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	<title>trans Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>trans Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Mulher trans chega à universidade 25 anos após violência na escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 14:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de ser obrigada a deixar os estudos.  Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas.  “Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na-escola/">Mulher trans chega à universidade 25 anos após violência na escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de ser obrigada a deixar os estudos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas. </p>
<p>“Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era transfobia, o que era bullying. Para mim, era uma brincadeira normal”, contou.</p>
<p>Durante os 25 anos que ficou afastada da escola, Sabriiny encontrou dificuldades no mercado de trabalho, chegou a atuar um pouco como cabeleireira, mas confessa que se sentia incompleta. </p>
<p>Foi motivada por amigos e pelo desejo de mudar a própria história, que ela deu uma nova chance aos estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA). </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Sabriiny Fogaça (C) foi aprovada pelo Enem para UFRRJ &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<h2>Volta às aulas</h2>
<p>Com alunos de idades diferentes e histórias de vida diversas, Sabriiny Fogaça se sentiu acolhida pelo ambiente do Colégio Estadual Barão de Tefé, em Seropédica, região metropolitana do Rio de Janeiro. Uma história diferente da que passou na juventude.</p>
<p>“Meu receio era de passar tudo o que eu passei na minha infância, entendeu? Quando eu botei o pé na porta da escola, eu fiquei com aquele receio, pensei, poxa, será que vão me aceitar? Será que vão me entender do jeito que eu sou?”. </p>
<p>Como resultado, ela se viu engajada com a escola e chegou a participar de projetos em sala de aula. Um deles o Alunos Autores, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc RJ), em que alunos da rede pública de ensino publicaram uma coletânea de contos. </p>
<p>Sabriiny prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) duas vezes, e foi aprovada em ambas. A primeira para Licenciatura em Educação do Campo, e a outra, em 2026, para Licenciatura em Educação Especial, seu curso de escolha.</p>
<p>“Eu sempre tive um olhar sensível para as diferenças, acredito muito que eu quero contribuir a todas as pessoas, que todas as pessoas tenham acesso à educação, porque a educação faz parte da vida de todo mundo. As minhas expectativas são aprender bastante e me tornar uma profissional que realmente faça a diferença”, diz. </p>
<p>Ela foi eleita Diretora de Diversidade do Diretório Acadêmico do curso de Educação Especial, e está confiante que essa será a sua primeira, mas não a única, graduação. </p>
<p>Sabriiny pretende voltar à universidade para realizar o sonho de cursar Serviço Social e construir uma carreira na educação especial. </p>
<p>“Eu quero mostrar que nunca é tarde pra começar. Eu sei que vai ser difícil, uma mulher trans arrumar um emprego em uma escola. Vão ter barreiras para enfrentar, para dar aula, ensinar as pessoas, porque tem aquele olhar de preconceito. Mas eu vou continuar prosseguindo”, ressalta. </p>
<h2>EJA</h2>
<p>Atualmente, há cerca de 2,4 milhões de estudantes na EJA, de acordo com dados do Censo Escolar 2024. Desses, 2,2 milhões estão na rede pública em todo o país. </p>
<p>Os estudantes da EJA são minoria na educação básica &#8211; ensino infantil ao ensino médio &#8211; com um total de 47 milhões de estudantes em todo o país.  </p>
<p>A porcentagem de estudantes nessa modalidade que acessa o ensino superior no ano seguinte ao que conclui o ensino médio, é menor do que na modalidade regular. Enquanto no ensino regular a aprovação no ensino superior logo que terminam os estudos é de 30%, na EJA, esse percentual cai para 9%. </p>
<p>Os dados são do Censo do Censo da Educação Superior 2023. </p>
<p>A EJA é uma modalidade da educação básica destinada a jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso e/ou não concluíram os estudos. Na EJA é possível cursar o ensino fundamental e o médio. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774189802_12_Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal<br type="_moz"/><br />
</h6>
</p>
<h2>Ensino Superior</h2>
