta o funcionamento das plataformas.  “Que consigamos entregar ao país uma condição de estes trabalhadores terem as suas garantias, terem condições mais dignas de trabalho e que isso não venha incidir no aumento do custo para os consumidores”, explicou.  Atualmente, no Brasil, o governo federal estima que existem aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas digitais como Uber, 99 Táxi, IFood e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de lei complementar que regulamenta o trabalho de entregadores e motoristas por aplicativos pode ser votado no plenário da Câmara dos Deputados até o início de abril.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Regulamentacao-de-trabalho-por-aplicativo-deve-ser-votada-em-abril.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A previsão foi dada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, nesta terça-feira (10), após reunião na residência oficial da Presidência da Câmara.</p>
<p>Motta disse que o objetivo principal é construir uma legislação equilibrada que proteja os autônomos e garanta o funcionamento das plataformas. </p>
<p>“Que consigamos entregar ao país uma condição de estes trabalhadores terem as suas garantias, terem condições mais dignas de trabalho e que isso não venha incidir no aumento do custo para os consumidores”, explicou. </p>
<p>Atualmente, no Brasil, o governo federal estima que existem aproximadamente 2,2 milhões de trabalhadores de plataformas digitais como Uber, 99 Táxi, IFood e InDrive.</p>
<h2>Taxa básica</h2>
<p>O impasse na tramitação do PLP está em relação ao pagamento da taxa básica do serviço e do adicional pela distância percorrida para o transporte de passageiros e para a entrega de bens.</p>
<p>O governo federal entende que o valor mínimo do serviço deve ser de R$ 10, somado a R$ 2,50 por quilômetro rodado.</p>
<p>O relator da matéria na Comissão Especial da Câmara, deputado federal Augusto Coutinho (Republicanos-PE), confirma que este é o único ponto de divergência na regulamentação do trabalho de entregadores por aplicativo. </p>
<p>“R$10, em São Paulo, no Rio ou em Brasília não é igual a R$10 no interior de Pernambuco, onde o ticket de um lanche é muito inferior ao daqui. Isso pode inviabilizar esse serviço na ponta”, avaliou.</p>
<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos, disse que irá buscar o diálogo para tentar incorporar o valor ao relatório final da comissão especial da Câmara.</p>
<p>“Para o governo existem pontos que são muito caros. Um deles, que é uma demanda dos entregadores de aplicativos, dos motoqueiros, é uma taxa mínima de R$ 10, com adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado. Se não for, o governo pretende apresentar como uma emenda [ao texto na votação].</p>
<p>Boulos enfatiza a necessidade urgente de regulamentação da questão. “Do jeito que está só interessa às grandes plataformas e não aos trabalhadores. Hoje, você pega o motorista de Uber, a plataforma fica com 50% de taxa de retenção, isso não é razoável”, disse.</p>
<h2>Consenso para motoristas</h2>
<p>Segundo Coutinho, durante a reunião houve o entendimento entre as partes de que não haverá valor mínimo da corrida para os motoristas de aplicativos. </p>
<p>“Porque 25% das corridas no Brasil são cobradas menos de R$ 8,50. Na nossa proposta, já entendemos que isso é uma matéria que podia ser retirada do texto e ficaria somente o problema com os entregadores”, explicou o relator.</p>
<h2>Segurança mínima</h2>
<p>Na visão do relator, o projeto traz avanços para o trabalhador do ponto de vista previdenciário, pois o projeto não isentará os profissionais autônomos da contribuição mensal à Previdência Social. “Não existe no Brasil nenhum trabalhador que pague a Previdência para ter o agasalho social pelo quanto eles [motoristas e entregadores por aplicativo] vão pagar”, disse o parlamentar.</p>
<p>O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, reconheceu que o projeto de lei, de fato, representa uma segurança mínima e que poderá ser atualizado a cada ano para mudar a realidade atual de ausência total de direitos.</p>
<p>“O pior dos mundos é a situação em que estamos. Esse é o pior dos mundos para o empregador e para o motorista. [É preciso] ter uma lei que estabeleça uma segurança mínima para, a partir daí, os trabalhadores, o próprio Parlamento, o governo procurarem reavaliar, avançar mais à frente para ver se está adequada ou se precisa de aperfeiçoamento”, avalia o ministro. </p>
