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	<title>Unicef Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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	<title>Unicef Archives - Clique Notícias Brasil</title>
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		<title>Pais veem palmada como disciplina e não como violência, alerta Unicef</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 10:41:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto espera o ônibus em uma avenida no centro de Brasília, Andrea*, de 32 anos, segura firme a mão do filho, de 6, que está com os olhos vermelhos de chorar. “Ele queria ter ficado mais tempo com os amiguinhos para brincar e eu não deixei. Ainda vamos para Samambaia (a 30 minutos de distância, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto espera o ônibus em uma avenida no centro de Brasília, Andrea*, de 32 anos, segura firme a mão do filho, de 6, que está com os olhos vermelhos de chorar. “Ele queria ter ficado mais tempo com os amiguinhos para brincar e eu não deixei. Ainda vamos para Samambaia (a 30 minutos de distância, na periferia do Distrito Federal)”. Mãe solo, ela diz que conta “até mil” para ter paciência diante das birras. “Já conversei. Não vou bater nunca. Ele tem que me respeitar”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Pais-veem-palmada-como-disciplina-e-nao-como-violencia-alerta.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Andrea*, que trabalha como autônoma, recorda que, na infância, chegou a levar tapas, desde criança até a adolescência em casa (principalmente do pai). “Eu não vou fazer igual”, garante.  </p>
<p>Mas não são todos os responsáveis que veem a palmada como violência, alguns consideram uma ação de educação. Esse é um dos resultados de um levantamento do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), divulgado na manhã desta quinta-feira (24). Pesquisadores ouviram respostas como de um pai no Rio de Janeiro: “Existe uma forma de bater educando, que foi a que eu fui criado. E existe o espancamento mesmo.” </p>
<h2>Olhar distorcido</h2>
<p>O diagnóstico teve como propósito identificar o que leva pais, mães e cuidadores a baterem em seus filhos com enfoque maior na primeira infância, faixa etária até os 6 anos de idade. A alegação dos pais é que a palmada serve para “disciplinar” as crianças. </p>
<p>“As famílias sequer consideram o tapa ou a chinelada como violência. Pelo contrário, elas distinguem a palmada do espancamento que elas acham, de fato, errado”, afirma a pesquisadora Luiza Teixeira, especialista de Proteção à Criança do Unicef no Brasil.</p>
<p>Ela considera que o Brasil tem regramento e iniciativas adequadas para receber denúncias de violências contra crianças e adolescentes. Para a pesquisadora, é necessário trabalhar de forma preventiva com as famílias e reunir alternativas para capacitar os profissionais que lidam com crianças. </p>
<h2>&#8220;Legislação é avançada&#8221;</h2>
<p>A lei Menino Bernardo (conhecida como Lei da Palmada), por exemplo, tem 12 anos de existência. “O que o estudo mostra é que essa lei é pouco conhecida pelas famílias e é interpretada a partir de normas sociais que ainda legitimam a violência como forma de educar”. A legislação integra o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que existe desde 1990. Para a pesquisadora, é necessário comunicar de forma mais eficiente com os pais. </p>
<p>O levantamento dos pesquisadores do Unicef ouviu 214 pessoas em regiões de vulnerabilidade, de violência, incluindo pais, cuidadores e lideranças comunitárias. Foram 123 no Rio de Janeiro (na Grande Pavuna e Grande Jacarepaguá), 37 no Recife (no bairro do Ibura) e 54 em Manaus (na Colônia Antônio Aleixo e na comunidade Parque das Tribos).</p>
<p>“Quando se trata de violência contra crianças e adolescentes, acontece em todas as esferas e em todas as classes sociais. A violência ainda é naturalizada. As crianças não são vistas como pessoas, mas como objeto e propriedade dos pais”, diz a pesquisadora.</p>
<p>Nessas comunidades, segundo ela, uma situação que os pesquisadores identificaram é que muitas famílias usam a violência, equivocadamente, para “colocar a criança na linha”.</p>
<h2>Silenciamento</h2>
<p>Uma das conclusões da pesquisa é que faltaria repertório aos pais para disciplinar sem violência, há ações tomadas na emoção em meio às birras, e isso é seguido de arrependimento. De acordo com o Unicef, a criação no Brasil ainda é vista como assunto privado, e isso costuma silenciar a comunidade.   </p>
<p>A instituição identificou falta de capacitação dos profissionais da rede de proteção sobre como orientar as famílias a educar sem violência e também dificuldade para que os serviços públicos cheguem às famílias.</p>
<p>“Se quisermos reduzir a violência contra crianças e adolescentes, precisamos enfrentar as normas sociais enraizadas que ainda veem a prática como natural e necessária, além de garantir serviços públicos que apoiem as famílias e possam prevenir a violência antes que ela aconteça”, afirma Luiza Teixeira.</p>
