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	<title>transferir Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>transferir Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Médica citou risco de morte ao transferir Bolsonaro para hospital</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/medica-citou-risco-de-morte-ao-transferir-bolsonaro-para-hospital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:04:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A médica plantonista que atendeu Jair Bolsonaro na prisão relatou que a transferência para o Hospital DF Star, na semana passada, ocorreu em razão do &#8220;risco de morte&#8221; do ex-presidente, que se recupera de um quadro de broncopneumonia bacteriana. Na sexta-feira (13), Bolsonaro passou mal na prisão e foi transferido às pressas para a unidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A médica plantonista que atendeu Jair Bolsonaro na prisão relatou que a transferência para o Hospital DF Star, na semana passada, ocorreu em razão do &#8220;risco de morte&#8221; do ex-presidente, que se recupera de um quadro de broncopneumonia bacteriana.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Medica-citou-risco-de-morte-ao-transferir-Bolsonaro-para-hospital.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Na sexta-feira (13), Bolsonaro passou mal na prisão e foi transferido às pressas para a unidade hospitalar, onde continua internado. </p>
<p>A transferência foi comunicada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela direção da Papudinha, como é conhecida a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.</p>
<p>Bolsonaro está custodiado no presídio para cumprir pena de 27 anos e três meses de prisão pela condenação no processo da trama golpista.</p>
<p>No relatório enviado ao Supremo, o presídio comunicou oficialmente ao ministro que realizou a escolta para o hospital.</p>
<p>&#8220;A escolta teve início às 6h52, após avaliação e determinação da médica de plantão, Dra Ana Cristina, em razão do risco de morte do custodiado. O trajeto foi concluído por volta das 8h55, com chegada no Hospital DF Star&#8221;, diz o relatório.</p>
<p>Após o ex-presidente passar mal, a defesa fez novo pedido de prisão domiciliar a Moraes. Não há prazo para decisão.</p>
<p>De acordo com boletim médico divulgado na manhã de hoje (20), o ex-presidente segue internado e não tem previsão de alta.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-03/medica-citou-risco-de-morte-ao-transferir-bolsonaro-para-hospital" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Trio ligado ao CV obriga vítima a transferir R$ 500 mil durante cárcere</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/cidades/trio-ligado-ao-cv-obriga-vitima-a-transferir-r-500-mil-durante-carcere/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 13:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu, nesta sexta-feira (13), três homens suspeitos de roubar e manter uma vítima em cárcere privado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Durante o crime, os suspeitos obrigaram a vítima a realizar transferências bancárias que somaram cerca de R$ 500 mil. Segundo as investigações, os [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu, nesta sexta-feira (13), três homens suspeitos de roubar e manter uma vítima em cárcere privado em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Durante o crime, os suspeitos obrigaram a vítima a realizar transferências bancárias que somaram cerca de R$ 500 mil.</p>
<p>Segundo as investigações, os criminosos faziam parte de um grupo organizado ligado à facção Comando Vermelho, com funções bem definidas na prática do crime.</p>
<p>Crime começou durante visita a imóvel para aluguel</p>
<p>De acordo com a polícia, a ação criminosa começou quando a vítima realizou uma suposta visita a um imóvel para aluguel em Duque de Caxias. No local, os suspeitos assumiram o controle da residência e mantiveram a pessoa sob ameaça, obrigando-a a realizar diversas transferências bancárias.</p>
<p>Familiares da vítima, que tinham acesso às contas bancárias, perceberam movimentações financeiras atípicas e acionaram a polícia.</p>
<p>Investigação identificou integrantes do grupo</p>
<p>Policiais civis da 59ª Delegacia de Polícia de Duque de Caxias acionaram a Delegacia Antissequestro do Rio de Janeiro para auxiliar nas investigações.</p>
<p>Com base em trabalhos de inteligência, os agentes identificaram um homem que teria recebido depósitos provenientes do crime e localizaram endereços ligados a ele.</p>