<h2>Andamento</h2>
<p>O presidente Hugo Motta disse que as negociações estão em andamento para apresentar uma proposta final do relatório que será apresentado na Comissão Especial para ser aprovado, seguindo para votação do texto ao plenário.</p>
<p>O deputado relator Augusto Coutinho adiantou que a Comissão Especial, sob a presidência do deputado Joaquim Passarinho (PL-PA), representantes do Executivo e do Legislativo devem se reunir nesta quarta-feira (11) para tratar do tema e tentar chegar a um entendimento.</p>
<p> </p>
<p><em>*colaborou Priscilla Mazenotti, repórter da Rádio Nacional</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-03/regulamentacao-de-trabalho-por-aplicativo-deve-ser-votada-em-abril" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Assédio no trabalho: saiba como reunir provar para comprovar crime</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/assedio-no-trabalho-saiba-como-reunir-provar-para-comprovar-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2026 13:10:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p> &#8220;Pesadelo”, “constrangimento”, “incômodo”. Ana*, de 26 anos, passou a relacionar a rotina profissional a momentos de tristeza em função do assédio moral e sexual que vivenciava em um supermercado onde trabalhou por seis meses. Ela pediu demissão, mas não denunciou os gritos e insinuações do ex-patrão por medo. “Eu não sabia como me defender daquilo”, disse.  Para apoiar as vítimas de assédio a denunciar esse tipo de crime, o  Ministério Público do Trabalho (MPT) elaborou uma cartilha que orienta a forma correta de coletar provas que ajudem a comprovar as violações.  A procuradora Luciana Marques Coutinho, do MPT, afirma que toda a sociedade deve se sentir &#8220;protegida e estimulada&#8221; para denunciar esse tipo de crime e explica que um dos caminhos para se defender é coletar provas. “Nem sempre as pessoas sabem, mas...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/assedio-no-trabalho-saiba-como-reunir-provar-para-comprovar-crime/">Assédio no trabalho: saiba como reunir provar para comprovar crime</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> &#8220;Pesadelo”, “constrangimento”, “incômodo”. Ana*, de 26 anos, passou a relacionar a rotina profissional a momentos de tristeza em função do assédio moral e sexual que vivenciava em um supermercado onde trabalhou por seis meses. Ela pediu demissão, mas não denunciou os gritos e insinuações do ex-patrão por medo. “Eu não sabia como me defender daquilo”, disse. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Assedio-no-trabalho-saiba-como-reunir-provar-para-comprovar-crime.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Para apoiar as vítimas de assédio a denunciar esse tipo de crime, o  Ministério Público do Trabalho (MPT) elaborou uma cartilha que orienta a forma correta de coletar provas que ajudem a comprovar as violações. </p>
<p>A procuradora Luciana Marques Coutinho, do MPT, afirma que toda a sociedade deve se sentir &#8220;protegida e estimulada&#8221; para denunciar esse tipo de crime e explica que um dos caminhos para se defender é coletar provas.</p>
<p>“Nem sempre as pessoas sabem, mas elas podem gravar, por exemplo, as conversas”, afirmou em entrevista à Agência Brasil.</p>
<p>Outra possibilidade de organização da denúncia é fazer um diário dessas ocorrências, relatando as vivências. “É importante fazer esse registro porque muitas vezes a vítima fica tão  impactada que não consegue nem se lembrar os detalhes do que aconteceu”, diz.Luciana Marques é vice-coordenadora nacional de Promoção da Igualdade de Oportunidades do MPT (Coordigualdade).</p>
<h2>Provas</h2>
<p>Bilhetes, e-mails e mensagens em redes sociais podem se constituir como prova. Atualmente, a legislação estabelece que as empresas são obrigadas a manter um canal de denúncia interno para receber essas informações, tanto de assédio moral, como de assédio sexual. Além disso, a legislação prevê capacitação dos empregados contra assédio.</p>
