<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>trás Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<atom:link href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/tag/tras/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link></link>
	<description>Portal de Notícias</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 Jun 2026 15:01:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2025/01/cropped-logo-v2-27-01-2025-14-58-29-27-01-2025_15-21-26.webp?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>trás Archives - Clique Notícias Brasil</title>
	<link></link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">240766857</site>	<item>
		<title>Quem foi Sérgio Reis, gênio da publicidade por trás de algumas das campanhas mais famosas do Brasil</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quem-foi-sergio-reis-genio-da-publicidade-por-tras-de-algumas-das-campanhas-mais-famosas-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[algumas]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[das]]></category>
		<category><![CDATA[famosas]]></category>
		<category><![CDATA[foi]]></category>
		<category><![CDATA[gênio]]></category>
		<category><![CDATA[mais]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[por]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[quem]]></category>
		<category><![CDATA[Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio]]></category>
		<category><![CDATA[trás]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quem-foi-sergio-reis-genio-da-publicidade-por-tras-de-algumas-das-campanhas-mais-famosas-do-brasil/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A morte do publicitário Sérgio Sibel Soares Reis, aos 87 anos, encerra a trajetória de um dos profissionais mais influentes da propaganda brasileira. Ao longo de décadas, ele criou campanhas que ultrapassaram o universo da publicidade e passaram a fazer parte do cotidiano de milhões de brasileiros. Entre seus trabalhos mais conhecidos está o slogan [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quem-foi-sergio-reis-genio-da-publicidade-por-tras-de-algumas-das-campanhas-mais-famosas-do-brasil/">Quem foi Sérgio Reis, gênio da publicidade por trás de algumas das campanhas mais famosas do Brasil</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="wp-block-paragraph">A morte do publicitário Sérgio Sibel Soares Reis, aos 87 anos, encerra a trajetória de um dos profissionais mais influentes da propaganda brasileira. Ao longo de décadas, ele criou campanhas que ultrapassaram o universo da publicidade e passaram a fazer parte do cotidiano de milhões de brasileiros.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Entre seus trabalhos mais conhecidos está o slogan “O tempo passa, o tempo voa”, criado para o antigo Banco Bamerindus. Além disso, a frase atravessou gerações e se tornou uma das mais lembradas da história da propaganda nacional.</p>
<p class="wp-block-paragraph">📲 Quer ficar por dentro de tudo? Entre no canal do Portal EM TEMPO no WhatsApp</p>
<p class="wp-block-paragraph">Nascido no Rio de Janeiro, em 1939, Sérgio construiu grande parte da carreira no Paraná, para onde se mudou no fim da década de 1960. Desde então, ajudou a consolidar campanhas que marcaram época e fortaleceram marcas em todo o país.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Campanhas que entraram para a história</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Além do sucesso do Bamerindus, Sérgio Reis criou a campanha “Gente que Faz”, considerada uma das mais duradouras da televisão brasileira.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Outro trabalho de destaque foi o desenvolvimento do personagem “Bicho do Paraná”. Dessa forma, a campanha ajudou a fortalecer a identidade regional dos paranaenses e se transformou em um símbolo cultural do estado.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por causa dessas criações, o publicitário conquistou reconhecimento nacional. Além disso, tornou-se referência para profissionais da comunicação e do marketing.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Legado na publicidade</h2>
<p class="wp-block-paragraph">Durante cerca de 25 anos, Sérgio atuou no Banco Bamerindus. Nesse período, criou a Diretoria de Marketing da instituição e liderou a agência interna Umuarama Publicidade.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Além da atuação no mercado, ele ocupou o cargo de secretário de Comunicação do Estado de São Paulo durante a gestão de Mário Covas. Posteriormente, trabalhou como professor, consultor e integrante do conselho da ESPM.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da carreira, o publicitário recebeu diversos reconhecimentos. Da mesma forma, contribuiu para a formação de novas gerações de profissionais da comunicação.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Por fim, Sérgio Reis deixou uma marca permanente na publicidade brasileira. Assim, seu legado continua vivo em campanhas, slogans e ideias que ajudaram a moldar a história da comunicação no país.</p>
