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	<title>ultraprocessados Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>ultraprocessados Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Consumo de alimentos ultraprocessados cresce entre povos tradicionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 22:06:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de alimentos ultraprocessados aumentou de forma consistente entre povos e comunidades tradicionais no Brasil, enquanto alimentos presentes historicamente na dieta dessas populações, como frutas e feijão, perderam espaço.  A conclusão é de um estudo que investigou o consumo de alimentos ultraprocessados por 21 povos de comunidades tradicionais, incluindo quilombolas, ribeirinhos, agroextrativistas, povos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de alimentos ultraprocessados aumentou de forma consistente entre povos e comunidades tradicionais no Brasil, enquanto alimentos presentes historicamente na dieta dessas populações, como frutas e feijão, perderam espaço. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Consumo-de-alimentos-ultraprocessados-cresce-entre-povos-tradicionais.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>A conclusão é de um estudo que investigou o consumo de alimentos ultraprocessados por 21 povos de comunidades tradicionais, incluindo quilombolas, ribeirinhos, agroextrativistas, povos de terreiros, povos ciganos, pescadores artesanais, caiçaras e povos indígenas não aldeados.</p>
<p>A pesquisa foi feita pela professora e nutricionista Greyceanne Dutra Brito, doutoranda em Saúde Pública na Universidade Federal do Ceará (UFCE), com base em dados de 2015 a 2022 do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), do Ministério da Saúde. </p>
<p>Embora os resultados sejam variáveis entre os grupos analisados, os pesquisadores consideram o cenário geral desfavorável. A maioria dos grupos pesquisados está inserida em territórios rurais e cultiva os seus alimentos por meio da agricultura familiar.</p>
<p>Entre crianças de dois a quatro anos, o consumo de hambúrgueres e embutidos cresceu 3,87% no período de 2015 a 2022. Entre crianças de cinco a nove anos de idade, o consumo foi ampliado em 5,59%.</p>
<p>Entre as gestantes adolescentes, houve queda do consumo dos alimentos saudáveis e dos não saudáveis. Entre os saudáveis, ocorreu diminuição do consumo de feijão de 3,65% ao ano e de frutas frescas de 2,9% ao ano. </p>
<p>“E, entre os não saudáveis, a gente observou a redução do consumo de alimentos ultraprocessados de 1,18%, de bebidas adoçadas de 3,22% e biscoitos recheados, doces ou guloseimas, de 3,31% ao ano”, explica. </p>
<p>Já nas gestantes adultas, foi observada redução no consumo de frutas frescas de 2,11% ao ano. Em contrapartida, verificou-se pequeno aumento no consumo de verduras e legumes de 0,71%. “Mas, pelo menos, houve esse aumento”.</p>
<p>Entre os adultos, foi observado aumento no consumo de hambúrgueres e embutidos de 4,7% ao ano, embora o aumento de verduras e legumes tenha crescido 3,3% ao ano. A mesma tendência ocorreu entre os idosos, sendo que o aumento de hambúrgueres e embutidos atingiu 5,84% ao ano e o aumento do consumo de verduras e legumes foi de 1,78%. </p>
<p>No período analisado, os pesquisadores puderam observar que o acesso dessas populações aos alimentos ultraprocessados está bastante facilitado, em parte pela questão da mobilidade. Greyceanne destacou que, além disso, há fatores socioeconômicos atrelados, pelo baixo custo desses alimentos, mas também pelo apelo publicitário e, ainda, pela utilização de aplicativos de ‘delivery’. </p>
<p>“Enfim, todo esse acesso publicitário muito forte pode chegar a esses territórios também”, diz</p>
<h2>Piora na dieta</h2>
<p>Segundo a nutricionista e professora da UECE, o consumo frequente de alimentos ultraprocessados pode levar a deficiências nutricionais como falta de ferro, fibras, vitaminas e minerais, além de estar associado a um maior risco para desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial e doenças cardiovasculares, além do surgimento de obesidade.</p>
<p>O estudo é considerado pioneiro ao avaliar a tendência temporal de marcadores de consumo alimentar de povos e comunidades tradicionais em todo o país. Na avaliação de Greyceanne Dutra Brito, os achados contribuem para o avanço da literatura científica e podem subsidiar o fortalecimento de políticas públicas voltadas à promoção da alimentação saudável e sustentável. </p>
<p>Entre as possíveis medidas, a nutricionista destacou a regulação da comercialização de alimentos ultraprocessados e o desenvolvimento de estratégias de educação alimentar e nutricional direcionadas a essas populações investigadas.</p>
<h2>Territórios</h2>
