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	<title>trans Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>trans Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Primeira mulher trans promotora de Justiça do Brasil toma posse no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 13:10:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – A advogada Fabi Diniz de Queiroz Pilate tomou posse, nesta sexta-feira (31), como a primeira promotora de Justiça trans do Brasil aprovada em concurso público. A cerimônia, realizada pelo Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), também marcou a posse de outros quatro promotores substitutos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus (AM) – A advogada Fabi Diniz de Queiroz Pilate tomou posse, nesta sexta-feira (31), como a primeira promotora de Justiça trans do Brasil aprovada em concurso público. A cerimônia, realizada pelo Colégio de Procuradores de Justiça do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), também marcou a posse de outros quatro promotores substitutos que atuarão em comarcas do interior do estado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além de Fabi Diniz, foram empossados Gabriela Ferreira Alves da Silva, Vinicius Freires da Silva, Camyle Cavalcanti Leitão e Lina Cardoso Fernandes. Os novos membros atuarão, respectivamente, nas comarcas de Uarini, Ipixuna, Canutama, Jutaí e Tonantins, reforçando a presença institucional do MPAM no interior do Amazonas.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Posse representa marco para o Ministério Público</h2>
<p class="wp-block-paragraph">A posse de Fabi Diniz é considerada um momento histórico para o Ministério Público brasileiro por representar um avanço na inclusão e na diversidade dentro do sistema de Justiça.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Durante a cerimônia, a nova promotora afirmou que sua conquista vai além da trajetória pessoal e simboliza o fortalecimento dos princípios constitucionais da igualdade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“Não vejo apenas como uma conquista individual, e sim como um sinal de que a Constituição pode, pouco a pouco, concretizar sua promessa de igualdade. Essa posse demonstra que o serviço público pode refletir a pluralidade da sociedade à qual temos o dever de servir.”</p>
<h2 class="wp-block-heading">PGJ destaca fortalecimento institucional</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Ao abrir a sessão solene, a procuradora-geral de Justiça, Leda Mara Nascimento Albuquerque, afirmou que os novos promotores ingressam em uma instituição fortalecida, que tem investido em tecnologia, inovação, infraestrutura e modernização para ampliar o atendimento à população.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ela também ressaltou o significado da posse de Fabi Diniz para o Ministério Público brasileiro.</p>
<p class="wp-block-paragraph">“A sua conquista transcende a vitória pessoal e demonstra que a Constituição ganha vida quando as instituições públicas acolhem a pluralidade do nosso povo. Sua trajetória inspira a sociedade brasileira e reafirma o compromisso do Ministério Público com a diversidade, a inclusão e a proteção da dignidade humana.”</p>
<h2 class="wp-block-heading">Novos promotores reforçam atuação no interior</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Em nome da turma empossada, a promotora Gabriela Ferreira Alves da Silva destacou que o ingresso na carreira representa o compromisso de defender os direitos da população e fortalecer a atuação do Ministério Público nas regiões mais distantes da Amazônia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo ela, exercer a função ministerial no interior exige sensibilidade diante dos desafios sociais e geográficos do estado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Associação Amazonense do Ministério Público (AAMP), Kepler Antony Filho, incentivou os novos promotores a atuarem como agentes de transformação social, enquanto o vice-governador Serafim Corrêa destacou a importância da presença do Ministério Público nas cidades do interior.</p>
<h2 class="wp-block-heading">MPAM anuncia nova convocação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Ao encerrar a cerimônia, Leda Mara Albuquerque reafirmou que a missão dos novos promotores é servir à população amazonense com compromisso e responsabilidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A procuradora-geral informou ainda que o promotor substituto Zacarias Laureano de Souza Neto desistiu da posse para permanecer na carreira da magistratura no Acre. Com isso, o próximo candidato aprovado no concurso será convocado para completar o quadro de novos membros do Ministério Público do Amazonas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">LEIA MAIS:</p>
<p class="wp-block-paragraph">MPAM capacita promotores para atuação nas Eleições de 2026</p>