<p>Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no ano passado mais de 60 mil casos de maus-tratos ou de lesão corporal em contexto de violência doméstica contra crianças e adolescentes foram registrados no Brasil (106% a mais do que em 2024).</p>
<h2>O que fazer</h2>
<p>Entre as recomendações do estudo, a entidade pede aos governantes que fortaleçam a prevenção da violência, com apoio a profissionais da rede de proteção, para que saiam da mera reação aos casos para a prevenção. Além disso, destaca a necessidade de campanhas que ensinem a estabelecer limites sem violência. “É preciso ainda garantir que essas campanhas dialoguem com as realidades dos territórios mais vulneráveis”.</p>
<p>Para a psicóloga infantil Mara Gomes, que atua em Brasília, na primeira infância a criança está passando por um período intenso de desenvolvimento cognitivo, emocional, social e neuropsicológico. “O cérebro ainda está amadurecendo, principalmente os sistemas envolvidos em inibição de impulsos, planejamento, flexibilidade cognitiva e autorregulação emocional”, destaca.</p>
<p>Isso significa que a criança sente emoções muito intensas, mas ainda não tem recursos suficientes para  administrar  sozinha as situações. Ela identifica que, quando os pais batem na criança, ela vai apresentar sinais de submissão ou até de agressividade. “Eu sempre digo aos pais de meninas: ‘você admitiria que a sua filha, na vida adulta, tenha um namorado que a agrida?’ Eu explico que ela pode achar natural a relação de amor e violência”, exemplifica.  </p>
<p>A psicóloga indica que é necessário trabalhar essa autorregulação emocional com as crianças porque elas não têm ainda maturidade para isso. “É importante acolher e colocar limites. Ter uma conversa honesta com a criança desde pequenininha é sempre importante”, lembra.</p>
<h2>Mais do que uma birra</h2>
<p>No campo educacional, a pedagoga Marília Paiva, que atua em São Paulo na área da neurociência aplicada à educação, explica que procura orientar os professores a olharem as situações de conflito de forma sensível. “Onde o adulto enxerga uma birra, essa criança está assumindo esse comportamento, mas ela também está tentando se comunicar. E a criança precisa do adulto para ajudá-la a se regular”. </p>
<p>A especialista, que trabalha na Rede Fadelito de educação infantil, diz que a criança ainda está desenvolvendo controle inibitório, tolerância à frustração e flexibilidade cognitiva. Nas situações de birra e de desregulação infantil, o adulto precisa seguir quatro passos, segundo a pedagoga.  O primeiro passo é se regular e assumir a postura de estar com as suas emoções também sob controle. A segunda fase seria acolher e validar o sentimento dessa criança. </p>
<p>Na sua opinião, o terceiro passo é o de limitar. Reconhecer o sentimento, mas indicar que ela não pode fazer tudo. Por fim, quando a criança está mais disponível para ouvir, é necessário ensinar, afirma a educadora. Isso porque muitas vezes há uma falha do adulto que quer conduzir o comportamento da criança no momento em que ela não está disponível para ouvir. “A palmada não educa a criança e constrange, além de gerar medo”.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/pais-veem-palmada-como-disciplina-e-nao-como-violencia-alerta-unicef" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Unicef: 15 milhões de crianças foram expostas a conteúdo sexual online</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unicef-15-milhoes-de-criancas-foram-expostas-a-conteudo-sexual-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 17:41:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 20 milhões de crianças e adolescentes de 21 países já sofreram, no período de um ano, algum tipo de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia. Acredita-se, ainda, que 9 milhões tenham sido induzidas a manter conversas de teor sexual ou compartilhar imagens desse cunho contra sua vontade e que 4 milhões tiveram imagens [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 20 milhões de crianças e adolescentes de 21 países já sofreram, no período de um ano, algum tipo de exploração ou abuso sexual facilitado pela tecnologia. Acredita-se, ainda, que 9 milhões tenham sido induzidas a manter conversas de teor sexual ou compartilhar imagens desse cunho contra sua vontade e que 4 milhões tiveram imagens delas vazadas. O quantitativo de crianças expostas a conteúdo sexual indesejado é estimado em 15 milhões.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Unicef-15-milhoes-de-criancas-foram-expostas-a-conteudo-sexual.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Os dados fazem parte do relatório <em>Pelos Olhos das Crianças: Como as Tecnologias Digitais Facilitam o Abuso Sexual Infantil</em>  lançado nesta semana pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). </p>
<p>Na avaliação dos especialistas do Unicef, contudo, os números devem ser ainda maiores. A explicação é a de que muitas vítimas não chegam a comunicar a ninguém o que aconteceu a elas. </p>
<p>Mais de 40% das ocorrências informadas durante a coleta de informações não foram reveladas pelas vítimas. O principal motivo para deixarem de contar é não saber aonde ir ou a quem recorrer. </p>