<p>A garantia do consumo de alimentos saudável para essas populações que foram objeto da pesquisa está ligada à garantia aos territórios, explica a nutricionista. </p>
<p>“Terem o cultivo do próprio alimento seria uma das primeiras coisas a ser trabalhada. Porque, a partir do momento que o alimento ultraprocessado está fazendo parte do cotidiano dessas populações, ele está de certa forma com acesso mais facilitado a esses territórios, majoritariamente rurais. Então, se esse alimento sai da cidade e vai para o campo é porque já existe esse comércio”, diz. </p>
<p>Greyceanne ponderou que se o consumo de ultraprocessados está aumentando ao longo do tempo, significa que essas populações já estão sofrendo há mais tempo com falta desse território e isso acaba prejudicando também os profissionais de saúde que trabalham nas regiões.</p>
<p>Participaram do estudo pesquisadores da Universidade de Fortaleza (Unifor), da UECE, da Universidade de São Paulo (UDP), Fiocruz-CE e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Os pesquisadores contaram com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde e Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap). (Alana Gandra)</p>
<p>O estudo de âmbito nacional será tornado público oficialmente no próximo dia 11, com sua publicação na Revista Ciência &amp; Saúde Coletiva.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-05/consumo-de-alimentos-ultraprocessados-cresce-entre-povos-tradicionais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Fatores sociais empurram famílias para ultraprocessados, diz pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 10:16:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A sobrecarga materna, o preço atraente e até componentes afetivos são alguns dos fatores sociais que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas de diferentes cidades brasileiras, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (31) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O estudo entrevistou cerca de 600 famílias de três comunidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A sobrecarga materna, o preço atraente e até componentes afetivos são alguns dos fatores sociais que impulsionam o consumo de alimentos ultraprocessados por crianças em comunidades urbanas de diferentes cidades brasileiras, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (31) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O estudo entrevistou cerca de 600 famílias de três comunidades urbanas do país: Guamá, em Belém (PA); Ibura, em Recife (PE); e Pavuna, no Rio de Janeiro (RJ). </p>
<p>Apesar de 84% dos entrevistados se considerarem muito preocupados em oferecer uma alimentação saudável para suas famílias, em metade dos lares os alimentos ultraprocessados faziam parte do lanche das crianças. Além disso, em um a cada quatro, algum desses produtos estava no café da manhã.</p>
<p>Os produtos ultraprocessados mais presentes nas casas foram iogurte com sabor, embutidos, biscoito recheado, refrigerante e macarrão instantâneo.</p>
<h2>O que são ultraprocessados?</h2>
<p>Os ultraprocessados são produtos alimentícios de origem industrial, resultantes da mistura de ingredientes naturais com aditivos químicos, como corantes, aromatizantes e emulsificantes. Isso permite a fabricação de produtos de baixo custo, longa durabilidade e com sabores intensos, que viciam o paladar. </p>
<p>Evidências científicas mostram que o seu consumo aumenta o risco de doenças como obesidade, diabetes, problemas cardíacos, depressão e câncer. </p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Brasília (DF) - Novas regras para fabricação de presunto entram em vigor em maio. Foto: MAPA/Divulgação" title="MAPA/Divulgação"/></p>
<p><h6 class="meta">Embutidos como presunto são considerados ultraprocessados Foto: MAPA/Divulgação &#8211; MAPA/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Sobrecarga materna</h2>
<p>Nas famílias ouvidas pela pesquisa, 87% das mães exerceram a tarefa de comprar e servir o alimento às crianças, e 82% delas também foram responsáveis pela preparação.</p>
<p>Já entre os pais, apenas 40% comprou alimentos, enquanto 27% cozinharam e 31% ofereceram a comida às crianças da casa. </p>
<p>A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef no Brasil, Stephanie Amaral, ressalta a sobrecarga das mulheres nos cuidados com a alimentação.</p>
<p>&#8220;Muitas mães fazem isso sozinhas, além de trabalhar fora. É uma sobrecarga que acaba fazendo com que a praticidade dos alimentos ultraprocessados pese muito mais&#8221;.</p>
<h2>Desconhecimento</h2>
<p>Outro ponto destacado pela pesquisa é o desconhecimento sobre os produtos ultraprocessados. Muitos alimentos que se enquadram nessa categoria foram apontados como saudáveis pela maioria dos entrevistados, como os iogurtes com sabor e os nuggets de frango fritos na <em>airfryer</em>. </p>