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		<title>Mãe e filha são presas um ano após ataque brutal contra mulher trans em Parintins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:30:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Darli da Silva Nunes e Darlyng da Silva Salvador foram presas nesta quinta-feira (9), um ano após esfaquearem Emilly, uma mulher trans, em Parintins, no interior do Amazonas. Mãe e filha estavam foragidas desde o ataque, ocorrido em 13 de julho de 2025, na Praça dos Bois. Agora, policiais localizaram as duas no bairro Cidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Darli da Silva Nunes e Darlyng da Silva Salvador foram presas nesta quinta-feira (9), um ano após esfaquearem Emilly, uma mulher trans, em Parintins, no interior do Amazonas. Mãe e filha estavam foragidas desde o ataque, ocorrido em 13 de julho de 2025, na Praça dos Bois. Agora, policiais localizaram as duas no bairro Cidade de Deus, na zona Norte de Manaus.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Prisão ocorreu após denúncias</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Equipes da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestro (DEHS) e da Delegacia Interativa de Parintins (DIP) realizaram a operação. Segundo a polícia, denúncias anônimas indicaram o paradeiro das suspeitas.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com as investigações, Darli e Darlyng fugiram de Parintins logo após o crime. Além disso, a Justiça decretou a prisão preventiva das duas ainda em 2025. No entanto, elas continuaram foragidas até a polícia encontrá-las em Manaus.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Mulher trans ficou gravemente ferida</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Emilly sofreu golpes de faca dentro de um bar na Praça dos Bois, um dos pontos mais movimentados de Parintins. Além disso, vídeos gravados por testemunhas registraram o momento em que ela recebeu uma facada no abdômen, diante de clientes que estavam no estabelecimento.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A equipe de resgate socorreu a vítima e a levou ao Hospital Regional Jofre Cohen. Conforme a polícia, Emilly sofreu múltiplas lesões por arma branca e, desde então, enfrenta sequelas que ainda comprometem seu estado de saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Polícia aponta vingança como motivação</h2>
<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontam que o crime pode ter sido motivado por uma desavença ocorrida meses antes do ataque. Na ocasião, Emilly teria se envolvido em uma briga com Darli em um posto de combustíveis. Durante a confusão, Darlyng sofreu um corte no rosto. Por isso, a polícia acredita que mãe e filha decidiram atacar a vítima por vingança.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Após a prisão, os policiais encaminharam Darli e Darlyng para exame de corpo de delito. Em seguida, elas seguiram à disposição da Justiça.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Veja vídeo: </p>
<p><video height="1024" style="aspect-ratio: 576 / 1024;" width="576" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Video-2026-07-09-at-11.57.37.mp4"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Professora morre por infecção conhecida como ‘doença do pombo’ em Manaus</p>
<p class="wp-block-paragraph">Onde assistir França x Marrocos hoje? Veja horário e escalações pelas quartas da Copa</p>
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		<title>Vigilante é preso após atirar em mulher trans por se recusar a pagar programa sexual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 17:46:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um vigilante identificado como Raymison, de 40 anos, foi preso na segunda-feira (6) por suspeita de tentar matar uma mulher trans, de 37 anos, após se recusar a pagar por um programa sexual em Manaus. A vítima levou um tiro e ficou abandonada em uma área de mata no bairro Japiim, na zona Sul da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Um vigilante identificado como Raymison, de 40 anos, foi preso na segunda-feira (6) por suspeita de tentar matar uma mulher trans, de 37 anos, após se recusar a pagar por um programa sexual em Manaus. A vítima levou um tiro e ficou abandonada em uma área de mata no bairro Japiim, na zona Sul da capital. No entanto, ela sobreviveu.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo a investigação, o crime aconteceu no dia 21 de junho. A mulher, que trabalha como profissional do sexo, contou que o suspeito a abordou em uma avenida da zona Sul. Em seguida, os dois combinaram um programa.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Depois disso, eles seguiram de carro até um posto de combustíveis, onde fizeram o programa. No entanto, uma discussão começou porque, segundo a vítima, o homem se recusou a fazer o pagamento combinado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), durante a discussão, o suspeito dirigiu até uma área de mata no bairro e atirou contra a mulher. Mesmo gravemente ferida, ela conseguiu sobreviver. Além disso, moradores da região a encontraram e a levaram para um hospital.</p>
<h3 class="wp-block-heading">Veículo levou policiais até o suspeito</h3>