<p>Entre os meios para efetuar a denunciar, um caminho é via Ministério Público do Trabalho, escritórios do Ministério do Trabalho e sindicato da categoria. Por telefone, é possível também acionar o Disque Direitos Humanos, o Disque 100, e o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher). </p>
<p>As denúncias podem ser feitas de forma anônima. </p>
<p>A procuradora Luciana Marques salienta que é indiscutível que as mulheres são as mais impactadas por essas violências em relações de trabalho. Ela ressalta que, especificamente, as mulheres pretas estão mais suscetíveis. </p>
<p>“Nós sabemos que, na maior parte dos casos, as vítimas são de grupos já vulnerabilizados, como acontece com as mulheres negras, as mulheres pretas e pardas”, diz. </p>
<p>Um contexto atual que deixa esse grupo mais vulnerável, segundo a especialista, é a precarização das relações profissionais, com a flexibilização frequente dos contratos. </p>
<h2>Definição</h2>
<p>Um regramento internacional que se tornou referência para essas violações foi a Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).</p>
<p>“Violência e assédio são todos aqueles comportamentos e práticas inaceitáveis que podem acontecer apenas uma vez ou de maneira contínua”, explica Luciana Marques.</p>
<p>São práticas que podem causar ou gerar dano físico, psicológico, sexual ou econômico e inclui a violência e o assédio com base no gênero. </p>
<p>Inclusive, a denúncia de assédio não precisa partir apenas da vítima. Mas de qualquer pessoa que testemunhe essa violação.</p>
<p>O assédio, por exemplo, pode se dar fora do expediente e a distância. Esse comportamento e ameaças podem acontecer durante o expediente ou em todos os momentos relacionados ao trabalho.</p>
<p>“Pode ser no ambiente de trabalho, mas também quando a pessoa está em teletrabalho. Pode acontecer, por exemplo, nos deslocamentos, quando a pessoa está viajando pela empresa, ou em um evento promovido pela instituição”, identifica.</p>
<h2>Subnotificação</h2>
<p>Assédio não acontece apenas praticado pelo chefe, mas também por uma pessoa subordinada ou colega de função. “É muito comum no caso de mulheres chefes assediadas pelo subordinado”</p>
<p>Entretanto, a procuradora alerta para o fato de que o Brasil tem um déficit em relação ao diagnóstico dessas práticas. Para ela, há uma subnotificação porque nem sempre as pessoas se sentem confortáveis em denunciar com receio de retaliações de diferentes características, inclusive de perder o emprego. “Às vezes a mulher se culpa de alguma forma”.</p>
<p>Em outras vezes, mulheres têm dificuldades em identificar que são vítimas de uma série de violências cotidianas que vão se acumulando e degrandando as condições de trabalho. </p>
<h2>Como denunciar </h2>
<p>Ministério Público do Trabalho:acesse aqui.</p>
<p>Ministério do Trabalho: acesse aqui.  </p>
<p>Disque 100 &#8211; acesse aqui .</p>
<p>Central de Atendimento à Mulher &#8211; Ligue 180 &#8211; acesse aqui. </p>
<p><em>*nome fictício para proteger a entrevistada</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/assedio-no-trabalho-saiba-como-reunir-provar-para-comprovar-crime" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Promulgado protocolo da OIT contra trabalho forçado</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/promulgado-protocolo-da-oit-contra-trabalho-forcado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 10:58:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[contra]]></category>
		<category><![CDATA[forçado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diário Oficial da União publica hoje (25) o Decreto nº 12.857/2026, que promulga o Protocolo de 2014 relativo à Convenção 29 da Organização Internacional do Trabalho sobre Trabalho Forçado ou Obrigatório.  O documento, aprovado por mais de 180 países em 2014, complementa a Convenção 29 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e atualiza compromissos internacionais voltados à prevenção do trabalho forçado, à proteção das vítimas e ao fortalecimento de mecanismos de fiscalização e responsabilização.  A promulgação insere o texto formalmente no ordenamento jurídico brasileiro. Entre outros pontos, a medida amplia o alinhamento do país a parâmetros internacionais de direitos humanos e impacta políticas públicas de inspeção do trabalho, persecução penal e responsabilização administrativa. Veja algumas medidas previstas no documento para prevenir o trabalho forçado ou obrigatório: Acesso à educação...