<h2>Redes sociais</h2>
<p>Quanto às plataformas digitais com maior número de violações, os dados revelam que, em média, cerca de 60% aconteceu em redes como o Facebook, Instagram, Snapchat, TikTok e WhatsApp. </p>
<p>Cerca de 14% dos crimes ocorreram enquanto as vítimas se divertiam em jogos online. O relatório assinala que o ambiente de jogos online é especialmente propício para o cometimento dessas formas de abuso porque a dinâmica nas relações se baseia em um jogador explorar a confiança do outro.</p>
<p>Mais da metade (57%) dos casos declarados aos pesquisadores envolviam alguém do convívio da criança e do adolescente, incluindo familiares, conhecidos, amigos, namorados e namoradas. O dado contraria o imaginário de que a violência online é perpetrada principalmente por estranhos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, ressalta o relatório, 38% das vítimas encontraram seus agressores pela primeira vez na internet, indicativo de que contas fake e o envio de mensagens privadas facilitam as violações. </p>
<p>&#8220;Essas experiências causam profundo desgaste emocional e mental. Muitas crianças sofrem em silêncio, sem saber ao certo onde procurar ajuda. Nós não podemos ignorar isso&#8221;, afirmou a diretora-executiva do Unicef Catherine Russell.</p>
<h2>Coerção</h2>
<p>O relatório foi produzido a partir das percepções de 21 mil crianças e adolescentes com idade entre 12 e 17 anos, provenientes de 21 países, entre 2020 e 2025. Nas entrevistas realizadas com os participantes, observou-se como agressores exercem poder sobre as vítimas não somente as convencendo a agir de determinadas maneiras mediante presentes, dinheiro e atenção, mas também por meio da coerção. </p>
<p>Uma jovem brasileira relatou como seu agressor a chantageou, ameaçando encaminhar à mãe dela mensagens anteriores trocadas entre os dois, caso ela não mandasse a ele mais uma foto. Outra entrevistada comentou que, por anos, vasculhou a internet para garantir que nenhuma imagem sua, inclusive criada como montagem, estivesse circulando sem seu consentimento. O Brasil teve 19% dos entrevistados marcados por este tipo de violência, o equivalente a quase 3 milhões de crianças e adolescentes, e uma parcela de menos de 1% de ocorrências denunciadas. </p>
<p>A internet respondeu por 55,5% dos casos brasileiros e a escola por 24,5%. Como os canais mais perigosos apareceram os aplicativos de mensagens e as redes sociais (66,5%), com destaque para Instagram (57,2%) e WhatsApp (52,1%). Os jogos online responderam por 12,3%. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-09/unicef-15-milhoes-de-criancas-foram-expostas-conteudo-sexual-online" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Endrick é nomeado embaixador do Unicef no Brasil</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/endrick-e-nomeado-embaixador-do-unicef-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:58:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O jogador de futebol Endrick, da Seleção Brasileira e do Real Madrid, foi nomeado nesta quarta-feira (22) o embaixador do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil. Com isso, o centroavante passa a integrar o grupo de personalidades que usam sua voz e influência para promover e defender os direitos da infância e da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O jogador de futebol Endrick, da Seleção Brasileira e do Real Madrid, foi nomeado nesta quarta-feira (22) o embaixador do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Endrick-e-nomeado-embaixador-do-Unicef-no-Brasil.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Com isso, o centroavante passa a integrar o grupo de personalidades que usam sua voz e influência para promover e defender os direitos da infância e da adolescência. </p>
<p>No Brasil, também são embaixadores Maísa, Renato Aragão, Daniela Mercury, Lázaro Ramos, Bruno Gagliasso e a personagem Mônica. </p>
<p>Em material divulgado pelo Unicef nesta quarta, o atleta afirma que o convite é mais que uma honra:</p>
<p>&#8220;É uma responsabilidade muito grande. Eu sei que milhões de crianças sonham todos os dias com um futuro melhor, assim como eu também sonhei. Quero usar minha voz para mostrar que elas podem acreditar em si mesmas, lutar pelos seus objetivos e nunca desistir. Nenhuma criança pode ficar para trás. Estou muito feliz de fazer parte dessa missão”.</p>
<p>O Unicef conta com embaixadores e embaixadoras em todo o mundo desde 1954. Eles são artistas, atletas e outras personalidades que oferecem seu talento e reconhecimento para promover e defender os direitos de meninos e meninas.</p>
<p>Segundo o fundo da Organização das Nações Unidas (ONU), embaixadores são escolhidos não só pela fama que possuem, mas, principalmente, pela credibilidade que têm perante o público e pela disposição para trabalhar pela infância e adolescência, mesmo tendo uma agenda profissional repleta de compromissos.</p>
<p> </p>
<p>            <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Endrick-e-nomeado-embaixador-do-Unicef-no-Brasil.jpeg?w=740&#038;ssl=1" alt="22/07/2026 - O jogador de Futebol Endrick é nomeado embaixador do UNICEF no Brasil. Foto:  Jonathan Guimarães/ Divulgação" title="Jonathan Guimarães/ Divulgação"/></p>