<p class="wp-block-paragraph">Leia mais</p>
<p class="wp-block-paragraph">Morre aos 87 anos Sérgio Reis, um dos maiores nomes da publicidade brasileira</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/quem-foi-sergio-reis-genio-da-publicidade-por-tras-de-algumas-das-campanhas-mais-famosas-do-brasil/">Quem foi Sérgio Reis, gênio da publicidade por trás de algumas das campanhas mais famosas do Brasil</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31046</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Massacre de Realengo, 15 anos: os fatores misóginos por trás do crime</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/massacre-de-realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras-do-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 10:49:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anos]]></category>
		<category><![CDATA[cnb]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Fatores]]></category>
		<category><![CDATA[Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[massacre]]></category>
		<category><![CDATA[misóginos]]></category>
		<category><![CDATA[por]]></category>
		<category><![CDATA[Realengo]]></category>
		<category><![CDATA[trás]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/massacre-de-realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras-do-crime/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há 15 anos, um jovem entrou com dois revólveres na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, atirou e matou 12 alunos de 13 a 15 anos. Feriu mais 10 pessoas e cometeu suicídio depois de ser baleado por policiais. Os motivos por trás do Massacre de Realengo, como ficou conhecido o crime ocorrido [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/massacre-de-realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras-do-crime/">Massacre de Realengo, 15 anos: os fatores misóginos por trás do crime</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há 15 anos, um jovem entrou com dois revólveres na Escola Municipal Tasso da Silveira, no Rio de Janeiro, atirou e matou 12 alunos de 13 a 15 anos. Feriu mais 10 pessoas e cometeu suicídio depois de ser baleado por policiais.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Massacre-de-Realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os motivos por trás do Massacre de Realengo, como ficou conhecido o crime ocorrido no bairro da zona norte, sempre estiveram no centro das discussões. O assassino deixou vídeos e uma carta de suicídio alegando, entre outros fatores, que sofreu bullying (violência e intimidação frequentes) durante o período em que estudou na escola.</p>
<p>Boa parte dos analistas e das autoridades focaram nessa versão, o que motivou a criação do Dia Nacional de Combate ao Bullying em 7 de abril, por meio da Lei 13.277/2016, para conscientização sobre o tema.</p>
<p>Um grupo de pesquisadoras e ativistas feministas entende que um ponto central do crime foi negligenciado durante todos esses anos: a misoginia, termo usado para categorizar o ódio contra as mulheres e as ideias de superioridade masculina.</p>
<p>Nesse sentido, um conjunto de elementos permite identificar questões de gênero no crime, a começar pela diferença no número de vítimas: foram 10 meninas e 2 meninos.</p>
<p>“As explicações que surgiram na mídia à época chegaram a ser ridículas. Morreram mais meninas porque elas correm mais devagar ou porque costumam ser boas alunas e sentar nas primeiras fileiras da sala”, lembra Lola Aronovich, pesquisadora e ativista feminista.</p>
<p>“As testemunhas relataram que o assassino atirava nas meninas para matar e nos meninos para ferir. Além disso, pelo que ele deixou gravado e escrito, era claramente um incel [celibatário involuntário, que não consegue ter relacionamentos sexuais]. Nos grupos masculinistas que eu acompanhava no Orkut na época, o massacre era comemorado e o assassino visto como um herói. Diziam que lembravam de vê-lo frequentando os fóruns. Tudo aponta para um crime  movido por misoginia”, acrescenta.</p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Massacre-de-Realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo; Foto/Shana Reis " title="Shana Reis"/></p>
<p>Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo; Foto Shana Reis/Divulgação</p>