<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontaram que o carro usado no crime pertencia a uma empresa de segurança privada. Além disso, os policiais identificaram que, no dia do crime, o veículo estava vinculado a uma base operacional instalada em uma universidade de Manaus.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Com o avanço das investigações, a Justiça expediu um mandado de prisão preventiva. Em seguida, os policiais prenderam o suspeito no bairro Colônia Terra Nova, na zona Norte da cidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Os agentes levaram o vigilante para o 3º Distrito Integrado de Polícia (DIP), onde ele responderá por tentativa de homicídio qualificado. Por fim, ele passará por audiência de custódia e permanecerá à disposição da Justiça.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Veja vídeo: </p>
<p><video height="832" style="aspect-ratio: 464 / 832;" width="464" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Video-2026-07-07-at-12.51.55.mp4"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Quando volta o Brasileirão? Saiba a data dos próximos jogos da Série A</p>
<p class="wp-block-paragraph">Morre Benedito Ruy Barbosa, autor de “Pantanal”, “O Rei do Gado” e outros clássicos da TV</p>
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		<item>
		<title>Orgulho LGBT: pessoas trans celebram projeto de inclusão pelo futebol</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/orgulho-lgbt-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 21:24:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>“Meninas de um lado. Meninos de outro”. Na escola ou na faculdade de educação física, o educador físico brasiliense Loeh da Silva Araújo, de 32 anos, homem trans, não esperava esse tipo de orientação. Brasília (DF), 28/06/2026 &#8211; Loeh da Silva Araújo, professor. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil “E agora?”, se perguntava. Hoje, o professor, como repudia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Meninas de um lado. Meninos de outro”. Na escola ou na faculdade de educação física, o educador físico brasiliense Loeh da Silva Araújo, de 32 anos, homem trans, não esperava esse tipo de orientação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Orgulho-LGBT-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Orgulho-LGBT-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 28/06/2026 - Loeh da Silva Araújo, durante entrevista para a Agência Brasil, em evento do Dia do orgulho LGBT+ no Eixão do Lazer. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília (DF), 28/06/2026 &#8211; Loeh da Silva Araújo, professor. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>“E agora?”, se perguntava. Hoje, o professor, como repudia a exclusão, abraçou um projeto que reúne pessoas trans masculinas e femininas para jogar futebol em espaços públicos no Distrito Federal. </p>
<p>“Mas é muito mais do que futebol. Conversamos, nos unimos, cuidamos da nossa saúde mental, nos conhecemos e não nos sentimos mais solitários”, diz o professor.</p>
<p>Ele participou, neste domingo (28), de uma celebração do Dia do Orgulho LGBTQIA+ no centro de Brasília. </p>
<p>No evento, aproveitou para pedir visibilidade ao projeto “Instituto Menines Bons de Bola”, que se reúne às quintas e domingos em nome de pertencimento, um “golaço” dentro e fora das quadras. Já são 150 pessoas inscritas.</p>
<p>Para ele, é fundamental garantir espaço de visibilidade, representação e união para um público que lida diariamente com hostilidades e processos de exclusão.</p>
<p>O coordenador do núcleo trans do grupo ativista Estruturação, Ceu Otaviano, de 37 anos, avalia que pessoas trans têm sido excluídas de práticas esportivas.</p>
<p>“O projeto do futebol ajuda na saúde mental de muitas pessoas”. </p>
<h2>Inclusão</h2>
<p>Entre as participantes, a lojista Mayura Kali, de 24 anos, gostaria de ter mais tempo para a prática esportiva, mas ainda trabalha em escala de seis dias trabalhados para um de descanso (6&#215;1).</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782681891_943_Orgulho-LGBT-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 28/06/2026 - Mayura Kali, durante entrevista para a Agência Brasil, em evento do Dia do orgulho LGBT+ no Eixão do Lazer. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília (DF), 28/06/2026 &#8211; Mayura Kali, de 24 anos, gostaria de ter mais tempo para a prática esportiva. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>“Mas quando chego no futebol, tudo fica melhor. Já me destaquei no gol. Agora sou atacante. No futebol, posso ter conversas que não tenho no trabalho”.</p>
<p>Da mesma forma, a autônoma Lilith Lunar, de 25 anos, que trabalha como artesã e bartender.</p>
<p>“Esses encontros que nos proporcionamos nos fortalecem para o dia a dia da vida da gente, que é tão difícil”. </p>
<h2>Espaços violentos </h2>
<p>O professor Loeh lamenta que recebe das participantes um retorno que muitos não gostavam das aulas de educação física da escola, porque quadras e vestiários eram reconhecidos como espaços de violência, incluindo de agressões físicas a bullying. </p>