<p>O jogador de Futebol Endrick é nomeado embaixador do UNICEF no Brasil. Foto: Jonathan Guimarães/ Divulgação</p>
<h2>Inspiração</h2>
<p>Endrick construiu uma trajetória meteórica nas categorias de base no Brasil até o futebol europeu, consolidando-se como um dos maiores talentos de sua geração antes mesmo de completar 20 anos. Contratado pelo Real Madrid em 2024, o atacante acumulou atuações de destaque e confirmou o potencial que o transformou em uma das principais promessas do futebol mundial.</p>
<p>No Real Madrid, tornou-se o jogador estrangeiro mais jovem a marcar em La Liga e o mais jovem da história do clube a balançar as redes na Liga dos Campeões, além de ser o primeiro atleta do Século 21 a marcar em suas estreias nas duas competições.</p>
<p>Pela Seleção Brasileira, entrou para a história ao se tornar o jogador mais jovem a marcar um gol em Wembley por uma seleção principal e passou a integrar uma lista seleta de jovens que igualaram feitos de Pelé e Coutinho com a camisa do Brasil.</p>
<p>De acordo com o Unicef, mais do que os números, Endrick simboliza a renovação do futebol brasileiro no cenário internacional.</p>
<p>“Endrick é um jovem exemplo, que inspira milhões de crianças e adolescentes, e tem um grande potencial para levar as mensagens sobre os direitos de meninas e meninos para todo o Brasil”, afirma Joaquin Gonzalez-Aleman, representante do Unicef no Brasil.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/endrick-e-nomeado-embaixador-do-unicef-no-brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>ONU e Unicef lançam guia para orientar pais sobre perigo da machosfera</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/onu-e-unicef-lancam-guia-para-orientar-pais-sobre-perigo-da-machosfera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 22:46:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A ONU Mulheres e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançaram um guia com orientações às famílias sobre os perigos da exposição de meninos e jovens à chamada machosfera, espaços nas redes focados na masculinidade e que promovem a misoginia (ódio, aversão e desprezo contra mulheres e meninas). Chamado de No Mesmo Time: Guia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ONU Mulheres e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançaram um guia com orientações às famílias sobre os perigos da exposição de meninos e jovens à chamada machosfera, espaços nas redes focados na masculinidade e que promovem a misoginia (ódio, aversão e desprezo contra mulheres e meninas).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/ONU-e-Unicef-lancam-guia-para-orientar-pais-sobre-perigo.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Chamado de <em>No Mesmo Time: Guia de Conversa para Pais e Responsáveis</em>, o guia explica o que é a machosfera, como funciona, impactos prejudiciais na vida dos jovens e traz formas de promover o diálogo dentro de casa.</p>
<p>Um levantamento feito pela Revista AzMina e o Núcleo Jornalismo (2025), citado pelas Nações Unidas, mostra que a misoginia chega às redes sociais de adolescentes de forma gradual e disfarçada, por meio de conteúdos de motivação e autoajuda. </p>
<p>“A machosfera é um desafio de toda a sociedade, com consequências reais para a segurança e a liberdade de mulheres e meninas. Este guia nasce para dizer aos pais e responsáveis que eles não estão sozinhos e que não precisam ter todas as respostas. Quando os adultos abrem espaço para conversas francas e sem julgamento, mostram aos meninos que respeito e igualdade também são coisa de time. É assim, dentro de casa, que começa a prevenção da violência”, afirma Gallianne Palayret, representante da ONU Mulheres no Brasil.</p>
<h2>O que o guia traz: </h2>
<ul>
<li>explicação dos principais grupos e termos da machosfera e de como os algoritmos levam esse conteúdo até os jovens;</li>
<li>sinais de alerta de mudanças de comportamento e de linguagem;</li>
<li>dicas práticas de conversa, com perguntas para desenvolver o pensamento crítico sobre mídia, adaptadas por faixa etária;</li>
<li>orientações específicas para apoiar meninas expostas a conteúdo misógino;</li>
<li>caminhos para falar sobre igualdade de gênero no dia a dia.</li>
</ul>
<p>O representante do Unicef no Brasil, Joaquin Gonzalez-Aleman, alerta que a importância das famílias, escolas e das comunidades oferecerem referências positivas sobre a masculinidade no momento em que os adolescentes estão construindo a identidade e evitar que sejam expostos a conteúdos com estereótipos e intolerância de gênero. </p>