<p>A nova rotulagem frontal dos produtos, que traz avisos quando eles têm grande concentração de sódio, açúcar e gorduras saturadas também não cumpre seu papel de forma integral: 26% dos entrevistados disseram não saber o que esses avisos significam.</p>
<p>Além disso, 55% dos entrevistados nunca observam os avisos de alto teor no rótulo dos alimentos, e 62% admitem que nunca deixaram de comprar algum produto por causa deles. </p>
<h2>Preço baixo</h2>
<p>A percepção de preço também pode influenciar no consumo. A maioria das famílias (67%) considera que os sucos de caixinha, salgadinhos e refrigerantes são baratos.</p>
<p>Já legumes e verduras são considerados caros por 68% delas, proporção que sobe para 76% no caso das frutas e 94% no das carnes.</p>
<p>Os pesquisadores também fizeram entrevistas aprofundadas com algumas famílias e identificaram ainda um componente afetivo.</p>
<p>&#8220;Essas pessoas não tinham dinheiro para comprar os alimentos que elas queriam quando eram crianças, então agora elas se sentem felizes por poder comprar o que a criança quer comer. E aí esses alimentos ultraprocessados, ainda mais aqueles com desenhos e personagens, são associados a uma infância feliz&#8221;, explica Stephanie Amaral. </p>
<p>A oficial de Saúde e Nutrição do Unicef destaca ainda que é mais difícil controlar o consumo no caso dos ultraprocessados, porque os danos que eles causam à saúde são cumulativos e não imediatos. Mesmo assim, ela acredita que as escolas podem contribuir de forma essencial: </p>
<p>&#8220;As famílias mostram uma confiança muito grande na alimentação escolar, o que mostra como as escolas são importantes em oferecer o alimento saudável, mas também em promover essa alimentação para as famílias&#8221;</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/1774952178_432_Fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa.jpg?w=740&#038;ssl=1" alt="Merenda escolar -  Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome" title="Sergio Amaral/Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social"/></p>
<p><h6 class="meta">Merenda escolar é essencial para acesso à alimentação saudável &#8211; Sergio Amaral/Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome/Divulgação</h6>
</p>
<h2>Recomendações do estudo</h2>
<p>Fortalecer a regulação de alimentos ultraprocessados: avançar na regulação da publicidade infantil, na tributação de ultraprocessados e na promoção de ambientes escolares saudáveis, reduzindo a exposição e o consumo desses produtos</p>
<p>Expandir creches e escolas em tempo integral: a ampliação da educação infantil e da jornada escolar fortalece redes de apoio às famílias, reduz sobrecargas, especialmente sobre as mulheres, e contribui para a proteção e promoção de hábitos saudáveis.</p>
<p>Fortalecer a orientação alimentar nos serviços de saúde: ampliar o aconselhamento alimentar, desde a gestação, de forma a promover informação de qualidade,  evitar a introdução precoce de ultraprocessados e influenciar a adoção de hábitos saudáveis desde o início da vida.</p>
<p>Apoiar iniciativas e lideranças comunitárias: fortalecer ações locais — como hortas, feiras, atividades esportivas e redes de apoio — amplia o acesso a alimentos saudáveis e incentiva práticas de atividade física nos territórios.</p>
<p>Ampliar a compreensão e o uso da rotulagem frontal: promover campanhas e ações educativas que expliquem, de forma clara, o significado da rotulagem e seu uso no dia a dia e acompanhar a efetividade da rotulagem frontal, considerando seus critérios nutricionais e formato dos alertas.</p>
<p>Investir em comunicação para mudança de comportamento: estratégias de comunicação devem considerar a realidade das famílias, usar linguagem simples e abordar desafios práticos, como identificar “falsos saudáveis” e melhorar formas de preparo.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/fatores-sociais-empurram-familias-para-ultraprocessados-diz-pesquisa" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Caminhos da Reportagem aborda riscos do consumo de ultraprocessados</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 10:48:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O consumo de ultraprocessados pelos brasileiros mais do que dobrou desde os anos de 1980, passando de 10% para 23% do total de calorias ingeridas na alimentação. Um fenômeno que não acontece apenas no Brasil. Dados internacionais foram publicados em uma série de artigos na revista científica The Lancet por mais de 40 pesquisadores do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de ultraprocessados pelos brasileiros mais do que dobrou desde os anos de 1980, passando de 10% para 23% do total de calorias ingeridas na alimentação. Um fenômeno que não acontece apenas no Brasil. Dados internacionais foram publicados em uma série de artigos na revista científica <em>The Lancet </em>por mais de 40 pesquisadores do mundo todo, liderados por cientistas da Universidade de São Paulo (USP).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Caminhos-da-Reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Foi justamente na USP que o conceito de ultraprocessados foi criado. Naquele momento, em 2009, o pesquisador Carlos Monteiro, do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens), estava preocupado com o aumento de obesidade, sobrepeso e doenças crônicas associadas ao consumo de alimentos com alto nível de processamento.</p>