<p>“Precisamos escolher os espaços que frequentamos para que sejam de construção e que a gente possa se blindar das violências”, afirma.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782681891_153_Orgulho-LGBT-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 28/06/2026 - Lilith Lunar, durante entrevista para a Agência Brasil, em evento do Dia do orgulho LGBT+ no Eixão do Lazer. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília (DF), 28/06/2026 &#8211; Lilith Lunar, de 25 anos, que trabalha como artesã e bartender. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>O professor diz que, enquanto as pessoas esperam a hora de jogar, durante os revezamentos em quadra, podem desabafar. “Piadinhas ou apelidos não autorizados são proibidos na nossa atividade”.</p>
<h2>Sonho de pai</h2>
<p>Para o professor, o projeto mostra que a população tem possibilidades de viver e se divertir.</p>
<p>“Não é só estar vivo. Além de uma época de luta, é tempo comemoração também”.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/06/1782681891_155_Orgulho-LGBT-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF), 28/06/2026 - Daymon Luis, durante entrevista para a Agência Brasil, em evento do Dia do orgulho LGBT+ no Eixão do Lazer. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/></p>
<p><h6 class="meta">Brasília (DF), 28/06/2026 &#8211; Daymon Luiz durante evento do Dia do Orgulho LGBTQIA+. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</h6>
</p>
<p>Entre as pessoas que celebravam a data, outro atleta era Daymon Luiz, de 27 anos, que ama o futebol e trabalha em uma rede de bares no Distrito Federal. </p>
<p>Ele, que já teve uma gestação, é pai de uma menina de três anos de idade.</p>
<p>“Eu a levo para o futebol e também para os nossos atos. Ela é uma menina preta e já conversamos com ela sobre diversidade. Espero que, quando ela crescer, o mundo seja bem melhor”. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-06/orgulho-lgbt-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/orgulho-lgbt-pessoas-trans-celebram-projeto-de-inclusao-pelo-futebol/">Orgulho LGBT: pessoas trans celebram projeto de inclusão pelo futebol</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<title>VÍDEO: Lup Moara faz história e estreia como primeira Tuxaua trans do Caprichoso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 15:28:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lup Moara fez sua estreia no Festival de Parintins, neste sábado (27), entrando para a história como a primeira Tuxaua trans do Boi Caprichoso. A apresentação ocorreu no Bumbódromo e marcou um momento inédito na cultura popular amazônica. Além disso, a artista visual e performática foi anunciada oficialmente pelo Caprichoso como a primeira pessoa trans [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Lup Moara fez sua estreia no Festival de Parintins, neste sábado (27), entrando para a história como a primeira Tuxaua trans do Boi Caprichoso. A apresentação ocorreu no Bumbódromo e marcou um momento inédito na cultura popular amazônica.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a artista visual e performática foi anunciada oficialmente pelo Caprichoso como a primeira pessoa trans a assumir o item Tuxaua, função que representa liderança, força e ancestralidade indígena dentro do espetáculo.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Caprichoso reforça diversidade e representatividade</h2>
<p class="wp-block-paragraph">O anúncio da escolha de Lup Moara também reforça o movimento de ampliação da representatividade no Festival de Parintins. Dessa forma, o Caprichoso insere no centro da arena uma narrativa de diversidade e inclusão na cultura popular.</p>
<p class="wp-block-paragraph">O item Tuxaua, tradicionalmente ligado à liderança e à força indígena, ganha, assim, um novo marco histórico com a presença da artista.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais:</p>
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		<title>VÍDEO: Mulher trans é encontrada morta com cabelo raspado em igarapé de Manaus</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/video-mulher-trans-e-encontrada-morta-com-cabelo-raspado-em-igarape-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 16:18:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manaus (AM) – Um corpo foi encontrado boiando na manhã desta quarta-feira (17) em um igarapé localizado atrás do restaurante Bosque Grill, na avenida Constantino Nery, bairro Chapada, zona Centro-Sul de Manaus. A vítima foi localizada por funcionários da área, que acionaram a polícia após perceberem o cadáver na água. Segundo informações preliminares, o corpo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">Manaus (AM) – Um corpo foi encontrado boiando na manhã desta quarta-feira (17) em um igarapé localizado atrás do restaurante Bosque Grill, na avenida Constantino Nery, bairro Chapada, zona Centro-Sul de Manaus. A vítima foi localizada por funcionários da área, que acionaram a polícia após perceberem o cadáver na água.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo informações preliminares, o corpo seria de uma mulher trans. A vítima apresentava sinais de tortura e teria sido morta por esganadura. Ela foi encontrada com os cabelos raspados. Um dos funcionários precisou segurar o corpo para impedir que a correnteza o arrastasse pelo igarapé antes da chegada da polícia.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A vítima estava com o cabelo raspado e vestia blusa preta e short jeans. Após a análise pericial, o Instituto Médico Legal (IML) realizou a remoção do cadáver. </p>