<p><em>* Com informações do Unicef</em></p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-07/onu-e-unicef-lancam-guia-para-orientar-pais-sobre-perigo-da-machosfera" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Unicef: 13,5 milhões de crianças não recebem vacina no 1° ano de vida</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unicef-135-milhoes-de-criancas-nao-recebem-vacina-no-1-ano-de-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 14:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cobertura vacinal completa para a primeira infância apresenta realidade distante para 15% dos bebês em todo o mundo, segundo dados governamentais compilados pelo Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) e divulgados nesta quarta-feira (15). Em 2025, ao todo, 13,5 milhões de crianças não receberam nenhuma dose de vacina durante o primeiro ano de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cobertura vacinal completa para a primeira infância apresenta realidade distante para 15% dos bebês em todo o mundo, segundo dados governamentais compilados pelo Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) e divulgados nesta quarta-feira (15). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Unicef-135-milhoes-de-criancas-nao-recebem-vacina-no-1%C2%B0.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Em 2025, ao todo, 13,5 milhões de crianças não receberam nenhuma dose de vacina durante o primeiro ano de vida (chamadas no estudo de crianças zero-dose) e outras 7,3 milhões não tiveram o ciclo básico completo – com três doses da vacina que protege contra difteria, tétano e coqueluche (DTP).</p>
<p>Segundo o estudo <em>Estimativas OMS-Unicef de Cobertura Vacinal Nacional</em>, os números representam um avanço em relação ao ano anterior. Ano passado, 116 milhões de bebês receberam ao menos uma dose da DTP, o que representa 750 mil a mais do que em 2024.</p>
<p>O Unicef, no entanto, alerta que a manutenção do índice de crianças zero-dose aumenta o risco de surtos de doenças e é considerado alto pelo fundo, estando em patamar próximo do observado em 2009 e abaixo do período anterior à pandemia de Covid-19.</p>
<p>O programa de vacinas da Unicef alerta ainda que o abandono do ciclo de imunização ocorre principalmente antes da primeira dose da vacina contra o sarampo (MCV1), com 84% das crianças recebendo a primeira dose, e apenas 77% a segunda dose (MCV2).</p>
<p>O limite considerado seguro para imunização contra o sarampo é de 95%. Em 2025, foram registrados mais de 411 mil casos de sarampo no mundo, em surtos que atingiram 57 países. </p>
<h2>Avaliação</h2>
<p>Segundo o relatório, os dados compilados foram enviados pelos governos de 195 países e mostram que 100 deles mantiveram cobertura de pelo menos 90%, com três doses da vacina DTP desde 2019, apresentando pouco progresso na ampliação desse grupo.</p>
<p>Entre os países que estavam abaixo desse patamar em 2019, 30 conseguiram melhorar as taxas ao longo dos últimos seis anos, mas 65 países permaneceram estagnados ou retrocederam, incluindo 13 países frágeis, afetados por conflitos ou em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>“Governos e profissionais de saúde ajudaram as taxas globais de vacinação a se recuperarem após a forte queda observada durante a pandemia de Covid-19. Milhões de crianças vulneráveis continuam desprotegidas devido a conflitos, deslocamentos forçados e pobreza”, afirma em nota Catherine Russell, diretora executiva do Unicef. </p>
<p>Essas ameaças persistentes causam grande variabilidade e instabilidade na cobertura vacinal entre os países. O relatório aponta que mais da metade de todas as crianças zero-dose vive em contextos frágeis ou afetados por conflitos, embora esses locais abriguem apenas cerca de um terço da população infantil mundial.</p>
<p>&#8220;Nesses cenários, os programas de imunização frequentemente enfrentam desafios relacionados à instabilidade política, insegurança ou subfinanciamento crônico&#8221;, detalha o levantamento.</p>
<p>Outro desafio é a diminuição da cobertura em países de renda média e alta, que ocorre por mudanças no compromisso político, desafios estruturais e aumento da hesitação vacinal. Dois exemplos destacados foram o da cobertura da DTP1.</p>
<p>Na África do Sul, o índice caiu 20 pontos percentuais desde 2019 e continuou diminuindo em 2025. Na Bósnia e Herzegovina, apresentou queda de 23 pontos percentuais no último ano, após registrar o maior aumento da cobertura da MCV1 da região em 2024. Ambos estão em regiões estáveis e apresentam melhora sustentada de outros índices de acesso à saúde.</p>
<h2>Brasil</h2>
<p>O Brasil tem ido na contramão desses países, com melhora da cobertura vacinal constante e redução do número de crianças zero-dose, que hoje são estimadas em 50 mil no país, com melhora de cobertura e de qualidade na integração dos dados públicos. Das principais vacinas, apenas o ciclo completo da tríplice (DTP-3) mantém índices baixos, com cobertura na faixa de 86%.</p>
<p>Os dados nacionais, porém, são alvo de uma crítica específica: a da ausência de levantamento independente sobre o tema nos últimos 5 anos, ação recomenda pela OMS e pela Unicef para garantir a qualidade dos dados.</p>
<p>“Os níveis históricos de imunização observados nos países de menor renda mostram o que pode ser alcançado quando todas as partes trabalham juntas em torno de um objetivo comum”, afirmou Dr. Sania Nishtar, CEO da Gavi, programa de vacinação da Organização Mundial de Saúde.</p>