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O<em> Diário Oficial da União</em> publica hoje (25) o Decreto nº 12.857/2026, que promulga o Protocolo de 2014 relativo à Convenção 29 da Organização Internacional do Trabalho sobre Trabalho Forçado ou Obrigatório. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Promulgado-protocolo-da-OIT-contra-trabalho-forcado.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O documento, aprovado por mais de 180 países em 2014, complementa a Convenção 29 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e atualiza compromissos internacionais voltados à prevenção do trabalho forçado, à proteção das vítimas e ao fortalecimento de mecanismos de fiscalização e responsabilização. </p>
<p>A promulgação insere o texto formalmente no ordenamento jurídico brasileiro. Entre outros pontos, a medida amplia o alinhamento do país a parâmetros internacionais de direitos humanos e impacta políticas públicas de inspeção do trabalho, persecução penal e responsabilização administrativa.</p>
<p>Veja algumas medidas previstas no documento para prevenir o trabalho forçado ou obrigatório:</p>
<ul>
<li>Acesso à educação e informação a empregadores e pessoas consideradas vulneráveis;</li>
<li>Aumento da fiscalização esforços para que serviços de inspeção do trabalho sejam fortalecidos;</li>
<li>Proteção de pessoas, principalmente de trabalhadores migrantes, contra práticas abusivas e fraudulentas nos processos de recrutamento;</li>
<li>Fortalecimento dos setores público e privado que atuam na prevenção; e</li>
<li>Ações para abordar as causas profundas e os fatores que aumentam o risco de trabalho forçado ou compulsório.<br /> </li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/promulgado-protocolo-da-oit-contra-trabalho-forcado" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Justiça mantém condenação da Volkswagen por trabalho escravo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/justica-mantem-condenacao-da-volkswagen-por-trabalho-escravo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 18:54:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[escravo]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[mantém]]></category>
		<category><![CDATA[por]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Volkswagen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8) manteve a condenação da Volkswagen por praticar trabalho escravo contemporâneo durante a ditadura civil-militar, na Fazenda Vale do Rio Cristalino, em Santana do Araguaia (PA). Com a decisão, proferida durante sessão ordinária realizada hoje (24), a montadora deverá arcar com a indenização de R$ 165 milhões, destinada ao financiamento de medidas de proteção a trabalhadores e trabalhadoras, como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O caso foi denunciado em ação civil pública, ou seja, coletiva, do Ministério Público do Trabalho (MPT), que se mobilizou para obter, além da indenização por danos morais, retratação pública da companhia e a implementação de ferramentas como protocolos que agilizem sua resposta em episódios parecidos, um canal de denúncias e a realização de ações de fiscalização. A condenação da Volkswagen foi anunciada...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região (TRT8) manteve a condenação da Volkswagen por praticar trabalho escravo contemporâneo durante a ditadura civil-militar, na Fazenda Vale do Rio Cristalino, em Santana do Araguaia (PA).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Justica-mantem-condenacao-da-Volkswagen-por-trabalho-escravo.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com a decisão, proferida durante sessão ordinária realizada hoje (24), a montadora deverá arcar com a indenização de R$ 165 milhões, destinada ao financiamento de medidas de proteção a trabalhadores e trabalhadoras, como o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).</p>
<p>O caso foi denunciado em ação civil pública, ou seja, coletiva, do Ministério Público do Trabalho (MPT), que se mobilizou para obter, além da indenização por danos morais, retratação pública da companhia e a implementação de ferramentas como protocolos que agilizem sua resposta em episódios parecidos, um canal de denúncias e a realização de ações de fiscalização.</p>