<p>O pesquisador e sua equipe, então, desenvolveram a classificação NOVA, que organiza os alimentos em quatro grupos: (1) alimentos <em>in natura</em> ou minimamente processados, como frutas, arroz ensacado, feijão ensacado; (2) ingredientes culinários processados, como azeite, manteiga, sal; (3) alimentos processados, a exemplo de milho em lata, sardinha em lata, pão de padaria; e (4) alimentos e bebidas ultraprocessados, como bolachas recheadas, achocolatados de caixinha, refrigerantes e bebidas açucaradas.</p>
<p>De acordo com Carlos Monteiro, antes da classificação NOVA, as explicações para o aumento de obesidade, sobrepeso e doenças crônicas eram muito relacionadas à escolha individual das pessoas. Segundo ele, era como se as pessoas comessem muito açúcar, sal e muita gordura por um “defeito de força de vontade”.</p>
<p>“Não existe uma epidemia de falta de força de vontade, as pessoas são as mesmas. O que mudou foi o sistema alimentar. O sistema alimentar hoje é muito não saudável e acaba estimulando as pessoas a quase compulsoriamente consumir alimentos ultraprocessados”, afirma o pesquisador.</p>
<p>O programa <em>Caminhos da Reportagem</em> exibe o episódio <em>Ultraprocessados na Mesa dos Brasileiros</em> nesta segunda-feira (30), a partir das 23h, na TV Brasil. O programa apresenta como e por que foi criado o conceito de ultraprocessado, explica como identificar se um produto é resultado de alto nível de processamento e discute as consequências sociais e para a saúde do consumo desses produtos.</p>
<p>Também serão apresentados exemplos de quem mudou hábitos alimentares com foco em diminuir o consumo desses produtos e de uma escola em Águas Lindas de Goiás que investe em comida de verdade e em educação, como parte do Programa Nacional de Alimentação Escolar, uma política pública mundialmente reconhecida.</p>
<p>Um levantamento conduzido pela Fiocruz Brasília e pelo Nupens indica que o consumo de produtos ultraprocessados é responsável por um custo de mais de R$ 10 bilhões à saúde e à economia no Brasil. Segundo o pesquisador Eduardo Nilson, da Fiocruz Brasília, estudos mostraram que até 57 mil mortes ao ano poderiam ser evitadas se o consumo de ultraprocessados fosse eliminado.</p>
<p>Estudos como esse são um alerta e preocupam cientistas brasileiros, organizações da sociedade civil e todos que defendem “comida de verdade” e reivindicam uma política fiscal mais agressiva para os produtos ultraprocessados. A última reforma tributária foi publicada em dezembro de 2023, mas a transição começou neste ano de 2026 e vai até 2033.</p>
<p>Os produtos ultraprocessados ficaram de fora do imposto seletivo e não estarão sujeitos à cobrança criada para desestimular o consumo de itens nocivos à saúde ou ao meio ambiente. Apenas as bebidas açucaradas, como os refrigerantes, receberam a taxa extra na reforma.</p>
<p>A coordenadora-geral de Alimentação e Nutrição na Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde, Kelly Santos, explica que, no novo desenho fiscal do Brasil, um conjunto importante de alimentos saudáveis terá alíquotas zero de imposto, e os alimentos considerados não saudáveis terão alíquotas de imposto maior.</p>
<p>Sobre as bebidas açucaradas, a coordenadora explica que o país precisa ainda aprovar uma lei complementar para definir a alíquota de imposto que tornará o refrigerante mais caro. “É uma medida já aplicada em outros países, como México e Chile, que nos inspiram a desenvolvê-la aqui no Brasil também”, diz.</p>
<p>Outras medidas para tentar frear o crescimento do consumo de ultraprocessados são educação e estratégias regulatórias de publicidade. A diretora executiva da organização ACT Promoção da Saúde, Paula Johns, lembra que impor limites na publicidade do cigarro foi uma estratégia bem-sucedida.</p>
<p>“Você vê aqueles biscoitos recheados com várias alegações de que eles têm vitaminas. Então, tem todo um contexto de promoção desses alimentos que cria uma impressão de que eles são muito bons”, afirma. “É mais importante você ter um marcador que indique que aquilo é um alimento ultraprocessado”, defende.</p>
<p>A chefe da área de Saúde e Nutrição do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Luciana Phebo, ressalta que o problema é ainda maior na vida de uma criança, que está em pleno desenvolvimento.</p>