<p>Segundo ela, o grande desafio será manter esse impulso diante de restrições orçamentárias, incertezas geopolíticas e surtos crescentes, ao mesmo tempo em que se intensificam os esforços para alcançar as crianças que ainda não têm acesso à imunização.</p>
<p>O estudo informa que as bases que possibilitaram esse progresso estão sob forte pressão, com recentes cortes de financiamento, principalmente pelo governo dos Estados Unidos, e enfraquecimento dos sistemas nacionais de monitoramento. &#8220;Segundo os dados, apenas 18 pesquisas nacionais de imunização foram realizadas e enviadas neste ciclo, em comparação com 50 em 2024 e uma média de 33 por ano entre 2015 e 2019.&#8221;</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2026-07/unicef-13%2C5-milhoes-de-criancas-nao-recebem-vacina-no-1-ano-de-vida" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Unicef orienta como proteger crianças durante festas populares</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unicef-orienta-como-proteger-criancas-durante-festas-populares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 19:31:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cidades de todo o país poderão consultar a partir desta segunda-feira (18) um guia rápido de proteção a crianças e adolescentes durante grandes eventos e festas populares.  O documento Guia Rápido para Municípios – Proteção de Crianças e Adolescentes durante Grandes Eventos e Festas Populares foi lançado hoje, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cidades de todo o país poderão consultar a partir desta segunda-feira (18) um guia rápido de proteção a crianças e adolescentes durante grandes eventos e festas populares. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/05/Unicef-orienta-como-proteger-criancas-durante-festas-populares.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>O documento <em>Guia Rápido para Municípios – Proteção de Crianças e Adolescentes durante Grandes Eventos e Festas Populares</em> foi lançado hoje, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) , em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania.</p>
<p>O manual reúne orientações práticas para o diagnóstico, planejamento, e execução dos eventos de acordo com o modo mais seguro aos menores.</p>
<p>Além disso, traça um passo a passo para capacitação da rede de segurança municipal nesses contextos, bem como a avaliação de riscos e fortalecimento das ações. Cita ainda o aumento da circulação de pessoas nos eventos como um dos fatores de risco.</p>
<p>De acordo com a especialista em Proteção contra Violências do Unicef no Brasil, Luiza Texeira, dados da instituição indicam que, entre 2021 e 2023, mais de 165 mil crianças e adolescentes foram vítimas de estupro ou estupro de vulnerável.</p>
<p>&#8220;Os estudos também mostram alto índice de agressões físicas e de letalidade do público infantojuvenil. Em situações em que há aumento na circulação de pessoas e sobrecarga nos serviços e equipamentos, crianças e adolescentes acabam ficando ainda mais vulneráveis a diversos tipos de violência.”</p>
<h2>Copa de 2014 no Brasil</h2>
<p>Um dos exemplos que embasam o documento é a realização da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Segundo a organização não governamental Childhood Brasil, o número de denúncias pelo canal Disque 100 aumentou cerca de 15% nas cidades-sede. As principais vítimas de violações de direito eram meninas de 12 a 17 anos, muitas em situação de rua ou inseridas no setor turístico. </p>
<p>Para garantir a eficácia da segurança, o documento reforça a necessidade de colaboração e compromisso entre as organizações público-privadas, integração de todos os setores da rede municipal e a disseminação clara de informações para o grande público.</p>
<h2>Exemplos positivos</h2>
<p>O documento destaca positivamente ações integradas de segurança em grandes eventos ocorridos nos municípios: Salvador, Recife, Belém, Parintins e Rio de Janeiro.</p>
<p>Entre os exemplos citados, estão o trabalho das autoridades durante:</p>
<ul>
<li>a Festa do Círio de Nazaré, em Belém;</li>
<li>a criação do Observatório de Violações de Direitos de Crianças e Adolescentes, da Bahia;</li>
<li>o Comitê de Proteção Integral da Criança e do Adolescente, no Rio de Janeiro.</li>
</ul>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-05/unicef-orienta-como-proteger-criancas-durante-festas-populares" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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		<item>
		<title>Manaus integra projeto do Unicef para saúde de adolescentes</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/manaus-integra-projeto-do-unicef-para-saude-de-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação CNB]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 17:18:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Manaus foi escolhida para participar de uma iniciativa voltada ao fortalecimento da saúde e do bem-estar de adolescentes no Brasil. Nesta sexta-feira (24), a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus, participou do lançamento do projeto-piloto Unidade Amiga das Adolescências (UAA). A ação é coordenada pelo Fundo das Nações [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Manaus foi escolhida para participar de uma iniciativa voltada ao fortalecimento da saúde e do bem-estar de adolescentes no Brasil.</p>
