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	<title>Unesco Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Unesco Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Unesco: matrículas no ensino superior mais que dobraram no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:29:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O total de estudantes matriculados no ensino superior em todo o mundo mais que dobrou nas últimas duas décadas, passando de 100 milhões, em 2000, para 269 milhões, em 2024. Esse número representa 43% da população em idade de frequentar o ensino superior que abrange, normalmente, entre 18 e 24 anos. Apesar dessa expansão, continuam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O total de estudantes matriculados no ensino superior em todo o mundo mais que dobrou nas últimas duas décadas, passando de 100 milhões, em 2000, para 269 milhões, em 2024. Esse número representa 43% da população em idade de frequentar o ensino superior que abrange, normalmente, entre 18 e 24 anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Apesar dessa expansão, continuam a existir profundas disparidades regionais, uma vez que, enquanto 80% dos jovens da Europa Ocidental e América do Norte estão matriculados no ensino superior, esse número cai para 59% na América Latina e no Caribe, 37% nos Estados Árabes, 30% no Sul e no Oeste da Ásia e apenas 9% na África Subsaariana.</p>
<p>É o que revela o primeiro relatório global da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) sobre tendências do ensino superior, divulgado nesta terça-feira (12), em Paris. O estudo reúne dados de 146 países.</p>
<p>As instituições privadas permanecem representando um terço das matrículas em âmbito mundial, com a maior participação na América Latina e no Caribe (49% em 2023). Em países como Brasil, Chile, Coreia do Sul e Japão, quatro em cada cinco estudantes frequentam uma instituição privada de ensino superior. O relatório mostra que apenas um terço dos países estabelece legalmente o ensino superior público gratuito. A conclusão dos estudos não acompanhou, entretanto, o ritmo das matrículas. A taxa bruta global de graduação foi ampliada de 22%, em 2013, para 27%, em 2024.</p>
<h2>Demanda</h2>
<p>O diretor-geral da Unesco, Khaled El-Enany, destacou que o novo relatório mostra a crescente demanda por ensino superior no planeta, “que desempenha um papel insubstituível na construção de sociedades sustentáveis”. Observou, porém, que essa expansão nem sempre resulta em oportunidades equitativas. Daí a necessidade de surgimento de modelos inovadores de financiamento, que possam garantir um ensino superior inclusivo e de qualidade, avaliou.</p>
<p>Khaled El-Enany afirmou que por meio de iniciativas importantes, como a Convenção Global sobre a Educação Superior e o Passaporte de Qualificações, a Unesco vai continuar apoiando os países na oferta de oportunidades de ensino superior de alta qualidade para todas as pessoas.</p>
<h2>Mobilidade</h2>
<p>No período pesquisado, a mobilidade internacional triplicou, subindo de 2,1 milhões, em 2000, para quase 7,3 milhões de estudantes que realizam seus estudos no exterior, em 2024, sendo metade deles na Europa e América do Norte. Na análise da Unesco, embora o quantitativo tenha aumentado, a mobilidade beneficia somente 3% do total de estudantes no mundo, apresentando disparidades importantes entre as regiões pesquisadas.</p>
<p>O conjunto de sete países formado pela Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia segue recebendo metade de todos os estudantes internacionais. Percebe-se, por outro lado, que países como a Turquia e os Emirados Árabes Unidos (EAU) se tornam cada vez mais populares, revelando crescimento de, pelo menos, cinco vezes do número de estudantes internacionais na última década. Turquia e EAU já se aproximam da França, indica o estudo.</p>
<p>De acordo com o relatório, os estudantes internacionais preferem cada vez mais estudar em sua própria região. Um exemplo é que na América Latina e no Caribe, a proporção da mobilidade intrarregional subiu de 24% para 43% no período de 2000 a 2022, sendo a Argentina o principal destino. Os estudantes oriundos dos Estados Árabes cada vez se concentram mais nos países do Golfo e na Jordânia, marcando mudança significativa em relação ao domínio da Europa Ocidental e da América do Norte existente uma década antes.</p>
<p>Por meio de sua Convenção Global sobre o Reconhecimento de Qualificações relativas ao Ensino Superior e de seus instrumentos regionais equivalentes, já ratificados por 93 países, a Unesco desempenha papel central na promoção da mobilidade estudantil internacional.</p>