<p class="wp-block-paragraph">As causas da morte ainda são desconhecidas e deverão ser esclarecidas durante as investigações da 22ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP).</p>
<p class="wp-block-paragraph">Veja vídeo: </p>
<p><video height="1024" style="aspect-ratio: 576 / 1024;" width="576" controls="" src="https://emtempo.com.br/wp-content/uploads/2026/06/WhatsApp-Video-2026-06-17-at-11.33.35.mp4"/></p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">VÍDEO: Casal fica ferido em grave acidente envolvendo três veículos na Avenida Laguna, em Manaus</p>
<p class="wp-block-paragraph">VÍDEO: Homem coloca fogo em posto após reclamar de gasolina adulterada</p>
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		<title>SBT coloca primeira apresentadora trans na bancada de um telejornal brasileiro</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/sbt-coloca-primeira-apresentadora-trans-na-bancada-de-um-telejornal-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 15:09:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A apresentadora trans Lisa Gomes foi escolhida pelo SBT para integrar a bancada do SBT News e fará história na televisão brasileira. Com a escalação, a jornalista se torna a primeira mulher trans a comandar oficialmente um telejornal no país. A estreia da jornalista ocorrerá no domingo, dia 7 de junho. Nesse sentido, a transmissão [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A apresentadora trans Lisa Gomes foi escolhida pelo SBT para integrar a bancada do SBT News e fará história na televisão brasileira. Com a escalação, a jornalista se torna a primeira mulher trans a comandar oficialmente um telejornal no país.</p>
<p class="wp-block-paragraph">A estreia da jornalista ocorrerá no domingo, dia 7 de junho. Nesse sentido, a transmissão fará parte da cobertura da Parada LGBT+ de São Paulo. Portanto, a escala prevê a permanência da apresentadora no ar entre as 12h30 e as 18h.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Antes de mais nada, Lisa Gomes já integrava a equipe da emissora paulista. Ela atuava como repórter nos programas <em>Aqui Agora</em> e <em>SBT Notícias</em>. Além disso, a profissional fez participações como correspondente no <em>SBT Brasil</em>.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o comitê interno da empresa celebrou a escolha da nova âncora. A chefia avaliará o desempenho após a transmissão. Consequentemente, o resultado determinará futuras oportunidades fixas na função.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais: </p>
<p class="wp-block-paragraph">Rei Charles III confirma medida para banir terapia de conversão LGBTQIA+</p>
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		<title>Documentário destaca vivências trans e prevenção ao HIV no AM</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cotidiano/documentario-destaca-vivencias-trans-e-prevencao-ao-hiv-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2026 18:26:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O documentário “ASSOTRAM: Vozes que Transformam” reuniu mais de 80 pessoas neste fim de semana no Palácio da Justiça, em Manaus. A sessão trouxe emoção, representatividade e, além disso, estimulou o debate sobre saúde pública, direitos humanos e inclusão social. A produção destaca as ações de sensibilização que a ASSOTRAM realiza junto a profissionais do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O documentário <em>“ASSOTRAM: Vozes que Transformam”</em> reuniu mais de 80 pessoas neste fim de semana no Palácio da Justiça, em Manaus. A sessão trouxe emoção, representatividade e, além disso, estimulou o debate sobre saúde pública, direitos humanos e inclusão social.</p>
<p>A produção destaca as ações de sensibilização que a ASSOTRAM realiza junto a profissionais do sexo, especialmente mulheres trans e travestis. Nesse sentido, o foco recai na prevenção ao HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto amplia visibilidade e reconhecimento</h2>
<p>O evento reuniu integrantes da associação, participantes do documentário, apoiadores e o público em geral. Dessa forma, o encontro fortaleceu a visibilidade do projeto e, ao mesmo tempo, reconheceu o trabalho desenvolvido na capital amazonense.</p>
<p>Idealizado por Paulla Baçal, o documentário integrou o edital da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), voltado à população trans. Além disso, a obra nasce da vivência direta nas ações que a entidade desenvolve desde 2017.</p>