<p>Nesta sexta-feira (24), a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus, participou do lançamento do projeto-piloto Unidade Amiga das Adolescências (UAA). A ação é coordenada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância e segue as diretrizes do Ministério da Saúde.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Lançamento reuniu cidades-piloto</h2>
<p>A solenidade ocorreu no escritório do Unicef, em Brasília. Além de Manaus, participaram gestores de Recife e Rio de Janeiro, também selecionadas como cidades-piloto.</p>
<p>Além disso, representantes do Ministério da Saúde, parceiros e apoiadores acompanharam o lançamento.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Projeto busca qualificar atendimento</h2>
<p>O secretário municipal de Saúde, Nagib Salem, destacou a importância da iniciativa para aprimorar os serviços oferecidos na atenção primária.</p>
<p>“A Semsa adere a essa iniciativa com muito entusiasmo. O público adolescente tem muitas singularidades e, nesse sentido, receber apoio do Unicef para qualificar ainda mais a oferta dos nossos serviços de saúde para esses usuários, considerando suas demandas, sua realidade e as barreiras que podem representar um distanciamento deles da porta de entrada do SUS, é muito importante para nós”, sintetizou o gestor.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Cinco unidades vão receber o projeto</h2>
<p>De acordo com a chefe do Núcleo de Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente, Janaína Sá Terra, a Semsa definiu a implementação do projeto em cinco unidades de saúde.</p>
<p>Uma unidade será implantada em cada distrito Norte, Sul e Oeste, enquanto duas funcionarão no distrito Leste.</p>
<p>“Nessas cinco unidades, ajustaremos fluxos e serviços, a fim de proporcionar ambientes mais atrativos e acolhedores para os adolescentes”, acrescentou.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Foco é ampliar acolhimento e participação</h2>
<p>A iniciativa Unidade Amiga das Adolescências combina apoio técnico, monitoramento e certificação. Além disso, reúne estratégias para qualificar a tomada de decisão nos serviços de saúde.</p>
<p>As ações consideram fatores como território, cultura e gênero. Ao mesmo tempo, valorizam a escuta qualificada, o engajamento e a participação dos adolescentes.</p>
<p>Por fim, o projeto também incentiva o envolvimento das famílias e comunidades. Dessa forma, busca fortalecer redes de apoio e ampliar a articulação entre diferentes setores.</p>
<p>Leia mais: </p>
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		<item>
		<title>Unicef mobiliza jovens de 16 e 17 anos a tirar título de eleitor</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unicef-mobiliza-jovens-de-16-e-17-anos-a-tirar-titulo-de-eleitor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 10:13:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou campanha para incentivar os adolescentes de 16 e 17 anos a tirar o título de eleitor. Quem tem 15 anos e vai completar 16 anos até o primeiro turno das eleições de 2026, que será realizado em 4 de outubro, também pode solicitar o documento. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou campanha para incentivar os adolescentes de 16 e 17 anos a tirar o título de eleitor.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Unicef-mobiliza-jovens-de-16-e-17-anos-a-tirar.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Quem tem 15 anos e vai completar 16 anos até o primeiro turno das eleições de 2026, que será realizado em 4 de outubro, também pode solicitar o documento.</p>
<p>O Brasil tem 5,8 milhões de adolescentes entre 16 e 17 anos. Até fevereiro, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , quase 1,8 milhão de adolescentes haviam feito o cadastro eleitoral. Isso significa que só dois em cada dez adolescentes aptos estão registrados para votar.</p>
<p>O voto nessa faixa etária é facultativo, e não é obrigatório.</p>
<p>“Tirar o título é o primeiro passo para garantir que as demandas de adolescentes sejam consideradas nas eleições de outubro. E ninguém melhor que os próprios adolescentes para mobilizar seus pares sobre a importância de participar do exercício democrático do país”, destaca a especialista em Desenvolvimento e Participação de Adolescente no Fundo, Gabriela Mora. </p>
<p>Em parceria com o TSE, o fundo irá divulgar a iniciativa durante o mês de abril em redes sociais e meios de comunicação.</p>
<p>O Unicef vai lançar ainda uma gincana digital que irá premiar grupos de adolescentes que conseguirem incentivar mais jovens a tirar o título de eleitor em suas regiões. A gincana envolverá Núcleos de Cidadania do Adolescente (NUCAs), presentes em mais de 2.300 municípios e ligados ao fundo das Nações Unidas. </p>
<p>Conforme dados do TSE (fevereiro de 2026), citados pelo Unicef, Rondônia, Tocantins e Piauí são os estados com o maior número de adolescentes aptos a votar em outubro, 40,4%, 39,2% e 36,7% do total, respectivamente. Já Distrito Federal, São Paulo e Rio de Janeiro têm os menores percentuais. </p>