<p>A condenação da Volkswagen foi anunciada em agosto do ano passado. Diante da decisão do juiz Otávio Bruno da Silva Pereira, do TRT8, havia entrado com recurso para tentar revertê-la, levando o processo à segunda instância.</p>
<p>Na sessão desta terça-feira, o presidente da 4ª turma da Corte, desembargador Carlos Zahlouth Júnior, destacou que, à época dos crimes, a polícia abriu inquérito, mas optou por arquivá-lo. Destacou, ainda, a perseguição, em São Bernardo do Campo (SP), a opositores do regime instaurado com o golpe de 1964, com a participação de parte do empresariado brasileiro. </p>
<p>&#8220;Também reconheço que foi uma das raras empresas que reconheceram seu passado&#8221;, acrescentou. </p>
<p>Ao discursar, a desembargadora Alda Maria de Pinho Couto foi no mesmo sentido, apontando para a prática reiterada de violação dos direitos dos trabalhadores. Conforme emendou, trata-se &#8220;de um sistema organizado de exploração humana&#8221;, caracterizado, inclusive, pelo tráfico de pessoas.</p>
<p>A Fazenda Vale do Rio Cristalino pertencia à Companhia Vale do Rio Cristalino Agropecuária Comércio e Indústria (CVRC), uma subsidiária da Volkswagen. Segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, que acompanha o caso, &#8220;a propriedade em questão, com cerca de 140 mil hectares – quase o tamanho da cidade de São Paulo –, recebeu incentivos fiscais e recursos públicos para a criação de gado à época, tornando-se um dos maiores polos do setor, acentuando a responsabilidade institucional da empresa.&#8221;</p>
<p>Para garantir justiça aos trabalhadores explorados, por meio da responsabilização da fabricante alemã, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) reuniu provas das violações de direitos e buscou apoio de parlamentares para dar mais visibilidade a elas. Até agora a entidade acompanha o andamento dos processos judiciais em tramitação. Em outro processo, paralelo à ação civil pública, quatro trabalhadores escravizados pedem, cada um, R$ 1 milhão por danos morais e R$ 1 milhão por danos existenciais.</p>
<p>Os trabalhadores foram atraídos em circunstâncias bastante semelhantes às de outras vítimas desse tipo de crime. Intermediários contratados pela Volkswagen, chamados popularmente de &#8220;gatos&#8221;, que fazem a ponte entre quem escraviza e as vítimas escravizadas, se aproximaram deles com promessas de trabalho digno, condição jamais oferecida de fato.</p>
<p>Procurada pela Agência Brasil, a equipe da Volkswagen em operação no Brasil afirmou que &#8220;seguirá em busca de segurança jurídica nas esferas superiores do Judiciário brasileiro&#8221;.</p>
<p>&#8220;Com legado de mais de 70 anos e como uma das maiores empregadoras do Brasil, a Volkswagen reafirma seu compromisso permanente com o respeito absoluto à Constituição Federal, às leis brasileiras e aos princípios internacionais de direitos humanos, que orientam sua atuação como uma das maiores empregadoras do país. A empresa repudia qualquer forma de trabalho forçado, degradante ou análogo à escravidão e reitera sua dedicação histórica à promoção de um ambiente laboral digno, ético e responsável.&#8221;</p>
<p>Em seu site em inglês, a montadora informa que, no primeiro semestre de 2025, faturou 158,4 bilhões de euros, mesmo tendo desempenho pior do que o primeiro semestre de 2024. Seu relatório mostra que 4,36 milhões de vendas foram fechadas, contra 4,34 milhões do período anterior.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-02/justica-mantem-condenacao-da-volkswagen-por-trabalho-escravo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Proposta que acaba com jornada de trabalho 6&#215;1 vai para a CCJ</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/politica/proposta-que-acaba-com-jornada-de-trabalho-6x1-vai-para-a-ccj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 17:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[6x1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (foto) (Republicanos-PB), informou hoje (9), em Brasília, que encaminhou a proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala de trabalho 6&#215;1 para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caberá ao colegiado analisar a admissibilidade da matéria (PEC 8/25). Se for aprovada, segue para análise de uma comissão especial. O texto &#8211; de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) &#8211; acaba com a escala 6&#215;1, de seis dias de trabalho e um de descanso, e limita a duração do trabalho normal a 36 horas semanais. Pela proposta, a nova jornada entra em vigor 360 dias após a data da sua publicação. Atualmente, a Constituição estabelece que a carga de trabalho será de até oito horas diárias e até 44...