<p>Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra), de 2024, apenas 0,3% da população trans e travesti consegue acessar o ensino superior. E mais de 70% não completaram o ensino médio. </p>
<p>De acordo com a entidade, a exclusão nesses espaços se deve à transfobia institucional e social, com baixíssimos índices de escolarização e formação profissional.</p>
<p>Algumas medidas têm sido tomadas nos últimos anos para garantir a permanência desses grupos na educação superior. </p>
<p>Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans, sendo 13 no Sudeste; quatro no Sul; 13 no Nordeste; três no Centro-Oeste e cinco no Norte. </p>
<p>Para além da garantia de entrada, a Antra reforça que é preciso pensar em políticas de permanência para que os estudantes possam concluir seus estudos, como comissões de acompanhamento, assistências específicas e espaços de segurança e acolhimento. </p>
<p><em>* Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia</em> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/mulher-trans-chega-universidade-25-anos-apos-viol%C3%AAncia-na-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mulher trans chega à universidade 25 anos após abandonar a escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 14:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de abandonar os estudos.  Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas.  “Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era transfobia, o que...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a-escola/">Mulher trans chega à universidade 25 anos após abandonar a escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de abandonar os estudos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas. </p>
<p>“Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era transfobia, o que era bullying. Para mim, era uma brincadeira normal”, contou.</p>
<p>Durante os 25 anos que ficou afastada da escola, Sabriiny encontrou dificuldades no mercado de trabalho, chegou a atuar um pouco como cabeleireira, mas confessa que se sentia incompleta. </p>
<p>Foi motivada por amigos e pelo desejo de mudar a própria história, que ela deu uma nova chance aos estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA). </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Sabriiny Fogaça (C) foi aprovada pelo Enem para UFRRJ &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<h2>Volta às aulas</h2>
<p>Com alunos de idades diferentes e histórias de vida diversas, Sabriiny Fogaça se sentiu acolhida pelo ambiente do Colégio Estadual Barão de Tefé, em Seropédica, região metropolitana do Rio de Janeiro. Uma história diferente da que passou na juventude.</p>
<p>“Meu receio era de passar tudo o que eu passei na minha infância, entendeu? Quando eu botei o pé na porta da escola, eu fiquei com aquele receio, pensei, poxa, será que vão me aceitar? Será que vão me entender do jeito que eu sou?”. </p>
<p>Como resultado, ela se viu engajada com a escola e chegou a participar de projetos em sala de aula. Um deles o Alunos Autores, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc RJ), em que alunos da rede pública de ensino publicaram uma coletânea de contos. </p>
<p>Sabriiny prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) duas vezes, e foi aprovada em ambas. A primeira para Licenciatura em Educação do Campo, e a outra, em 2026, para Licenciatura em Educação Especial, seu curso de escolha.</p>
<p>“Eu sempre tive um olhar sensível para as diferenças, acredito muito que eu quero contribuir a todas as pessoas, que todas as pessoas tenham acesso à educação, porque a educação faz parte da vida de todo mundo. As minhas expectativas são aprender bastante e me tornar uma profissional que realmente faça a diferença”, diz. </p>
<p>Ela foi eleita Diretora de Diversidade do Diretório Acadêmico do curso de Educação Especial, e está confiante que essa será a sua primeira, mas não a única, graduação. </p>
<p>Sabriiny pretende voltar à universidade para realizar o sonho de cursar Serviço Social e construir uma carreira na educação especial. </p>
<p>“Eu quero mostrar que nunca é tarde pra começar. Eu sei que vai ser difícil, uma mulher trans arrumar um emprego em uma escola. Vão ter barreiras para enfrentar, para dar aula, ensinar as pessoas, porque tem aquele olhar de preconceito. Mas eu vou continuar prosseguindo”, ressalta. </p>
<h2>EJA</h2>
<p>Atualmente, há cerca de 2,4 milhões de estudantes na EJA, de acordo com dados do Censo Escolar 2024. Desses, 2,2 milhões estão na rede pública em todo o país. </p>