<p>A Convenção estabelece mecanismos justos e transparentes de reconhecimento de qualificações e, também, padrões universais de garantia da qualidade, de modo a fortalecer a confiança nos diplomas e nas qualificações do ensino superior em todo o mundo.</p>
<h2>Gênero</h2>
<p>As mulheres já superam os homens no ensino superior em âmbito global, atualmente. É o que revelam os números apurados: em 2024, havia 114 mulheres matriculadas no ensino superior para cada 100 homens. A paridade de gênero foi atingida em todas as regiões, exceto na África Subsaariana, onde persistem menores taxas de matrícula e de conclusão da formação.</p>
<p>O relatório sinaliza avanço significativo na Ásia Central e no sul da Ásia. De um total de 68 mulheres matriculadas por 100 homens, em 2000, as duas regiões alcançaram a paridade de gênero em 2023. Contudo, as mulheres permanecem subrepresentadas no nível de doutorado e ocupam apenas cerca de um quarto dos cargos de liderança sênior no meio acadêmico.</p>
<p>A Unesco identificou que equidade, qualidade e financiamento continuam sendo desafios urgentes para os estudantes do ensino superior global. Apenas um terço dos países implementou programas voltados ao acesso de grupos sub-representados ao ensino superior. Países como África do Sul, Chile, Coreia do Sul, Filipinas, Itália, Japão, Maurício e México reduziram ou eliminaram as taxas do ensino superior para grupos específicos.</p>
<p>Embora tenha ocorrido aumento de nove vezes da quantidade de matrículas, que passou de 1%, em 2019, para 9%, em 2025, as pessoas refugiadas ainda enfrentam grandes obstáculos para acessar o ensino superior. Uma das principais barreiras é o reconhecimento de qualificações ausentes ou impossíveis de se verificar, especialmente no Sul Global.</p>
<h2>Passaporte</h2>
<p>A Unesco atua para enfrentar esse desafio por meio do Passaporte de Qualificações. Essa ferramenta visa reconhecer qualificações acadêmicas, profissionais e vocacionais de pessoas refugiadas e deslocadas à força. No momento atual, o Passaporte de Qualificações da Unesco está sendo implementado no Iraque, no Quênia, em Uganda, na Zâmbia e no Zimbábue, com planos de ampliação. O instrumento já foi concedido a centenas de candidatos aprovados.</p>
<p>Segundo ainda o relatório, em média, o investimento governamental no ensino superior corresponde a cerca de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) global. A Unesco analisou que, o mesmo tempo, a austeridade fiscal em variados contextos intensifica a pressão sobre as instituições de ensino superior, reforçando a necessidade de modelos inovadores de financiamento, que assegurem um ensino superior inclusivo e de qualidade.</p>
<p>Outro dado importante evidenciado pelo relatório é que embora as tecnologias digitais e a inteligência artificial (IA) estejam transformando o ensino e a aprendizagem, apenas uma em cada cinco universidades possuía, em 2025, uma política formal sobre IA.</p>
<p>O relatório conclui que a rápida expansão do número de estudantes nas últimas décadas ampliou a tensão sobre os sistemas de ensino superior, deixando clara a necessidade de garantir padrões de qualidade no ensino e, simultaneamente, de aumentar o acesso de grupos desfavorecidos, a partir de um financiamento que seja equitativo e sustentável. </p>
<p> </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-05/unesco-matriculas-no-ensino-superior-mais-que-dobraram-no-mundo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Unesco: 273 milhões de crianças estão fora da escola em todo o mundo</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unesco-273-milhoes-de-criancas-estao-fora-da-escola-em-todo-o-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 23:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apresentou nesta quarta-feira (25) o Relatório de Monitoramento Global da Educação (Relatório GEM) 2026 sobre a situação mundial da educação. Após cair 33% entre 2000 e 2015, a população fora da escola aumentou pelo sétimo ano consecutivo, subindo 3% desde 2015 e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apresentou nesta quarta-feira (25) o Relatório de Monitoramento Global da Educação (Relatório GEM) 2026 sobre a situação mundial da educação.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Unesco-273-milhoes-de-criancas-estao-fora-da-escola-em.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Após cair 33% entre 2000 e 2015, a população fora da escola aumentou pelo sétimo ano consecutivo, subindo 3% desde 2015 e atingindo 273 milhões em 2024. Isso significa que uma em cada seis crianças, adolescentes e jovens em todo o mundo está excluído da educação. Outra conclusão do documento é que apenas dois terços dos jovens concluem a educação secundária.</p>