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><strong>O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (foto) (Republicanos-PB), informou hoje (9), em Brasília, que encaminhou a proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala de trabalho 6&#215;1 para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Caberá ao colegiado analisar a admissibilidade da matéria (PEC 8/25). Se for aprovada, segue para análise de uma comissão especial.</strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Proposta-que-acaba-com-jornada-de-trabalho-6x1-vai-para.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=2860664&amp;filename=PEC%208/2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">O texto</a> &#8211; de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP) &#8211; acaba com a escala 6&#215;1, de seis dias de trabalho e um de descanso, e limita a duração do trabalho normal a 36 horas semanais. Pela proposta, a nova jornada entra em vigor 360 dias após a data da sua publicação.</p>
<p><strong>Atualmente, a Constituição estabelece que a carga de trabalho será de até oito horas diárias e até 44 horas semanais.</strong></p>
<p><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da <strong>Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<h2>Horários compensados</h2>
<p><strong>A proposta da deputada também faculta a compensação de horários e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.</strong></p>
<p>Motta disse que apensou à PEC outra proposta de idêntico teor, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1845483&amp;filename=PEC%20221/2019" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">O texto também reduz</a> a jornada de trabalho para 36h semanais, facultadas a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.</p>
<p><strong>A matéria, entretanto, prevê que a nova jornada entre em vigor 10 anos após a data de sua publicação.</strong></p>
<p>“Vamos ouvir todos os setores com equilíbrio e responsabilidade para entregar a melhor lei para os brasileiros. O mundo avançou, principalmente na área tecnológica, e o Brasil não pode ficar para trás”, <a href="https://x.com/HugoMottaPB/status/2020884770520019279" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">afirmou Motta por meio de suas redes sociais</a>. </p>
<p>      <!-- Relacionada --></p>
<p>            <!-- Relacionada -->
    </div>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-02/proposta-que-acaba-com-jornada-de-trabalho-6x1-vai-para-ccj" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>13 crianças vítimas de trabalho infantil são resgatadas em Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/13-criancas-vitimas-de-trabalho-infantil-sao-resgatadas-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2025 21:06:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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		<category><![CDATA[operação]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[vítimas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/?p=2731</guid>

					<description><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; A Prefeitura de Manaus realizou, na noite de sexta-feira (21), uma operação para combater o uso de crianças na mendicância em semáforos. A ação ocorreu em seis pontos da capital amazonense. A operação contou com o apoio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) e o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM). Conselheiros tutelares também estavam na operação. Crianças resgatadas e responsáveis identificados Durante a operação, 13 crianças foram resgatadas e encaminhadas ao Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Saica). Além disso, alguns responsáveis foram conduzidos à Depca para prestar esclarecimentos e responder pelas infrações. O titular da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), Saullo Vianna, alertou para a gravidade da situação. “Em algumas abordagens, identificamos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; A Prefeitura de Manaus realizou, na noite de sexta-feira (21), uma operação para combater o uso de crianças na mendicância em semáforos. A ação ocorreu em seis pontos da capital amazonense.</p>