<p>Os estudantes da EJA são minoria na educação básica &#8211; ensino infantil ao ensino médio &#8211; com um total de 47 milhões de estudantes em todo o país.  </p>
<p>A porcentagem de estudantes nessa modalidade que acessa o ensino superior no ano seguinte ao que conclui o ensino médio, é menor do que na modalidade regular. Enquanto no ensino regular a aprovação no ensino superior logo que terminam os estudos é de 30%, na EJA, esse percentual cai para 9%. </p>
<p>Os dados são do Censo do Censo da Educação Superior 2023. </p>
<p>A EJA é uma modalidade da educação básica destinada a jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso e/ou não concluíram os estudos. Na EJA é possível cursar o ensino fundamental e o médio. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774189802_12_Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=1400&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<h2>Ensino Superior</h2>
<p>Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra), de 2024, apenas 0,3% da população trans e travesti consegue acessar o ensino superior. E mais de 70% não completaram o ensino médio. </p>
<p>De acordo com a entidade, a exclusão nesses espaços se deve à transfobia institucional e social, com baixíssimos índices de escolarização e formação profissional.</p>
<p>Algumas medidas têm sido tomadas nos últimos anos para garantir a permanência desses grupos na educação superior. </p>
<p>Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans, sendo 13 no Sudeste; quatro no Sul; 13 no Nordeste; três no Centro-Oeste e cinco no Norte. </p>
<p>Para além da garantia de entrada, a Antra reforça que é preciso pensar em políticas de permanência para que os estudantes possam concluir seus estudos, como comissões de acompanhamento, assistências específicas e espaços de segurança e acolhimento. </p>
<p><em>* Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia</em> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/mulher-trans-chega-universidade-25-anos-apos-abandonar-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a-escola/">Mulher trans chega à universidade 25 anos após abandonar a escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>Câmara: Comissão de Direitos da Mulher elege primeira presidente trans</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/camara-comissao-de-direitos-da-mulher-elege-primeira-presidente-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 11:41:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados elegeu, nesta quarta-feira (11), a deputada Erika Hilton (Psol-SP) para presidir o colegiado neste ano. Ela recebeu 11 votos contra dez votos em branco. Ela substitui a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG). No discurso de posse, ela lembrou que é a primeira mulher trans a presidir a comissão e disse que pretende conduzir a gestão com diálogo e defesa dos direitos das mulheres. “Esta presidência não é apenas um nome, é o símbolo de uma democracia que se expande. Minha gestão tratará de todas as mulheres: das mães solo, das mulheres trabalhadoras, das mulheres negras, indígenas e das que lutam por sobrevivência e dignidade em todos os cantos deste país.” Prioridades Entre as prioridades anunciadas pela nova gestão estão:...</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/camara-comissao-de-direitos-da-mulher-elege-primeira-presidente-trans/">Câmara: Comissão de Direitos da Mulher elege primeira presidente trans</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados elegeu, nesta quarta-feira (11), a deputada Erika Hilton (Psol-SP) para presidir o colegiado neste ano. Ela recebeu 11 votos contra dez votos em branco. Ela substitui a deputada Célia Xakriabá (Psol-MG).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Camara-Comissao-de-Direitos-da-Mulher-elege-primeira-presidente-trans.gif?w=1400&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>No discurso de posse, ela lembrou que é a primeira mulher trans a presidir a comissão e disse que pretende conduzir a gestão com diálogo e defesa dos direitos das mulheres.</p>
<p>“Esta presidência não é apenas um nome, é o símbolo de uma democracia que se expande. Minha gestão tratará de todas as mulheres: das mães solo, das mulheres trabalhadoras, das mulheres negras, indígenas e das que lutam por sobrevivência e dignidade em todos os cantos deste país.”</p>
<h2>Prioridades</h2>
<p>Entre as prioridades anunciadas pela nova gestão estão:</p>