<p>A produção conta com a parceria da Ybá Criativa. À frente da realização audiovisual, Roberto Fernandes conduziu o projeto e contribuiu para dar forma às narrativas apresentadas.</p>
<p>“O documentário ASSOTRAM: Vozes que Transformam, contemplado no edital PNAB Ciclo 2 para Pessoas Trans, tem como objetivo trazer luz ao trabalho de abordagem de sensibilização que a ASSOTRAM faz com as profissionais do sexo, mulheres trans e travestis. Então é enfatizar e mostrar também a necessidade de mais políticas públicas voltadas para nossa população. A ASSOTRAM foi fundada por quatro mulheres trans que se uniram, cansadas de ver tantas associações LGBTs sendo lideradas por pessoas cisgêneras, que não nos representavam tanto quanto nós mesmas. Então a ASSOTRAM surge dessa necessidade de maior representatividade”, destacou Paulla.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Relatos e ações em campo</h2>
<p>Ao longo do documentário, o público acompanha ações práticas nas ruas, como a distribuição de insumos e as orientações sobre saúde sexual. Além disso, relatos evidenciam o impacto direto dessas iniciativas na vida das pessoas atendidas.</p>
<p>A produção reúne diferentes vozes que constroem esse retrato social. Entre os participantes, estão representantes do poder público, profissionais da saúde e integrantes da associação. Assim, o documentário amplia o debate sobre cuidado, acolhimento e acesso à saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Trabalho coletivo e impacto social</h2>
<p>Para Joyce Gomes, assistente social e cofundadora da ASSOTRAM, o lançamento simboliza anos de dedicação e atuação contínua.</p>
<p>“Eu sou uma cofundadora da ASSOTRAM, hoje estou como assistente social. O projeto materializa todas as atividades que a gente já vem desenvolvendo, principalmente em relação à abordagem social, e a sensação é de dever cumprido, uma sensação que conforta o coração, de poder ajudar outras pessoas. Ver isso ser externalizado é algo que nos enche de orgulho”, afirmou.</p>
<p>Além da exibição, o encontro promoveu a troca de experiências entre o público e as participantes. Com isso, fortaleceu o diálogo sobre a importância de políticas públicas voltadas à população trans e ampliou a discussão sobre acesso à saúde.</p>
<p>Joyce Gomes</p>
<p><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" width="740" height="411" data-id="461144" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/1776796000_62_Documentario-destaca-vivencias-trans-e-prevencao-ao-HIV-no-AM.jpeg?resize=740%2C411&#038;ssl=1" alt="" class="wp-image-461144"  />Paulla Baçal<br />
FOTOS: Cristie Sicsú</p>
<h2 class="wp-block-heading">Lançamento online amplia alcance</h2>
<p>O documentário chegará ao YouTube ainda este mês, no canal @souauroraboreal. Além disso, o projeto também contará com conteúdos complementares no Instagram @vozesquetransformam.doc. Dessa maneira, a iniciativa amplia o alcance das histórias e reforça a visibilidade das pautas apresentadas.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<title>Mulher trans chega à universidade 25 anos após violência na escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 14:41:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de ser obrigada a deixar os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de ser obrigada a deixar os estudos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-violencia-na.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas. </p>
<p>“Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era transfobia, o que era bullying. Para mim, era uma brincadeira normal”, contou.</p>
<p>Durante os 25 anos que ficou afastada da escola, Sabriiny encontrou dificuldades no mercado de trabalho, chegou a atuar um pouco como cabeleireira, mas confessa que se sentia incompleta. </p>
<p>Foi motivada por amigos e pelo desejo de mudar a própria história, que ela deu uma nova chance aos estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA). </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Sabriiny Fogaça (C) foi aprovada pelo Enem para UFRRJ &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
</p>
<h2>Volta às aulas</h2>
<p>Com alunos de idades diferentes e histórias de vida diversas, Sabriiny Fogaça se sentiu acolhida pelo ambiente do Colégio Estadual Barão de Tefé, em Seropédica, região metropolitana do Rio de Janeiro. Uma história diferente da que passou na juventude.</p>
<p>“Meu receio era de passar tudo o que eu passei na minha infância, entendeu? Quando eu botei o pé na porta da escola, eu fiquei com aquele receio, pensei, poxa, será que vão me aceitar? Será que vão me entender do jeito que eu sou?”. </p>
<p>Como resultado, ela se viu engajada com a escola e chegou a participar de projetos em sala de aula. Um deles o Alunos Autores, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc RJ), em que alunos da rede pública de ensino publicaram uma coletânea de contos. </p>