<p>Segundo a polícia, após obterem os valores, os criminosos movimentavam o dinheiro para evitar rastreamento e se escondiam em áreas dominadas pelo Comando Vermelho, acreditando que não seriam localizados.</p>
<p>Suspeito foi encontrado na Penha</p>
<p>Um dos suspeitos foi localizado no bairro da Penha, Rio de Janeiro e conduzido para prestar depoimento. Durante a oitiva, ele revelou informações importantes para o avanço das investigações, incluindo a identidade de outro criminoso que teria recrutado integrantes para o esquema.</p>
<p>A polícia também identificou outro suspeito responsável por receber valores provenientes das transferências realizadas pela vítima.</p>
<p>Os três homens foram autuados em flagrante pelos crimes de roubo com restrição de liberdade da vítima e associação criminosa.</p>
<p>Polícia busca outros integrantes da quadrilha</p>
<p>As investigações continuam para identificar e localizar outros integrantes da organização criminosa envolvida no caso.</p>
<p><em>*Com informações do Extra</em></p>
<p>Leia mais:</p>
<p>Ataque a tiros deixa alunos e professora feridos em escola</p>
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		<title>Frigorífico é obrigado a transferir grávidas de setor após abortos</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/frigorifico-e-obrigado-a-transferir-gravidas-de-setor-apos-abortos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Mar 2026 13:12:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eram 3h40 da manhã quando uma trabalhadora venezuelana, grávida de oito meses, em um frigorífico da MBRF, em Lucas do Rio Verde (GO), teve dores, tontura e falta de ar. Chegou a ser impedida de sair pela chefia sob o pretexto que prejudicaria a produção, segundo divulgou a Justiça do Trabalho. O resultado é que ela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eram 3h40 da manhã quando uma trabalhadora venezuelana, grávida de oito meses, em um frigorífico da MBRF, em Lucas do Rio Verde (GO), teve dores, tontura e falta de ar. Chegou a ser impedida de sair pela chefia sob o pretexto que prejudicaria a produção, segundo divulgou a Justiça do Trabalho. O resultado é que ela entrou em trabalho de parto na portaria da empresa e as filhas gêmeas não sobreviveram.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Frigorifico-e-obrigado-a-transferir-gravidas-de-setor-apos-abortos.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Quase dois anos depois daquele 23 de abril de 2024, um acordo judicial firmado nesta semana entre a empresa e o Ministério Público do Trabalho (MPT), diante da juíza Priscila Assunção Lopes Nunes, da Vara do Trabalho da cidade, garante que gestantes devem trabalhar afastadas de ambientes com excesso de ruído (acima de 80 decibéis). </p>
<p>Segundo apurou o MPT, na empresa, foram detectados ambientes nos frigoríficos com 93 decibéis. Incidências de abortos ou ameaças de aborto eram, segundo a procuradora Priscila Dibi Schvarcz, do MPT, em entrevista à Agência Brasil, relacionados à exposição de trabalhadoras a ruídos acima do nível máximo.</p>
<h2>144 ocorrências</h2>
<p>O caso, ocorrido há dois anos com a trabalhadora venezuelana, não foi isolado. Um levantamento da procuradoria identificou 144 ocorrências de aborto ou ameaça de aborto relacionados a 116 trabalhadoras. </p>
<p>Houve ainda 71 atestados médicos referentes ou agravados pela exposição ao ruído intenso, incluindo hipertensão arterial, pré-eclâmpsia, diabetes gestacional e insuficiência de crescimento fetal.</p>
<h2>Mudança de ambiente</h2>
<p>Com o acordo celebrado nesta semana, a empresa se comprometeu a realocar imediatamente todas as gestantes expostas a níveis de ruído iguais ou superiores a 80 decibéis em setores com exposição comprovadamente inferior a esse limite, sem redução de remuneração, benefícios ou direitos trabalhistas.</p>
<p>“Nós requisitamos uma série de documentos de saúde e segurança que foram analisados para que nós pudéssemos avaliar a situação da empresa”, afirmou a procuradora. </p>
<p>O trabalho dentro de unidades frigoríficas inclui o frio, atividades repetitivas, risco ergonômico e carregamento de peso, por exemplo. Os ruídos, segundo a pesquisadora, causam até efeitos além do auditivos, como problemas cardiovasculares, neurológicos e metabólicos. Além disso, estariam expostas a agentes químicos e biológicos.</p>