<p>A operação contou com o apoio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) e o Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM). Conselheiros tutelares também estavam na operação.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Crianças resgatadas e responsáveis identificados</h2>
<p>Durante a operação, 13 crianças foram resgatadas e encaminhadas ao Serviço de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (Saica). Além disso, alguns responsáveis foram conduzidos à Depca para prestar esclarecimentos e responder pelas infrações.</p>
<figure id="attachment_2732" aria-describedby="caption-attachment-2732" style="width: 799px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-2732" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/02/54343701036-f03dd67d0c-c-23-02-2025_16-49-45.jpg?resize=799%2C533&#038;ssl=1" alt="Operação resgata 13 crianças vítimas de trabalho infantil em Manaus" width="799" height="533" srcset="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/02/54343701036-f03dd67d0c-c-23-02-2025_16-49-45.jpg?w=799&amp;ssl=1 799w, https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/02/54343701036-f03dd67d0c-c-23-02-2025_16-49-45.jpg?resize=480%2C320&amp;ssl=1 480w, https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/02/54343701036-f03dd67d0c-c-23-02-2025_16-49-45.jpg?resize=280%2C186&amp;ssl=1 280w, https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/02/54343701036-f03dd67d0c-c-23-02-2025_16-49-45.jpg?resize=600%2C400&amp;ssl=1 600w, https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/02/54343701036-f03dd67d0c-c-23-02-2025_16-49-45.jpg?resize=585%2C390&amp;ssl=1 585w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /><figcaption id="caption-attachment-2732" class="wp-caption-text">Operação resgata 13 crianças vítimas de trabalho infantil em Manaus (Foto: Divulgação/Assessoria)</figcaption></figure>
<p>O titular da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), Saullo Vianna, alertou para a gravidade da situação.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“Em algumas abordagens, identificamos adultos, homens e mulheres, que estavam com crianças que nem eram seus filhos. Isso demonstra a existência de um mercado organizado, no qual utilizam menores para sensibilizar as pessoas e obter dinheiro. Não podemos permitir que isso continue. Vamos intensificar ainda mais essas operações para reduzir este tipo de situação na cidade”, afirmou Vianna.</p></blockquote>
<h2 class="wp-block-heading">Expansão das operações na cidade</h2>
<p>As ações de combate ao trabalho infantil serão ampliadas para outras áreas da cidade. O secretário também anunciou que haverá abordagens específicas para crianças em situação de rua no Centro de Manaus, garantindo a proteção dos direitos da infância e adolescência.</p>
<p>A Prefeitura de Manaus reafirma seu compromisso com a erradicação da exploração infantil e seguirá fortalecendo fiscalizações e ações preventivas para combater essa prática na capital.</p>
<p><strong>Leia mais:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/homem-e-preso-por-estupro-contra-tres-criancas-em-manaus/">Homem é preso por estupro contra três crianças em Manaus</a></li>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/pastor-e-suspeito-de-estuprar-manipular-e-perseguir-tres-criancas/">Pastor é suspeito de estuprar, manipular e perseguir três crianças</a></li>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/criancas-sao-atingidas-por-raio-enquanto-brincavam-em-manacapuru/">Crianças são atingidas por raio enquanto brincavam em Manacapuru</a></li>
</ul>
</div>