<p>“Desenvolvimento do sistema nervoso, do sistema imunológico, do sistema digestivo, enfim, de todo o corpo, das suas dinâmicas. Ser desde cedo afetado por ultraprocessado vai levar esse corpo a muitas outras doenças crônicas”, alerta Luciana.</p>
<p>O estudante Luan Bernardo Marques Gama tem 13 anos. Por conviver com asma, ele faz acompanhamento no Hospital da Criança em Brasília. Há dois anos, Luan desenvolveu pré-diabetes e foi encaminhado ao Programa de Atenção à Criança e ao Adolescente com Sobrepeso ou Obesidade do hospital.</p>
<p>“Eu era tipo uma formiga. Era bala, chocolate, presunto, suco de caixinha, refrigerante, aqueles biscoitos.” A mãe de Luan, Cecília Marques, conta que ficou em alerta quando ele desenvolveu pré-diabetes, ela se sentiu mal com hipertensão e o pai do adolescente quase teve um infarto. Cecília conseguiu ficar mais tempo em casa para cuidar da alimentação da família e contou com a ajuda da nutricionista do Hospital da Criança.</p>
<p>“As compras são um processo dessa educação nutricional, leitura de rótulo, ver também que a criança consegue fazer esporte. O Luan aderiu supercerto. Ele demorou apenas um ano dentro do programa e recebeu alta”, conta a nutricionista Ana Rosa da Costa.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/caminhos-da-reportagem-aborda-riscos-do-consumo-de-ultraprocessados" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Trabalhadores consideram ultraprocessados um risco à saúde</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/trabalhadores-consideram-ultraprocessados-um-risco-a-saude/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 10:18:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p> Pesquisa realizada em seis países mostra que mais de 70% dos trabalhadores consideram os alimentos ultraprocessados um risco à saúde. O levantamento, feito pela Sodexo, foi realizado no Brasil, Chile,na  China, nos Estados Unidos, na França e no Reino Unido. Mais de 5 mil empregados foram ouvidos, 800 deles no Brasil. De acordo com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p> Pesquisa realizada em seis países mostra que mais de 70% dos trabalhadores consideram os alimentos ultraprocessados um risco à saúde. O levantamento, feito pela Sodexo, foi realizado no Brasil, Chile,na  China, nos Estados Unidos, na França e no Reino Unido. Mais de 5 mil empregados foram ouvidos, 800 deles no Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Trabalhadores-consideram-ultraprocessados-um-risco-a-saude.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>De acordo com a pesquisa Food Experience Tracker, 78% dos funcionários brasileiros consideram alimentos ultraprocessados um risco à saúde, embora reconheçam sua praticidade no dia a dia. Globalmente, 71% compartilham a mesma percepção, reforçando a importância de escolhas mais equilibradas mesmo no ambiente corporativo.</p>
<p>Segundo o estudo, a tendência é que os restaurantes dentro das empresas ganhem maior relevância no dia a dia para atender a uma força de trabalho cada vez mais consciente sobre saúde, que busca alimentos frescos, locais e sazonais.</p>
<p>“Temos visto que colaboradores demonstram maior disposição para deixar organizações que não adotam práticas sustentáveis, reforçando a importância de adotar ações que atendam tanto à saúde dos colaboradores quanto ao impacto ambiental”, destacou a diretora de Marketing da Sodexo Brasil, Cinthia Lira.</p>
<h2>Ultraprocessados</h2>
<p>Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, os alimentos ultraprocessados devem ser evitados. São formulações industriais à base de ingredientes extraídos ou derivados de outros alimentos, como óleos, gorduras, açúcar, amido modificado ou, ainda, sintetizados em laboratório como, por exemplo, corantes, aromatizantes, e realçadores de sabor.</p>
<p>De acordo com o guia, os ultraprocessados contêm uma série de produtos químicos que visam estender a validade do alimento, ou, ainda, dar cor, sabor, aroma e textura para torná-lo mais atraente.</p>
<p>Esse tipo de alimento, segundo a publicação do ministério, favorece o consumo excessivo de calorias em razão de ter concentração elevada de açúcar, sal e gordura, e é formulado para que seja extremamente saboroso, favorecendo o “comer sem parar”.</p>
<p>Segundo o guia, o consumo excessivo de sódio e gorduras saturadas aumenta o risco de doenças do coração, enquanto o consumo excessivo de açúcar aumenta o risco de cárie dental, obesidade, diabetes e outras doenças crônicas.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-03/trabalhadores-consideram-ultraprocessados-um-risco-saude" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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