<p>Sabriiny prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) duas vezes, e foi aprovada em ambas. A primeira para Licenciatura em Educação do Campo, e a outra, em 2026, para Licenciatura em Educação Especial, seu curso de escolha.</p>
<p>“Eu sempre tive um olhar sensível para as diferenças, acredito muito que eu quero contribuir a todas as pessoas, que todas as pessoas tenham acesso à educação, porque a educação faz parte da vida de todo mundo. As minhas expectativas são aprender bastante e me tornar uma profissional que realmente faça a diferença”, diz. </p>
<p>Ela foi eleita Diretora de Diversidade do Diretório Acadêmico do curso de Educação Especial, e está confiante que essa será a sua primeira, mas não a única, graduação. </p>
<p>Sabriiny pretende voltar à universidade para realizar o sonho de cursar Serviço Social e construir uma carreira na educação especial. </p>
<p>“Eu quero mostrar que nunca é tarde pra começar. Eu sei que vai ser difícil, uma mulher trans arrumar um emprego em uma escola. Vão ter barreiras para enfrentar, para dar aula, ensinar as pessoas, porque tem aquele olhar de preconceito. Mas eu vou continuar prosseguindo”, ressalta. </p>
<h2>EJA</h2>
<p>Atualmente, há cerca de 2,4 milhões de estudantes na EJA, de acordo com dados do Censo Escolar 2024. Desses, 2,2 milhões estão na rede pública em todo o país. </p>
<p>Os estudantes da EJA são minoria na educação básica &#8211; ensino infantil ao ensino médio &#8211; com um total de 47 milhões de estudantes em todo o país.  </p>
<p>A porcentagem de estudantes nessa modalidade que acessa o ensino superior no ano seguinte ao que conclui o ensino médio, é menor do que na modalidade regular. Enquanto no ensino regular a aprovação no ensino superior logo que terminam os estudos é de 30%, na EJA, esse percentual cai para 9%. </p>
<p>Os dados são do Censo do Censo da Educação Superior 2023. </p>
<p>A EJA é uma modalidade da educação básica destinada a jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso e/ou não concluíram os estudos. Na EJA é possível cursar o ensino fundamental e o médio. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774189802_12_Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal<br type="_moz"/><br />
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<h2>Ensino Superior</h2>
<p>Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra), de 2024, apenas 0,3% da população trans e travesti consegue acessar o ensino superior. E mais de 70% não completaram o ensino médio. </p>
<p>De acordo com a entidade, a exclusão nesses espaços se deve à transfobia institucional e social, com baixíssimos índices de escolarização e formação profissional.</p>
<p>Algumas medidas têm sido tomadas nos últimos anos para garantir a permanência desses grupos na educação superior. </p>
<p>Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans, sendo 13 no Sudeste; quatro no Sul; 13 no Nordeste; três no Centro-Oeste e cinco no Norte. </p>
<p>Para além da garantia de entrada, a Antra reforça que é preciso pensar em políticas de permanência para que os estudantes possam concluir seus estudos, como comissões de acompanhamento, assistências específicas e espaços de segurança e acolhimento. </p>
<p><em>* Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia</em> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/mulher-trans-chega-universidade-25-anos-apos-viol%C3%AAncia-na-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Mulher trans chega à universidade 25 anos após abandonar a escola</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 14:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de abandonar os estudos.  Ela deixou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os caminhos da educação formal são diferentes para cada pessoa e, para algumas, frequentar a sala de aula é um privilégio. É o caso de Sabriiny Fogaça Lopes, de 41 anos, uma mulher trans que foi aprovada na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) 25 anos depois de abandonar os estudos. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Ela deixou a escola aos 15 anos de idade, por conta de discriminações e repressões severas que sofria de outros alunos. Em certos momentos, chegou a vivenciar agressões físicas. </p>
<p>“Eu gostava de frequentar a escola. Eu via a escola como algo tão importante, porque eu gostava de ler, eu gostava de participar de todos os projetos. Eu deixei de estudar porque eu sofria muito na escola. Naquela época, eu não sabia o que era transfobia, o que era bullying. Para mim, era uma brincadeira normal”, contou.</p>
<p>Durante os 25 anos que ficou afastada da escola, Sabriiny encontrou dificuldades no mercado de trabalho, chegou a atuar um pouco como cabeleireira, mas confessa que se sentia incompleta. </p>
<p>Foi motivada por amigos e pelo desejo de mudar a própria história, que ela deu uma nova chance aos estudos por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA). </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Sabriiny Fogaça (C) foi aprovada pelo Enem para UFRRJ &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