<p>A procuradora Priscila Schvarcz atua em um projeto nacional de fiscalização do trabalho em frigoríficos pelo MPT desde 2018. Ela explica que há outras ações em outros frigoríficos pelo país. Somente no ano passado, o MPT firmou termos de ajustamento de conduta com outras cinco empresas frigoríficas.</p>
<p>“Essas empresas se comprometeram em adequar a conduta nesse aspecto, afastando as gestantes de ambientes com ruído. É uma situação de risco e de vulnerabilidade (para as mulheres)”.</p>
<h2>Prevenção</h2>
<p>A procuradora aponta que existem estudos que relacionam a perda auditiva fetal à exposição ao ruído no ventre materno. “Por isso, essa atuação do MPT funciona como prevenção”. Ela destaca que em ambientes de frigorífico que ela já visitou, particularmente de abate de aves, há uma quantidade mais expressiva de trabalhadoras mulheres. </p>
<p>Os acordos e as decisões da Justiça, segundo entende Priscila Schvarcz, ajudam a criar uma conscientização sobre direitos profissionais na categoria. Inclusive, ela identifica que empresas do ramo de alimentação chegam a recrutar profissionais com baixo nível de instrução em cidades das redondezas e em vulnerabilidade que conhecem menos os direitos.  </p>
<h2>Pedido de demissão</h2>
<p>Outro contexto que os procuradores do MPT perceberam é que mulheres trabalhadoras do ramo costumam extinguir o vínculo após o nascimento dos filhos. Isso porque a jornada de trabalho começa por volta de 3h da manhã. </p>
<p>“Essas características do setor tornam inviável às mães retomar as atividades porque elas não têm onde deixar a criança. Outra característica do setor é que há muitas trabalhadoras que não moram no município onde está instalado frigorífico”.</p>
<p>Nesses casos, o que se prevê é que a empresa disponibilize locais para a guarda dos filhos sob vigilância durante o período de trabalho para garantir que a mãe possa amamentar.</p>
<p>“A lei garante a essas mães que estão amamentando dois intervalos de 30 minutos durante a jornada de trabalho”. Segundo a representante do MPT, a maioria das mulheres não sabia que tinha esse direito.</p>
<p>Em geral, os contratos de trabalho dessas trabalhadoras são de 48 horas semanais a serem cumpridos em cinco dias. “Jornadas longas, trabalhos pesados e monótonos que exigem um elevado nível de concentração. É muito rápida a linha de produção executando uma mesma tarefa e um mesmo tipo de corte. Então é preciso prestar atenção o tempo inteiro”, diz a procuradora.</p>
<p>“O que a gente percebe é que a mulher paga um preço ao escolher ter uma família”, lamenta. O MPT explicou que a empresa se comprometeu com programa específico de gestão em saúde para gestantes, incluindo a busca ativa para identificação do estado gestacional, avaliação imediata dos riscos do posto de trabalho, realocação obrigatória diante de qualquer agente nocivo não neutralizado, acompanhamento médico multidisciplinar durante todo o período gestacional e capacitação contínua de lideranças.</p>
<p>Além disso, o acordo prevê atendimento presencial obrigatório por médico ou enfermeiro do trabalho antes de qualquer liberação e fornecimento de veículo exclusivo para transporte emergencial com disponibilidade de 24 horas por dia, em todos os turnos. </p>
<p>O descumprimento de cláusulas pode gerar multa de R$ 50 mil por irregularidade constatada, além de R$ 20 mil por trabalhadora prejudicada. Os valores devem ser revertidos ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ou ao Fundo de Direitos Difusos (FDD).</p>
<h2>Empresa garante que respeita lei</h2>
<p>A juíza do trabalho Priscila Assunção Lopes Nunes, da Vara do Trabalho da cidade, destacou que houve disposição das partes em fazer o acordo. </p>
<p>Em nota à Agência Brasil, a MBRF garantiu que segue a “legislação vigente” e que garante o uso de equipamentos de proteção individuais para a equipe. </p>
<p>A assessoria da empresa ainda argumentou que, conforme avaliação médica e com os atestados apresentados, não foi identificada correlação entre os casos citados no processo e as atividades desempenhadas. </p>
<p>A empresa informou que vai apresentar defesa diante da ação do MPT e argumentou que tem um “programa estruturado de acompanhamento às gestantes, desde 2017”. </p>
<p>“Esse acompanhamento incluiria suporte médico, adequações de função de acordo com a etapa gestacional e monitoramento contínuo”. Já teria havido prestação desse serviço a mais de 13 mil colaboradoras.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2026-03/frigorifico-e-obrigado-transferir-gravidas-de-setor-apos-abortos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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