<ul>
<li>fiscalizar a rede de proteção e as Casas da Mulher Brasileira;</li>
<li>enfrentar a violência política de gênero;</li>
<li>promover políticas de saúde integral para as mulheres.</li>
</ul>
<h2>Críticas da oposição</h2>
<p>Deputadas de oposição lamentaram a eleição de Erika Hilton e afirmaram que a comissão deveria ser presidida por uma mulher cisgênero. Elas também criticaram o que chamaram de “ideologização” da comissão.</p>
<p>“Não podemos concordar com a entrega desta comissão, que deveria zelar pela dignidade da mulher, da vida e da família, a uma pauta que desvirtua a própria essência feminina”, disse Chris Tonietto (PL-RJ).</p>
<p>A deputada Clarissa Tércio (PP-PE) afirmou que a presidência da comissão deveria ser ocupada por uma &#8220;mulher de fato&#8221;. Para ela, a escolha de Erika Hilton representa um retrocesso para a pauta feminina e uma afronta aos valores que ela defende como representante de um segmento conservador.</p>
<p>&#8220;Nós não podemos nos calar diante do que estamos vendo. Esta comissão é das mulheres, e nós queremos ser representadas por mulheres de verdade, que entendem a nossa natureza e os nossos desafios biológicos.&#8221;</p>
<h2>Pluralidade</h2>
<p>A deputada Laura Carneiro, eleita 1ª vice-presidente da Comissão, enfatizou que o foco do trabalho deve ser a vida das mulheres brasileiras, independentemente de ideologias.</p>
<p>&#8220;Esta comissão tem uma história de muitas lutas e conquistas. Como vice-presidente, meu compromisso é trabalhar ao lado da presidência e de todas as colegas para que o nosso foco seja um só: o direito e a dignidade de cada mulher deste País.&#8221; </p>
<p>A deputada Erika Kokay (PT-DF) destacou a instalação do colegiado como um momento de resistência. Ela defendeu a legitimidade da presidência eleita e criticou as tentativas de interditar o debate por meio de preconceitos. </p>
<p>Para a deputada, a comissão deve ser um espaço que acolha a diversidade de todas as mulheres brasileiras, sem exclusões.</p>
<p>&#8220;Nós não vamos aceitar que esta Casa seja palco para o ódio. Esta comissão trabalhará pela vida das mulheres, pela igualdade e, sobretudo, para que o Estado Brasileiro cumpra o seu papel de proteger quem está em vulnerabilidade.&#8221;</p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/camara-comissao-de-direitos-da-mulher-elege-primeira-presidente-trans" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Erika Hilton quer política de saúde mental para pessoas trans e travestis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Clique Notícias Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 18:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[deputada]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; O Projeto de Lei 130/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), institui uma política nacional de saúde mental para pessoas trans e travestis e prevê a criação de ambulatórios de atendimento multidisciplinar para essas pessoas nas capitais brasileiras e nas cidades com mais de 200 mil habitantes. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O projeto busca eliminar a invisibilização, a discriminação e o preconceito institucional contra as pessoas trans e travestis, contribuindo para a redução das desigualdades e para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). Entre os objetivos da política de saúde mental, estão: garantir às pessoas trans e travestis o direito à saúde integral, humanizada e de qualidade no SUS; sensibilizar os profissionais de saúde de que o processo psicoterapêutico...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="g-artigo__titulo"><span style="color: #666666; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 15px;">Clique Notícias Brasil (CNB) &#8211; O Projeto de Lei 130/25, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), institui uma política nacional de saúde mental para pessoas trans e travestis e prevê a criação de ambulatórios de atendimento multidisciplinar para essas pessoas nas capitais brasileiras e nas cidades com mais de 200 mil habitantes. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.</span></p>
<div class="g-artigo__texto-principal">
<div class="js-article-read-more">
<p>O projeto busca eliminar a invisibilização, a discriminação e o preconceito institucional contra as pessoas trans e travestis, contribuindo para a redução das desigualdades e para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<h3>Entre os objetivos da política de saúde mental, estão:</h3>