<p>Os principais fatores apontados são o crescimento populacional, crises e a redução de orçamentos.</p>
<h2>Contagem Regressiva </h2>
<p>A Unesco afirma que essa população jovem é subestimada em pelo menos 13 milhões se informações suplementares de fontes humanitárias forem usadas para corrigir lacunas de dados nos dez países mais afetados por conflitos.</p>
<p>O relatório é o primeiro da série Contagem Regressiva para 2030, composta por três partes. A publicação seriada pretende avaliar o progresso da educação em termos de acesso e equidade (2026), qualidade e aprendizagem (2027) e relevância (2028-2029).</p>
<h2>Matrículas</h2>
<p>Com 1,4 bilhão de estudantes matriculados em 2024, as matrículas aumentaram em 327 milhões (30%) no ensino primário e secundário desde 2000. O Relatório de Monitoramento Global da Educação mostra que também houve aumento de 45% na pré-escola e de 161% no ensino pós-secundário (superior). Isso equivale a mais de 25 crianças que obtêm acesso à escola, a cada um minuto.</p>
<p>Por exemplo, a taxa de matrícula na educação primária da Etiópia aumentou de 18%, em 1974, para 84%, em 2024, e a expansão do acesso ao ensino superior na China cresceu em um ritmo sem precedentes, passando de 7%, em 1999, para mais de 60%, em 2024.</p>
<h2>Educação pré-primária</h2>
<p>O relatório avalia se uma criança de 5 anos está em sala de aula. Apesar do indicador global afirmar que 75% das crianças com essa idade tinha acesso à educação, os dados mostram que apenas 60% dos alunos do ensino fundamental tiveram pelo menos um ano de educação pré-primária.</p>
<p>Isso pode indicar um irreal sucesso da educação infantil ao incluir crianças que já &#8220;pularam&#8221; essa etapa de ensino (infantil) e foram direto para o ensino fundamental.</p>
<h2>Permanência na escola</h2>
<p>O documento mostra também que o progresso na permanência de crianças na escola desacelerou em quase todas as regiões desde 2015.</p>
<p>O destaque negativo é a desaceleração acentuada na África Subsaariana, sobretudo em razão do crescimento populacional. Diversas crises — incluindo conflitos — também comprometeram os avanços.</p>
<p>Outra região apontada pelo levantamento com milhões de crianças fora das salas de aula e sob maior risco de atraso educacional é o Oriente Médio, após o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã que forçaram o fechamento de muitas escolas da região.</p>
<p>“Mais de uma em cada seis crianças vive em áreas afetadas por conflitos, representando milhões a mais fora da escola, além daqueles identificados pelas estatísticas”, disse a Unesco.</p>
<p>Mas o progresso foi observado em alguns países, que reduziram as taxas de evasão em pelo menos 80% desde 2000.</p>
<p>É o caso de Madagascar e do Togo entre crianças; de Marrocos e Vietnã entre adolescentes; e de Geórgia e Turquia entre os jovens. No mesmo período, a Costa do Marfim reduziu pela metade suas taxas de exclusão nas três faixas etárias.</p>
<p>Entre 2000 e 2024, o México reduziu as taxas de evasão em mais de 20 pontos percentuais a mais que El Salvador; Serra Leoa aumentou as taxas de conclusão do primário 22 pontos a mais que a Libéria; e o Iraque aumentou sua taxa de conclusão do ensino médio 10 pontos a mais que a Argélia.</p>
<h2>Conclusão do ensino</h2>
<p>Mais crianças estão concluindo sua educação, e não apenas iniciando. Desde 2000, a taxa de conclusão escolar aumentou de 77% para 88% no ensino primário, de 60% para 78% nos finais do ensino fundamental (fundamental II) e de 37% para 61% no ensino médio. O ritmo de aumento tem sido, por exemplo, de um ponto percentual por ano no ensino médio desde 2000.</p>
<p>Nas taxas atuais de expansão, o mundo alcançaria 95% de conclusão do ensino médio apenas em 2105.</p>
<h2>Repetência</h2>
<p>As altas taxas de repetência caíram desde 2000 em 62% no primário e em 38% no ensino médio inferior.</p>
<p>A Unesco relata que muitas crianças ainda se matriculam tarde na escola e repetem anos em países de baixa e média-baixa renda, o que significa que muitos concluem cada ciclo com vários anos de atraso.</p>