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		<title>Faber-Castell recrutando Técnico em Segurança do Trabalho</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/faber-castell-recrutando-tecnico-em-seguranca-do-trabalho/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 02:12:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; A fábrica da Faber-Castell está com oportunidade de emprego para o cargo de Técnico em Segurança do Trabalho, na capital amazonense. As inscrições seguem até o dia 03 de março deste ano. Os benefícios ofertadas pela Faber-Castell aos seus contratados são Assistência Médica, Assistência Odontológica, Seguro de Vida, Reembolso de Medicamentos, Auxílio Ótica, Auxílio Creche, Pagamento de Despesas para Viagens, Refeitório Local Faber-Castell, Vale Transporte ou Fretado Empresarial, Desconto em Produtos Faber-Castell, Programa de Saúde Mental, Universidade Corporativa – Sapiência 360°, Kit de Material Escolar Faber-Castell, Programa de Participação nos Resultados (PPR) e Programa “Um tempo para você”. Os requisitos exigidos pela Faber-Castell para se candidatar ao cargo são Ensino Técnico Completo em: Técnico em Segurança do Trabalho, Possuir registro ativo no Ministério do Trabalho...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; A fábrica da Faber-Castell está com oportunidade de emprego para o cargo de Técnico em Segurança do Trabalho, na capital amazonense. As inscrições seguem até o dia 03 de março deste ano.</p>
<p>Os benefícios ofertadas pela Faber-Castell aos seus contratados são Assistência Médica, Assistência Odontológica, Seguro de Vida, Reembolso de Medicamentos, Auxílio Ótica, Auxílio Creche, Pagamento de Despesas para Viagens, Refeitório Local Faber-Castell, Vale Transporte ou Fretado Empresarial, Desconto em Produtos Faber-Castell, Programa de Saúde Mental, Universidade Corporativa – Sapiência 360°, Kit de Material Escolar Faber-Castell, Programa de Participação nos Resultados (PPR) e Programa “Um tempo para você”.</p>
<p>Os requisitos exigidos pela Faber-Castell para se candidatar ao cargo são Ensino Técnico Completo em: Técnico em Segurança do Trabalho, Possuir registro ativo no Ministério do Trabalho e Emprego, Experiência comprovada em processos e programas de Saúde e Segurança do Trabalho e Pacote Office: Microsoft Excel e PowerPoint Básico/Intermediário.</p>
<p>Os diferenciais para se destacar no processo seletivo são Familiaridade/Domínio em software: Sistema Sênior ERP, Curso Técnico ou Especialização em: Meio-ambiente, Saúde e Segurança ou áreas correlatas e Familiaridade/Domínio em software: SAP ERP.</p>
<p><a href="https://fabercastell.gupy.io/jobs/8598796?jobBoardSource=gupy_public_page" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">CLIQUE AQUI</a> para realizar a candidatura para a vaga.</p>
<p>O Clique Notícias Brasil o informa que as empresas são inteiramente responsáveis pelos critérios de seleção para as vagas, assim como sobre as exigências para a ocupação dos postos de trabalho. Alertamos, entretanto, que processos de seleção para vagas de emprego são totalmente gratuitos e não exigem cobrança de tarifas, pagamentos por exames ou por cursos supostamente necessários para as vagas.</p>
<p>Esses tipos de situações podem se tratar de fraudes e devem ser denunciados, por meio de registro de Boletim de Ocorrência, à Polícia Civil.</p>
<p>As autoridades também recomendam que não sejam enviadas cópias ou originais de documentos pessoais antes da realização de entrevistas presenciais na sede da empresa ou da gerência de recursos humanos responsável pela seleção. Também não se deve informar, em qualquer hipótese, números e senhas de cartões bancários, de crédito ou de benefício social.</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/quatro-vagas-de-emprego-e-estagio-abertas-na-jabil-em-manaus/">Quatro vagas de emprego e estágio abertas na Jabil em Manaus</a></li>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/lg-recrutando-para-8-vagas-de-emprego-e-estagio-em-manaus/">LG recrutando para 8 vagas de emprego e estágio em Manaus</a></li>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/senac-abre-processo-seletivo-para-vagas-de-emprego-no-am/">Senac abre processo seletivo para vagas de emprego no AM</a></li>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/grupo-bastazini-em-manaus-seleciona-para-10-vagas-de-emprego-em-manaus/">Grupo Bastazini em Manaus seleciona para 10 vagas de emprego em Manaus</a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><!-- CONTENT END 1 --></p>
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