<p>O prazo para tirar ou regularizar o título de eleitor termina em 6 de maio.</p>
<p>O alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para brasileiras e brasileiros a partir dos 18 anos e facultativos para pessoas analfabetas, maiores de 70 anos e jovens de 16 e 17 anos. Estrangeiros e cidadãos em serviço militar obrigatório não podem se alistar.</p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-04/unicef-mobiliza-jovens-de-16-e-17-anos-tirar-titulo-de-eleitor" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
<p>The post <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unicef-mobiliza-jovens-de-16-e-17-anos-a-tirar-titulo-de-eleitor/">Unicef mobiliza jovens de 16 e 17 anos a tirar título de eleitor</a> appeared first on <a href="https://cliquenoticiasbrasil.com.br">Clique Notícias Brasil</a>.</p>
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		<item>
		<title>Unicef alerta para prejuízos da falta de acesso à água nas escolas</title>
		<link>https://cliquenoticiasbrasil.com.br/noticias/unicef-alerta-para-prejuizos-da-falta-de-acesso-a-agua-nas-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Agência Brasil]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 16:17:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O número de escolas públicas ativas sem acesso à água caiu pela metade de 2024 para 2025, segundo dados divulgados em fevereiro pelo Censo Escolar, mas ainda restaram 1.203 escolas em que cerca de 75 mil estudantes não têm a garantia desse direito. Às vésperas do Dia Mundial da Água, celebrado no próximo domingo (22), o Fundo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de escolas públicas ativas sem acesso à água caiu pela metade de 2024 para 2025, segundo dados divulgados em fevereiro pelo Censo Escolar, mas ainda restaram 1.203 escolas em que cerca de 75 mil estudantes não têm a garantia desse direito.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/cliquenoticiasbrasil.com.br/wp-content/uploads/2026/03/Unicef-alerta-para-prejuizos-da-falta-de-acesso-a-agua.gif?w=740&#038;ssl=1" style="width:1px; height:1px; display:inline;"/></p>
<p>Às vésperas do Dia Mundial da Água, celebrado no próximo domingo (22), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) defende apoio institucional às localidades para superar esse problema, destacando os impactos à higiene, à saúde, à qualidade da merenda escolar, à dignidade menstrual e a outros pontos essenciais para um bom aprendizado.</p>
<p>O Unicef ressalta que a situação é mais grave nas zonas rurais, onde estão localizadas 96% das escolas desabastecidas. De acordo com o oficial de Água, Saneamento e Higiene do fundo das Nações Unidas (ONU) no Brasil, Rodrigo Resende, esse é um déficit histórico que reflete os desafios para a implementação de políticas públicas nos municípios, especialmente na Amazônia e no Semiárido.</p>
<p>Resende recomenda que, para resolver o problema, é preciso uma soma de esforços de entes federativos e instituições para apoiar os territórios, ampliando os investimentos e fortalecendo a capacitação de técnicos e lideranças locais.</p>
<p>O engajamento e a participação ativa das comunidades são essenciais, complementa o oficial do Unicef, que também defendeu soluções que respeitem as especificidades locais e priorizem fontes renováveis de energia.</p>
<h2>Disparidades</h2>
<p>Com o avanço no fornecimento de água no ano passado, mais de 100 mil estudantes passaram a acessar esse direito. Em 2024, 179 mil não tinham acesso à água em 2.512 escolas públicas, número que caiu para 75 mil no ano passado.</p>
<p>O perfil dos que continuam sem acesso a esse direito mostra disparidades sociais e raciais. Alunos negros são maioria nas escolas sem acesso à água, e havia também uma proporção relevante de crianças e adolescentes indígenas.</p>
<p>Resende também pontua que as mulheres e as meninas estão mais vulneráveis à falta ou precariedade do acesso à água, especialmente durante o período menstrual. </p>
<p>O Fundo das Nações Unidas acredita que a falta de água acaba afastando as meninas da sala de aula nesses dias, ou obrigando as alunas a saírem do ambiente escolar em busca de um banheiro adequado, o que atrapalha seu aprendizado e aumenta a exposição a violências. </p>
<p>Além de dificultar o consumo de água e a higiene dos alunos, o desabastecimento também impacta a preparação dos alimentos para a merenda escolar. Esses três pontos são considerados fundamentais pelo Unicef para promover a saúde e o bem-estar de crianças e adolescentes na escola.</p>
<p>No ano passado, a organização desenvolveu ações como a instalação de sistemas de abastecimento de água movidos à energia solar no Amazonas e a ampliação dos sistemas que atendem ao território Yanomami, em Roraima. Mas a principal atuação do Fundo é o apoio a gestores, para fortalecer políticas públicas. </p>
<p>Fonte: <br /><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/unicef-alerta-para-prejuizos-da-falta-de-acesso-agua-nas-escolas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Agência Brasil</a></p>
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