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<h2>Volta às aulas</h2>
<p>Com alunos de idades diferentes e histórias de vida diversas, Sabriiny Fogaça se sentiu acolhida pelo ambiente do Colégio Estadual Barão de Tefé, em Seropédica, região metropolitana do Rio de Janeiro. Uma história diferente da que passou na juventude.</p>
<p>“Meu receio era de passar tudo o que eu passei na minha infância, entendeu? Quando eu botei o pé na porta da escola, eu fiquei com aquele receio, pensei, poxa, será que vão me aceitar? Será que vão me entender do jeito que eu sou?”. </p>
<p>Como resultado, ela se viu engajada com a escola e chegou a participar de projetos em sala de aula. Um deles o Alunos Autores, em parceria com a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro (Seeduc RJ), em que alunos da rede pública de ensino publicaram uma coletânea de contos. </p>
<p>Sabriiny prestou o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) duas vezes, e foi aprovada em ambas. A primeira para Licenciatura em Educação do Campo, e a outra, em 2026, para Licenciatura em Educação Especial, seu curso de escolha.</p>
<p>“Eu sempre tive um olhar sensível para as diferenças, acredito muito que eu quero contribuir a todas as pessoas, que todas as pessoas tenham acesso à educação, porque a educação faz parte da vida de todo mundo. As minhas expectativas são aprender bastante e me tornar uma profissional que realmente faça a diferença”, diz. </p>
<p>Ela foi eleita Diretora de Diversidade do Diretório Acadêmico do curso de Educação Especial, e está confiante que essa será a sua primeira, mas não a única, graduação. </p>
<p>Sabriiny pretende voltar à universidade para realizar o sonho de cursar Serviço Social e construir uma carreira na educação especial. </p>
<p>“Eu quero mostrar que nunca é tarde pra começar. Eu sei que vai ser difícil, uma mulher trans arrumar um emprego em uma escola. Vão ter barreiras para enfrentar, para dar aula, ensinar as pessoas, porque tem aquele olhar de preconceito. Mas eu vou continuar prosseguindo”, ressalta. </p>
<h2>EJA</h2>
<p>Atualmente, há cerca de 2,4 milhões de estudantes na EJA, de acordo com dados do Censo Escolar 2024. Desses, 2,2 milhões estão na rede pública em todo o país. </p>
<p>Os estudantes da EJA são minoria na educação básica &#8211; ensino infantil ao ensino médio &#8211; com um total de 47 milhões de estudantes em todo o país.  </p>
<p>A porcentagem de estudantes nessa modalidade que acessa o ensino superior no ano seguinte ao que conclui o ensino médio, é menor do que na modalidade regular. Enquanto no ensino regular a aprovação no ensino superior logo que terminam os estudos é de 30%, na EJA, esse percentual cai para 9%. </p>
<p>Os dados são do Censo do Censo da Educação Superior 2023. </p>
<p>A EJA é uma modalidade da educação básica destinada a jovens, adultos e idosos que não tiveram acesso e/ou não concluíram os estudos. Na EJA é possível cursar o ensino fundamental e o médio. </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774189802_12_Mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="Rio de janeiro (RJ), 19/03/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Mulher trans chega a universidade 25 anos após abandonar a escola. Sabriiny Fogaça foi aprovada pelo Enem para UFRRJ. Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal" title="Sabriiny Fogaça/Arquivo Pessoal"/></p>
<p><h6 class="meta">Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans &#8211; Foto: Sabriiny Fogaça/Arquivo pessoal</h6>
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<h2>Ensino Superior</h2>
<p>Segundo dados da Associação Nacional de Travestis e Transsexuais (Antra), de 2024, apenas 0,3% da população trans e travesti consegue acessar o ensino superior. E mais de 70% não completaram o ensino médio. </p>
<p>De acordo com a entidade, a exclusão nesses espaços se deve à transfobia institucional e social, com baixíssimos índices de escolarização e formação profissional.</p>
<p>Algumas medidas têm sido tomadas nos últimos anos para garantir a permanência desses grupos na educação superior. </p>
<p>Atualmente, 38 universidades públicas no Brasil, entre estaduais e federais, oferecem cotas para pessoas trans, sendo 13 no Sudeste; quatro no Sul; 13 no Nordeste; três no Centro-Oeste e cinco no Norte. </p>
<p>Para além da garantia de entrada, a Antra reforça que é preciso pensar em políticas de permanência para que os estudantes possam concluir seus estudos, como comissões de acompanhamento, assistências específicas e espaços de segurança e acolhimento. </p>
<p><em>* Estagiária sob supervisão da jornalista Mariana Tokarnia</em> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/mulher-trans-chega-universidade-25-anos-apos-abandonar-escola" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/mulher-trans-chega-a-universidade-25-anos-apos-abandonar-a-escola/">Mulher trans chega à universidade 25 anos após abandonar a escola</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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