<p>A lacuna entre a conclusão &#8220;no tempo certo&#8221; (entre três a cinco anos da idade oficial de formatura) e a conclusão &#8220;final&#8221; (mesmo que tardia) no ensino médio inferior é de quatro pontos percentuais globalmente, mas chega a nove pontos em países de baixa renda. “Uma diferença que vem crescendo desde 2005”, diz o relatório.</p>
<h2>Universalização da educação</h2>
<p>O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS 4) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) tem a meta central de garantir, até 2030, que todas as meninas e meninos concluam o ensino primário e secundário gratuito, equitativo e de qualidade. </p>
<p>Desde 2022, 80% dos países comunicaram metas nacionais para pelo menos alguns dos oito indicadores do ODS 4 a serem alcançados até 2030.</p>
<p>O progresso para alcançar as metas é monitorado anualmente pela Unesco.</p>
<p>O Relatório GEM 2026 da Unesco releva que muitos países têm registrado progressos significativos, o que evidencia a importância do contexto nacional na definição de metas e na formulação de políticas.</p>
<h2>Equidade</h2>
<p>Ao analisar a educação mundial nos últimos anos, em grande medida, as disparidades de gênero na educação primária e secundária foram reduzidas na média. No Nepal, por exemplo, as meninas alcançaram rapidamente os meninos, e, em algumas regiões, os superaram, graças a reformas sustentadas em favor da igualdade de gênero.</p>
<h2>Educação inclusiva </h2>
<p>Desde 2000, a proporção de países com leis de educação inclusiva aumentou de 1% para 24%, enquanto a daqueles que incluem em suas leis o ensino inclusivo para crianças com deficiência cresceu de 17% para 29%. A proporção de países que adotaram uma definição de educação inclusiva aumentou de 68% em 2020 para 84% em 2025; destes, a parcela cuja definição vai além da deficiência aumentou de 51% para 69%.</p>
<p>Entre 1998 e 2023, em 158 países, a proporção de pessoas com 12 anos de escolaridade obrigatória aumentou de 8% para 26%; em 130 países, a duração média da educação gratuita aumentou de 10 anos para 10,8 anos.</p>
<h2>Financiamento da educação</h2>
<p>A proporção de países que utilizam quatro mecanismos de financiamento e aproveitam seu potencial para beneficiar populações desfavorecidas no ensino fundamental e médio – transferências para governos subnacionais, para escolas e para alunos e famílias – aumentou de quatro a seis vezes nos últimos 25 anos. Os programas de merenda escolar, que partiram de uma base mais alta, dobraram de tamanho.</p>
<p>Na educação pré-primária, 54% dos países transferem recursos para instituições que atendem crianças desfavorecidas, 26% transferem recursos para as famílias por meio do Ministério da Educação e 55% transferem recursos para as famílias por meio de algum outro ministério.</p>
<p>No ensino superior, 1 em cada 3 países não cobra mensalidades em universidades públicas, quase 1 em cada 2 países subsidia o alojamento estudantil, 4 em cada 10 apoiam o transporte e pouco menos de 3 em cada 10 subsidiam livros didáticos.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>Com a aproximação do prazo de 2030 e os países rumo a cumprimento do ODS 4, a Unesco entende que os processos de definição de metas dos países podem ser mais firmemente incorporados aos processos nacionais de planejamento e orçamento, com base nas taxas de progresso anteriores e nas experiências de outros países. O organismo recomenda que essas metas sejam melhor comunicadas internamente. </p>
<p>A Unesco defende que é necessário um uso mais eficiente dos dados disponíveis em pesquisas e censos para monitorar a participação e a equidade na educação.</p>
<p>Para a formulação de políticas públicas, a Unesco enfatiza que é preciso aprimorar o monitoramento da educação por meio da produção de estatísticas com informações mais precisas sobre participação e aproveitamento escolar.</p>
<p>As políticas também precisam ser monitoradas, e não apenas os resultados e os impactos.</p>
<p>A Unesco valoriza os intercâmbios entre países para gerar ideias, mas alerta que experiências estrangeiras devem ser analisadas e filtradas para o que é aplicável à realidade local de cada país.</p>
<p>O organismo internacional observa também que o desenvolvimento de políticas educacionais deve ser pautado pela equidade e os resultados devem ser avaliados.</p>
<p>Para acessar o conteúdo completo do Relatório GEM 2026, clique aqui.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/unesco-273-milhoes-de-criancas-estao-fora-da-escola-em-todo-o-mundo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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