<ul>
<li>garantir às pessoas trans e travestis o direito à saúde integral, humanizada e de qualidade no SUS;</li>
<li>sensibilizar os profissionais de saúde de que o processo psicoterapêutico de pessoas trans e travestis não se restringe à tomada de decisão sobre cirurgias de redesignação sexual;</li>
<li>ampliar o acesso de pessoas trans e travestis aos serviços de saúde mental do SUS;</li>
<li>prevenir e reduzir os casos de suicídios de pessoas trans e travestis;</li>
<li>monitorar, avaliar e difundir os indicadores de saúde mental e de serviços para pessoas trans e travestis; e</li>
<li>garantir o respeito ao nome social, evitando que seja motivo de constrangimento e uma barreira de acesso aos serviços de saúde.</li>
</ul>
<p>O texto proíbe ainda que qualquer pessoa seja forçada a submeter-se a tratamento, procedimento ou teste com base na sua orientação sexual ou na sua identidade de gênero. As pessoas abrangidas pelo projeto também ficam protegidas de tratamentos e práticas de conversão da orientação sexual ou identidade de gênero.</p>
<h3><strong>Ambulatórios a pessoas trans</strong></h3>
<p>Os ambulatórios previstos na proposição deverão ser implementados em todas as capitais estaduais e nos municípios com mais de 200 mil habitantes, com o objetivo de ofertar atendimento especializado e humanizado em saúde mental e integral às pessoas trans e travestis. Eles deverão contar com equipes multiprofissionais capacitadas para atendimento em saúde mental, incluindo psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e demais profissionais de saúde, garantindo acolhimento adequado às necessidades dessa população.</p>
<p>Os estados e municípios deverão garantir orçamentos específicos para a implementação e a manutenção dos ambulatórios, podendo contar com recursos federais, estaduais e municipais, além de parcerias com instituições universitárias e de pesquisa em saúde e com organizações da sociedade civil.</p>
<h3><strong>Fatores</strong></h3>
<p>Citando o Panorama da Saúde Mental, elaborado pelo Instituto Cactus e Atlas Intel, Erika Hilton observa que a população trans e travesti no Brasil apresenta índices mais elevados de problemas de saúde mental em comparação à população geral.</p>
<p>“Os principais fatores de risco incluem a discriminação sexual, que é particularmente severa dentro da comunidade LGBTQIA+, afetando homens e mulheres transgêneros e se mostrando mais intensa para indivíduos não-binários, que enfrentam maior marginalização por não se encaixarem nas expectativas sociais tradicionais”, aponta a parlamentar. “O estigma social e a falta de apoio de familiares e amigos também geram sintomas como depressão que pode resultar em pensamentos suicidas e em tentativas de suicídio.”</p>
<p>Na avaliação de Erika, a construção de uma política específica para a saúde mental para pessoas trans e travestis poderá reduzir os impactos desses fatores de risco e promover o acesso a cuidados adequados. A política, segundo ela, forneceria suporte emocional e psicológico, promoveria aceitação social e familiar e garantiria que a identidade de gênero seja respeitada.</p>
<h3><strong>Próximos passos</strong></h3>
<p>O projeto de Erika Hilton será analisado em <span id="4322" class="termoGlossario" title="" contenteditable="false" data-toggle="tooltip" data-placement="top" data-original-title="Rito de tramitação pelo qual o projeto é votado apenas pelas comissões designadas para analisá-lo, dispensada a deliberação do Plenário. O projeto perde o caráter conclusivo se houver decisão divergente entre as comissões ou se, independentemente de ser aprovado ou rejeitado, houver recurso assinado por 52 deputados para a apreciação da matéria no Plenário.">caráter conclusivo</span> pelas comissões de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a medida precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.</p>
<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573454-SAIBA-MAIS-SOBRE-A-TRAMITACAO-DE-PROJETOS-DE-LEI" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei</a></p>
</div>
</div>
<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
<p><strong>LEIA MAIS:</strong></p>
<ul>
<li><a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/manchete/stf-avalia-possivel-fuga-de-bolsonaro-com-apoio-de-eduardo-nos-eua/">STF avalia possível fuga de Bolsonaro com apoio de Eduardo nos EUA</a></li>
</ul>
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