<h2>Violência em escolas</h2>
<p>A pesquisadora Cleo Garcia, doutora em educação pela Universidade de Campinas (Unicamp), estuda episódios de violência extrema em escolas no Brasil. Levantamento conduzido por ela identificou 40 ataques entre 2001 e 2024, com aumento expressivo recente: 25 casos ocorreram entre 2022 e 2024. Todos foram cometidos por homens.</p>
<p>Segundo Garcia, esses crimes frequentemente estão associados a crenças opressoras, como misoginia, racismo e ideologias extremistas. Ela destaca que comunidades <em>online</em> desempenham papel relevante no processo de estimular ataques.</p>
<p>Esses espaços intensificam ressentimentos, frustrações e raiva. Muitos se consideram vítimas de injustiças sociais e veem a diversidade como uma ameaça.</p>
<p>“A misoginia é um fenômeno multifatorial. Por um lado, há questões psicológicas de cada um que passam a ser exploradas nessas comunidades. Quem tem baixa tolerância à frustração é mais vulnerável às ideias de ódio. Também é comum entre pessoas que têm dificuldade de assumir responsabilidades. O misógino sempre coloca a culpa nas meninas”, diz Cleo.</p>
<p>“Por outro lado, devemos destacar a influência sociocultural. Levar em conta a famílias, os locais onde vivem, comunidades que frequentam. Que modelos de masculinidade os meninos estão recebendo na sua formação? Os de que não se pode levar desaforo para casa, que precisam ser agressivos, vencer e destruir o outro”, completa.</p>
<p>A construção de um modelo de masculinidade violenta, que hierarquiza e inferioriza as mulheres, é parte essencial das dinâmicas de radicalização.</p>
<p>“Entre esses criminosos, há meninos ou homens muito frustrados sexualmente. Tímidos, que não têm namorada e se sentem muito mal por isso. Entendem que, para ser homem e provar masculinidade, têm que ser ricos, poderosos e ter um monte de mulheres. E caem nessa estupidez da masculinidade tóxica, ao encontrar um lugar de pertencimento em comunidades da internet que levam a extremos”, analisa Lola.</p>
<h2>Desafios e soluções</h2>
<p>Para a educadora Cleo Garcia, o ambiente escolar é fundamental na constituição social e emocional dos jovens. O ideal seria que famílias estivessem integradas com as instituições, em permanente diálogo. E que os estudantes tivessem canais de comunicação, mesmo que de forma anônima, para se sentir seguros, falar sobre angústias e dificuldades comuns.</p>
<p>Para isso ocorrer, porém, mudanças mais amplas precisam ser construídas por toda a sociedade.</p>
<p>“Não sei se, no geral, profissionais de escolas estão preparados para trabalhar temas complexos de gênero, emoções e até mesmo convivência. E a culpa não é deles. É preciso mais investimento na área de educação. Não dá para cobrar só da escola. Como lidar com problemas de saúde mental, se há inúmeros problemas estruturais? Escolas sem o básico: quadro, biblioteca, internet”, reflete Cleo.</p>
<p>“A responsabilidade é de toda a sociedade. Investimentos devem ser feitos em conselhos tutelares, sistemas de saúde mental, assistência social, segurança pública, escola, família, instituições de Estado”, completa.</p>
<p>A ativista Lola Aronovich concorda que o enfrentamento desse tipo de violência exige diferentes ações, incluindo segurança pública, educação e monitoramento digital.</p>
<p>“São várias frentes. Uma é a investigação policial. Tenho certeza que as polícias têm investigado e conseguido impedir muitos crimes. Às vezes, a gente fica sabendo de uma busca e apreensão. Isso deve ser intensificado”, diz Lola.</p>
<p>“Mas a questão da educação é fundamental. Precisa ter diálogo nas escolas, um espaço para que os adolescentes possam conversar sobre o que veem na internet, com a supervisão de um adulto, de preferência, uma psicóloga. E os pais têm que saber o que os filhos fazem na internet. É responsabilidade deles”.</p>
<p>“Outra coisa é a regulação das plataformas. Não é possível que elas permitam que tudo isso esteja acontecendo sem fazer nada. Elas sabem tudo que a gente faz na internet, logo sabem muito bem o que acontece nas comunidades. Temos pesquisas mostrando que as plataformas lucram com a misoginia e a radicalização dos jovens. Precisamos dar um fim nisso”, complementa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/massacre-de-realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras-do-crime" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/massacre-de-realengo-15-anos-os-fatores-misoginos-por-tras-do-crime/">Massacre de Realengo, 15 anos: os fatores misóginos por trás do crime</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">21427</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
